Posts Tagged 'Qualidade de Vida'



Atividade Física é Saúde

Nos últimos anos, as pesquisas médicas demonstram que boa parte da falta de saúde é causada pela falta de atividade física. Através da consciência e de mais informações à respeito de cuidados para com a saúde que inclue maior movimentação corporal, as pessoas estão mudando seus hábitos de vida.

Sabemos que o único meio de prevenir os males da inatividade é ter algum grau de atividade física e mental, não durante um mês mas durante toda a vida. Descobrimos que a saúde é, na maioria das vezes, um fator que podemos controlar e que podemos prevenir o surgimento de algumas doenças. Quando nascemos recebemos um corpo saudável e temos o dever de cuidar e zelar por este que é nosso abrigo.

Verifique, a seguir, algumas vantagens que a atividade física proporciona:

  • As pessoas ativas tem vida mais intensa, apresentam mais vigor, resistem mais as doenças e permanecem em forma. São mais autoconfiantes, menos deprimidas e estressadas.
  • Uma pessoa ativa, tem tendência a ter o seu peso dentro da faixa normal e mantê-lo com mais facilidade e por mais tempo do que a sedentária.
  • O ativo apresenta pressão arterial e freqüência cardíaca mais baixa do que o sedentário tanto em repouso quanto em atividade, desta forma, o ativo suporta por mais tempo o exercício enquanto o sedentário tem certas limitações cardiovasculares.
  • A pessoa ativa tem maior VO2 (volume de oxigênio pulmonar) e suporta atividades de longa duração com mais facilidade.
  • atividade física melhora a postura e ajuda a combater maus hábitos como o fumo entre outros.

Na ausência de exercícios físicos diários, nossos corpos tornam-se depósitos de tensões acumuladas e, sem canais naturais de saída para essas tensões, nossos músculos tornam-se fracos e tensos. O ideal é praticar atividade física durante toda vida mas, independentemente disto, podemos recuperar uma existência mais saudável e gratificante em qualquer idade.


Mas atenção!

Para vocês que desejam começar a se movimentar, é de primordial importância que façam antes um “check up” das condições cardíacas entre outros testes que comprovarão o seu nível de condicionamento físico (já disponíveis nas boas academias). A partir daí, procure orientação médica juntamente com um profissional da área de Educação Física para assim, iniciar as atividades.

Podemos saber que fazer exercícios físicos com regularidade faz bem, mas esse conhecimento não é suficiente.O importante é FAZER, pois de que serve um conhecimento que não é aproveitado?

Por:
Valéria Alvin Igayara de Souza
CREF 7075/ GSP – Especialista em treinamento.

Fonte: Site Terra

Emoções Interferem na Saúde

Abordagem em Promoção de Saúde no Trabalho

No início da década de 80 quando os primeiros estudos sobre promoção de saúde no ambiente corporativo foram publicados, o conceito estava emergindo no Brasil ainda de forma pouco organizada. A quantidade de empresas interessadas no conceito era mínima, principalmente por parte de grandes multinacionais que já importavam o tema de suas matrizes no exterior. Profissionais preparados e uma metodologia formal para programas de promoção de saúde eram praticamente inexistentes.

Na década de noventa o cenário se modificou substancialmente com o aparecimento da ABQV – Associação Brasileira de Qualidade de Vida. Com esta Associação surgiram cursos de capacitação técnica, conferências, congressos, maior número de empresas desenvolvendo programas e profissionais melhor preparados. O segmento de promoção de saúde começou a tornar-se visível e produtos e serviços deste segmento, oferecidos de forma mais constante.


Atividade física ainda era o elemento dominante mas muitos programas já envolviam nutrição, controle de peso, controle de riscos, tabagismo, gerenciamento do stress, etc. Todos esses tópicos trouxeram um rico conhecimento e boas perspectivas para a área mas também contribuíram para a sua fragmentação. A integração entre as muitas disciplinas envolvidas e entre seus profissionais era limitada. A maioria dos programas possuíam um forte componente educacional, focando basicamente no conhecimento e informação ao invés de se concentrar na mudança de comportamento e atitude. Poucos se esforçavam para criar ambientes que favorecessem práticas saudáveis.

