Posts Tagged 'felicidade'

Respire!

Pixabay Homem Respirando

Hoje é Dia Internacional da Felicidade. Alguns dizem que a felicidade é uma escolha que independe de fatores externos enquanto outros acreditam que o dinheiro não compra mas manda buscar. As alternativas são diversas porque somos controversos. Mas todos temos algo em comum: respiramos para viver.

E não é exagero dizer que nossa felicidade depende da respiração.

Oxigenar o corpo de forma eficiente, traz os seguintes benefícios:

  • O coração passa a funcionar melhor
  • Os nutrientes são mais bem aproveitados pelo corpo
  • Melhora a forma de reagir às situações adversas

Sabe aquele velho conselho de contar até dez, quando algo está irritando-o profundamente ou tudo parece perdido? Pois leve à sério. A ação de contar até dez enquanto respira, pode fazê-lo encontrar soluções melhores, mais maduras e eficazes.

Ao respirarmos com consciência, tiramos comportamentos automáticos e isto já auxilia no tratamento da depressão, no controle da ansiedade e do pânico. O nervosismo leva o indivíduo a respirar de forma ineficiente o que pode acarretar em tontura e mal-estar, portanto, em situações adversas, respire e concentre-se nisso.

Segundo especialistas, movimentos curtos e rápidos de inspiração e expiração podem levar a taquicardia e aumento da pressão arterial. Os receptores que controlam a respiração (quimiorreceptores) e os que regulam a frequência cardíaca e a pressão (barorreceptores) se comunicam no sistema nervoso central. Por esse motivo, quando a entrada e a saída de ar é feita de maneira errada, os dois são influenciados.

Há pesquisas que relacionam o transtorno de pânico à ocorrência de asma, evidenciando a conexão da respiração com o medo e a ansiedade.

Portanto, respire, preste atenção na sua respiração e, depois de alguns minutos, continue sua jornada.

Fontes:

http://extra.globo.com/noticias/saude-e-ciencia/respiracao-pode-ser-chave-para-felicidade-13232918.html

http://g1.globo.com/mundo/noticia/2012/06/onu-institui-20-de-marco-como-o-dia-internacional-da-felicidade.html

Clique para acessar o A0965.pdf

 

Pessoas Altamente Conscientes

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Finais de ano são sempre um convite à reflexão. É quando avaliamos os resultados e colocamos tudo na balança. Se tivéssemos agido diferente, se os resultados dependessem inteiramente de nossas escolhas, se tivéssemos autonomia, etc.
Enfim, temos tomado as melhores decisões?
Pessoas altamente conscientes tomam decisões melhores, dentro de suas possibilidades, e arrependem-se menos, pois realizam alguns processos internos específicos, prevenindo-se contra os enganos da mente, provocados por emoções represadas, stress, falta de autoconhecimento e precipitação.
Confira abaixo alguns hábitos de uma pessoa altamente consciente:
1 – Monitora constantemente a própria mente. Presta atenção no tipo de pensamento que surge com mais frequência.
Ao conscientizar-se dos próprios pensamentos, passa a ter mais controle sobre as próprias ações.
2 – Sente o que “está sentindo”. Ser altamente consciente não quer dizer “ser feliz para sempre”. Está relacionado à aceitação do momento presente tal como se apresenta. É necessário sentir o medo, a tristeza, a raiva do momento, sem tentar resistir ou controlar. Isto não quer dizer que deva sair agredindo ou berrando quando quiser. Sentimentos precisam ser sentidos para que a mudança possa ocorrer, quando necessária.
O que mais proporciona o sentimento de paz, é simplesmente estar presente, no presente, com suas experiências agradáveis e desagradáveis. 
3 – Aceita a natureza transitória das coisas.
Talvez a lei fundamental da vida seja que tudo está em constante mudança. Nada é permanente.
4 – Medita regularmente. Prática que ajuda a se manter desperto e presente nos altos e baixos de cada dia.
5 – Protege e alimenta a mente e o corpo, cultivando hábitos de vida saudável.
Ou seja, cuidado com o que lê, assiste ou vê. Selecione e alimente sua mente com o mesmo cuidado com que elabora suas refeições.
Se você não consegue lidar com algum sentimento, se pensamentos repetitivos estão incomodando, não hesite em procurar um profissional. Grandes mudanças em sua vida podem acontecer apenas a partir de uma transformação interna. Permita-se.
Informações parciais da fonte: http://mrsmindfulness.com/7-habits-highly-mindful-people-integrate-life/
Imagem: Freepik

Suicídio: Fatores Protetores

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10 de setembro será o Dia Mundial de Prevenção ao Suicídio. 

