Posts Tagged 'America latina'

Trânsito na América Latina faz 275 mortes por dia, diz BID

Os acidentes de trânsito na América Latina e no Caribe causam 275 mortes por dia e seu custo econômico é de 2% a 4% do PIB regional, assinalou nesta sexta-feira o presidente do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), Luis Alberto Moreno.

acidentes_transito_JosaAlmeida_2_1

O presidente do BID interveio em Santo Domingo no Fórum “Pavimentando o Caminho rumo à Segurança Viária”, organizado junto ao governo dominicano e a Federação Internacional de Automobilismo (FIA).

Um estudo sobre o tema realizado pelo BID assinala que o impacto na sociedade em termos de anos perdidos por mortes prematuras em acidentes de trânsito é comparável ao números de anos perdidos por causa do HIV, câncer de pulmão, tuberculose e malária.

Na América Latina e no Caribe são registradas 17 mortes por cada 100.000 habitantes devido aos acidentes de trânsito, de acordo com a mesma fonte.

Moreno se referiu particularmente à República Dominicana, que enfrenta, na sua opinião, “um desafio de envergadura dada sua alta taxa de acidentes viários”.

No Fórum também participou o presidente da FIA, Jean Todt, que defendeu mais educação e informação para frear esta realidade na região, assim como respeito às leis e às regras em cada país.

Tanto Moreno como Todt apelaram aos meios de comunicação para conscientizar sobre a importância de se conseguir a segurança viária.

Segundo a Organização Mundial da Saúde, cerca de 3.400 pessoas morrem por dia em acidentes de trânsito. Outras dezenas de milhões são feridas a cada dia.

São números assustadores. A média mundial, a cada 100 mil habitantes, é de 18 mortes.

O Brasil, se feita uma proporção com sua gigantesca população, aparece “apenas” na 42ª posição.

Mas, se considerar o número absoluto, é o quarto pior do mundo: 43.869 fatalidades. Está atrás de China, Índia e Nigéria, apenas.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://exame.abril.com.br/

Visite nosso site: http://www.vivamelhoronline.com.br

Brasil é 4º em crescimento de suicídios na América Latina

O Brasil é o quarto país latino-americano com o maior crescimento no número de suicídios entre 2000 e 2012, segundo um relatório inédito divulgado nesta quinta-feira pela OMS (Organização Mundial da Saúde).

suicidio-1628183

O documento, que reúne dados compilados em dez anos de pesquisas sobre o suicidio ao redor do planeta, descreve a questão como um grave problema mundial de saúde pública, frequentemente cercado de tabus, que precisa ser enfrentado pelas autoridades.

De acordo com o relatório, na América Latina, apenas cinco países tiveram um aumento percentual no número de suicídios entre 2000 e 2012: Guatemala (20,6%), México (16,6%), Chile (14,3%), Brasil (10,4%) e Equador (3,4%).

A OMS estima que 800 mil pessoas se suicidam por ano em todo o planeta, uma pessoa a cada 40 segundos. Essa é a segunda maior causa de morte em pessoas entre 15 e 29 anos, enquanto que os mais de 70 anos são aqueles que mais frequentemente se tornam suicidas.

Apesar disso, apenas 28 países têm uma estratégia nacional de prevenção de suicídios, de acordo com a OMS, e o Brasil é um deles. Segundo o Ministério da Saúde, “a rede pública oferece acompanhamento psicológico, psicoterápico e assistência psiquiátrica hospitalar” para prevenir suicídios.

Líder entre latinos

Em números absolutos, o Brasil é líder entre os países latino-americanos, de acordo com o relatório. Foram 11.821 suicídios entre 2010 e 2012.

Apesar de terem apresentado um aumento maior de suicídios que o Brasil, os outros três países que lideram o crescimento de casos na América Latina têm quantidades bem inferiores de casos.

