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Cuidados na Volta às Aulas

No início do ano letivo é importante lembrar os cuidados que devem ser tomados pelos pais e professores em relação ao peso da mochila das crianças e também a postura na sala de aula. Cuidados com a postura devem ser mantidos em todas as idades.

Com a volta as aulas, os alunos ficam empolgados para usar os materiais escolares e mostrar para os colegas as novas mochilas e lancheiras. Apesar da empolgação das crianças é importante que os pais lembrem que elas devem utilizar a mochila de maneira adequada, sem carregar muito peso, e com a postura correta, para que não venha a ter problemas de coluna no futuro.
O médico ortopedista, Antonio Piva Neto, informa que o peso total da mochila não deve exceder 10% do peso da criança. Então se uma criança pesa 40 Kg ela deve carregar no máximo 4 kg de material escolar. De acordo com o especialista não existe um tipo de mochila específica que é recomendada por profissionais, mas a orientação é que ela seja adequada para o tamanho da criança e ocupe a região das costas, que vai do ombro ate a região lombar, sem atingir a região glútea. Outra questão importante é que a mochila possua duas abas firmes e a criança sempre utilize as duas como apoio, a utilização de somente uma aba causa desequilíbrio na postura, devido a má distribuição do peso. “Também é indicado que a mochila tenha um cinto de contenção na parte da frente, já que isso faz com que ela fique bem perto da coluna, evitando desequilíbrios”, ressalta.
O médico destaca que a má utilização da mochila pode acarretar principalmente em dor nas costa e desvios posturais como a cifose e escoliose. “Claro que somente a questão do peso da mochila não traz problemas na coluna, mas contribui bastante. É importante seguir as recomendações, que são bastante simples e podem ajudar na prevenção de problemas futuros”, frisa o ortopedista.
Sobre a postura das crianças e adolescentes na sala de aula, o médico esclarece que o professor tem papel fundamental de orientação nestes casos, chamando a atenção dos alunos quando a postura estiver incorreta. “O principal problema é que muitos alunos tem a mania de inclinar o corpo para escrever. É indicado que o professor chame a atenção do aluno nestes casos, para que mantenha uma postura ereta, com as costas apoiadas na cadeira. Outra dica importante é que a própria direção da escola cuide na hora de comprar as carteiras, para que a cadeira tenha um bom tamanho em relação à mesa, assim o aluno não precisa se inclinar”, explica.

Dores na coluna
O ortopedista cita dados da Organização Mundial da Saúde de que 80% da população teve ou vai ter dores nas costas. Ele informa que por a questão da lombalgia ser tão comum, algumas pessoas acabam não procurando assistência médica. “Muitas vezes as pessoas acabam se automedicando e mascarando um problema que pode ser sério. Se o médico não é procurado nas fases iniciais da doença , quando é mais fácil realizar o tratamento adequado, o problema vai se agravando e o paciente pode chegar no consultório em uma fase muito avançada da doença, quando só é possível administrar tratamentos paliativos”, frisa.
O médico explica que a questão da lombalgia é avaliada de acordo com diversas características do paciente como faixa etária e profissão. Ele explica que na infância e adolescência, antes dos 20 anos, o médico avalia principalmente a questão postural e também se o paciente não possui alterações ósseas patológicas, que não são comuns, mas ocorrem. Na faixa dos 20 aos 40 anos, é observado a profissão do paciente , para avaliar a questão do esforço físico, além de problemas posturais. Já acima dos 40 anos o paciente costuma apresentar sintomas de doença, causada por diversos fatores como má postura, por exemplo.

Fonte: http://www.diariodamanha.com

Semana de Luta Contra o Câncer

Dia 4 de fevereiro é o Dia Mundial de Luta contra o Câncer e leitores de todo o mundo enviaram ao Serviço Mundial da BBC suas fotografias e histórias. Muitos deles passaram por tratamentos difíceis e dolorosos e finalmente ouviram a notícia que esperavam. Eles estão livres da doença. Alguns dos sobreviventes de câncer decidiram usar suas experiências para ajudar outros em situações similares.

