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Diferença Entre Lucrar e Ter Prejuízo

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Tratamento gratuito para doenças reumáticas no SUS

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Doze milhões de brasileiros vivem com doenças reumáticas, como artrite, artrose, bursite, tendinite, entre outras. Geralmente, o problema começa com uma pequena dor nas juntas e pode afetar ossos, cartilagens, articulações e músculos.

De acordo com o coordenador geral de média e alta complexidade do Ministério da Saúde, José Eduardo Fogolin, quem sofre de doenças reumáticas pode encontrar tratamento gratuito no SUS. “Pela Estratégia de Saúde da Família, uma pessoa que chega com uma dor crônica do aparelho locomotor para por um cuidado de solicitação de exames e aí ele faz todo um cuidado pra combate dessa dor e também pra reduzir e ter prevenção em relação à complicação, incluindo cuidados de fisioterapia, sessões até de acupuntura e tratamento medicamentoso.”

Quem vive com doenças reumáticas corre o risco de perder a capacidade de se movimentar se não procurar pelo tratamento adequado. Por isso, o coordenador de média e alta complexidade, José Eduardo Fogolin, alerta para a importância do diagnóstico precoce: “O fato de você identificar precocemente e procurar o cuidado, o serviço de saúde pra que faça o início da terapia, seja medicamentosa ou não medicamentosa, são fatores importantes pra prevenção dessa complicação.”

Informações parciais da fonte: http://www.brasil.gov.br/saude/2015/03/sus-oferece-tratamento-gratuito-para-doencas-reumaticas

Estudo: amigos fazem bem à saúde; saiba os motivos

Em busca de uma vida melhor, muitas pessoas gastam dinheiro com livros de autoajuda, horas em sessões de terapia e consultas médicas e até em remédios naturais. Mas existe uma poderosa – e gratuita! – arma secreta que pode ajudar a combater doenças como a depressão e ainda diminuir o envelhecimento precoce: os amigos! De acordo com a publicação Madame Noir , diversos estudos conduzidos ao redor do mundo têm indicado que eles não apenas melhoram a qualidade de vida como de fato podem fazer com que você viva mais.

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Descubra então dez benefícios que as amizades trazem para a sua vida:

1. Melhora geral na saúde. Durante um estudo de 10 anos na Austrália, cientistas concluíram que pessoas mais idosas com um amplo círculo de amigos tinham 22% menos chance de morrer durante o estudo em comparação com os indivíduos com poucos amigos. E os benefícios a longo prazo são ainda maiores. Em 2010, os estudiosos de Harvard concluíram que fortes laços de amizade mantém a saúde cerebral conforme envelhecemos. Outra pesquisa com 15 mil pessoas acima dos 50 anos mostrou que a memória dos socialmente ativos era melhor do que entre os mais solitários.

2. Força para lutar contra o câncer. Em 2006, um estudo com quase três mil enfermeiras com câncer de mama concluiu que mulheres sem amigos próximas tinham quatro vezes mais chances de morrer da doença do que as que possuíam 10 ou mais amigos. A amizade era encarada como uma forma de proteção. Nem mesmo a presença do cônjuge foi associada à sobrevivência.

3. Para eles também. Enquanto muitos estudos focam nas relações de amizade entre as mulheres, outras pesquisas mostram que os homens podem se beneficiar também. Em um estudo que durou seis anos com 736 suecos de meia-idade, ficou comprovado que a falta de amizade é tão perigosa quanto fumar quando se trata dos riscos de sofrer um ataque cardíaco.

4. Melhora na resposta imunológica. Pessoas com menos amigos têm quase o dobro de chance de morrer de doenças do coração e são duas vezes mais propensas a contrair gripes e resfriados – mesmo que estejam menos expostas aos germes por terem menos contato social.

5. Recuperação mais rápida. Cientistas que estudaram 42 casais em que um cônjuge possuía algum ferimento concluíram que as pessoas que se sentiam hostilizadas pelo parceiro demoraram o dobro de tempo para se curarem. O estudo mostrou ainda que nosso bem-estar social pode determinar se vamos ter uma recuperação rápida ou demorada de ferimentos mais graves ou mesmo de uma cirurgia.

6. A proximidade importa. A mesma pesquisa das relações conjugais indicou que a proximidade física também é importante. Um amigo que vive na sua vizinhança terá mais influência no seu bem-estar do que outro que more há quilômetros de distância. Até mesmo o bem-estar do seu vizinho tem impacto na sua saúde.

