Posts Tagged 'Sangue'



Diabetes

Diabetes Mellitus é uma doença do metabolismo da glicose causada pela falta ou má absorção de insulina, hormônio produzido pelo pâncreas e cuja função é quebrar as moléculas de glicose para transformá-las em energia a fim de que seja aproveitada por todas as células. A ausência total ou parcial desse hormônio interfere não só na queima do açúcar como na sua transformação em outras substâncias (proteínas, músculos e gordura).

Na verdade, não se trata de uma doença única, mas de um conjunto de doenças com uma característica em comum: aumento da concentração de glicose no sangue provocado por duas diferentes situações:

a) Diabetes tipo I – o pâncreas produz pouca ou nenhuma insulina. A instalação da doença ocorre mais na infância e adolescência e é insulinodependente, isto é, exige a aplicação de injeções diárias de insulina;

b) Diabetes tipo II – as células são resistentes à ação da insulina. A incidência da doença que pode não ser insulinodependente, em geral, acomete as pessoas depois dos 40 anos de idade;

c) Diabetes gestacional – ocorre durante a gravidez e, na maior parte dos casos, é provocado pelo aumento excessivo de peso da mãe;

d) Diabetes associados a outras patologias como as pancreatites alcoólicas, uso de certos medicamentos, etc.

Sintomas

* Poliúria – a pessoa urina demais e, como isso a desidrata, sente muita sede (polidpsia);

* Aumento do apetite;

* Alterações visuais;

* Impotência sexual;

* Infecções fúngicas na pele e nas unhas;

* Feridas, especialmente nos membros inferiores, que demoram a cicatrizar;

* Neuropatias diabéticas provocada pelo comprometimento das terminações nervosas;

* Distúrbios cardíacos e renais.

Fatores de risco

* Obesidade (inclusive a obesidade infantil);

* Hereditariedade;

* Falta de atividade física regular;

* Hipertensão;

* Níveis altos de colesterol e triglicérides;

* Medicamentos, como os à base de cortisona;

* Idade acima dos 40 anos (para o diabetes tipo II);

* Estresse emocional.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://drauziovarella.com.br

Pesquisa testa terapia para a fase aguda da Anemia Falciforme

Em artigo publicado na revista Blood, pesquisadores do Hemocentro da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) demonstraram que a hidroxiureia – droga usada no tratamento crônico da anemia falciforme ¿ pode também ajudar a aliviar sintomas da fase aguda da doença, atualmente sem opção terapêutica. O trabalho realizado durante o doutorado da estudante Camila Bononi Almeida mereceu destaque no editorial da revista, considerada a mais importante na área da hematologia.

“O paciente que chega hoje ao hospital com uma crise de dor típica da fase aguda recebe apenas analgésicos e hidratação. A ideia de usar a hidroxiureia – já aprovada para tratar de forma crônica esses pacientes – também na etapa aguda é muito atraente para os clínicos. Até agora, isso não havia sido cogitado”, comentou Nicola Amanda Conran Zorzetto, orientadora da pesquisa.

A anemia falciforme, explicou a pesquisadora, é uma doença hereditária caracterizada por uma alteração genética na hemoglobina, proteína que dá a coloração avermelhada ao sangue e ajuda no transporte do oxigênio pelo sistema circulatório. Essa alteração faz com que as hemácias – glóbulos vermelhos do sangue – assumam a forma de foice ou meia lua depois que o oxigênio é liberado. As células deformadas se tornam rígidas e propensas a se polimerizar, ou seja, a formar grupos que aderem ao endotélio e dificultam a circulação do sangue.

“Esse processo é conhecido como vaso-oclusão e hoje já se sabe que está relacionado a um estado inflamatório resultante da doença. Glóbulos brancos e plaquetas também ficam aderidos ao endotélio, obstruindo pequenos vasos”, disse Conran.

Além das intensas crises de dor, que muitas vezes requerem a internação do paciente, a vaso-oclusão pode causar infartos em qualquer parte do corpo e lesionar diversos órgãos. “Problemas como úlceras, osteonecrose, hipertensão pulmonar e acidente vascular cerebral são comuns”, disse a pesquisadora.

O grupo do Hemocentro da Unicamp, ao qual também pertence o reitor da universidade, Fernando Ferreira Costa, já havia demonstrado em pesquisas anteriores o benefício da hidroxiureia no tratamento crônico da anemia falciforme. “A droga aumenta a produção de outro tipo de hemoglobina, conhecida como hemoglobina fetal. Ela tem esse nome porque, normalmente, é produzida no período de vida uterina”, contou Conran.

