Archive for the 'Clippings' Category



Onda de demissões eleva custos dos planos médicos.

Demitido da Embraer, onde trabalhou durante 20 anos, o fresador de usinagem mecânica Julio Cesar da Silva, sua esposa e seus dois filhos planejam fazer uma série de exames médicos antes de terminar a validade do plano médico, benefício concedido durante um ano para os 4,2 mil demitidos da Embraer. “Pretendo fazer um check-up. Também já falei para minha mulher e dois filhos fazerem o mesmo”, disse Silva, 39 anos, cuja esposa, que trabalhava como doméstica na casa de um ex-funcionário da Embraer, também perdeu o emprego no mês passado.

Como a família Silva, outras milhares de pessoas também estão usando muito mais os planos médico e odontológico porque foram dispensadas ou por conta do medo de uma possível demissão. As empresas que descontam uma parcela do plano de saúde em folha de pagamento são obrigadas a manter o benefício entre seis meses a dois anos, após a dispensa do empregado.

Apesar do risco de um passivo futuro, cerca de 35% das mil maiores companhias no Brasil ainda cobram do funcionário um percentual do custo do plano de saúde. Existe esse risco de passivo porque a taxa de sinistralidade – que indica quanto o custo com atendimento de clientes representa da receita das operadoras de planos de saúde – com ex-funcionários chega a ser três vezes superior quando comparado à sinistralidade dos empregados. Além disso, é comum os funcionários que não foram demitidos irem mais ao médico prevendo que podem ser os próximos.

Antes da crise estourar, os gastos médicos com demitidos não eram vistos com tanta preocupação pelas operadoras – eram casos pontuais. Mas, com a onda de demissões, as operadoras já começam a sentir no balanço os efeitos desse maior uso dos planos.

Levantamento realizado no mercado – mostra que após o estouro da crise (novembro de 2008 a dezembro de 2009) houve aumento de 9,3% no número de exames e de 8,6% no de consultas médicas. Levando-se em consideração apenas os titulares dos planos, a quantidade de consultas aumentou 12,9%. Com isso, o gasto médio mensal por usuário saltou de R$ 103,42 para R$ 118,48. O levantamento foi feito com 120 mil beneficiários no período de novembro de 2008 a fevereiro de 2009 em relação a novembro de 2007 a fevereiro de 2008.

Diante desse cenário, é esperado um crescimento de 6% a 12% na taxa de sinistralidade nos próximos 12 meses nos planos corporativos. “Em processos demissionais, as pessoas usam mais o plano de saúde, antecipam cirurgias e tratamentos que estavam sendo postergados. Além disso, estudos mostram que há um incremento do stress, o que leva ao surgimento de diversas doenças”, explicou Marcelo Munerato de Almeida. Esses beneficiários são funcionários de 350 grandes companhias como Unilever, McDonald’s, Kraft, Peugeot, Arcelor e o banco HSBC.

O aumento no índice de sinistralidade também é provocado pela inflação médica, que no ano passado ficou entre 8% a 10%. Essa inflação é resultado no aumento nos custos de medicamentos, procedimentos e equipamentos médicos. Porém, as operadoras promoveram em média reajustes equivalentes, entre 8% a 10% nos planos corporativos. Nessa modalidade de plano, existe a livre negociação entre operadoras e empresas. Já nos planos individuais, o último reajuste autorizado pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) foi de 5,48%.

Os balanços referentes a 2008 das maiores operadoras de saúde mostram que elas já estão sentindo o impacto do desemprego, com a elevação no índice de sinistralidade.

Na Odontoprev, a maior operadora de planos odontológicos do país, a sinistralidade no quarto trimestre do ano passado ficou em 46% – acima dos 44% do mesmo período de 2007. “Esse aumento realmente já é reflexo dos usuários usando mais o plano com medo da demissão”, diz Randal Luiz Zanetti, presidente da OdontoPrev, que conta com 2,4 milhões de vidas. “A demissão pode ocasionar uma depressão e mais casos de doenças. As pessoas acabam usando mais o plano nesses momentos de crise”, complementa Humberto Modenezi, superintendente geral da Unimed-Rio, cuja sinistralidade em 2008 ficou em 77,1% , acima dos 76,1% verificados em 2007.

