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Alimentos do Outono: Nutrientes para Aproveitar

O outono chegou e, com ele, os dias se tornam de clima ameno e à noite dá aquele friozinho. Com a mudança da estação, entra uma nova safra de verduras, legumes e frutas – aliás, a estação é considerada a das frutas, devido à grande variedade encontrada nesta época.

Veja a seguir uma lista de 28 alimentos da safra elaborada a pedido do Terra pelas seguintes especialistas: Alessandra Paula Nunes; Paula Riccioppo e Polliana Neves de Sá, nutricionistas, no Rio de Janeiro.

Abacate: rico em gorduras monoinsaturadas e fibras. Ajuda a controlar o colesterol, melhora o sistema circulatório e a pele. Contém ácido fólico, que auxilia na prevenção de efeitos congênitos (que nascem com a pessoa), e potássio, indicado para inchaços, fadiga, depressão, problemas cardíacos e derrames.

Abobrinha: encontrada de março a maio, é fonte de vitaminas do complexo B e possui poucas calorias. Contém também minerais como fósforo, cálcio e ferro.

Agrião: rico em vitamina C e iodo, importantes para a produção de colágeno, cicatrização, metabolismo, além de colaborar na manutenção de peso e emagrecimento.

Almeirão: fonte de cálcio, fósforo, ferro, vitaminas A e B2. Ajuda no metabolismo, auxiliando no emagrecimento, formação de ossos e contração muscular, produção de células sanguíneas.

Banana: repleta de potássio, é importante para a contração dos músculos. A fruta protege contra doenças cardíacas, já que mantém o equilíbrio de líquidos e evita o acúmulo de placas nas artérias. É rica em fibras e, por isso, benéfica para a digestão, aliviando e restaurando o intestino após a prisão de ventre ou a diarreia. Age como antiácido, sendo indicada em casos de azia, gastrite e úlcera.

Batata-doce: é fonte de potássio e cálcio, importantes na formação de ossos, contração muscular e na diurese.

Berinjela: fonte de vitaminas e minerais, tem antocianina, fitoquímico antioxidante que preserva o organismo de doenças crônicas não transmissíveis. É um alimento pouco calórico e proporciona uma sensação de saciedade (devido o seu alto teor de fibras). É rico em proteínas, vitaminas C (poderoso antioxidante), B1 (importante para o metabolismo energético do organismo), B2 (participa na formação de hemácias). Possui também uma boa quantidade de minerais, como cálcio (formação óssea e dentária), ferro (transporte de gases no sangue) e magnésio (atua como relaxante muscular). Estudos recentes apontam que a berinjela ajuda a reduzir o colesterol.

Beterraba: a melhor época para adquiri-las é de março a maio. Sua cor vermelho-arroxeada deve-se à presença da betalaína, um corante que é importante antioxidante. Diferentemente do que muitos pensam, não é fonte de ferro (contém apenas cerca de 0,8 mg) em sua composição. Esta hortaliça contém betacaroteno (um precursor da vitamina A), B1, B2, B5, e apresenta ainda minerais como o cálcio, sódio, fósforo e o silício, que é parte integrante do colágeno; e o zinco, que juntamente com o ferro e o cobre ajuda na formação de glóbulos vermelhos.

Brócolis: começa a ficar bonito em junho. Contém grande quantidade de vitaminas C e A, ácido fólico, potássio e selênio. Também é fonte de fósforo, ferro, cálcio e fibras. Os teores de cálcio são próximos ao do espinafre, com a vantagem de serem mais digestíveis.

Caqui: é rico em fibras e vitaminas A, C, B1 e B2. Possui cálcio e ferro. A fruta é considerada um antioxidante por combater os radicais livres (relacionados ao envelhecimento precoce, a alguns cânceres, entre outras doenças).

Chuchu: fonte de potássio e vitaminas A e C, importantes na boa aparência da pele e visão. É diurético.

Coco: o valor nutritivo da fruta varia de acordo com seu estado de amadurecimento. De maneira geral, apresenta bom teor de sais minerais (potássio, sódio, fósforo e cloro) e fibras, importantes para o estímulo da atividade intestinal, além de ser diurético.

Espinafre: fonte de ferro e tem importante função no trabalho das células sanguíneas.

Figo: possui boa quantidade de magnésio, potássio, cálcio, ferro e fibras. Na fruta, destaca-se a pectina, uma fibra solúvel que ajuda a reduzir o colesterol no sangue. O consumo de figos juntamente com uma fruta cítrica ou outra fonte de vitamina C aumenta absorção de ferro pelo organismo.