O campo continuou a se desenvolver neste século XXI. O número de empresas desenvolvendo programas aumentou e deixou de ser restrito a grandes organizações. O crescente interesse da área de Recursos Humanos pelo tema contribuiu de forma marcante para um melhor posicionamento do mesmo. Além disso, houve, do ponto de vista global, um crescimento substancial de trabalhos científicos apoiando a promoção de saúde, apresentando evidências que nos permitem fazer declarações bastante positivas sobre qualidade de vida no ambiente de trabalho.

Em primeiro lugar: não existem dúvidas de que os fatores de risco modificáveis tais como, fumo, sedentarismo, alimentação inadequada, obesidade, stress e suporte social, estão relacionados à conseqüências para a saúde, incluindo, morbidade e mortalidade.

Em segundo lugar: também não existem dúvidas de que estes fatores de risco estão relacionados a custos de assistência médica e produtividade.

Em terceiro: podemos certamente dizer que programas de promoção de saúde podem melhorar a consciência em relação à doenças e modificar comportamentos relacionados ao estilo de vida, além de modificar condições específicas como, força muscular, resistência cardiopulmonar, gordura corporal, pressão arterial, freqüência cardíaca, função respiratória, níveis lipídicos sanguíneos, dores de coluna e sintomas físicos e emocionais decorrentes do stress.

Em quarto e por último lugar: alguns programas bem conduzidos têm demonstrado uma certa habilidade em redução de custos de assist6encia médica e taxas de absenteísmo.

Apesar dessas constatações, no mínimo duas questões permanecem sem respostas:

  • A primeira é que temos poucas evidências que mostrem que os programas são capazes de produzir mudanças permanentes, pois muitos programas relatados em literatura são interrompidos após um período de 2 a 3 anos e, em outros casos os programas continuam, mas as ações de avaliação cessam após 1 ou 2 anos. Nesse momento é correto dizer que programas produzem resultados a curto e médio prazo. Se desejarmos manter mudanças a longo termo, provavelmente deveremos manter também os programas em termos mais longos, além de criar ambientes que estimulem hábitos e práticas saudáveis.
  • A segunda é que a literatura diz muito pouco sobre que estratégias ou protocolos são mais efetivos em produzir mudanças. Nosso conhecimento é especialmente fraco no que diz respeito às melhores estratégias para atingir idosos, minorias, jovens e pessoas com baixo nível educacional. Isso não significa que muitos profissionais não possuam meios de atingir esses grupos. Significa que até agora essas estratégias não foram testadas de modo formal.

    Concluindo, o potencial de crescimento é enorme mas a busca de uma metodologia de trabalho adequada e séria deve ser cada vez mais constante, afim de evitar intervenções inadequadas que tragam como conseqüências o descrédito ao conceito.

    Fonte: CPH Health Solutions

Cuidados na Volta às Aulas

No início do ano letivo é importante lembrar os cuidados que devem ser tomados pelos pais e professores em relação ao peso da mochila das crianças e também a postura na sala de aula. Cuidados com a postura devem ser mantidos em todas as idades.

Com a volta as aulas, os alunos ficam empolgados para usar os materiais escolares e mostrar para os colegas as novas mochilas e lancheiras. Apesar da empolgação das crianças é importante que os pais lembrem que elas devem utilizar a mochila de maneira adequada, sem carregar muito peso, e com a postura correta, para que não venha a ter problemas de coluna no futuro.
O médico ortopedista, Antonio Piva Neto, informa que o peso total da mochila não deve exceder 10% do peso da criança. Então se uma criança pesa 40 Kg ela deve carregar no máximo 4 kg de material escolar. De acordo com o especialista não existe um tipo de mochila específica que é recomendada por profissionais, mas a orientação é que ela seja adequada para o tamanho da criança e ocupe a região das costas, que vai do ombro ate a região lombar, sem atingir a região glútea. Outra questão importante é que a mochila possua duas abas firmes e a criança sempre utilize as duas como apoio, a utilização de somente uma aba causa desequilíbrio na postura, devido a má distribuição do peso. “Também é indicado que a mochila tenha um cinto de contenção na parte da frente, já que isso faz com que ela fique bem perto da coluna, evitando desequilíbrios”, ressalta.
O médico destaca que a má utilização da mochila pode acarretar principalmente em dor nas costa e desvios posturais como a cifose e escoliose. “Claro que somente a questão do peso da mochila não traz problemas na coluna, mas contribui bastante. É importante seguir as recomendações, que são bastante simples e podem ajudar na prevenção de problemas futuros”, frisa o ortopedista.
Sobre a postura das crianças e adolescentes na sala de aula, o médico esclarece que o professor tem papel fundamental de orientação nestes casos, chamando a atenção dos alunos quando a postura estiver incorreta. “O principal problema é que muitos alunos tem a mania de inclinar o corpo para escrever. É indicado que o professor chame a atenção do aluno nestes casos, para que mantenha uma postura ereta, com as costas apoiadas na cadeira. Outra dica importante é que a própria direção da escola cuide na hora de comprar as carteiras, para que a cadeira tenha um bom tamanho em relação à mesa, assim o aluno não precisa se inclinar”, explica.

