Posts Tagged 'Vacina'

Febre Amarela: Surto ou Epidemia?

pixabay-mosquito-719613_1920
Segundo o Portal Brasil, o último boletim epidemiológico sobre a febre amarela, em Minas Gerais, contabilizava 184 casos notificados da doença, com 65 óbitos, somente em 2017. A maioria dos casos ocorreu nas primeiras semanas de janeiro.

Para termos uma noção do aumento de casos, em todo o ano de 2016 foram apenas 7 casos confirmados da doença, 5 óbitos, segundo o Ministério da Saúde.

Epidemia ou Surto?
Surto, pois, de acordo com o Ministério da Saúde, o aumento do número de casos da doença acima do normal ocorre em regiões específicas, sem espalhamento. A epidemia se caracteriza quando um surto acontece em diversas regiões.

O que é a febre amarela?

Trata-se de uma doença infecciosa febril aguda, causada por um vírus transmitido por mosquitos, em áreas urbanas ou silvestres. A doença é comum em macacos que são os principais hospedeiros do vírus.
Em áreas florestais, o vetor da febre amarela é principalmente o mosquito Haemagogus e Sabethes.
No meio urbano, a transmissão ocorre através do mosquito Aedes aegypti (o mesmo da dengue, zika vírus e chikungunya).
A infecção ocorre em pessoas picadas por um mosquito infectado que nunca contraíram a febre amarela nem tomaram a vacina contra a doença.
Os macacos podem desenvolver a febre amarela silvestre de forma inaparente mas ter a quantidade de vírus suficiente para infectar mosquitos.

Uma pessoa não transmite a doença diretamente para outra.

Prevenção

– Evitar a disseminação do mosquito Aedes aegytpi: eliminando acúmulo de água parada em recipientes destampados;
– Evitar a picada do mosquito: fazendo uso de repelentes específicos, mosquiteiros e roupas que cubram todo o corpo;
– Vacinar-se contra a febre amarela, principalmente se for viajar para áreas com indícios da doença. Dirija-se à unidade de saúde mais próxima de sua residência.

Além das doses na primeira infância, o ministério recomenda vacinação imediata para todas as pessoas que vivem em áreas rurais nas regiões com risco da doença e nas cidades que vivem surto de febre amarela. Quem nunca recebeu imunização contra a doença também deve procurar um posto de saúde.

Consulte seu médico e informe-se sobre a vacina, idade adequada e doses necessárias.

Se for preciso viajar para áreas de risco, a recomendação é se imunizar com pelo menos 10 dias de antecedência.

Sinais e sintomas mais comuns da febre amarela
– Febre alta
– Cansaço intenso
– Dor de cabeça
– Dor muscular
– Náuseas e vômitos
– Pode ocorrer icterícia (olhos e peles amarelados)

O período de incubação da febre amarela varia entre 3 e 6 dias, em média, e o vírus permanece no corpo humano por até 7 dias. Os sintomas aparecem até 2 dias após a picada do mosquito contaminado.

 

Informações parciais das fontes:
http://www.brasil.gov.br/saude/2017/01/vacinas-reforcam-protecao-contra-febre-amarela
https://www.bio.fiocruz.br/index.php/febre-amarela-sintomas-transmissao-e-prevencao
http://portalsaude.saude.gov.br/index.php/o-ministerio/principal/leia-mais-o-ministerio/427-secretaria-svs/vigilancia-de-a-a-z/febre-amarela/l1-febre-amarela/10771-vacinacao-febre-amarela
https://g1.globo.com/bemestar/febre-amarela
http://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/2017/01/1854425-saiba-mais-sobre-a-febre-amarela-e-veja-como-se-proteger-da-doenca.shtml

Alimentos que fortalecem a imunidade

Bacterias Pixabay

Mantenha sempre a imunidade em alta para que seu corpo esteja pronto para reagir, principalmente, devido à ocorrência antecipada de gripes e o aumento alarmante de casos da Gripe H1N1, conhecida como Gripe Suína. Informe-se também sobre a campanha de vacinação, em seu estado, que deverá ocorrer ainda este mês.

Ter um estilo de vida saudável associado a uma alimentação balanceada é primordial para o desempenho do sistema imunológico, que atua contra agentes agressores como os vírus e as bactérias, causadores de diversas doenças.