A hemoglobina fetal é capaz de diminuir a polimerização da hemoglobina geneticamente alterada, reduzindo o risco de vaso-oclusão. “Mas como esse aumento na hemoglobina fetal leva meses para ter efeito, ninguém havia considerado usar a droga nas crises agudas”, disse. Durante seu doutorado, porém, Almeida constatou que, como sugeriam dados da literatura científica, a hidroxiureia tem outros efeitos interessantes. “Ela ativa uma via de sinalização celular dependente de óxido nítrico que facilita a vasodilatação, dificulta a interação entre os glóbulos brancos e vermelhos e, consequentemente, sua adesão ao endotélio”, explicou.

Nos experimentos feitos com camundongos portadores de anemia falciforme, os cientistas observaram que o medicamento não apenas diminuiu a adesão das células à parede dos vasos como também reverteu o quadro inflamatório. “Testamos a hidroxiureia isoladamente e também associada a uma substância chamada BAY73-6691, que também modula a via de sinalização por óxido nítrico. Uma droga potencializa o efeito da outra”, disse Almeida.

Passo a passo
Os animais geneticamente modificados para desenvolver a doença foram divididos em quatro grupos e receberam um estímulo inflamatório para desencadear o processo de vaso-oclusão. O primeiro grupo recebeu apenas placebo. O segundo foi tratado com hidroxiureia. O terceiro recebeu apenas o BAY73-6691 e, o quarto, a combinação das duas drogas.

Após três horas, os pesquisadores avaliaram por meio da microscopia intravital – técnica que permite observar o fluxo sanguíneo sob um tecido translúcido – como ocorria o processo de interação e adesão das células.

No grupo placebo, os pesquisadores verificaram a adesão de seis glóbulos brancos por, no mínimo, 30 segundos, a cada 100 micrômetros (μM) de endotélio. Já entre os animais que receberam ou a hidroxiureia ou o BAY73-6691 separados, esse número caiu 38%. No grupo que usou a combinação das duas drogas, a redução de células aderidas foi de 74%.

Ao analisar a interação dos glóbulos vermelhos com as células brancas previamente aderidas, os cientistas encontraram resultados semelhantes. “Esse dado é importante porque, após a adesão de glóbulos brancos ao endotélio, o próximo passo do processo vaso-oclusivo seria a interação dessas células com os glóbulos vermelhos circulantes”, explicou Almeida.

Os dados mostram uma redução de 44% nas interações do grupo tratado apenas com hidroxiureia e de 62% no grupo tratado apenas com BAY73-6691. A queda chegou a 69% quando as duas drogas foram combinadas. “Também verificamos aumento significativo da sobrevida no grupo que recebeu a combinação de hidroxiureia e BAY73-6691, quando comparado ao grupo controle”, contou Almeida.

Perspectivas
Para Conran, embora os melhores resultados tenham sido obtidos com a combinação das duas drogas, a hidroxiureia isolada também mostrou efeitos importantes e que poderiam ser mais facilmente aplicados na prática clínica. “Estão sendo feitos testes clínicos com drogas da classe do BAY73-6691 para tratamento de Alzheimer e há o interesse de testar também em anemia falciforme. Mas a hidroxiureia já está disponível para tratar os pacientes”, disse.

No entanto, ressaltou a pesquisadora, novos testes clínicos serão necessários para comprovar os benefícios do medicamento na fase aguda também em humanos e acertar a dose adequada. Além da hidroxiureia, o transplante de medula óssea é hoje a única opção terapêutica para anemia falciforme. O procedimento, porém, não é indicado para todos os casos e nem sempre um doador aparentado compatível é encontrado. “Por essa razão, está todo mundo procurando uma forma de tratar a doença e suas complicações de forma mais eficaz”, disse Conran.

