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Seis alimentos que ajudam a controlar o colesterol alto

A dupla hábitos alimentares saudáveis e prática regular de exercícios físicos é capaz de manter as taxas de colesterol bom (HDL) e ruim (LDL) em perfeito equilíbrio, afastando o risco de infarto e derrame cerebral, além de outras doenças, como o mal de Alzheimer. Quem sofre com o problema sabe bem que a solução para esse mal não está somente nos remédios, mas, principalmente, na alimentação saudável.

Colesterols

Os pacientes que estão com altas taxas de colesterol no sangue podem se beneficiar de algumas escolhas alimentares que ajudam a combater esse problema, muito comum entre a população mundial e um dos grandes responsáveis pela formação das doenças cardiovasculares.

A seguir, confira a lista de alimentos sugeridos pela responsável pela Monitorização Ambulatorial da Pressão Alta (MAPA), do Bronstein Medicina Diagnóstica, a médica Adriana Junqueira, para encampar uma batalha contra o colesterol alto e sair vencedor (sem, é claro, abrir mão de comer bem).

Peixes: são excelente fonte de ácido graxo ômega 3, um tipo de gordura boa, insaturada, encontrada nos peixes de água fria como salmão, atum, arenque, sardinha e truta. “A gordura insaturada ajuda na redução dos níveis de triglicerídeos e colesterol total do sangue; reduz o risco de formação de coágulos, além de tornar o sangue mais fluido; sendo, portanto, importante aliada na prevenção das doenças cardiovasculares”, explica Adriana Junqueira.

Aveia: além das fibras insolúveis, a aveia contém uma fibra solúvel chamada betaglucana, que exerce efeitos benéficos ao organismo. Ela retarda o esvaziamento gástrico, promovendo maior saciedade, melhora a circulação, controla a glicemia (açúcar no sangue) e inibe a absorção de gordura (colesterol). “A aveia diminui as concentrações de colesterol total, lipídios totais e triglicerídeos de forma significativa e aumenta ainda a fração do bom colesterol (HDL)”, explica a especialista.

Oleaginosas: nozes e castanhas apresentam grande quantidade de antioxidantes, responsáveis por combater o envelhecimento celular e prevenir doenças coronárias, além de diversos tipos de câncer. A arginina, também presente em quantidades interessantes nas oleaginosas, atua como importante vasodilatador, contribuindo para a redução da pressão arterial e do risco de desenvolvimento de doenças do coração.

Azeite: é fonte de ácido oleico, que regula as taxas de colesterol e protege contra doenças cardíacas. Faz bem ao aparelho cardiocirculatório e ajuda a controlar o diabetes tipo 2, reduzindo a taxa glicêmica. É também uma grande fonte de antioxidantes, como a vitamina E.

Laranja: ela não é boa só para gripes e resfriados. Um estudo realizado pela Universidade de Viçosa, em Minas Gerais, e publicado na revista American Heart Association, concluiu que os flavonoides, substâncias antioxidantes presentes na fruta, diminuem os níveis de LDL (colesterol ruim) no organismo, pois limitam a absorção do colesterol no intestino.

Linhaça: a semente é um dos alimentos mais ricos em ômega 3, por isso, previne doenças cardiovasculares e evita coágulos ao diminuir as taxas de colesterol total e de LDL colesterol (ruim), além de aumentar as de HDL colesterol (bom). Os benefícios da linhaça se potencializam quando a semente é moída ou triturada, já que sua casca é resistente à ação do suco gástrico e passa sem sofrer digestão no trato gastrointestinal.

Soja: além de ajudar a controlar problemas hormonais para as mulheres que estão na menopausa, a soja é uma excelente opção para quem quer proteger o coração. “Ela ajuda a diminuir o colesterol ruim (LDL), aumenta o colesterol bom (HDL) e fortalece o organismo de infecções”, finaliza Adriana Junqueira.

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Falta de atividade física pode matar, alerta especialista

Embora nunca tenha se falado tanto sobre vida saudável como hoje, é contraditório o aumento do número de pessoas sedentárias, que não gastam o que consomem. Em 2004, o sedentarismo era o quarto fator de risco e hoje é o segundo, perdendo apenas para a hipertensão arterial.

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‘Isso acontece porque não há uma percepção de que o sedentarismo mata. Para as pessoas, o que mata é a hipertensão, o diabetes e o câncer’, afirma a médica Sandra Matsudo, do Centro de Estudos do Laboratório de Aptidão Física de São Caetano do Sul (Celafiscs).

Nos tempos atuais, gasta-se uma caloria a cada sete consumidas. Na Era Paleolítica, essa relação era de uma gasta a cada três consumidas.

‘Acredito no equilíbrio. As pessoas têm que buscar o seu balanço energético, ou seja, gastar o que consomem. Não tem mágica para isso, é uma simples soma’, resume ela.

