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Dia Internacional do Amigo

Hoje é o Dia do Amigo, esse sentimento que une pessoas pelo afeto, carinho, pelo sentimento de lealdade e proteção. A data é comemorada em vários países, inclusive no Brasil.

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A origem do Dia Internacional do Amigo tem mais de uma versão. Uma delas diz que a celebração em 20 de julho foi proposta pelo professor e músico argentino Enrique Ernesto Febbraro. Inspirado pela chegada do homem à Lua, em 20 de julho de 1969, Francesco quis ressaltar que se a humanidade se unisse não haveria objetivos impossíveis.

Ele considerava que a chegada do homem à Lua não era apenas uma vitória científica. Era também uma oportunidade de fazer novas amizades. Francesco enviou cerca de 4 mil cartas para diversos países pedindo para instituir o Dia do Amigo. O seu país, a Argentina, foi o primeiro a adotar a data 20 de julho como o dia da Amizade.

Outra versão sobre a origem da data foi inspirada na Cruzada Mundial da Amizade, uma campanha para fomentar a cultura da paz. A campanha foi idealizada pelo médico paraguaio Ramon Artemio Bracho, em 1958. Ele propunha que o dia da amizade deveria ser celebrado no dia 30 de julho.

Com a possibilidade das duas datas, o tema foi parar nas discussões das Nações Unidas, que decidiu convidar todos os países a celebrar o Dia Internacional da Amizade no dia 30 de julho. Para lembrar a data, a ONU incentiva governos, organizações internacionais e grupos da sociedade civil a realizar eventos, atividades e iniciativas voltadas para o diálogo entre os povos, para a solidariedade, para a compreensão mútua e para a reconciliação.

Mas o dia 20 de julho ainda é a data escolhida por cerca de cem países, inclusive o Brasil, para celebrar a amizade. Algumas capitais, como a do Rio de Janeiro, de São Paulo, de Minas Gerais e de Mato Grosso têm, inclusive, leis instituindo o Dia da Amizade no dia 20 de julho.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://radioagencianacional.ebc.com.br/

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Saiba como cuidar da saúde antes da viagem

Viajar é uma delícia, seja para conhecer um lugar novo e explorar culturas diferentes ou para voltar para aquele lugar que tanto amamos. Mas antes de arrumar a mala é importante pensar na saúde.

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O primeiro ponto do planejamento é saber se a saúde está em dia, principalmente para quem tem alguma doença pré-existente.Se alguns dias antes da partida contrair alguma doença infecciosa aguda tente adiar até ficar melhor. Afinal, se já é complicado ficar doente em casa, imagina em um lugar desconhecido?

Se fizer uso de medicamentos sob prescrição médica, revalide a receita e adquira os medicamentos na quantidade suficiente para toda a viagem, pois nem sempre é possível adquirir medicamentos em outros países, sem prescrição médica local. Lembre-se de levar, preferivelmente na bagagem de mão, na caixa original para melhor identificação, caso necessário. Na receita deve constar o mesmo nome identificado no cartão de embarque.

Fique atento ao volume individual dos recipientes, pois, pelas normas de segurança aérea, somente é permitido levar na bagagem de mão medicamentos essenciais acompanhados de prescrição médica; medicamentos que não necessitam de prescrição médica: colírio, solução fisiológica para lentes de contato, etc. (desde que não excedam 120ml ou 4oz); insulina e líquidos especiais ou gel, para passageiros diabéticos, acompanhados de prescrição médica (desde que não excedam 148 ml ou 5oz).

Em caso de viagens internacionais, certos países mantêm com o Brasil acordos internacionais recíprocos, que permitem o atendimento de cidadãos brasileiros pelas redes públicas de saúde. Para saber mais sobre o Certificado de Direito a Assistência Médica, acesse http://sna.saude.gov.br/cdam/. Considere ainda a possibilidade de contratar um seguro internacional de saúde particular.

