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Dicas de Verão

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O verão chega com força, muito calor, praia e folia. E para a alegria durar, é importante estar atento a alguns cuidados especiais que a estação pede.

Segundo o Instituto Nacional do Câncer (INCA), o câncer de pele é a neoplasia mais frequente do Brasil e corresponde a 30% de todos os tumores malignos registrados no país. Apresenta alto percentual de cura, se detectado cedo. Estima-se que haverá 175.760 novos casos somente em 2016.

Alguns grupos de risco:

  • Histórico familiar
  • Ter sofrido mais de 6 queimaduras de sol
  • Ter feridas que não cicatrizam
  • Ter pintas no corpo que mudam de cor e/ou crescem
  • Ter pele clara

Dicas de Prevenção:

  • Tenha sempre consigo: filtro solar, chapéu, óculos escuros e prefira roupas de algodão, pois retém 90% da radiação UV.
  • Aumente a ingestão de líquidos, principalmente de água.
  • Aplique um bom hidratante na pele.
  • Inclua no cardápio alimentos que ajudam na prevenção dos danos que o sol causa a pele: cenoura, abóbora, mamão, maçã e beterraba, pois contém carotenóides, substância que se deposita na pele e retém as radiações ultravioletas.
  • Prefira carnes grelhadas, alimentos in natura ou cozidos.
  • Prefira banhos mornos ou frios para evitar ressecamento da pele.

Outras doenças de pele: Micoses, brotoejas, manchas e sardas brancas, acne

Micoses podem ocorrer na pele, no couro cabeludo e na unhas. São causadas por fungos que se alimentam da queratina presente nestes locais. Condições favoráveis ao seu surgimento: calor, umidade, baixa imunidade, uso de antibióticos sistêmicos em longo prazo.

Forma de prevenção:

  • Secar-se bem após o banho, principalmente nas dobras da pele, virilha, entre os dedos e axilas.
  • Use seu próprio material de manicure/pedicure.
  • Evite calçados fechados

Brotoejas ocorrem quando as glândulas sudoríparas entopem. Podem ser bolhas transparentes, coçar ou não.

Forma de prevenção:

  • As mesmas dicas de prevenção contra micoses
  • Evitar sudorese excessiva
  • Usar roupas frescas no calor

Manchas escuras (sardas) são conhecidas como manchas senis ou melanoses solares. Geralmente, são pequenas de cor castanho e marrom, surgem em áreas muito expostas ao sol como: face, dorso das mãos, braços, colo e ombros. Sardas Brancas são lesões benignas e aparecem em áreas da pele expostas ao sol de forma prolongada e repetida ao longo da vida.

A melhor forma de evitar manchas e sardas é não esquecendo do protetor solar. Um dermatologista especializado pode tratá-las.

Acne Solar é provocada pela mistura da oleosidade da pele com o uso do filtro solar.

Forma de prevenção:

  • Lave o rosto com sabonete ideal para o tipo de pele
  • Use tônicos mais adstringentes
  • Use filtros solares com base aquosa ou em gel

Consulte seu médico dermatologista para receber orientações específicas para a saúde da sua pele. E lembre-se: somente um especialista poderá diagnosticar possíveis doenças de pele e medicar corretamente.

E bora aproveitar o verão com tudo que ele traz de bom!

Informações parciais das fontes:

http://www2.inca.gov.br/wps/wcm/connect/tiposdecancer/site/home/pele_nao_melanoma

http://www.sbd.org.br/cuidados/cuidados-com-a-pele-no-verao/

http://g1.globo.com/am/amazonas/noticia/2016/11/dermatologistas-fazem-campanha-contra-cancer-de-pele-em-manaus.html

Fonte da imagem: Pixabay

Dia Mundial de Luta contra a Hanseníase

Você saberia identificar os sintomas da hanseníase? A doença infecciosa é contagiosa e causa manchas esbranquiçadas, avermelhadas ou amarronzadas na pele com diminuição sensibilidade ao calor, frio, dor e ao toque.

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Também pode ocorrer sensação de formigamento, fisgadas ou dormência nas extremidades, surgimento de caroços e placas em qualquer local do corpo e diminuição da força muscular, por exemplo, como ter dificuldade para segurar objetos. Causada pelo bacilo Mycobacterium leprae, a hanseníase não é hereditária e sua evolução depende de características do sistema imunológico da pessoa infectada.