Segundo a especialista, o estilo de vida é responsável por 50% das causas das principais doenças que mais matam, como infarto, AVC e câncer.

‘Temos 50% de chance de evitar essas doenças. Basta optar por mudanças de hábitos que incluam atividades físicas’, avalia.

A recomendação é de pelo menos 30 minutos de atividade física moderada, de forma contínua ou acumulada – duas sessões de 15 minutos ou três sessões de 10 – pelo menos cinco vezes por semana.

‘Essa rotina diminui em 84% os riscos de infarto e em 36% os casos de câncer, além de reduzir os riscos cardiovasculares e de hipertensão, mesmo no caso de fumantes’, ressalta.

A má notícia é que mesmo quem faz atividade física regularmente deve se preocupar com o tempo que permanece sentado ao longo do dia. Dados recentes mostram que esses casos apresentam um aumento de 40% nos fatores de risco de doenças cardiovasculares.

Segundo uma pesquisa, uma média de seis horas todos os dias sentado em frente ao computador ou à TV corresponde a cinco anos a menos de expectativa de vida. ‘A orientação é se movimentar por 10 minutos a cada uma hora sentado. Atender ao telefone andando ou colocar o notebook numa mesa mais alta para digitar em pé são boas dicas para quem trabalha em escritório’, sugere.

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O papel do Exercício na Doença de Parkinson

As últimas duas décadas foram de um grande crescimento  nas pesquisas e no interesse clínico em relação à prática de exercícios como tratamento para problemas de mobilidade em pessoas com Doença de Parkinson. Os estudos mostraram que os exercícios físicos podem reverter ou minimizar o declínio físico no processo do envelhecimento, e essas conclusões podem ser estendidas para indivíduos com doenças neurológicas, principalmente a Doença de Parkinson.

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Os exercícios tem o potencial de ajudar tanto nos problemas motores (como marcha, equilíbrio e força), não-motores (depressão, apatia, fadiga e constipação intestinal) bem como nas complicações secundárias da imobilidade (doença cardiovascular e osteoporose).

A prática regular de atividade física pode ser preventiva para indivíduos sem o diagnóstico da doença e também pode atrasar o aparecimento dos sintomas parkinsonianos naqueles indivíduos com o diagnóstico. Hoje se sabe que a associação dos exercícios físicos com os medicamentos é melhor do que apenas o tratamento medicamentoso isolado.

E quais exercícios podem ser realizados?

  • Exercícios para melhora da marcha e do equilíbrio: Mais da metade dos indivíduos com doença de Parkinson vão evoluir com quedas recorrentes no ano. Alguns fatores como congelamento da marcha, fraqueza muscular e dificuldade no equilíbrio podem ser causadores de quedas. Nesse sentido, treino de marcha, de equilíbrio e fortalecimento muscular tem mostrado impacto positivo.

Estudos mostraram que pacientes que realizaram reabilitação com fortalecimento muscular associado a treino de equilíbrio tiveram maior benefício quando comparados com aqueles que fizeram apenas exercícios de equilíbrio.

A dificuldade da marcha é considerada um dos fatores mais incapacitantes da doença. Dessa forma, o treino de marcha na esteira tem trazido bons resultados, pois favorecem um padrão de marcha mais estável e dinâmico. O treinamento na esteira pode ser realizado em associação com a fisioterapia, aumentando a velocidade e melhorando o ritmo da marcha, bem como a qualidade de vida dos indivíduos com doença de Parkinson.

  • Exercícios para melhora da força e da flexibilidade: indivíduos com doença de Parkinson apresentam com frequência fraqueza nas pernas, que pode levar à dificuldade na marcha, instabilidade postural e risco aumentado de quedas. Treinamento para melhorar o fortalecimento da musculatura dos membros inferiores resulta em aumento da força muscular e, consequentemente, a marcha e a capacidade para mudar de posição, como passar de sentado para de pé e andar, também apresentam melhora.

Indivíduos com doença de Parkinson apresentam flexibilidade reduzida, principalmente do tronco e pescoço, adotando uma postura fletida. Com isso o equilíbrio pode ser prejudicado, assim como a realização de atividades do dia-a-dia que necessitem de tal mobilidade. Para melhorar a flexibilidade estão indicados exercícios específicos para aumento da mobilidade do tronco, relaxamento da musculatura e treinamento postural, trazendo bons resultados para o desempenho físico.

  • Exercícios para melhora do condicionamento aeróbico: pessoas com doença de Parkinson apresentam função cardiopulmonar reduzida. Exercícios aeróbicos, por meio de caminhada ou treinamento na esteira, mostraram benefício na marcha e na qualidade de vida. E com qual frequência esses exercícios devem ser realizados?

