Archive for the 'Clippings' Category



Hipotireoidismo tem sequelas graves se não for tratado

Data: 15/02/2011

Fonte: Folha de São Paulo

 

Mais que aumento de peso, distúrbio anunciado por Ronaldo pode levar a doenças cardíacas

Jogador anunciou que tem o distúrbio, mas não toma medicação; doença é mais comum entre as mulheres

 

A falta de tratamento para o hipotireoidismo pode trazer consequências bem mais graves do que a dificuldade de emagrecer e manter o peso -dificuldade que foi citada ontem por Ronaldo, no anúncio de sua aposentaria, e atribuída por ele à doença.
O jogador, como todo o Brasil agora sabe, sofre de hipotireoidismo há quatro anos, e ainda não se tratou.
A falta de medicação adequada para o problema pode causar o desenvolvimento de doenças cardiovasculares como aterosclerose (entupimento das veias), infarto e insuficiência cardíaca.
O hipotireoidismo é um distúrbio caracterizado por uma menor atividade da glândula tireoide, que produz hormônios responsáveis por estimular o metabolismo e o trabalho celular.
A falta do hormônio faz com que o metabolismo fique mais lento. Os principais sintomas são sonolência, cansaço e perda na capacidade de raciocínio.
Estima-se que 6% da população mundial tenha algum grau do distúrbio, de acordo com o endocrinologista João Roberto Maciel Martins, da Universidade Federal de São Paulo.
“É muito mais comum entre mulheres, principalmente após a menopausa. A alteração pode aparecer de uma hora para outra, mas as manifestações são graduais.”
A principal causa é uma doença autoimune, chamada de tireoidite de Hashimoto, inflamação que faz a glândula perder progressivamente sua função.
“Não se sabe ao certo porque é mais comum em mulheres, mas pode ter uma relação com as variações hormonais. Mulheres também têm mais doenças autoimunes”, diz Ricardo Meirelles, presidente da Sbem (Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia).
Além da doença autoimune, há outras causas para o hipotireoidismo como inflamações, tratamentos com radioterapia ou a retirada do órgão por cirurgia.
Um exame de sangue simples pode detectar o problema. O tratamento é feito com a reposição do hormônio T4 em dosagens calculadas de acordo com o grau da doença e o peso do paciente.

PERDA DE PESO
Ficar sem tratar o hipotireoidismo pode, sim, causar aumento de peso. Mas, diz Martins, a alteração é leve, efeito da retenção de líquidos, e não de maior quantidade de gordura no corpo.
“Varia muito de pessoa para pessoa, mas pode-se dizer que o peso aumentaria em média dois ou três quilos.”
De acordo com Meirelles, a reposição do hormônio é capaz de reverter os sintomas e impedir o ganho de peso.
“O tratamento é muito eficaz, o organismo fica equilibrado. Não tem por que alguém não tratar.”
A longo prazo, a falta do hormônio altera as funções cardíacas, reforça o endocrinologista José Augusto Sgarbi, professor da Faculdade de Medicina de Marília e membro da Sbem/ SP.
“O hormônio da tireoide é muito importante para o funcionamento do coração. Sua falta altera os batimentos, aumenta os níveis de colesterol e pode também causar insuficiência cardíaca.”

Distribuição gratuita de filtro solar pelo SUS

A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara dos Deputados aprovou ontem (8) um projeto de lei que garante distribuição gratuita de filtro solar fator 12 pelo SUS (Sistema Único de Saúde).

O texto obriga ainda que as empresas distribuam protetores aos trabalhadores expostos a radiação solar direta, com ou sem equipamento de proteção individual, no horário compreendido entre 7:00 e 18:00 horas, independentemente do tempo de jornada.

Benefícios

De acordo com o autor da proposta, o deputado Lobbe Neto (PSDB-SP), o benefício não trará despesas adicionais ao governo, mas ao contrário, seria uma economia. Segundo ele, ao invés de tratar o cancer de pele, o governo poderia prevenir os trabalhadores de terem a doença.

Natal – Desigualdade Nacional …….

 14/12/2010 – 12h00

Desigualdade regional quase não

mudou em 13 anos, diz Ipea

Da Agência Brasil

Brasília – O crescimento da economia não conseguiu reduzir as desigualdades regionais do Brasil em 13 anos e as regiões Norte e Nordeste ainda estão bem atrás do restante do país na comparação de índices sociais e econômicos.