A doença já atingiu 7,4 milhões de pessoas em 2004 e, se a incidência continuar neste ritmo, em 2030, mais de 11 milhões deve enfrentar o problema, de acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS). A estimativa é ruim, mas pode ser evitada, já que 80% dos casos estão relacionados à combinação de hábitos ruins, segundo o Instituto Nacional do Câncer (INCA).

“O indivíduo que fuma, bebe (em excesso) e não pratica exercícios físicos tem muito mais chances de adquirir câncer que aquele que evita esses comportamentos”, afirmou o oncologista e diretor da Oncomed de Belo Horizonte, Amândio Soares. Sendo assim, uma boa parcela da responsabilidade para reverter esse quadro está nas próprias pessoas. Com a intensificação das políticas antitabaco no Brasil, espera-se que esse risco seja reduzido.

No Brasil, o INCA divulgou um relatório onde o câncer de pele é o tipo mais comum entre as pessoas com 40 anos ou mais, com uma incidência maior em pessoas de pele e olhos claros. “Se for feito um diagnóstico precoce seguido de tratamento imediato, a maioria dos cânceres de pele podem ser curados”, afirma a Presidente e diretora executiva do Instituto de Oncologia, organização não governamental que tem como objetivo informar os brasileiros sobre prevenção, diagnóstico e tratamento da doença.

Câncer em 2012
O INCA estima que em 2012 surjam 518.510 mil novos casos da doença em neste ano. O câncer de próstata, com 31.400 mil novos casos, e o câncer de mama, com 29.360, serão os mais frequentes. Na sequência aparecem o câncer envolvendo o pulmão, traqueia e brônquios com estimativa de 12.720 novos casos e o câncer de colo de útero, com 6.610.

Segundo o cancerologista do Hospital Nossa Senhora das Graças, Fernando Chicoski, o principal causador da doença nas vias respiratórias é o tabaco. “Muita tosse, falta de ar, escarro com sangue, rouquidão e feridas na boca podem ser alguns dos sinais de câncer”, disse ele. O médico alertou que, na maioria das vezes, não há indícios da doença no estágio inicial, apenas quando a doença está avançada, por isso, a necessidade da prevenção.

A fumaça do cigarro também prejudica o organismo, pois a temperatura alta agride a mucosa brônquica. Ela contém cinco mil substâncias, entre elas as cancerígenas, como os hidrocarbonetos cíclicos. “O monóxido de carbono ao ser inalado diminui a oxigenação do organismo e, consequentemente, do cérebro, coração e rins”, explicou Chicoski.

No caso do câncer de mama, o diagnóstico tardio é ainda o que torna a doença a principal causa de morte entre as mulheres no Brasil. “Quando a doença é descoberta em fase avançada, as chances de cura são menores e os custos de tratamento aumentam consideravelmente”, disse o mastologista do Hospital Nossa Senhora das Graças, Cícero Urban.

A identificação da doença é feita em um exame clínico por um especialista, que pode detectar tumores superficiais de até um centímetro. Outro método é a mamografia, capaz de mostrar lesões iniciais, de milímetros. “Para pacientes com baixo risco, sem casos de hereditariedade, é recomendável exame clínico anualmente a partir dos 20 anos. Depois dos 40 anos, a mamografia deve ser inserida nessa rotina”, recomendou Urban.

Fontes Diversas

Campanha: “Câncer”

Volta às Aulas Sem Medo

Organizar a mochila, os materiais, a rotina… Como as férias passaram rápido! Chegou a hora de se preparar para muitas mudanças: turma nova, escola diferente, vários professores. Para quem entra na escola pela primeira vez, então, o período é ainda mais delicado.

“Os pais temem que a criança não tenha a atenção, o cuidado e o carinho que recebem em casa”, comenta Beatriz Ferraz, coordenadora pedagógica do Centro de Educação e Documentação para Ação Comunitária.

Veja o que você pode fazer para amenizar o sofrimento (o do seu filho e o seu!) no primeiro dia de aula.

Escolinha pela 1ª vez

Depois de se acostumar com seu filho o tempo todo em casa, deixá-lo na escolinha parte o coração? Não sofra!