Mesmo as pessoas que têm fatores genéticos que aumentem as chances de determinadas doenças podem também se beneficiar da mudança dos hábitos alimentares. Confira os sete grupos de alimentos que aumentam a imunidade:

Grupo 1

Laranja, limão, goiaba, melão, mamão e morango são fontes alimentares da vitamina C, a qual tem a propriedade antioxidante, ou seja, evita a oxidação das células do sistema imunológico. Isto significa que ao impedir a morte das células do sistema imunológico, permite ao organismo estar mais preparado quando exposto aos agentes agressores.

Grupo 2

Carne bovina, amêndoas e nozes, são alimentos que possuem zinco, que age no funcionamento de diferentes enzimas, as quais atuam na resposta imune aumentando a capacidade das células de defesa no combate às bactérias. É recomendado ingerir o suplemento de zinco, para a redução do quadro de infecção em idosos.

Grupo 3

Alho age melhorando a função das células do sistema imunológico, logo tornando resfriados e gripes menos graves.

Grupo 4

Cogumelos podem estimular a ação dos linfócitos (células do sistema imune) no organismo, de forma a fortalecer o sistema imunológico.

Grupo 5

Iogurte é portador de bactérias, as quais agem sobre mediadores da resposta inflamatória no organismo, assim pode ajudar a combater doenças inflamatórias do intestino.

Grupo 6

Peixes, castanha do Pará, algas e caju possuem as gorduras ômega 3 e ômega 6 que melhoram a resposta imunológica quando associadas a uma alimentação balanceada.

Grupo 7

Cenoura, manga, goiaba, ou vegetais e frutas nas cores amarela, laranja e vermelha ativam o sistema imunológico.

Lembrando que estas dicas não substituem orientações médicas.

Informações parciais da fonte: http://www.blogdasaude.com.br/saude-fisica/2013/09/18/20-alimentos-para-fortalecer-a-imunidade/

H1N1: Campanha de vacinação antecipada

Segundo o Ministério da Saúde, a campanha de vacinação contra influenza vai de 30/04 à 20/05.

Vacinação Flickr

Na rede pública, a vacinação contra influenza é destinada a alguns grupos prioritários:

  • crianças de 6 meses a 5 anos
  • gestantes
  • idosos
  • profissionais da saúde
  • povos indígenas
  • pessoas portadoras de doenças crônicas e outras doenças que comprometam a imunidade

A vacina da gripe é atualizada todos os anos para adequá-la aos vírus circulantes naquela estação e sua composição é definida pela Organização Mundial da Saúde (OMS).

Portanto, quem recebeu a vacina referente à 2015, deverá se vacinar novamente em 2016.

Em clínicas particulares, já está disponível a vacina trivalente contra influenza de 2016. Já a vacina tetravalente – que além de proteger contra o H1N1, o H3N2 e a Influenza B também protege contra uma segunda cepa da Influenza B – ainda está começando a ser distribuída.

As sociedades médicas recomendam a vacina para todas as pessoas a partir dos 6 meses de idade. E quanto mais cedo se vacinarem, melhor. Assim, quando o vírus circular com mais força, as pessoas já estarão imunizadas.

Informações parciais da fonte: http://g1.globo.com/bemestar/noticia/2016/03/h1n1-vacinacao-na-rede-publica-comeca-em-30-de-abril.html

 

Zika Vírus – Perguntas e Respostas

eritema_infeccioso07

1. O que é a febre por Vírus Zika?

Resposta: É uma doença viral autolimitada, via de regra, de evolução benigna, caracterizada pelo quadro clínico de febre, hiperemia conjuntival não pruriginosa e não purulenta, artralgia e exantema maculo-papular.

2. Qual a distribuição dessa doença?

Resposta: O Zika virus (ZIKAV) é um arbovírus do gênero Flavivírus, família Flaviviridae. Este vírus foi isolado pela primeira vez em 1947, a partir de amostras de macaco Rhesus utilizados como sentinelas para detecção de febre amarela, na floresta Zika em Uganda. Por este motivo a denominação do vírus. mO ZIKAV é endêmico no leste e oeste do continente Africano e registro de mcirculação esporádica na África (Nigéria, Tanzânia, Egito, África Central, Serra mLeoa, Gabão, Senegal, Costa do Marfim, Camarões, Etiópia, Quénia, Somália e Burkina Faso), Ásia (Malásia, India, Paquistão, Filipinas, Tailândia, Vietnã, mCamboja, Índia, Indonésia) e Oceania (Micronésia, Polinésia Francesa, Nova Caledônia/França e Ilhas Cook). Nas Américas, o Zika Vírus somente foi identificado na Ilha de Páscoa, território mdo Chile no oceano Pacífico, 3.500 km do continente, no início de 2014. Casos importados de Zika vírus foram descritos no Canadá, Alemanha, Itália, Japão, Estados Unidos e Austrália.

