Archive for the 'Clippings' Category



Top 10 posts: reveja os assuntos mais comentados no blog VMO em 2009!

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1.  Saiba mais sobre a Gripe Suína: http://wp.me/pnc1i-1K

2.  A gripe suína pode matar? http://wp.me/pnc1i-2p

3.  A Síndrome do Cansaço Crônico pode atingir os seus colaboradores – PARTE II http://wp.me/pnc1i-a3

4.  Gripe Suína: Brasil confirma 4 primeiros casos de gripe H1N1 no país – http://wp.me/pnc1i-1Z

5.  Quando a crise vem:  http://wp.me/pnc1i-8C

6.  Plena Felicidade: http://wp.me/pnc1i-8A

7.  Programa de Preparação para Aposentadoria: http://wp.me/pnc1i-4z

8.   HAS Hipertensão Arterial Sistêmica – http://wp.me/snc1i-212

9.  As 8 leis da Saúde – http://wp.me/pnc1i-7S

10. A Síndrome do Cansaço Crônico pode atingir seus colaboradores: http://wp.me/pnc1i-aA

Postado por Edson Fabrício
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Arte: OUTED

Comitê de qualidade de vida- Como organizar ???

A participação dos empregados na elaboração e desenho do programa de qualidade de vida é fator essencial para o seu sucesso. A formação de um comitê de funcionários pode ser um mecanismo eficiente para garantir o envolvimento dos colaboradores na elaboração de atividades do programa. O grupo pode ainda ser de extrema ajuda para o planejamento das ações, oferecendo ideias, alternativas para o envolvimento de diferentes setores e auxiliando na escolha das melhores incentivos à participação.

 Veja alguns critérios de como eleger os participantes:

 1. Nível de interesse pessoal.

 O principal critério de elegibilidade para participar do comitê;

 2. Pessoas respeitadas por seus colegas.

 Elas que dão credibilidade ao programa, suporte para os colegas que desejam participar e influenciam os mais céticos;

 3. Indicação dos gerentes das áreas.

 Essas indicações devem ser consideradas, pois, em geral, os gestores têm uma percepção daqueles que mais podem contribuir para a proposta do comitê. Além disso, a indicação significa que a pessoa é respeitada pelo seu gerente;

 4. Pessoas articuladas e persuasivas.

 O comitê deve ser composto por pessoas que estejam naturalmente em evidência por suas atitudes e sejam bastante ligadas aos seus colegas;

 5. Pessoas entusiasmadas, cooperativas e criativas.

 Essas características ajudam bastante quando é preciso motivar as pessoas para participar das atividades do programa;

6. Pessoas com boas habilidades na comunicação.

Essencial para a divulgação adequada do programa.

Fonte: Guia Pático de Qualidade de Vida – Como planejar e gerenciar o melhor programa para a sua empresa. Autor: Albertop Ogata e Sâmia Simurro

Alcoolismo: a única forma de prevenir é não beber

alcoholismo

Ronaldo Correia de Brito

Do Recife (PE)

 A revista Veja da semana passada trouxe uma matéria de capa sobre alcoolismo. As manchetes falam que é possível prevenir a doença sem cortar a bebida; como a medicina identifica o bebedor de risco; e que as estatísticas mostram que o perigo cresce mais rapidamente entre as mulheres. A matéria de oito páginas com ilustrações e gráficos termina com a seguinte frase: “Teremos cumprido nosso objetivo se ao acabar de ler esta reportagem você se reconhecer como um bebedor de risco e isso levá-lo ou levá-la a procurar ajuda profissional”. E no fim de tudo, um “Saúde!”, que lembra o tintim de copos ou taças de bebida.

Um artigo sobre alcoolismo numa revista de tiragem de mais de um milhão de exemplares é para se comemorar. Sobretudo, se levarmos em conta a estatística de que cada exemplar é lido por cerca de cinco pessoas, o que elevaria a cifra de leitores para cinco milhões. Dedicar oito das 148 páginas da revista ao assunto – embora quase metade de Veja seja ocupada por material publicitário – é bastante significativo. É um número duas vezes maior que as quatro páginas dedicadas à propaganda de cerveja, uma bebida alcoólica, que leva à doença.

