Posts Tagged 'Qualidade'



Curiosidades sobre Sangue e Transfusão

Como ontem (25) foi comemorado o Dia Internacional do Doador de Sangue, segue algumas curiosidades sobre sangue e transfusão:

  • 1. Quatro é o número de vidas que podem ser salvas com cada doação de sangue.
  • 2. O sangue representa cerca de 7% do peso corporal de um indivíduo adulto.
  • 3. Qualquer pessoa com boa saúde, entre 16 e 67 anos de idade e com mais de 50 kg de peso, pode ser doadora de sangue.
  • 4. O volume total de sangue a ser doado não pode exceder 8 ml / kg de peso para as mulheres e 9 ml / kg de peso para os homens. O volume máximo admitido para uma doação é de 450 ml ± 50 ml, aos quais podem ser acrescidos até 30 ml para realização dos exames laboratoriais exigidos pelas leis e normas técnicas.
  • 5. A doação de sangue não engrossa nem afina o sangue.
  • 6. Doando sangue você não ganha nem perde peso.
  • 7. Mulheres podem doar sangue mesmo no período menstrual.
  • 8. A doação de sangue não oferece ao doador nenhum risco de contrair doenças infecciosas. Portanto, você não corre risco de contrair AIDS ou Hepatite com a doação de sangue.
  • 9. Cinco são as etapas para uma doação de sangue: cadastro (ou registro) do doador, triagem clínica (inclui teste de anemia, verificação da pressão arterial, batimentos cardíacos, peso, temperatura e questionário sobre sua saúde), voto de auto-exclusãodoação propriamente dita e lanche pós- doação.
  • 10. Todo o processo de doação de sangue dura cerca de uma hora.
  • 11. O sangue doado é testado para seis doenças infecciosas transmissíveis pelo sangue: Hepatite B, Hepatite C, HIV, HTLV, Sífilis e doença de Chagas.
  • 12. Plasma é a parte líquida do sangue e corresponde a cerca de 55% do seu volume. Os outros 45% do volume do sangue são representados pelas células: glóbulos vermelhos, plaquetas e glóbulos brancos.
  • 13. Glóbulos vermelhos ou hemácias são células que têm a função de transportar oxigênio dos pulmões para os tecidos e gás carbônico dos tecidos para os pulmões. São essas células que dão a cor vermelha ao sangue.
  • 14. Plaquetas são pequenos fragmentos celulares cuja função é ajudar na coagulação do sangue, evitando sangramento em excesso.
  • 15. Glóbulos brancos ou leucócitos são células responsáveis pela defesa do organismo contra infecções.
  • 16. Todas as células do sangue são produzidas na medula dos ossos, principalmente nos ossos chatos.
  • 17. Uma unidade de sangue total doado pode ser fracionada em concentrado de hemácias, plasma, concentrado de plaquetas e crioprecipitado.
  • 18. A validade de um concentrado de hemácias varia de 35 a 42 dias.
  • 19. A validade de um concentrado de plaquetas é de apenas 5 dias.
  • 20. A validade de uma unidade de plasma varia de 1 a 5 anos.
  • 21. Aférese é um tipo especial de doação que permite a coleta de apenas um componente do sangue.
  • 22. Pela técnica de aférese é possível doar separadamente plasma, plaquetas, leucócitos ou hemácias.
  • 23. Mulheres representam menos de 40% dos doadores de sangue no Brasil.
  • 24. De cada 10 candidatos à doação de sangue que comparecem na Fundação Pró-Sangue, 8 estão aptos para doar e dois estão temporária ou definitivamente inaptos para doar.
  • 25. Anemia é a principal causa de inaptidão à doação de sangue na Fundação Pró-Sangue.
  • 26. Para o homem, após uma doação de 450 ml de sangue o plasma é reposto em 48 a 72 horas, os glóbulos vermelhos em aproximadamente 4 semanas e o estoque de ferro em aproximadamente 8 semanas.
  • 27. Para a mulher, após uma doação de 450 ml de sangue: o plasma é reposto em 48 a 72 horas, os glóbulos vermelhos em aproximadamente 4 semanas e o estoque de ferro em aproximadamente 12 semanas.
  • 28. Ainda não há nenhum substituto para o sangue humano.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: www.prosangue.sp.gov.br

Os Fatores que podem levar Alguém ao Suicídio

O suicídio era, tradicionalmente, um tema de tabu nas sociedades ocidentais, o que o levou a ser omitido em várias situações, só piorando o problema. Mesmo após as suas mortes, as vítimas de suicídio não eram enterradas próximo das outras nos cemitérios.