A Guatemala, cuja cifra aumentou 20,6% desde 2000, teve 1.101 registros. Já o México, segundo no ranking, teve 16,6% casos a mais em 2012, mas o país soma 4.951, menos da metade dos casos brasileiros.

No Brasil, chama a atenção o fato de o número de mulheres que tiraram a própria vida ter crescido mais (17, 80%) do que o número de homens (8,20%) no período de 12 anos.

Números do suicídio no Brasil

Suicídios em 2012 Taxa por 100 mil habitantes (2012) Taxa por 100 mil habitantes (2000) Aumento em 12 anos
Mulheres 2.623 2,5 2,1 17,80%
Homens 9.198 9,4 8,7 8,20%
Total 11.821 5,8 5,3 10,40%

Nas escolas

A OMS diz o estigma social associado a desordens mentais impede pessoas de buscar ajuda e, em último caso, acaba levando muitas pessoas a atentar contra a própria vida.

Por isso, a organização está pedindo que os diferentes países ofereçam mais apoio às pessoas que já tentaram alguma vez se matar e que, por isso, fazem parte de um grupo de maior risco.

A meta estabelecida pela organização é reduzir, em 10%, a taxa de suicídio mundial até 2020.

No relatório, a OMS também ataca a mídia, dizendo que publicar notícias com detalhes sobre suicídios estimula outras pessoas a também tentar se matar. Isso teria acontecido recentemente com a cobertura do suicídio do ator hollywoodiano Robin Williams.

Outro ponto levantado pela organização é a necessidade de limitar o acesso das pessoas a armas de fogo e produtos químicos letais.

Ministério da Saúde

A reportagem da BBC Brasil entrou em contato com o Ministério da Saúde para saber se havia alguma ação específica da pasta para tratar o problema crescente do suicídio no país.

Na resposta, o Ministério mencionou um plano de ação chamado “Estratégia de Diretrizes Nacionais de Prevenção do Suicídio”, que inclui 2.128 Centros de Atenção Psicossocial (CAPs) espalhados pelo Brasil para realizar assistência especializada, com capacidade para 43 milhões de atendimentos por ano.

Nesses centros, ainda de acordo com o governo, “o paciente recebe atendimento próximo da família, assistência média e cuidado terapêutico conforme o seu quadro de saúde. O local também prevê a internação quando há orientação médica.”

O investimento total do Ministério da Saúde na prevenção ao suicídio com a criação dos CAPs foi de R$ 2 bilhões nos últimos três anos.

A pasta ainda informou que a rede pública disponibiliza medicamentos gratuitos (sob prescrição médica) para tratar doenças psiquiátricas, como a depressão – uma das causas mais comuns que levam ao suicídio.

Sobre o crescimento do número de suicídios no Brasil, o Ministério disse que “a taxa média brasileira (5,8 por 100 mil habitantes) é praticamente a metade da média mundial (11,4 por 100 mil) e está bem abaixo de outros países da América do Sul, como Argentina (10,3), Bolívia (12,2), Equador (9,2), Uruguai (12,1) e Chile (12,2).”

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://www.bbc.co.uk/

Visite nosso site: http://www.vivamelhoronline.com.br

O sangue dos latino-americanos salva milhões de vidas

Três países da América Latina têm um recorde que muitos consideram vital para a saúde de seus cidadãos: o de doação voluntária de sangue.

Argentina, Brasil e Colômbia encabeçam a lista da Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS) de unidades de sangue colhidas voluntariamente na região – ou seja, sem remuneração –, que somam 3,8 milhões de unidades na América Latina. Essa quantidade pode salvar quase 12 milhões de vidas, três por doação, segundo os especialistas.

Hospitalhaços_Doação+de+sangue

Mas, mesmo assim, a América Latina está longe da meta proposta pelas entidades que coordenam a saúde mundial: que até 2020 todos os países obtenham 100% de seus insumos de sangue por meio de doações voluntárias.