Comunicado do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) divulgado nesta terça-feira (14) mostra poucos avanços na redução das disparidades entre 1995 e 2008.

Os números mostram uma ligeira desconcentração da atividade econômica no Brasil, mas muito longe de ameaçar a composição estadual do Produto Interno Bruto (PIB) que o país tinha em 1995.

Em 13 anos, a participação de São Paulo no PIB nacional caiu 4,2%, mas o Estado ainda é responsável por 33,1% da produção de renda nacional. No outro extremo, Acre e Amapá aparecem com 0,2% de participação no PIB, e Rondônia com 0,1% – quase nenhuma evolução entre 1995 e 2008.

De acordo com o relatório, “houve certa desconcentração da atividade econômica, mas ela foi incapaz de mudar substancialmente o perfil regional brasileiro”.

Na análise da participação no PIB por regiões, as diferenças também se mantêm. O PIB per capita na Região Sudeste, que era 39% maior que a média nacional em 1998, teve pouca alteração e em 2008 ainda era 33% maior que no resto do país.

No Nordeste, o PIB per capita em 2008 estava 53% abaixo da média nacional, situação apenas cinco pontos percentuais melhor que em 1995.

“No ritmo do período examinado, o PIB per capita do Nordeste só chegaria à marca de 75% do valor nacional em 2074”, estima o Ipea.

A manutenção das desigualdades regionais se reflete principalmente na comparação de indicadores sociais. O Ipea cita, por exemplo, que a taxa de mortalidade infantil no Nordeste ainda é o dobro da registrada nos Estados da Região Sul e o acesso à educação também é desigual.

“No Nordeste, uma em cada seis crianças entre 7 e 14 anos não sabe ler e escrever. No Sul, apenas uma em cada 28 está nessa situação”, compara o texto.

Cantata de Natal – Moema, São Paulo

Av. Chibarás, 185
Moema – São Paulo – SP
CEP: 04076-000
Tel.: (11) 5051-2716

www.iasdmoema.org.br

Mensagem de Final de Semana

Executivos revelam suas estratégias de orientação para combater o vírus H1N1

“Logo que a disseminação da gripe A se intensificou, implantamos atividades preventivas. O plano foi desenvolvido e implantado pelo grupo de contingência, formado por dois representantes de cada área da empresa. No começo, restringimos as viagens, aumentando as video e as teleconferências. Quando surgiu o primeiro caso no Brasil, passamos a distribuir álcool gel, cartilhas, dicas e lembretes em locais de maior circulação. Qualquer pessoa, ao entrar na empresa, é encaminhada para o dispensador de álcool. Uma medida diferencial é a pulverização, duas vezes ao dia, de solução de ácido peracético para manter a assepsia das estações de trabalho, dos banheiros e do restaurante. Adotamos também o envio de e-mails semanais com lembretes de ações de prevenção. A médica do trabalho está à disposição 24 horas por dia e cada funcionário recebeu um termômetro. A temperatura corporal é medida três vezes ao dia e, passando dos 38ºC, a médica é acionada e a pessoa é orientada a se dirigir para o hospital. As pessoas que têm suspeita de infecção pela gripe A ou têm casos na família são afastadas preventivamente por sete dias e acompanhadas diariamente. As gestantes foram orientadas a evitar as reuniões e o restaurante em horário de pico. Os visitantes, por sua vez, devem preencher um pequeno questionário e, caso apresentem alguns dos sintomas, a visita é reagendada.”
Miguel Monzu – AstraZeneca do Brasil

“Estamos gerenciando o assunto com muita serenidade e tranquilidade, mas sem deixar de dar ao tema a importância necessária. Formamos um comitê internacional que troca informações semanalmente e, desde a divulgação dos primeiros casos da gripe A no Brasil, a Unilever tem orientado internamente seu pessoal sobre os cuidados necessários para a prevenção da doença. Além de reforçar a importância da higienização e o esclarecimento dos sintomas, a companhia criou um material específico com procedimentos indicados para viagens internacionais e colocou à disposição dos funcionários o Serviço de Saúde para o monitoramento dos viajantes. Seguimos todas as recomendações sanitárias brasileiras, monitoramos e acompanhamos todos os casos e comemoramos o fato da excelente recuperação de todos, além de não ter havido nenhuma nova contaminação a partir dos sete casos confirmados.”
Marcelo Williams – Unilever

Onde devem ficar os cigarros nos postos de venda?