Com 3,2 milhões de beneficiários, a Amil também registrou aumento na taxa de sinistralidade no quatro trimestre, que ficou em 69% contra 67,6% do mesmo período de 2007.

As seguradoras de saúde também tiveram crescimento na taxa. Na Sul América, a sinistralidade no quarto trimestre atingiu 75,3% contra 70,5% registrado no mesmo trimestre de 2007. Na Bradesco Saúde, maior plano de saúde, a sinistralidade nos planos corporativos aumentou de 79,9% em 2007 para 82,7% no ano passado.

Para compesar o aumento da sinistralidade, as operadoras devem pressionar os hospitais e laboratórios para que eles baixem seus preços. (BK)

Data: 02.04.2009 – Fonte: Valor Econômico | SP

Não é como sua mãe dizia: Médicos derrubam 57 verdades transmitidas de geração para geração

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Elas são tão antigas que ninguém mais sabe quando ou por que surgiram. Mas o fato é que dezenas de ideias equivocadas sobre nosso corpo e nossa saúde permanecem ano após ano em uma lista de verdades absolutas – sem que tenham qualquer fundamento. São falácias como a recomendação de que se deve consumir oito copos de água por dia ou então que é preciso cortar o cabelo para que os fios cresçam mais fortes.

Agora, um livro que acaba de ser lançado nos EUA se propõe a derrubar alguns dos mais populares desses mitos da medicina. Intitulada “Don’t Swallow your Gum – Miths, Half-Truths and Outright Lies about your Body and Health” (Não engula o seu chiclete – mitos, meias verdades e mentiras sobre o corpo e a saúde), a obra foi escrita pelos pediatras Aaron Carroll e Rachel Vreeman e será publicada no Brasil no próximo semestre…clique aqui para ler essa matéria na íntegra.

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Fonte: Revista Isto É (Edição 2067 – 24 JUN/2009)

Canal GNT estreia série de humor “Gente lesa” sobre sustentabilidade

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Cansado do didatismo com que programas da TV sobre sustentabilidade costumam tratar o tema, o diretor e roteirista Alê Braga resolveu apelar para o poder da teledramaturgia. E da comédia, que é usada da maneira mais politicamente correta possível em “Gente lesa”. No bom sentido. A série, que estreia no próximo sábado, às 21h, no GNT, quer fazer graça mas também conscientizar.

– Percebemos que todo mundo tem um lado lesado, no sentido da gíria mesmo. Eu prefiro dizer “descuidado” e “desatento” a pensar em má fé. Pisamos na bola, fazemos errado, sempre tem alguém que comete uma bobagem. Por exemplo: uma fila dupla de carros na frente do colégio parando o trânsito de 15 quarteirões. Você vê aquilo e para seu carro atrás, mas tem alguém que foi cara de pau primeiro, ou que jogou o primeiro saco de lixo no terreno baldio – diz Braga, que dirige a nova série e é também responsável pelo roteiro, ao lado de um time de autores…para ler essa matéria na íntegra clique aqui. Confira o making of da série abaixo:

Fonte: O Globo

Idosos estão sob risco da hepatite C

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A hepatite C será um problema de saúde cada vez mais presentes entre idosos, o que demanda uma preparação dos serviços de saúde, alertaram especialistas reunidos ontem em São Paulo para evento científico que marca os 20 anos da descoberta do vírus C da doença.

A hepatite é uma doença infecciosa que pode gerar danos ao fígado a longo prazo e é transmitida principalmente por via sexual e instrumentos infectados com sangue contaminado, como alicates de manicures. Gera 16,5 mil casos anuais no País. Estudos feitos na capital paulista entre 2002 e 2003 apontam, no entanto, que, entre 50 e os 59 anos, o porcentual dos que têm anticorpos contra o o vírus da doença (o que denota infecção no passado) é de 3,8%, contra 1,4% na população geral. 

