Posts Tagged 'Saúde'



Carnaval: Dicas para uma Boa Alimentação

Carnaval está chegando e com as altas temperaturas da época, a melhor saída é apostar em um cardápio com alimentos leves, refrescantes e que forneçam energia para o corpo. Afinal, é preciso muita saúde e disposição para encarar os dias de folia sem perder o pique.

Antes do Carnaval

Para quem pretende eliminar alguns quilinhos até o Carnaval, a dica é não apelar para dietas malucas e nem ficar sem comer por vários dias na tentativa de emagrecer rapidamente. Invista nas frutas, verduras, carnes magras, legumes, grãos e nos alimentos integrais, que saciam a fome por mais tempo.

Durante o Carnaval

Mesmo com toda a empolgação da festa, é preciso parar para se alimentar. O ideal é não ficar mais de três horas sem comer, mas atenção: evite comidas pesadas e gordurosas e que sobrecarregam o fígado na alimentação para o Carnaval, como frituras, feijoada, embutidos e carnes gordas. São alimentos de difícil digestão, que dão aquela sensação de peso no estômago e “roubam” a sua energia.

Sendo assim, consuma alimentos ricos em vitaminas e minerais e prefira os de fácil digestão: saladas nutritivas, carnes grelhadas, cereais integrais, iogurte com granola e frutas, sanduíches naturais.

Outra dica de alimentação para o Carnaval é fazer uma refeição antes de sair de casa, caprichando nos carboidratos para garantir energia durante a festa. Coma pão integral, arroz, macarrão, batata, milho, mandioca.

Outra dica tão importante quanto cuidar da alimentação durante o Carnaval, é consumir muito líquido para manter o corpo hidratado. Além da água, outras opções são água de coco, sucos de frutas e até mesmo as bebidas isotônicas.

Depois do Carnaval

Depois de vários dias “pulando” Carnaval, é hora de voltar ao ritmo. Procure consumir alimentos ricos em antioxidantes, vitaminas A, E e C e frutas cítricas como laranja, lima, mexerica e abacaxi.

Para quem passou da conta na bebida alcóolica ou exagerou na comida, uma dica para desintoxicar o organismo é inserir no cardápio a proteína de soja. A proteína extraída dos grãos da soja ajuda na recuperação do fígado, pode ser encontrada em lojas de produtos naturais e até mesmo no supermercado.

Por Deborah Busko

Carnaval: Dicas Para Aproveitar Sem Prejudicar o Orçamento

Já estamos com um pé no Carnaval e a folia está rondado o Brasil desde o início deste ano. Em Recife, as batucadas não cessam desde o Natal de 2011 e estamos recebendo visitas de todo o mundo, este mês.

É claro que apenas queremos ser felizes e brincar muito. Mas para a alegria durar o resto no ano, o Viva Melhor estará postando algumas dicas que todos estão carecas de ouvir mas alguns se recusam a entender e outros acabam se esquecendo…daí que o bicho pega. Então, lá vai. Para que o seu Carnaval seja, de fato, somente um momento de muito brilho e curtição!

Confira dicas para aproveitar o feriado sem prejudicar o orçamento

Boa parte dos problemas financeiros pessoais está ligada à má gestão do orçamento em momentos de festividades, como o Carnaval. Assim, para aproveitar essa data e evitar uma “ressaca” no seu bolso, vale a pena observar algumas dicas.

A recomendação dos especialistas gira em torno de duas atitudes fundamentais: planejamento e organização. Comprar por impulso e não observar seu orçamento mensal possivelmente vão comprometer sua vida financeira.

“É muito comum, nessa época do ano, as pessoas fazerem dívidas que não conseguem liquidar e que comprometem o crédito por um bom tempo. Por isso, é fundamental o planejamento financeiro para conseguir se divertir, sem prejudicar o seu orçamento mensal”, explica a diretora de recuperação da TeleCheque, Dirlene Martins.

Durante o Carnaval, portanto, apesar de ser um momento de descanso e lazer, não se deve descuidar da gestão dos gastos. Caso contrário, quando você retornar da viagem, terá muitos problemas para lidar. “Utilize o crédito de forma consciente, antecipe sonhos e evite pesadelos. Tudo é uma questão de planejamento e organização”, recomenda Dirlene.

Pensando nisso, o educador financeiro Reinaldo Domingos elaborou uma lista de dicas para retornar do Carnaval com as finanças em ordem. Confira:

1. Dentro do orçamento – escolha um local de acordo com suas reais condições financeiras; não adianta querer esbanjar em um evento fora de sua realidade e depois ter de arcar com dívidas;

2. Planejando as festas – leve para as noites apenas um limite de dinheiro contado, pois, no impulso, sempre se gasta mais do que pode;

3. Organizando eventos – organize eventos pré-bailes e festas em casas de amigos ou em sua própria casa, economizando assim no consumo de comes e bebes;

4. Cuidado com os excessos – se for beber, pegue um táxi ou deixe que um amigo que não beba dirija; evite os riscos e custos de multas e acidentes. A saúde deve ser a prioridade;

5. Esteja pronto para imprevistos – reserve sempre 20% a mais do que gastará para imprevistos. Esta reserva proporcionará mais tranquilidade, mas só deverá ser gasta em última necessidade;

6. Divida as despesas – se reúna com amigos e divida as despesas; o Carnaval é uma festa que é muito melhor e mais barata quando a compartilhamos;

7. Gaste menos – limitar as bebidas alcoólicas evita ressaca e gastos, pois este é o item com que as pessoais mais gastam e normalmente perdem o limite;

8. Dinheiro – evite levar para as festas grandes quantias de dinheiro, cartões e objetos de valor. No meio da folia você poderá perder os documentos ou mesmo ser furtado. O pouco que levar ponha em locais de confiança;

9. Use a criatividade – se estiver sem dinheiro e quiser se fantasiar, busque usar a imaginação, economizando neste item. Reciclar é uma ótima pedida;

10. Evite dívidas – evite fazer dívidas por causa de Carnaval; quatro dias de festa não podem se refletir em muitos meses de dívidas.

Fonte: Yahoo Brasil

Atividade Física é Saúde

Nos últimos anos, as pesquisas médicas demonstram que boa parte da falta de saúde é causada pela falta de atividade física. Através da consciência e de mais informações à respeito de cuidados para com a saúde que inclue maior movimentação corporal, as pessoas estão mudando seus hábitos de vida.

Sabemos que o único meio de prevenir os males da inatividade é ter algum grau de atividade física e mental, não durante um mês mas durante toda a vida. Descobrimos que a saúde é, na maioria das vezes, um fator que podemos controlar e que podemos prevenir o surgimento de algumas doenças. Quando nascemos recebemos um corpo saudável e temos o dever de cuidar e zelar por este que é nosso abrigo.

Verifique, a seguir, algumas vantagens que a atividade física proporciona:

  • As pessoas ativas tem vida mais intensa, apresentam mais vigor, resistem mais as doenças e permanecem em forma. São mais autoconfiantes, menos deprimidas e estressadas.
  • Uma pessoa ativa, tem tendência a ter o seu peso dentro da faixa normal e mantê-lo com mais facilidade e por mais tempo do que a sedentária.
  • O ativo apresenta pressão arterial e freqüência cardíaca mais baixa do que o sedentário tanto em repouso quanto em atividade, desta forma, o ativo suporta por mais tempo o exercício enquanto o sedentário tem certas limitações cardiovasculares.
  • A pessoa ativa tem maior VO2 (volume de oxigênio pulmonar) e suporta atividades de longa duração com mais facilidade.
  • atividade física melhora a postura e ajuda a combater maus hábitos como o fumo entre outros.

Na ausência de exercícios físicos diários, nossos corpos tornam-se depósitos de tensões acumuladas e, sem canais naturais de saída para essas tensões, nossos músculos tornam-se fracos e tensos. O ideal é praticar atividade física durante toda vida mas, independentemente disto, podemos recuperar uma existência mais saudável e gratificante em qualquer idade.


Mas atenção!

Para vocês que desejam começar a se movimentar, é de primordial importância que façam antes um “check up” das condições cardíacas entre outros testes que comprovarão o seu nível de condicionamento físico (já disponíveis nas boas academias). A partir daí, procure orientação médica juntamente com um profissional da área de Educação Física para assim, iniciar as atividades.

Podemos saber que fazer exercícios físicos com regularidade faz bem, mas esse conhecimento não é suficiente.O importante é FAZER, pois de que serve um conhecimento que não é aproveitado?

Por:
Valéria Alvin Igayara de Souza
CREF 7075/ GSP – Especialista em treinamento.

Fonte: Site Terra

Emoções Interferem na Saúde

Abordagem em Promoção de Saúde no Trabalho

No início da década de 80 quando os primeiros estudos sobre promoção de saúde no ambiente corporativo foram publicados, o conceito estava emergindo no Brasil ainda de forma pouco organizada. A quantidade de empresas interessadas no conceito era mínima, principalmente por parte de grandes multinacionais que já importavam o tema de suas matrizes no exterior. Profissionais preparados e uma metodologia formal para programas de promoção de saúde eram praticamente inexistentes.

Na década de noventa o cenário se modificou substancialmente com o aparecimento da ABQV – Associação Brasileira de Qualidade de Vida. Com esta Associação surgiram cursos de capacitação técnica, conferências, congressos, maior número de empresas desenvolvendo programas e profissionais melhor preparados. O segmento de promoção de saúde começou a tornar-se visível e produtos e serviços deste segmento, oferecidos de forma mais constante.


Atividade física ainda era o elemento dominante mas muitos programas já envolviam nutrição, controle de peso, controle de riscos, tabagismo, gerenciamento do stress, etc. Todos esses tópicos trouxeram um rico conhecimento e boas perspectivas para a área mas também contribuíram para a sua fragmentação. A integração entre as muitas disciplinas envolvidas e entre seus profissionais era limitada. A maioria dos programas possuíam um forte componente educacional, focando basicamente no conhecimento e informação ao invés de se concentrar na mudança de comportamento e atitude. Poucos se esforçavam para criar ambientes que favorecessem práticas saudáveis.

O campo continuou a se desenvolver neste século XXI. O número de empresas desenvolvendo programas aumentou e deixou de ser restrito a grandes organizações. O crescente interesse da área de Recursos Humanos pelo tema contribuiu de forma marcante para um melhor posicionamento do mesmo. Além disso, houve, do ponto de vista global, um crescimento substancial de trabalhos científicos apoiando a promoção de saúde, apresentando evidências que nos permitem fazer declarações bastante positivas sobre qualidade de vida no ambiente de trabalho.

Em primeiro lugar: não existem dúvidas de que os fatores de risco modificáveis tais como, fumo, sedentarismo, alimentação inadequada, obesidade, stress e suporte social, estão relacionados à conseqüências para a saúde, incluindo, morbidade e mortalidade.

Em segundo lugar: também não existem dúvidas de que estes fatores de risco estão relacionados a custos de assistência médica e produtividade.

Em terceiro: podemos certamente dizer que programas de promoção de saúde podem melhorar a consciência em relação à doenças e modificar comportamentos relacionados ao estilo de vida, além de modificar condições específicas como, força muscular, resistência cardiopulmonar, gordura corporal, pressão arterial, freqüência cardíaca, função respiratória, níveis lipídicos sanguíneos, dores de coluna e sintomas físicos e emocionais decorrentes do stress.

Em quarto e por último lugar: alguns programas bem conduzidos têm demonstrado uma certa habilidade em redução de custos de assist6encia médica e taxas de absenteísmo.

Apesar dessas constatações, no mínimo duas questões permanecem sem respostas:

  • A primeira é que temos poucas evidências que mostrem que os programas são capazes de produzir mudanças permanentes, pois muitos programas relatados em literatura são interrompidos após um período de 2 a 3 anos e, em outros casos os programas continuam, mas as ações de avaliação cessam após 1 ou 2 anos. Nesse momento é correto dizer que programas produzem resultados a curto e médio prazo. Se desejarmos manter mudanças a longo termo, provavelmente deveremos manter também os programas em termos mais longos, além de criar ambientes que estimulem hábitos e práticas saudáveis.
  • A segunda é que a literatura diz muito pouco sobre que estratégias ou protocolos são mais efetivos em produzir mudanças. Nosso conhecimento é especialmente fraco no que diz respeito às melhores estratégias para atingir idosos, minorias, jovens e pessoas com baixo nível educacional. Isso não significa que muitos profissionais não possuam meios de atingir esses grupos. Significa que até agora essas estratégias não foram testadas de modo formal.

    Concluindo, o potencial de crescimento é enorme mas a busca de uma metodologia de trabalho adequada e séria deve ser cada vez mais constante, afim de evitar intervenções inadequadas que tragam como conseqüências o descrédito ao conceito.

    Fonte: CPH Health Solutions

Quem deseja buscar saúde não deve procurar doenças

Por Alberto Ogata

Uma matéria bastante interessante feita por Debora Mismetti na Folha de São Paulo, do dia 20 de março último aborda a questão da dualidade promoção da saúde x prevenção de doenças. Debora entrevistou o médico Gilbert Welch, autor do livro OVERDIAGNOSED. Neste livro ele afirma que a epidemia de exames preventivos coloca a população em maior risco do que salva vidas.  

De acordo com Welch, se formos medicalizar a definição de saúde, seria: “Não conseguimos achar nada de errado”. A pressão está abaixo de 12 por 8, o colesterol está baixo, fizemos uma tomografia e não há nada de errado. Se essa virar a definição de saúde, pouquíssimas pessoas serão saudáveis. É certo tachar a maioria como doente ? Vivemos no Brasil uma situação semelhante. Os serviços de check up procuram oferecer uma gama cada vez maior de exames e as empresas oferecem estes serviços como “benefício” a seus executivos.  Com freqüência, ouvimos destes profissionais que podem manter o seu estilo de vida não saudável pois “os exames foram todos normais”. Além disso, são solicitados exames sem nenhum embasamento científico. Observamos pessoas realizarem exames como rastreamento de marcadores bioquímicos, de custo elevadíssimo, que são utilizados somente para acompanhamento de tratamento de câncer.A realização de exames desnecessários traz custos adicionais às empresas e gera uma cadeia de procedimentos que traz desgastes físicos e psicológicos aos pacientes e quedas de produtividade no trabalho. Welch cita, por exemplo, a realização indiscriminada de dosagens de PSA para rastreamento do câncer da próstata. Várias condições benignas levam ao aumento do PSA.

No entanto, com freqüência, gera-se uma condição de extrema ansiedade ao paciente, que é submetido a exames e tratamentos que podem levar a graves conseqüências como impotência sexual e incontinência urinária. A promoção da saúde envolve empoderar os indivíduos para que cuidem de sua saúde, através de estilos de vida saudáveis e conhecimento para que possam tomar as melhores decisões sobre o seu cuidado com a saúde.

Além disso, os profissionais de saúde precisam utilizar, com freqüência cada vez maior, os protocolos clínicos e as melhores evidências científicas e rejeitar com veemência as novidades que trazem somente caráter comercial.

Fonte: http://saudeweb.com.br/blogs/quem-deseja-buscar-saude-nao-deve-procurar-doencas/

Cuidados na Volta às Aulas

No início do ano letivo é importante lembrar os cuidados que devem ser tomados pelos pais e professores em relação ao peso da mochila das crianças e também a postura na sala de aula. Cuidados com a postura devem ser mantidos em todas as idades.

Com a volta as aulas, os alunos ficam empolgados para usar os materiais escolares e mostrar para os colegas as novas mochilas e lancheiras. Apesar da empolgação das crianças é importante que os pais lembrem que elas devem utilizar a mochila de maneira adequada, sem carregar muito peso, e com a postura correta, para que não venha a ter problemas de coluna no futuro.
O médico ortopedista, Antonio Piva Neto, informa que o peso total da mochila não deve exceder 10% do peso da criança. Então se uma criança pesa 40 Kg ela deve carregar no máximo 4 kg de material escolar. De acordo com o especialista não existe um tipo de mochila específica que é recomendada por profissionais, mas a orientação é que ela seja adequada para o tamanho da criança e ocupe a região das costas, que vai do ombro ate a região lombar, sem atingir a região glútea. Outra questão importante é que a mochila possua duas abas firmes e a criança sempre utilize as duas como apoio, a utilização de somente uma aba causa desequilíbrio na postura, devido a má distribuição do peso. “Também é indicado que a mochila tenha um cinto de contenção na parte da frente, já que isso faz com que ela fique bem perto da coluna, evitando desequilíbrios”, ressalta.
O médico destaca que a má utilização da mochila pode acarretar principalmente em dor nas costa e desvios posturais como a cifose e escoliose. “Claro que somente a questão do peso da mochila não traz problemas na coluna, mas contribui bastante. É importante seguir as recomendações, que são bastante simples e podem ajudar na prevenção de problemas futuros”, frisa o ortopedista.
Sobre a postura das crianças e adolescentes na sala de aula, o médico esclarece que o professor tem papel fundamental de orientação nestes casos, chamando a atenção dos alunos quando a postura estiver incorreta. “O principal problema é que muitos alunos tem a mania de inclinar o corpo para escrever. É indicado que o professor chame a atenção do aluno nestes casos, para que mantenha uma postura ereta, com as costas apoiadas na cadeira. Outra dica importante é que a própria direção da escola cuide na hora de comprar as carteiras, para que a cadeira tenha um bom tamanho em relação à mesa, assim o aluno não precisa se inclinar”, explica.

