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10 perguntas sobre Lombalgia

Má postura, inflamação ou mesmo hérnia de disco. As causas variam, mas trazem como consequência a famosa lombalgia, ou dor nas costas, que prejudica as atividades do dia-a-dia e a qualidade de vida. Saiba como evitar esse problema e viver muito melhor.

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1. O que é lombalgia?

É quando uma pessoa tem dor na região lombar, ou seja, na região mais baixa da coluna perto da bacia. É também conhecida como “lumbago”, “dor nas costas”, “dor nos rins” ou “dor nos quartos”. Não é uma doença. É um tipo de dor que pode ter diferentes causas, algumas complexas, porém, na maioria das vezes o problema não é sério. Algumas vezes a dor se irradia para as pernas com ou sem dormência.

2. O que causa a lombagia?

Frequentemente o problema é postural, isto é, causado por uma má posição para sentar, para se deitar, para se abaixar no chão ou para carregar algum objeto pesado. Outras vezes pode ser causada por inflamação, infecção, hérnia de disco, escorregamento de vértebra, artrose (processo degenerativo de uma articulação) e até emocional.

3. Como é a lombalgia?

De duas maneiras: aguda e crônica. A forma aguda é o “mau jeito”. A dor é forte e aparece subitamente depois de um esforço físico. Ocorre na população mais jovem. A forma crônica geralmente acontece entre os mais velhos; a dor não é tão intensa, porém é quase permanente.

4. É importante fazer exames como a ressonância magnética?

Não. Mais de 90% das vezes o diagnóstico e a causa são estabelecidos com uma boa conversa com o paciente e com um exame físico bem feito. Em caso de dúvida, o passo seguinte é a radiografia simples.

5. E a densitometria?

É um exame usado em osteoporose, porém osteoporose não provoca dor. O que dói é a fratura espontânea de uma vértebra enfraquecida pela osteoporose. Portanto, na maioria das vezes, a densitometria não é necessária nos casos de lombalgia.

6. Ginástica faz bem?

Exercício físico é um excelente aliado da saúde, mas durante as crise aguda o exercício é totalmente contra indicado. Para recuperação, é recomendado repouso absoluto, deitado na cama. Uma alternativa é deitar de lado em posição fetal (com as pernas encolhidas). Não estão indicados na fase aguda: tração, manipulação, RPG, cinesioterapia, alongamento nem massagem.

7. Que remédios são indicados na crise de lombalgia aguda?

Receitado adequadamente por um profissional da saúde, os analgésicos e os anti-inflamatórios podem ser usados. Sedativos são úteis para ajudar a manter o paciente em repouso no leito. Nota-se que, quanto mais bem feito o repouso, menos medicamentos são necessários. Obviamente, deve-se tratar a causa da lombalgia.

8. Hérnia de disco tem de ser operada?

Não. Quase todos os casos regridem com repouso no leito, sem necessidade de cirurgia. Assim, a hérnia murcha e deixa de comprimir estruturas importantes, como os nervos. O tratamento cirúrgico está indicado apenas nos 10% dos casos em que a crise não passa entre 3 a 6 semanas, ou em pacientes que têm crises repetidas em curto espaço de tempo ou quando existem alterações esfincterianas (perda de controle para urinar e defecar).

9. Lombalgia na criança e no adolescente pode ser um alerta?

Sim. Enquanto no adulto a maioria das lombalgias tem causas e tratamentos simples, a dor lombar no adolescente é incomum e de causas que devem ser investigadas cuidadosamente pelo médico ortopedista.

10. Como evitar que uma lombalgia aguda se torne crônica?

Muitos fatores são importantes. A correção postural, principalmente na maneira de sentar no trabalho e na escola. Na fase aguda a ginástica não é indicada, porém, após o final da crise, a prática regular de exercícios físicos apropriados é importante.  Quando fizer exercício com pesos na ginástica, proteja a coluna deitando ou sentando com apoio nas costas. Sempre evitar carregar peso. Não permanecer curvado por muito tempo. Quando se abaixar no chão deve-se dobrar os joelhos e não dobrar a coluna. Evitar usar colchão mole demais ou excessivamente duro, principalmente se o indivíduo é muito magro.

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Saiba como evitar a Dor na Coluna

Cerca de 27 milhões de pessoas sofrem de dores na coluna no Brasil, o que representa mais de 18% da população adulta brasileira. É o que mostra a Pesquisa Nacional de Saúde, realizada recentemente pelo Ministério da Saúde em parceria com o IBGE.

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O ortopedista do Into, Instituto Nacional de Traumatologia e Ortopedia, Luis Eduardo Carelli, explica o que favorece as complicações de coluna.”As principais causas de origem posturais tanto as pessoas que trabalham sentadas de uma forma inadequada. Existem situações que causam dores na coluna, causas degenerativas. são as chances das pessoas ter desgastes, fenômenos de artrose, fenômenos degenerativos, pode causar dor na coluna vertebral. Em algumas vezes essas dores são irradiadas tanto para as pernas, para os braços e às vezes sentindo dormência e em alguns casos até perda de força também”.

O aposentado de 52 anos, Wilson de Sousa, trabalhava como mecânico. Ele teve desvio na coluna por causa das peças pesadas que costumava carregar. Neste mês, Wilson vai fazer cirurgia no Instituto Nacional de Traumatologia e Ortopedia, no Rio de Janeiro. Ele conta que está otimista com a cirurgia. “A mecânica você tem que pegar peso, fazer certos movimentos com o peso que eu não pude fazer mais, porque passava a doer a coluna. Não pegar peso, não abaixar, não fazer esforços de subir escada muito alta. Impacto qualquer que atinja a região da lombar onde você sente dor, você não aguenta, você para e fica, parar de não poder andar. Eu acho que vai haver uma melhora. Se eu tivesse que pagar lá fora, eu preferia fazer aqui, por causa do que todos falam, que é o melhor do Rio de Janeiro”.

O ortopedista do Into, Luis Eduardo Carelli, ressalta qual a maneira mais adequada para carregar objetos pesados e evitar esforços que possam prejudicar a coluna. “Se uma pessoa que carrega peso ou até um trabalho simples no ambiente doméstico, se você for pegar uma sacola pesada ou um objeto muito pesado no chão a gente recomenda que não faça a flexão do tronco, inclinar o tronco para frente. A gente recomenda que a pessoa dobre as pernas, abaixe para pegar esse objeto e traga ele bem próximo ao corpo e levante com ele bem próximo ao corpo, para esse abaixar e pegar de uma maneira flexionada não ocorra nenhuma sobre carga na coluna”.

Para evitar dores e complicações na coluna, a recomendação do Into é evitar pegar objetos pesados, sentar de maneira correta, praticar exercícios físicos regulares e procurar orientação médica em caso de dor intensa nas unidades básicas de saúde do país.

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Sintomas atípicos como dor nas costas e no estômago podem indicar infarto

O sintoma clássico quase todo mundo conhece: dor forte no peito que irradia para o braço esquerdo. Mas outros sinais menos populares e igualmente importantes também podem indicar um infarto.

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Dor na mandíbula, sensação de obstrução na garganta e de indigestão e dor nas costas na altura dos ombros, como a que sentiu o locutor Luciano do Valle, morto em abril, são alguns dos sintomas atípicos do infarto que costumam ser relevados.

Mesmo sendo hipertenso, o representante comercial Luiz Greco, 73, de São Paulo, não pensou que as dores nas costas que sentiu em uma manhã de novembro de 2013 poderiam indicar um infarto.

“Pensei que fosse algum mal jeito”, diz. “Comecei as minhas atividades normalmente, mas, quando sentei no computador, não conseguia sentir os braços”, afirma. “Aí percebi que poderia estar infartando mesmo.”

Quando chegou ao hospital, Luiz descobriu que estava com três artérias entupidas e fez cateterismo para desobstrui-las.

Da mesma forma, o garçom Moisés Rodrigues, 48, não pensou que o enjoo sentido tinha a ver com o coração. Ele jogava bola com os amigos no domingo de Páscoa quando sentiu-se mal.

“Parecia que o estômago estava pesado.”

Como no domingo anterior havia sentido algo parecido, pediu ao cunhado para levá-lo ao pronto-socorro e descobriu que estava infartando. “Se tivesse esperado mais um pouco, o pior poderia ter acontecido”, relata, já com um stent no peito.

Nem mesmo o médico Hans Mandred Voll, 64, percebeu que o mal-estar que sentiu em janeiro era sinal de algo mais grave. “Não tinha sudorese nem qualquer sintoma clássico. Até tomei um antiácido, mas a dor não passou”, conta. Dormiu, acordou e foi trabalhar sentindo dor, mas, por insistência de um colega, consultou-se com um cardiologista e descobriu que tinha infartado.

Segundo o cardiologista do InCor (Instituto do Coração) Sergio Timerman, um dos casos mais incomuns que já atendeu foi o de uma paciente que se queixava de “dor no dente”. “Ele já tinha ido ao dentista, que não constatou nada. A dor, na verdade, era no maxilar”, conta.

O fisiatra João Amadera, do Spine Center do HCor (Hospital do Coração), afirma que não é incomum encaminhar pacientes com fortes dores nas costas para médicos de outras especialidades. Isso porque eles sentem dores irradiadas, reflexo de outras originadas em outras partes do corpo, como no coração.

A dor cardiológica tem a característica de uma dor de aperto, que piora com o esforço e pode causar náuseas, mal-estar e falta de ar. “A dor só da coluna não está associada com falta de ar e mal-estar”, diz. Uma outra característica que pode ajudar na diferenciação das duas dores, segundo Amadera, é que a dor cardiológica é mais alta, com reflexos nos ombros e no queixo.

Para esclarecer a população sobre os principais sintomas do infarto e lidar com emergências cardiovasculares, a SBC (Sociedade Brasileira de Cardiologia) prepara uma campanha para ser lançada em breve. Um encarte será distribuído em locais como metrôs e shoppings.

Mas, afirma Antonio Carlos Carvalho, coordenador do Comitê de Emergências Cardiovasculares e Ressuscitação da SBC, não é preciso entrar em pânico com qualquer manifestação de dor.

A dor de infarto, segundo César Jardim, cardiologista do HCor (Hospital do Coração), costuma durar 20 minutos e pode vir acompanhada de mal-estar, palidez e dificuldade para respirar.

GRUPOS DE RISCO

O principal diferencial, contudo, é que os tais sintomas atípicos são mais comuns em três grupos: diabéticos, mulheres e idosos. Neles, diz Jardim, os sinais de dor persistentes devem ser olhados com mais atenção.

“O quadro clássico de dor no peito que irradia para o braço esquerdo é muito comum até os 60 anos, mas 50% dos idosos, das mulheres e dos diabéticos apresentam os sintomas menos comuns. Isso faz com que a pessoa leve mais tempo pra pensar que tem algum problema e procurar ajuda, que nesses momentos deve ser urgente.”

César Jardim lembra que pacientes com um ou mais fatores de risco (histórico familiar, obesidade, tabagismo, sedentarismo, colesterol e pressão alta) também devem ficar mais atentos a qualquer dor anormal e visitar um médico regularmente.

“O ideal é não esperar sentir dor para procurar atendimento. No cenário perfeito, todos deveriam procurar saber se têm fatores de risco e se cuidar para prevenir algo mais grave.”

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Estudo avalia prevalência de hipertensão resistente no país

Determinar a prevalência da hipertensão resistente na população brasileira e padronizar o tratamento desses pacientes no Sistema Único de Saúde (SUS) são os objetivos de um estudo que vem sendo realizado em 25 hospitais universitários de todo o Brasil sob a coordenação de pesquisadores do Instituto do Coração (InCor) da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FMUSP).

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Uma análise preliminar detectou o problema em 16% dos 1.692 hipertensos avaliados. Os dados foram apresentados por Eduardo Moacyr Krieger, pesquisador responsável e vice-presidente da FAPESP, durante o evento internacional World Health Summit – Regional Meeting Latin America, organizado pela FMUSP entre os dias 6 e 8 de abril.

“Costumam ser considerados hipertensos resistentes aqueles pacientes cuja pressão permanece elevada mesmo após tratamento com doses adequadas de três medicamentos anti-hipertensivos de diferentes classes, sendo um deles necessariamente um diurético”, explicou Krieger.

Nesses casos, especialistas estimam que o risco de desenvolver doenças graves, como acidente vascular cerebral, infarto, insuficiência cardíaca e doença renal seja três vezes maior do que em pacientes com hipertensão controlada – que, por sua vez, já apresentam risco mais elevado em relação à população normotensa.

A hipertensão resistente é considerada um problema emergente de saúde pública global, principalmente em função do aumento da expectativa de vida e dos casos de apneia do sono, diabetes e obesidade. Existe ainda a hipótese de que o consumo excessivo de sal possa estar contribuindo para o crescimento no número de casos.

“Há um consenso sobre a necessidade de tratar o hipertenso com três classes de medicamentos diferentes antes de considerá-lo resistente. Mas, quando o tratamento falha, sempre fica a dúvida: qual deve ser a quarta ou quinta droga a ser escolhida? Quase não há dados na literatura científica e, por esse motivo, decidimos propor esse projeto especialmente orientado para a população brasileira”, contou Krieger.

Batizado de Resistant Hypertension Optimal Treatment (ReHOT), o estudo multicêntrico conta com apoio do Ministério da Saúde, do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e da FAPESP, por meio do Programa de Pesquisa para o SUS: Gestão Compartilhada em Saúde (PPSUS).

Foram incluídos ao todo 1.927 pacientes com hipertensão severa – acima de 160 milímetros de mercúrio (mmHg) de pressão sistólica (máxima) e 110 mmHg de pressão diastólica (mínima) – em uma amostra considerada representativa da população brasileira. Atualmente, são considerados valores pressóricos ideais aqueles em torno de 120/80 mmHg e hipertensão acima de 140/90 mmHg.

A pressão foi medida tanto em consultório quanto por um método conhecido como MAPA (Monitorização Ambulatorial da Pressão Arterial), no qual medidas são feitas a cada 20 minutos, durante 24 horas, por um monitor acoplado à cintura, com o objetivo de registrar as variações durante o ciclo de sono e vigília.

Os pacientes considerados elegíveis foram tratados ao longo de três meses com doses adequadas de medicamentos disponíveis na rede pública de saúde. Após esse período, uma segunda avaliação revelou que 84% estavam com a pressão normalizada.

Foram considerados resistentes aqueles que após os três meses de tratamento apresentavam pressão clínica acima de 140/90 mmHg e pressão ambulatorial de 24 horas de 130/80 mmHg. Em uma segunda etapa da pesquisa, esses pacientes estão sendo divididos aleatoriamente em dois grupos. Metade será tratada com o medicamento clonidina e, os demais, com a droga espirolactona.

“Aquele que mostrar melhor efeito poderá ser incluído no tratamento padronizado do SUS e administrado em conjunto com as outras três classes de anti-hipertensivos já usadas”, explicou Krieger.

Para Krieger, o projeto ReHOT exemplifica a importância da união entre as universidades e o poder público para a realização de pesquisas voltadas a melhorar a prevenção e o tratamento na rede pública de saúde. “A obrigação da universidade não termina com a formação do médico. A universidade detém o conhecimento e os núcleos de pesquisa, que são os mais indicados para fazer análises de custo-benefício. E o patrocínio possível para isso vem de preferência do poder público”, afirmou.

O escopo do projeto ReHOT foi divulgado em um artigo publicado em 2013 na revista Clinical Cardiology. Os dados preliminares foram apresentados por Krieger durante o simpósio “Deciphering the Public Health Situation in Brazil”, que integrou a programação do World Health Summit – Regional Meeting Latin America.

Decifrando a saúde pública

Na mesma sessão, o pesquisador da FMUSP Paulo Andrade Lotufo apresentou dados preliminares do Estudo Longitudinal de Saúde do Adulto (ELSA Brasil), cujo objetivo é investigar a incidência e os fatores de risco para doenças crônicas, em particular, as cardiovasculares e o diabetes. A amostra é composta por 15.105 funcionários de seis universidades públicas entre 35 e 74 anos.

Moyses Szklo, professor da Johns Hopkins Bloomberg School of Public Health, apresentou dados do Projeto Erica – Estudo de Riscos Cardiovasculares em Adolescentes, que conta com uma amostra de 75 mil adolescentes de 12 a 17 anos e pesquisadores de 35 instituições do Brasil.

Outro estudo em andamento apresentado por Flávio Danni Fuchs, professor da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), foi o Prevenção de Eventos Cardiovasculares em Paciente com Pré-Hipertensão e Hipertensão Arterial (Prever). Neste caso, o objetivo é investigar se o tratamento medicamentoso de indivíduos com pré-hipertensão reduz a incidência de hipertensão arterial e determinar a melhor combinação de drogas a ser usada.

Joyce Schramm, pesquisadora da Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca (ENSP-Fiocruz), apresentou dados de seus estudos sobre carga de doença no país, que mostram redução nos casos de morte e incapacidade causados por doenças infecciosas e aumento nos casos resultantes de doenças não infecciosas, como as cardiovasculares e os transtornos mentais.

World Health Summit

Focado nos principais desafios da América Latina na área da saúde, o World Health Summit – Regional Meeting Latin America contou com simpósios das Escolas de Medicina da M8 Alliance – rede formada por 16 instituições de 14 países, entre elas a FMUSP.

O encontro visa a articular a comunidade científica, políticos e representantes da sociedade civil e do setor privado na discussão de soluções com base no conhecimento científico para enfrentar os desafios da saúde global, como a prevenção e o controle de doenças, o desenvolvimento de abordagens inovadoras e práticas mais eficazes.

A programação foi organizada em torno de cinco linhas temáticas: “Expectativa de vida saudável”, “Saúde urbana/Saúde em megacidades”, “Aumento na capacidade de pesquisa para incorporar tecnologias”, “Gerenciamento de sistemas de saúde para garantir cobertura universal” e “Educação em saúde”.

No dia 7 de abril, o encontro contou com a participação do presidente da FAPESP, Celso Lafer, que presidiu a mesa da palestra proferida por Gary Gibbons, diretor do National Heart, Lung and Blood Institute (NHLBI), órgão ligado ao National Institutes of Health (NIH), dos Estados Unidos.

O diretor científico da FAPESP, Carlos Henrique de Brito Cruz, foi moderador, ao lado de José Eduardo Krieger (InCor-USP), pró-reitor de pesquisa da USP, do simpósio “Challenge to Improve Prevention and Outcomes in Cardiovascular Diseases”. Além de Gibbons, a sessão reuniu Joaquim Bernoya (diretor de Pesquisa da Unidade Cardiovascular da Guatemala), Jose Patricio Lopez-Jaramillo (Universidad de Santander, na Colômbia) e Alexandre da Costa Pereira (InCor-USP).

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Brasil concentra maior número de cirurgiões-dentistas do mundo

Que o Brasil é um país de contrastes, todo mundo sabe. Mas, é preciso voltar os holofotes para a boca dos brasileiros a fim de chamar atenção de todos – principalmente neste mês em que se comemora o Dia do Cirurgião-Dentista e o Dia Nacional da Saúde Bucal (25). Enquanto o país responde por 19% dos cirurgiões-dentistas do mundo inteiro, com mais de 260 mil profissionais ativos, 50% dos adultos têm apenas 20 ou menos dentes funcionais.

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Na população de idosos, essa taxa sobe para 70%. Na opinião de Adriano Forghieri, presidente da Associação Paulista de Cirurgiões-Dentistas (APCD), “a saúde oral do brasileiro melhorou muito nos últimos dez anos. Mas, é necessário haver mais iniciativas que estendam o tratamento dentário para cada canto do país. Afinal, quando um indivíduo perde um dente, perde também parte de sua saúde”.

Dados do IBGE apontam que quase 12% da população nunca pisaram num consultório odontológico e apenas 40% dos entrevistados tinham consultado um cirurgião-dentista no ano que antecedeu a pesquisa (divulgada em 2008). Entre as pessoas que têm mais acesso aos tratamentos dentais, a maioria é mulher, moradora de área urbana, e com renda mais elevada do que a média da população. “As mulheres também são maioria entre os profissionais formados em Odontologia. Hoje, elas representam quase 52% desse mercado de trabalho”, revela Forghieri.

O contraste é grande. Enquanto a indústria da Odontologia é superavitária e o país é o que mais forma cirurgiões-dentistas no mundo – ocupando, também, a segunda posição na produção e colocação de implantes dentários – as pessoas adoecem por falta de cuidados com os dentes. Apesar de hoje em dia a relação “cáries x crianças” ter diminuído muito em função da água fluoretada que chega diariamente às torneiras de boa parte da população, tem muita gente ficando gravemente doente por não contar com um tratamento odontológico.

Estudo divulgado pela American Heart Association no jornal Stroke, envolvendo mais de 40 mil pacientes, associa perda dentária e doenças periodontais (gengiva) à ocorrência de acidente vascular cerebral isquêmico (AVCI) – também conhecido como derrame ou isquemia cerebral –, que é causado pela falta de sangue em uma parte do cérebro por conta da obstrução de uma artéria. De acordo com a entidade norte-americana, homens com 24 dentes ou menos apresentavam risco aumentado de sofrer um AVCI quando comparados com aqueles que contavam com melhor dentição.

O Instituto do Coração (Incor/USP) também divulgou estudo comprovando que a manutenção adequada da saúde oral é fundamental na prevenção de doenças como a endocardite infecciosa, doença que resulta da invasão por bactérias e fungos em tecido endocárdio – que reveste internamente o coração. Trata-se de uma doença grave, com taxas de mortalidade em torno dos 25%.  “Além de ampliar e intensificar programas em nível municipal, estadual e federal para melhorar a saúde bucal dos brasileiros, há que se conscientizar ainda mais a população da importância do cirurgião-dentista e de como esse profissional pode e deve ajudá-la na prevenção de doenças orais, na manutenção dos dentes e na preservação da saúde como um todo”, diz o presidente da APCD.

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Cuidado com o seu Coração

Os problemas cardíacos são separados em quatro grupos: defeitos congênitos, doença coronariana, insuficiência cardíaca e miocardiopatia. Eles ocorrem quando o coração ou os vasos sangüíneos têm sua formação comprometida antes do nascimento, podendo obstruir o fluxo do sangue e causar insuficiência cardíaca. Males como varíola, rubéola e toxoplasmose, contraídos pela mãe durante a gestação, e fatores hereditários constituem seus maiores vilões. Corrige-se boa parte deles com operação, porém alguns somem sozinhos.

Doença coronariana
Nesse caso, os vasos sangüíneos que levam o oxigênio para o coração diminuem até se fecharem por completo. O problema é ocasionado pela aterosclerose (placa de gordura na parede do vaso) ou pelo acúmulo de plaquetas sobre uma dessas placas. Em situações graves, a doença coronariana pode levar à angina (dor no peito) e ao enfarte. É mais comum em homens e encontra no fumo, na obesidade, na diabetes, na hipertensão, nos níveis elevados de colesterol, no sedentarismo e na genética seus elementos desencadeantes. Há várias opções de tratamentos, que vão desde a ingestão de ácido acetilsalicílico até o transplante, passando ainda por cirurgia (angioplastia) e colocação de ponte de safena.

Você sabe cuidar do seu Coração?

Insuficiência cardíaca
Trata-se da incapacidade do coração de bombear o sangue em quantidade suficiente para “alimentar” o organismo, reduzindo seu fluxo em órgãos como cérebro e rins, nos tecidos e nele próprio. Como resultado, há retenção de água e sal e o volume sangüíneo sobe, provocando inchaços (edemas). Se a insuficiência atingir o ventrículo esquerdo do coração, o líqüido se acumula nos pulmões e dificulta a respiração. Caso afete o direito, o acúmulo ocorre nos membros inferiores, tornozelos e fígado.

Hipertensão arterial, angina, enfarte, doença cardíaca valvular e doença do músculo cardíaco (miocardiopatia) agem como estopins do distúrbio. Os especialistas costumam prescrever dietas pobres em sal e restrição de líqüidos, diuréticos e vasodilatadores, mas na maioria das vezes não há tratamento.

Cartilha do Incor/HC: Como cuidar do seu Coração

Miocardiopata

Aqui, o músculo está danificado ou defeituoso. Divide-se em três tipos: dilatada, hipertrófrica e restritiva.

Dilatada: pode ter origem genética, adquirida (alto consumo de álcool), em infecções ou uso de certos medicamentos. A parede do ventrículo esquerdo se dilata e o bombeamento do sangue cai, deixando os tecidos quase sem oxigênio. Assim, há chances de formação de coágulos dentro do coração, facilitando a incidência de embolia pulmonar ou cardíaca, enfarte e obstrução vascular (trombose). Para tratá-la, os médicos apostam em remédios e na mudança do cardápio.

Hipertrófica: com as paredes do coração mais rígidas e espessas, o fluxo sangüíneo do ventrículo esquerdo é prejudicado, e faz-se necessária uma pressão alta para enchê-lo entre as contrações. Pode ter origem hereditária ou adquirida (hipertensão e estreitamento da aorta) e o tratamento baseia-se em drogas para manter a freqüência cardíaca e relaxar a musculatura local.

Restritiva: o músculo do coração endurece, ele perde a capacidade de se expandir e a pressão diastólica aumenta. Vem de enfermidades como amiloidose (acúmulo de proteína ao redor dos vasos sangüíneos), sarcoidose (inflamações no corpo) e doença de Gaucher (defeito no metabolismo de lipídios capaz de levar ao aumento de alguns órgãos). As terapias existentes combatem a raiz do problema, mas dificilmente o dano causado é revertido.

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