O artigo se ocupa mais do bebedor de risco, esse que erradamente chamam de bebedor social, e do medicamento Bacoflen, testado na dependência, mas ainda sem eficácia comprovada e com efeitos colaterais severos. Também toca numa questão importante, o uso crescente entre os jovens de uma mistura adocicada de vodca e sucos de fruta ou refrigerantes, os ices, vendidos como se não se fosse bebida alcoólica, e que têm um largo consumo entre os jovens, induzindo ao alcoolismo.

Talvez faltem cores fortes à matéria de Veja. Ela não enfatiza o horror que é o alcoolismo – o mais grave problema de saúde pública no país -, as conseqüências sociais e econômicas do vício, como a desagregação familiar. Não diz que em mais de oitenta por cento dos acidentes de trânsito com morte, os motoristas estão embriagados. Que o alcoolismo está relacionado com a crescente violência dentro de casa e o assassinato de mulheres, além de outros homicídios.

A manchete de capa “É possível prevenir a doença sem cortar a bebida” é perigosa e falsa. Promete o impossível. Porque no alcoolismo diagnosticado só existe uma cura: a abstinência radical. Os indivíduos alcoólatras, que pararam de beber, não devem nunca mais tomar um único copo de bebida, pois isso desencadeia o retorno ao vício, ao ponto zero.

Algumas associações como os Alcoólicos Anônimos são bem radicais. Aconselham que os dependentes não tomem nem mesmo medicamentos que contenham o mais baixo teor de álcool e que os padres alcoólatras substituam o vinho da consagração na missa, pela água. Estão corretos; a memória do prazer alcoólico desperta aos mínimos estímulos e os viciados voltam a beber.

Possivelmente a manchete se refere aos bebedores de risco, mas ela não está clara. A leitura que fazemos do texto é a seguinte: Alcoolismo: é possível prevenir a doença sem cortar a bebida. E isso é uma publicidade falsa e perigosa, que parece estar a serviço dos fabricantes de medicamentos ou de bebidas. Repito o que todos os especialistas afirmam: só existe uma forma de prevenir o alcoolismo: jamais beber.

A matéria também não toca no assunto tabu quando se fala de alcoolismo: a propaganda do álcool. Em nome de uma suposta liberdade de imprensa, empresas de publicidade, televisões, rádios, jornais, revistas, etc., garantem seus lucros em campanhas para os fabricantes de bebida, aliciando novos bebedores, sobretudo os jovens e as mulheres. Há campanhas publicitárias escandalosas em que as mulheres são associadas à bebida como fetiche e objeto de sedução. Até peças íntimas do vestuário feminino entram num jogo perverso de instinto, erotismo, cheiro e sabor de cerveja. Um escândalo! E ninguém protesta. Nem mesmo as feministas.

A lei que controlaria esses abusos foi arquivada. Enquanto isso, somos obrigados a ler matérias paliativas sobre alcoolismo, financiadas pela propaganda de cervejas.

 

Ronaldo Correia de Brito é médico e escritor. Escreveu Faca, Livro dos Homens e Galiléia.

 http://terramagazine.terra.com.br/interna/0,,OI3976853-EI6788,00-Alcoolismo+a+unica+forma+de+prevenir+e+nao+beber.html

Consequências dos próprios atos……

sapatinhos de neném

Confiança no futuro
Se os pais não arcam com as consequências de educar os filhos, como esperar que os filhos assumam as consequências dos próprios actos? Como esperar dias melhores? Como confiar no futuro? Muitas pessoas preocupadas consigo mesmas parecem desesperadas com as condições actuais do mundo. Há muitas razões para isso, mas, se esquecermos o mundo e nos voltarmos para nós mesmos, talvez achemos um caminho. Como contribuir com a minha família para que as coisas melhorem? Que posso fazer para diminuir a confusão?
O casal deve ter objectivos comuns, direccionar os esforços no mesmo rumo, aplicar os recursos em metas que garantam a sua sobrevivência. Deve decidir cooperativamente para o bem comum e aplicar o princípio da reciprocidade em cada decisão. Afinal, para quê casar se não for para a satisfação mútua de necessidades? Casar para frustrar um ao outro, para tentar transformar o outro num autómato, é uma fórmula certa para a solidão, a angústia, o pânico e a depressão.
Não existe uma área de consequências mais graves pela falta de interdependência do que a educação dos filhos. Os resultados dos conflitos do casal projectam-se nos filhos e caem sobre eles como estigmas que passam para as gerações seguintes. Ensinar os filhos a assumir responsabilidade pelos seus actos não é tarefa fácil. Exige que os pais estejam integrados e unidos. Isso significa que amadureceram e estão prontos para assumir uma tarefa mais nobre: a de contribuir para a continuidade da raça humana e colaborar com a qualidade da cultura em que vivem. O casal dá essa contribuição pela qualidade dos filhos que apresentam ao mundo.
As pesquisas mostram que interdependência é um capital social com muitas variáveis apontando para o bem final do indivíduo que dela participa. Dois volumes do American Psychologist, de Dezembro de 2002 e Novembro de 2003, trazem artigos chamando a atenção para o valor social da interdependência. No primeiro, L. H. Rogler sugere que “capital social e interdependência social são virtualmente equivalentes”. No segundo, D. W. Johnson analisa o capital social em termos de interdependência e sugere que os objectivos das pesquisas na área foram tentativas de explicar a competição e cooperação entre os indivíduos. Algumas lições podem ser tiradas desse estudo de Johnson:
1. O esforço para agir dentro de um contexto de cooperação apresenta maior perseverança na execução da tarefa. Além disso, o discernimento do indivíduo é mais claro e usa estratégias morais e mentais mais elevadas.
2. O relacionamento é mais positivo e o apoio social maior. Dentro de um ambiente de cooperação, há maior atracção entre os indivíduos. Eles gostam mais e há maior respeito mútuo.
3. A interdependência contribui para a saúde física e mental do indivíduo.
4. Um contexto de cooperação favorece o desenvolvimento de auto-estima, como a crença no valor pessoal, na capacidade, na competência como pessoa.
O casamento é um contexto social onde o casal exerce uma influência poderosa um sobre o outro. Se a relação for má, eles acabam por usar os filhos para se combaterem um ao outro e prejudicam todos à sua volta. É mais prudente uma relação cooperativa, visando a um alvo positivo comum. Assim, o esforço será mais recompensador, a compreensão mais valorizada e o discernimento mais objectivo. Numa moldura de cooperação, a vida é muito mais agradável, harmoniosa e pacífica. Logo, a qualidade de vida é mais satisfatória. Cria-se um ambiente ideal para os filhos aprenderem com os pais, imitá-los e identificarem-se com eles.
Para construir responsabilidade nos filhos, antes de pensar em punir, castigar, ser firme ou deixar arcar com as consequências, é necessário que o ambiente do lar seja de cooperação entre os pais, e não de competição. Trata-se de uma tarefa árdua, mas compensadora.

 

Por: Dr. Belisário Marques – Psicólogo

Harmonia no lar……. Filhos responsáveis

pé de neném

Harmonia
Numa atitude optimista, gostaria de enfatizar que filhos responsáveis, hábeis para responder conforme a situação exige, crescem em lares cujos pais formam uma dupla harmonia. São pais unidos na tarefa de educar os filhos. Antes de iniciar a família, eles deixaram a independência rebelde da adolescência e compreenderam o valor da interdependência. Abandonaram os caprichos da dependência infantil e assumiram o ônus na condução da mutualidade matrimonial. O casal é uma aliança, uma união; não dividem, mas somam. Um não atira os desaires para as costas do outro, mas carregam juntos. Resumindo, o casal parte do paradigma de interdependência, um relacionamento de cooperação que integra o que se sente com o que se pensa e o que se faz.
Infelizmente, na hora da acção, a preguiça, o comodismo e o conforto pessoal falam mais alto, e as boas intenções batem nas exigências da realidade. É comum o pai omitir-se nos momentos em que a esposa mais precisa dele. Vem-me à mente um caso. A esposa estava a ter problemas em levar o filho à escola. Passava por muitas dúvidas quanto ao que fazer. Sentia culpa por colocar uma criança de três anos na escola. Gostaria de ter o filho em casa. Queria ser uma mãe que cuida do filho. Os seus conflitos iam e vinham. O filho sentiu o drama da mãe e começou a fazer chantagens na hora de ir para a escola. Recusava-se a vestir a roupa, a comer, a colaborar em qualquer sentido. A mãe desesperada recorreu ao marido, que simplesmente disse: “Não o posso levar à escola. Qual é o problema dele não ir à escola?” A mãe ficou ainda mais desolada, principalmente porque o pai era um profissional liberal e tinha horário flexível; só faltava boa vontade e compreensão para com o desespero dela, que também era profissional liberal. Sentir, pensar ou mesmo falhar é fácil, mas fazer pode ser difícil quando falta a noção de interdependência.
Toda a propaganda à nossa volta é de auto-suficiência, individualismo ou auto-afirmação. Fala-se muito mais de competição para subir do que para cooperar e ter qualidade de vida. Nada há contra a independência para administrar a própria vida, mas chega a um momento em que o indivíduo precisa de expandir para se relacionar com o outro. Quando se casa, a pessoa está a manifestar publicamente o desejo de se abrir para o outro. Deve ser um crescimento e não uma regressão. A estabilidade e a felicidade do casamento dependem de uma interdependência sadia.
É na educação dos filhos que está a maior prova de maturidade dos pais para abraçarem a causa. Afinal, a criança é o produto da relação do casal. Os dois participaram do processo. Uma vez gerado, o filho precisa de ser cuidado. Quanto mais bem cuidado, mais orgulho vai proporcionar aos que cuidaram dele.