Goiaba: rica em vitaminas A, B1 e C, além de possuir cálcio, fósforo, ferro e fibras insolúveis. Não contém muito açúcar, gordura e calorias. Auxilia no combate a infecções e hemorragias; fortifica os ossos, os dentes e o músculo cardíaco; melhora a cicatrização e o aspecto da pele, retardando o envelhecimento; regula o aparelho digestivo e o sistema nervoso; e dá maior resistência física. Auxilia no metabolismo de carboidratos, ajudando no emagrecimento.

Jiló: fonte de cálcio, fósforo e ferro, além de vitaminas A, B e C.

Kiwi: são encontrados facilmente de abril a setembro. É uma fruta rica em vitamina C, E e potássio. Fonte de pectina, uma fibra que ajuda a controlar o nível de açúcar e colesterol no sangue. Tem efeito laxativo. Pode-se utilizá-lo como amaciante de carnes, por sua acidez.

Laranja: rica em vitamina C, cálcio, fósforo e ferro. Melhora a imunidade e apresenta vários antioxidantes, que ajudam a reduzir o colesterol, as inflamações e a bloquear as células cancerígenas. Contém fibras que auxiliam na diminuição dos problemas intestinais, além de dar energia. Também auxilia na produção de colágeno da pele.

Limão: rico em flavonoides cítricos, como a vitamina C, tem importante função antioxidante (combate os radicais livres, relacionados ao envelhecimento precoce e alguns cânceres). Apresenta alto teor de sais minerais. Fortalece a imunidade, ajuda na cicatrização de feridas e fortifica as paredes dos capilares sanguíneos. Por ser antisséptico, é usado para tratar infecções respiratórias. A capacidade de extrair e dissolver ajuda no tratamento de furúnculos e abscessos. Estimula o fígado e pode ser usado como desintoxicante quando ingerido com água. Importante também na produção de colágeno, proporcionando rigidez à pele.

Maçã: contém vitaminas B1, B2 e niacina, além de minerais como ferro e fósforo. É rica em pectina, que se liga a toxinas e ao colesterol, expelindo-os do organismo; e em ácido málico, que ajuda o corpo a gastar energia de forma eficiente. A fruta contém quercetina, antiinflamatório que diminui o risco de problemas cardiovasculares. Estimula o fígado e os rins.

Mamão: a fruta é rica em propriedades terapêuticas e possui benefícios à saúde devido à enzima papaína, encontrada em maior quantidade no fruto verde. Tem um importante papel no bom funcionamento do aparelho digestivo e está associada como um acelerador do processo de cicatrização, muito utilizado em tratamentos de úlceras. É excelente fonte de vários sais minerais como cálcio, ferro, sódio, potássio e fósforo, que auxiliam na construção dos músculos e no crescimento do corpo, no combate à anemia, na formação de ossos e dentes. Contém grandes quantidades de vitaminas A e C e fibras. Age ainda como antiinflamatório e combate várias doenças como a diabete, úlcera péptica e gota, e ainda ajuda na prevenção contra o câncer.

Maracujá: possui alto valor nutritivo. Rica em vitamina C e vitaminas do complexo B (B2 e B5), a fruta contém também quantidades razoáveis de sais minerais como ferro, cálcio e fósforo. Funciona como um calmante suave. As suas sementes são poderosos vermífugos. A vitamina C dá resistência aos vasos sanguíneos, evita a fragilidade dos ossos e má formação dos dentes, age contra infecções e ajuda a cicatrizar os ferimentos. As vitaminas do complexo B têm como função evitar problemas de pele, do aparelho digestivo e do sistema nervoso, além de serem essenciais ao crescimento e evitarem a queda dos cabelos. Cálcio e fósforo são os minerais que participam da formação de ossos e dentes, da constituição muscular e da transmissão normal dos impulsos nervosos. Já o ferro contribui para a boa formação do sangue.

Melancia: contém alto teor de água, o que ajuda na hidratação. Apresenta vitaminas do complexo B e sais minerais, como cálcio, potássio, fósforo e ferro. Tem propriedades diuréticas e ainda ajuda na produção de células sanguíneas, formação de ossos e atua no metabolismo de carboidratos, auxiliando no emagrecimento.

