Posts Tagged 'Qualidade'

Protetor solar deve ser usado todos os dias

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A exposição ao sol e, consequentemente, aos raios ultravioletas (UV) tem efeito cumulativo e penetra profundamente na pele, sendo capaz de provocar diversas alterações, como o bronzeamento e o surgimento de pintas, sardas, manchas e rugas e até provocar doenças graves, como o câncer de pele.

De acordo com especialistas, o protetor solar deve ser aplicado ainda em casa, e reaplicado ao longo do dia a cada 2 horas, se houver muita transpiração ou exposição solar prolongada.

É necessário aplicar uma boa quantidade do produto, equivalente a uma colher de chá rasa para o rosto e três colheres de sopa para o corpo, uniformemente, de modo a não deixar nenhuma área desprotegida.

O filtro solar deve ser usado todos os dias, mesmo quando o tempo estiver frio ou nublado, pois a radiação UV atravessa as nuvens.

Também é importante consultar um dermatologista regularmente para uma avaliação cuidadosa da pele, com a indicação do produto mais adequado.

Câncer de pele

Responsável pela maioria dos casos de tumor no Brasil, o câncer de pele é mais comum em pessoas com mais de 40 anos com pele clara, sendo relativamente raro em crianças e negros.

Para prevenir tumores cutâneos, a recomendação é evitar a exposição solar entre 10 horas e 16 horas, período de maior incidência de radiação ultravioleta B, e fazer uso de protetor solar, fator mínimo 30.

Roupas apropriadas, como uma camisa de manga comprida, calças e um chapéu de abas largas e óculos escuros, complementam as estratégias de proteção.

“Temos uma situação privilegiada em relação ao câncer cutâneo: podemos impedir que a doença aconteça através das medidas de proteção solar”, afirma médico dermatologista e coordenador da Campanha Nacional de Combate ao Câncer da Pele, Marcus Maia.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://www.brasil.gov.br/

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Executivos estão no limite do estresse

Se a sua meta de carreira é a cadeira de direção de uma grande empresa é melhor você encontrar uma válvula de escape para o estresse.

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Pesquisa realizada pela consultoria Talenses mostra que 39% de 115 diretores estão, assumidamente, estressados. Mas este percentual pode ser maior, porque muitas vezes o executivo não se dá conta de que está se sacrificando pelo trabalho.

“A questão é a sensação que o executivo tem em relação ao estresse. Por estar tão envolvido com o trabalho, muitas vezes não se dá conta de que isso acontece com ele”, diz Rodrigo Vianna, diretor executivo da Talenses.

No ano passado, a filial do Brasil da International Stress Management Association (ISMA) estimou que 70% da população economicamente ativa do país já tenham apresentado sintomas (físicos e emocionais) de estresse, tendo no trabalho o seu grande gatilho.

E a pesquisa com os diretores confirma o trabalho como o vilão da história. É que todos os motivos citados como causas do estresse estão relacionados ao expediente. Veja quais são:

1. Pressão na tomada de decisão

“O executivo brasileiro está sob pressão. O mercado hoje está sob pressão”, diz Vianna. Segundo ele, este é o principal fator estressante na rotina dos executivos do topo da hierarquia na empresa.

Dentre os entrevistados, 78% alegaram que se sentem expostos a situações de pressão na tomada de decisão. “À medida que um profissional cresce a sua tomada de decisão não diz mais respeito só ao negócio. Envolve uma série de outros fatores, como a equipe e cenário econômico”, explica.

2. Horas extras no escritório

As longas jornadas no escritório também apareceram na pesquisa. Passar do horário frequentemente ou sempre foi fator pontuado por 62% dos executivos.

“Tem uma questão que é o estilo do brasileiro de trabalhar, sempre em contato com as pessoas, conversando, tem a pausa para o café. Isso tudo faz com que no fim do dia ele fique no escritório uma carga horária maior”, diz Vianna.

3. Realizar tarefas fora do escopo

Com estruturas mais enxutas, o acúmulo de funções virou rotina nas empresas. “Não tem como fugir, a ordem é fazer mais com menos”, diz o diretor da Talenses.Na pesquisa, 58% citaram este fator, quando frequentem como gatilho do estresse.

