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Alimentação Saudável pode Prevenir e até Curar

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A asma que atinge cerca de seis milhões de pessoas no Brasil

A asma é uma doença crônica que inflama as vias aéreas e dificulta a passagem do ar para os pulmões. Com isso, a pessoa que sofre do problema passa a ter dificuldades para respirar . As crises podem ser provocadas pela fumaça de cigarro, ácaros, pelos de cães e gatos, mofo, aquecedores e fogões a gás e odores fortes de perfumes, produtos de limpeza e tinturas.

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Os sintomas mais frequentes são a falta de ar, tosse seca, chiado e aperto no peito. A diretora do Departamento de Vigilância de Doenças e Agravos Não Transmissíveis do Ministério da Saúde, Deborah Malta, explica o que as pessoas precisam fazer para evitar as crises de asma.“Então, é muito importante que a família verifique tapetes, cortinas, colchas que ficam sobre a cama durante muitos meses e anos, então isso sempre tem que ser higienizado, sempre lavado para que possa ter a menor proporção de alérgenos possível.

Em crianças é muito comum também o uso de roupas de lã e isso deve ser evitado. As vezes tem também animais de estimação, como cachorros e gatos que soltam pelos e são partículas pequenas que podem desencadear muito esse tipo de crise.”

As pessoas que vivem com asma têm acesso gratuito ao medicamento oferecido pelo programa Farmácia Popular. Para retirar os remédios, basta apresentar um documento de identidade com foto, CPF e receita médica dentro do prazo de validade, que são 120 dias. A receita pode ser emitida tanto por um profissional do SUS quanto por um médico que atende em hospitais ou clínicas privadas.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://www.blog.saude.gov.br/

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Preparado para o Carnaval? Curta com #responsanafolia

Finalmente é carnaval! Hora de curtir a festa. Esteja você nos bloquinhos de rua, desfiles de escolas de samba, bailes e até naquele churrasco com a família é preciso ficar atento para não cometer excessos e prejudicar a saúde.
Siga as dicas do Ministério da Saúde e aproveite com #responsanafolia.

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Hidrate-se

Para prevenir a desidratação, nutricionistas recomendam que a hidratação seja feita com antecedência. Beba bastante água, seja pura, em forma de suco ou consumindo frutas que contenham muita água como a laranja e a melancia. Elas ajudarão a manter o corpo hidratado, o que é fundamental para quem deseja permanecer bem disposto. Os sucos de frutas são uma ótima opção, pois além de hidratar, fornecem um açúcar natural (frutose) que repõe a energia gasta e impede a hipoglicemia.

Beba com responsabilidade

As bebidas alcoólicas são potencialmente diuréticas e, por isso, promovem uma eliminação de líquidos muito maior do que a ingestão em si, provocando desidratação. Por isso, sempre intercale um copo de bebida alcoólica com um de água. Dessa forma, os efeitos negativos ficam mais brandos.
Lembre-se: se beber, não dirija!

Fique longe de caixas de som

A Organização Mundial da Saúde (OMS) considera a poluição sonora a terceira maior do meio ambiente, perdendo apenas para a poluição da água e do ar.  Para evitar lesões nos ouvidos, fique a uma distância segura de caixas de som.  Segundo dados da Sociedade Brasileira de Otologia (SBO), é durante o carnaval que se verifica um aumento no número de casos de pessoas que apresentam problemas nos ouvidos, causados, principalmente, pelos ruídos derivados de caixas de som super-potentes dos clubes e trios elétricos.  O ouvido humano suporta até 90 decibéis. A partir daí, já existe a possibilidade de uma pessoa apresentar lesão, muitas vezes irreversível, levando à perda auditiva.

Cuidado com afogamentos

O calor da época leva muitas pessoas a praias, lagos e cachoeiras. Durante o carnaval, o número de pessoas vítimas de afogamento cresce. Ao procurar locais para nadar, escolha locais conhecidos e nunca vá sozinho. É importante também obedecer sinalizações de perigo. Procure sempre locais que tenham a presença de Guarda-Vidas ou o Corpo de Bombeiros.

