Posts Tagged 'Odontologia'

Saiba quais são as recomendações para manter o sorriso bonito e saudável

A advogada Aparecida Carvalho usa prótese dentária há mais de cinco anos. Para manter o sorriso bonito e saudável, ela conta que toma alguns cuidados.”É muito importante, inclusive a prótese móvel é mais fácil, a higienização fica até melhor. Limpar bem dos dois lados, lavar. A pessoa às vezes fica até com mau hálito conforme os cuidados que a pessoa tem. Quando eu estou num lugar que eu não posso escovar o dente, eu tiro e lavo e torno colocar. Eu não sei comer e ficar sem lavar. A higienização é muito importante”.

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De acordo com o coordenador de Saúde Bucal do Ministério da Saúde, Gilberto Pucca, Aparecida está certa em se preocupar com a higiene da prótese dentária. “É importante que essa prótese seja higienizada com regularidade e é uma higienização absolutamente simples com água e escova resolve o problema. No caso da prótese parcial removível, que a higienização seja feita nos dentes que ainda estão na boca. Esses cuidados são fundamentais para a durabilidade dessa prótese segundo para que ela não seja um fator de algum tipo de problema que pode ser provocado por um problema resistente nessas peças”.

O coordenador de Saúde Bucal, Gilberto Pucca, destaca ainda que as pessoas com prótese dentária podem desenvolver problemas na mastigação e outras complicações se não usarem a prótese corretamente. “Essa má adaptação da prótese pode ficar machucando aquele tecido de suporte da boca, a mucosa, pode levar a problemas mastigatórios. Se a prótese estiver ou mal adaptada e mal também higienizada ela também pode ser um fator de mau hálito. É importante que as pessoas saibam disso. Não é o fator de não ter dentes que automaticamente a pessoa vai deixar de ter mau hálito. Não se acostumem com algum tipo de incômodo. Ao menor sinal de incômodo nos orientamos para que essa pessoa procure orientação de um cirurgião dentista”.

O programa Brasil Sorridente do Governo Federal oferece à população tratamento odontológico básico gratuito como aplicação de flúor, tratamento de canal, cirurgias, ortodontia, além dos implantes de próteses dentárias.

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Um terço dos implantes dentários do país é produto de pirataria

Um terço dos 2,2 milhões de implantes dentários feitos anualmente no país é produto de pirataria. As peças piratas podem causar problemas que vão da queda do dente artificial até graves infecções na boca.

A estimativa é da Abimo (associação da indústria de equipamentos médicos e odontológicos), baseada na comparação entre o número de procedimentos e o de produtos vendidos legalmente.

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Muitas das vendas ilegais são feitas por meio da internet. Há páginas no Facebook anunciando peças (pinos) a partir de R$ 10 –no mercado legal, o preço varia entre R$ 300 e R$ 500.

O assunto foi debatido em congresso internacional de odontologia, no mês passado, e está levando dentistas, empresários e a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) a discutir uma revisão nas normas para haja um rastreamento dos implantes até o usuário final.

A implantodontia é uma das áreas que mais crescem na odontologia. Em cinco anos, o número de especialistas com registro no Crosp (Conselho Regional de Odontologia do Estado de São Paulo) mais do que duplicou, passando de 968 para 2.423.

A especialidade também liderou o número de denúncias contra dentistas em 2014 –com 32% das 270 recebidas–, a maioria por problemas técnicos e serviços malfeitos.

“Tem gente comprando um torno e fabricando implantes na garagem. E o que é mais preocupante: tem dentista comprando”, diz o superintendente da Abimo, Paulo Henrique Fraccaro.

Para ele, além de desleal do ponto de vista mercadológico, a prática é criminosa. “Não sabemos se as peças têm condições mínima de qualidade. Podem causar danos físicos [infecções] e financeiros [perda] ao paciente.”

O implante é composto pelo pino de titânio inserido no osso da boca e um outro componente em que a prótese será cimentada ou parafusada.

Os que têm registro na Anvisa passam por uma série de testes, como o de resistência, de fadiga e de esterilidade. Como é um material que fica dentro da estrutura óssea, ele é desenvolvido para interagir com esse osso de forma a não apresentar rejeição.

Segundo a Abimo, as peças mais pirateadas são os componentes que se fixam nos pinos. Normalmente, eles são feitos com dimensões de encaixe mais folgadas, o que faz com que se afrouxem. Nesse espaço, pode haver proliferação de bactérias.

“Isso leva a pessoa a perder o implante, além sofrer o risco de inflamações e infecções”, explica Claudio Miyake, presidente do Crosp.

O grande atrativo para os dentistas usarem implantes piratas é o preço. A peça completa chega a custar 60% a menos do valor cobrado pelos fabricantes oficiais –R$ 700 a R$ 3.500, dependendo do tipo (feito na hora ou após algum tempo da perda dentária, da quantidade de dentes e da origem do material (nacional ou importado).