Em dez anos o Brasil registrou uma queda de 68% nos casos de hanseníase. Em 2013, para cada 100 mil habitantes, menos de 16 são diagnosticados com a doença. Antes este número era de aproximadamente 30 pessoas. Em relação ao ano de 2014, dados preliminares apontam números ainda menores, de 12,14 por 100 mil habitantes, correspondendo a 24.612 casos novos da doença no país. Na população menor de 15 anos houve registro de 1.793 casos.

Alcione Fonseca conta que sua mãe, Maria Ednalva Fonseca da Silva, 67 anos, foi diagnosticada com hanseníase e passou seis meses em tratamento. “Ela descobriu depois de umas manchinhas que ela tinha na pele, que coçavam muito, eram branquinhas e com as bordas avermelhadas. Como minha mãe é do interior, ela fazia muito remédio caseiro e nada disso adiantava. Ela notou que a manchinha não tinha sensibilidade na região. Ela colocava tudo, até água quente e dizia que não sentia nada. Eu falei que ela precisava fazer um exame e que poderia ser hanseníase”, explica a filha.

A hanseníase tem cura. O tratamento é feito nos serviços de saúde e é gratuito. Após iniciado o tratamento, a pessoa para de transmitir a doença quase que imediatamente. Quanto antes houver o diagnóstico, mais rápida e fácil também pode ser a cura da doença. O tratamento é via oral, pela poliquimioterapia (PQT), uma associação de medicamentos que evita a resistência do bacilo e deve ser administrada por seis meses ou um ano a depender do caso. Os pacientes deverão ser submetidos, além do exame dermatológico, à uma avaliação neurológica simplificada e sempre receber alta por cura. Vale lembrar que todas as pessoas que convivem ou conviveram com quem recebeu o diagnóstico de hanseníase devem ser examinadas nos serviços de saúde.

Maria Ednalva realizou o tratamento de hanseníase durante os seis meses pelo Hospital Rafael Fernandes, em Mossoró, no Rio Grande do Norte, e já está curada. Nos últimos dez anos, a taxa de cura da doença no país aumentou 21,2%. Em 2003, 69,3% das pessoas que faziam tratamento para hanseníase se curaram. Já em 2014, esse número saltou para 84%.

Para continuar conscientizando a população e alertando sobre os sintomas da hanseníase e a importância de tratar a doença, o Ministério da Saúde lançou a campanha publicitária com ações que marcam o Dia Mundial de Luta contra a Hanseníase. Com o mote, “Hanseníase: quanto antes você descobrir, mais cedo vai se curar”, a ação tem como foco o diagnóstico precoce da doença e o tratamento que é ofertado de graça no Sistema Único de Saúde (SUS).

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://www.blog.saude.gov.br/

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Hanseníase ainda é uma doença invisível, afirmam pesquisadores

A hanseníase, popularmente conhecida como lepra, é uma das doenças mais longevas da História, identificada em relatos já no século 6 a.C.. E, apesar de erradicada na Europa e nos Estados Unidos, ainda é um dos grandes problemas nacionais de saúde pública.

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O Brasil é o segundo país do mundo com maior incidência da patologia — perde apenas para a Índia. Dados preliminares do Ministério da Saúde apontam 24,6 mil novos casos em 2014. Mas esse número deve aumentar na contabilidade final, que só será divulgada em março. O que significa que o país ainda está muito longe de erradicar a doença, meta divulgada em 2012.

O motivo para que isso ocorra, na opinião dos profissionais do Instituto Oswaldo Cruz (IOC/ Fiocruz) que conduzem a pesquisa e o atendimento ao agravo, resume-se numa frase: a hanseníase é uma doença invisível. “A sociedade não quer saber que ela existe. Não é uma doença que apareça na mídia. Não está na moda e não interessa aos epidemiologistas. É pouco estudada pela saúde coletiva. Devido ao estigma, o doente tenta escondê-la a todo custo. Como não provoca mortes, suas estatísticas não chegam a alarmar. Por isso, é uma doença que não incomoda a ninguém, a não ser aos próprios doentes. E muitos desses sofrem por toda a vida, incapacitados e com dor, em silêncio”, define Euzenir Sarno, chefe do Laboratório de Hanseníase do IOC, que pesquisa o tema na Fiocruz desde 1986.