7. Amigos dos amigos também são importantes. Como toda a sua rede de contatos influencia a sua saúde, amigos mútuos – quando você divide uma pessoa com outro amigo próximo – também podem interferir na sua saúde. Por isso, é importante cuidar do círculo de amizade próximo, investindo nessas relações.

8. Contato social tem dose mínima indicada. Diversas pesquisas sugerem que, para manter nossa saúde, devemos interagir com outras pessoas por pelo menos seis horas por dia. Esse contato aumenta a sensação de bem estar e diminui preocupações e o estresse. Missão impossível? Preencha suas cota diária com um bate papo no café, almoço com os colegas do trabalho, conversas ao telefone, enviar e-mails e torpedos etc.

9. Crie laços no trabalho. Um estudo revelou que apenas 30% dos empregados possuem um grande amigo no escritório. Mas estes se dedicam mais ao emprego, são mais simpáticos com os clientes, produzem melhores projetos e ainda têm menos chance de se machucarem no dia a dia. Outro estudo, conduzido pelos especialistas do MIT, nos Estados Unidos, mostrou que até mesmo pequenas doses de interação social podem causar grandes ganhos na produtividade.

10. Manter a visão positiva. Em 2010, pesquisadores avaliaram 34 estudantes na Universidade de Virginia, nos Estados Unidos, levando-os para uma colina íngreme e colocando mochilas pesadas em suas costas. Depois, perguntaram a eles quão acentuado era o declive. Os estudantes que se mantiveram perto de amigos acreditavam que o declive era menor do que na realidade. O estudo concluiu que ter amigos a quem recorrer faz com que os problemas pareçam menores e a sua vida fique melhor.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://saude.terra.com.br/

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Cinco benefícios de beber água em jejum

A maior parte do organismo humano é formada por água, 75% dos músculos é água, por exemplo. Portanto, é importante consumir uma boa quantidade de água diariamente para manter a saúde.

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Com a ingestão de água provocamos uma diurese maior, o que favorece a eliminação de toxinas e previne algumas doenças.

Os especialistas vão mais longe e insistem na importância do consumo da água em jejum. Mas por que?

Segundo o Instituto Europeu de Hidratação, a água é o solvente que permite muitas das reações químicas vitais do organismo, ajudando a manter as funções corporais.

Confira abaixo uma lista dos benefícios, segundo o instituto.

Cinco benefícios do consumo de água em jejum:

  1. Uma hidratação adequada é importante para o funcionamento correto do cérebro. Quando estamos hidratados adequadamente, as células do cérebro recebem sangue oxigenado e o cérebro permanece alerta.
  2. O consumo adequado de água é essencial para o bom funcionamento dos rins, ajudando-os a eliminar através da urina os resíduos e nutrientes desnecessários.
  3. A água melhora o trato digestivo, já que é necessária na dissolução dos nutrientes para que estes possam ser absorvidos pelo sangue e transportados para as células.
  4. A água também é uma grande aliada da pele, ajudando a manter a elasticidade e a tonicidade.
  5. A água também atua como um lubrificante para os músculos e articulações: ajuda a proteger as articulações e também o melhor funcionamento dos músculos.

Carmen García Torrent, nutricionista e licenciada em Ciência e Tecnologia dos Alimentos, afirmou que o recomendável é tomar de um a dois copos de água em jejum e, em seguida, continuar bebendo o líquido o resto do dia até chegar aos dois litros.

A nutricionista também afirmou que, depois da ingestão de água, é preciso esperar pelo menos dez minutos antes de fazer alguma refeição para que a água possa atuar sobre o corpo.

Terapia

A prática do consumo de água com o estômago vazio é muito popular no Japão e os japoneses seguem o que se conhece como “Terapia da Água”.

Apesar de não haver estudos que verifiquem isto, a Associação Médica do Japão afirma que este tratamento é eficaz para várias doenças, entre elas, problemas cardíacos.

E, abaixo, veja como é esta terapia.

  • Ao acordar, beba quatro copos de água, antes até de escovar os dentes.
  • Não se pode beber mais nada até 45 minutos depois de beber a água.
  • Passado este tempo, a pessoa pode comer e beber normalmente.
  • Até duas horas depois do café da manhã também não se pode comer nem beber nada.
  • A água deve estar na temperatura ambiente ou morna, preferivelmente. E não deve conter flúor ou outros químicos.

Efeitos negativos

A sede é um reflexo da desidratação e, por isso, é aconselhado não esperar sentir sede para beber água.

Mas, segundo a nutricionista Carmen García Torrent, ingerir água em excesso também é prejudicial.

“Beber mais de três litros de água pode ter efeitos negativos para saúde.”