Hoje é sabido que se pode dar grandes passos para a redução das taxas de suicídio, começando por aceitar as pessoas tais como são, acabando com os tabus sociais, falando sobre as ideias de suicídio que as acometem. Só o fato de falarem sobre o que sentem ajuda-as a atenuar o seu nível de angústia e sentimento de isolamento. Conscientes disso, estimular o desabafo é sempre a postura dos voluntários cevevianos.

Normalmente se consegue lidar razoavelmente bem com problemas de stress e isolamento ou acontecimentos e experiências traumáticas, mas quando há um acúmulo de tais situações essa capacidade é levada a um limite extremo de tolerância. A tensão ou trauma gerado por um dado acontecimento varia de pessoa para pessoa, dependendo da sua experiência e de como percebe esse fato em particular. Algumas pessoas são mais ou menos vulneráveis a acontecimentos particulares de trauma, e outras podem considerar determinadas situações dolorosas como uma vivência positiva para o crescimento.

Há diversos fatores que podem levar uma pessoa ao suicídio. São de ordem psicopatológica, pessoal, psicológica e social.

Psicopatológicas
1. Depressão endógena, esquizofrenia, alcoolismo, dependência de drogas e distúrbios de personalidade.
2. Modelos suicidas: familiares, pares sociais, histórias de ficção e/ou notícias veiculadas pela mídia.
3. Comportamentos suicidas prévios.
4. Ameaça ou ideação suicida com plano elaborado.
5. Distúrbios alimentares (bulimia).

Pessoais
1. Ter entre 15 e 24 anos ou mais de 45.
2. Morte do cônjuge ou de amigos íntimos.
3. Presença de doenças de prognóstico reservado (HIV, câncer, etc.).
4. Hospitalizações frequentes, psiquiátricas ou não.
5. Família desagregada: por separação, divórcio ou viuvez.

Psicológicas
1. Ausência de projetos de vida.
2. Desesperança contínua e acentuada.
3. Culpabilidade elevada por atos praticados em experiências passadas.
4. Perdas precoces de figuras significativas (pais, irmãos, cônjuge, filhos).
5. Ausência de crenças religiosas.

Sociais
1. Habitar em meio urbano.
2. Desemprego.
3. Migração.
4. Acesso fácil a agentes letais, tais como armas de fogo ou pesticidas.
5. Estar preso.

É evidente que alguns assuntos poderão nunca ser completamente resolvidos com o apoio, mas um voluntário poderá ajudar através da Abordagem Centrada na Pessoa, contribuindo para que a pessoa de ideação suicida descubra que viver ainda é a melhor saída.

Guido / São José dos Pinhais (PR)

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://www.cvv.org.br/

Gordo Ativo é tão Saudável quanto Magro, dizem Estudos

Dois estudos publicados hoje questionam o conceito já cristalizado de que gordura extra é sempre sinal de maior risco para a saúde.

O fenômeno é chamado pelos pesquisadores de paradoxo da obesidade: em certos casos, os quilos além da conta não indicam perigo e podem até ser protetores.

A primeira pesquisa analisou dados de 43 mil americanos divididos em grupos conforme o nível de obesidade e os resultados em testes de colesterol, pressão arterial e condicionamento físico.

Após um acompanhamento de cerca de 14 anos, os médicos, liderados por Francisco Ortega, da Universidade de Granada (Espanha), perceberam que os obesos considerados saudáveis após os exames tiveram um risco 38% menor do que os não saudáveis de morrer por qualquer causa. A redução de morte por problema cardíaco ou câncer foi de 30% a 50%.

O desempenho desses gordos “em forma” ao longo do tempo foi similar ao dos magros saudáveis, segundo o estudo, publicado hoje no “European Heart Journal”.

Outro trabalho, na mesma edição da revista especializada, analisou, por três anos, a mortalidade de 64 mil suecos com problemas cardíacos (como angina e infarto) submetidos a um exame de imagem para determinar a saúde de suas artérias coronárias.