Desafio no diagnóstico – O Ambulatório Souza-Araújo, unidade assistencial do Laboratório de Hanseníase do IOC, é um dos principais centros de referência no Brasil. É o único, inclusive, a já ter recebido certificado de excelência internacional — teve sua acreditação concedida, em 2014, pela Joint Commission International (JCI) e pelo Consórcio Brasileiro de Acreditação (CBA). Seus números de atendimento ilustram um dos principais desafios no combate à doença no país: o diagnóstico correto. Em 2014, 805 pacientes recorreram ao ambulatório com suspeita de hanseníase. Mas, destes, apenas 115 realmente eram portadores do agravo. Ou seja: 85% das pessoas — a grande maioria encaminhada por outros serviços de saúde — não haviam passado por um processo eficaz de diagnóstico.

Apesar de não haver nenhum teste laboratorial que identifique com precisão a doença, o diagnóstico da hanseníase não é difícil. O problema é que, diferentemente da maioria das outras doenças, exige o envolvimento de uma equipe multidisciplinar, com dermatologistas, neurologistas e fisioterapeutas. Além de alguns testes simples, como o que avalia a sensibilidade das lesões, uma conversa aprofundada com o paciente é essencial para que o profissional de saúde possa respaldar a suspeita. “Mas o que percebemos é que os pacientes chegam ao Souza-Araújo sem terem sido devidamente examinados. Com isso, uma responsabilidade do atendimento básico acaba transferida para o centro de referência”, lamenta o médico José Augusto da Costa Nery, responsável clínico pelo ambulatório.

“O diagnóstico da hanseníase tem sido negligenciado pela própria classe médica. Os padrões para essa etapa precisam ser aprimorados, para que possamos enfrentar a doença de fato. É um equívoco imaginar que o paciente demora a procurar atendimento. Já recebemos casos de pessoas com hanseníase que passaram por 13 médicos diferentes, sem ter o diagnóstico”, completa.

Como as lesões iniciais da hanseníase podem ser confundidas com problemas dermatológicos, e as equipes de atenção primária pelo Brasil não costumam ter profissionais de muitas especialidades atuando de forma integrada no diagnóstico, muitas vezes o paciente demora a ter a doença identificada. E, quanto mais tempo fica sem o tratamento, maiores as probabilidades de contaminar parentes e amigos. “Cada caso não diagnosticado vai infectar pelo menos outras duas pessoas”, estima Euzenir.

Essa negligência, que começa no diagnóstico, também se manifesta nas demais etapas do atendimento. Uma delas diz respeito ao estigma, outro grande desafio. Isso porque não basta tratar, com remédios, a pessoa que procurou o serviço de saúde. A hanseníase ainda é uma doença com forte carga de preconceito na sociedade brasileira, e o paciente vai precisar do acompanhamento de um assistente social para lidar com esse problema. Além disso, a atuação de um assistente social é muito importante para identificar as pessoas que convivem de maneira próxima com o doente, e que podem estar, também, infectadas.

Preconceito e silêncio – No Ambulatório Souza-Araújo, todos os pacientes são atendidos pela assistência social tão logo recebem o diagnóstico. Assim podem tirar todas as suas dúvidas e são orientados a identificar, na família e no grupo de amigos, quais pessoas mais próximas podem ter sido contaminadas. Estas devem, então, agendar consultas no ambulatório. Todas as sextas-feiras, o atendimento é exclusivo para os parentes, que são examinados e encaminhados para tomar a vacina BCG. Apesar de usado originalmente contra a tuberculose, vários testes comprovam que o imunizante protege também da hanseníase.

Um problema, porém, é que muitos acabam escondendo a doença da família e dos amigos, por medo do preconceito. “No dia a dia do ambulatório, testemunhamos muitos casos de doentes que perdem o casamento. A mulher ou o marido vão embora, com medo do contágio”, relata Nery. “A hanseníase não provoca apenas lesões nos nervos e na pele. Ela é incapacitante, também, do ponto de vista moral e psicológico. E isso precisa ser levado em conta pelos serviços de saúde.”