:: Vacinas

Vale lembrar que alguns países ainda sofrem com doenças que o Brasil já erradicou ou tem baixa incidência. Por isso consulte as vacinas necessárias para o destino e confira se as suas estão em dia. Um exemplo é a medida de controle da febre amarela, alguns países exigem dos viajantes o “Certificado Internacional de Vacinação ou Profilaxia” para o ingresso em seu território. Esta vacina deve ser administrada pelo menos dez dias antes da viagem.

Para a emissão do “Certificado Internacional de Vacinação ou Profilaxia” (CIVP), você deverá procurar os Centros de Orientação ao Viajante da Anvisa, levando o seu Cartão Nacional de Vacinação e um documento de identificação oficial com foto. O certificado internacional só será válido para ingresso no país estrangeiro após dez dias a contar da data da vacinação contra febre amarela.

Outras também poderão ser recomendadas como medida preventiva ao viajante que se desloca para áreas de risco. Informe-se se existe essa indicação para o destino da sua viagem. A rede pública do Sistema Único de Saúde oferece vacinas eficazes e gratuitas. É bom lembrar que as vacinas geralmente têm um período, que varia entre 10 dias e 6 semanas, até atingir a proteção esperada. Por isso, devem ser aplicadas com a devida antecedência à viagem.

Depois de conferir os assuntos relacionados à saúde é só arrumar a mala e aproveitar a viagem!

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Número de doadores de sangue regulares aumenta no Brasil

O número de doadores de sangue fidelizados no Brasil – aqueles que doam com regularidade, aumentou, mas continua longe do ideal. O alerta é de especialistas neste Dia Nacional do Doador do Sangue, celebrado hoje (25).

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Para o biólogo molecular da Fundação Pró-Sangue de São Paulo, Eduardo Levy, a melhora da instrução e mais informações podem explicar o aumento. “Cerca de 60% dos doadores aqui [Fundação Pró-Sangue] são doadores que vêm de forma altruística e com regularidade. Mas em alguns países, como na Inglaterra esse percentual chega a 100%”, contou ele.

Por outro lado, o biólogo lamenta que a sociedade esteja cada vez mais individualista, sobretudo, os jovens e teme que os números voltem a cair. “Precisamos de campanhas e de educação nas escolas que combatam o egoísmo e ressaltem a importância de termos uma sociedade solidária. O sangue só vem de um ser humano, não existe sangue artificial e dependemos dos doadores”, completou o médico.

O gerente médico da Associação Beneficente de Coleta de Sangue (Colsan), Fábio Lino, lamentou que o mais comum entre os brasileiros ainda seja a doação a parentes e conhecidos em situações de emergência. “A Organização Mundial da Saúde (OMS) preconiza que 5% da população de um país doem sangue regularmente para manter os estoques de sangue dos hemocentros. No Brasil esse percentual está entre 2% e 2,5%”, disse ele. “As campanhas ajudam pontualmente, mas falta conscientização. Falta essa cultura de perder um dia da vida para tentar ajudar o próximo doando sangue.”

O diretor da Associação Brasileira de Hematologia, Hemoterapia e Terapia Celular (ABHH), hematologista Dante Langhi Jr, compartilha da opinião dos colegas. Ele deu o exemplo do trabalho de conscientização com os doadores específicos, como os de plaqueta. “Como esse doador é contatado muitas vezes pelos serviços e a conscientização é mais efetiva, vimos um aumento desse número de doadores nos últimos anos”, comentou.

Para doar sangue é preciso ter entre 16 e 69 anos, pesar mais de 50 quilos, estar bem de saúde e portar um documento de identidade oficial com foto. Jovens com 16 e 17 anos só podem doar sangue com autorização dos pais ou responsáveis legais. Não é necessário estar em jejum, apenas evitar apenas alimentos gordurosos nas três horas que antecedem a doação.

Os especialistas também elogiaram o uso do teste de ácido nucleico (Teste NAT) no sistema de saúde público que aumenta a segurança das transfusões de sangue. A utilização do NAT nos bancos de sangue tornou-se obrigatória há um ano no país. Ele é o único capaz de detectar a presença do vírus do HIV, da hepatite C e da hepatite B no organismo entre o dia da contaminação por vírus e o momento de sua manifestação (janela imunológica).

Para Lino o Teste NAT foi uma das ferramentas mais importantes de controle do sangue nos últimos tempos. “O número de doações em janela imunológica é muito pequeno, mas ainda assim pode acabar infectando um paciente”, comentou.

Levy acredita que embora a incorporação do Teste NAT seja de extrema importância para fortalecer segurança do sangue, é necessário mais tempo para mensurar sua utilidade no país.

“Ter um doador em janela imunológica é raro, estamos falando de índices de uma a cada 100 mil doações. Alguns bancos de sangue no país vão demorar uns cinco anos para ter 100 mil doações”, explicou ele.

Langhi Jr. comentou que em vários países desenvolvidos o NAT já é utilizado há muitos anos e sua eficácia comprovada por vários estudos. “É sem dúvida nenhuma um grande ganho a obrigatoriedade dos testes NAT. As vantagens que esse teste oferece já são conhecidas na literatura médica específica”.

O NAT é desenvolvido pelo Instituto de Tecnologia em Imunobiológicos (Bio-manguinhos) da Fundação Oswaldo Cruz. (Fiocruz), vinculada ao Ministério da Saúde.

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O sangue dos latino-americanos salva milhões de vidas

Três países da América Latina têm um recorde que muitos consideram vital para a saúde de seus cidadãos: o de doação voluntária de sangue.

Argentina, Brasil e Colômbia encabeçam a lista da Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS) de unidades de sangue colhidas voluntariamente na região – ou seja, sem remuneração –, que somam 3,8 milhões de unidades na América Latina. Essa quantidade pode salvar quase 12 milhões de vidas, três por doação, segundo os especialistas.

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Mas, mesmo assim, a América Latina está longe da meta proposta pelas entidades que coordenam a saúde mundial: que até 2020 todos os países obtenham 100% de seus insumos de sangue por meio de doações voluntárias.

De acordo com os últimos dados da Organização Mundial da Saúde(OMS), de 9,3 milhões de unidades de sangue recolhidas na América Latina e Caribe, só 41% são de doadores voluntários.

No mundo, 73 países recebem mais de 90% de suas doações de forma altruísta. E a Espanha se destaca entre todos: quase 100% do seu sangue é através de doações voluntárias, sem nenhuma contrapartida. Desta maneira, a cada dia 350 pessoas recuperam sua saúde e 75 se salvam de morrer graças aos doadores, segundo os dados da Federação Espanhola de Doadores de Sangue.

O caso da nossa região é, em parte, produto da nossa cultura. Se perguntarmos a um latino-americano quando foi a última vez que doou sangue, provavelmente nos responderia que quando teve um familiar hospitalizado por uma enfermidade grave ou por uma cirurgia. Pouquíssimos responderiam que seu último comparecimento a um banco de sangue foi voluntário.

Devido à coexistência dessas duas modalidades de doação – a reposição do sangue dado a um paciente hospitalizado e as doações voluntárias –, as reservas não são tão abundantes em nossa região, e a situação é um tanto confusa.

“É preciso abandonar a ideia de que somente se doa quando um familiar está mal”, diz Mabel Maschio, coordenadora do Programa Nacional de Sangue na Argentina.

Pelas mães

O dia 14 de junho é o Dia Mundial do Doador de Sangue, que este ano será celebrado sob o slogan “Doe sangue para aquelas que dão vida. Sangue seguro para uma maternidade segura”, com a ideia de conscientizar sobre o acesso adequado ao sangue, e assim prevenir a mortalidade materna.

A cada ano, mais de 500.000 mulheres no mundo morrem durante a gravidez, o parto e a lactância, e estima-se que 15,3% das mortes maternas na América Latina se devam a hemorragias.

A situação não é muito melhor no resto do mundo, onde, segundo cálculos da OMS, apesar de serem coletadas quase 107 milhões de unidades de sangue, nem todas as pessoas que podem se animam a doar. Por isso, não é possível contar com um abastecimento suficiente de sangue seguro.

A falta de sangue é mais sentida nos lugares onde há mais necessidade: enquanto cerca de 36 a cada 1.000 pessoas fazem doações voluntárias nos países de alta renda, naqueles de média e baixa renda este número cai para 11 e quase 3, respectivamente.

Uma mudança de paradigma

Um dos países da região que mais estão se aproximando desse modelo é a Argentina, onde, por dia, mais de 1.000 pessoas precisam receber uma transfusão de sangue. Hoje, os doadores voluntários representam 35% do total, um número que até alguns anos atrás era extremamente incomum: em 2006, apenas 6% das doações de sangue eram voluntárias.

Nessa época, a maioria dos pacientes dependia da gestão de seus parentes ou da urgência da situação para conseguir doadores. E a fragmentação dos bancos de sangue impedia uma rede integrada de abastecimento, com padrões que diferiam de acordo com cada hospital.

Com a ideia de mudar para um modelo no qual todos os doadores o fizessem por vontade própria, o Plano Nacional de Sangue do Ministério da Saúde da Argentina, apoiado pelo Banco Mundial, trabalhou para incentivar províncias e municípios a sair coletando doações e centralizar os bancos de sangue.

“Os bancos de sangue são uma fábrica onde se deve cuidar da qualidade do produto de uma população solidária”, acrescenta Maschio, que conta ter sido doador voluntário de sangue durante muitos anos. “O bem-estar que dá doar vida é imenso”, afirma.

Apesar de o número de doadores voluntários vir aumentando, ainda há muito a se fazer: apenas 1,5% dos mais de 40 milhões de argentinos doa sangue, enquanto o percentual ideal de doadores em um país, segundo a OMS, deve estar entre 3,5% e 5% da população.

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Até onde as bikes podem salvar o trânsito de cidades grandes

Em junho, protestos irromperam pelo Brasil incendiados, inicialmente, por um aumento, depois revogado, de 20 centavos nas tarifas do metrô e do ônibus, serviços mal avaliados pela população. Em julho, por sua vez, a cidade de São Paulo viu um nada honroso recorde ser batido: o congestionamento chegou a ocupar 300 quilômetros de vias no dia 26. É em meio a uma insatisfação crescente com o transporte público e um ressentimento quanto ao individual que, cada vez mais, as bicicletas são vistas como uma alternativa para os caminhos já saturados das grandes cidades do país.

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Ecológicas, saudáveis e compactas, as bikes ocupam hoje um espaço ínfimo dentre os vários meio de transporte. Em São Paulo, por exemplo, elas somam cerca de 214 mil viagens por dia, segundo dados de 2010, contra seis milhões de passageiros em ônibus.

Até onde, no entanto, pode-se depositar nas bicicletas a esperança para o gargalo da mobilidade urbana?

Segundo especialistas ouvidos por EXAME.com, há uma certeza, dentre várias divergências: o Brasil ainda tem potencial para ver o número de ciclistas aumentar muito – desde que dados incentivo e infraestrutura – mas as “bikes”, sozinhas, não podem resolver muita coisa.

“A bicicleta não soluciona o problema de trânsito. Se tirarmos um milhão de carros e colocarmos um milhão de bicicletas, teríamos esses problemas de novo”, afirma o professor da escola Politécnica da USP, Jaime Waisman.

Já o professor do programa de Engenharia de Transporte da UFRJ, Ronaldo Balassiano, discorda. Para o especialista, que se mudou para próximo do trabalho no Rio para conseguir fazer o trajeto de bicicleta, a mera existência de mais bicicletas no trânsito ajuda com os congestionamento, mesmo que seja necessário oferecer possibilidade de troca de modais (entrar com elas no metrô ou deixá-las em um bicicletário, por exemplo).