Por:  Dr. Belisário Marques – Psicólogo

Elas procuram conforto nos antidepressivos …

Cada vez mais tristes e esgotadas, elas procuram conforto nos antidepressivos, consumidos em grande escala pelas brasileiras

Você já tomou seu antidepressivo hoje? Se você é mulher e respondeu sim, está dentro das estatísticas, que revelam: 70% desses medicamentos vendidos no Brasil são consumidos pelo público feminino. De acordo com a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), de janeiro a dezembro de 2007, foram comercializadas mais de 24 milhões de unidades de antidepressivos, diante de quase 17 milhões em 2003, uma alta de 43% em quatro anos.

A pressão por estar sempre feliz da vida, com um sorriso no rosto, ser bem-sucedida, magra e jovem tem congelado o mundo emocional das mulheres, como apontam os especialistas: “No mundo contemporâneo, de alguma maneira, há uma camuflagem da dor, da angústia e dos medos. O compromisso é com a felicidade on-line, ligada em 220 volts. Quando a gente pensa nessa farsa, surge o medo de não ser aceita, de dizer que está triste, que não está dando conta, de ser isolada e rejeitada. Então, ficamos siliconadas internamente”, diz a psicóloga e diretora da Clínica do Feminino, Marisa Sanábria.

O médico psiquiatra Aloísio Andrade, por sua vez, mostra que há uma sobrecarga do papel feminino na família e na sociedade. “Elas têm desempenhado um papel de dublê. Ao mesmo tempo, são cuidadoras e guerreiras, o que leva a um desgaste, a uma desvitalização até física, à sensação de falta de forças, de incapacidade para cumprir todas as suas funções.”

Ele aponta a diferença entre depressão e angústia existencial. Enquanto a primeira é considerada como doença, a angústia tem a ver com o sentido da vida, a razão de ser, entre outros questionamentos. “Mas essa sensação de desconforto é que nos leva a buscar novos sentidos para a própria vida. Nestes momentos, não devemos anestesiar esse incômodo, porque ele é que nos faz buscar novas motivações para a vida”, diz Aloísio.

Por: Déa Januzzi

Albert Einstein

AlbertEinstein

White“Logic will get you from A to B. Imagination will take you everywhere.”

Albert Einstein

Gripe Suína – estimativa de 16% de absentismo

Experience to date has demonstrated the role of schools in amplifying transmission of the pandemic virus, both within schools and into the wider community. While outbreaks in schools are clearly an important dimension of the current pandemic, no single measure can stop or limit transmission in schools, which provide multiple opportunities for spread of the virus.

WHO recommends the use of a range of measures that can be adapted to the local epidemiological situation, available resources, and the social role played by many schools. National and local authorities are in the best position to make decisions about these measures and how they should be adapted and implemented.

WHO continues to recommend that students, teachers, and other staff who feel unwell should stay home. Plans should be in place, and space made available, to isolate students and staff who become ill while at school.