Dores na coluna
O ortopedista cita dados da Organização Mundial da Saúde de que 80% da população teve ou vai ter dores nas costas. Ele informa que por a questão da lombalgia ser tão comum, algumas pessoas acabam não procurando assistência médica. “Muitas vezes as pessoas acabam se automedicando e mascarando um problema que pode ser sério. Se o médico não é procurado nas fases iniciais da doença , quando é mais fácil realizar o tratamento adequado, o problema vai se agravando e o paciente pode chegar no consultório em uma fase muito avançada da doença, quando só é possível administrar tratamentos paliativos”, frisa.
O médico explica que a questão da lombalgia é avaliada de acordo com diversas características do paciente como faixa etária e profissão. Ele explica que na infância e adolescência, antes dos 20 anos, o médico avalia principalmente a questão postural e também se o paciente não possui alterações ósseas patológicas, que não são comuns, mas ocorrem. Na faixa dos 20 aos 40 anos, é observado a profissão do paciente , para avaliar a questão do esforço físico, além de problemas posturais. Já acima dos 40 anos o paciente costuma apresentar sintomas de doença, causada por diversos fatores como má postura, por exemplo.

Fonte: http://www.diariodamanha.com

Semana de Luta Contra o Câncer

Dia 4 de fevereiro é o Dia Mundial de Luta contra o Câncer e leitores de todo o mundo enviaram ao Serviço Mundial da BBC suas fotografias e histórias. Muitos deles passaram por tratamentos difíceis e dolorosos e finalmente ouviram a notícia que esperavam. Eles estão livres da doença. Alguns dos sobreviventes de câncer decidiram usar suas experiências para ajudar outros em situações similares.

A doença já atingiu 7,4 milhões de pessoas em 2004 e, se a incidência continuar neste ritmo, em 2030, mais de 11 milhões deve enfrentar o problema, de acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS). A estimativa é ruim, mas pode ser evitada, já que 80% dos casos estão relacionados à combinação de hábitos ruins, segundo o Instituto Nacional do Câncer (INCA).

“O indivíduo que fuma, bebe (em excesso) e não pratica exercícios físicos tem muito mais chances de adquirir câncer que aquele que evita esses comportamentos”, afirmou o oncologista e diretor da Oncomed de Belo Horizonte, Amândio Soares. Sendo assim, uma boa parcela da responsabilidade para reverter esse quadro está nas próprias pessoas. Com a intensificação das políticas antitabaco no Brasil, espera-se que esse risco seja reduzido.

No Brasil, o INCA divulgou um relatório onde o câncer de pele é o tipo mais comum entre as pessoas com 40 anos ou mais, com uma incidência maior em pessoas de pele e olhos claros. “Se for feito um diagnóstico precoce seguido de tratamento imediato, a maioria dos cânceres de pele podem ser curados”, afirma a Presidente e diretora executiva do Instituto de Oncologia, organização não governamental que tem como objetivo informar os brasileiros sobre prevenção, diagnóstico e tratamento da doença.

Câncer em 2012
O INCA estima que em 2012 surjam 518.510 mil novos casos da doença em neste ano. O câncer de próstata, com 31.400 mil novos casos, e o câncer de mama, com 29.360, serão os mais frequentes. Na sequência aparecem o câncer envolvendo o pulmão, traqueia e brônquios com estimativa de 12.720 novos casos e o câncer de colo de útero, com 6.610.