RASTREABILIDADE

Hoje as empresas não têm obrigação legal de identificar suas peças para que possam ser rastreadas diante de um eventual problema. Assim, segundo Miyake, fica difícil comprovar que uma infecção, por exemplo, foi causada por um implante pirata.

Segundo ele, a categoria espera a aprovação de um projeto de lei estadual que obrigará a venda de produtos odontológicos com a devida identificação.

“O que a gente sabe é que o insucesso de um implante tem relação direta com a qualidade do material”, diz o cirurgião-dentista Reinaldo Papa, que já atendeu vários casos de vítimas de implantes piratas ou de má qualidade.

A comerciante Maria Elvira Inácio de Melo, 57, é uma delas. Há oito anos, ela perdeu nove implantes dentários por má qualidade do material –o problema só foi descoberto após o material ser retirado da boca.

“Uns oito meses depois de fixados, ele começaram a ficar moles e caíram”, conta.

Na época, o dentista se eximiu de qualquer responsabilidade. “Eu poderia ter processado, mas não sou de briga. Preferi amargar o prejuízo, procurar um outro profissional e refazer o trabalho.”

Segundo o cirurgião-dentista Rodolfo Candia Alba Júnior, da Conexão Sistemas de Prótese, uma estratégia das empresas para fazer frente aos concorrentes piratas tem sido dar aos dentistas garantia vitalícia dos implantes, desde que os componentes protéticos usados sejam produzidos por elas.

A Abimo também discute a adoção de uma carteira do paciente, onde ficariam registradas informações (como um código de barras) sobre os componentes do implante. “Seria como uma carteira de vacinação, que ficaria em poder do paciente. É uma garantia para ele de que o produto tem origem”, diz Fraccaro.

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Dicas ajudam a Saúde Bucal mesmo na loucura do dia a dia

A realidade pode não permitir que a boca seja cuidada como deveria. Na hora do almoço, quase não dá tempo de escovar os dentes, quanto mais passar fio dental, limpador de língua, enxaguante. É importante deixar claro que este seria o cenário ideal para manter a saúde bucal impecável.

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Mas, para aqueles momentos de emergência, algumas dicas do cirurgião-dentista, Artur Cerri, coordenador da Escola de Aperfeiçoamento Profissional da APCD (Associação Paulista de Cirurgiões-Dentistas), podem ajudar a improvisar e diminuir as chances de as bactérias se multiplicarem e deixarem o ambiente propício para a instalação de doenças orais.

– Enxague a boca diversas vezes com água, como se estivesse fazendo bochechos. Essa medida vai remover alguns detritos alimentares, diminuir a acidez e melhorar o hálito.

– Mastigue uma goma de mascar sem açúcar, que é fácil de encontrar para comprar. A goma vai estimular a salivação e ajudar na limpeza dos dentes e no hálito.

– A maçã também é uma boa opção. Fácil de encontrar, ajuda na limpeza dos dentes, pois age como adstringente e tem poucas calorias, assim como a melancia que tem pouca fibra e bastante água, o que, em uma emergência, ajuda a limpar os dentes. Com o melão acontece o mesmo.

– Evite comer doces, pois isso vai provocar acidez, colaborar com o mau hálito, além da desagradável possibilidade de ficar restos de doces aderidos aos dentes.

– Muitos restaurantes possuem no banheiro enxaguantes bucais. Não havendo outra possibilidade, use esses produtos, sem se esquecer de primeiro enxaguar a boca com bastante água.

– Em nenhuma hipótese use palito de dente. Além de ser constrangedor, não vai resolver o problema. Pode até remover os grandes cacos de alimento, mas pode machucar a gengiva e provocar sangramento, além do risco de quebrar no meio dos dentes. O mesmo ocorre com as linhas.

– A maior parte das bactérias fica instalada na parte de cima da língua. Por isso, sempre que escovar os dentes, lembre-se de escovar também a língua. Essas bactérias com tempo provocam halitose (mau hálito). Em situações de emergência, para limpar a língua, é possível passar uma gaze enrolada nos dedos ou mesmo algodão.

– Hoje existem no mercado pasta de dente e escova de aproximadamente 6 cm. São muito fáceis de carregar – inclusive para os homens, que não carregam bolsa. Também existem limpadores interdentais que são encontrados em qualquer farmácia. Ande com esses kits no bolso ou deixe no carro. Assim, será mais difícil ser pego de surpresa.

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10 dicas para amenizar a sensibilidade nos dentes

Quando o esmalte do dente está mineralizado, ele fica forte e impermeável. Mas o dia a dia muitas vezes não é muito gentil e fraturas, bebidas e alimentos ácidos, cáries, entre outros vilões, podem desgastar o dente. Essa é uma das principais causas dos dentes sensíveis, quando a superfície do dente é corroída e a dentina fica exposta.

