Posts Tagged 'Ansiedade'

Já ouviu falar no SII?

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SII – Síndrome do Intestino Irritável é um termo associado a um conjunto de sintomas, conforme listado abaixo:

  • Dor abdominal
  • Estufamento
  • Constipação (intestino preso)
  • Diarréia

Não se trata de um defeito ou desordem física ou química identificável. Não há uma doença orgânica detectável.

A SII é uma desordem funcional do intestino, mais comum em mulheres e mais frequente em momentos de stress emocional. Geralmente, tem início na adolescência.

Sangramento, febre, perda de peso e dor abdominal persistente e contínua NÃO são sintomas da Síndrome e indicam outros problemas que precisam ser investigados.

Influência dos Alimentos nos Sintomas da SII

É muito importante que se tenha atenção na escolha dos alimentos e observe a forma como seu organismo reage à ingestão destes. Siga sempre orientações médicas e não deixe de consultar um especialista para orientação alimentar personalizada com objetivo de controlar o problema.

Causas do SII

Ninguém sabe o que leva uma pessoa a ter SII. Há estudos que mostram que o intestino dessas pessoas tem uma sensibilidade aumentada de acordo com estímulos provocados por alguns tipos de alimentos e emoções (ansiedade/estresse).

Seguem alguns fatores abaixo que podem estar ligados a piora dos sintomas:

  • Refeições volumosas
  • Grande quantidade de gases no intestino grosso
  • Medicamentos
  • Trigo, centeio, cevada, aveia, cereais, chocolate, leite e derivados
  • Álcool e bebidas com cafeína (café, chá e coca-cola)
  • Estresse, ansiedade

Pesquisas apontam que mulheres com SII apresentam exacerbação dos sintomas no período menstrual, sugerindo relação com os hormônios femininos.

Se há suspeitas de SII, procure um médico de sua confiança para mais informações e siga suas orientações.

Informações parciais da fonte:

http://www.fbg.org.br/Conteudo/197/0/SÃ%C2%ADndrome-do-Intestino-Irritável-(SII)-

Imagem modificada: Freepik

Respire!

Pixabay Homem Respirando

Hoje é Dia Internacional da Felicidade. Alguns dizem que a felicidade é uma escolha que independe de fatores externos enquanto outros acreditam que o dinheiro não compra mas manda buscar. As alternativas são diversas porque somos controversos. Mas todos temos algo em comum: respiramos para viver.

E não é exagero dizer que nossa felicidade depende da respiração.

Oxigenar o corpo de forma eficiente, traz os seguintes benefícios:

  • O coração passa a funcionar melhor
  • Os nutrientes são mais bem aproveitados pelo corpo
  • Melhora a forma de reagir às situações adversas

Sabe aquele velho conselho de contar até dez, quando algo está irritando-o profundamente ou tudo parece perdido? Pois leve à sério. A ação de contar até dez enquanto respira, pode fazê-lo encontrar soluções melhores, mais maduras e eficazes.

Ao respirarmos com consciência, tiramos comportamentos automáticos e isto já auxilia no tratamento da depressão, no controle da ansiedade e do pânico. O nervosismo leva o indivíduo a respirar de forma ineficiente o que pode acarretar em tontura e mal-estar, portanto, em situações adversas, respire e concentre-se nisso.

Segundo especialistas, movimentos curtos e rápidos de inspiração e expiração podem levar a taquicardia e aumento da pressão arterial. Os receptores que controlam a respiração (quimiorreceptores) e os que regulam a frequência cardíaca e a pressão (barorreceptores) se comunicam no sistema nervoso central. Por esse motivo, quando a entrada e a saída de ar é feita de maneira errada, os dois são influenciados.

Há pesquisas que relacionam o transtorno de pânico à ocorrência de asma, evidenciando a conexão da respiração com o medo e a ansiedade.

Portanto, respire, preste atenção na sua respiração e, depois de alguns minutos, continue sua jornada.

Fontes:

http://extra.globo.com/noticias/saude-e-ciencia/respiracao-pode-ser-chave-para-felicidade-13232918.html

http://g1.globo.com/mundo/noticia/2012/06/onu-institui-20-de-marco-como-o-dia-internacional-da-felicidade.html

http://www.psicologia.pt/artigos/textos/A0965.pdf

 

Saúde Mental: Fobias

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Medo ou fobia?

O medo é uma reação psicológica e fisiológica em resposta a uma possível situação de perigo. O medo nos prepara para enfrentar o perigo: o cérebro libera mais substâncias, o coração manda mais sangue, a mente fica em estado de alerta, os músculos ficam enrijecidos e a força física aumenta substancialmente.

A fobia é o medo desproporcional frente ao perigo real, capaz de imobilizar as pessoas, comprometendo sua qualidade de vida. 