3. Como é transmitida?

Resposta: A principal via de transmissão é vetorial, por meio da picada de mosquitos Aedes aegypti e após um período de incubação (período entre a picada do mosquito e o início de sintomas) de cerca de aproximadamente 4 dias, o paciente poderá iniciar os primeiros sinais e sintomas.

4. Quais são os principais sinais e sintomas?

Resposta: A febre pelo vírus Zika é uma doença pouco conhecida e sua descrição está embasada em um número limitado de relatos de casos e
investigações de surtos. Com base nessas publicações, os sinais e sintomas incluem exantema maculopapular de início agudo (erupção cutânea com pontos brancos ou vermelhos) e pode ser acompanhado de febre, hiperemia conjuntival não purulenta e sem prurido, artralgia ou artrite, mialgia, cefaleia e dor nas costas. Com menor frequência, há relatos também de edema, dor de garganta, tosse, vômitos e hematospermia. Segundo a literatura, apenas 18% das pessoas apresentarão manifestações clínicas da doença.

5. Qual o prognóstico?

Resposta: Segundo os relatos disponíveis, não há registro de óbitos por esta doença. A doença é considerada benigna e autolimitada, com os sinais e
sintomas durando, em geral, de 2 a 7 dias.

6. Há tratamento ou vacina contra o Zika vírus?

Resposta: O tratamento é sintomático e baseado no uso de acetaminofeno (paracetamol) para febre e dor, conforme orientação médica. Não está indicado o uso de ácido acetilsalicílico e drogas anti-inflamatórias
devido ao risco aumentado de complicações hemorrágicas, como ocorre com a dengue. Orienta-se procurar o serviço de saúde para orientação adequada. Não há vacina contra o Zika vírus.

7. Quais as medidas de prevenção e controle?

Resposta: As medidas de prevenção e controle são semelhantes às da dengue e chikungunya. Não existem medidas de controle específicas direcionadas ao homem, uma vez que não se dispõe de nenhuma vacina ou drogas antivirais. Dessa forma, o controle está centrado na redução da densidade vetorial, comopor exemplo, mantendo o domicílio sempre limpo, eliminando os possíveis criadouros. Roupas que minimizem a exposição da pele durante o dia, quando os mosquitos são mais ativos, proporciona alguma proteção às picadas dos mosquitos e podem ser adotadas principalmente durante surtos. Repelentes podem ser aplicados na pele exposta ou nas roupas.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://www.blog.saude.gov.br/

Visite nosso site: http://www.vivamelhoronline.com.br

SUS oferta vacina contra HPV para meninas de 9 a 11 anos

Chegou a vez de as meninas de 9 a 11 anos tomarem a vacina contra o Papiloma Vírus Humano (HPV), usada na prevenção do câncer do colo do útero. A expectativa do Ministério da Saúde é a de vacinar 4,94 milhões de meninas em 2015. Junto com o grupo de adolescentes de 11 a 13 anos vacinadas no ano passado, essa pode ser a primeira geração praticamente livre do risco de morrer do câncer do colo do útero. A meta é vacinar, em parceria com as secretarias estaduais e municipais da saúde, 80% do público-alvo.

Cartaz_HPV_640x460mm

A novidade para este ano é a inclusão de 33,5 mil mulheres de 9 a 26 anos que vivem com HIV. Mais suscetível a complicações decorrentes do HPV, esse público tem probabilidade cinco vezes maior de desenvolver câncer no colo do útero do que a população em geral. A inclusão do grupo como prioritário para a prevenção segue recomendação da Organização Mundial da Saúde (OMS), do Comitê Técnico Assessor de Imunizações (CTAI) do Programa Nacional de Imunizações (PNI), em conformidade com o Departamento de DST/AIDS e Hepatites Virais.

“A vacina é extremamente segura, uma proteção para a vida. Além de proteger a menina, os estudos mostram que a comunidade também fica protegida. Por isso, devemos alertar os pais e responsáveis sobre a importância da vacina. A parceria com as escolas é fundamental nesse esforço do Ministério da Saúde. Precisamos contar com a colaboração dos pais e das escolas para conseguir alcançar a nossa meta e começar a escrever uma outra história no nosso país de enfrentamento à essa doença, que é o terceiro tipo de câncer que mais mata as mulheres no Brasil”, reforçou o ministro da Saúde, Arthur Chioro, durante o evento de lançamento da campanha, em Belo Horizonte, nesta segunda-feira (9/3).

A vacina está disponível desde o início de março nas 36 mil salas de vacinação espalhadas pelo país. Para este ano, o Ministério da Saúde recomenda aos estados e municípios que façam parcerias com as escolas públicas e privadas, repetindo a estratégia adotada na primeira dose da vacina, quando 100% do público estimado, de 4,95 milhões de meninas de 11 a 13, foi vacinado. Já a segunda dose, que teve o foco a administração apenas nos postos de saúde, alcançou 2,9 milhões de meninas, atingindo 58,7% do público-alvo.

“Com a introdução da vacina, podemos reduzir drasticamente os casos de câncer do colo do útero e a taxa de mortalidade. Com isso, poderemos ter a primeira geração de mulheres livre da doença. Para isso é importante que as meninas completem o esquema vacinal, tomando as três doses da vacina, conforme o calendário preconizado pelo Ministério da Saúde”, alertou Chioro.

ESQUEMA VACINAL – Para receber a dose, basta apresentar o cartão de vacinação e o documento de identificação. Cada adolescente deverá tomar três doses para completar a proteção. A segunda deve ser tomada seis meses depois, e a terceira, cinco anos após a primeira dose. A partir de 2016, serão vacinadas as meninas de 9 anos.

As meninas de 11 a 13 anos que só tomaram a primeira dose no ano passado também podem aproveitar a oportunidade de se prevenir e procurar um posto de saúde ou falar com a coordenação da escola para dar prosseguimento ao esquema vacinal. Isso também vale para as meninas que tomaram a primeira dose aos 13 anos e já completaram 14. É importante ressaltar que a proteção só é garantida com a aplicação das três doses.

Para as mulheres que vivem com HIV, o esquema vacinal também conta com três doses, mas com intervalos diferentes. A segunda e a terceira doses serão aplicadas dois e seis meses após a primeira. Nesse caso, elas precisarão apresentar a prescrição médica.

Desde março de 2014, o SUS oferece a vacina quadrivalente, que confere proteção contra quatro subtipos do vírus HPV (6, 11, 16 e 18), com 98% de eficácia em quem segue corretamente o esquema vacinal. Os subtipos 16 e 18 são responsáveis por cerca de 70% dos casos de câncer do colo do útero em todo mundo e os subtipos 6 e 11 por 90% das verrugas anogenitais.

A vacina contra HPV tem eficácia comprovada para proteger mulheres que ainda não iniciaram a vida sexual e, por isso, não tiveram nenhum contato com o vírus. Hoje, é utilizada como estratégia de saúde pública em mais de 50 países, por meio de programas nacionais de imunização. Estimativas indicam que, até 2013, foram distribuídas cerca de 175 milhões de doses da vacina em todo o mundo. A sua segurança é reforçada pelo Conselho Consultivo Global sobre Segurança de Vacinas da Organização Mundial de Saúde (OMS).

Para a produção da vacina contra o HPV, o Ministério da Saúde firmou Parceria para o Desenvolvimento Produtivo (PDP) com o Butantan e o Merck. Serão investidos R$ 1,1 bilhão na compra de 36 milhões de doses da vacina durante cinco anos – período necessário para a total transferência de tecnologia ao laboratório brasileiro. Para 2015, a previsão do Ministério da Saúde é de adquirir 11 milhões de doses.

CÂNCER DO COLO DO ÚTERO – O câncer do colo do útero é o terceiro tipo de câncer que mais mata mulheres no Brasil, atrás apenas do de mama e de brônquios e pulmões. O número de mortes por câncer do colo do útero no país aumentou 28,6% em 10 anos, passando de 4.091 óbitos, em 2002, para 5.264, em 2012, de acordo com o Atlas de Mortalidade por Câncer no Brasil, publicação do Ministério da Saúde e do Instituto Nacional do Câncer (Inca).