Super bactérias

O uso indiscriminado de antibióticos pela população anda transformando até as bactérias mais inofensivas em super bactérias! A revista Viva Saúde abordou o tema recentemente, confira alguns destaques da matéria que selecionei para os leitores do Blog VMO:

A gênese das Super Bactérias X automedicação: Como qualquer ser vivo, as bactérias lutam pela sobrevivência da espécie,  vão se adaptando e desenvolvendo mecanismos de defesa cada vez mais sofisticados. O problema é que, com isso, podem neutralizar ou destruir a ação de certos medicamentos. É justamente aí que mora o perigo: os antibióticos – que são armas eficazes de defesa quando bem indicadas – vêm sendo usados indiscriminadamente (incluindo a automedicação), aumentado a resistência bacteriana!

Gripe é viral (transmitida através de vírus e não bactérias) e não deve ser tratada com antibiótico, alerta a médica flávia Rossi, diretora-médica do Laboratório de Microbiologia do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FMUSP).

A propagação das Super Bactérias: Classificados como “Drogas Sociais”,  o uso indiscriminado de antibióticos não afeta somente quem o ingere, mas também todos aqueles que estão ao seu redor! Os agentes infecciosos presentes no organismo de alguém, que fez o mal uso da droga e possibilitou a criação de bactérias resistentes, podem ser transmitidos para o seu meio, contaminando outros. O que pode ou não ocasionar alguma doença e possibilitar ainda a troca de conhecimento (que adquiriu de como derrotar aquele medicamento) entre os microrganismos de outras espécies/natureza/linhagem.

ELAS RESISTEM…

Conheça as principais bactérias que adquiriram resistência a várias classes de antibióticos, inclusive a penicilina. Encontradas em hospitais, nas últimas décadas têm assolado também a comunidade.

StaphylococcuStaphylococcus aureus – presentes na pele e mucosa do nariz, ocasionalmente, causam infecções simples. Quando adquirem resistência ou migram para outras partes do corpo podem causar desde infecções de pele até pneumonia, meningite, abscessos cerebrais e endocardite (mucosa que recobre o coração).

Enterococcus – habita o intestino e a genitália feminina sem causar problemas na maioria das vezes. A espécie de enterococcus E. faecium desenvolveu uma cepa resistente ao antibiótico vancomicina, sendo a segunda maior responsável pelas infecções hospitalares, atrás da MRSA. Pode desencadear infecção grave no trato urinário.

Streptococcus pneumoniae – maior responsável pelas infecções respiratórias na comunidade (como sinusites e pneumonias). Atualmente, crianças até cinco anos podem ser vacinadas (em clínicas particulares) contra sete tipos de infecções provocadas pelo agente.

 

Cuide-se!
• Evite a automedicação
• Siga corretamente qualquer tratamento médico
• Lave sempre as mãos e, se puder, passe a utilizar o álcool em gel

 

Postado por Edson Fabrício
Siga o blog no Twitter: @vivamelhor
Imagem: reprodução

Homeopatia?

A homeopatia é uma opção terapêutica controversa que utiliza preparações bastante diluídas de substâncias naturais, normalmente plantas e minerais, para tratar alguns sintomas das doenças. A medicina homeopática é baseada em dois fundamentos:

  • A lei dos semelhantes. Quando ingeridas por pessoas saudáveis em grandes quantidades, algumas substâncias de origem animal ou vegetal produzem os sintomas de doenças. Entretanto, quando utilizado por pessoas doentes, doses bem menores das mesmas substâncias podem (em teoria) combater esses sintomas.
  • A lei dos infinitesimais. Literalmente, infinitesimal significa algo muito pequeno para ser medido. Utilizando-se desse conceito, acredita-se que as substâncias sejam mais eficazes no tratamento de doenças quando são bastante diluídas, em geral com água destilada ou álcool.

A vacinação, uma prática comum, é baseada em uma idéia semelhante à lei dos semelhantes: injeta-se uma pequena dose de um agente infeccioso modificado para estimular o sistema imunológico do organismo a combater a doença causada pelo microorganismo.

Com uma lista de cerca de 2.000 substâncias, o homeopata seleciona o medicamento mais apropriado de acordo com o conjunto de sintomas do paciente. Em geral, você utiliza apenas um “remédio” de cada vez, até descobrir qual deles é capaz de aliviar os sintomas.