Final do mês passado, abordamos os sinais físicos e comportamentais que podem indicar a necessidade de recorrermos à ajuda profissional. É importante entender que a solução precisa ser buscada quando há problemas, mesmo que pareçam infundados. O acúmulo de demandas diárias no trabalho, na vida pessoal e social, reduzem drasticamente o tempo necessário para reflexão e auto-conhecimento. Este processo de auto-conhecimento exige paciência mas seu resultado é libertador e será positivamente impactante para sua Qualidade de Vida.

Isolamento social, depressão, desesperança e problemas de enfrentamento são os principais fatores de risco para o comportamento suicida, entre os jovens.

É possível desenvolver estratégias para aumentar a resiliência, entre os jovens, em relação ao estresse gerador de depressão, focando em pensamentos positivos e correções de cognições disfuncionais.

Confira alguns fatores protetores considerados importantes para reduzir a probabilidade do comportamento suicida:

  • Pensamento positivo
  • Auto-descoberta
  • Engajamento em ações sociais

O engajamento de jovens em ações de defesa do meio ambiente ou sociais construtivas demonstram ser importantes na construção da autoestima, caracterizando como fator protetor contra o suicídio.

Informações parciais da fonte: http://vida-estilo.estadao.com.br/blogs/joel-renno/recado-aos-pais-ha-como-prevenir-depressao-e-suicidio-nos-nossos-filhos-adolescentes/

A importância da verdadeira amizade

Procurando por informações que comprovem a importância da amizade, encontrei um post perfeito sobre o tema. Não há estatísticas mas quem precisa delas para entender o quanto de verdade há no texto abaixo?

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Com a tendência de chamarmos de amigos os contatos que temos nas redes sociais, sinto que estamos aos poucos esvaziando a força original desse conceito. Não, eu não sou saudosista nem tecnofóbico. Só acho que a amizade é algo valioso demais para esquecermos do que se trata de verdade. 

Desde Aristóteles até as modernas observações sociológicas, sabemos que existem diferentes tipos e níveis de amizade. Na infância predominam o que o filósofo grego chamou de amizades por prazer – dizemos que são nossos amigos aqueles com quem simplesmente gostamos de estar. Claro que esse elemento prazeroso permanece ao longo da vida, mas sua característica volúvel não permite que as relações baseadas nele sejam profundas. Na outra ponta da vida, também referendado por estudos atuais, está a amizade por interesse, quando nossos relacionamentos passam a suprir capacidades que perdemos com a idade. Essa reciprocidade complementar também é presente em todas as fases, mas não é forte o suficiente para criar a amizade verdadeira. Essa é a amizade segundo a virtude, na qual os amigos se amam pelo que são, desejam o melhor para o outro sem esperar nada em troca. Ela nasce do conhecimento mútuo, da identificação, da interação repetida. Infelizmente, a ausência pode afastar mesmo amigos de verdade. Por isso o facebook não produz – por si só – amigos. Ele pode até ser uma ferramenta útil na manutenção dos relacionamentos, mas não é suficiente.

Por muito tempo eu não entendi isso. Apesar das ligações afetivas importantes que criei durante a vida, achava que a amizade era uma espécie de feliz acaso: encontrei pessoas com quem me dei bem, compartilhei ideias, me aproximei. Pronto, tenho amigos. Mas não é assim. Como qualquer relacionamento, há que se cuidar das amizades para que elas permaneçam. Criar oportunidades para que encontros informais ocorram. Dividir tristezas, alegrias e preocupações. Pedir e oferecer ajuda. Discutir, perdoar. Por isso vai ficando mais difícil fazer amigos conforme envelhecemos – temos menos tempo, menos oportunidades. Mas também é aí que as amizades antigas se solidificam – ficamos mais seletivos.

O grande paradoxo é que quando consideramos a amizade como um fim em si mesmo, sem esperar nada em troca, que seus benefícios aparecem. Hoje em dia ninguém mais questiona o profundo impacto que a amizade tem na saúde, por exemplo. Quem tem amigos é mais feliz, adoece menos, vive mais tempo. Não se sabe ao certo porquê. Uma teoria diz que a rede social ampla aumenta nosso capital social, fornecendo mais acesso a recursos de forma geral. Outra acha que a presença de amigos nos torna mais autodeterminados, o que nos influencia a ter atitudes mais saudáveis. E há ainda o benefício do afeto em si, que promove o bem estar e afasta a solidão – fonte conhecida de estresse e, consequentemente, desgaste do organismo.

Mas isso não importa, individualmente falando, pois a amizade verdadeira existe por si mesma. Mas – não nos esqueçamos – sua manutenção depende do nosso investimento.

Informações parciais da fonte: http://vida-estilo.estadao.com.br/blogs/daniel-martins-de-barros/a-importancia-dos-amigos-verdadeiros/

5 benefícios que tirar férias traz à saúde

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Todo mundo quer tirar férias, viajar e relaxar. Mas o que nem todos sabem é que estudos comprovam que tirar uns dias do trabalho faz muito bem à saúde. O site Health listou cinco razões para não deixar as férias de lado. Veja:

1. Menos estresse: apenas um dia jogando golfe ou um final de semana de folga ajuda a reduzir os hormônios do esteresse e diminuir a pressão arterial. Então, imagine o que uma semana ou mais poderia fazer por você? Desde aparentar ser mais jovem até espantar alguns resfriados e gripes durante o ano. Além disso, o estresse é um dos fatores que podem levar a quilos a mais, então, relaxar ainda pode ajudar você a eliminar os excessos na balança.

2. Coração mais saudável: um estudo da The Framingham mostrou que as mulheres que tiram pelo menos duas férias ao ano são oito vezes menos propensas a ter doenças do coração. Já outra pesquisa feita com homens que tinham altos riscos de desenvolver condições cardíacas mostrou que quem não tira férias nem uma vez por ano tem 32% mais chances de morrer de um ataque do coração.

3. Mais tempo com a família: uma pesquisa reportou o impacto positivo que as férias têm no âmbito familiar. Sair da rotina estressante do dia a dia ajuda a criar novos laços em família, que duram até mesmo após as férias terminarem.

4. Melhor no trabalho: as férias podem ser o tempo que você precisa para renovar as energias e até mesmo se tornar melhor no trabalho, principalmente se deixar a tecnologia um pouco de lado e colocar o sono em dia. A explicação é que o estresse pode impactar na hora de tomar decisões, segundo estudo da National Institutes of Health. Depois de alguns dias livre do estresse do dia a dia, você se sentirá capaz de tomar decisões mais fundamentadas no trabalho.

5. Você mais feliz: um estudo da Wisconsin mostrou níveis mais baixos de tensão e depressão em mulheres que tiraram férias com mais frequência (uma ou duas vezes ao ano), em comparação àquelas que esperam intervalos maiores para tirar uma nova folga. O fato é que o simples ato de antecipar as férias pode deixar você mais feliz.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://saude.terra.com.br/

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O fator que mais influi em sua saúde…

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A amizade é uma das coisas mais importantes de nossas vidas

Em 1937, na Universidade Harvard, começou o maior estudo já realizado sobre a saúde humana. O projeto, que continua até hoje, acompanha milhares de pessoas. Voluntários de todas as idades e perfis, que têm sua vida analisada e passam por entrevistas e exames periódicos que tentam responder à pergunta “o que faz uma pessoa ser saudável?” A conclusão é surpreendente. O fator que mais influi no nível de saúde das pessoas não é a riqueza, a genética, a rotina nem a alimentação. São os amigos. “A única coisa que realmente importa é a sua aptidão social – as suas relações com outras pes-soas”, diz o psiquiatra George Valliant, coordenador do estudo há 30 anos.

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Os amigos são o principal indicador de bem-estar na vida de alguém. Ter laços fortes de amizade aumenta nossa vida em até 10 anos e previne uma série de doenças. Pessoas com mais de 70 anos têm 22% mais chance de chegar aos 80 se mantiverem relações de amizade fortes e ativas – e ter amigos ajuda mais nisso do que ter contato com familiares. Existe até uma quantidade mínima de amigos para que você fique menos vulnerável a doenças, segundo pesquisadores da Universidade Duke. Quatro. Gente com menos de 4 amigos tem risco dobrado de doenças cardíacas. Isso acontece porque a ocitocina – lembra-se dela? -, aquele hormônio que estimula as interações entre as pessoas, age no corpo como um oposto da adrenalina. Enquanto a adrenalina aumenta o nível de estresse, a ocitocina reduz os batimentos cardíacos e a pressão sanguínea, o que diminui a probabilidade de ataques cardíacos e derrames. E pesquisas feitas nos EUA constataram que a ocitocina também aumenta os níveis no sangue de interleucina, componente do sistema imunológico que combate as infecções.

Além de ser fundamental para o bem-estar mental, ter amigos também faz bem ao coração e ao corpo. Mas, se as amizades forem novas, é ainda melhor. A ocitocina dá o impulso inicial às relações e, depois de algum tempo, cede o lugar para o sistema da memória, que age mais rápido. Há estudos comprovando que amigos antigos não estimulam a liberação de ocitocina (a não ser quando você os reencontra depois de muito tempo longe). Por isso, tão importante quanto ter amigos do peito é fazer novas amizades durante toda a vida. Mas você já reparou que, conforme vai envelhecendo, fica mais difícil fazer novos amigos – e as amizades antigas parecem muito mais fortes? Existe uma possível explicação para isso. Há mais ocitocina no organismo durante a juventude, o que facilita a criação de relações mais profundas. Isso e o convívio, claro. Durante a adolescência, passamos quase 30% do nosso tempo com amigos. A partir daí, a vida vai mudando, novas obrigações vão surgindo – até que passamos a dedicar menos de 10% do tempo aos amigos. Se você acha que isso é uma coisa ruim, acertou. Uma pesquisa da Universidade de Princeton revelou que as pessoas consideram seu tempo com amigos mais agradável e importante do que o tempo gasto com sua família. Nós trocamos os amigos pelo trabalho, para ganhar mais dinheiro. Mas não deve-ríamos fazer isso. Não vale a pena. O dinheiro que você ganha no trabalho, durante o tempo em que não está com os amigos, tampouco compensa a falta deles.

Quer dizer, mais ou menos. O economista Andrew Oswald, da Universidade de Warwick, criou uma fórmula para calcular quanto dinheiro seria preciso ter para compensar a falta de amigos. Numa pesquisa com voluntários, Oswald descobriu que as pessoas se consideram mais felizes quando ganham aumento de salário ou fazem um novo amigo. Até aí, nada de novo. Mas ele resolveu cruzar as duas informações e chegou a uma conclusão: ganhar um amigo equivale a receber R$ 134 mil a mais de salário anual. Peça isso de aumento na próxima vez em que você tiver de fazer hora extra e não puder ir encontrar seus amigos no bar. Ou, então, faça mais amigos no próprio trabalho. Sim, esse tipo de amizade existe e também é superimportante. Quem tem um amigo no trabalho se sente 7 vezes mais envolvido com o que faz, 50% mais satisfeito e até duas vezes mais contente com o pagamento que recebe. Pessoas que possuem 3 ou mais amigos no trabalho têm 96% mais chance de estar satisfeitas com a vida (redação da SUPER, aquele abraço).

Mas só 18% das pessoas trabalham em empresas que estimulam o desenvolvimento de amizades – com áreas de convivência adequadas para que as pessoas se aproximem. Pode parecer um detalhe, mas não é. Um mero café ou refeitório aumenta em 300% as chances de fazer amigos no trabalho. “O problema é quando a interação entre os funcionários se limita a falar mal do chefe”, diz o psicólogo Tom Rath, do Instituto Gallup.

Passa e repassa

Durante 55 anos, 53 mil pessoas de uma cidadezinha em Massachusetts foram monitoradas pelo governo dos EUA. A ideia era medir os índices de arteriosclerose entre os participantes. O monitoramento tinha dados como quem se casou, se separou, mudou de endereço, quem eram seus melhores amigos, quem parou de fumar, engordou ou perdeu peso, quem dizia estar feliz ou triste. Com a ajuda desse projeto, os sociólogos Nicholas Christakis e James Fowler perceberam que vários dos principais comportamentos humanos se espalham pelas nossas redes como se fossem vírus, tendo os amigos como transmissores. Quando uma pessoa se torna obesa, seus amigos têm 45% mais risco de engordar. Amigos de amigos também podem ser afetados. Uma pessoa tem até 20% mais probabilidade de ficar obesa se um amigo do seu amigo ficar, e 10% de risco se isso acontecer com o amigo de um amigo de um amigo.

O mais interessante é que, se sua mulher ou seu marido se tornar obeso, por exemplo, o seu risco de seguir o mesmo caminho aumenta somente 37%. Ou seja: os amigos têm mais poder sobre as suas atitudes do que qualquer outra pessoa. E isso vale para vários aspectos da sua vida (veja no infográfico). A explicação disso está nos chamados neurônios-espelho, que simulam automaticamente uma ação na nossa cabeça quando vemos alguém executá-la. Nós imitamos inconscientemente alguns gestos e atitudes das pessoas ao nosso redor. Ok, mas os neurônios-espelho também são acionados quando estamos com nossos parentes ou cônjuges. Por que, afinal, os amigos têm mais influência sobre nós?

A ciência ainda não sabe. Mas uma possível explicação é que, como os homens primitivos precisavam fazer alianças para trabalhar juntos na produção de alimentos, e comer é uma necessidade urgente (sem alimento, você e sua família morrem), a amizade tenha sido classificada como prioridade absoluta pelo cérebro – o que perdura até hoje.

Se isso significa que os amigos trazem felicidade, também podem aumentar suas chances de entrar em depressão. Sabe aquelas pessoas que estão sempre mal, reclamando, e parecem sugar a energia das pessoas em volta? Cada amigo triste, segundo as equações de Christakis e Fowler, coloca você 7% mais para baixo. Mas a felicidade, felizmente, é muito mais potente: ter um amigo contente aumenta a sua chance de ficar feliz em 15,3% – e, a partir dele, cada pessoa alegre contribui com mais 9,8%.

Agora você entende para que servem, afinal, aqueles colegas do primário que você raramente ou nunca vê – mas insiste em manter na agenda. Ter uma rede social extensa, mesmo que nem todas as relações sejam profundas, provavelmente fará você mais feliz do que ter um grupo pequeno de amigos do peito. E isso ajuda a explicar as transformações profundas pelas quais a amizade tem passado nos últimos 10 anos. Vire a página para saber por quê.

REDE DE INFLUÊNCIA

Como as características e atitudes dos seus amigos mexem com você.

OBESIDADE
Um estudo feito na Universidade Harvard prova que não basta vigiar a balança – fique de olho também nos seus amigos. Eles têm uma influência enorme sobre o seu peso.
• Se o seu amigo é obeso: +45% risco para você
• Se o amigo do amigo é, seu risco aumenta em 20%
• Se o obeso é o amigo do amigo do amigo, o risco aumenta 10%
• Se é o esposo/a, 37%

TABAGISMO

Os pesquisadores também estudaram a maneira como o hábito de fumar se espalhava por um grupo de pessoas conectadas através do tempo, e descobriram que:
• Se um amigo seu começa a fumar, o seu risco de se tornar fumante aumenta 61%
• Se o amigo de um amigo vira fumante, o risco aumenta 29%
• Se o amigo do amigo de um amigo fuma, o risco cresce 10%

FELICIDADE
Ela também se espalha pelas redes de amigos. Mas (infelizmente), com menos intensidade.
• Se um amigo está feliz, a sua felicidade aumenta em 15,3%
• Se o amigo de um amigo está feliz, a sua felicidade cresce 9,8%
• Se o amigo do amigo do amigo está feliz, seu bem-estar aumenta 5,6%
• Se é o esposo/a, 8%

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://super.abril.com.br/

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Os 7 pilares da autoestima feminina

Mulher sorrindo

 1. Família

Autoestima se aprende em casa. Se os pais (ou os adultos que cumprem essa função) nos amam, respeitam e acolhem nosso modo de ser em vez de nos criticar e desejar que sejamos diferentes, a tendência é crescermos com uma autoimagem positiva.

Quando as necessidades básicas da criança – alimento, atenção, carinho, educação voltada para o convívio e a possibilidade de se expressar sem medo – não são atendidas, mais tarde podem surgir ansiedade, depressão, sentimentos de desvalia, dificuldade em manter relações. A autoestima fica destruída. Na vida adulta, dá para superar algumas feridas da infância e reconstruir o amor-próprio, mas isso exige empenho e terapia;

2. Autoconhecimento

Só quem se conhece bem consegue construir uma autoestima elevada. Mas, afinal, o que é se conhecer bem? É investigar, com coragem, seus defeitos e, sem modéstia, suas qualidades, tornando-se sua melhor amiga.

“A partir daí, resta saber aceitar ou tentar minimizar o que não pode ser mudado”, diz a psicodramatista Adelsa Cunha, presidente da Federação Brasileira de Psicodrama. É o que defende também a coach Regina Silva, da consultoria Gyrasser, em São Paulo. “Sem uma noção clara de nosso potencial e limite, ficamos muito vulneráveis às opiniões negativas. Baqueamos diante de conflitos e situações que nos desqualificam”, explica ela. Quebre essa lógica descobrindo estratégias para potencializar os pontos fortes e neutralizar os fracos;

3. Inteligência

Autoestima também é uma questão de sentir-se capaz. Você a exercita toda vez que diz: “Eu posso”. Faça mentalmente um inventário das suas boas ideias. Vale aquele relatório do trabalho que foi elogiado pelo chefe, a solução que você deu para um conflito familiar ou a capa nova que bolou para o sofá, pois a inteligência se manifesta nas grandes e nas pequenas coisas que fazemos. Sentir-se autônoma é prodigioso.

A inteligência tem a ver com a capacidade de encontrar saídas para problemas cotidianos. Uma forma de potencializar essa força é observar os efeitos que ela causa ao nosso redor. Acostumadas com os próprios talentos, nem sempre os valorizamos na medida certa. Mas de repente alguém que olha de fora ou que foi beneficiado por uma iniciativa nossa aponta como essa criatividade destravou alguma encrenca do dia a dia ou aliviou as tensões de uma equipe. Gostar de si combina muito com gostar dos outros, trocar ideias em vez de tentar impor as suas, enfim, usar todos os dons a favor do bem comum.

4. Beleza

O segredo é aceitar quem você é, cuidar-se com carinho e ter um olhar generoso para seu corpo e sua história. Parece simples, mas para muitas mulheres a aparência é o ponto vulnerável da autoestima.

Às vezes, achamos uma pessoa linda, mas, conforme conversamos com ela, seu brilho desaparece. O contrário também acontece: aquela mulher que à primeira vista não chama a atenção vai nos cativando e se tornando extremamente atraente quando a conhecemos um pouco mais. O segredo dela? Uma autoestima imbatível. Para conquistar isso, é preciso libertar-se dos padrões e desenvolver sua identidade estética.

5. Amigos

Eles confirmam que somos companhias interessantes toda vez que nos chamam para sair. Pelos olhos e comentários dos amigos, lembramos que somos engraçadas, que nosso ombro é valioso… enfim, que somos importantes. Para a psicodramatista Adelsa Cunha, o olhar carinhoso do outro é fundamental para a nossa autoimagem. Quem cultiva essa rede fraterna cria um ambiente propício às trocas afetivas, que fazem florescer o amor-próprio. Sem contar que uma amiga de verdade é um refúgio para as horas de dor, medo, tédio e tudo o que pode abalar nossa fé na vida ou em nós.

O recolhimento às vezes é necessário, mas não o isolamento. Partilhar as emoções é um modo de digerir o que nos acontece. E nada como bons amigos para nos consolar ou nos fazer rir dos próprios dramas.

6. Amor

O afeto acende a nossa luz e nos oferece uma chance de evoluir. “Nos momentos em que estamos inundados de amor, tudo brilha. Melhoram a pele, o humor e o pique”, descreve a psicóloga Fátima Cardoso. Mas nem todos os relacionamentos cumprem esse papel. Quem nunca ouviu falar de amores demolidores, que só jogam a gente para baixo?

Um alerta: a principal característica de toda relação destrutiva é a tentativa de um dos amantes de transformar o outro no que ele quer. E, se é você que não vê nada de bom no outro, por que permanece ao lado dele? Lembre-se: ao nos tornarmos boas companhias, aumentamos a chance de ser bem-amadas.

7. Reconhecimento

Não dá para negar: uma lustrada no ego é fermento para a autoestima. “Quando o que fazemos é valorizado pelos outros, isso nos fortalece. Vivemos em comunidade, e entender essa interdependência nos torna mais maduros”, afirma a consultora em relações humanas Teresa Campos Salles. Segundo ela, o reconhecimento promove um ciclo virtuoso. “A gente pensa: ‘Faço benfeito, sou reconhecida. Vou tentar fazer melhor para ser reconhecida novamente’.