4. Deixar a família para resolver problemas do trabalho

Segundo o estudo, 30% alegaram que se acionado e ter deixar a família para solucionar questões e problemas do trabalho influencia nesse estado. “Essa é uma questão que está ligada à maneira como o executivo faz a gestão do tempo”, diz Vianna.

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Estresse: vilão ou aliado?

O brasileiro é o povo mais estressado do mundo. Esse foi o resultado de uma pesquisa realizada pela empresa de recrutamento Robert Half, que diz que 40% dos trabalhadores sofrem com esse mal em seu ambiente de trabalho – bem acima da média mundial de 11%.

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Trabalhar com prazos curtos, ter que tomar decisões rápidas e assertivas, atuar em longas jornadas, participar de reuniões exaustivas e ter a habilidade de gerir pessoas, cada uma com sua personalidade. Essa é a rotina de um líder na maioria das organizações, e são eles os maiores responsáveis pelo resultado da pesquisa.

Antes de qualquer coisa, que tal desconstruirmos a imagem tão negativa que temos do “estresse”? No mundo moderno, dizer que está estressado tornou-se uma situação normal. Se temos, por exemplo, um dia corrido, cheio de afazeres, já concluímos que passamos por um dia estressante. O mesmo termo é dado às pessoas grosseiras e sem educação.

O estresse, segundo Dráuzio Varela, é “um mecanismo fisiológico do organismo sem o qual nós, nem os outros animais, teríamos sobrevivido. Se nosso antepassado das cavernas não reagisse imediatamente ao se deparar com uma fera faminta, não teria deixado descendentes. Nós existimos porque nossos ancestrais se estressavam, isto é, liberavam uma série de mediadores químicos (o mais popular é a adrenalina), que provocavam reações fisiológicas para que, diante do perigo, enfrentassem a fera ou fugissem”.

Sim, o estresse nos fez chegar até aqui, e também é responsável por tantos problemas de saúde e relacionamentos. O acúmulo de obstáculos, o dia a dia repetitivo, e todos aqueles fatores citados anteriormente somados a tantas outras adversidades, são situações estressoras que desequilibram a quantidade de mediadores químicos. E é então que vem o desgaste, alterações do humor, tensão muscular, ansiedade e outros sintomas.

Para um líder é de suma importância entender e identificar os fatores estressantes em sua organização. Dependendo do caso, há necessidade de um profissional especializado para analisar em qual ambiente este profissional está inserido e assim trabalharem juntos, utilizando os elementos negativos como trampolim para o sucesso.

Quando entendemos quais fatores nos estressam é mais fácil lidar com eles. Não é possível controlar os fatores estressantes, mas mudar a maneira que reagimos diante deles, sim. Um líder desequilibrado influencia negativamente toda sua equipe. Ele pode contribuir significantemente para a famosa rádio peão, para faltas, conflitos de ideias, baixa produção, comunicação falha e clima de incerteza.

Portanto, o profissional deve ser consciente e orientado, pautado nos objetivos da organização, de sua equipe e principalmente seus próprios. O líder deve ser firme em seus propósitos, consciente de que gestão de pessoas não é apenas comandar um monte de subordinados e sim gerir seres únicos, diferentes em sua concepção.

Vivemos em um mundo onde os estímulos “estressantes” estão em tudo. Se não soubermos como enfrentar nosso dia a dia com mais leveza, ficaremos doentes e contribuiremos com a doença do outro.
Comece mudando as atitudes mais básicas. Durma direito, desligue-se por um momento dos problemas, alimente-se melhor, faça atividades físicas, crie e curta momentos de prazer. Arrume tempo para si e principalmente busque mudanças refletindo sobre a melhor maneira de enfrentar as adversidades. Resolva seus problemas, pare de empurrar com a barriga.

Por favor, não deixe de ser estressado, mas use toda a sua energia, para construir e contribuir. E que tal amanhã, quando estiver preso no trânsito, em vez de se estressar, aproveitar o momento e ouvir aquele CD de que tanto gosta? Se o estresse será um vilão ou aliado, quem decide é você!