Schools should promote hand hygiene and respiratory etiquette and be stocked with appropriate supplies. Proper cleaning and ventilation and measures to reduce crowding are also advised.

School closures and class suspensions

Decisions about if and when schools should be closed during the pandemic are complex and highly context-specific. WHO cannot provide specific recommendations for or against school closure that are applicable to all settings. However, some general guidance comes from recent experience in several countries in both the northern and southern hemispheres, mathematical modelling, and experience during seasonal epidemics of influenza.

School closure can operate as a proactive measure, aimed at reducing transmission in the school and spread into the wider community. School closure can also be a reactive measure, when schools close or classes are suspended because high levels of absenteeism among students and staff make it impractical to continue classes.

The main health benefit of proactive school closure comes from slowing down the spread of an outbreak within a given area and thus flattening the peak of infections. This benefit becomes especially important when the number of people requiring medical care at the peak of the pandemic threatens to saturate or overwhelm health care capacity. By slowing the speed of spread, school closure can also buy some time as countries intensify preparedness measures or build up supplies of vaccines, antiviral drugs, and other interventions.

The timing of school closure is critically important. Modelling studies suggest that school closure has its greatest benefits when schools are closed very early in an outbreak, ideally before 1% of the population falls ill. Under ideal conditions, school closure can reduce the demand for health care by an estimated 30–50% at the peak of the pandemic. However, if schools close too late in the course of a community-wide outbreak, the resulting reduction in transmission is likely to be very limited.

Policies for school closure need to include measures that limit contact among students when not in school. If students congregate in a setting other than a school, they will continue to spread the virus, and the benefits of school closure will be greatly reduced, if not negated.

Economic and social costs

When making decisions, health officials and school authorities need to be aware of economic and social costs that can be disproportionately high when viewed against these potential benefits.

The main economic cost arises from absenteeism of working parents or guardians who have to stay home to take care of their children. Studies estimate that school closures can lead to the absence of 16% of the workforce, in addition to normal levels of absenteeism and absenteeism due to illness. Such estimates will, however, vary considerably across countries depending on several factors, including the structure of the workforce.

Paradoxically, while school closure can reduce the peak demand on health care systems, it can also disrupt the provision of essential health care, as many doctors and nurses are parents of school-age children.

Decisions also need to consider social welfare issues. Children’s health and well-being can be compromised if highly beneficial school-based social programmes, such as the provision of meals, are interrupted or if young children are left at home without supervision.

http://www.who.int/csr/disease/swineflu/notes/h1n1_school_measures_20090911/en/index.html

Falta de esperança e infelicidade aumenta o risco de aterosclerose

Estudo associa infelicidade e falta de esperança ao risco de aterosclerose

Os sentimentos de infelicidade e falta de esperança podem ser factores de risco para derrame em mulheres, segundo estudo publicado revista científica Stroke.

desespero

De acordo com os autores, mesmo entre s mulheres que são aparentemente saudáveis, a “desesperança crónica” aumenta os riscos de formação de placas nas artérias do pescoço, o que pode desencadear um derrame.

Avaliando 559 mulheres com média de idade de 50 anos e sem sinais de doença cardíaca, os investigadores Universidade de Minnesota, nos Estados Unidos, observaram que “mulheres que experimentam sentimentos de ‘desesperança’ podem ter maior risco de futura doença cardíaca e derrame”.

Com o uso do ultra-som, foi observado um maior espessamento das artérias do pescoço – aterosclerose – em mulheres que relatavam mais sentimentos negativos sobre seu futuro e objectivos pessoais.

Os investigadores destacam que essa relação ocorreria independentemente de idade, rendimento, factores de risco cardiovascular e até de sintomas de depressão.

Apesar de mais estudos serem necessários para entender os mecanismos fisiológicos dessa relação, os investigadores ressaltam que os sentimentos negativos podem ser factores de risco para doenças cardiovasculares e, por isso, nesses casos, as mulheres devem procurar ajuda profissional.

Fonte:  Stroke.

Três meses depois de alerta sobre benzeno em refrigerantes fábricas mantêm fórmulas

Alex Rodrigues
Repórter da Agência Brasil

 
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Brasília – Milhares de brasileiros que consomem refrigerantes podem, sem saber, estar ingerindo benzeno, uma substância comprovadamente cancerígena. Apesar de a associação de defesa dos consumidores Pro Teste ter feito o alerta no início de maio, até o momento nenhuma providência foi tomada nem pelos órgãos competentes, nem pelas empresas.