De acordo com os últimos dados da Organização Mundial da Saúde(OMS), de 9,3 milhões de unidades de sangue recolhidas na América Latina e Caribe, só 41% são de doadores voluntários.

No mundo, 73 países recebem mais de 90% de suas doações de forma altruísta. E a Espanha se destaca entre todos: quase 100% do seu sangue é através de doações voluntárias, sem nenhuma contrapartida. Desta maneira, a cada dia 350 pessoas recuperam sua saúde e 75 se salvam de morrer graças aos doadores, segundo os dados da Federação Espanhola de Doadores de Sangue.

O caso da nossa região é, em parte, produto da nossa cultura. Se perguntarmos a um latino-americano quando foi a última vez que doou sangue, provavelmente nos responderia que quando teve um familiar hospitalizado por uma enfermidade grave ou por uma cirurgia. Pouquíssimos responderiam que seu último comparecimento a um banco de sangue foi voluntário.

Devido à coexistência dessas duas modalidades de doação – a reposição do sangue dado a um paciente hospitalizado e as doações voluntárias –, as reservas não são tão abundantes em nossa região, e a situação é um tanto confusa.

“É preciso abandonar a ideia de que somente se doa quando um familiar está mal”, diz Mabel Maschio, coordenadora do Programa Nacional de Sangue na Argentina.

Pelas mães

O dia 14 de junho é o Dia Mundial do Doador de Sangue, que este ano será celebrado sob o slogan “Doe sangue para aquelas que dão vida. Sangue seguro para uma maternidade segura”, com a ideia de conscientizar sobre o acesso adequado ao sangue, e assim prevenir a mortalidade materna.

A cada ano, mais de 500.000 mulheres no mundo morrem durante a gravidez, o parto e a lactância, e estima-se que 15,3% das mortes maternas na América Latina se devam a hemorragias.

A situação não é muito melhor no resto do mundo, onde, segundo cálculos da OMS, apesar de serem coletadas quase 107 milhões de unidades de sangue, nem todas as pessoas que podem se animam a doar. Por isso, não é possível contar com um abastecimento suficiente de sangue seguro.

A falta de sangue é mais sentida nos lugares onde há mais necessidade: enquanto cerca de 36 a cada 1.000 pessoas fazem doações voluntárias nos países de alta renda, naqueles de média e baixa renda este número cai para 11 e quase 3, respectivamente.

Uma mudança de paradigma

Um dos países da região que mais estão se aproximando desse modelo é a Argentina, onde, por dia, mais de 1.000 pessoas precisam receber uma transfusão de sangue. Hoje, os doadores voluntários representam 35% do total, um número que até alguns anos atrás era extremamente incomum: em 2006, apenas 6% das doações de sangue eram voluntárias.

Nessa época, a maioria dos pacientes dependia da gestão de seus parentes ou da urgência da situação para conseguir doadores. E a fragmentação dos bancos de sangue impedia uma rede integrada de abastecimento, com padrões que diferiam de acordo com cada hospital.

Com a ideia de mudar para um modelo no qual todos os doadores o fizessem por vontade própria, o Plano Nacional de Sangue do Ministério da Saúde da Argentina, apoiado pelo Banco Mundial, trabalhou para incentivar províncias e municípios a sair coletando doações e centralizar os bancos de sangue.

“Os bancos de sangue são uma fábrica onde se deve cuidar da qualidade do produto de uma população solidária”, acrescenta Maschio, que conta ter sido doador voluntário de sangue durante muitos anos. “O bem-estar que dá doar vida é imenso”, afirma.

Apesar de o número de doadores voluntários vir aumentando, ainda há muito a se fazer: apenas 1,5% dos mais de 40 milhões de argentinos doa sangue, enquanto o percentual ideal de doadores em um país, segundo a OMS, deve estar entre 3,5% e 5% da população.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site:  http://brasil.elpais.com/

Visite nosso site: http://www.vivamelhoronline.com.br

Água é Vida, Saneamento é Dignidade

Na América Latina e no Caribe, 124 milhões de pessoas não contam com instalações de saneamento apropriadas – um banheiro adequado que permita conseguir privacidade, dignidade, limpeza e um ambiente saudável. Muitas vezes, isso significa exposição a múltiplos perigos: desde doenças que podem ser prevenidas até violências e abusos.

20100319_Rio Negro - Bento Viana

O Dia Mundial da Água, com o tema “O Ano Internacional de Cooperação pela Água”, tem como objetivo chamar a atenção do público em geral, e especialmente das autoridades e tomadores de decisões sobre a quantidade de pessoas que ainda não têm acesso adequado a saneamento e higiene e que são vulneráveis a uma série de riscos à saúde. Mais de 75% das águas residuais são jogadas no meio ambiente sem tratamento algum, contaminando as fontes de água que usamos para beber.

“A ausência de saneamento adequado tem sérios impactos sobre a saúde e o desenvolvimento social, especialmente para as crianças. Os investimentos na melhoria do saneamento vão acelerar o progresso em direção aos Objetivos de Desenvolvimento do Milênio e salvar vidas”, disse a diretora executiva do UNICEF, Ann M. Veneman.

O saneamento é vital para a saúde
Na América Latina e no Caribe, cerca de 20 mil crianças morrem todos os anos antes de completar 5 anos devido a doenças diarreicas agudas que poderiam ser evitadas mediante acesso a condições de higiene adequada, infra-estrutura de saneamento e água potável. Melhorar o acesso ao saneamento é um passo crucial para a redução do impacto dessas enfermidades.

O saneamento contribui para o desenvolvimento social
Melhorar as instalações de saneamento e promover a higiene nas escolas beneficia o aprendizado e a saúde das crianças. As escolas – o motor de desenvolvimento de nossa sociedade – conseguem atrair e manter os estudantes, especialmente as meninas, quando contam com saneamento e água potável. A falta de instalações de saneamento limpas, separadas e privadas nas escolas é uma das razões pela qual as crianças, especialmente as meninas durante a puberdade, ficam resistentes a freqüentar as escolas.

O saneamento é um bom investimento econômico
Os efeitos positivos do saneamento melhorado no crescimento econômico e na redução da pobreza são evidentes. Segundo um estudo da Organização Mundial da Saúde, cada dólar investido na melhoria do saneamento para o alcance dos Objetivos de Desenvolvimento do Milênio gera, em média, um benefício econômico de US$ 12.

O saneamento favorece o meio ambiente
A qualidade das fontes de água está diretamente relacionada com o saneamento. A eliminação adequada dos dejetos humanos protege a qualidade da água e os recursos naturais, e, portanto, a nossa saúde.

A cada ano, mais de 200 milhões de toneladas de dejetos humanos ficam sem coleta e tratamento em todo o mundo. Na América Latina, somente 14% das águas residuais são tratadas e 40% dos resíduos sólidos não são dispostos adequadamente, contaminando a terra e os mananciais de água.

Um saneamento adequado significa menor degradação ambiental, maior sustentabilidade dos recursos naturais e um futuro mais seguro e digno para os meninos e as meninas.

Melhorar o saneamento é possível
O custo aproximado de US$ 800 milhões de dólares por ano para reduzir pela metade a proporção de pessoas que não contam com saneamento básico antes de 2015 é simples e possível de se conseguir. Se mantido esse investimento, o saneamento básico universal poderá ser alcançado em uma ou duas décadas.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site:  http://www.unicef.org


Enter your email address to follow this blog and receive notifications of new posts by email.

Junte-se aos outros seguidores de 2.152

Calendário

abril 2021
S T Q Q S S D
 1234
567891011
12131415161718
19202122232425
2627282930  

Arquivos

Estatísticas do Blog

  • 1.013.031 hits

%d blogueiros gostam disto: