Fonte: Canal Você
Archive for the 'Clippings' Category
Dicas para curtir a praia sem estresse (e longe das temidas intoxicações e viroses)!
Published janeiro 12, 2010 Clippings , Vídeos Leave a CommentTags:alimentação, comida de praia, Dicas para curtir a praia sem estresse, intoxicação, praia, Prevenção, Saúde, verão, virose
Fonte: Canal Você
Alimente o seu sorriso! [parte 1]
Published janeiro 11, 2010 Clippings , Qualidade de Vida 1 CommentTags:alimentação saudável, dentes, gengiva saudável, prevenção de saúde, sorriso saudável
Humor Saudável: descubra quais alimentos podem dar um UP no seu astral!
Published janeiro 11, 2010 Clippings , Qualidade de Vida 1 CommentTags:astral, ervilha, food mood, Humor Saudável, noz, tomate
Os Novos Transgênicos!
Published dezembro 18, 2009 Clippings Leave a CommentTags:alimento geneticamente modificado, comida, Os Novos Transgênicos, Revista Super Interessante, Transgênicos
São Paulo caminha para a desospitalização
Published dezembro 15, 2009 Clippings 1 CommentTags:Desospitalização, George Schain, Hospitais em São Paulo, Prevenção de Doenças
George Schain, presidente do Santa Paula, comenta os dados apresentados pela ANS: 1.800 novos leitos até 2012 Com todos os gargalos que o sistema de saúde possa apresentar, os paulistanos contam hoje com um grupo cada vez mais robusto de hospitais particulares dotados de equipamento de ponta e profissionais altamente qualificados no diagnóstico e tratamento de doenças. Inovação, colaboração e espírito empreendedor têm sido palavras-chave na transformação por que os hospitais particulares estão passando. Dados da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) destacam que cerca de 6,5 milhões de paulistanos têm acesso a planos de saúde e poderão contar com 1.800 novos leitos até 2012. Mais de 70% dos atendimentos hospitalares, entretanto, estão relacionados a doenças crônicas. Investir em ações coordenadas com o Estado, os meios de comunicação e a sociedade para a prevenção dessas doenças levará à redução dos custos hospitalares, permitindo que se aumente o investimento em infraestrutura, tecnologia e mão-de-obra especializada nos tratamentos de alta complexidade. Na medida em que conscientizamos a população sobre a necessidade de parar de fumar e controlar o consumo de álcool; adotar hábitos alimentares mais saudáveis, combatendo a obesidade; praticar exercícios físicos regularmente; checar com frequência os níveis de colesterol e triglicérides do sangue; monitorar a pressão arterial e se submeter a um check up anual – que inclui mamografia e papanicolau para mulheres, exame de sangue PSA e toque retal para os homens, avaliação cardiorrespiratória para ambos os sexos – já estamos contribuindo para a tendência dos próximos anos: a desospitalização. À primeira vista, todos os esforços que vêm sendo feitos pelos hospitais privados no sentido de aumentar o conforto dos pacientes e acompanhantes – passando a incorporar diversos conceitos da hotelaria não somente na sofisticação das acomodações, mas inclusive no cardápio, na introdução de cafeterias, restaurantes e lojas de conveniência – podem induzir à interpretação de que se pretende aumentar sua ocupação. Entretanto, caminhamos para um tempo em que a internação hospitalar será cada vez mais acolhedora e breve. Investimentos em equipamentos de ponta permitirão ao paciente permanecer menos tempo internado. Há poucos anos, por exemplo, uma cirurgia cardíaca necessitava de dez dias de internação. Hoje, esse tempo já foi reduzido à metade, dependendo do tipo de intervenção. Em vários países da Europa, como a Suécia, 30% dos leitos de hospital desapareceram por conta de ações preventivas. Métodos de tratamento novos e mais efetivos, principalmente os minimamente invasivos, encurtaram a permanência dos pacientes nos hospitais oferecendo cuidados externos. Há dez anos, também, pacientes sem possibilidades terapêuticas passavam os últimos dias de suas vidas internados em um hospital. Atualmente, aplicando o conceito dos cuidados paliativos, é cada vez maior o número de pessoas que preferem receber cuidados médicos em casa, junto à família. Os cuidados paliativos vêm atendendo de forma competente a essa nova demanda, devendo simbolizar outra importante mudança nos tratamentos de saúde. Embora o atendimento médico-hospitalar tradicional ainda seja a solução mais ao alcance da população na hora da doença, a grande evolução da indústria farmacêutica, o aumento maciço de campanhas preventivas e os próprios avanços da medicina tendem a reduzir cada vez mais o tempo de internação e, em muitos casos, indicar a desospitalização como opção mais acertada de tratamento. *Dr. George Schahin é presidente do Hospital Santa Paula, em São Paulo
Implante sob a pele destrói melanoma
Published dezembro 5, 2009 Clippings Leave a CommentTags:Implante sob a pela destrói melanoma, Melanoma
| Poderosas estratégias de combate ao câncer podem estar em ideias criativas, ousadas e, até mesmo, geniais. Um exemplo veio dos laboratórios da Faculdade de Engenharia e Ciências Aplicadas da Universidade de Harvard, em Boston (Massachusetts), mais precisamente da imaginação do professor de bioengenharia David Mooney. A promissora arma contra o melanoma, câncer de pele que deve afetar pelo menos 2.960 homens e 2.970 mulheres no Brasil em 2010, segundo estimativas do Instituto Nacional do Câncer (Inca), é um pequeno disco de plástico colocado sob a pele. Com apenas 8mm de diâmetro, ele é composto de pequenas cavidades, por onde células do sistema imunológico do corpo humano se espalharão, atraídas pela citoquina ¿ a droga é liberada pelo próprio implante.
A peça traz ainda fragmentos de tumor, para incitar as células imunes a reconhecer o câncer. Também é revestida de pequenos pedaços de DNA, semelhantes aos encontrados em bactérias. As amostras de DNA levam as células de defesa a interpretarem a existência de uma infecção no organismo. Ao associarem os fragmentos do tumor com o perigo, elas potencializam a resposta imunológica. “O implante funciona como se fosse uma vacina”, explicou Mooney ao Correio, em entrevista por e-mail. “Ele pode prevenir a formação do tumor, mas o mais excitante de nosso estudo é que o disco de plástico consegue induzir uma resposta imunológica forte o bastante para levar o sistema de defesa do corpo a erradicar tumores existentes”, acrescentou. Os resultados da pesquisa com ratos foram descritos pela revista científica Science Translational Medicine, na edição da última quarta-feira. Os cientistas apostam que a união entre bioengenharia e imunologia pode ser um grande passo rumo ao desenho de eficientes vacinas contra o câncer. O estudo de Mooney e sua equipe redireciona o sistema imunológico a alvejar os tumores e parece mais eficaz e menos invasivo que outras vacinas em fase de testes clínicos. Para tanto, trabalha com dois braços desse sistema: um que destrói o material estranho, e um que protege os tecidos nativos do corpo humano. “As células imunológicas atraídas pelo implante são as dendríticas (1), já existentes no corpo do paciente. Após interagirem com os pedaços do tumor no implante e com os pedaços de DNA que imitam uma bactéria, as células se espalham para os linfonodos e instruem o linfócito T a reconhecer e atacar o tumor”, afirma o líder da pesquisa. As atuais drogas em estudo removem as células imunológicas do corpo e reprogramam-nas para atacarem tecidos malignos, antes de retorná-las ao local de origem. No entanto, mais de 90% das células reinjetadas no organismo morrem antes de terem qualquer efeito direto sobre o câncer. O novo implante foi fabricado com um polímero biodegradável, já aprovado pela FDA ¿ a agência reguladora de drogas e medicamentos dos Estados Unidos. Pelo menos 90% da estrutura são formados pelo ar, tornando-a altamente permeável às células imunológicas e à liberação das citoquinas. Segundo Mooney, a empresa de biotecnologia InCytu Inc. ¿ sediada na cidade de Lincoln, no estado norte-americano de Rhode Island ¿ já licenciou a tecnologia e espera iniciar os testes clínicos em humanos daqui a um ano. Enquanto a InCytu Inc. prepara terreno para tornar a nova terapia uma realidade, Mooney e seus colegas se esforçam para aprimorar o uso da técnica. “Estamos examinando se o implante pode ser usado contra outros tipos de câncer. Também queremos analisar se esses materiais poderiam ajudar a desligar uma resposta imunológica ¿ nociva a pacientes com doenças autoimunes (2), como, por exemplo, o diabetes”, afirmou o estudioso. Células dendríticas têm, como principal função, capturar e transportar os antígenos (substâncias que desencadeiam uma reação imunológica no organismo; ou seja, que forçam o combate a problemas identificados no sistema) para a drenagem dos linfonodos. Elas são cerca de 1% das células circulantes no sangue periférico. Costumam ser utilizadas nas pesquisas justamente por serem as responsáveis por esse combate interno aos males detectados no organismo. Doenças autoimunes surgem quando o sistema que existe para nos defender, o imunológico, confunde células e tecidos saudáveis como inimigos ¿ e começa a atacar a si mesmo. A falha causa, por exemplo, males como artrite reumatoide, doença celíaca, síndrome de Sjögren e doença de Graves. Se consideradas em conjunto, calcula-se que essas doenças afetem até 10% da população no mundo industrializado. |
| Correio Braziliense (02/12/2009) | |
Falhas na memória? Saiba como evitar!
Published novembro 24, 2009 Clippings 1 CommentTags:Equilíbrio, Falha, falha de memória, Folha, memória, Prevenção
Postado por Edson Fabrício
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Fonte: Folha de São Paulo – suplemento Equilíbrio
Religião e esporte reduzem esgotamento profissional
Published novembro 10, 2009 Clippings Leave a CommentTags:Esgotamento Profissional, Religião e Esportes
O estudo mostra, ainda, que as pessoas que praticam esporte ou possuem uma religião tem índices até 87% menores de esgotamento e sofrimento mental. “Elas acreditam que mesmo na adversidade ainda possuem ‘alguém ou algo’ para se apoiar, e mostram maior grau de resiliência”, avalia.
Fonte: Canal Executivo (www.uol.com.br/canalexecutivo).