“É uma grande besteira dizer que bicicletas não influenciam no tráfego. Quanto mais viagens feitas por bikes, menos viagens de carro. Sem contar que um milhão de bicicletas ocupam bem menos espaço que um milhão de carros, tanto nas ruas quanto em estacionamento”, defende.

Mesmo Balassiano, porém – autoproclamado “defensor das bicicletas” – admite que os grandes municípios precisam de “um plano estratégico para toda a cidade com foco na melhora do transporte coletivo e desincentivo do uso do carro”. 

Segundo Waisman, da USP, é preciso considerar ainda que a bicicleta tem um uso muito limitado em uma metrópole como São Paulo.

“Nas grandes cidades, existe a questão da topografia e também das grandes distâncias”, diz. Ele defende que, para uso diário, uma distância razoável a ser percorrida é de até 5km – e isso desde que em ciclovias e ciclofaixas, já que esses municípios tendem a ter um trânsito mais caótico e perigoso.

A cidade de São Paulo tem hoje pouco mais de 245km de infraestrutura de circulação para bicicletas. O prefeito Fernando Haddad prometeu mais 340 quilômetros de ciclovias como uma das apostas para desafogar o trânsito paulistano.

Segurança no trânsito

Em São Paulo, dados da Secretaria Estadual de Saúde informam que, todos os dias, nove ciclistas são internados em hospitais públicos por causa de acidentes no trânsito. Ano passado, 52 perderam a vida nas ruas paulistanas. 

Segurança é justamente a maior preocupação do consultor de tráfego Flamínio Fichmann, que considera essencial a construção de ciclovias que sejam separadas e protegidas do trânsito regular.

“É uma inconsequência ter bicicletas compartilhando espaço com ônibus e carros, especialmente nos corredores”, opina o especialista.

Para Fichmann, as bicicletas trazem benefícios de saúde ao ciclista, mas “o impacto no trânsito é mínimo, sem influência”. Por isso, ele defende que alguns locais específicos sejam destinados para a atividade.

“Mas é impossível usar bicicleta em áreas mais adensadas”, avalia. 

“A questão do acidente é tão grande, a bicicleta é um veículo mais frágil, que a gente fica preocupado quando vê um ciclista em vias de grande tráfego”, afirma.

O especialista, que anda de bike apenas “no bairro” onde mora, reitera: “não vai melhorar absolutamente nada no trânsito. Para cidade pequena ou média é uma solução maravilhosa, e nas grandes é bacana incentivar a consciência ambiental e de saúde, mas não é adequado expor o ciclista a uma cidade com grande violência no trânsito”.

Políticas públicas

“Não tenho dúvida de que bicicletas podem mudar para melhor o trânsito de uma cidade grande como São Paulo”, afirma o vereador Roberto Tripoli (PV), membro da CPI do Transporte Coletivo que está em aberto na Câmara Muncipal.

Para ele, o ciclismo pode ser a solução para o trânsito no centro expandido da capital paulista. “Precisamos inviabilizar o carro particular nessas regiões, tirar zona azul e ampliar a ciclovia permanente”, avalia.

No mundo, as bicicletas cada vez mais recebem apoio governamental.

Bogotá, na Colômbia, foi uma das pioneiras no cicloativismo, durante a gestão do prefeito Enrique Peñalosa (1998 a 2001), quando foram criadas as ciclofaixas de lazer aos domingos e feriados e os mais de 370 quilômetros de ciclovias começaram a ser construídos. O trânsito na capital continua próximo ao caótico, mas a prefeitura defende que “quanto mais bicicletas há na cidade, melhor ela será”.

Em Nova York, nos Estados Unidos, apenas 2% dos moradores da metrópole pedalam. Mesmo assim, o número de ciclistas era de 185 mil em 2009. E o governo continua investindo em maneiras de tornar as viagens desses moradores mais seguras e mais frequentes. Por lá, há mais de 320 quilômetros de ciclovias.

