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O Trofeu Encolheu – Japão

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O país cuja população envelhece mais rapidamente no mundo, economiza na Hakusai-Shosho, festa anual que homenageia os centenários com taças de prata para saquê

Todo ano o governo japonês homenageia os cidadãos que completam 100 anos de idade. Em setembro, eles são convocados para o Hakusai-Shosho, a premiação dos longevos, na qual recebem um troféu – uma taça de prata para saquê. Em 1963, quando a festa foi realizada pela primeira vez, 153 cidadãos tornaram-se centenários. Neste ano, nada menos de 20 000 japoneses estão habilitados à homenagem. O governo está preocupado com os gastos que a celebração implicará e já anunciou que vai reduzir o tamanho da taça. Ela será feita com 63 gramas de prata, 31 a menos do que antes.

A prosaica questão da taça de saquê mostra como o aumento do número de idosos se tornou uma questão central na sociedade japonesa. O Japão é o país cuja população envelhece a ritmo mais acelerado no mundo. Hoje, as pessoas com mais de 65 anos representam 23% da população e, em duas décadas, serão um terço. A expectativa de vida das mulheres, de 86 anos, é a maior do mundo. A dos homens, de 79 anos, fica atrás apenas da da Islândia e de Hong Kong. Há hoje 37 000 japoneses com 100 anos ou mais.

A proporção de idosos no Japão dobrou entre 1980 e 2005. Na França, isso levou 115 anos para ocorrer, e, na Alemanha, quarenta anos. A explicação para isso, além do aumento da expectativa de vida, está na acentuada queda na taxa de fecundidade das japonesas. O número de filhos por mulher caiu de 2,05 no início dos anos 70 para 1,34 hoje. Quando a taxa de fecundidade de um país cai abaixo do patamar de 2,1, a população cresce em ritmo cada vez mais lento e, depois de duas ou três décadas, passa a diminuir de tamanho.

Ao contrário do que costuma ocorrer nos países ocidentais, no Japão a maioria das mulheres para de trabalhar depois de ter o primeiro filho. Como elas estão cada vez mais inseridas no mercado de trabalho, acabam por adiar a maternidade. Junte-se a isso a estagnação econômica que o país vive há mais de uma década e o resultado são casamentos tardios e com menos crianças.

Nas últimas três décadas, o número de japonesas solteiras entre 30 e 34 anos subiu de 7% para 32% e o de homens solteiros, de 14% para 47%. Disse a VEJA o economista Michael Smitka, diretor do Centro de Estudos do Leste Asiático da Universidade Washington and Lee: “O governo japonês não tem feito muita coisa para aumentar a natalidade no país. Equilibrar trabalho e família continua difícil para as mulheres, uma lei de paridade entre os sexos no mercado de trabalho não teve resultados e não há creches suficientes”. As festas de premiação dos longevos exigirão cada vez mais taças de prata.

Renata Moraes e Nathália Butti
Revista Veja – 12/08/2009

PPA Plano de Preparação para Aposentadoria “VIVA MELHOR”- Especial Mulheres

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Cartaz de Prevenção – H1N1(Gripe Suína) – VIVA MELHOR

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A Síndrome do Cansaço Crônico pode atingir os seus colaboradores – PARTE II

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Sintomas

Entre os sintomas da síndrome da fadiga, estão:

  • Dor de cabeça;
  • Acordar cansado;
  • Dores musculares;
  • Dor nas articulações;

Vale ressaltar que a síndrome da fadiga só acontece quando os sintomas se tornam frequentes e persistem por muito tempo.

O médico afirma ainda que não há um remédio para a síndrome, mas que algumas atitudes podem aliviar o problema. “Procure praticar exercícios físicos, ter uma alimentação equilibrada, evitar o consumo exagerado de bebidas alcoólicas e cafés e, se preciso, procure um psicólogo para lhe auxiliar emocionalmente”.

O papel da empresa

A empresa também pode auxiliar os seus funcionários para evitar ou amenizar a síndrome da fadiga. O departamento de Recursos Humanos, por exemplo, pode fornecer informações para toda a equipe da companhia sobre a doença, estimular um estilo de vida saudável, abordar a questão do tabagismo e da importância das férias.

“Não adianta uma empresa disponibilizar uma área de descanso, se ela encher os seus colaboradores de tarefas. É preciso haver um equilíbrio de demanda entre os funcionários”, conclui Ogata.

Por: ABQV (Associação Brasileira de Qualidade de Vida), Alberto Ogata,

Plena Felicidade – Vasti De Souza Viana

 

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Plena Felicidade

Não existe coisa mais anelada no coração de uma pessoa, que a plena felicidade. Ser feliz é o sonho mais lindo da vida. Não é apenas um sonho qualquer, mas o poderoso desejo capaz de impulsionar o movimento do nosso dia-a-dia. Lutamos por dias melhores na tentativa de conquistar algo mais. Fazemos tudo para recebermos aprovação, para recebermos um sorriso de volta, para sermos aceitos. Esses sentimentos são bons, e revelam a nobreza e a garra de quem os possui.

No entanto percebemos que nem tudo é colorido, há coisas que não saem com esperamos, e não conseguimos satisfazer tudo que nosso coração deseja. Enfrentamos decepções, dificuldades, e mesmo as nossas limitações. Na alegria das conquistas há o vazio do incompleto. 

Isso acontece por que a felicidade completa não reside exatamente nas boas coisas. A felicidade plena tem nome, endereço e há um guia que ensina como chegar lá. O guia é a Bíblia, o endereço é o Céu, e o nome da Fonte da felicidade plena é Jesus. Ele é o Caminho, a Verdade e a Vida Eterna. Ele vai trazer a felicidade completa para sua vida. Você sentir o Seu poder ao estudar Sua Palavra cada dia, e ao elevar preces a Ele.

Você sabe que jamais conseguirá resultados diferentes naquilo que sempre faz igual. Portanto tente fazer um estudo da Palavra de Deus diferente, com mais profundidade, orando e descobrindo os conceitos e as orientações que mesmo os textos bem conhecidos escondem. Os seus olhos vão brilhar com essas revelações. O seu coração vai fremir de alegria ao sentir a felicidade plena a inundar sua vida. O vazio será preenchido e suas conquistas e consecuções farão sentido. Sua mente será cheia de poder e de força espiritual.  

Tudo porque você permitiu que este Deus, que preferiu morrer neste mundo em seu lugar a ficar sem vê-lo no Céu, falasse ao seu coração e mente a cada dia, dando-lhe os motivos verdadeiros e concretos para você ser completamente feliz. Então, você terá vontade de dizer como o salmista: “Alegrei-me quando me disseram: vamos à Casa do Senhor. Em Ti me alegrarei e exultarei; cantarei louvores ao Teu nome, ó Altíssimo”. Salmos 122:1; 9:2.

Por Vasti  De Souza Viana  – autora do livro – Cura para o Vazio da Alma
vasti@viana.ws

 

Foto: Luis Miguel Bugallo Sánchez

Viva Melhor Express: Campanha Verão 2010

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Design e texto: Edson Fabrício – Já de olho no Verão 2010!
fabricio.edson@uol.com.br

ABRAHAM LINCOLN

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“Most folks are about as happy as they make up their minds to be.”

Abraham Lincoln (1809 – 1865)
16th president of US

Gripe A: alta dos custos requer ações de prevenção

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por Ana Caselatto (Financial Web)

Segundo CFO da Unimed Paulistana, é preciso gerenciar doença e efeitos dela nos custos médicos, mas pode haver reajuste nos planos

Com a Gripe A (H1N1) – popularmente conhecida por gripe suína – deve haver pico nos índices de sinistralidade entre as instituições prestadoras de serviços médicos. O alerta foi feito durante o Avant Première, realizado na última semana na sede da IT Mídia, pelo diretor financeiro da Unimed Paulistana, José Roberto Gallo.

A exemplo desta previsão, o Bradesco anunciou no último dia 5 um crescimento de 83,6% para 86% na sinistralidade do ramo de seguro saúde do primeiro semestre, na comparação com o mesmo período do ano anterior. Gallo aponta que fenômenos como este se devem, principalmente, a maior procura pelos atendimentos em hospitais e prontos-socorros. 

“É preciso adotar uma série de medidas para administrar não só a doença, mas também os custos que ela vai levar para o sistema de planos de saúde”, explicou o CFO, ao esclarecer que a empresa já adotou uma série de precauções elencadas pelo ministério da Saúde.

Segundo ele, o principal objetivo é evitar o contágio dentro das unidades com atendimento mais rápido e efetivo, além da atenção redobrada aos pacientes mais sensíveis à doença, como gestantes, idosos e crianças. “Se soubermos administrar a situação de forma adequada, selecionando esses pacientes já na entrada, ela não nos afetará de forma prolongada”, afirmou.

Acrescido deste fator, Gallo apontou que deve haver, no curto prazo, elevação nos custos assistenciais para o atendimento especializado. Ele reforça dizendo que os planos de saúde podem sofrer algum reajuste, a ser analisado pela Associação Nacional da Saúde (ANS) no momento mais apropriado para ocorrerem tais negociações.

Para que isso ocorra, as empresas precisarão mostrar levantamentos que comprovem que os resultados dos negócios foram afetados pelo crescimento da sinistralidade. “O plano de saúde nada mais é do que um seguro que você paga pelo atendimento. Havendo este aumento, o custo deve ser arcado pelos nossos usuários”, enfatizou Gallo.

Estudandes argentinos recebem manual de prevenção da H1N1

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Não tocar olhos, boca e nariz são algumas das recomendações.

Alunos de 21 das 24 províncias da Argentina, incluindo a capital federal, retornaram às escolas. O governo argentino antecipou as férias escolares para o dia 06 de julho para tentar conter a propagação do vírus H1N1.

Na ocasião, os governos da cidade e do Estado de Buenos Aires decretaram estado de emergência sanitária e as autoridades dos vários outros Estados e municípios intensificaram as recomendações de prevenção contra a influenza A, mais conhecida como gripe suína.

No retorno às aulas, o ministério da Saúde divulgou, em comunicado, uma série de medidas para evitar o contágio entre os alunos, como “lavar as mãos com água e sabão frequentemente” e “usar toalhas individuais ou descartáveis” e destacou a importância da ventilação das salas de aula para evitar o alojamento do vírus H1N1.

Além do ministério da Saúde, em Buenos Aires, a secretaria de Educação distribuiu uma cartilha com recomendações para os professores, pais e alunos sobre como evitar a doença.

No manual entregue aos alunos, a secretaria recomenda “não tocar olhos, boca e nariz; não colocar lápis e canetas na boca; não compartilhar copos e talheres; evitar aperto de mão e dar um beijo”.

Já para os professores, a recomendação é para que sejam organizados momentos para a educação sobre a higiene. Os pais dos alunos, por sua vez, foram orientados a não levar os filhos para a escola ou outro lugar público caso a criança esteja com febre ou algum outro sintoma de problema respiratório.

“Não há motivos para que as crianças fiquem em casa. Já há condições para que voltem às aulas”, disse o ministro da Educação, Alberto Sileoni.

Fonte: 
BBC

14 de Agosto – Dia do combate à POLUIÇÃO

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Texto e Design: Lia Ito liaito@ig.com.br


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