O trabalho de Almeida foi premiado no 16º Congresso da Associação Europeia de Hematologia, realizado em Londres em 2011. Também obteve o prêmio principal no Congresso da Associação Brasileira de Hematologia e Hemoterapia de 2010.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://noticias.terra.com.br

Redes Sociais Ajudam a Aumentar Número de Doadores de Sangue

O Ministério da Saúde quer aumentar o número de doadores regulares de sangue no país dos atuais 2% da população para 3%, patamar recomendado pela Organização Mundial da Saúde (OMS). Para isso, a ideia é aproveitar as ferramentas das redes sociais para cadastrar potenciais doadores e direcionar essas pessoas aos hemocentros mais próximos. De acordo com o ministro Alexandre Padilha, o banco virtual criado pelo ministério no Facebook, em novembro de 2011, já conta com mais de 7 mil doadores voluntários e o objetivo é dobrar esse número, alcançando 15 mil até o fim do ano.

‘Vamos conectar esse banco virtual com cada hemocentro do país, que poderá fazer uma busca ativa dos doadores cadastrados. Quando seus estoques estiverem reduzindo, o hemocentro pode mandar mensagem aos doadores para que eles venham doar sangue naquela cidade, naquele estado’, explicou Padilha hoje (16), no Rio de Janeiro, após doar sangue no Instituto Estadual de Hematologia (Hemorio). O ato marcou o Dia Mundial do Doador Voluntário.

O ministro destacou que o Brasil conta com 36 polos de hemocentros e mais de 300 hemocentros públicos. Ele também ressaltou que os meses de junho e julho são considerados os mais críticos em relação aos estoques de sangue, quando são registradas reduções de até 25% nas doações. ‘São meses de férias, de inverno e de chuva em várias regiões. Nossas campanhas em locais abertos também ficam comprometidas’, explicou. Padilha acrescentou que o procedimento é totalmente seguro tanto para os doadores quanto para quem recebe sangue.

O secretário estadual de Saúde, Sérgio Côrtes, que acompanhou o ministro na ação de hoje, enfatizou que as doações servem não só para suprir as necessidades em casos de acidentes, mas também para abastecer hospitais da rede pública e contratados pelo Sistema Único de Saúde (SUS).

‘As pessoas costumam associar a necessidade de doação apenas à ocorrência de acidentes, mas há também pacientes que fazem tratamento de câncer e de outras doenças em que há necessidade de transfusão o tempo todo. Então, é fundamental que essa doação ocorra os 365 dias do ano’, disse.

O consultor de empresas André Luiz Ribeiro, de 37 anos, esteve hoje no Hemorio para doar sangue pela décima vez. Segundo ele, o ato deveria ser rotina para todos os brasileiros. ‘É dever de todo o cidadão a partir do momento que ele tem condições físicas para isso. Não precisamos esperar que haja esse tipo de campanha, mas todo mundo deveria fazer isso sempre que puder. É uma forma de ajudar o próximo’, ressaltou.

O Ministério da Saúde investiu, no ano passado, R$ 380 milhões na rede de sangue e hemoderivados no país. Para este ano, está previsto investimento no valor de R$ 580 milhões.

Edição: Talita Cavalcante

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://noticias.br.msn.com/

Você pode ser um Doador de Sangue

Doar sangue não é uma atividade que demanda muito tempo, é segura e ainda pode salvar vidas.  Veja, abaixo, se você pode ser um doador e os cuidados que deve ter após a doação de sangue.

A doação:

– A doação de sangue é segura e demora cerca de trinta minutos;

– Todo material utilizado na coleta do sangue é descartável, garantindo a segurança do doador;

– O volume de sangue total a ser coletado não pode exceder 8 ml/kg de peso para as mulheres e 9 ml/kg de peso para os homens. O volume admitido por doação é de 450 ml +/- 50ml, aos quais podem ser acrescidos até 30 ml para a realização dos exames laboratoriais exigidos pelas leis e normas técnicas;

– Doar sangue não altera a pressão arterial, não engrossa, nem modifica o sangue;

– O doador não tem qualquer obrigação de doar sangue novamente. Só faz isso se quiser, com intervalo de 60 dias para os homens e 90 dias para as mulheres;

– É necessário apresentar um documento de identificação com foto, emitido por órgão oficial, ou sua cópia autenticada.

Para doar é preciso:

– Ter entre 18 e 65 anos e mais de 55 quilos;

– Estar em boas condições de saúde e alimentado, mas não pode ter ingerido comida gordurosa nas últimas quatro horas;

– Não ter ingerido bebida alcoólica nas 12 horas que antecedem a doação;

– Não ter tido gripe ou febre nos últimos sete dias;

– Ter feito a última doação há mais de 90 dias se for mulher ou 60 dias se for homem;

– Não ter feito tatuagem há menos de um ano;

– Não estar grávida ou ter tido parto ou aborto há menos de três meses;

– Não estar no período de amamentação;

– Não ter nenhuma doença crônica do tipo cardiopatia, diabetes, tuberculose, doença renal, epilepsia ou hepatite;

– Não ter antecedente ou apresentar fator de risco para doenças infecciosas transmissíveis por transfusão – sífilis, doença de Chagas, Aids, Hepatites B e C, malária, HTLV I/II.