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Planeta atingiu seu limite, diz Especialista

Um brasileiro está entre o grupo que ajudará a definir os Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS), uma atualização dos Objetivos do Milênio (ODM), lançados em 2000. Virgílio Viana, superintendente geral da Fundação Amazonas Sustentável, foi convidado pela Organização das Nações Unidas (ONU) para coordenar a definição de indicadores e metas relacionados a florestas.

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Único representante brasileiro, ele é copresidente do grupo temático Florestas, Oceanos, Biodiversidade e Serviços Ambientais, que reúne acadêmicos especialistas na área. O documento preliminar, intitulado Agenda de Ação para o Desenvolvimento Sustentável, esteve disponível para consulta pública até o dia 22 de maio no site da Rede de Soluções para o Desenvolvimento Sustentável da ONU, período em que recebeu comentários e sugestões.

Engenheiro florestal, PhD em Biologia da Evolução pela Universidade de Harvard e pós-doutor em Desenvolvimento Sustentável pela Universidade da Flórida, Viana defende que as medidas para a preservação são urgentes, e que o planeta já não pode esperar. “Atingimos o limite da capacidade de o planeta responder à degradação. Há um ponto a partir do qual não é possível retornar”, alerta o especialista. Ele destaca que o principal objetivo do documento é criar uma rede de soluções para problemas imperativos e fomentar a sustentabilidade.

Qual a principal diferença entre este conjunto de indicadores que serão atualizados em relação aos objetivos desenvolvidos nos anos 2000?

Virgílio Viana – Até 2015, se encerram os Objetivos do Milênio, e esses novos indicadores vão ampliar os ODM e devem ser cumpridos até 2030. A principal novidade é a ênfase maior em temas ambientais. Os últimos objetivos eram bastante voltados a temas sociais, e estes seguem importantes, ainda que tenham ocorrido avanços. É importante ressaltar que esse documento que está sendo produzido vai subsidiar a negociação política, então, muitas coisas podem mudar. O documento ainda pode ser modificado, e não significa que as autoridades vão acatar.

Desde que os ODM foram criados, quais foram as principais mudanças no cenário mundial que levaram a essa ampliação no foco ambiental?

Viana– Principalmente a constatação de que nós atingimos o limite do planeta, da capacidade do planeta de responder à degradação. Há um ponto a partir do qual não é possível voltar atrás. É como um “joão bobo”, que vai e volta, mas que, nesse caso, chegou em um determinado momento que pode não retornar. Alguns casos, como as geleiras do Ártico, provavelmente não têm volta. Elas vão derreter. A Amazônia também está próxima do limite, se tivermos entre 20% e 30 % de desmatamento, vai entrar em colapso. Essa é a constatação de que o bem estar humano está ameaçado pela ação humana. A boa notícia é que existem soluções, e é isso que essa iniciativa está focando, não apenas escrever um documento base para a discussão do desenvolvimento sustentável, mas fomentar rede de soluções para a sustentabilidade, estimular empresas a se moverem antes de serem obrigadas por lei.

Quais dos indicadores previamente estabelecidos avançaram?

Viana– Houve avanços, eu diria que um grau cada vez maior de consciência ambiental da população vem pressionando governos a criar regulamentações. No Brasil, por exemplo, houve o aumento de unidades de conservação na Amazônia. Isso mais do que dobrou nos últimos anos, e é significativo. Claro que só criar não é suficiente. As políticas econômicas também têm se voltado para a questão ambiental, e o Amazonas é um bom exemplo disso – há várias políticas de desoneração tributária para iniciativas sustentáveis. Às vezes, as iniciativas demoram a ser implementadas, mas o sentido disso é importante. Acontece que a grande questão é a urgência, e a dúvida é se essa conscientização e essa mudança estão ocorrendo na velocidade necessária.

Qual a perspectiva para os próximos 15 anos no que diz respeito à questão ambiental no Brasil?