Assim que começa o tratamento, diminuem muito as chances de o paciente contaminar outra pessoa. Mas, como a hanseníase tem um tempo de incubação muito extenso — pode levar anos até que apareçam os primeiros sinais — é fundamental que a família também seja examinada e orientada.

E esse é outro desafio. Porque, em geral, as estratégias de enfrentamento da doença não incluem a chamada “busca ativa”: o acolhimento das famílias dos pacientes, como faz o Ambulatório Souza-Araújo. “O sistema [de saúde] não está preparado para fazer exames num número grande pessoas que não estão doentes. Então a busca ativa acaba não acontecendo de forma abrangente. Com isso, se desenvolve uma cadeia que não conseguimos quebrar”, descreve Euzenir.

Atenção mesmo após a cura – Outra particularidade da hanseníase é que, durante o tratamento ou mesmo após a cura, é comum que os pacientes enfrentem os chamados “estados reacionais”. São reações do sistema imunológico, com o agravamento das lesões e da dor. “O estado reacional é um problema sério. O paciente começa o tratamento muito esperançoso e, um mês depois, retorna ao ambulatório com mais lesões, os nervos muito doloridos, febre. E então precisa ser internado. Essa é uma das complicações da lepra. Acomete de 30% a 40% dos casos”, afirma a pesquisadora.

Depois da cura, parte dos pacientes também pode continuar desenvolvendo problemas neurológicos. Como explica Euzenir: “Em não menos que 20% dos casos, os pacientes já curados desenvolvem neuropatias, tornam-se neuropatas crônicos. Mas as pessoas às vezes nem associam as incapacidades físicas e a dor à hanseníase, porque já estão curadas. Elas se acostumam à dor, e permanecem sem a atenção médica ideal.”

Por isso, o procedimento adotado pelo Souza-Araújo é que os pacientes permaneçam sendo acompanhados, mesmo após a cura. “A hanseníase tem grande potencial de provocar incapacidades e deformidades. Mesmo depois da alta, o paciente precisa de vigilância permanente da equipe, ao menos pelos próximos 10 anos seguintes”, explica a fisioterapeuta Lilian Pinheiro, também do ambulatório.

“Para enfrentar a hanseníase, o fundamental não é apenas a questão terapêutica”, completa Nery. “A educação em saúde, as estratégias de informação e a desmistificação da doença são parte primordial no tratamento.”

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Especialista alerta para o diagnóstico tardio da hanseníase

Mesmo com a queda nos novos casos de hanseníase no país, muitas pessoas buscam atendimento médico já com sequelas da doença. Isso faz com que o diagnóstico médico seja feito de forma tardia. O alerta é do coordenador nacional do Movimento de Reintegração das Pessoas Atingidas pela Hanseníase (Morhan), Artur Custódio.

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Em entrevista à Agência Brasil, Custódio avaliou que a principal ação promovida pelo governo nos últimos anos tem como foco identificar novos casos de hanseníase. Apesar dos avanços no diagnóstico, ele defende a necessidade da divulgação permanente de informações sobre a doença nos meios de comunicação.

“Essa campanha [lançada pelo Ministério da Saúde na quinta-feira com foco no diagnóstico precoce] está chegando com pelo menos quatro anos de atraso. Isso porque, há quatro anos, o Congresso Nacional aprovava o Dia Nacional de Luta contra a Hanseníase, a ser comemorado na mesma data do dia mundial”, disse. “A gente precisa falar sobre a doença para diminuir o preconceito e acabar com ela”, acrescentou Custódio.

O coordenador do Morhan ressaltou que a expectativa do movimento é que o governo assuma este ano um “novo tipo de postura” em relação ao combate à hanseníase, por meio da adoção de campanhas permanentes e da capacitação de profissionais para o diagnóstico precoce, incluindo os estrangeiros do programa Mais Médicos e agentes de saúde responsáveis por visitas domiciliares.

Dados do Ministério da Saúde revelam que, em 2013, o Brasil registrou 31.044 novos casos de hanseníase. No ano passado, dados preliminares apontam que 24.612 novos casos foram identificados no país. As áreas de maior risco estão concentradas em Mato Grosso, no Pará, Maranhão, em Rondônia, no Tocantins e em Goiás.