Nabo: encontrado de março a maio é fonte de fibras com poucas calorias. Apresenta vitamina C, cálcio e potássio. As folhas de nabo, que muitos jogam fora, são mais nutritivas que as raízes. Uma xícara de folhas cozidas fornece 40 mg de vitamina C, aproximadamente 200 mg de cálcio e quase 300 mg de potássio. Além disso, ao contrário das raízes, as folhas são uma excelente fonte de betacaroteno, um antioxidante que o organismo transforma em vitamina A.

Pera: rica em vitaminas A, B1, B2 e C, sódio, potássio, cálcio, fósforo, enxofre, magnésio, silício e ferro, niacina, sódio e fibras. Pode ser utilizada para prisão de ventre, inflamação intestinal e na bexiga, além de auxiliar o sistema nervoso e na formação dos ossos e dentes. Atua também no metabolismo de carboidratos, auxiliando no emagrecimento.

Repolho: fonte de antocianinas, vitamina A e C. Auxilia no emagrecimento, produção de hormônio, cicatrizante, bom para reumatismo, previne câncer, antioxidante, estimula o sistema imunológico. A melhor época para comprá-lo é de março a abril. Trata-se ainda de um alimento pouco calórico e rico em fibras.

Rúcula: tem grande quantidade de vitaminas C (é responsável pela redução do risco de câncer e ataques cardíacos e aumento da resistência a viroses) e vitamina A. Dentre os minerais, podemos destacar o potássio e o ferro, e por isso auxilia na prevenção da anemia. Exerce também uma função especial sobre o funcionamento dos intestinos, atuando como antiinflamatório.

Tangerina: fonte de vitaminas A, B e C, e em menor grau, de sais minerais como cálcio, potássio, sódio, fósforo e ferro. A vitamina C, junto com o cálcio e o fósforo, são essenciais para o desenvolvimento de dentes e ossos, e para a vitalidade dos vasos sanguíneos. A vitamina C também ajuda a combater infecções, a aumentar a resistência do organismo e a absorver o ferro de outros alimentos.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra acessando o site: Saúde.terra.com.br

Atenção às Crianças Sedentárias

A Organização Mundial de Saúde (OMS) entende como primordial que as crianças façam uma hora de atividade física, no mínimo, em pelo menos cinco dias da semana. Pergunto: seu filho faz cinco horas de exercícios por semana?

A dúvida aparece quando paramos para pensar no que isso significa. Antigamente não existia nada nem ninguém que recomendasse horas para uma criança fazer atividade física. Hoje isso é indicado internacionalmente. Por que isso acontece?

Papai e mamãe devem pensar na sua própria infância, como brincavam e onde brincavam. Certamente muitos ainda fazem parte de uma infância onde computadores e videogames eram raros e as brincadeiras de rua com os amigos eram as mais gostosas. Havia menos violência e o medo dos pais era muito menor.

Hoje a violência aumentou e os pais se recusam a deixar os seus filhos a brincarem na rua com amigos, com toda a razão. Jogos de computadores, de videogames e televisão são as principais atividades das crianças, que se desenvolvem em ambientes cada vez menores, como apartamentos pequenos, alguns deles com playgrounds menores.

Esse confinamento, logicamente, potencializa o sedentarismo infantil, ocasionando doenças que antes eram relacionadas somente a adultos (obesidade e diabetes). Esses problemas poderão trazer conseqüências negativas na fase adulta, sobretudo ao coração, certamente o que mais sofre com o sedentarismo.

Exercitar nem sempre é matricular o filho em academias. Um recado às crianças: brinque, brinque e brinque.

Brincar até cansar… – Queimada, esconde-esconde, pega-pega, dança das cadeiras, vivo ou morto, estátua, dançar, jogar bola, andar de bicicleta, pular corda…quem não tem boas lembranças. São atividades que podem ser realizadas em parques, praças ou até mesmo em casa. Os pais devem achar um tempo na agenda corrida para brincar com seus filhos

A partir dos sete anos, as crianças passam a assimilar melhor regras de jogos. Portanto, colocá-las em algum esporte já é recomendado sem o intuito competitivo. O esporte, além de movimentar o corpo, fortalece o convívio social onde a criança aprende a respeitar o amigo e as regras, trabalho em grupo e a ganhar e perder, coisas que levará para o resto da vida assim como a saúde.

Assim que a criança completar treze anos, o foco pode ser a competição se orientado por um educador físico. Mas isso deve ser feito se a criança aceitar. Nada de forçar a barra para que ele participe de competições e treine para ser um “campeão”.