Viana– Talvez uma outra mensagem importante dessa iniciativa seja a necessidade de valorar serviços ambientais, e isso está sendo tratado no Brasil. As florestas e oceanos, por exemplo, prestam papel muito importante, além da produção de frutas e peixes, provêm oxigênio, armazenam carbono, mas não são objetivos físicos palpáveis. Esses serviços ambientais talvez sejam a principal falha da economia de mercado, que não considera externalidades. Se você produz determinado produto que polui o rio, o custo dessa poluição não está embutido no produto, e deveria estar. É necessário desenvolver mecanismos para que aquele que polui pague, e o que gera serviço ambiental receba.

Quais são as principais discussões dentro do grupo Florestas, Oceanos, Biodiversidade e Serviços Ambientais?

Viana– As coisas parecem simples, mas não são. É difícil dividir os desafios do mundo em 10 capítulos. Temos o tema das indústrias de mineração, e isso gerou uma polêmica para definir em qual capítulo iria entrar, e acabou entrando no nono (Serviços Ecossistêmicos Seguros, Biodiversidade e Gestão Adequada dos Recursos Naturais). Você e eu consumimos vidro, que está ligado à mineração. Como fazer com que essa mineração tenha pegada social positiva e uma pegada ambiental menor? Não há sustentabilidade do recurso renovável nessa área. Como fazer boas práticas? Essas são outras discussões.

Confira a entrevista completa aqui: http://noticias.terra.com.br

Agências apontam falta de verbas contra ameaça global da Tuberculose

Cepas letais da tuberculose resistentes a múltiplas drogas estão se espalhando pelo mundo, e as autoridades precisam urgentemente de mais 1,6 bilhão de dólares por ano para enfrentá-las, disseram autoridades sanitárias globais na segunda-feira.

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Em nota conjunta, a Organização Mundial da Saúde (OMS) e o Fundo Global para o Combate à Aids, Tuberculose e Malária cobraram dos doadores um “financiamento significativo” para ajudar os especialistas a detectar todos os casos existentes da doença, tratando os mais sérios.

“Estamos com a água pelo pescoço num momento em que precisamos desesperadamente ampliar nossa resposta à tuberculose resistente a múltiplas drogas”, disse Margaret Chan, diretora-geral da OMS.

A tuberculose costuma ser vista como uma doença do passado, mas o surgimento de cepas resistentes a várias drogas fez com que ela virasse na última década um dos mais prementes problemas sanitários do planeta.

De todas as doenças infecciosas, só o HIV (vírus que causa a Aids) mata mais gente.

Em 2011, 8,7 milhões de pessoas contraíram tuberculose, e 1,4 milhão morreram. A OMS diz que até 2 milhões de pessoas poderão estar contaminadas com cepas resistentes até 2015.

Mesmo a tuberculose comum tem uma cura demorada. Os pacientes precisam usar um coquetel de antibióticos durante seis meses, e muita gente abandona o tratamento. Isso, junto com o uso excessivo ou equivocado de antibióticos, tem contribuído para que o bacilo desenvolva resistência.

A tuberculose multirresistente consegue “driblar” dois remédios habitualmente usados, e uma forma ainda mais severa, conhecida como tuberculose extensivamente resistente a drogas, é capaz de sobreviver até mesmo a algumas drogas mais eficazes. A OMS disse que casos desse tipo foram localizados em 77 países em 2011.

Na Índia, médicos relataram também casos de tuberculose totalmente resistente, para a qual não há drogas eficazes.

A OMS e o Fundo Global calculam que haverá um déficit de 1,6 bilhão de dólares na quantia anual necessária para o combate à tuberculose em 118 países de baixa e média renda.

Se essa lacuna for preenchida, 17 milhões de pacientes de tuberculose -inclusive das cepas resistentes- poderiam ser totalmente tratados, salvando cerca de 6 milhões de vidas entre 2014 e 16, segundo as agências.

“É crítico que arrecademos a verba que é urgentemente necessária para controlar a doença”, disse na nota Mark Dybul, diretor-executivo do Fundo Global. “Se não agirmos agora, nossos custos podem disparar. É investir agora ou pagar para sempre.”

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://www.estadao.com.br


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