Os pacientes foram subdivididos de acordo com seu IMC (índice de massa corporal, calculado dividindo o peso em quilos pela altura ao quadrado, em metros).

O gráfico de mortalidade ficou em forma de “U”: quem estava nos extremos (muito magros ou obesos mórbidos) tinha risco mais alto de morrer do que paciente intermediários, com sobrepeso ou obesidade moderada.

De acordo com o cardiologista Eduardo Gomes Lima, do Hospital 9 de Julho, esses achados propõem um questionamento ao uso do índice de massa corporal como método para avaliar obesidade.

“Dizer que um IMC a partir de 30 significa obesidade é suficiente? Nessa população vai ter obeso de verdade, mas também uma população com boa condição física, com muita massa magra. Não dá para colocar o IMC como grande definidor de prognóstico dos pacientes.”

A pesquisa que acompanhou os americanos credita o melhor condicionamento físico dos obesos saudáveis como responsável pelo menor risco de morte observado nesse grupo em relação aos não saudáveis.

De acordo com o cardiologista Raul Santos, diretor da unidade de lípides do Incor (Instituto do Coração do HC de São Paulo), os exercícios reduzem o impacto dos efeitos prejudiciais da gordura.

“O exercício tem ação anticoagulante, ajuda a dilatação dos vasos e melhora a resistência à insulina, tendo um efeito contrário ao da obesidade. É melhor ser um obeso que se exercita do que um magro sedentário.”

Para Santos, no caso do estudo com cardíacos, o efeito protetor conferido aos obesos moderados é mais difícil de explicar. Uma possibilidade é a de esse grupo ter pessoas com menos gordura abdominal, que produz substâncias inflamatórias e é um conhecido fator de risco cardíaco.

“Recomendamos a quem tem problema cardíaco perder peso, especialmente se a pessoa for barriguda.”

Lima afirma que não se deve ficar com a impressão de que a obesidade não tem consequências. “A obesidade mórbida sempre está associada a um prognóstico pior.”

Para ele, o importante é a necessidade de redefinir os limites da obesidade. “Talvez a gente esteja sendo muito rígido nessa avaliação.”

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://www.folha.uol.com.br/equilibrioesaude/

Qualidade do Ar Interfere Diretamente na Saúde

As regiões metropolitanas são as que mais concentram problemas relacionados à poluição atmosférica e quem sofre com isso são os seus habitantes, devido ao aumento de doenças respiratórias. Segundo o Ministério da Saúde, os gastos com tratamento de doenças respiratórias representam valores superiores a R$ 600 milhões.

De acordo com Maria Alenita de Oliveira, pneumologista da Beneficência Portuguesa de São Paulo, os problemas originados pela alta concentração de poluentes no ar influenciam diretamente no aumento de infecções respiratórias, irritação ocular e na garganta, ressecamento das mucosas nasais e da pele. A causa dos males está relacionada à reação inflamatória nos pulmões, devido às substâncias oxidantes que reduzem as defesas pulmonares.

“Diversos estudos apontam a poluição como um desencadeador de doenças respiratórias e do aumento no número de internações hospitalares. Especialmente em crianças, idosos e profissionais que trabalhem expostos a emissão de poluentes, existe uma incidência elevada de sintomas como tosse, irritações nos olhos e na garganta, aperto no peito e dificuldade para respirar. Infelizmente, não há uma maneira de se proteger efetivamente da poluição, o ideal é que cuidados pontuais sejam tomados”, explica Alenita.

Para conviver com a poluição e evitar o agravamento de efeitos colaterais a pneumologista recomenda a adoção de cuidados relacionados à hidratação, como o uso de colírios, e a redução das atividades físicas em horários de pico. Manter uma alimentação saudável e procurar circular por ambientes limpos e ventilados também são maneiras de minimizar os efeitos da poluição no organismo.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site:  http://exame.abril.com.br/estilo-de-vida/saude

Encontro da ABQV em Pernambuco – 23 de agosto

Faça sua Inscrição: http://migre.me/a98h3


Enter your email address to follow this blog and receive notifications of new posts by email.

Junte-se a 772 outros assinantes

Calendário

fevereiro 2026
S T Q Q S S D
 1
2345678
9101112131415
16171819202122
232425262728  

Arquivos

Estatísticas do Blog

  • 1.076.835 hits

Crie um site como este com o WordPress.com
Comece agora