A hanseníase é uma doença crônica, infectocontagiosa e transmitida de uma pessoa doente que não esteja em tratamento para uma pessoa saudável suscetível. Ela tem cura, mas pode causar incapacidades físicas se o diagnóstico for tardio ou se o tratamento não for feito adequadamente já que atinge pele e nervos.

A orientação é que as pessoas procurem o serviço de saúde assim que perceba o aparecimento de manchas, de qualquer cor, em qualquer parte do corpo, principalmente se ela apresentar diminuição de sensibilidade ao calor e ao toque. Após iniciado o tratamento, o paciente para de transmitir a doença quase que imediatamente.

Pelo telefone 0800 026 2001, mantido pelo Morhan, é possível acessar informações sobre a hanseníase, além de denunciar problemas como a discriminação a pacientes ou a falta de medicamento para a doença.

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Brasil registrou 24,6 mil novos casos de hanseníase

O governo federal identificou no ano passado 24.612 novos casos de hanseníase no país, segundo dados preliminares divulgados na ultima quarta-feira (21) pelo Ministério da Saúde.

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O número representa uma queda em relação aos casos identificados em 2013, mas indica um ligeiro aumento da prevalência de casos a cada 10 mil habitantes: de 1,42 casos nesse universo para 1,56.

“Tivemos capacidade de diagnosticar aquilo que estava oculto”, justificou o ministro Arthur Chioro (Saúde).

“Quando a gente olha os 10 últimos anos, temos um declínio lento, gradual, mas consistente da enfermidade no nosso pais. Podemos falar que a tendência da hanseníase no Brasil é para a eliminação, para o controle”, completou.

A meta acordada com a OMS (Organização Mundial da Saúde) é chegar a menos de 1 caso para o grupo de 10 mil pessoas. A partir desse patamar, entende-se que a doença está sob controle. O objetivo inicialmente foi projetado para o ano 2000.

“Optamos pela sustentabilidade das ações, não por fazer o decréscimo rápido, mas com risco de retrocesso”, ponderou Rosa Castália, coordenadora de hanseníase e doenças em eliminação do ministério.

CAMPANHA NACIONAL

Na manhã desta quarta, a pasta lançou campanha nacional de luta contra a doença. Serão usados cartazes, folhetos para profissionais da saúde e informações divulgadas na internet. “Quanto antes as pessoas descobrirem, mais cedo vão se curar”, destaca a iniciativa.

Rosa Castália destacou que a doença se concentra em Estados como Mato Grosso, Maranhão e Tocantins. “Ela tem grande concentração na borda externa da região amazônica e alguns estados do Nordeste também”, disse.

Para ela, adoção de iniciativas descentralizadas para o combate da doença ajudou na redução de novos casos, o que vem ocorrendo desde 2003. Entre elas, estão a estratégia da saúde da família e diagnóstico de crianças matriculadas na rede pública

No dia 25 de janeiro é celebrado o dia mundial contra a hanseníase. O ministro da Saúde reconheceu que a doença ainda enfrenta estigma e, assim como as demais doenças negligenciadas, está associada a situações de pobreza e dificuldade de acesso a serviços de saúde.

A doença é transmitida pelas vias aéreas superiores e tem período de incubação muito longo, de até cinco anos. Entre os sintomas, estão manchas de diferentes colorações, perda de sensibilidade térmica e tátil.

A doença tem cura e o tratamento é oferecido de forma gratuita no SUS (Sistema Único de Saúde).

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Filtro solar deve ser item obrigatório na bagagem durante as férias

Durante as férias de fim de ano, as praias são o destino certo de uma grande parcela da população brasileira. É um período para relaxar, aproveitando o mar e o calor do sol. Entretanto, é preciso tomar muito cuidado com a pele. De acordo com Dolival Lobão Veras Filho, chefe da seção de Dermatologia do Instituto Nacional do Câncer (Inca), o filtro solar deve ser item obrigatório na bagagem. “O fator de proteção solar (FPS) deve gravitar em torno de 30 e deve ser aplicado uma ou duas horas antes da exposição”, lembra.

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Além disso, é importante lembrar que de duas em duas horas é preciso reaplicar a loção – ou sempre que houve muita sudorese ou após os mergulhos.