Marcelo Cardoso é especialista em coaching, PNL (Programação Neuro Linguística) e fundador da Arco 7.

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Estresse prejudica a saúde, a pele, engorda e acelera o envelhecimento

A conta é simples, mas o resultado raramente fecha. A rotina da maioria das mulheres incluem oito horas de sono, somadas a oito horas de trabalho, no mínimo uma hora no trânsito, mais em média duas horas para as refeições e uma hora para os cuidados pessoais básicos. Do total de 20 horas completamente preenchidas, quatro é o que resta para ser dividido entre cuidados com a casa, crianças, estudos, vida pessoal, social e atividades físicas. O problema é que nunca sobra tempo e, essa correria diária, somada à pressão interna para que tudo seja realizado em tempo e com sucesso gera um grande estresse.

People dancing together on beach

– As múltiplas tarefas assumidas somadas a um alto grau de exigências consigo mesmas tem levado muitas mulheres ao estresse. E com toda essa pressão interna, é comum que elas se sintam irritadas, ansiosas e até mesmo tristes – diz Aretusa dos Passos Baechtold, psicóloga do Instituto Psicológico de Controle do Stress Dra. Marilda Lipp (IPCS).

A especialista explica ainda que o estresse prolongado pode levar a mulher a desenvolver distúrbios mais graves como anorexia, bulimia, ansiedade e depressão.

Mas as influências psicológicas do estresse não aparecem sozinhas. O físico também é bombardeado com a liberação de substâncias como adrenalina, cortisol e prostaglandinas que comprometem a imunidade e as funções corporais.

– É perfeitamente normal algum nível de estresse, o problema está no excesso. Quando ficamos “bombardeando” o corpo com um mecanismo de adaptação o tempo todo, e por muito tempo, geramos condições não saudáveis que podem acarretar diversas doenças graves como derrames, infartos, câncer e demências – exemplifica o Dr. Fábio Cardoso, médico especialista em anestesiologia, longevidade e antienvelhecimento.

O que começa no psicológico e passa pela parte física interna, logo se torna aparente do lado externo também. Aumento da oleosidade da pele, surgimento de acne,queda de cabelo e ocorrência de alterações nas unhas são os principais sinais de estresse emitidos pelo corpo.

– Situações de tensão extrema desencadeiam alterações do fluxo sanguíneo e a redução da nutrição da pele. Esse processo leva ao aumento da velocidade de deterioração das células – explica Dr. Fábio Cardoso.

O peso é outro fator que pode sofrer alterações decorrentes do estresse. Segundo o Dr. Fábio, por reduzir a capacidade do corpo de “queimar” calorias é comum que o estresse engorde.

– Outro dado importante é que níveis elevados de cortisol, o hormônio relacionado ao estresse, aumentam a retenção hídrica no corpo. Além do “inchaço”, esta retenção aumenta os espaços entre as células, dificultando as trocas e a passagens de informações entre elas, gerando um desequilíbrio no processo de manutenção da saúde do corpo. E, é óbvio que a beleza sofre junto – diz Dr. Fábio Cardoso.

A conta é simples, mas o resultado raramente fecha. A rotina da maioria das mulheres incluem oito horas de sono, somadas a oito horas de trabalho, no mínimo uma hora no trânsito, mais em média duas horas para as refeições e uma hora para os cuidados pessoais básicos. Do total de 20 horas completamente preenchidas, quatro é o que resta para ser dividido entre cuidados com a casa, crianças, estudos, vida pessoal, social e atividades físicas. O problema é que nunca sobra tempo e, essa correria diária, somada à pressão interna para que tudo seja realizado em tempo e com sucesso gera um grande estresse.

– As múltiplas tarefas assumidas somadas a um alto grau de exigências consigo mesmas tem levado muitas mulheres ao estresse. E com toda essa pressão interna, é comum que elas se sintam irritadas, ansiosas e até mesmo tristes – diz Aretusa dos Passos Baechtold,psicóloga do Instituto Psicológico de Controle do Stress Dra. Marilda Lipp (IPCS).

A especialista explica ainda que o estresse prolongado pode levar a mulher a desenvolver distúrbios mais graves como anorexia, bulimia, ansiedade e depressão.

Mas as influências psicológicas do estresse não aparecem sozinhas. O físico também é bombardeado com a liberação de substâncias como adrenalina, cortisol e prostaglandinasque comprometem a imunidade e as funções corporais.

– É perfeitamente normal algum nível de estresse, o problema está no excesso. Quando ficamos “bombardeando” o corpo com um mecanismo de adaptação o tempo todo, e por muito tempo, geramos condições não saudáveis que podem acarretar diversas doenças graves comoderrames, infartos, câncer e demências – exemplifica o Dr. Fábio Cardoso, médicoespecialista em anestesiologia, longevidade e antienvelhecimento.

Aumento da oleosidade da pele, surgimento de acne, queda de cabelo e ocorrência de alterações nas unhas são os principais sinais de estresse emitidos pelo corpo.” Dr. Fábio Cardoso

O que começa no psicológico e passa pela parte física interna, logo se torna aparente do lado externo também. Aumento daoleosidade da pele, surgimento de acne,queda de cabelo e ocorrência de alterações nas unhas são os principais sinais de estresse emitidos pelo corpo.

– Situações de tensão extrema desencadeiam alterações do fluxo sanguíneo e a redução da nutrição da pele. Esse processo leva ao aumento da velocidade de deterioração das células – explica Dr. Fábio Cardoso.

O peso é outro fator que pode sofrer alterações decorrentes do estresse. Segundo o Dr. Fábio, por reduzir a capacidade do corpo de “queimar” calorias é comum que o estresse engorde.

– Outro dado importante é que níveis elevados de cortisol, o hormônio relacionado ao estresse, aumentam a retenção hídrica no corpo. Além do “inchaço”, esta retenção aumenta os espaços entre as células, dificultando as trocas e a passagens de informações entre elas, gerando um desequilíbrio no processo de manutenção da saúde do corpo. E, é óbvio que a beleza sofre junto – diz Dr. Fábio Cardoso.

Uma boa forma de prevenir esse estresse e suas influências psicológicas e físicas é a prática de exercícios físicos. Mas como acrescentar mais uma hora na rotina? Não seria esse mais um motivo de estresse? Não! Apesar de ser uma das atividades mais negligenciadas, os exercícios são fundamentais. Conforme os especialistas, a hora a mais que eles ocupam se transformam em horas a mais de qualidade de vida e beleza.

– A prática esportiva tem papel fundamental dentro do controle e tratamento de estresse. Além de melhora a condição de adaptação do organismo a situações de estresse, ela libera substancias que nos trazem sensação de prazer e relaxamento, melhorando inclusive a qualidade do sono – explica Aretusa Baechtold.

– Estar em movimento faz a pessoa respirar melhor, o que contribui para controlar ansiedade, e gera adaptações de melhora nos processos recuperativos dos tecidos corporais. Ou seja, podem melhorar a pele, o cabelo e as unhas, além de reduzir a celulite e emagrecer. Enfim, o exercício físico é uma terapia eficaz no combate ao estresse e ainda pode deixar a mulher mais bonita – conclui Dr. Fábio Cardoso.

Além de servirem como “terapia” contra o estresse, os exercícios físicos trazem consigo uma enxurrada de benefícios físicos, portanto inclua alguma atividade na sua rotina já!

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93% dos Brasileiros estão insatisfeitos com o SUS

Pesquisa realizada pelo instituto Datafolha a pedido do Conselho Federal de Medicina (CFM) aponta que 93% dos eleitores brasileiros avaliam os serviços público e privado de saúde como péssimos, ruins ou regulares. Entre os usuários do Sistema Único de Saúde (SUS), 87% dos entrevistados declararam insatisfação com os serviços oferecidos.

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Ao todo, foram entrevistadas 2.418 pessoas maiores de 16 anos e moradoras de regiões de todo o país.