Observação: O uso de medicamentos, vacinas, acupuntura e piercing serão avaliados individualmente.

Cuidados:

– A doação não traz riscos para o doador, mas eventualmente, após a coleta do sangue, a pessoa pode apresentar alguns sintomas: tontura, queda de pressão, desmaio, náuseas, vômitos, dor ou hematoma no local da punção;

– Alguns cuidados são necessários para diminuir os efeitos colaterais adversos após a doação: Ingerir bastante líquido, não tomar bebida alcoólica ou realizar exercícios físicos no dia da doação, não fazer força com o braço que foi puncionado, não fumar por no mínimo duas horas e aguardar 30 minutos para dirigir carro e 1 hora para dirigir motocicleta;

– Se o doador sentir alguns desses sintomas ou outros que não considere normal, deve comunicar imediatamente ou retornar ao Banco de Sangue para avaliação e orientação.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://www.band.com.br/

Ministério da Saúde Alerta para Redução dos Estoques de Sangue

O Ministério da Saúde alertou que os estoques nos hemocentros de todo o país começaram a baixar em razão do período de frio e chuvas e também da aproximação das férias. Dados da pasta indicam que, nessa época, há redução de 20% a 25% no número de doações no Brasil.

De acordo com o ministério, no Rio de Janeiro, em São Paulo e no Rio Grande do Sul, onde a necessidade de sangue é maior, o quadro é ainda mais grave: a queda nas doações chega a 40%.

Atualmente, cerca de 300 mil pessoas doam sangue todos os meses, o que representa 1,8% da população. Entretanto, como o material é perecível, a pasta faz um alerta para a necessidade de reposição do estoque.

Qualquer pessoa com peso acima de 50 quilos e idade entre 18 e 67 anos pode doar sangue. Jovens com idade entre 16 e 17 anos também podem ser aceitos como candidatos, desde que haja consentimento formal do responsável legal. No momento da doação, é necessário apresentar documento com foto válido em todo território nacional.

Não podem doar sangue pessoas com diagnóstico de hepatite após os 11 anos de idade; mulheres grávidas ou amamentando; pessoas expostas a doenças transmissíveis pelo sangue, como aids, hepatite, sífilis e doença de Chagas; usuários de drogas; e pessoas que tiveram relacionamento sexual com parceiro desconhecido ou eventual, sem uso de preservativos.

As orientações do ministério são para que os doadores não estejam em jejum; façam um repouso mínimo de seis horas na noite anterior à doação; não tomem bebidas alcoólicas nas 12 horas anteriores; evitem fumar por, pelo menos, duas horas antes da doação; e evitem alimentos gordurosos nas três horas antecedentes.

Pessoas que exercem profissões como piloto de avião ou helicóptero, condutor de ônibus ou caminhão de grande porte e, ainda, trabalhadores que sobem em andaimes devem interromper as atividades por 12 horas após a doação. A mesma recomendação é válida para quem prática de paraquedismo ou mergulho.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site:  http://www.jb.com.br/

Por que Doar Sangue?

A ciência avançou muito e fez várias descobertas. Mas ainda não foi encontrado um substituto para o sangue humano. Por isso, sempre que precisa de uma transfusão de sangue, a pessoa só pode contar com a solidariedade de outras pessoas. Doar sangue é simples, rápido e seguro. Mas, para quem o recebe, esse gesto não é nada simples: vale a vida. Seja doador voluntário. Faz bem também para você. Porque a satisfação de salvar vidas é a maior recompensa.

Requisitos Básicos para Doação de Sangue

  • » Estar em boas condições de saúde.
  • » Ter entre 16 e 67 anos, desde que a primeira doação tenha sido feita até 60 anos (menores de 18 anos, clique para ver documentos necessáriosformulário de autorização).
  • » Pesar no mínimo 50kg.
  • » Estar descansado (ter dormido pelo menos 6 horas nas últimas 24 horas).
  • » Estar alimentado (evitar alimentação gordurosa nas 4 horas que antecedem a doação).
  • » Apresentar documento original com foto emitido por órgão oficial (Carteira de Identidade, Cartão de Identidade de Profissional Liberal, Carteira de Trabalho e Previdência Social).

Impedimentos temporários

  • » Resfriado: aguardar 7 dias após desaparecimento dos sintomas.
  • » Gravidez: 90 dias após parto normal e 180 dias após cesariana.
  • » Amamentação (se o parto ocorreu há menos de 12 meses).
  • » Ingestão de bebida alcoólica nas 12 horas que antecedem a doação.
  • » Tatuagem nos últimos 12 meses.
  • » Situações nas quais há maior risco de adquirir doenças sexualmente transmissíveis, como não usar preservativo com parceiros ocasionais ou desconhecidos: aguardar 12 meses.

Acre, Amapá, Amazonas, Rondônia, Roraima, Maranhão, Mato Grosso, Pará e Tocantins são estados onde há alta prevalência de malária. Quem esteve nesses estados deve aguardar 12 meses.

Impedimentos definitivos

  • » Hepatite após os 11 anos de idade.
  • » Evidência clínica ou laboratorial das seguintes doenças infecciosas transmissíveis pelo sangue: Hepatites B e C, AIDS (vírus HIV), doenças associadas aos vírus HTLV I e II e Doença de Chagas.
  • » Uso de drogas ilícitas injetáveis.
  • » Malária.

Respeitar os intervalos para doação

  • » Homens 60 dias: até 4 doações por ano.
  • » Mulheres 90 dias: até 3 doações por ano.

Na triagem de doadores, a Fundação Pró-Sangue obedece a normas nacionais e internacionais de segurança do sangue, do Ministério da Saúde, da Associação Americana e do Conselho Europeu de Bancos de Sangue. O alto rigor no cumprimento dessas normas visa oferecer proteção ao receptor e ao doador.

Honestidade também salva vidas. Ao doar sangue, seja sincero na entrevista.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://www.prosangue.sp.gov.br

Política Nacional de Promoção da Doação Voluntária de Sangue

O Ministério da Saúde aprovou nesta semana a proposta da Política Nacional de Promoção da Doação Voluntária de Sangue. Após dois dias de reunião em Brasília, gestores e técnicos da rede de hemocentros do País encaminharam documento propondo mudanças de comportamento e gestão da doação, além da realização de campanhas e ações educativas, com objetivo de manter os estoques da hemorrede. A proposta ainda será submetida à aprovação na Comissão Intergestores Tripartite, que reúne representantes da União, Estados e Municípios. As informações são do site do Ministério da Saúde.
“A manutenção dos estoques está diretamente relacionada à capacidade de mobilizarmos pessoas para doar sangue. Todo esse processo que discutimos no Fórum de Captadores e Gestores da Hemorrede Pública Nacional, em Brasília, girou em torno da definição de diretrizes e indicadores para uma política nacional, na qual serão fundamentados os projetos e estratégias de mobilização que devemos usar para que a população seja doadora de sangue”, disse Guilherme Genovez, coordenador geral de Sangue e Hemoderivados do Ministério da Saúde.

Para o coordenador, há necessidade de investir em ações de comunicação e educação para a fidelização do doador. Para se tornar um doador de sangue, a pessoa não deve ser portadora de doenças transmissíveis pelo sangue, ter peso acima de 50 quilos e repetir o ato de doar mais de três vezes por ano, por exemplo.

Segundo Genovez, outra vantagem da criação de uma política nacional é a padronização de procedimentos e protocolos para todo o Sistema Único de Saúde (SUS), melhorando o atendimento ao público na hemorrede brasileira. Outro avanço é que a política poderá assegurar mais recursos para a União, Estados e Municípios.

A proposta foi discutida durante o 1º Fórum de Captadores e Gestores da Hemorrede Pública Nacional, encerrado na quarta-feira em Brasília.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://noticias.uol.com.br

Carnaval: Tá na Hora de Doar Sangue

Com a queda, já freqüente, nos estoques de sangue dos hemocentros de todo o Brasil, no período de Carnaval, que é quando mais se precisa de sangue, o Instituo Nacional de Câncer José de Alencar Gomes da Silva (Inca) promove pela 12ª vez a mobilização Bloco da Solidariedade, visando estimular a doação neste período. A ação ocorrerá entre os dias 13 e 17 de fevereiro, com a entrega de filipetas em unidades de saúde convocando o público a doar e divulgar a iniciativa.