Lobão Veras explica que a exposição cumulativa ao sol é a principal causa do câncer cutâneo. A doença costuma se apresentar de três formas: melanoma, carcinoma basocelular e carcinoma espinocelular (epidermoide). Os dois últimos tipos também são conhecidos como cânceres de pele não melanoma e são mais frequentes na população de pele clara. Por isso, quem possui menos melanina, uma camada protetora que dá a cor da pele, deve ter cuidado redobrado. “O câncer cutâneo melanoma tem baixa incidência, mas altos índices de mortalidade. Os cânceres não melanoma são os que mais acometem o planeta, porém com baixa mortalidade. Entretanto, eles provocam grandes deformidades”, alerta o especialista.

A falta de cuidados com a pele também pode causar outros problemas, como o envelhecimento precoce e todas as complicações decorrentes desse processo. “Deve ser feito o possível para evitar o contato direto do sol com a pele. Além do uso de protetor, também é indicado o uso de roupas adequadas. Também é necessário procurar um especialista sempre que houver qualquer lesão suspeita, principalmente quando se tem antecedentes familiares ou pessoais de câncer de pele”, afirma Lobão Veras.

Dados do Instituto mostram que, em 2015, a previsão é que se registrem 98.420 novos casos de câncer de pele não melanoma em homens e 83.710 em mulheres no Brasil. Esses valores correspondem a um risco estimado de 100,75 casos novos a cada 100 mil homens e 82,24 a cada 100 mil mulheres. É de extrema importância, segundo o chefe de Dermatologia do Inca, procurar ajuda médica sempre que algum ferimento aparecer e não cicatrizar em um prazo de 15 dias, bem como quando pintas pretas mudarem de características. O diagnóstico precoce pode facilitar o tratamento da doença. Entretanto, a melhor forma ainda é prevenir.

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Proteja-se do Sol durante o Carnaval

O Carnaval está chegando e o Brasil inteiro se prepara para 4 dias de muita folia e diversão em blocos na rua, shows, na praia e etc. Mesmo esta festa acontecendo em diferentes lugares no Brasil, todos têm um fator em comum: a exposição solar. No Carnaval, muita gente se esquece dos perigos que o sol podem causar à pele e a saúde das pessoas, por isso, é necessário muita atenção.

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As pintas são outro perigo. Muitas vezes discretas ou até imperceptíveis, se não forem protegidas, podem se transformar em um câncer.
Confira a seguir algumas orientações da Oncologista Clínica Carolina Rutkowski, do Oncomed-BH, para proteger a pele e as pintas no Carnaval.

-> Como as pintas podem virar um câncer de pele?

O câncer da pele ocorre como consequência de um crescimento descontrolado e anormal das células que compõe a pele. Sendo assim, existem diferentes tipos de câncer, a depender do tipo de célula que se prolifera. Os mais comuns são os carcinomas basocelulares, espinocelulares e melanomas.

-> Por exemplo, pintas de nascença podem virar um câncer de pele?

Durante a vida embrionária, algumas células se alteram e formam os nevos congênitos, lesões benignas que são popularmente chamadas de ‘pintas de nascença’.  O câncer de pele pode, sim, se desenvolver em um nevo congênito. Este risco varia entre 1 – 5 % ao longo da vida.

-> É necessário proteger as pintas do corpo todo no verão e no Carnaval? Nos dias de chuva é necessário o uso de protetor?

Não só as pintas e não só no verão. É necessário usar protetor solar em todas as áreas do corpo expostas ao sol, todos os dias do ano, uma vez que, mesmo nos dias nublados, até 80% da radiação ultravioleta pode atravessar as nuvens e chegar à Terra. Sendo assim, os filtros solares devem ser aplicados 15 a 30 minutos antes da exposição ao ar livre, em quantidade adequada, e replicados a cada duas horas, para proporcionar uma proteção eficaz.

-> As pintas no rosto precisam de algum cuidado especial?

Como o desenvolvimento de nervos está, entre outros fatores, relacionado à exposição solar, e o rosto é área frequentemente exposta, é comum o aparecimento deles nesta localização.
Desta forma, a recomendação é: evitar exposição solar, usar o filtro solar adequadamente, além de chapéus ou viseiras quando da exposição ao sol. Procurar avaliação dermatológica caso apresente pintas que sofram modificações no tamanho, forma ou cor; tenham várias cores ou bordas assimétricas; sangrem ou provoquem dor, ardor ou prurido.