Tomar a vacina na adolescência é o primeiro de uma série de cuidados que a mulher deve adotar para a prevenção do HPV e do câncer do colo do útero. No entanto, a imunização não substitui a realização do exame preventivo e nem o uso do preservativo nas relações sexuais. O Ministério da Saúde orienta que mulheres na faixa etária dos 25 aos 64 anos façam o exame preventivo, o Papanicolau, a cada três anos, após dois exames anuais consecutivos negativos.

O HPV é um vírus transmitido pelo contato direto com pele ou mucosas infectadas por meio de relação sexual. Também pode ser transmitido da mãe para filho no momento do parto. Estimativas da Organização Mundial da Saúde indicam que 290 milhões de mulheres no mundo são portadoras da doença, sendo 32% infectadas pelos tipos 16 e 18. Em relação ao câncer do colo do útero, estudos apontam que 270 mil mulheres, no mundo, morrem devido à doença. Neste ano, o Instituto Nacional do Câncer estima o surgimento de 15 mil novos casos.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://www.blog.saude.gov.br/

Visite nosso site: http://www.vivamelhoronline.com.br

Dia Nacional da Vacinação

Hoje, 17 de outubro, quando é comemorado o Dia Nacional da Vacinação, a Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm) lembra a importância de imunizar as pessoas com doenças crônicas. De acordo com um relatório divulgado pela Organização Mundial de Saúde (OMS) em julho, as enfermidades — entre as quais constam pulmonares, cardiovasculares e diabetes — são responsáveis por 74% das mortes no Brasil.

foto8688

Para tentar amenizar o quadro, a SBIm oferece guias com recomendações para a imunização desses indivíduos. São eles os de Geriatria, elaborado em parceria a Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia (SBGG), Reumatologia, em parceria com a Sociedade Brasileira de Reumatologia (SBR) e Pneumologia, em parceria com a Sociedade Brasileira de Pneumologia e Tisiologia (SBPT), além daqueles para pacientes em condições especiais.

A presidente da Comissão de Revisão de Calendários e Consensos da SBIm, Isabella Ballalai, afirma que o material é ainda mais relevante se considerada a prevalência elevada dos problemas entre maiores de 60 anos. Segundo dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) 2013, a parcela de idosos na população cresce acentuadamente e já se aproxima a de crianças e a de adolescentes: 13% contra, respectivamente, 13,9% e 13,4%.

“O aumento da longevidade deve ser comemorado, mas precisamos ter em mente que são necessárias ações para promover a qualidade de vida. A vacinação, por permitir evitar quadros infecciosos facilitados por deficiências imunológicas, deve ser parte fundamental desses esforços”, enfatiza Ballalai.

Cuidado coletivo

O presidente da SBIm, Renato Kfouri, ressalta que quem convive com pessoas cuja imunidade esteja comprometida também deve ter atenção redobrada para manter o calendário vacinal atualizado. “Além de se protegerem, ajudarão a reduzir a circulação de vírus e bactérias no ambiente e, consequentemente, a possibilidade de contágio daqueles que não podem receber determinadas vacinas”, explica Kfouri.

A estratégia — nomeada cocoon (casulo, em inglês) — é recomendada pela Organização Mundial de Saúde (OMS) como forma de evitar a coqueluche nos bebês, vulneráveis até receber, por volta dos seis meses, a terceira dose da vacina Tríplice Bacteriana — que também previne a difteria e o tétano. A mesma lógica vale para outras doenças infecciosas, como as hepatites, sarampo, gripe e varicela.

Gratuito

Todos os guias da SBIm, bem como Calendários de Vacinação e outras publicações estão disponíveis, sem custo, na página da sociedade: http://www.sbim.com.br.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://www.pautas.incorporativa.com.br/

Visite nosso site: http://www.vivamelhoronline.com.br

Agora no SUS: Vacina Contra a Hepatite A

Campanha-Nova-Vacina-Hepatite-A-2014

Governo inclui vacina contra hepatite A no calendário de vacinação do SUS

O Ministério da Saúde anunciou nesta terça-feira (29) que vai incluir a vacina contra o vírus da hepatite A no Calendário Nacional de Vacinação do Sistema Único de Saúde (SUS) a partir deste mês. A imunização vai ser direcionada a crianças de 1 ano até 1 ano e 11 meses. A meta do ministério é imunizar 95% desse público em um ano, o que totaliza três milhões de crianças.

hepaite

A vacina já está disponível nas unidades básicas de saúde pública de 11 estados (Acre, Rondônia, Alagoas, Ceará, Maranhão, Piauí, Pernambuco, Goiás, Espírito Santo, Minas Gerais, Rio Grande do Sul) e do Distrito Federal, segundo o ministério. Nesses estados, os pais que levarem os filhos para vacinar já terão à disposição a nova vacina.

Amazonas, Amapá, Tocantins, Bahia, Paraíba, Rio Grande do Norte, Sergipe, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Rio de Janeiro, Pará e Santa Catarina terão a imunização implantada no mês de agosto. Para setembro, ficarão os estado de Roraima, São Paulo e Paraná.

Para atingir a meta de imunizar 3 milhões de crianças em um ano, o ministério informou que já foram distribuídas 1,2 milhão de doses desde o início de julho. A distribuição para o ano de 2014 segue até setembro. O investimento, segundo a pasta, é de R$ 111 milhões.

Com a vacinação contra a hepatite A, o Ministério da Saúde passa a oferecer, de graça, 14 vacinas de rotina no calendário. Ainda segundo o ministério, com a nova vacina, o Brasil passa a ofertar todas recomendadas pela Organização Mundial de Saúde (OMS)

O ministro da Saúde, Arthur Chioro, informou que o investimento nas doses de vacina de hepatite A vai “valer a pena” à medida que as mortes de crianças diminuírem. O governo estima reduzir em 65% o número de casos de hepatite A e em 59% as mortes causadas pela doença.

“Nós conseguimos reduzir o preço para R$ 19,85 a dose. São R$ 111 milhões para garantir a cobertura neste ano, mas à medida que a gente  conseguir reduzir os óbitos, esse investimento é um investimento que vale à pena”, afirmou o representante da pasta.

Hepatite A

A hepatite A é uma doença infecciosa aguda que atinge o fígado. De acordo com a OMS, a cada ano, ocorrem cerca de 1,4 milhão de casos no mundo. Nos países com precárias condições sanitárias e socioeconômicas, a Hepatite A apresenta alta incidência.

De acordo com o Ministério da Saúde, a doença é considerada comum no Brasil, que é considerado uma área de risco para a hepatite A. Foram 3,2 casos para cada 100 mil habitantes em 2013. De 1999 a 2012, foram 761 mortes.

De 1999 a 2013 foram registrados 151.436 casos de Hepatite A no Brasil. A maioria dos casos se concentra nas regiões Norte e Nordeste do país, que juntas representam 55,8% das confirmações do vírus. De 2% a 7% dos casos apresentam a forma grave da doença, que leva à hospitalização e à morte.

A principal forma de contágio da doença é a fecal-oral, por contato entre as pessoas infectadas ou por meio de água e alimentos contaminados.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://g1.globo.com/bemestar

Visite nosso site: http://www.vivamelhoronline.com.br

OMS teme disseminação internacional de ebola

A Organização Mundial de Saúde (OMS) disse considerar necessário que sejam tomadas “medidas drásticas” para conter o surto de ebola na África Ocidental.

Congo Guinea Ebola   AGUI101

Cerca de 400 pessoas morreram desde o início do surto, que começou na República da Guiné e se espalhou para as vizinhas Serra Leoa e Libéria. É o maior surto em números de casos, mortes e em relação à distribuição geográfica.

A OMS teme a possibilidade de “propagação internacional”.

A organização enviou 150 especialistas para a região para ajudar a prevenir a propagação do vírus, mas admite que “houve aumento significativo” no número de casos e mortes.

O surto começou há quatro meses e continua a se espalhar. Até agora houve mais de 600 casos e cerca de 60% das pessoas infectadas com o vírus morreram.

A maioria das mortes ocorreu no sul de Guekedou, na região da República da Guiné.

O diretor regional da OMS para a África, Luis Sambo, disse: “Este não é mais um surto específico de cada país, mas a crise de uma sub-regional e é preciso uma ação firme.”

“A OMS está seriamente preocupada com a propagação transfronteiriça em curso para os países vizinhos, bem como o potencial de disseminação internacional”, disse.

A organização Médicos Sem Fronteiras (MSF) alertou que o surto de ebola está fora de controle. A entidade teme que a epidemia se alastre mais ainda caso não haja uma forte resposta internacional.