Tendo uma vida saudável, realizando atividades físicas desde a infância, o risco de se tornar um adulto sedentário com aparecimento de doenças é bem menor. Pense nisso.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra acessando a fonte: Guiadobebe.uol.com.br

Atividade Física Faz Bem ao Cérebro

Benefícios da Atividade Física

A prática regular de exercícios físicos acompanha-se de benefícios que se manifestam sob todos os aspectos do organismo. Do ponto de vista músculo-esquelético, auxilia na melhora da força e do tônus muscular e da flexibilidade, fortalecimento dos ossos e das articulações. No caso de crianças, pode ajudar no desenvolvimento das habilidades psicomotoras.

Com relação à saúde física, observamos perda de peso e da porcentagem de gordura corporal, redução da pressão arterial em repouso, melhora do diabetes, diminuição do colesterol total e aumento do HDL-colesterol (o “colesterol bom”). Todos esses benefícios auxiliam na prevenção e no controle de doenças, sendo importantes para a redução da mortalidade associada a elas. Veja, a pessoa que deixa de ser sedentária e passa a ser um pouco mais ativa diminui o risco de morte por doenças do coração em 40%! Isso mostra que uma pequena mudança nos hábitos de vida é capaz de provocar uma grande melhora na saúde e na qualidade de vida.

Já no campo da saúde mental, a prática de exercícios ajuda na regulação das substâncias relacionadas ao sistema nervoso, melhora o fluxo de sangue para o cérebro, ajuda na capacidade de lidar com problemas e com o estresse. Além disso, auxilia também na manutenção da abstinência de drogas e na recuperação da auto-estima. Há redução da ansiedade e do estresse, ajudando no tratamento da depressão.

A atividade física pode também exercer efeitos no convívio social do indivíduo, tanto no ambiente de trabalho quanto no familiar.

Interessante notar que quanto maior o gasto de energia, em atividades físicas habituais, maiores serão os benefícios para a saúde. Porém, as maiores diferenças na incidência de doenças ocorrem entre os indivíduos sedentários e os pouco ativos. Entre os últimos e aqueles que se exercitam mais, a diferença não é tão grande. Assim, não é necessária a prática intensa de atividade física para que se garanta seus benefícios para a saúde. O mínimo de atividade física necessária para que se alcance esse objetivo é de mais ou menos 200Kcal/dia. Dessa forma, atividades que consomem mais energia podem ser realizadas por menos tempo e com menor freqüência, enquanto aquelas com menor gasto devem ser realizadas por mais tempo e/ou mais freqüentes.

Como é feita a escolha da atividade física adequada?

A escolha é feita individualmente, levando-se em conta os seguintes fatores:

• Preferência pessoal: o benefício da atividade só é conseguido com a prática regular da mesma, e a continuidade depende do prazer que a pessoa sente em realizá-la. Assim, não adianta indicar uma atividade que a pessoa não se sinta bem praticando.

• Aptidão necessária: algumas atividades dependem de habilidades específicas. Para conseguir realizar atividades mais exigentes, a pessoa deve seguir um programa de condicionamento gradual, começando de atividades mais leves.

• Risco associado à atividade: alguns tipos de exercícios podem associar-se a alguns tipos de lesão, em determinados indivíduos que já são predispostos.

Informações parciais. Confira o texto e a programação na íntegra acessando a fonte: http://boasaude.uol.com.br

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Emoções Interferem na Saúde

Abordagem em Promoção de Saúde no Trabalho

No início da década de 80 quando os primeiros estudos sobre promoção de saúde no ambiente corporativo foram publicados, o conceito estava emergindo no Brasil ainda de forma pouco organizada. A quantidade de empresas interessadas no conceito era mínima, principalmente por parte de grandes multinacionais que já importavam o tema de suas matrizes no exterior. Profissionais preparados e uma metodologia formal para programas de promoção de saúde eram praticamente inexistentes.

Na década de noventa o cenário se modificou substancialmente com o aparecimento da ABQV – Associação Brasileira de Qualidade de Vida. Com esta Associação surgiram cursos de capacitação técnica, conferências, congressos, maior número de empresas desenvolvendo programas e profissionais melhor preparados. O segmento de promoção de saúde começou a tornar-se visível e produtos e serviços deste segmento, oferecidos de forma mais constante.


Atividade física ainda era o elemento dominante mas muitos programas já envolviam nutrição, controle de peso, controle de riscos, tabagismo, gerenciamento do stress, etc. Todos esses tópicos trouxeram um rico conhecimento e boas perspectivas para a área mas também contribuíram para a sua fragmentação. A integração entre as muitas disciplinas envolvidas e entre seus profissionais era limitada. A maioria dos programas possuíam um forte componente educacional, focando basicamente no conhecimento e informação ao invés de se concentrar na mudança de comportamento e atitude. Poucos se esforçavam para criar ambientes que favorecessem práticas saudáveis.

O campo continuou a se desenvolver neste século XXI. O número de empresas desenvolvendo programas aumentou e deixou de ser restrito a grandes organizações. O crescente interesse da área de Recursos Humanos pelo tema contribuiu de forma marcante para um melhor posicionamento do mesmo. Além disso, houve, do ponto de vista global, um crescimento substancial de trabalhos científicos apoiando a promoção de saúde, apresentando evidências que nos permitem fazer declarações bastante positivas sobre qualidade de vida no ambiente de trabalho.

Em primeiro lugar: não existem dúvidas de que os fatores de risco modificáveis tais como, fumo, sedentarismo, alimentação inadequada, obesidade, stress e suporte social, estão relacionados à conseqüências para a saúde, incluindo, morbidade e mortalidade.

Em segundo lugar: também não existem dúvidas de que estes fatores de risco estão relacionados a custos de assistência médica e produtividade.

Em terceiro: podemos certamente dizer que programas de promoção de saúde podem melhorar a consciência em relação à doenças e modificar comportamentos relacionados ao estilo de vida, além de modificar condições específicas como, força muscular, resistência cardiopulmonar, gordura corporal, pressão arterial, freqüência cardíaca, função respiratória, níveis lipídicos sanguíneos, dores de coluna e sintomas físicos e emocionais decorrentes do stress.

Em quarto e por último lugar: alguns programas bem conduzidos têm demonstrado uma certa habilidade em redução de custos de assist6encia médica e taxas de absenteísmo.

Apesar dessas constatações, no mínimo duas questões permanecem sem respostas:

  • A primeira é que temos poucas evidências que mostrem que os programas são capazes de produzir mudanças permanentes, pois muitos programas relatados em literatura são interrompidos após um período de 2 a 3 anos e, em outros casos os programas continuam, mas as ações de avaliação cessam após 1 ou 2 anos. Nesse momento é correto dizer que programas produzem resultados a curto e médio prazo. Se desejarmos manter mudanças a longo termo, provavelmente deveremos manter também os programas em termos mais longos, além de criar ambientes que estimulem hábitos e práticas saudáveis.
  • A segunda é que a literatura diz muito pouco sobre que estratégias ou protocolos são mais efetivos em produzir mudanças. Nosso conhecimento é especialmente fraco no que diz respeito às melhores estratégias para atingir idosos, minorias, jovens e pessoas com baixo nível educacional. Isso não significa que muitos profissionais não possuam meios de atingir esses grupos. Significa que até agora essas estratégias não foram testadas de modo formal.

    Concluindo, o potencial de crescimento é enorme mas a busca de uma metodologia de trabalho adequada e séria deve ser cada vez mais constante, afim de evitar intervenções inadequadas que tragam como conseqüências o descrédito ao conceito.

    Fonte: CPH Health Solutions

Acessibilidade na Web

Acessibilidade à Web significa que pessoas portadoras de necessidades especiais sejam capazes de usar a Web. Mais concretamente, significa uma Web projetada de modo a que estas pessoas possam perceber, entender, navegar e interagir de uma maneira efetiva com a Web, bem como criar e contribuir com conteúdos para a Web.

Existem milhões de pessoas portadoras de necessidades especiais que tem o seu acesso a Web restrito. Atualmente a maioria dos Web sites têm barreiras de acessibilidade que dificultam ou mesmo tornam impossível para estas pessoas, acessar o site. Contudo, se os Web sites e Web software foram projetados acessíveis, estas pessoas poderão usar os sites efetivamente.

A acessibilidade à Web contempla todo tipo de necessidade especial, incluindo as visuais, auditivas, físicas, de fala, cognitivas e neurológicas.

A acessibilidade à Web pode trazer benefícios também organizações e pessoas sem qualquer tipo de restrição. Por exemplo, um dos princípios básicos de acessibilidade preconiza a flexibilidade para atender variados tipos de necessidades, situações e preferências. Esta flexibilidade acaba por beneficiar todas as pessoas que usam a Web, inclusive aquelas sem qualquer tipo de restrição em diferentes situações (tais como aqueles com uma conexão lenta), pessoas com restrições temporárias (com um braço quebrado) e pessoas idosas.

A Web exerce um papel crescentemente importante nas áreas de educação, negócios, comércio, governos e recreação. Uma Web acessível e que permita a participação de pessoas portadoras de necessidades especiais na sociedade é fundamental para proporcionar oportunidades iguais para todos nas diversas áreas.

A Web oferece possibilidade de acesso à informação e a interação de pessoas portadoras de necessidades especiais de forma inédita. A acessibilidade à Web em alguns casos, é regulamentada por lei.

Fonte: http://maujor.com/w3c/

Iniciativa de Acessibilidade na Web (W3C).

Mudando o estilo de vida: Diabetes

Por uma vida saudável

Ter uma vida saudável é um desafio para todos nós. O desenvolvimento dos recursos tecnológicos geralmente implica em tornar o indivíduo cada vez mais sedentário, assim como a necessidade da praticidade na preparação das refeições acarreta hábitos alimentares também pouco saudáveis.

Este conjunto de fatores, que deveria tornar nossas vidas mais produtivas, acaba por comprometer a produtividade em função da maior incidência de doenças, queda na resistência física, obesidade, stress, ansiedade, etc.

Quebrar este círculo vicioso passa a ser um verdadeiro desafio.

Alimentação

O segredo da boa alimentação consiste em adequar as preferências individuais com a quantidade e qualidade do alimentos que farão parte da nossa dieta habitual. Existem algumas recomendações que podem ajudar a tornar sua alimentação mais saudável:

  •  Procure incorporar na sua dieta  habitual a maior quantidade possível de  alimentos ricos em fibras, tais como frutas e verduras. Por exemplo, evitar “descascar” algumas frutas, como figo, pêssego e maçã pode aumentar bastante o conteúdo de fibras, que terão um papel fundamental na saúde do seu sistema digestivo.
  • Procure diminuir a quantidade de gorduras (óleo, manteiga, creme etc) e de carboidratos (massa e doces), dando preferência a alimentos grelhados e cozidos. Infelizmente a dieta habitual da  nossa população é sempre mais rica em     gorduras e carboidratos e pobre em proteínas do que o desejado. Evite comer “fast food”, dê preferência aos alimentos de preparação mais “caseira”.
  • Diminua a quantidade total de alimentos de cada refeição. Faça mais refeições ingerindo menos calorias de cada vez. Este procedimento permitirá uma digestão mais fácil e menor apetite nas refeições maiores.
  • Utilize leite e derivados (iogurte, queijos) desnatados ou light e prefira as carnes magras. Assim, você estará prevenindo o aumento do colesterol, além de controlar o peso. As leguminosas devem fazer parte do cardápio, pois contêm proteínas, ferro e fibras.
  • No supermercado é preciso cuidado ao escolher o que será comprado. Levando alimentos saudáveis para casa, já estará dando um grande passo para não fugir da dieta. Dê preferência aos temperos naturais, pois os industrializados contêm grande quantidade de sal. Os óleos mais saudáveis são os vegetais (canola, girassol, milho ou soja), porém evite frituras.
  • E não se esqueça: se for comer uma sobremesa diet ou light, fique apenas com uma porção. Comer o dobro pode significar o mesmo que um doce super calórico.

Importância da atividade física

A prática regular de atividade física é fundamental na adoção de háábitos de vida mais saudáveis. Além dos benefícios já conhecidos, tais como prevenção de doenças cardíacas, prevenção de osteoporose, redução do colesterol, redução da hipertensão, combate à obesidade e tantos outros, o exercício físico tem um efeito ainda mais importante: o indivíduo capaz de incorporar a atividade física aos seus háábitos de maneira definitiva, encontra uma nova fórmula de vida.

Manter-se ativo promove uma mudança radical no corpo. O organismo solicita háábitos saudáveis. Os alimentos gordurosos começam a se tornar indesejados, as refeições exageradamente calóricas são rejeitadas, a auto-estima aumenta com a melhora na estética corporal, a resistência física é aumentada e a produtividade e capacidade de trabalho são favorecidas.

Para a pessoa com diabetes, a atividade física, além dos benefícios já citados, auxilia no tratamento da doença.

Se todos estes fatores não forem suficientes para convencer alguém a praticar exercícios, existem mais duas informações importantes: melhora o desempenho sexual e aumenta a expectativa de vida!

 

Dr. Antônio Carlos Lerário, menbro da diretoria da Sociedade Brasileira de Diabetes.

Fonte: http://www.diabetes.org.br/


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