Archive for the 'Clippings' Category



Grávidas, bebês e profissionais da saúde serão vacinados contra gripe

Data: 18/03/2011

Fonte: O Estado de São Paulo

Experiência com a pandemia de gripe suína leva o Ministério da Saúde a adicionar essas pessoas à campanha anual de imunização, ao lado de idosos e indígenas; serão 65 mil postos de vacinação e expectativa de imunizar 23,8 milhões de brasileiros

 

Gestantes, crianças de 6 meses a 2 anos e profissionais de saúde passam a integrar a partir deste ano a Campanha Nacional de Vacinação, ao lado de idosos e indígenas. A mudança, anunciada ontem pelo Ministério da Saúde, foi tomada com base na experiência da pandemia de gripe suína.

Na época, gestantes e crianças menores de 2 anos mostraram ser, ao lado dos idosos, os mais suscetíveis para desenvolver casos graves de infecção. Profissionais de saúde foram incluídos por razão semelhante. “Eles podem ser a porta de entrada do vírus quando tratam de crianças e idosos. Daí a necessidade da vacinação desse grupo”, afirmou o secretário de Vigilância em Saúde do ministério, Jarbas Barbosa. De acordo com a pasta, 75% das infecções respiratórias em idosos e menores de 2 anos ocorrem por vírus influenza.

A vacinação deste ano começa no dia 25 de abril e vai até 13 de maio. No primeiro sábado da campanha será realizado o Dia de Mobilização, quando postos de todo o País ficam abertos para vacinar o público-alvo da campanha. Neste ano, 65 mil postos de vacinação serão instalados.

A expectativa é imunizar 23,8 milhões de brasileiros. Pela primeira vez, parte das vacinas usadas na campanha será produzida pelo Instituto Butantã. Em 2011, foram adquiridos 33 milhões de doses, ao custo de R$ 229 milhões. A incorporação dos três novos grupos para vacinação contra gripe, de acordo com o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, é definitiva.

Região Norte. Nos próximos meses, outra mudança estratégica poderá ser definida: a alteração no calendário para vacinação na Região Norte do País. Alguns trabalhos demonstram que a população dessa região estaria mais vulnerável aos vírus circulantes no Hemisfério Norte. Além disso, o maior risco de aumento de casos de gripe naquela região seria nos primeiros meses do ano.

“Vamos aguardar a análise de vários trabalhos para verificar se a mudança é de fato necessária”, disse Barbosa. A expectativa é de que até julho a decisão seja tomada. “Mas, para este ano, o calendário está confirmado. O público-alvo, qualquer que seja a região em que mora, deverá procurar os postos entre 25 de abril e 13 de maio”, afirmou o secretário.

Três vírus. A vacina deste ano será feita com cepas dos três vírus que mais circularam no Hemisfério Sul em 2010, entre elas a do H1N1 (que causa a gripe suína). O ministro Padilha assegurou que a inclusão não está relacionada a um risco de retomada da infecção. “Esse foi um procedimento de rotina. Todos os anos são usadas para a vacina as cepas dos vírus mais comuns no inverno anterior”, explicou.

Para ficar imunizado contra a gripe, é preciso vacinação anual. Uma dose é suficiente. A exceção fica por conta das crianças com idade entre 6 meses e 2 anos. Esse grupo deve receber duas aplicações, com intervalo de 30 dias entre elas.

“A vacina é segura”, disse Barbosa. Apenas pessoas com alergia a ovo devem ficar longe do imunizante. Aqueles com problemas na produção de anticorpos, seja por problemas genéticos ou por uso de remédios, devem consultar o médico ou um centro de referência antes de se vacinar.

PARA LEMBRAR

Epidemia de gripe suína matou 18,4 mil

Os primeiros casos de gripe suína foram registrados em abril de 2009 nos EUA e no México. Duas semanas depois, havia doentes na Europa e na Ásia. A propagação do vírus H1N1 foi rápida e, em junho daquele ano, a Organização Mundial da Saúde (OMS) declarou que a gripe suína havia se tornado pandêmica. Governos se mobilizaram para comprar vacinas e antivirais e imagens de milhares de pessoas em fila à espera do imunizante rodaram o mundo. Em muitos países houve sobra de vacinas. Grupos farmacêuticos tiveram lucros milionários e a OMS foi acusada de espalhar pânico desnecessário. Estima-se que em um ano o H1N1 tenha matado 18,4 mil pessoas.