Segundo o levantamento, 92% dos brasileiros buscaram atendimento no SUS nos últimos dois anos, sendo que 89% conseguiram ser atendidos. Mesmo assim, mais da metade desses entrevistados considera que conseguir um serviço na rede pública de saúde é difícil ou muito difícil, principalmente no caso de cirurgias e procedimentos específicos, como hemodiálise e quimioterapia.

Fila — Uma das principais queixas em relação ao SUS é o tempo que leva para o usuário ser atendido. Segundo o estudo, 30% dos entrevistados estão na fila de espera da rede pública de saúde ou possuem algum familiar nessa situação. Das pessoas que aguardam atendimento, 29% esperam há pelo menos seis meses, sendo que metade delas está na fila há mais de um ano. Apenas 20% afirmam ter conseguido o serviço em menos de um mês após o pedido de consulta, exame ou cirurgia.

“Essa sobrecarga no atendimento de urgência e emergência acentua a visão negativa sobre o SUS e demonstra a total falta de gestão e regulação do sistema. É ali que, diariamente, pacientes e médicos e outros profissionais de saúde constatam o abandono deste serviço público que, para muitos, é a única alternativa”, afirma Roberto d’Avila, presidente do CFM.

Outro alvo de insatisfação dos usuários do SUS é o atendimento de urgência e emergência. Sete em cada dez pessoas que buscaram esses serviços nos últimos dois anos os avaliaram como péssimo, ruim ou regular. Por outro lado, os brasileiros consideram que é fácil conseguir serviços como a distribuição de remédios gratuitos e atendimento em postos de saúde.

Ainda de acordo com o levantamento, mais da metade dos brasileiros (57%) considera que a saúde deveria ser tema prioritário nas ações do governo federal. Outras áreas apontadas como prioritárias por boa parte dos eleitores são educação (18%), combate à corrupção (8%), segurança (7%) e desemprego (4%).

Nota — Em nota, o Ministério da Saúde afirmou que a pesquisa Datafolha reitera desafios importantes para o sistema de saúde e aponta avanços como acesso superior a 84% na maioria dos tipos de serviços avaliados. A pasta ressalta que, das pessoas que procuram os postos de saúde, 91,3% conseguiram atendimento, o que demonstra os bons resultados de estratégias como o Mais Médicos. “Lamentamos a interpretação tendenciosa e parcial dos dados e o esforço do CFM na tentativa de desconstrução do SUS”, diz o texto.​

 

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II Fórum de Qualidade de Vida – SESI/PE

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Qual é o significado de “Qualidade de vida no trabalho”?

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Qualidade de vida no trabalho refere-se ao nível de felicidade ou insatisfação com a própria carreira. Diz-se que, aqueles que gostam das suas carreiras, têm uma alta qualidade de vida no trabalho, enquanto aqueles que são infelizes ou cujas necessidades não são preenchidas, de alguma forma, são considerados com uma baixa qualidade de vida no trabalho.

Definição

A qualidade de vida é definida como o nível de prazer na vida de uma pessoa. Em geral, ela é baseada em vários fatores. No mínimo, as necessidades básicas de uma pessoa devem ser atendidas para que elas tenham uma elevada qualidade de vida – elas devem estar saudáveis, ter o suficiente para comer e um lugar para morar. Uma vez que essas necessidades são atendidas, a qualidade de vida de uma pessoa é determinada pela sua própria personalidade, seus desejos e seu nível de realização pessoal. Uma pessoa com uma elevada qualidade de vida tende a se sentir como se todos os seus desejos e necessidades tivessem sido alcançados. Elas, normalmente, são felizes e em geral sentem-se como se sua vida fosse boa. Uma pessoa sem qualidade de vida é deficiente em uma ou várias áreas básicas de sua vida. Por exemplo, os doentes, aqueles que já não são capazes de cuidar de si mesmos ou fazer atividades que gostam por causa de restrições físicas, mentais ou financeiras são, frequentemente, considerados com baixa qualidade de vida.

Aplicação ao local de trabalho

A qualidade de vida no trabalho está especificamente relacionada ao nível de felicidade que deriva da carreira de uma pessoa. Cada pessoa tem necessidades diferentes quando se trata de suas carreiras e o nível da sua qualidade de vida no trabalho é determinado pelo atendimento dessas necessidades. Enquanto algumas pessoas podem se contentar com um simples emprego de salário mínimo, desde que ele ajude a pagar as contas, outras achariam tal trabalho muito tedioso ou com muito trabalho braçal, tornando-o altamente insatisfatório. Assim, os requisitos para ter uma alta “qualidade de vida no trabalho” variam de pessoa para pessoa. Independentemente de seus padrões, aqueles com uma alta qualidade de vida no trabalho, geralmente, fazem o suficiente para viver confortavelmente, consideram o seu trabalho interessante ou atraente e atingem um nível de satisfação pessoal ou o preenchimento dos trabalhos que eles fazem. Em outras palavras, os funcionários que normalmente estão satisfeitos com o seu trabalho, dizem ter uma alta qualidade de vida no trabalho, já aqueles que são infelizes ou insatisfeitos com o seu trabalho dizem ter uma baixa qualidade de vida.

Requerimentos

Embora os requisitos para uma elevada qualidade de vida no trabalho variem de pessoa para pessoa, alguns fatores são necessários para que todos possam ter uma alta qualidade de vida no trabalho. Esses fatores mínimos são o equivalente à saúde, alimentação e abrigo para a qualidade de vida padrão, no entanto, eles são mais específicos para carreiras ou empregos. Por exemplo, para ter uma elevada qualidade de vida no trabalho, uma pessoa tem de ser respeitada. Colegas e funcionários de alto nível devem tratá-la de forma justa e educada. O trabalho não deve causar qualquer desconforto físico ou angústia mental ao empregado. Ele deve sentir-se como se estivesse fazendo algo agradável ou pelo menos não desagradável. O trabalhador deve sentir que o salário pago é suficiente para o trabalho que ele está fazendo. Finalmente, ele deve se sentir valorizado ou apreciado, como se estivesse fazendo algo de importância para a empresa.

Alcançando uma maior qualidade de vida no trabalho

Para alcançar uma alta qualidade de vida no trabalho, é essencial escolher uma atividade que atenda as suas necessidades. Primeiro, você deve determinar quais são essas necessidades. Se você quer um trabalho que envolva a sua mente e te desafie, é importante entender isso com antecedência, para que você possa conquistar as qualificações que lhe permitirão obter tal cargo. É útil se você escolher um trabalho no qual você está interessado. Você precisa considerar quais são os seus interesses e descobrir trabalhos que os atendam. Faça uma lista de coisas que você está procurando em um emprego e fale com um conselheiro de carreira ou visite feiras profissionais para determinar quais tarefas são mais propensas a atender a essas necessidades. Finalmente, preste atenção à sua interação com os empregados existentes quando você vai para entrevistas, a forma como você é tratado por seu chefe e colegas de trabalho terá um tremendo impacto sobre a qualidade de vida no trabalho. Você vai querer garantir que o ambiente do negócio se encaixa ao seu próprio nível de conforto.

Lidando com uma baixa qualidade de vida no trabalho

Infelizmente, apesar dos seus esforços, algumas pessoas encontram-se com uma baixa qualidade de vida no trabalho. Elas podem ser forçadas a aceitar um emprego que não gostam por conta de circunstâncias pessoais ou financeiras, tais como a falta de opções, edução ou qualificações. Para aqueles com uma baixa qualidade de vida no trabalho que não são capazes ou não querem mudar de emprego, é importante lidar com a situação de forma eficaz. Funcionários insatisfeitos podem tentar melhorar sua qualidade de vida no trabalho, optando por focar os componentes positivos dos seus trabalhos. Uma mudança de mentalidade para se concentrar nos benefícios, mesmo que eles sejam mínimos, pode melhorar a qualidade de vida no trabalho. Os empregados insatisfeitos também podem explorar as oportunidades para falar com seus colegas de trabalho e com a gerência, para eliminar os fatores que reduzem a qualidade de sua vida no trabalho, caso seja possível, dependendo da situação do emprego.

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