Só não vale ficar dependente de elogios. Nossas ações devem ser aprovadas, antes de tudo, por nossa consciência.” O reconhecimento que revigora é aquele que nos mantém conectadas ao que é importante também para nós, não só para os outros.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://mdemulher.abril.com.br/

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Por que 8 de março é o Dia Internacional da Mulher?

As histórias que remetem à criação do Dia Internacional da Mulher alimentam o imaginário de que a data teria surgido a partir de um incêndio em uma fábrica têxtil de Nova York em 1911, quando cerca de 130 operárias morreram carbonizadas. Sem dúvida, o incidente ocorrido em 25 de março daquele ano marcou a trajetória das lutas feministas ao longo do século 20, mas os eventos que levaram à criação da data são bem anteriores a este acontecimento.

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Desde o final do século 19, organizações femininas oriundas de movimentos operários protestavam em vários países da Europa e nos Estados Unidos. As jornadas de trabalho de aproximadamente 15 horas diárias e os salários medíocres introduzidos pela Revolução Industrial levaram as mulheres a greves para reivindicar melhores condições de trabalho e o fim do trabalho infantil, comum nas fábricas durante o período.

O primeiro Dia Nacional da Mulher foi celebrado em maio de 1908 nos Estados Unidos, quando cerca de 1500 mulheres aderiram a uma manifestação em prol da igualdade econômica e política no país. No ano seguinte, o Partido Socialista dos EUA oficializou a data como sendo 28 de fevereiro, com um protesto que reuniu mais de 3 mil pessoas no centro de Nova York e culminou, em novembro de 1909, em uma longa greve têxtil que fechou quase 500 fábricas americanas.

Em 1910, durante a II Conferência Internacional de Mulheres Socialistas na Dinamarca, uma resolução para a criação de uma data anual para a celebração dos direitos da mulher foi aprovada por mais de cem representantes de 17 países. O objetivo era honrar as lutas femininas e, assim, obter suporte para instituir o sufrágio universal em diversas nações.

Com a Primeira Guerra Mundial (1914-1918) eclodiram ainda mais protestos em todo o mundo. Mas foi em 8 de março de 1917 (23 de fevereiro no calendário Juliano, adotado pela Rússia até então), quando aproximadamente 90 mil operárias manifestaram-se contra o Czar Nicolau II, as más condições de trabalho, a fome e a participação russa na guerra – em um protesto conhecido como “Pão e Paz” – que a data consagrou-se, embora tenha sido oficializada como Dia Internacional da Mulher, apenas em 1921.

Somente mais de 20 anos depois, em 1945, a Organização das Nações Unidas (ONU) assinou o primeiro acordo internacional que afirmava princípios de igualdade entre homens e mulheres. Nos anos 1960, o movimento feminista ganhou corpo, em 1975 comemorou-se oficialmente o Ano Internacional da Mulher e em 1977 o “8 de março” foi reconhecido oficialmente pelas Nações Unidas.

“O 8 de março deve ser visto como momento de mobilização para a conquista de direitos e para discutir as discriminações e violências morais, físicas e sexuais ainda sofridas pelas mulheres, impedindo que retrocessos ameacem o que já foi alcançado em diversos países”, explica a professora Maria Célia Orlato Selem, mestre em Estudos Feministas pela Universidade de Brasília e doutoranda em História Cultural pela Universidade de Campinhas.

No Brasil, as movimentações em prol dos direitos da mulher surgiram em meio aos grupos anarquistas do início do século 20, que buscavam, assim como nos demais países, melhores condições de trabalho e qualidade de vida. A luta feminina ganhou força com o movimento das sufragistas, nas décadas de 1920 e 30, que conseguiram o direito ao voto em 1932, na Constituição promulgada por Getúlio Vargas. A partir dos anos 1970 emergiram no país organizações que passaram a incluir na pauta das discussões a igualdade entre os gêneros, a sexualidade e a saúde da mulher. Em 1982, o feminismo passou a manter um diálogo importante com o Estado, com a criação do Conselho Estadual da Condição Feminina em São Paulo, e em 1985, com o aparecimento da primeira Delegacia Especializada da Mulher.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://revistaescola.abril.com.br/

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PAI, seja FELIZ hoje!

COMUNICADO-10-anos-Sulamerica-2013


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