CAMPANHA

Quem será vacinado
Pessoas com 60 anos ou mais, população indígena, crianças com idades entre 6 meses e 2 anos, gestantes e profissionais de saúde.

Doses
Crianças entre 6 meses a 2 anos devem tomar duas doses da vacina, com intervalo de 30 dias entre cada aplicação. Os demais grupos receberão apenas uma dose.

Duração da campanha
De 25 de abril a 13 de maio. No dia 30 de abrir ocorrerá o Dia de Mobilização Nacional.

Contraindicação
Pessoas com alergia a ovos não devem tomar a vacina. Pessoas com deficiência na produção de anticorpos devem consultar o médico antes de tomar a vacina.

Nova droga será testada contra tumor cerebral

Data: 15/03/2011

Fonte: Folha de São Paulo

O Ministério da Saúde anunciou ontem que pacientes do Hospital Federal de Ipanema, no Rio, vão participar de testes de um remédio contra o glioma, tumor cerebral agressivo.
Os pacientes começam a receber a droga, desenvolvida pela Universidade Federal Fluminense, até o fim do mês. Testes iniciais mostram que o remédio pode aumentar a sobrevida em até um ano, segundo o ministério. A pesquisa também envolve testes nas células cancerosas para acompanhar a evolução do tumor.

Paciente sem remédio deve acionar a Justiça

Data: 15/03/2011

Fonte: O Estado de São Paulo

Maioria das decisões é favorável ao doente, diz advogado. Pessoas com linfoma não recebem medicamento há 6 meses

 

Pacientes com linfoma que deixaram de receber o Rituximabe (Mabthera) devem entrar na Justiça. Segundo o advogado Julius Conforti, especializado na área de saúde, a maioria das decisões é favorável ao paciente. “O Poder Judiciário é muito sensível a essas questões e ações que envolvem tratamento médico costumam ter prioridade”, afirma. O Estado revelou, na edição de ontem, que pacientes de São Paulo não recebem o remédio há seis meses.
Quando a documentação que prova que o paciente necessita do medicamento está em ordem, a resposta da Justiça pode sair em até 48 horas, segundo Conforti. Há, porém, ações que tramitam por até dois meses.

O Rituximabe é de alto custo, cerca de R$ 40 mil por mês. O fornecimento era feito pela Secretaria de Estado da Saúde até o ano passado. Em agosto, porém, por meio de uma portaria da Secretaria de Atenção à Saúde, a responsabilidade passou a ser do Ministério da Saúde. Com isso, um grupo de pacientes passou a não mais se enquadrar nos critérios para obtê-lo.

O secretário de Atenção à Saúde do Ministério da Saúde, Helvécio Miranda, classificou como “estranha” a reclamação feita por médicos de falta de Rituximabe. “Todas as mudanças na área de tratamento de câncer foram longamente discutidas com secretários de Saúde, reuniões foram feitas e comunicados foram enviados. Essa queixa é bastante esquisita.”

Miranda diz que, se ocorreram falhas, elas foram pontuais. “As informações sobre o processo foram fartas. Tudo foi feito de forma a não prejudicar pacientes.”

PARA ENTENDER

O linfoma é uma doença que ataca os linfonodos ou gânglios linfáticos, que fazem parte do sistema imunológico. Há dois grupos de linfoma: o linfoma de Hodgkin (LH) e linfoma não-Hodgkin (LNH). Os LNH, por sua vez, podem ser do subtipo agressivo ou indolente.

São os portadores do tipo indolente que estão sendo afetados pela mudança no fornecimento do remédio.
De acordo com dados do Instituto Nacional do Câncer (Inca), os casos de linfoma do tipo LNH duplicaram no Brasil nos últimos 25 anos.