• Acompanhe-o na fase de adaptação
Algum adulto conhecido deve acompanhar o primeiro dia. Se você não puder faltar ao trabalho, peça ao pai, um dos avós ou uma tia.

• Não vá embora muito depressa
Não fuja rapidinho para evitar que seu filho (ou você) chore. Fique por perto até ele se entrosar.

• Prepare-o para a merenda escolar
Se seu filho está deixando a comida líquida e começando na sólida, inicie a passagem alguns dias antes do começo das aulas.

• Transmita segurança
Leve à creche objetos queridos, como um paninho de estimação, uma chupeta ou um brinquedo. Assim, seu filho se sente mais seguro.

 

Mudança de escola ou classe

Vários professores, matérias diferentes e colegas desconhecidos: prepare seu filho para os novos desafios na escola.

• Compartilhe suas experiências
Se seu filho vai para o 5o ano, não terá mais só um professor. Conte um bom momento de sua vida escolar para acalmá-lo.

• Informe-se sobre as mudanças
Quem entrou no Ensino Médio ou mudou de escola precisa saber como serão as provas e outras atividades.

• Estimule-o a se enturmar
Ele poderá encontrar colegas que tenham interesses em comum e fazer amigos para dividir trabalhos em grupo.

• Aceite o ritmo dele
Não se espante se ele estiver calado no início. Cada um tem um ritmo. Esteja disponível para conversar se ele quiser.

Fonte: http://educarparacrescer.abril.com.br

Campanha: Cuidados Com Seu Filho

Volta às Aulas

Os dias de diversão e de folga na rotina estão perto de acabar para os estudantes. As aulas voltam daqui a uma semana em boa parte das escolas capixabas e, por isso, é hora de os pais começarem a incentivar os pequenos para o início do ano letivo. Especialistas em educação dão dicas para que o retorno seja tranquilo e para que os momentos de acordar cedo, de estudar e de voltar com as atividades extracurriculares não se tornem uma tortura.

Envolver a criança na compra e na organização do material escolar pode dar muito certo. O filho tende a ficar mais animado ao escolher alguns itens, além de ajudar a encapar livros e cadernos e participar da arrumação da mochila.

“São formas de estimular a criança. É importante, ainda, que os pais falem o que tem de bom na escola, os amiguinhos, os professores e as brincadeiras”, orienta a psicopedagoga Cybele Meyer.

Os irmãos João Lucas, 10, e Maria Cecília, 4, já estão contando os dias para o início das aulas. Para a menina, será um mundo novo, já que vai frequentar a escola pela primeira vez. “Ela não vê a hora de estrear o uniforme e a mochila nova. Fica provando a roupa o tempo todo”, conta a mãe, a fotógrafa Sabrina Viana Figueiredo Hoehene, 33.

João Lucas também fica empolgado para voltar para o colégio, principalmente por causa dos coleguinhas de turma. A mãe conta que os amigos se encontram durante as férias para dar continuidade a um rodízio de livros incentivado pela escola.

“São sete livros de uma coleção para a leitura durante as férias. Ele fica doido para encontrar com os colegas e isso estimula a vontade de voltar para a escola”, diz Sabrina.

Pequeninos
No caso das crianças menores, em idade pré-escolar, Cybele Meyer diz que há três situações diferentes de adaptações: aquelas que desde o primeiro dia ficam resistentes, grudam no pescoço da mãe e choram durante uma semana até se adaptar; as crianças que não terão nenhum problema nesse sentido por causa da própria personalidade e relacionamento interpessoal muito aflorado; e, finalmente, os pequenos que frequentam a escola durante a primeira semana, exploram todas as novidades, mas depois se recusam a voltar pois preferem a rotina da própria casa. Essa última situação é a mais conflituosa, diz a psicopedagoga.

“É importante que os pais estejam preparados para insistir. Alguns pensam que pode ter acontecido algo na escola, porque o filho estava indo bem e, de repente, não quer mais voltar. Mas, nessa idade, é normal querer o novo e depois se cansar”, afirma a especialista. Portanto, nada de deixar a criança em casa por mais alguns dias ou trocar de escola, porque não está agradando logo de cara ao filho.