Dores na coluna
O ortopedista cita dados da Organização Mundial da Saúde de que 80% da população teve ou vai ter dores nas costas. Ele informa que por a questão da lombalgia ser tão comum, algumas pessoas acabam não procurando assistência médica. “Muitas vezes as pessoas acabam se automedicando e mascarando um problema que pode ser sério. Se o médico não é procurado nas fases iniciais da doença , quando é mais fácil realizar o tratamento adequado, o problema vai se agravando e o paciente pode chegar no consultório em uma fase muito avançada da doença, quando só é possível administrar tratamentos paliativos”, frisa.
O médico explica que a questão da lombalgia é avaliada de acordo com diversas características do paciente como faixa etária e profissão. Ele explica que na infância e adolescência, antes dos 20 anos, o médico avalia principalmente a questão postural e também se o paciente não possui alterações ósseas patológicas, que não são comuns, mas ocorrem. Na faixa dos 20 aos 40 anos, é observado a profissão do paciente , para avaliar a questão do esforço físico, além de problemas posturais. Já acima dos 40 anos o paciente costuma apresentar sintomas de doença, causada por diversos fatores como má postura, por exemplo.

Fonte: http://www.diariodamanha.com

Campanha: Cuidados Com Seu Filho

Política Nacional de Saúde do Homem

A cada três mortes de pessoas adultas, duas são de homens. Quando comparado com as mulheres, o tempo de vida deles é 7,6 anos menor. As doenças isquêmicas do coração, como o infarto do miocárdio, seguida das moléstias cardiovasculares (como o Acidente Vascular Cerebral, o AVC), outras doenças cardíacas, pneumonia, cirrose e diabetes estão entre as principais causas de mortes do sexo masculino.

Segundo o Instituto Nacional de Câncer (INCA), o câncer de próstata também está entre as causas mais freqüentes de mortes. O crescimento de óbitos por esse tipo de câncer cresceu 120%, entre 1979 e 2006, segundo o instituto.

Estudos comprovam que os homens são mais vulneráveis às doenças, especialmente as enfermidades graves e crônicas. Essa ocorrência está ligada ao fato de que eles recorrem menos frequentemente do que as mulheres aos serviços de atenção primária e procuram o sistema de saúde quando os quadros já se agravaram.

É para ampliar o acesso deles aos serviços de saúde, o Ministério da Saúde criou a Política Nacional de Saúde do Homem, em 2009.  Alinhada à Política Nacional de Atenção Básica e integrante do Programa Mais Saúde: Direito de Todos, criado em 2007, a iniciativa pela saúde masculina prevê aumento de até 570%  no valor repassado às unidades de saúde por procedimentos urológicos e de planejamento familiar, como a vasectomia, e a ampliação em até 20% no número de ultrassonografias de próstata.

Setenta cidades, incluindo todas as capitais, já aderiram à Política Nacional de Saúde do Homem. Cada uma delas recebeu R$ 75 mil para financiar as atividades. O cidadão encontra esse serviço nas Unidades Básicas de Saúde (UBS) e nas Unidades de Pronto Atendimento (UPAS).

A iniciativa foca os homens de 20 a 59 anos de idade, que correspondem a 41,3 % da população masculina ou 20% do total da população, totalizando 2,5 milhões de brasileiros. Além de criar mecanismos para melhorar a assistência a essa população, a meta do governo federal é incentivar que eles procurem o serviço de saúde ao menos uma vez por ano,  nas UBS e UPAS.

Além disso, uma parceria entre as secretarias municipais de saúde e o Movimento pela Saúde Masculina, realizado pela Sociedade Brasileira de Urologia, promoveu caravanas por 28 cidades brasileiras no primeiro semestre de 2011. Em uma Unidade Móvel de Saúde, pacientes consultavam-se com urologistas. O objetivo principal da campanha foi conscientizar sobre a importância da realização de exames preventivos para o combate e diagnóstico precoce de doenças relacionadas à próstata, disfunção erétil, câncer de pênis e outras. Mais de 14 mil homens se beneficiaram da iniciativa.

Fonte: http://www.brasil.gov.br/sobre/saude/saude-do-homem/

Campanha: Saúde Não Tem Preço

Conheça os números da saúde infantil no país e as ações do governo

O Brasil faz parte do grupo de países que aderiram ao compromisso de atingir as metas estipuladas nos Objetivos do Desenvolvimento do Milênio (ODM), estabelecidas em 2000 pela Organização das Nações Unidas (ONU). Na lista das iniciativas, está a erradicação da extrema pobreza, da fome e de determinadas doenças, estimulando o desenvolvimento sustentável dos povos. Dentre os oito objetivos determinados pela ONU, está a redução da mortalidade infantil, meta que prevê a diminuição em dois terços do óbito de crianças menores de 5 anos no período entre 1990 e 2015.

Segundo a cartilha “Atenção à Saúde do Recém-Nascido”, do Ministério as Saúde, em 2008, a taxa de mortalidade infantil no Brasil era de 22,8 mortes por mil crianças nascidas vivas (NV). De 1990, ano base para comparação do avanço dos Objetivos de Desenvolvimento do Milênio (ODM), até 2008, a redução nacional média foi de 58%, com pequenas diferenças regionais, incluindo 62% na região Nordeste, 57% na região Sul, 55% na região Sudeste e 53% nas regiões Norte e Centro Oeste. Na meta definida no último ODM, a taxa de mortalidade na infância deve ser reduzida para 17,9 óbitos por mil NV até 2015.

Ainda conforme a cartilha, a mortalidade neonatal é responsável hoje por quase 70% das mortes no primeiro ano de vida no Brasil. Estimular o cuidado adequado ao recém-nascido tem sido um dos desafios do governo para reduzir os índices de mortalidade infantil no país. Como explica Paulo Bonilha, coordenador da área técnica da Saúde da Criança, do Ministério da Saúde, os fatores neonatais de risco para a mortalidade infantil são referentes à prematuridade, incluindo asfixia e infecção neonatal. “Existem também as causas externas para a mortalidade infantil, como acidentes, principalmente de trânsito e domésticos; violências; pneumonia; e diarréia aguda”, destaca o coordenador.

As políticas para promover a saúde integral da criança são divididas em cinco grandes pilares: atenção à saúde do recém-nascido; incentivo e qualificação do acompanhamento do crescimento e desenvolvimento; vigilância da mortalidade infantil e fetal; prevenção de violências e promoção da cultura de paz; promoção, proteção e apoio ao aleitamento materno. “Além de programas do governo para erradicação da mortalidade infantil, há o fortalecimento da atenção básica à saúde no país, com grande investimento pelo Ministério da Saúde. Os melhores sistemas nacionais de saúde do mundo, com os indicadores mais positivos, inclusive de saúde infantil, são aqueles com boas redes de atenção básica, o alicerce de qualquer sistema de saúde”, lembra Bonilha.

Aleitamento materno

Investir em programas que incentivem o aleitamento materno é, segundo preconiza o Ministério da Saúde, a estratégia isolada que mais previne mortes infantis, além de promover a saúde física, mental e psíquica da criança e da mulher que amamenta. Anualmente, o governo realiza duas grandes campanhas de incentivo à amamentação e à doação de leite. É importante ressaltar que o Ministério da Saúde e a Organização Mundial da Saúde recomendam que os bebês sejam amamentados até 2 anos ou mais, e que nos seis primeiros meses de vida eles recebam apenas leite materno como alimento.

Dentre as ações para estimular a amamentação estão a Rede Amamenta Brasil, que visa discutir a prática do aleitamento materno no contexto das unidades básicas de saúde, monitorando seus índices nas populações que utilizam o SUS. Outra iniciativa é a Rede Brasileira de Bancos de Leite Humano, que conta atualmente com 299 unidades, sendo 201 bancos de leite humano e 98 postos de coleta. Conforme dados do governo, entre 2007 e 2010 foram distribuídos 485.669 litros de leite humano pasteurizado a 775.995 recém-nascidos prematuros em unidades de terapia intensiva. Além disso, as equipes dos bancos de leite humano atenderam 1.208.933 lactentes em atividade de grupo, fizeram 4.619.375 consultas individuais e, também, 996.944 visitas domiciliares.

Nas capitais brasileiras e no Distrito Federal, o tempo médio de aleitamento materno aumentou um mês e meio, de 1999 a 2008, segundo a última pesquisa do Ministério da Saúde, divulgada em 2009. Ou seja, o período de amamentação passou de 296 dias, em 1999, para 342 dias, em 2008. No entanto, o Brasil, apesar dos avanços nos números da amamentação, está longe do patamar considerado muito bom pela OMS, que é de 90% a 100% das crianças menores de seis meses em aleitamento materno exclusivo. No país, esse índice é de 41%.

Programas de imunização

Com base em dados do governo, em 2011 foram realizadas três campanhas de vacinação contra a influenza, a poliomielite e contra o sarampo, com a imunização de quase 60 milhões de pessoas, entre crianças, adultos e idosos. Contra a poliomielite, por exemplo, vem sendo alcançada na última década cobertura acima de 95%. No Brasil, não há registro de paralisia infantil há 22 anos e de sarampo há pelo menos 10 anos. No caso do sarampo, em 2011, 98% das crianças entre um e menos de sete anos foram vacinadas. Confira aqui o calendário básico de vacinação da criança.
Conheça outros programas e ações do governo para a saúde infantil:

– Política Nacional de Aleitamento Materno:

Rede Amamenta Brasil: inclui ações de fomento ao aleitamento nas unidades básicas de saúde.

Iniciativa Hospital Amigo da Criança: ações de fomento ao aleitamento nos hospitais.

Rede Brasileira de Bancos de Leite Humano: maior e mais complexa rede de bancos de leite do mundo, com objetivo de garantir leite humano para bebês prematuros ou com patologias que os privem do aleitamento com as próprias mães.

Programa mãe trabalhadora que amamenta: estímulo a empresas, públicas ou privadas, para apoiarem suas trabalhadoras a amamentarem, garantindo licença maternidade de 6 meses, creche para os bebês e salas de apoio à amamentação para que as mães possam fazer a ordenha de seu leite em condições de conforto, higiene e privacidade.

– Linha de cuidado integral a crianças, adolescentes e suas famílias em situação de violência, com a disponibilização de publicações sobre o tema e a formação de multiplicadores em todos os estados.

– Programa de Atenção Humanizada ao Recém-Nascido de Baixo Peso:
Método Canguru: rede de assistência neonatal direcionada ao atendimento do recém-nascido prematuro que consiste em colocar o bebê em contato pele a pele com a mãe.

Rede Cegonha: um dos principais projetos da atual gestão do Ministério da Saúde que visa diminuir a mortalidade neonatal e materna no país, por meio de um conjunto de ações de qualificação da atenção no pré-natal, parto/nascimento, pós-parto materno e nos primeiros dois anos do bebê.

Fonte: http://redeglobo.globo.com/globouniversidade

Projetos de Responsabilidade Social e Sustentabilidade: Amanco

A Amanco acredita que a gestão social deve ser respaldada nos princípios empresariais da companhia, no cumprimento da lei, na garantia da licença social para operar através do gerenciamento dos impactos, no investimento social, no diálogo transparente com foco no negócio sustentável. Vejamos estes principios voltados aos quatro objetivos estratégicos da gestão social:

– Ser protagonista do tema ÁGUA;

– Gerir negócios inclusivos;

– Gerenciar impactos sociais nos públicos interessados;

– Liderar transparência no setor.


Tais objetivos são traduzidos em programas e projetos concretos, e estes contribuem com a qualidade de vida das famílias brasileiras e com o meio ambiente. Confira os principais projetos socioambientais que a Amanco Brasil vem apoiando e/ou desenvolvendo:

  • A Amanco promove a transparência no setor da água na América Latina através da assinatura de um acordo de transparência em licitações públicas. No Brasil, a meta é de que o acordo seja assinado em 2008. Além disso, a empresa publica relatórios de sustentabilidade, apresentando aos públicos com que se relaciona uma prestação de contas quanto aos aspectos social, ambiental e econômico.
  • A empresa procura consolidar a busca da inclusão de pequenos agricultores, por meio do financiamento e do desenvolvimento de projetos que disponibilize tecnologia de irrigação para pequenas propriedades rurais, fazendo com que pequenos agricultores ao acessarem essas tecnologias, aumentem significativamente o seu nível de produtividade, diminuindo o consumo de água nas plantações, passando, assim, a ter maior rentabilidade em suas lavouras e, consequentemente, adquirindo uma melhor qualidade de vida.
  • A empresa procura consolidar a Gestão de Responsabilidade Social através da inclusão de pessoas com deficiência no quadro funcional, assegurando o pleno exercício dos seus direitos individuais e sociais de acordo com os princípios empresariais e demais legislações aplicáveis a este segmento da sociedade.
  • Desde 1996, em parceria com a Prefeitura de Joinville, com o instituto de Promoção do Menor de Sumaré e com a prefeitura de Cabo de Santo Agostinho, o projeto oferece a adolescentes de 16 a 18 anos e em situação de risco social, a oportunidade de ingressar no mercado de trabalho mediante uma metodologia formativa nos âmbitos pessoal, relacional, educativo, profissional e organizacional, bem como uma orientação para auxiliá-los a a definir seus projetos de vida.
  • Apoio soluções hidro-sanitárias – Em parceria com a Fundação da Criança e do Adolescente (FUNDAC), a Amanco Brasil participa desde 1999 de reformas e/ou construções nas instituições que atendem a crianças em situação de risco social do país, possibilitando instalações mais adequadas e gerando a assistência nas áreas de educação, saúde, esporte e lazer. A Amanco disponibiliza seus produtos e engenheiros que realizam voluntariamente, o acompanhamento das obras.

Fonte: http://www.amanco.com.br/web/sustentabilidade/projeto-de-responsabilidade-social/

Projetos de Responsabilidade Social: Hospital A.C.Camargo

Continuando a falar sobre os projetos de Responsabilidade Social e Sustentabilidade, hoje, falaremos sobre alguns projetos do Hospital A.C.Camargo.

Fundação Carolina Tamandaré

Desde sua criação, a Fundação Antônio Prudente, mantenedora do Hospital A.C.Camargo, pratica a política pública de prevenção e combate ao câncer, sempre pautando suas ações no tema responsabilidade social.

Um de seus inúmeros projetos contribui com a Fundação Carolina Tamandaré, que atende crianças e adolescentes de famílias carentes do bairro do Glicério, em São Paulo, oferecendo atividades complementares à escola com suporte para melhorar a integração e o desenvolvimento físico, motor, intelectual e psicomotor e fortalecer os vínculos familiares.

Desde 2009, o A.C.Camargo, consciente de sua responsabilidade social, vem auxiliando e participando da direção da Fundação Carolina Tamandaré.

Em 2010, a Carolina Tamandaré recebeu da Fundação Antônio Prudente a doação de mantimentos, brinquedos e livros. Também foi oferecido aos jovens carentes cadastrados na entidade o patrocínio de testes, acompanhamentos vocacionais e cursos profissionalizantes de práticas administrativas para inserção no mercado de trabalho.

Consciente de sua responsabilidade social, o Hospital A.C.Camargo promove as seguintes ações:

  • * distribuição de fraldas geriátrica/infantil aos pacientes;
  • * auxílio com medicamentos e materiais especiais para pacientes;
  • * disponibilização de remoções para pacientes SUS, incluindo UTI;
  • * doação de próteses temporárias removíveis para pacientes com câncer de mama;distribuição gratuita de traqueostomia aos pacientes;
  • * disponibilização de vagas em Casas de Apoio para hospedagem de pacientes e familiares, com alimentação e transporte, viabilizando o tratamento de pessoas de origem de outras cidades e outros estados;
  • * manutenção da Casa de Apoio à Criança Carente com Câncer, cessão gratuita de imóvel;
  • * conservação da Praça Pública ‘Nossa Senhora da Conceição’;
  • * doação de mantimentos para as instituições Amparo Maternal, Associação de Oficina de Caridade Santa Rita de Cássia, Casa Espírita Irmãos Farias, Centro Franciscano de Acolhimentos, Lar Escola São Francisco, Instituição Luz na Vida do Próximo, ONG do Núcleo de Estudo Espírita Apóstolo, Vale dos Lírios Órgão Assistencial.

Fonte: http://www.accamargo.org.br/responsabilidade-social/


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