Arquivo para novembro \08\-03:00 2011



Vídeo: Dois Mundos, o documentário.

O filme traz depoimentos de portadores de surdez total que se submeteram ao implante coclear e agora podem passar do “mundo do silêncio” ao  “mundo dos ouvintes” com o uso ou não do aparelho.

Super interessante as “sensações” descritas, as surpresas, as decepções e a forma de encarar o cotidiano através do som, ou da ausência dele…

Quem já brincou na piscina de ficar com metade do ouvido pra fora d´água teve uma pequena experiência desse silêncio cheio de som e da riqueza, ou efeito atordoante, dos sons pós-silêncio...

 

Poluição sonora: Cuidado!

 Barulho de mais, saúde de menos

A poluição sonora pode causar:  estresse, insônia, infecções, gastrite,  prisão de ventre, pressão alta, infarto e  derrame. É preciso fazer silêncio.

Decibéis muito acima do tolerável ocupam hoje o terceiro lugar no ranking de problemas  ambientais que mais afetam populações do  mundo inteiro, segundo a Organização Mundial  de Saúde (OMS) a poluição do ar e a da água  estão na dianteira. Não se trata de simples  incômodo. Barulho Mata. Só por infarto, são  210 mil vítimas fatais todo ano aponta um  relatório da OMS que deveria, este sim, sair da  surdina para soar em alto volume. A poluição sonora ainda não recebeu a devida atenção, lamenta o neurofisiologista Fernando Pimentel- Souza, da Universidade Federal de Minas Gerais, um dos maiores estudiosos brasileiros dos efeitos da poluição acústica na saúde humana.

Com tanto zunzunzum de carros, buzinas, telefones, eletrodomésticos, tocadores de MP3, um número incalculável de pessoas passou a sofrer, além dos óbvios distúrbios auditivos, de dor de cabeça crônica, hipertensão, alterações hormonais e insônia.

“Somos assaltados o tempo inteiro por ruídos altíssimos”, nota o otorrinolaringologista Arnaldo Guilherme, da Universidade Federal de São Paulo, a Unifesp. Só para você ter uma idéia, o trânsito em cidades como São Paulo, Belo Horizonte e Salvador alcança facilmente os 80 decibéis, o mesmo que um liquidificador ligado a 1 metro de distância. E, de acordo com a OMS, todo e qualquer som que ultrapasse os 55 decibéis já pode ser considerado nocivo para a saúde. As pessoas não se dão conta do problemão a que estão expostas porque as conseqüências não são imediatas, elas vão se acumulando e só aparecem com o tempo, diz Guilherme.

Fonte: http://saude.abril.com.br

Os riscos dos exames radiológicos.

O uso de tomografias computorizadas aumentou mais de 20 vezes nos últimos 30 anos. Ao fornecer uma imagem mais detalhada do que uns normais raios X, existe também um lado negativo, pois a tomografia computorizada expõe o paciente a uma dose maior de radiação. Novos dados mostram que muitos pacientes são sujeitos a níveis mais altos de radiação do que o necessário, e muitos não necessitam desses mesmos exames.

As tomografias computorizadas devem ser usadas somente se o diagnóstico e tratamento de um paciente dependem de exames imageológicos», diz Lawrence Lau, radiologista e presidente da Rede Internacional de Qualidade de  Radiologia. Se uma tomografia for necessária, não deve ser descartada. Isso pode significar que um problema que poderia ter sido detectado mais cedo acaba por se tornar mais grave devido a um atraso no diagnóstico, diz Lau. Nós não queremos chegar ao ponto em que os pacientes começam a acreditar que parte da cura seria pior que a doença.

 

Equipamento destrói tumor com ondas de ultrassom superpotentes.

O Instituto do Câncer do Estado de São Paulo (Icesp) está usando de forma experimental um novo equipamento capaz de destruir tumores por meio de ondas de ultrassom superpotentes. O High Intense Focus Ultrassound (Hifu) já foi usado com sucesso para eliminar miomas (tipo de tumor benigno) em seis mulheres na instituição no último mês.
O aparelho será usado também como tratamento para metástases ósseas. O câncer de mama, por exemplo, é o tumor em que há o maior risco de metástase óssea. Com a técnica, os pacientes não precisam receber anestesia, ficam livres dos riscos de infecção e recebem alta no mesmo dia do procedimento.
Segundo Marcos Menezes, coordenador do Serviço de Radiologia do Icesp, o instituto é o primeiro órgão público da América do Sul a adquirir o equipamento. A tecnologia, resultado de uma parceria entre a GE Healthcare e a empresa israelense Insightec, combina a ressonância magnética – que localiza com precisão o tumor – e um feixe de ultrassom intenso que consegue queimar as células cancerígenas.

“Com o Hifu, localizamos o tumor pela ressonância e direcionamos o feixe de ultrassom apenas no ponto focal onde estão as células cancerígenas. Essa energia é acumulada nesse ponto e eleva a temperatura do tecido em 80ºC”, explica Menezes. Assim, o tumor é queimado sem danificar os tecidos adjacentes.

Fonte: http://www.estadao.com.br/noticias/impresso,equipamento-destroi-tumor-com-ondas,706486,0.htm

O que é Radiologia?

A Radiologia é a parte da ciência que estuda órgãos ou estruturas através da utilização dos raios-x, gerando uma imagem. No Brasil o Conselho Federal de Medicina reconhece a especialidade pelo nome de “Radiologia e Diagnóstico por imagem”.
Nas últimas décadas foram acrescentados novos métodos aos já tradicionais, raios-x. A ultrassonografia, a ressonância magnética nuclear, a mamografia, os novos equipamentos de tomografia computadorizada e muitos outros avanços vieram a contribuir para tornar essa área ainda mais interessante.

Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Radiologia


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