Segundo o cancerologista do Hospital Nossa Senhora das Graças, Fernando Chicoski, o principal causador da doença nas vias respiratórias é o tabaco. “Muita tosse, falta de ar, escarro com sangue, rouquidão e feridas na boca podem ser alguns dos sinais de câncer”, disse ele. O médico alertou que, na maioria das vezes, não há indícios da doença no estágio inicial, apenas quando a doença está avançada, por isso, a necessidade da prevenção.

A fumaça do cigarro também prejudica o organismo, pois a temperatura alta agride a mucosa brônquica. Ela contém cinco mil substâncias, entre elas as cancerígenas, como os hidrocarbonetos cíclicos. “O monóxido de carbono ao ser inalado diminui a oxigenação do organismo e, consequentemente, do cérebro, coração e rins”, explicou Chicoski.

No caso do câncer de mama, o diagnóstico tardio é ainda o que torna a doença a principal causa de morte entre as mulheres no Brasil. “Quando a doença é descoberta em fase avançada, as chances de cura são menores e os custos de tratamento aumentam consideravelmente”, disse o mastologista do Hospital Nossa Senhora das Graças, Cícero Urban.

A identificação da doença é feita em um exame clínico por um especialista, que pode detectar tumores superficiais de até um centímetro. Outro método é a mamografia, capaz de mostrar lesões iniciais, de milímetros. “Para pacientes com baixo risco, sem casos de hereditariedade, é recomendável exame clínico anualmente a partir dos 20 anos. Depois dos 40 anos, a mamografia deve ser inserida nessa rotina”, recomendou Urban.

Fontes Diversas

Política Nacional de Saúde do Homem

A cada três mortes de pessoas adultas, duas são de homens. Quando comparado com as mulheres, o tempo de vida deles é 7,6 anos menor. As doenças isquêmicas do coração, como o infarto do miocárdio, seguida das moléstias cardiovasculares (como o Acidente Vascular Cerebral, o AVC), outras doenças cardíacas, pneumonia, cirrose e diabetes estão entre as principais causas de mortes do sexo masculino.

Segundo o Instituto Nacional de Câncer (INCA), o câncer de próstata também está entre as causas mais freqüentes de mortes. O crescimento de óbitos por esse tipo de câncer cresceu 120%, entre 1979 e 2006, segundo o instituto.

Estudos comprovam que os homens são mais vulneráveis às doenças, especialmente as enfermidades graves e crônicas. Essa ocorrência está ligada ao fato de que eles recorrem menos frequentemente do que as mulheres aos serviços de atenção primária e procuram o sistema de saúde quando os quadros já se agravaram.

É para ampliar o acesso deles aos serviços de saúde, o Ministério da Saúde criou a Política Nacional de Saúde do Homem, em 2009.  Alinhada à Política Nacional de Atenção Básica e integrante do Programa Mais Saúde: Direito de Todos, criado em 2007, a iniciativa pela saúde masculina prevê aumento de até 570%  no valor repassado às unidades de saúde por procedimentos urológicos e de planejamento familiar, como a vasectomia, e a ampliação em até 20% no número de ultrassonografias de próstata.

Setenta cidades, incluindo todas as capitais, já aderiram à Política Nacional de Saúde do Homem. Cada uma delas recebeu R$ 75 mil para financiar as atividades. O cidadão encontra esse serviço nas Unidades Básicas de Saúde (UBS) e nas Unidades de Pronto Atendimento (UPAS).

A iniciativa foca os homens de 20 a 59 anos de idade, que correspondem a 41,3 % da população masculina ou 20% do total da população, totalizando 2,5 milhões de brasileiros. Além de criar mecanismos para melhorar a assistência a essa população, a meta do governo federal é incentivar que eles procurem o serviço de saúde ao menos uma vez por ano,  nas UBS e UPAS.

Além disso, uma parceria entre as secretarias municipais de saúde e o Movimento pela Saúde Masculina, realizado pela Sociedade Brasileira de Urologia, promoveu caravanas por 28 cidades brasileiras no primeiro semestre de 2011. Em uma Unidade Móvel de Saúde, pacientes consultavam-se com urologistas. O objetivo principal da campanha foi conscientizar sobre a importância da realização de exames preventivos para o combate e diagnóstico precoce de doenças relacionadas à próstata, disfunção erétil, câncer de pênis e outras. Mais de 14 mil homens se beneficiaram da iniciativa.

Fonte: http://www.brasil.gov.br/sobre/saude/saude-do-homem/


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