Geralmente, entretanto, a homeopatia diverge da medicina convencional (alopatia). Os tratamentos farmacológicos mais recentes utilizam drogas para combater os sintomas, e não produzi-los. Além disso, muitos médicos não acreditam na lei dos infinitesimais – principalmente quando as substâncias são diluídas a ponto de não se observarem sequer traços da substância original. Embora substâncias bastante diluídas talvez não ajudem você, provavelmente também não serão prejudiciais.

O treinamento médico convencional no Brasil, é necessário para a prática da homeopatia. Os médicos que utilizam a homepatia (homeopatas) também podem recomendar alterações na dieta, a prática de atividade física e outras mudanças de comportamento para melhorar a saúde.

Muitos estudos sobre a homeopatia avaliam os benefícios dessa modalidade terapêutica em relação ao efeito placebo. Uma análise publicada em 1997, com cerca de 100 estudos controlados e randomizados, concluiu que a homeopatia parece apresentar resultados melhores que o tratamento com placebo. Entretanto, os pesquisadores ressaltam que não existem evidências suficientes para estabelecer a eficácia da homeopatia para certas doenças.

Conheça as Doenças Ocupacionais mais comuns

Asma Ocupacional: é a obstrução das vias aéreas, de caráter reversível, causada pela inalação de substâncias que causam alergia, como por exemplo, poeiras de algodão, linho, borracha, couro, madeira, etc. O quadro é o de uma asma brônquica, sendo que os pacientes queixam-se de falta de ar, aperto no peito, chieira no peito e tosse, acompanhados de espirros e lacrimejamento, relacionados com as exposições ocupacionais às poeiras e vapores. Os sintomas podem aparecer no local da exposição ou após algumas horas, desaparecendo, na maioria dos casos, nos finais de semana ou nos períodos de férias ou afastamentos.

PAIR – Perda Auditiva Induzida por Ruído: trata-se da diminuição auditiva, decorrente da exposição contínua a níveis elevados de ruído. A exposição ao ruído, além de perda auditiva, acarreta alterações importantes na qualidade de vida do trabalhador em geral, na medida em que provoca ansiedade, irritabilidade, aumento da pressão arterial e isolamento. No seu conjunto, esses fatores comprometem as relações do indivíduo na família, no trabalho e na sociedade.

Agrotóxicos: conhecidos por diversos nomes – praguicidas, pesticidas, defensivos agrícolas, venenos, etc, estes produtos, dado à sua toxicidade, provocam grandes danos à saúde humana e ao meio ambiente. Por isso, seu uso deve ser desestimulado.

LER/DORT (Lesão por Esforço Repetitivo / Distúrbio Osteomuscular Relacionado ao Trabalho)

São processos decorrentes das relações e da organização do trabalho no mundo moderno, onde as atividades são realizadas com movimentos repetitivos, com posturas prolongadas, trabalho muscular estático ( parado ), sobrecarga mental, ritmo intenso de trabalho, pressão por produção, relações conflituosas e estímulo à competitividade. Acomete homens e mulheres em plena fase produtiva (inclusive adolescentes), esta doença, pode evoluir para incapacidade parcial ou permanente, como a aposentadoria por invalidez.

Sintomas: Caracterizam-se por um quadro de dor crônica, sensação de formigamento, dormência, fadiga muscular (por alterações dos tendões, musculatura e nervos periféricos). É um processo de adoecimento, inclusive psicológico, pois surgem incertezas, medos, ansiedades e conflitos.

Uma saída é a Terapia Ocupacional: esse tipo de terapia pode e deve estar atuando dentro das empresas com medidas preventivas das doenças ocupacionais. São orientações quanto ao mobiliário, iluminação, postura, dentre outras que farão a diferença na qualidade de vida dos funcionários que terão condições de produzir em maior quantidade e melhor produtividade, aumentando o lucro das empresas e diminuindo os gastos com indenizações desinteressantes para a empresa.

A Terapia Ocupacional através das suas atividades, tem a capacidade de prevenir, reabilitar e tratar as pessoas que poderão estar desenvolvendo algumas das doenças ocupacionais.

As atividades preventivas e ações ergonômicas, ocorrendo com isso um posicionamento mais adequado para o indivíduo e suas específicas dimensões, evitando dores e insatisfação com o trabalho.



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