“Os pais precisam ser parceiros da escola, mesmo que a criança fique chorando, pois ela vai se adaptar. Se ela for transferida logo para outro colégio, o comportamento só será reforçado. Os estudantes nos primeiros anos do ensino fundamental também podem estranhar a rotina e usar outros pretextos, como dor de cabeça”, alerta Cybele Meyer. 

Tudo novo
Quando o filhote vai para outra escola ou se está começando a estudar, vale a pena chegar mais cedo no primeiro dia de aula ou até dias antes para que ele se acostume ao novo ambiente, sugere a pedagoga da Escola Ilha-Florescer, Patrícia Sabadini. “É importante a criança se familiarizar com o espaço para se sentir mais segura”.

Cybele Meyer acrescenta que “se o filho já tem um histórico de adaptação difícil, o melhor é a mãe ir com ele na escola para animá-lo a descobrir o que mudou no local, por exemplo”, diz.

Quanto mais nova a criança, mais dificuldade terá de entender a rotina. E o retorno se torna mais difícil se ela ficou mais tempo na companhia dos pais nas férias. Por isso, uma dica é dizer ao filho que está contente em voltar para o trabalho e que também vai ser bom rever os colegas.

Entrar nos eixos
Na última semana de férias, para que o sono também volte ao ritmo e horário normal, é importante levar os baixinhos para a cama mais cedo. Isso vai evitar um impacto muito grande na volta às aulas.

A psicóloga e diretora da Escola Monteiro Lobato, Ana Rita Costa Gomes, diz que a retomada da rotina escolar não pode ser feita de um dia para o outro. “Para quem está viajando com a família, não é recomendado voltar no mesmo dia do início das aulas, por exemplo. Os pais também podem diminuir o ritmo da criança, que geralmente está muito agitada nas férias”, destaca a psicóloga.

Incentive a leitura, que ajuda a desacelerar. A volta à vida escolar também é prejudicada quando as crianças passam muitas horas das férias vendo televisão ou usando o computador, o que torna a readaptação mais complicada.

As escolas também costumam preparar várias atividades e gincanas na primeira semana de aula para ajudar na apdatação dos alunos e dar as boas-vindas para os estudantes recém-chegados. “O lanche servido também costuma agradar bastante, com pipoca, gelatina e sorvete”, completa Ana Rita.

O incentivo de que ele precisa

Material escolar

Leve o filho junto: Quem ainda não comprou o material deve dar uma chance ao filho para que ele escolha pelo menos alguns itens. Isso anima o pequeno e enfatiza a ideia de que ele tem que voltar a estudar. Vocês também podem dar folhear os livros para ver o que será tratado nas aulas durante o ano

Conversas

Incentivo: Outra forma de motivar a criança é conversar bastante sobre o quanto é bacana voltar às aulas. Fale sobre as novidades que estão sendo preparadas na escola, o reencontro com os coleguinhas e todos os pontos que o filho mais gosta
Escola é legal: 
Para ajudar, os pais não devem se referir à escola como um lugar ruim, ou o quanto não gostavam de determinada disciplina. É preciso enfatizar os aspectos positivos da escola na volta às aulas, principalmente no caso das crianças que estão iniciando a vida escolar 

Visitar a escola

Antes das aulas: Dar um pulo na escola antes do primeiro dia de aula pode ser positivo para a criança que está começando o ano letivo em outra escola ou que vai mudar de sala e de ambiente. Mostre onde vai ser a sala, esclareça dúvidas sobre quem é o professor, quantos colegas têm na turma, onde é o banheiro, etc.

De volta à rotina 

Uma semana antes: 
Se ela for à escola de manhã, comece a despertar a criança em horários próximos aos da aula, pelo menos uma semana antes. E também antecipe o horário de dormir. Aos poucos, ela vai se acostumar. Se estuda no período vespertino, veja se vai ser preciso alterar o horário do almoço e do banho 

Perto do dia “D”

Revisão: Verifique com seu filho se o material escolar está em ordem e veja se há alguma tarefa para o retorno. Fazer isso junto com o pequeno e relembrar as coisas legais que ele produziu ao longo do semestre anterior é bom para entrar no clima de volta às aulas

Insista

Nos primeiros dias: Se a criança fizer birra e não quiser ir à escola, seja firme, mas carinhoso. E não permita que ela falte ao primeiro dia de aula. O importante é explicar que é natural sentir preguiça – mas, sem deixar de motivá-la – e expor os ganhos que ela teria se estivesse com os colegas nos primeiros dias de aula

Pré-escolar

Aos poucos: No começo, leve o filhote por algumas horas e, pouco a pouco, vá aumentando o horário da permanência dele na creche/escola. O período de adaptação varia de criança para criança, é único e deve ser avaliado individualmente
É bom você levar: 
É importante que a mãe ou o pai leve e traga a criança, mas não prolongue as despedidas. Você tem que passar segurança à criança de que o que está fazendo é o melhor para ela
Estimule em casa: 
Pergunte a professora sobre as atividades que estão sendo desenvolvidas na sala de aula e anime seu filho a compartilhar com você as experiências que aprende. Demonstre alegria e entusiasmo por seus progressos.

Fonte: http://gazetaonline.globo.com

Vídeo: BBC Desenvolvimento Sustentável

Plano Brasil Sem Miséria

Clicando na imagem você poderá saber mais informações sobre o Plano Brasil Sem Miséria

 Qual o objetivo do Plano Brasil Sem Miséria?

O objetivo do Plano Brasil Sem Miséria é elevar a renda e as condições de bem-estar da população. As famílias extremamente pobres que ainda não são atendidas serão localizadas e incluídas de forma integrada nos mais diversos programas de acordo com as suas necessidades.

 A quem o Plano Brasil Sem Miséria é destinado?

O Plano Brasil Sem Miséria é direcionado aos brasileiros que vivem em lares cuja renda familiar é de até R$ 70 por pessoa. De acordo com o Censo 2010 do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), estão nesta situação 16,2 milhões de brasileiros.

Quais as ações envolvidas no Plano Brasil Sem Miséria?

O Plano Brasil Sem Miséria agrega transferência de rendaacesso a serviços públicos, nas áreas de educação, saúde, assistência social, saneamento e energia elétrica, e inclusão produtiva. Com um conjunto de ações que envolvem a criação de novos programas e a ampliação de iniciativas já existentes, em parceria com estados, municípios, empresas públicas e privadas e organizações da sociedade civil, o Governo Federal quer incluir a população mais pobre nas oportunidades geradas pelo forte crescimento econômico brasileiro.

A expansão e a qualidade dos serviços públicos ofertados às pessoas em situação de extrema pobreza norteiam o Brasil Sem Miséria. Para isso, o plano prevê o aumento e o aprimoramento dos serviços ofertados aliados à sensibilização, mobilização, para a geração de ocupação e renda e a melhoria da qualidade de vida. As ações incluirão os seguintes pontos:

  • Documentação;
  • Energia elétrica;
  • Combate ao trabalho infantil;
  • Segurança Alimentar e Nutricional: Cozinhas comunitárias e bancos de alimentos;
  • Apoio à população em situação de rua, para que saiam desta condição;
  • Educação infantil;
  • Saúde da Família;
  • Rede Cegonha;
  • Distribuição de medicamentos para hipertensos e diabéticos;
  • Tratamento dentário;
  • Exames de vista e óculos;
  • Assistência social, por meio dos Centros de Referência de Assistência Social (CRAS) e Centros de Referência Especializados de Assistência Social (CREAS).

Quais os pontos de atendimento dos programas englobados pelo Plano Brasil Sem Miséria?

Os Centros de Referência de Assistência Social (CRAS) serão os pontos de atendimento dos programas englobados pelo Brasil Sem Miséria. As sete mil unidades existentes no País funcionam em quase todos os municípios e outros pontos serão criados.

Fonte: http://www.brasilsemmiseria.gov.br

Vídeo: Desenvolvimento Sustentável

O vídeo “Desenvolvimento Sustentável” apresenta o empenho do Brasil na atuação da Sustentabilidade e do Desenvolvimento Ambiental.

Vídeo: Marcelo Neri comenta o Desenvolvimento Social no Brasil


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