CÂNCER DE PELE

Data: 03/03/2011

Fonte: Folha de São Paulo

Aparelho elimina a biópsia desnecessária.

Um equipamento comprado pela Santa Casa de São Paulo analisa com mais precisão tumores na pele e evitar biópsias desnecessárias.
O microscópio confocal, importado dos EUA, emite laser sobre a pele do paciente e permite que o médico visualize as células por um monitor.
O Hospital das Clínicas também já conta com o aparelho.
O procedimento não dura mais do que cinco minutos.
Segundo Marcus Maia, chefe do setor de oncologia cutânea da Santa Casa, a maior precisão dá ao médico a certeza de poder dispensar a biópsia -procedimento que exige anestesia e deixa cicatriz. Além disso, o aparelho pode ajudar o cirurgião a determinar a área exata a ser operada.

Casos de derrame cerebral aumentam entre os jovens

Data: 02/03/2011

Fonte: Folha de São Paulo

 

Internações de homens com até 34 anos cresceram 51% em 13 anos, nos EUA

No Brasil, números também saltaram; mais novos têm estilo de vida parecido com o dos idosos, dizem médicos

 

Casos de derrame aumentam entre os jovens, mostra levantamento dos Centros de Controle e Prevenção de Doenças, ligados ao Departamento de Saúde dos EUA.
Em pouco mais de uma década, houve crescimento de 51% nas internações por acidente vascular cerebral isquêmico entre homens de 15 a 34 anos. Nas mulheres dessa faixa, a alta foi de 17%.
Os pesquisadores acessaram dados sobre a internação de pacientes em cerca de mil hospitais americanos entre os anos de 1994 e 2007.
No Brasil, as doenças cerebrovasculares também tiveram aumento expressivo entre os jovens, segundo números do Datasus, banco de dados do Ministério da Saúde.
Entre 1998 e 2007, houve crescimento de 64% nas internações por AVC entre homens, e de 41% entre mulheres na faixa de 15 a 34 anos.
O AVC isquêmico representa cerca de 90% dos casos e é causado pela obstrução das artérias cerebrais.
Se não for contida a tempo, a doença pode lesionar áreas do cérebro e causar sequelas nos movimentos e em funções como a fala.
Só em 2007 houve um total de 7.599 internações por doenças cerebrovasculares no Brasil, nessa faixa etária.
Para a neurologista Sheila Martins, presidente da ONG Rede Brasil AVC, o aumento maior dos casos entre os brasileiros deve-se ao menor controle dos fatores de risco.

MAIS SAL
Hipertensão, diabetes e colesterol alto são fatores de risco de derrame.
“O AVC isquêmico é comum em idades mais avançadas, mas o jovem passa a ter os mesmos riscos se é mais sedentário e obeso”, diz o neurologista Luiz Alberto Bacheschi, presidente do Conselho Regional de Medicina de São Paulo.
“Pensam que é doença de velho, mas cada vez mais jovens chegam aos hospitais com perda de força nos membros, tonturas, sinais que antes só víamos entre pessoas de mais idade”, diz Martins.
O jovem, segundo ela, está ingerindo mais sal, bebendo mais álcool e comendo mal.
O uso de álcool e drogas pode causar lesões arteriais, tornando o adolescente e o jovem predispostos ao problema, diz Bacheschi.
O neurologista Santino Lacanna, da Unifesp, não descarta a possibilidade de que nos últimos anos os diagnósticos tenham ficado mais precisos, o que pode explicar parte do aumento dos casos.
Mas acrescenta que fatores como o estresse também podem ser uma hipótese válida.
“Com a competitividade, não dá para jogar o estresse pela janela, mas dá para controlar a alimentação e praticar exercícios físicos.”

SINAIS
Dor de cabeça, dificuldade para falar ou enxergar e dormência nos membros são sinais. “As pessoas não sabem reconhecê-los e demoram a chegar aos hospitais”, diz Sheila Martins.
Para Bacheschi, “faltam campanhas mostrando que o jovem está levando uma vida comparável à de um idoso”.

OMS: latinos devem combater obesidade

Data: 28/02/2011

Fonte: O Estado de São Paulo

 A diretora da Organização Mundial da Saúde (OMS), Margaret Chan, pediu aos governos que tomem medidas para combater a obesidade. A declaração foi dada na sexta-feira, no México, durante a Consulta Regional de Alto Nível das Américas contra as Doenças Crônicas Não Transmissíveis. Segundo ela, a obesidade de 43 milhões de crianças no mundo não é resultado de maus pais, mas de uma política de saúde ruim. O documento aprovado pelos 31 países presentes na reunião propõe um engajamento na luta contra a doença nos setores de educação, cultura, comércio e mídia.

Enxaqueca durante a infância aumenta risco de sobrepeso

Data: 28/02/2011

Fonte: Folha de São Paulo

 Meninas que sofrem com enxaquecas têm maior risco de engordar quando ficam adultas, segundo cientistas.
Uma pesquisa mostra que 40% das mulheres que têm enxaquecas na infância ganham ao menos dez quilos a partir dos 18 anos. Entre as que não sofrem com as dores de cabeça, 30% têm aumento de peso na fase adulta.
A enxaqueca já foi ligada à obesidade em outras pesquisas, mas os novos resultados, publicados na revista “Headache”, são os primeiros a ligar as dores na infância a ganho de peso posterior.
É possível que a dor, muitas vezes acompanhada por náusea e vômitos, mude a forma como as mulheres comem ou sua atividade física.
Foram analisados dados de mais de 3.700 mulheres, que informaram sobre seu peso e sua altura aos 18 anos e se tinham enxaqueca.

Poluição causa mais infarto que cocaína…

Data: 25/02/2011

Fonte: Folha de São Paulo

 

Estudo mostra que ar poluído das grandes cidades é um dos maiores gatilhos para ataques cardíacos

Conclusão é de uma revisão de 36 pesquisas envolvendo cerca de 700 mil pessoas expostas aos riscos
 

 

Respirar ar poluído causa mais ataques cardíacos que usar cocaína, segundo revisão de estudos envolvendo 700 mil pessoas, publicada ontem no “Lancet”.
O trabalho, feito pela Hasselt University, na Bélgica, cruzou fatores de risco para infarto e a exposição da população a esses fatores.
É por isso que a poluição ficou em primeiro lugar. Individualmente, aumenta apenas 2,9 vezes o risco de infarto, em comparação com a cocaína (23 vezes).
Mas, como a população toda é exposta à poluição, e apenas uma fração pequena usa a droga (0,04%), a poluição desencadeia muito mais infartos do que a cocaína.
O estudo também coloca em patamares semelhantes os riscos da poluição e de outros fatores mais conhecidos, como esforço físico e consumo de álcool e de café.
Para o médico epidemiologista Luiz Alberto Pereira, do Laboratório de Poluição Atmosférica da USP, é esse o mérito do estudo.
Segundo Pereira, a poluição não é valorizada como fator de risco e ainda há muito ceticismo a seu respeito.
“O estudo pode fazer com que os clínicos finalmente olhem para a poluição como fator de risco relevante para infarto. Não se pode mais menosprezar um risco de 7%, similar ao do álcool.”
Os gatilhos fazem a doença preexistente piorar ou se manifestar. No caso da poluição, a piora da qualidade do ar pode causar um infarto poucas horas depois da exposição em quem tem hipertensão ou problemas cardiovasculares.
Mas mesmo pessoas saudáveis podem sofrer dano e ter o risco de infarto aumentado ao longo do tempo, principalmente se morarem em cidades como São Paulo, diz o pneumologista Ubiratan de Paula Santos, do Instituto do Coração do Hospital das Clínicas de São Paulo.
Já aqueles que se protegem com medicamentos para pressão alta e se expõem menos aos riscos sofrem menos os efeitos dos gatilhos.

OUTROS FATORES
Ao todo, o trabalho revisou 36 pesquisas. A partir delas, foi feito um ranking de 13 fatores de risco que estimularam infartos uma hora ou dez dias depois do estímulo.
Alguns desses fatores são uso de maconha, emoções positivas e negativas, atividade sexual e refeições pesadas. O fumo passivo não foi incluído no estudo, mas os autores dizem que seus efeitos são similares aos da poluição ao ar livre, e há a evidência de que banir o fumo em lugares públicos reduziu as taxas de infarto em 17%.
O esforço físico, que pode proteger o coração se é feito com regularidade, é o segundo principal fator de risco, para quem é sedentário ou esportista de fim de semana.
Da mesma forma, o álcool, terceiro no ranking dos gatilhos, pode ser um fator de proteção quando consumido em pequenas quantidades.

Vigilância adia decisão sobre remédios para emagrecer…

Data: 24/02/2011

Fonte: Folha de São Paulo

Em audiência, médicos falaram contra proibição.Sob ataques dos médicos, a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) adiou a decisão sobre o veto a quatro emagrecedores: sibutramina, anfepramona, femproporex e mazindol.
Inicialmente, a agência havia informado que a decisão sairia até 1º de março.
Segundo o presidente do órgão, Dirceu Barbano, o motivo do adiamento é a quantidade de argumentos levantados por especialistas na audiência pública realizada sobre o tema, ontem. Ele não deu previsão de prazo.
Na reunião, representantes da Anvisa afirmaram que os emagrecedores trazem mais riscos que benefícios.
Endocrinologistas defenderam a necessidade da medicação em alguns casos.
A deputada federal Alice Portugal (PC do B-BA) prometeu convocar outra audiência sobre o tema, desta vez na Câmara.

Vacina antidengue pode chegar primeiro ao Brasil

Data: 22/02/2011

Fonte: O Estado de São Paulo

Executivos da empresa Sanofi Pasteur vêm ao País em março para tentar fechar acordo com o governo federal que antecipe a distribuição do imunizante

Noventa anos após iniciados os primeiros estudos, a vacina contra a dengue entra na fase final de preparação e o Brasil pode ser o primeiro país a recebê-la. Em março, executivos da empresa francesa Sanofi Pasteur desembarcarão em Brasília para propor ao governo federal um acordo para que o País tenha prioridade na distribuição do imunizante.
A corrida pelo Brasil não ocorre por acaso. Considerada uma vacina para atacar uma doença comum em países pobres, multinacionais buscam locais onde possam compensar seus investimentos. O Brasil, portanto, seria perfeito: no País a doença é endêmica e, ao contrário da África, possui recursos para a vacina.

Os testes da terceira fase do imunizante desenvolvido pela Sanofi serão iniciados neste ano, com 30 mil pessoas. O Brasil fará parte desses testes. Se a eficácia do produto for comprovada, o primeiro pedido de registro e autorização será feito em 2013. Para a Sanofi, a meta é a de ter o produto no mercado mundial já em 2015. “Caminhamos para o controle de mais uma doença. Para alguns países, isso será fundamental”, afirmou o vice-presidente da Sanofi, Michael Watson.

Prazos menores. No caso do Brasil, a empresa quer negociar prazos menores para permitir que a vacina chegue à população. “O que vamos propor ao Brasil é que, se houver um compromisso político e um processo mais acelerado de aprovação, o produto poderá estar à disposição antes de 2015”, disse Jean Lang, vice-presidente de pesquisa e chefe do programa de Dengue.

A Sanofi enfrenta um problema: o desenvolvimento de duas vacinas contra a dengue, uma por meio de uma parceria entre a multinacional GSK e a Fiocruz e outra, pelo Instituto Butantã. Por isso, a Sanofi quer propor que seu produto seja usado no Brasil enquanto o País não finalizar sua produção própria.

Segundo o Instituto Internacional de Vacinas, a Sanofi tem pelo menos quatro anos de avanço sobre os demais projetos.

Em um primeiro momento, nenhuma das empresas terá a capacidade de suprir todo o mercado. Em sua fábrica em Lyon, a Sanofi deve produzir 100 milhões de doses por ano – quantidade suficiente para vacinar apenas o Estado de São Paulo, já que cada pessoa precisa tomar três doses.


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