Não existe uma regra padrão, pois a indicação da atividade e de sua frequência varia de pessoa para pessoa. Porém, com base nos diversos estudos já realizados, é recomendado que treinamento aeróbico seja feito pelo menos 5 vezes por semana com duração de 30 minutos se intensidade moderada, ou pelo menos 3 vezes por semana com duração de 20 minutos se a intensidade do exercício for elevada.

fortalecimento muscular e exercícios para flexibilidade devem ser realizados pelo menos 2 vezes por semana, com a realização de 8 a 10 exercícios para aumento da força e pelo menos 10 minutos de técnicas de alongamento cada vez.

Em relação ao treinamento para equilíbrio, esse deve ser ajustado em relação às queixas do indivíduo e ao estágio da doença de Parkinson no qual se encontra.

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5 maneiras de melhorar o trabalho em equipe

Embora se diga que trabalhos realizados em equipe alcançam mais resultados, em muitos casos os problemas são tantos que seria melhor se cada um dos integrantes trabalhasse sozinho.

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Mas em um mercado de trabalho como o atual o trabalho em equipe é cada dia mais valorizado. Então como é possível ter um bom time de trabalho sem nenhum problema? Veja 5 maneiras simples de melhorar o trabalho em equipe:

Como melhorar o trabalho em equipe: 1. Novas e velhas amizades

Times que misturam velhos companheiros de trabalho com novos integrantes são os que mais rendem. Isso acontece porque, embora os funcionários que já trabalham juntos há muito tempo conheçam os hábitos de trabalho uns dos outros, eles também estão dispostos a ensinar esse método para os “novatos”. Isso faz com que o time se sinta integrado, melhorando o rendimento.

Como melhorar o trabalho em equipe: 2. Times mistos

Times que tenham integrantes do sexo masculino e do sexo feminino funcionam melhor porque apresentam habilidades sociais mais variadas. É muito importante que o grupo esteja capacitado para resolver os mais diversos problemas, por isso é importante manter os dois sexos na equipe. Mulheres, por exemplo, são mais eficientes ao resolver problemas ligados a sentimentos e emoções, enquanto homens têm mais facilidade com problemas técnicos.

Como melhorar o trabalho em equipe: 3. Equilíbrio nas interações

Ninguém disse que uma equipe ideal é aquela que não tem desavenças. Ao contrário, discordar dos membros do seu time pode ser muito saudável. No entanto, isso não significa que você deve encarnar o personagem “do contra” na sua equipe. Procure manter o equilíbrio e não discordar apenas por discordar. Reveja os argumentos da discussão antes de formar uma opinião própria.

Como melhorar o trabalho em equipe: 4. Confiança

Grupos de trabalho só funcionam bem se não houver desconfiança entre seus integrantes. É muito importante saber que você pode contar com os membros da sua equipe para qualquer tipo de problema. Por isso, não exija confiança sem ser uma pessoa confiável. Procure mostrar aos seus colegas de trabalho que você está disponível para ajudar em qualquer tipo de trabalho.

Como melhorar o trabalho em equipe: 5. Respeito

O fator mais importante para determinar o sucesso de uma equipe é o respeito. Isso não significa exigir que seus companheiros aceitem as suas sugestões, e sim mostrar para eles que você também está aberto a receber não só sugestões como críticas. Entenda a maneira de trabalho dos seus colegas antes de julgá-los ou criticá-los e procure entender quais são as motivações deles.

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Vídeo: Equilíbrio entre Vida Profissional e Vida Pessoal

Nigel Marsh fala em Convenção em Sydney sobre como pequenas atitudes podem fazer diferença na maneira que lidamos com o equilíbrio de vida.

Mensagem de Final de Semana

Saúde Circense!

Das lonas coloridas às academias! As aulas de circo, cada vez mais populares, são ideais para aqueles que não pretendem se destacar no picadeiro, mas querem deixar o corpo e a mente em ordem, sem recorrer aos aparelhos tradicionais de musculação.

Fazer manobras pendurado em um tecido, arriscar o equilíbrio no trapézio e saltitar sobre uma cama elástica são exercícios muito divertidos! Além de renderem músculos definidos, essa atividade colabora para uma vida com mais disposição, bem-estar e um corpo com mais flexibilidade para encarar o dia-a-dia. As aulas de circo espalham-se cada vez mais pelas academias do Brasil e atraem número crescente de adeptos. As atividades circenses, longe de serem monótonas, levam vantagem sobre os exercícios convencionais das academias, pois trabalham a flexibilidade, o equilíbrio, a coordenação motora, a postura e a concentração. Sem contar que o gasto calórico é alto e os músculos extremamente exigidos.

Os exercícios circenses também merecem aplausos porque proporcionam maior consciência corporal, indispensável para quem desejar viver bem! Existem 6 atividades mais aplicadas nas academias nacionais: a lira, o tecido, monociclo, trapézio, malabares e solo. O que está esperando? Pratique aulas circenses! Fortaleça sua saúde e músculos, com um pé nas costas!

Postado por Edson Fabrício

Turbine o sistema imunológico através da alimentação!

Certos alimentos, incluindo maçãs, nutrientes, minerais e compostos orgânicos podem turbinar seu sistema imunológico contra doenças oportunistas. Ao inserir em sua dieta diária os alimentos a seguir, você poderá se ver livre das consultas médicas indesejadas e dos desagradáveis resfriados e gripes, seja qual for a estação do ano.

Alho
Os soldados romanos costumavam ingerir grandes quantidades de alho antes das batalhas. Ele acreditavam que a planta tinha em sua composição substâncias como “coragem” e “força heróica”. Bem, o alho pode não dar superpoderes, mas ajuda o sistema imunológico a criar defesas poderosas contra infecções bacterianas, virais e provenientes de fungos.

De acordo com estudos recentes, pessoas que possuem o hábito de ingerir grandes quantidades de alho diariamente, possuem um organismo mais forte contra infecções oportunistas e se curam mais rápido de resfriados e gripes. É importante ressaltar que a melhor maneira de ingerir alho é no formato de pasta ou moído, pois nesse estado, nosso organismo consegue absorver com mais eficácia todas as substâncias benéficas da planta.

Cenoura
Nunca assistimos um episódio em que o Pernalonga se encontra com gripe ou resfriado não é mesmo? Isso porque as cenouras, sua alimentação favorita, contém grandes quantidades de betacaroteno, um poderoso nutriente que fortalece nosso organismo contra vários tipos de infecções! Estudos recentes também avaliam sobre a capacidade anti-câncer da cenoura, que aparentemente pode diminuir o risco de alguns cânceres em até 3 vezes!

Para aproveitarmos todos os benefícios desse vegetal, devemos ingeri-lo cru e fresco.

Iogurte
Ingerir bactérias ainda vivas pode não parecer a melhor maneira de permanecer saudável, mas, ao contrário do que podemos imaginar, nosso corpo necessita sim de certas bactérias nesse estado para seu perfeito funcionamento. Lactobacilos por exemplo são bactérias vivas que auxiliam no funcionamento do sistema digestivo, pois produzem acido láctico, que ajudam no processamento de compostos mais difíceis de nosso organismo digerir e o transformam em energia!

São graças a substâncias como os Lactobacilos que, nosso organismo consegue absorver da maneira correta substâncias e compostos nutritivos que combatem bactérias “malvadas” como a salmonela, desinteria e diarréia. Portanto, opte sempre por consumir iogurtes light, que apresentem bactérias vivas (como o yakult, chamito, entre outros) e procure ingerir diariamente um copo americano.

Farmácia Natural
Procure evitar tomar remédios, suplementos ou antibióticos para manter-se saudável – seu corpo foi construído para absorver as propriedades medicinais encontrados nos alimentos. Para manter um sistema imunológico forte e saudável procure sempre deixar seu prato o mais colorido possível com frutas e vegetais. Aliando uma alimentação saudável a pratica regular de exercícios o seu organismo irá produzir substâncias benéficas a sua saúde e eliminar toxinas do seu corpo, sua saúde com certeza irá agradecer com muita leveza, bem-estar e qualidade de vida!

Postado por Edson Fabrício
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Fonte: RevolutionHealth.com / Revista Vida Simples
Imagens: reprodução

Falhas na memória? Saiba como evitar!

Postado por Edson Fabrício
Siga o Blog VMO no twitter: @vivamelhor
Fonte: Folha de São Paulo – suplemento Equilíbrio

Salmão e maçã podem deter avanço da degeneração macular

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Um estudo realizado nos Estados Unidos e publicado no “British Journal of Ophthalmology” concluiu que uma dieta rica em ômega 3 -ácido graxo encontrado em peixes gordurosos como o salmão- e em alimentos com baixo índice glicêmico, como a maçã e o pão integral, pode reduzir a progressão da degeneração macular relacionada à idade e até mesmo deter o avanço da doença, nas formas exsudativa ou seca.

A pesquisa, multicêntrica e controlada, acompanhou cerca de 3.000 voluntários por um período de oito anos.

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Trabalhos anteriores já haviam comprovado que a suplementação vitamínica com antioxidantes adia o aparecimento da degeneração macular relacionada à idade e retarda sua evolução depois de instalada.

Agora, a nova pesquisa concluiu que a suplementação é ainda mais efetiva quando associada à ingestão de alimentos que são fonte de ômega 3 e que têm baixo índice glicêmico…clique aqui para ler a matéria na íntegra.

Fotos: reprodução
Fonte: Folha Online – Equilíbrio


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