A presença dos anticorpos, no entanto, não significa que todas as pessoas necessitarão de tratamento. Mas , como o desenvolvimento da hepatite C é de longo prazo e a população está vivendo cada vez mais, os problemas causados pela infecção, como cirrose, varizes de esôfago, alterações hematológicas e câncer de fígado, poderão se manifestar na idade avançada…clique aqui para ler esta matéria na íntegra.

Foto: reprodução
Fonte: Estadão.com.br

Salmão e maçã podem deter avanço da degeneração macular

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Um estudo realizado nos Estados Unidos e publicado no “British Journal of Ophthalmology” concluiu que uma dieta rica em ômega 3 -ácido graxo encontrado em peixes gordurosos como o salmão- e em alimentos com baixo índice glicêmico, como a maçã e o pão integral, pode reduzir a progressão da degeneração macular relacionada à idade e até mesmo deter o avanço da doença, nas formas exsudativa ou seca.

A pesquisa, multicêntrica e controlada, acompanhou cerca de 3.000 voluntários por um período de oito anos.

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Trabalhos anteriores já haviam comprovado que a suplementação vitamínica com antioxidantes adia o aparecimento da degeneração macular relacionada à idade e retarda sua evolução depois de instalada.

Agora, a nova pesquisa concluiu que a suplementação é ainda mais efetiva quando associada à ingestão de alimentos que são fonte de ômega 3 e que têm baixo índice glicêmico…clique aqui para ler a matéria na íntegra.

Fotos: reprodução
Fonte: Folha Online – Equilíbrio

A felicidade é contagiosa

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A felicidade e o bem-estar dos seus amigos, e dos amigos deles, podem ter influência direta no seu humor, nos seus hábitos e na sua qualidade de vida!

O que pesquisas recentes mostram é que, assim como vírus e bactérias, a saúde também é transmissível — só que por meio dos laços afetivos criados entre nós. Na prática, quem se aproxima de gente que faz ginástica, por exemplo, tende a espantar o sedentarismo sem sofrimento. Aqueles que presenciam a decisão de um amigo de parar de fumar têm mais chances de largar o cigarro. E os que preferem conviver com pessoas alegres acabam tornando-se mais satisfeitos com a vida. De acordo com um estudo assinado pela Harvard Medical School, nos Estados Unidos, se um grande amigo seu ficar contente, a probabilidade de você começar a rir à toa só por conviver com ele é de 60%.
Como humores e hábitos se tornam contagiosos? Os mecanismos que permitem a propagação de algo que não cabe em um tubo de ensaio ainda pedem mais esclarecimentos. Os cientistas, porém, têm algumas pistas. “Os animais sociais, como é o caso do homem, nascem com a capacidade de imitar seus pares mesmo sem ter consciência disso. É o efeito camaleão” explica a neurocientista Eliane Volchan, professora da Universidade Federal do Rio de Janeiro. “Fazendo isso, o indivíduo consegue incluir-se no grupo e obter a necessária proteção para sua sobrevivência.”

Seria como uma mímica involuntária ou instintiva, a mesma que nos rege toda vez que presenciamos um bocejo — quando nos damos conta, já estamos com o bocão aberto. Mas o trabalho do pessoal de Harvard vai ainda mais longe: sugere que a transmissão pode se dar entre desconhecidos, e a distância. De acordo com os pesquisadores, existem até três graus de contágio social. Ou seja, o amigo do vizinho de porta do seu melhor amigo tem influência sobre sua felicidade…clique aqui para ler esta matéria na íntegra.

Fonte: Revista Saúde é Vital
Foto: reprodução

Gripe Suína: Adolfo Lutz isola variante do vírus H1N1 que chegou ao Brasil

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SÃO PAULO – O Instituto Adolfo Lutz, da Secretaria de Saúde de São Paulo, anunciou o isolamento de um subtipo do H1N1, conhecido por vírus da gripe suína, uma etapa importante para a produção da vacina brasileira contra a doença. O isolamento foi feito pela equipe da virologista Terezinha Maria de Paiva…clique aqui para ler a matéria na íntegra.

(Fonte: Estadão.com.br)

A influência das redes sociais (dentro e fora) do ambiente corporativo

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O crescimento das redes sociais propicia um ambiente de colaboração cada vez mais rico e intenso. Mas será que o RH está preparado para usar, no dia a dia, todas as possibilidades dessa nova vida virtual?

O ambiente de colaboração a que nos referimos pode ter vários nomes: Orkut, LinkedIn, Facebook, Hi5, MySpace etc., mas abarcam um único conceito: o de redes sociais. É a tradução do que a chamada Web 2.0 pode oferecer para nós, pobres mortais, e para as empresas – estas, ávidas por participar de comunidades nas quais seus funcionários, clientes e, por que não, concorrentes possam trocar experiências e informações com o objetivo de superar dificuldades do mercado ou problemas internos, de melhorar um processo ou até mesmo de identificar e recrutar um talento…clique aqui para ler esta matéria na íntegra.

Fonte: Revista Melhor (nº 257 4/2009)

A gripe suína pode matar?

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A gripe comum mata entre 250 mil e 500 mil pessoas a cada ano, principalmente entre a população mais idosa, que possui a imunidade comprometida. As mortes em geral ocorrem por uma complicação da gripe, a pneumonia. A doença também pode predispor a infecções por bactérias. 

Análises preliminares do vírus causador da gripe suína, o H1N1, sugerem que se trata de uma linhagem menos agressiva, segundo cientistas. Especialistas acreditam que seria necessária uma nova mutação para que o H1N1 causasse a alta taxa de mortalidade que alguns previam.

No entanto, até agora é impossível prever com precisão como a doença vai evoluir e qual a sua taxa de mortalidade. Como muitos casos suspeitos ainda precisam ser confirmados por exames laboratoriais, ainda não se sabe ao certo o número exato de vítimas da gripe suína.

Segundo especialistas, serão necessárias semanas ou até meses de análises biológicas até que se possa conhecer o potencial de letalidade do vírus.

Para saber mais sobre a Gripe Suína e ler sobre as perguntas mais frequentes sobre a epidemia clique aqui.

Fonte: Uol Ciência e Saúde (28.04.09)

Parece difícil manter a ansiedade sob controle? Então faça uma pausa e leia esta matéria!

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A tensão parece fazer parte do dia-a-dia, como uma característica inerente aos tempos modernos. Embora a humanidade tenha enfrentado todo tipo de adversidade ao longo da evolução, o que vivemos hoje é um momento em que as mudanças são grandes e se processam num espaço curtíssimo de tempo.

Como é impossível acompanhar todas elas, a sensação que permanece é a de que estamos ficando para trás. Como se não bastasse, não há um consenso sobre os valores que norteiam a sociedade, o que cria um estado de insegurança, pois cada um tem que criar sua própria ordem moral.

Nesse cenário, não só a ansiedade cotidiana como os transtornos de ansiedade encontram terreno propício para se proliferar. Segundo pesquisa do ambulatório de ansiedade no Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas (HC), em São Paulo, 20% da população brasileira sofre com algum tipo de problema relacionado à sensação de alerta constante. Ela é desencadeada pela percepção de uma ameaça futura, relacionada a um perigo abstrato ou desconhecido. Esse, aliás, é o ponto que distingue o medo da ansiedade. Enquanto o primeiro refere-se a uma ameaça objetiva – um homem desconhecido que nos segue a passos largos -, o segundo tem a ver com uma possibilidade que nos causa certa preocupação – como o fato de acharmos que não conseguiremos entregar um trabalho a tempo…clique aqui para ler essa matéria na íntegra.

Qual é a sua? Aprenda a diferenciar a ansiedade corriqueira – e saudável – daquela que lentamente evolui para um transtorno mais sério. 

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Fonte: Revista Viva Saúde (nº73)


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