O slogan deste ano, “Tá na hora de doar”, traz o alerta “Uma horinha ou duas da sua vida podem se transformar em muitos anos de vida para alguém”. O objetivo da ação vai além de suprir a necessidade desta época do ano, buscando também conscientizar a população sobre a importância de doar sangue com regularidade.“O Serviço de Hemoterapia recebe aproximadamente 1.600 doadores por mês para atender à demanda do INCA. No entanto, próximo aos feriados, como o Carnaval, este número diminui cerca de 50%”, esclarece Iara Motta, chefe do Serviço de Hemoterapia do INCA.

Os interessados devem procurar o Banco de Sangue do INCA, no prédio da Praça Cruz Vermelha, 23, 2º andar, entre 7h30 e 14h30. É necessário apresentar documento oficial de identidade com foto (RG, carteira de trabalho, certificado de reservista, carteira do conselho profissional ou carteira nacional de habilitação); estar bem de saúde; ter entre 18 e 67 anos; pesar mais de 50kg; não estar em jejum e evitar apenas alimentos gordurosos nas três horas que antecedem a doação.

Orientações para Doadores de Sangue

Fonte: Ministério da Saúde/Blog da Saúde

O que é sangue?

Você sabia que o sangue é um tecido vivo? Que é formado por quatro componentes básicos? Quando foram feitas as primeiras transfusões de sangue? E, afinal, para que ele serve?

Este espaço é destinado a estudantes e pesquisadores. Aqui, você poderá tirar essas e muitas outras dúvidas sobre o sangue, seus componentes e a história da doação de sangue.

 

 

O que é sangue?

O sangue carreia nutrientes, gases e produtos do metabolismo das células. Até os dias de hoje não existe nenhum substituto para o sangue. Doadores são a única fonte de sangue para os pacientes que dele necessitam.

O sangue possui uma parte líquida denominada plasma e uma parte celular composta de glóbulos vermelhos ou hemácias, glóbulos brancos ou leucócitos e plaquetas. As células do sangue são produzidas na medula dos ossos, especialmente nos ossos chatos como vértebras, costelas e esterno. Essas células são essenciais para a vida, pois são responsáveis pelo transporte do oxigênio aos tecidos, pelo controle das infecções do organismo e por ajudar no controle de sangramento.

Uma unidade de sangue doada pode ser separada em: glóbulos vermelhos ou hemácias, plaquetas, plasma, e crioprecipitado (componentes não celulares).

Plasma

O plasma é a parte líquida do sangue. Sua função é transportar água e nutrientes para todos os tecidos do organismo. O plasma também contém sais minerais, proteínas relacionadas com a coagulação do sangue (fatores da coagulação) e com a defesa contra infecções (imunoglobulinas), hormônios, enzimas e as células do sangue.

 

Glóbulos vermelhos ou hemácias

As hemácias são células anucleadas e possuem a forma de um disco bicôncavo. Contêm no seu interior uma proteína chamada hemoglobina a qual é responsável pelo transporte do oxigênio do pulmão a todas as partes do organismo e do gás carbônico dos tecidos para os pulmões. A anemia resulta da alteração estrutural ou diminuição do número de glóbulos vermelhos ou da redução da quantidade de hemoglobina presente no seu interior.

 

Glóbulos brancos ou leucócitos

São os leucócitos as células de defesa do nosso organismo contra infecções. Eles possuem a capacidade de migrar do sangue para os tecidos e combater microorganismos que invadem o corpo. A diminuição do número de leucócitos ou a alteração da sua função deixa o organismo suscetível a múltiplas infecções.

 

Plaquetas

As plaquetas são pequenos fragmentos celulares presentes no sangue que contribuem para a parada do sangramento após um ferimento. Pacientes com diminuição do número de plaquetas ou que possuem plaquetas com função prejudicada têm risco aumentado de hemorragia.

O sangue é produzido na medula óssea dos ossos chatos, vértebras, costelas, quadril, crânio e esterno. Nas crianças, também os ossos longos como o fêmur produzem sangue.

 

Postado por Edson Fabrício
Siga o blog no Twitter: @vivamelhor
Fonte: Fundação Pró-Sangue
Vídeo: HemoRio

Dia Nacional do Doador de Sangue


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