“Ao urinar, a pessoa não elimina apenas água, também perde sais minerais. Se beber muita água, faz os rins trabalharem mais sem necessidade”, disse.

De qualquer forma, Carmen afirmou que é muito raro que as pessoas cheguem a beber três litros de água por dia, a não ser nos casos em que a pessoa faça muito exercício e o clima esteja muito quente.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://www.bbc.co.uk/

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5 benefícios que tirar férias traz à saúde

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Todo mundo quer tirar férias, viajar e relaxar. Mas o que nem todos sabem é que estudos comprovam que tirar uns dias do trabalho faz muito bem à saúde. O site Health listou cinco razões para não deixar as férias de lado. Veja:

1. Menos estresse: apenas um dia jogando golfe ou um final de semana de folga ajuda a reduzir os hormônios do esteresse e diminuir a pressão arterial. Então, imagine o que uma semana ou mais poderia fazer por você? Desde aparentar ser mais jovem até espantar alguns resfriados e gripes durante o ano. Além disso, o estresse é um dos fatores que podem levar a quilos a mais, então, relaxar ainda pode ajudar você a eliminar os excessos na balança.

2. Coração mais saudável: um estudo da The Framingham mostrou que as mulheres que tiram pelo menos duas férias ao ano são oito vezes menos propensas a ter doenças do coração. Já outra pesquisa feita com homens que tinham altos riscos de desenvolver condições cardíacas mostrou que quem não tira férias nem uma vez por ano tem 32% mais chances de morrer de um ataque do coração.

3. Mais tempo com a família: uma pesquisa reportou o impacto positivo que as férias têm no âmbito familiar. Sair da rotina estressante do dia a dia ajuda a criar novos laços em família, que duram até mesmo após as férias terminarem.

4. Melhor no trabalho: as férias podem ser o tempo que você precisa para renovar as energias e até mesmo se tornar melhor no trabalho, principalmente se deixar a tecnologia um pouco de lado e colocar o sono em dia. A explicação é que o estresse pode impactar na hora de tomar decisões, segundo estudo da National Institutes of Health. Depois de alguns dias livre do estresse do dia a dia, você se sentirá capaz de tomar decisões mais fundamentadas no trabalho.

5. Você mais feliz: um estudo da Wisconsin mostrou níveis mais baixos de tensão e depressão em mulheres que tiraram férias com mais frequência (uma ou duas vezes ao ano), em comparação àquelas que esperam intervalos maiores para tirar uma nova folga. O fato é que o simples ato de antecipar as férias pode deixar você mais feliz.

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Alimentos Orgânicos são benéficos a saúde, afirma Estudo

Para alimentar o debate sobre os méritos dos alimentos orgânicos, uma revisão abrangente de pesquisas anteriores constatou a presença de níveis substancialmente mais elevados de antioxidantes e de menos pesticidas em frutas, legumes e grãos orgânicos, se comparados a safras produzidas convencionalmente.

Produtos Orgânicos

“Isso demonstra claramente que a maneira pela qual um alimento é cultivado tem impacto”, disse Carlo Leifert, professor de agricultura ecológica na Universidade de Newcastle, Inglaterra, e diretor da pesquisa.

No entanto, as constatações, publicadas pelo “British Journal of Nutrition”, não chegam a afirmar que comer frutas e legumes orgânicos produzirá melhor saúde.

O estudo, disse Leifert, é insuficiente para afirmar que alimentos orgânicos são definitivamente mais saudáveis para quem os consome e não revela coisa alguma sobre o impacto de saúde que adotar uma dieta orgânica teria.

Ainda assim, os autores apontam que outros estudos sugeriram que alguns dos antioxidantes identificados foram associados a riscos mais baixos de câncer e outras doenças.

As conclusões do novo estudo contrariam as de uma análise publicada dois anos atrás por cientistas da Universidade Stanford, na Califórnia. Eles constataram poucas diferenças entre o conteúdo nutricional de alimentos orgânicos e o de alimentos cultivados convencionalmente.

O estudo de Stanford, como o novo, identificou nas frutas e legumes cultivados convencionalmente resíduos de pesticidas algumas vezes superiores aos encontrados em produtos orgânicos, mas não atribuiu importância especial a isso, porque mesmo esses níveis mais elevados ficavam abaixo dos limites de segurança.

A agricultura orgânica elimina o uso de fertilizantes químicos convencionais e pesticidas. Essas práticas resultam em safras menos generosas. O que é contestado, e ferozmente, é se as frutas e legumes orgânicos oferecem vantagem nutricional.

“O outro argumento seria que, se você simplesmente comer um pouquinho mais de frutas e legumes, receberá mais nutrientes”, diz Alan Dangour, pesquisador da Escola de Higiene e Medicina Tropical de Londres. Dangour comandou uma revisão publicada em 2009 que não constatou diferenças nutricionais significativas entre alimentos convencionais e orgânicos.

Essas diferenças são difíceis de discernir porque outros fatores que podem variar fortemente de lugar a lugar e de ano a ano, como o clima, também influenciam o conteúdo nutricional.

No geral, constatou o novo estudo, as safras orgânicas contêm 17% mais antioxidantes do que as safras cultivadas convencionalmente. Charles Benbrook, professor da Universidade Estadual de Washington e outro dos autores do estudo, diz que a nova análise aperfeiçoa revisões anteriores, em parte porque incorpora estudos mais recentes. As constatações se enquadram à expectativa de que, sem pesticidas, as plantas produziriam mais antioxidantes, muitos dos quais servem como defesa contra pestes e doenças.

O estudo também constatou que alimentos, especialmente grãos, orgânicos contêm níveis mais baixos de cádmio, metal tóxico que às vezes contamina fertilizantes convencionais. Não há diferença em outros metais tóxicos como o mercúrio e o chumbo.

Mesmo com as diferenças e as indicações de que alguns antioxidantes são benéficos, os especialistas em nutrição dizem que a questão do “e daí?” ainda precisa ser respondida.

“A partir desse ponto, tudo é especulativo”, disse Marion Nestle, professora de nutrição, estudos da alimentação e saúde pública na Universidade de Nova York.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://www.folha.uol.com.br/

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Vitamina B3, usada para reduzir colesterol, traz risco de morte

A niacina, conhecida como vitamina B3, usada para reduzir o risco de infarto ou acidente vascular cerebral (AVC) em pessoas com colesterol alto, também traz risco de morte, revelou um amplo estudo internacional.

Por este motivo, a maioria das pessoas deveria parar de usar este suplemento popular, destacou em editorial a revista New England Journal of Medicine, que publicou simultaneamente os resultados da prova.

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A niacina ganhou popularidade nos últimos 50 anos e é usada principalmente para elevar o nível de colesterol HDL (lipoproteína de alta densidade), também conhecido como colesterol bom. No entanto, um estudo feito durante quatro anos com pessoas entre os 50 e os 80 anos, com colesterol elevado, revelou não haver benefícios que se traduzissem em uma redução da taxa de infartos ou AVCs.

Foram estudadas 25.673 pessoas, e todas já tinham tomado estatinas para reduzir o colesterol. Além disso, algumas tomavam niacina e laropiprant (um medicamento que reduz a vermelhidão do rosto causado pelas altas doses de niacina). Outras tomaram um placebo. As pesquisas foram feitas na Grã-Bretanha, China e Escandinávia.

A niacina “se associou a uma tendência crescente de morte”, informou o estudo, segundo o qual o composto também se associa a “um aumento significativo de efeitos colaterais graves: problemas hepáticos, excesso de infecções, sangramento excessivo, gota, perda de controle (das taxas) de açúcar no sangue, no caso dos diabéticos, e desenvolvimento de diabetes naqueles que não padeciam dela quando começou o estudo”.

Donald Lloyd-Jones, diretor de medicina preventiva da escola de medicina da Universidade Northwestern Feinberg e do hospital Northwestern Memorial, disse que os usuários de niacina correm um risco 9% maior de morrer, um percentual que os cientistas consideraram estatisticamente significativo, ou seja, os benefícios ficam em segundo plano.

“Poderia ocorrer uma morte a cada 200 pessoas que tomam niacina”, disse Lloyd-Jones, que escreveu o editorial da revista. “Com um sinal como este, é claro que (a niacina) é uma terapia inaceitável para a ampla maioria dos pacientes”.

Outro estudo sobre a niacina, feito com mais de 3.400 pacientes, revelou que ela aumentava o risco de infecção e daria certa proteção a problemas cardiovasculares, reportou o New England Journal of Medicine. “Deve-se considerar que a niacina tem uma toxicidade inaceitável para a maioria dos pacientes e que não deve ser usada rotineiramente”, escreveu Lloyd-Jones.

Ao contrário, os tratamentos com estatinas deveriam continuar sendo – como são atualmente – o principal recurso para ajudar a reduzir o colesterol ruim, enquanto a niacina só deveria ser prescrita para pacientes com alto risco que não conseguem tolerar as estatinas, acrescentou.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://info.abril.com.br/

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