Tenha cuidado com o sol

Se você vai curtir o carnaval durante o dia, não se esqueça de proteger a pele.  A Sociedade Brasileira de Dermatologia recomenda o uso de chapéus, camisetas e protetores solares, reaplicado de duas em duas horas. Também deve ser evitada a exposição entre as 10h e 16h.

Reponha suas energias

Descanse sempre que possível. O corpo precisa de 6 a 8 horas por dia para se regenerar. Caso ele não tenha esse o período de descanso, fica muito difícil manter o ritmo todos os dias do carnaval. Em algum momento ele dará sinais de cansaço e esgotamento. Caso a folia vá até tarde, faça uma compensação dormindo um pouco mais.

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Ministério da Saúde alerta para os riscos de beber antes de dirigir

Quem precisar ir de carro para chegar aos bailes de carnaval deve ficar longe de bebida alcoólica. De acordo com o Ministério da Saúde, muitas vítimas de trânsito atendidas nos prontos-socorros brasileiros beberam antes de dirigir.

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O comerciante Francisco Pinheiro, por exemplo, conta que quase perdeu a vida dirigindo alcoolizado. “Eu passei o dia todo no churrasco do meu irmão. Meu irmão e meu tio inclusive tentaram fazer com que eu ficasse lá e fosse embora no dia seguinte. E eu teimoso, quis ir embora. Eu não andei nem 300 metros. Eu não senti o peso do pé. Em uma curva, passei pelo quebra mola e fui direto. Vinha um outro carro e aí ei bati de lado no outro o carro, estava sem cinto fraturei o osso da região da bacia e tive que operar e estou sem andar. E eu aprendi a lição. Poderia ter sido pior né.”

A coordenadora geral de Doenças e Agravos Não Transmissíveis do Ministério da Saúde, Marta Silva, lembra que os riscos de acidentes no trânsito durante o carnaval aumentam também para os pedestres. “Orientamos carona solidária, ir de ônibus, ir de taxi, van, metrô e até mesmo a pé.

O Ministério da Saúde orienta também que esse risco deve ser observado por todos os usuários do trânsito, ou seja, os pedestres também devem ficar atentos. Então, o risco da bebida alcoólica deve ser observado por todos os usuários do trânsito, ou seja, os pedestres também devem ficar atentos. Os pedestres, os motociclistas, os motoristas de automóveis, os ciclistas, então, todos os usuários. A bebida alcoólica é um dos principais fatores de risco para ocorrência dos acidentes de trânsito. E a prevenção é o melhor remédio. Não deixe uma tragédia acabar com o brilho do carnaval.”

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Carnaval, diversão e #PartiuTeste

O Carnaval é comemorado em diversas partes do mundo e, no Brasil, pessoas de todas as idades e até mesmo de outros países se reúnem em festas características de cada região. O feriado possibilita encontros em cidades como Rio de Janeiro, Salvador, Recife, Minas Gerais ou até mesmo o Distrito Federal com seus tradicionais bloquinhos de rua.

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O clima é de diversão e, por isso, é importante estar sempre prevenido e atento às DSTs e aids. Este ano, o Ministério da Saúde lança a campanha de prevenção combinada, que reforça a importância dos jovens se prevenirem contra o vírus da aids não só usando camisinha, mas realizando o teste e, se der positivo, começar logo o tratamento, reforçando o conceito “camisinha + teste + medicamento”.