Psicanalistas acreditam que as fobias tem origem comum e que, geralmente, as causas estão em situações vividas na infância. Como por exemplo: o medo de altura pode estar relacionado à insegurança do bebê ao dar seus primeiros passos. A fobia de sair à rua estaria relacionado ao medo da criança se perder dos pais.

Na opinião de psicólogos, a fobia pode surgir de 3 maneiras:

1- Por ouvir histórias ruins que fazem a pessoa ficar traumatizada com a situação.
2 – Por associação. Exemplo: A pessoa está ansiosa em um dia horrível, entra em um elevador e o associa ao momento ruim.
3 – Por ter passado pela experiência traumática com o objeto/situação de sua fobia.

Alguns tipos de fobia:

1. Agorafobia: medo de espaços abertos, da presença de multidões, da dificuldade de escapar rapidamente para um local seguro (em geral a própria casa). Muitas pessoas referem um medo aterrorizante de se sentirem mal e serem abandonadas sem socorro em público.

2. Fobia social: medo de se expor a outras pessoas que se encontram em grupos pequenos. Muitas vezes elas são restritas a uma situação, como por exemplo, comer ou falar em publico, assinar um cheque na presença de outras pessoas ou encontrar-se com alguém do sexo oposto. Muitas pessoas apresentam também baixa auto-estima e medo de criticas. Em casos extremos pode isolar-se completamente do convívio social.

3. Fobias especificas (ou isoladas): fobias restritas a uma situação ou objeto altamente específicos, tais como, animais inofensivos (zoofobia), altura (acrofobia), trovões e relâmpagos (astrofobia), voar, espaços fechados (claustrofobia), doenças (nosofobia), dentista, sangue, entre outros. A incapacitação da pessoa no dia a dia depende do tipo de fobia e de quão fácil é evitar a situação fóbica.

Dicas de prevenção

Procure ajuda de um profissional (médico, psicólogo, psicoterapeuta ou psiquiatra):

  • se você ou alguém próximo apresentar medo excessivo para vivenciar situações sociais;
  • se a ansiedade atrapalha sua vida ou se você notar que está interferindo na qualidade de vida de outra pessoa, afetando as atividades diárias.

Além disso, caso se sinta sozinho, avalie se este sentimento persiste mesmo quando está entre familiares e amigos próximos. A solidão pode estar associada à fobia social e pode levar à depressão. Portanto, confira as dicas abaixo para garantir seu bem estar:

  • Reconheça a solidão e entenda que é um sinal para fazer algo diferente do que você tem feito;
  • Tente interagir com os outros de forma positiva, incluindo alimentar-se com comidas saudáveis, praticar exercícios físicos e expor-se ao ar fresco;
  • Mostre linguagem corporal positiva e tente se interessar pelo que os outros falam;
  • Consulte um terapeuta ou converse com alguém de confiança. Não deixe o que faz mal consumir você.

 

 

Fontes:

http://www.minhavida.com.br/saude/temas/fobia

http://www.minhavida.com.br/saude/temas/fobia

http://revistagalileu.globo.com/Ciencia/noticia/2016/08/ter-uma-agenda-faz-bem-para-sua-saude-mental.html

Benefícios do Esporte

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Praticar esportes, realizar alongamentos, pode proporcionar muito mais que um corpo bonito. Os benefícios são de amplo espectro. Confira-os a seguir:
Promove o convívio social
O esporte também é uma oportunidade para fazer novos amigos.
Melhora a autoestima
A sensação de deixar o corpo mais saudável e forte, influencia na forma como você se vê no espelho. As conquistas do esporte também proporcionam muita confiança, interferindo de forma positiva na autoestima.
Aumenta a disposição
O exercício cansa fisicamente durante sua realização. Porém, nas demais horas, o efeito é inverso: ganhamos mais disposição para o trabalho e lazer.
Durante atividades físicas, o cérebro libera endorfina, conhecida como o hormônio do bem estar, por proporcionar a sensação de euforia e prazer.
Controla a ansiedade
A concentração no treino ajuda a tirar o foco das situações que geram ansiedade.
Melhora a memória
Praticar esportes, dança, pode favorecer o bombeamento de sangue para o cérebro e outras partes do corpo, além de estimular a criação de novas sinapses e aumentar a capacidade de comunicação entre as células nervosas, deixando o raciocínio mais rápido e melhorando a memória.
Melhora o humor
Previne a depressão
Exercícios físicos aumentam os níveis de serotonina e dopamina, hormônios responsáveis por melhorar o humor.
Ao conseguir ânimo para se exercitar, a pessoa pode superar dificuldade psíquicas como a depressão.
Melhora o sono
30 minutos de atividades físicas podem fazer com que durma melhor ou com mais facilidade. Noites mal dormidas podem levar a problemas como cansaço durante o dia, redução de memória e depressão.
O ideal seria realizar os exercícios, no mínimo, 4 horas antes de dormir, pois a elevação da temperatura corporal pode dificultar o sono.
Informações parciais da fonte:
Imagem: <a href=”http://www.freepik.com/free-photos-vectors/people”>People photograph designed by Pressfoto – Freepik.com</a>

TABAGISMO: Procure Ajuda Profissional

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Sociedade vive na “era do botão” e foge de exercícios físicos

No dia em que se comemora o Dia Mundial da Atividade Física (05/04), o especialista em medicina do esporte e técnico da seleção brasileira paralímpica de natação de jovens, Adalberto Souza, alerta para a falta de costume das pessoas em fazer exercícios. No Brasil, 70% da população não realiza nenhum tipo de atividade física.

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— Nós estamos na chamada “era do botão”, pois existe botão para tudo, para ligar e desligar a televisão, para usar o telefone, para chamar o elevador para até ao andar onde mora e hoje já existe no mercado imobiliário, condomínios com garagem anexa à sala dos apartamentos. Isso faz com que a pessoa não realize movimentos, o que pode deixá-la sedentária.

Segundo o professor, quem permanece nestas condições, pode vir a ter doenças, muitas vezes, até graves.

— O potencial de morte prematura por problemas cardiovasculares, diabetes, câncer de cólon, obesidade, problemas nas articulações, colesterol e triglicérides fora dos níveis ideais. Como resultado dessa somatória de doenças surgem a ansiedade, depressão e baixa auto-estima.

A atividade física tem papel fundamental na vida das pessoas, pois além de reduzir ou adiar o aparecimento dos problemas citados anteriormente, ele aumenta a produção de cálcio fortalecendo os ossos e músculos, combate a osteoporose (perda de massa óssea), aumenta a qualidade do sono e da mente, conforme explicação do especialista. Além do que, se movimentar periodicamente, melhora o sistema cardiorrespiratório, fortalece o coração, ossos e músculos. Além disso, ela é indicada para qualquer idade.

— Após os 30 anos,o declínio muscular acentua-se e, aos 50 anos, a perda de massa muscular pode chegar a 30% nas mulheres e 17% nos homens. Por isso, quanto mais velho, mais será necessário adquirir o hábito de se exercitar.

Escolha o que mais gosta

Antes de iniciar qualquer atividade física, o professor Souza recomenda que a pessoa seja submetida a uma avaliação médica.

— É preciso que o indivíduo respeite as orientações e tenha consciência do que faz bem ou não ao seu corpo.

Se a pessoa optar em ir à academia, os exercícios aeróbicos e musculares devem ser feitos de duas a três vezes por semana. Caso não tenha preferência por essa opção, há uma série de atividades que podem ser realizadas no dia a dia para evitar o sedentarismo.

— Realize atividades domésticas (varra o chão, limpe as janelas, arrume o quarto);

— Suba e desça as escadas do prédio onde mora;

— Vá a pé ao trabalho, à padaria, à faculdade;

— Caminhe durante uma hora ou divida o tempo da atividade (10 minutos de manhã, 30 minutos após o almoço, 20 minutos ao final do dia);

— Levante para ligar e desligar a televisão;

— Dê preferência para as escadas do metrô e não a rolante;

— No trabalho, alongue-se a cada 40 minutos para melhorar a postura; ande pelo escritório e evite ficar sentado várias horas seguidas;

O especialista ressalta que o exagero nos exercícios pode promover lesões precoces causando traumas psicólógicos e favorecendo o abandono às práticas físicas.

— A atividade física faz bem quando sua intensidade é moderada.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://noticias.r7.com/

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Evite os sete maiores erros no combate à Obesidade

Amanhã é o Dia Mundial de Combate à Obesidade, doença relacionada a muitas causas e, por isso mesmo, de tratamento lento e multidisciplinar. A obesidade pode estar ligada a distúrbios alimentares, ao sedentarismo, a disfunções hormonais e, por trás disso tudo ainda, à herança genética. Um time de educadores físicos, nutricionistas, psicólogos e endocrinologistas forma a melhor equipe para dar um fim nos quilos a mais.

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De acordo com o endocrinologista Amélio Godoy Matos, ex-presidente da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia (SBEM) e da Associação para o Estudo da Obesidade e da Síndrome Metabólica (ABESO), a maior parte dos tratamentos inclui um arsenal de remédios, já que são poucos os casos em que o paciente consegue reverter o problema apenas com disciplina. “Isso não significa, entretanto, que o uso de remédios dispense a adoção de hábitos saudáveis”, explica.

E está aí um dos principais nós relacionados ao controle de peso: muita gente acha que basta controlar a medicação para que os quilos comecem a desaparecer. “Quando isso não acontece, vem a frustração e o abandono das consultas”, aponta. O erro é comum, mas não o único. Se você já tentou emagrecer e não alcançou sua meta, veja os principais erros, apontados por especialistas, no tratamento da obesidade:

Ignorar as calorias totais da dieta

“A alimentação desequilibrada é um dos principais fatores relacionados à obesidade”, afirma a educadora física e doutoranda em nutrição Ana Dâmaso, coordenadora do Grupo de Estudo da Obesidade (GEO) da Unifesp. Segundo ela, quando este fator está associado ao excesso de peso, tona-se necessária a reeducação alimentar. Tudo começa estabelecendo um limite máximo de calorias que podem ser consumidas diariamente. “Uma pessoa acima do peso provavelmente ingere muito mais calorias do que seu metabolismo é capaz de queimar”, afirma a especialista. Para isso, procure um bom nutricionista que possa elaborar um cardápio individual.

Fazer escolhas pouco saudáveis à mesa

Bobagem ficar dentro das calorias previstas para o dia se os alimentos que você consome têm valor nutricional nulo. De acordo com a educadora física Ana, gorduras e açúcares são os grupos de alimentos mais presentes na alimentação do paciente com obesidade. Aprender a montar um prato colorido com muitas frutas, legumes e verduras, e uma parcela menor de carboidratos e proteínas, faz parte da reeducação alimentar. “Com o tempo, os pacientes percebem que não é preciso passar fome ou comer alimentos sem graça para perder peso”, explica.

Manter o sedentarismo

“Exercícios físicos são uma das principais estratégias terapêuticas não medicamentosas para combater a obesidade”, diz a educadora física Ana. Segundo a especialista, atualmente exercícios valem por remédio. O método mais eficaz para perder peso é combinar exercícios aeróbios, como a caminhada, com exercícios resistidos, com a musculação. “Juntos, eles não só combatem a obesidade, como ainda ajudam no controle da síndrome metabólica e da esteatose hepática não alcoólica (acúmulo de gordura no fígado)”, explica. Antes de iniciar o treino, procure um profissional para não realizar movimentos incorretos ou exagerar na dose, o que pode gerar lesões.

Perder o controle da ansiedade

A obesidade é uma doença multifatorial e, na maior parte dos casos, está ligada a disfunções emocionais. “Grande parte dos pacientes sofre de ansiedade, estresse e outros problemas que podem levar à compulsão alimentar, por exemplo”, afirma o endocrinologista Marcos Antonio Tambascia, professor da Unicamp. Por isso, incluir um terapeuta comportamental no tratamento da obesidade pode ser fundamental para alcançar o sucesso.

Adotar outros hábitos prejudiciais

“Principalmente pacientes que foram submetidos à cirurgia bariátrica são mais propensos a adotar outros hábitos prejudiciais para compensar o prazer que deixaram de ter por não poder comer compulsivamente”, afirma o endocrinologista Marcos. Segundo ele, é comum pacientes começarem a fumar e beber ao tentar seguir uma alimentação saudável. Por outro lado, alguns pacientes se sentem estimulados a mudar completamente de vida quando dão início ao tratamento da obesidade. Assim, começam a praticar exercícios, investem na reeducação alimentar e, de quebra, ainda adotam outros hábitos saudáveis como medida de prevenção da saúde.

Retomar os erros após a perda de peso

O paciente com tendência a ter obesidade não pode vacilar. Hábitos saudáveis adotados para perder peso devem ser mantidos mesmo após alcançar a meta. “Muitos pacientes acabam retomando os quilos perdidos porque deixam a disciplina de lado com o tempo”, diz o endocrinologista Marcos. Segundo ele, comer bem, praticar exercícios e fazer check-ups no médico regularmente deveriam ser regra na vida de todas as pessoas durante a vida inteira. No caso de pessoas com tendência a desenvolver a doença, entretanto, a medida se torna ainda mais relevante e não segui-la pode trazer consequências mais imediatas, como a desnutrição e a volta da obesidade.

Resistir a tratamentos mais agressivos

“A cirurgia bariátrica nunca é a primeira opção de tratamento para pessoas com obesidade”, afirma o endocrinologista Marcos. Mas indivíduos com índice de massa corpórea (IMC) maior do que 40 ou com IMC maior do que 30 e tendência a desenvolver doenças associadas à obesidade, como o diabetes, geralmente recebem indicação para a intervenção cirúrgica. Isso porque, neste caso, a necessidade de perder peso é imediata. Além disso, disciplina para mudar hábitos de vida nem sempre é o suficiente para vencer essa doença crônica. Por isso, o acompanhamento médico é fundamental.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://www.minhavida.com.br

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