-> Há pessoas que odeiam pintas. Há alguma forma de se proteger para que nenhuma pinta apareça mais no corpo? Porque elas aparecem? Há algumas pessoas quem tem mais “tendência” ao aparecimento de pintas?

As pintas, ou nevos melanocíticos (‘pintas de nascença), são tumores benignos que se originam da multiplicação e conglomeração dos melanócitos.

Basicamente, os fatores relacionados ao desenvolvimento de nevos incluem:
• Hereditariedade: Há uma tendência genética ao aparecimento de pintas.
• Grau de exposição ao sol, especialmente quando intensa e intermitente durante a infância.
• Tipo de pele. Pacientes com pele mais clara usualmente tem maior número de pintas.

Diante dos fatores predisponentes que não são passíveis de serem modificados, mais uma vez, a recomendação tanto para evitar o aparecimento de pintas, como também para prevenir o envelhecimento e o câncer é dizer não à exposição solar desprotegida.

É preciso ter atenção redobrada com o sol do verão e adotar medidas para proteger bem a pele.
Caso contrário, além de estragar uma época de diversão, a falta de cuidados pode gerar diversos problemas de saúde.
Protetores solares são indispensáveis para evitar queimaduras. O recomendado são aqueles com, no mínimo, Fator de Proteção Solar (FPS) 30, independentemente da cor da pele. “Essa escolha se deve porque as pessoas acabam não passando a quantidade ideal e nem na frequência indicada”, diz a dermatologista da Secretaria de Estado da Saúde (Sesa) Telma Lúcia Macedo.
Além do FPS, é preciso observar na embalagem se o filtro solar protege contra raios ultravioleta (UVA e UVB). Para quem precisa de mais proteção, caso de crianças, idosos, grávidas ou pessoas com alguma condição específica, pode-se optar por filtros solares físicos – que, diferentemente dos tradicionais (químicos), criam uma barreira na pele que reflete as radiações nocivas.
O ideal é evitar o sol entre as 10 e 16 horas. Mas se o trio elétrico sair nesse horário, a dica é passar protetor solar e também usar roupas leves, chapéus de abas largas, óculos escuros. “A tendência é que com o calor a pessoa use menos roupa, mas é preciso ter cuidado porque mais exposta fica a nossa pele. Hoje em dia existem tecidos com filtro UVA e UVB”, lembra a médica.
-> Outros cuidados
Evitar sair descalço (para não cortar ou queimar a sola do pé), não ficar com a roupa molhada muito tempo (para não favorecer assaduras) e não sentar diretamente na areia (para evitar risco de micoses) também são cuidados que podem ser adotados. Quem gosta de comer peixe frito, cuidado com o limão, que pode causar queimaduras de segundo grau caso a pele não seja devidamente lavada.
O mesmo vale para caipirinhas, picolé de limão e demais frutas cítricas como laranja, além de figo, nabo. Atenção especial para aqueles que gostam de bebida alcoólica, já que ela contribui para a desidratação junto com o calor e suor. É preciso ingerir bastante água, suco, chá e água de coco para repor as perdas.
-> Mais dicas
– Não é recomendado o uso de bronzeadores – com ou sem FPS. O mesmo se aplica a esses produtos caseiros, como misturas com óleo e urucum, que podem acarretar manchas e lesões e, consequentemente, levar ao câncer de pele.
– Procedimentos para o clareamento da pele e descoloração de pelos também devem ser evitadas,
– Reduza o tempo de exposição ao sol e evite o período entre 10 e 16 horas;
– Escolha um protetor solar com um FPS a partir de 30 e não esqueça do protetor labial. Lembre-se: protetor solar não confere proteção absoluta contra queimaduras ou câncer de pele;
– Aplique o protetor solar 30 minutos antes de se expor. É preciso tempo para que o filtro comece a agir;
– Reaplique o protetor solar quando você permanecer mais de duas horas ao sol, ou quando o filtro for retirado por contato com água ou suor;
– Quem trabalha ao sol deve cobrir-se com calças, camisas de manga comprida, chapéu de aba larga e óculos escuros;
– Proteja-se de superfícies refletoras como areia, concreto e água;
– Use filtro solar até mesmo em dias nublados.
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