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Ocorre que milhares de canalículos que ficam no centro do dente e levam o nervo da polpa até a superfície ficam expostos e causam dor. O problema é ainda pior para quem tem bruxismo, ou seja, para quem range os dentes durante o sono. “Ao pressionar os dentes, eles são comprimidos e estouram os prismas de esmalte, o que expõe a dentina e causa sensibilidade ao gelado, vento, frio ou doce. Isso, em conjunto com uma escovação pesada, piora o problema”, diz a cirurgiã-dentista, Debora Ayala Walverde, da Clínica Debora Ayala Studio de Odontologia.

Para indicar o melhor tratamento, é preciso fechar o diagnóstico, uma vez que a sensibilidade dentinária tem muitas causas. Há o laser de baixa potência com ação analgésica e anti-inflamatória, verniz de flúor para ajudar a mineralizar o esmalte e a dentina, agente fixador para impermeabilizar a superfície da dentina, entre outros.

Mas, antes de pensar nos tratamentos, é importante dizer que a sensibilidade causada por desgaste do esmalte pode ser prevenida com mudanças de hábitos diários. Confira:

1-    Escolha a escova com cuidado
A escova deve ter grande quantidade de cerdas e ser do tipo ultramacia. As cerdas arredondadas também são indicadas.

2-    Fique longe de bebidas ácidas
Refrigerantes, energéticos, isotônicos, devem passar longe dos dentes. Mesmo sucos mais ácidos devem ser ingeridos com canudinho. Assim evita-se o contato da acidez com os dentes.

3-    Na salada
O mesmo ocorre com o vinagre. Opte apenas pelo azeite e sal para evitar o choque nos dentes sensíveis.

4-    Tenha sempre um chiclete na bolsa ou no bolso
Em vez de comer e ir direto escovar os dentes, vale mascar uma goma sem açúcar. Isso estimulará o fluxo salivar, que neutraliza a acidez da boca. Por outro lado, caso a escovação seja feita com o pH desequilibrado, a acidez é passada nos dentes pela escova, o que desmineraliza o esmalte.

5-    Creme dental especial
O tipo de creme dental usado por quem tem dentes sensíveis deve ser indicado pelo dentista. Algumas vezes, ele pode recomendar marcas que sejam específicas para o problema. Os produtos branqueadores normalmente são mais abrasivos, ou seja, inimigos da sensibilidade.

6-    Flúor
Cremes dentais e enxaguante bucal com flúor podem ajudar a fortalecer o esmalte dos dentes. O flúor em gel também pode ajudar nas crises. Fale com o dentista sobre essas possibilidades.

7-    Higiene impecável
Escovar os dentes, passar fio dental, limpar a língua são passos imprescindíveis para deixar a boca saudável. Consequentemente, a cárie não se instalada e o esmalte dentário não corre riscos.

8-    Clareamento com supervisão
Todos os tipos de clareamento dentário devem ser recomendados pelo dentista. Mas, para quem já tem dentes sensíveis, até as soluções caseiras devem passar longe. No mercado existem cremes dentais, fitas adesivas e kits branqueadores. Eles podem agravar o quadro de sensibilidade. Para garantir dentes brancos e sem dor, só com acompanhamento profissional.

9-    Cuidado com a força
A escovação não exige força e sim movimentos e ferramentas adequadas. A pressão em demasia pode desgastar o esmalte e piorar a sensibilidade. A escova deve estar a 45 graus em relação aos dentes para alcançar mais fundo nas gengivas.

10-    Trate o bruxismo
Caso exista a desconfiança de bruxismo, é importante ir ao dentista para tratar o problema. O profissional pode indicar placas para serem usadas durante a noite, que evitam o desgaste do esmalte dental.

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27 milhões de brasileiros nunca foram ao Dentista

No Dia Nacional do Cirurgião-Dentista e da Saúde Bucal, a Associação Brasileira de Odontologia (ABO) afirma que ainda há 27 milhões de brasileiros que nunca foram a um dentista, por falta de informação ou por falta de acesso. “O problema básico é que a educação para a saúde ainda é deficiente. A ação governamental ainda é insuficiente”, diz Newton Miranda de Carvalho, presidente da ABO.

Health Care Divides New German Coalition

De acordo com o Ministério da Saúde, o Brasil tem 22.139 equipes de saúde bucal em atuação. Segundo Carvalho, “as 22 mil equipes de saúde bucal que existem no Brasil são um grande avanço, mas insuficientes para colocar o problema da saúde bucal em patamares aceitáveis”.

Aline Lopes, dentista de um núcleo de saúde da família em Samambaia, cidade do Distrito Federal, destaca a importância da atuação de uma equipe como essa na comunidade. ”A grande vantagem é que a gente consegue ficar próxima do paciente. Eu conheço as famílias que atendo. Consigo rastreá-las, acompanhá-las desde a raiz dos seus problemas”, afirma.

O Brasil concentra o maior número de dentistas do mundo, mas “a má distribuição geográfica é o problema” , diz o presidente da ABO. Ele explica que, em um simples exame, o dentista pode detectar o início de problemas que vão de uma simples cárie até algo mais sério, como o câncer de boca.

“O câncer bucal esta aumentando de forma absurda. Em 2012, estimamos que cerca de 7 mil pessoas foram diagnosticadas com a doença. Para 2013, estimamos 14 mil. Isso é um índice muito alto, está dobrando em pouco espaço de tempo. É o fumo, o álcool, o sol sem proteção, a radiação ataca o lábio”, afirma Carvalho.

Além disso, o presidente da ABO explica que a literatura científica médica e odontológica é rica em exemplos de relações comprovadas entre a boca e doenças cardíacas e pulmonares, diabetes, hipertensão e até o nascimento de bebês prematuros.

Newton de Carvalho recomenda a ida ao dentista de seis em seis meses. “Que escovem os dentes de três a quatro vezes por dia e não deixem de ir ao dentista. Não é só quando o dente dói que devemos ir ao dentista. Muitas vezes quando o dente dói, o problema já está avançado.” Para ele, o Dia Nacional do Cirurgião-Dentista “não é só de comemorações, é para lembrar que existem doenças bucais”.

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Brasil concentra maior número de cirurgiões-dentistas do mundo

Que o Brasil é um país de contrastes, todo mundo sabe. Mas, é preciso voltar os holofotes para a boca dos brasileiros a fim de chamar atenção de todos – principalmente neste mês em que se comemora o Dia do Cirurgião-Dentista e o Dia Nacional da Saúde Bucal (25). Enquanto o país responde por 19% dos cirurgiões-dentistas do mundo inteiro, com mais de 260 mil profissionais ativos, 50% dos adultos têm apenas 20 ou menos dentes funcionais.

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Na população de idosos, essa taxa sobe para 70%. Na opinião de Adriano Forghieri, presidente da Associação Paulista de Cirurgiões-Dentistas (APCD), “a saúde oral do brasileiro melhorou muito nos últimos dez anos. Mas, é necessário haver mais iniciativas que estendam o tratamento dentário para cada canto do país. Afinal, quando um indivíduo perde um dente, perde também parte de sua saúde”.

Dados do IBGE apontam que quase 12% da população nunca pisaram num consultório odontológico e apenas 40% dos entrevistados tinham consultado um cirurgião-dentista no ano que antecedeu a pesquisa (divulgada em 2008). Entre as pessoas que têm mais acesso aos tratamentos dentais, a maioria é mulher, moradora de área urbana, e com renda mais elevada do que a média da população. “As mulheres também são maioria entre os profissionais formados em Odontologia. Hoje, elas representam quase 52% desse mercado de trabalho”, revela Forghieri.

O contraste é grande. Enquanto a indústria da Odontologia é superavitária e o país é o que mais forma cirurgiões-dentistas no mundo – ocupando, também, a segunda posição na produção e colocação de implantes dentários – as pessoas adoecem por falta de cuidados com os dentes. Apesar de hoje em dia a relação “cáries x crianças” ter diminuído muito em função da água fluoretada que chega diariamente às torneiras de boa parte da população, tem muita gente ficando gravemente doente por não contar com um tratamento odontológico.

Estudo divulgado pela American Heart Association no jornal Stroke, envolvendo mais de 40 mil pacientes, associa perda dentária e doenças periodontais (gengiva) à ocorrência de acidente vascular cerebral isquêmico (AVCI) – também conhecido como derrame ou isquemia cerebral –, que é causado pela falta de sangue em uma parte do cérebro por conta da obstrução de uma artéria. De acordo com a entidade norte-americana, homens com 24 dentes ou menos apresentavam risco aumentado de sofrer um AVCI quando comparados com aqueles que contavam com melhor dentição.

O Instituto do Coração (Incor/USP) também divulgou estudo comprovando que a manutenção adequada da saúde oral é fundamental na prevenção de doenças como a endocardite infecciosa, doença que resulta da invasão por bactérias e fungos em tecido endocárdio – que reveste internamente o coração. Trata-se de uma doença grave, com taxas de mortalidade em torno dos 25%.  “Além de ampliar e intensificar programas em nível municipal, estadual e federal para melhorar a saúde bucal dos brasileiros, há que se conscientizar ainda mais a população da importância do cirurgião-dentista e de como esse profissional pode e deve ajudá-la na prevenção de doenças orais, na manutenção dos dentes e na preservação da saúde como um todo”, diz o presidente da APCD.

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