Eles não negam a denúncia e alegam que cumprem os requisitos contidos na legislação brasileira. De acordo com o Ministério da Agricultura, “não há limite estabelecido oficialmente para o benzeno em refrigerantes”.

Segundo a coordenadora institucional da Pro Teste, a advogada Maria Inês Dolci, o objetivo inicial da entidade era apenas analisar a higiene e o valor nutricional das bebidas.

Para surpresa dos pesquisadores, sete das 24 amostras de diferentes marcas submetidas a testes revelaram indícios de benzeno: Fanta Laranja; Fanta Laranja light; Sukita; Sukita Zero; Sprite Zero; Dolly Guaraná e Dolly Guaraná diet.

Como a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), responsável pelo controle e fiscalização dos produtos e serviços que envolvam risco à saúde pública, não estabelece limites para a presença da substância em refrigerantes, os pesquisadores se basearam nos parâmetros legais sobre a existência do benzeno na água para definir um referencial “considerado aceitável” à saúde humana.

Mesmo por esse critério – que o próprio Ministério da Agricultura considera “inadequado” -, a Fanta Laranja light e a Sukita Zero foram reprovadas. No caso da Sukita Zero, a concentração da substância excedia em quatro vezes o valor de referência.

Responsável por registrar os produtos, o ministério informa que é possível que o benzeno se forme a partir da reação entre o ácido benzoico, empregado como conservante, e o antioxidante ácido ascórbico.

Sobre o risco de os refrigerantes conterem benzeno, no entanto, o ministério se limitou a informar que, não havendo limites estabelecidos oficialmente para a presença do “contaminante” em refrigerantes, apenas checa se os ácidos benzoico e ascórbico são usados conforme permitido pela Anvisa.

A agência, por sua vez, informou que “o uso do ácido benzoico em bebidas não alcoólicas” é permitido e que o Ministério da Agricultura “deve checar se os limites de uso desses aditivos está sendo respeitado” ao conceder o registro do produto.

Em resposta enviada à Agência Brasil, nenhuma menção é feita ao benzeno, embora já em 2003 a própria Anvisa tenha proibido a fabricação, distribuição e comercialização de produtos que contenham a substância, caracterizada pela International Agency Research on Cancer (Iarc) como “comprovadamente cancerígena”.

“O assunto é sério. Muitas pessoas consomem refrigerantes e já que constatamos a presença de benzeno em algumas bebidas, há uma responsabilidade muito grande dos órgãos reguladores e da indústria”, disse a coordenadora da Pro Teste à Agência Brasil.

“Esperamos que sejam adotadas as medidas cabíveis para que seja proibida a presença de benzeno nas bebidas. Sugerimos que os fabricantes substituam um dos dois ácidos do processo industrial e que os órgãos competentes elaborem uma legislação específica que proíba a presença do benzeno em refrigerantes”.

Em resposta enviada à Pro Teste, a Coordenadoria-Geral de Vinhos e Bebidas do ministério disse estar levantando informações com os fabricantes sobre quais deles usam a combinação dos ácidos benzoico e ascórbico, “que podem causar a formação do benzeno”.

O ministério garantiu que está adotando “as medidas necessárias para desenvolver uma metodologia capaz de detectar a presença do benzeno em bebidas”.

Falando em nome da Coca-Cola (fabricante da Sprite Zero, Fanta Laranja e Fanta Laranja light), da Ambev (Sukita e Sukita Zero) e da empresa Dolly – procuradas pela reportagem para comentar o assunto e esclarecer se, confirmada a denúncia, alguma providência havia sido tomada -, a Associação Brasileira das Indústrias de Refrigerantes (Abir) informou que seus associados não tiveram acesso à pesquisa, não podendo comentá-la.

A entidade informou também que os produtos citados são registrados “e seus componentes e fórmulas obedecem a todos os requisitos da legislação brasileira de saúde”.

Edição: Tereza Barbosa

http://www.agenciabrasil.gov.br/noticias/2009/08/03/materia.2009-08-03.4006196972/view


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