A turismóloga Mariana Sarciotto, de 31 anos, acredita que é importante se divertir, mas sem se esquecer da prevenção durante a folia. “O carnaval é momento de festa para todos, inclusive os soropositivos, e todos devem ter consciência de seus atos. Acho que o teste é uma boa forma de conscientização e já conversei muitas vezes com meus amigos sobre o fato de que a doença é transmitida mais facilmente do que se imagina. O teste deixa a pessoa com medo de ter um resultado positivo, o que a torna mais prudente no seu dia a dia”, defende. Dados do último boletim epidemiológico do Ministério da Saúde apontam que das 734 mil pessoas que vivem com HIV e aids no Brasil atualmente 80% já receberam o diagnóstico.

Dados da Pesquisa de Conhecimentos, Atitudes e Práticas na População Brasileira (PCAP), apresentados durante o lançamento da campanha de prevenção às DST e aids para o Carnaval 2015, nesta quarta-feira (28), mostram que, apesar da maioria dos brasileiros (94%) saberem que a camisinha é melhor forma de prevenção às DST e aids, 45% da população sexualmente ativa do país não usou preservativo nas relações sexuais casuais nos últimos 12 meses.

O estudante Vitor Monteiro, 25 anos, acredita que algumas pessoas que não usam preservativo não pensam na possibilidade de contrair alguma doença. “Acho que os principais motivos que levam algumas pessoas a não usar a camisinha são porque elas não pensam nas consequências e também acham que é melhor sem. Eu sempre uso camisinha se não estiver namorando ou quando não conheço muito bem a pessoa”, revela.

A pesquisa apontou também um crescimento significativo de pessoas que relataram ter tido mais de 10 parceiros sexuais na vida. Esse percentual subiu de 19%, em 2004, para 26% em 2008, chegando a 44% no ano de 2013. O fotógrafo Gilberto Evangelista, 41 anos, opta por fazer o teste de forma regular, independente da quantidade de parceiros sexuais no período. “Sou muito preocupado com minha saúde em geral e, apesar de me proteger sempre, prefiro me garantir ainda mais fazendo o teste a cada seis meses ou cada ano, no mínimo. Acho que é importante para ficar seguro e consciente do meu status. Além disso, para poder tomar as providências necessárias o quanto antes no caso de uma possível infecção, e de redobrar meus cuidados, principalmente, em relação a terceiros”, ressalta.

Com a ampliação da testagem do HIV, cerca de 6,4 milhões de testes rápidos foram distribuídos em 2014. O crescimento da assistência às pessoas com HIV e aids e o incentivo ao diagnóstico precoce fazem parte das estratégias do Ministério da Saúde no cumprimento da meta “90-90-90”, que corresponde a 90% de pessoas testadas, 90% tratadas e 90% com carga viral indetectável até 2020. As metas foram adotadas pelo Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/aids (UNAIDS).

Medicamento 3 em 1 – Este ano o Ministério da Saúde enviou a todos os estados brasileiros o medicamento 3 em 1 (dose tripla combinada, composta pelos medicamentos Tenofovir (300 mg), Lamivudina (300 mg) e Efavirenz (600 mg) para o tratamento de pacientes com HIV e aids. A combinação de medicamentos deverá beneficiar 100 mil novos pacientes. O Ministério da Saúde investiu R$ 36 milhões na aquisição de 7,3 milhões de comprimidos. O estoque é suficiente para atender os pacientes nos próximos doze meses.

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HIV está se tornando menos mortal e infeccioso, diz estudo

O vírus HIV está se tornando menos mortal e menos infeccioso, de acordo com uma pesquisa coordenada pela Universidade de Oxford.

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Os pesquisadores mostraram que o vírus está perdendo força ao se adaptar ao nosso sistema imunológico e demorando mais para causar a Aids (a síndrome da imunodeficiência adquirida, que ocorre à medida que as barreiras imunológicas do corpo começam a ser corroídas).

Alguns virologistas sugerem que a evolução do vírus pode torná-lo, algum dia, “quase inofensivo”. Para os pesquisadores de Oxford, as mudanças no vírus podem ajudar nos esforços para conter a pandemia.

Hoje, o HIV infecta mais de 37 milhões de pessoas no mundo – em seus corpos, ocorre uma batalha entre o sistema imunológico e o vírus. Tal qual um mestre do disfarce, o vírus sabe rapidamente e com pouco esforço passar por mutações para se adaptar ao sistema imunológico.

No entanto, às vezes o HIV infecta uma pessoa com um sistema imunológico particularmente eficaz.

“[Nestes casos] o vírus fica entre a cruz e a espada”, explica o professor Philip Goulder, da Universidade de Oxford. “Ele pode perder a eficácia ou se transformar para sobreviver e, se tiver que mudar, isso terá um custo.”

O “custo” é uma diminuição na capacidade de se replicar, o que faz com que o vírus se torne menos infeccioso e leve mais tempo para causar Aids.

Lentidão

À medida que este vírus enfraquecido é passado para outras pessoas, tem início um lento ciclo de enfraquecimento.

A equipe mostrou esse processo acontecendo na África, comparando Botswana, onde os problemas com o HIV existem há um longo tempo, e África do Sul, onde o vírus chegou uma década depois.

“É bastante surpreendente. É possível ver que a capacidade de se replicar é 10% menor em Botswana do que na África do Sul e isso é muito emocionante”, disse Goulder à BBC.

“Estamos observando a evolução acontecer na nossa frente e é surpreendente a rapidez com que o processo está acontecendo. O vírus está perdendo sua capacidade de causar doença e isso vai contribuir para sua eliminação.”

As descobertas foram publicadas na revista científica Proceedings of the National Academy of Sciences.

Ataque dos antirretrovirais

O estudo também sugere que as drogas antirretrovirais estão forçando o HIV a evoluir para formas mais leves. Os medicamentos teriam como alvo principalmente as versões mais agressivas do HIV, permitindo a reprodução das formas menos violentas.

“Vinte anos atrás, a Aids se manifestava em dez anos. Mas, nos últimos dez anos, em Botswana, isso pode ter aumentado para 12,5 anos – um aumento pequeno, mas que no contexto geral é uma mudança rápida”, disse Goulder.

“É possível imaginar que isso se estenda cada vez mais e que, no futuro, as pessoas possam permanecer assintomáticas durante décadas.”

“Se a tendência continuar, em seguida, podemos ver uma mudança de cenário global: uma doença longa sendo menos transmissível”, disse à BBC Jonathan Ball, virologista da Universidade de Nottingham.

“Em teoria, se deixássemos o HIV seguir o seu curso, veríamos o surgimento de uma população humana mais resistente ao vírus do que somos hoje coletivamente. A infecção por HIV acabaria se tornando quase inofensiva. Isso provavelmente já aconteceu ao longo da história, mas estamos falando de escalas de tempo muito grandes.”

Porém, o grupo alertou que mesmo uma versão enfraquecida do HIV ainda é perigosa e pode causar Aids.

Andrew Freedman, especialista em doenças infecciosas da Universidade de Cardiff, qualificou o estudo de “intrigante”.

“Os pesquisadores foram capazes de demonstrar como o vírus se enfraqueceu ao longo do tempo. O uso generalizado de terapia antirretroviral pode ter um efeito semelhante e, em conjunto, estes efeitos podem contribuir para o controle final da epidemia de HIV”, disse.

Mas ele advertiu que o HIV ainda tem “um caminho muito longo” até se tornar inofensivo e que “outros acontecimentos podem substituir isso, incluindo um acesso mais amplo ao tratamento e, eventualmente, o desenvolvimento de uma cura”.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://www.bbc.co.uk/

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Aids avança entre os jovens brasileiros

Os jovens entre 15 e 24 anos formam um dos grupos que mais preocupa as autoridades e profissionais de saúde envolvidos com o combate à aids no Brasil. Segundo o Ministério da Saúde, em oito anos foram registrados mais de 30 mil casos da doença nesse grupo da população.

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Se em 2004 havia 9,6 casos de aids em cada grupo de 100 mil habitantes de 15 a 24 anos, em 2013 o índice saltou para 12,7. Ao todo, 4.414 jovens foram detectados com o vírus em 2013, enquanto em 2004 haviam sido 3.453.

Nesse grupo, a preocupação é ainda maior com os gays. “Há uma tendência de aumento importante entre os mais jovens de 15 a 24 anos, em particular entre meninos jovens que fazem sexo com meninos jovens”, afirmou o ministro da Saúde, Arthur Chioro, nesta segunda-feira 1º, Dia Mundial de Luta contra a Aids.

Para especialistas ouvidos pela DW Brasil, entre os motivos que levam à contaminação estão a sensação de invulnerabilidade, a discriminação, o uso de drogas, má comunicação com esse grupo e, principalmente, o não uso da camisinha.

“Há 30 anos fazemos o mesmo tipo de mensagem e esquecemos que o jovem de hoje não é o mesmo de 30 anos atrás, da época do surgimento da epidemia”, diz Georgiana Braga-Orillard, diretora da Unaids no Brasil. “O jovem de hoje não viu ídolos morrerem e não têm exemplos que tornam a epidemia de aids real.”

Para a especialista, é também necessário falar sobre discriminação, que é um dos fatores para a vulnerabilidade dos jovens homossexuais. “Nós temos que falar sobre discriminação nas escolas e na TV. O papel da mídia é muito importante para discutir mais o assunto”, afirma Braga-Orillard.

Em São Paulo, um levantamento da Secretaria da Saúde divulgado nesta segunda-feira confirma os dados nacionais: o número de novos casos de aids na faixa etária entre 15 e 24 anos aumentou 21,5% nos últimos sete anos. Foram registrados 722 novos casos em 2013, enquanto que, em 2007, haviam sido 594. No mesmo período, o número total de novos casos no Estado caiu 20%, passando para 6.830 em 2013.

De acordo com o infectologista Francisco Aoki, do Hospital das Clínicas da Unicamp, muito se fez em termos de prevenção, diagnóstico, tratamento, acompanhamento, distribuição de medicamentos, entre outras políticas. Porém, devido aos bons resultados do tratamento antirretroviral, os mais jovens têm relaxado na hora de usar a camisinha.

“Discussão, campanhas e informação existem aos montes. Mas, no entanto, os jovens têm tido uma certa dose de desdém e não vêm observando a necessidade de prevenção efetiva”, observa.

Para Fabiano Ramos, chefe do serviço de infectologia do Hospital São Lucas, da PUC-RS, há descaso no uso do preservativo e, ainda, o problema do uso de drogas, que favorece a disseminação do HIV. “O uso do crack vem aumentando nas cidades brasileiras, especialmente nas camadas mais pobres da população”, diz Ramos.

O Ministério da Saúde lançou nesta segunda-feira, em Brasília, uma campanha voltada para o público jovem. Com o slogan #partiuteste, a ação visa informar sobre a prevenção do vírus HIV, com material específico para a população jovem gay e também para travestis. Nas peças publicitárias, é destacada a importância de se iniciar o tratamento logo depois de um resultado positivo.

O Ministério da Saúde divulgou ainda que, entre janeiro e outubro, o número de pacientes que iniciaram tratamento com medicamentos antirretrovirais no SUS passou de 61 mil – número 29% maior do que no mesmo período do ano passado, quando 47.506 pessoas iniciaram esse tratamento.

O aumento se deve à mudança de protocolo para a oferta do medicamento: em dezembro de 2013, o ministério estendeu o tratamento a todos infectados pelo HIV, independentemente do estágio da doença e da contagem das células de defesa CD4.

De acordo com o ministério, 734 mil pessoas vivem com aids no Brasil, sendo que, desse total, 589 mil sabem que têm a doença. O ministério afirma que a epidemia está estabilizada no país e que, a cada ano, são notificados 39 mil novos casos.

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