O ebola
O ebola é uma febre hemorrágica grave causada pelo vírus ebola e não tem vacina ou cura.

A doença é transmitida pelo contato com os fluidos de pessoas ou animais infectados, como urina, suor e sangue. Os sintomas incluem febre alta, sangramento e danos no sistema nervoso central.

A taxa de mortalidade do ebola pode atingir 90% dos casos. O período de incubação é de dois a 21 dias.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://g1.globo.com/

Visite nosso site: http://www.vivamelhoronline.com.br

Vacina contra Catapora é oferecida pelo SUS

O Ministério da Saúde, por meio do Programa Nacional de Imunização (PNI), passou a oferecer a partir desde setembro de 2013, em toda a rede pública de saúde, a vacina varicela (catapora) incluída na tetra viral, que também protegerá contra sarampo, caxumba e rubéola. A nova vacina vai compor oCalendário Nacional de Vacinação e será ofertada exclusivamente para crianças de 15 meses de idade que já tenham recebido a primeira dose da vacina tríplice viral. Com a inclusão da vacina, o Ministério da Saúde estima uma redução de 80% das hospitalizações por varicela (catapora).

vacina-catapora-sus-size-598

“Com apenas uma injeção o Brasil vai poder proteger suas crianças contra quatro tipos de doenças. Hoje, temos dados que mostram que quase nove mil pessoas são internadas por ano pela varicela e temos mais de 100 óbitos. Além disso, facilita o trabalho dos profissionais e traz economia, pois usa-se apenas uma agulha, uma seringa, um único local de conservação”, declarou o ministro Alexandre Padilha.

Com a tetra viral, o SUS passa a ofertar 25 vacinas, 13 delas já disponibilizadas no Calendário Nacional Vacinação. Foram investidos R$ 127,3 milhões para a compra de 4,5 milhões de doses por ano. A população deve se informar no posto de saúde mais próximo para saber se a vacina tetra viral já está disponível. Isso porque alguns municípios ainda estão adequando a rotina à nova vacina, por causa da necessidade de capacitação dos profissionais para administração da dose ou pela dificuldade de distribuição para as salas de vacina em locais de difícil acesso. A previsão é que todas as 34 mil salas de vacinação distribuídas no Brasil estarão ofertando as doses até o final do mês.

A vacina tetra viral é segura – tem 97% de eficácia e raramente causa reações alérgicas. Não haverá campanha de vacinação, pois a vacina tetra viral será disponibilizada na rotina dos serviços públicos em substituição à segunda dose da vacina tríplice viral. A vacina evita complicações, casos graves com internação e possível óbito, além da prevenção, controle e eliminação das doenças sarampo, caxumba e rubéola.

Parcerias – A produção nacional da vacina tetra viral é resultado da parceria para transferência de tecnologia entre o laboratório público Bio-Manguinhos e o laboratório privado britânico GlaxoSmithKline (GSK). Nos acordos de transferência de tecnologia, firmados pelo Ministério da Saúde, a produção se dá por meio de Parcerias para o Desenvolvimento Produtivo (PDP), feito com os laboratórios públicos. Nessa parceria, os laboratórios da rede privada, são responsáveis por produzir o princípio ativo e transferir a tecnologia. Como contrapartida, o governo garante exclusividade na compra do medicamento por cinco anos.

Esta é a sétima parceria entre o laboratório privado GSK e o laboratório público Bio-Manguinhos. Desde 1980, os laboratórios produzem juntos as vacinas poliomielite, Haemophilus influenzae tipo b (Hib) – que causa meningites e outras infecções bacterianas –, tríplice viral, rotavírus, dengue e pneumocócica conjugada, que protege contra a pneumonia e meningite causada por pneumococo.

Ao total, estão em vigor 35 PDPs para a produção de 33 produtos, sendo 28 medicamentos e quatro. As parcerias envolvem 37 laboratórios, 12 públicos e 22 privados, nacionais e estrangeiros.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site:  http://www.blog.saude.gov.br/

Visite nosso site: http://www.vivamelhoronline.com.br


Enter your email address to follow this blog and receive notifications of new posts by email.

Junte-se aos outros seguidores de 2.152

Calendário

abril 2021
S T Q Q S S D
 1234
567891011
12131415161718
19202122232425
2627282930  

Arquivos

Estatísticas do Blog

  • 1.013.388 hits

<span>%d</span> blogueiros gostam disto: