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Dia da Imunização 2012

Campanha Nacional contra a Gripe atinge 76,3%

O Ministério da Saúde divulgou um balanço preliminar que indica que 23.010.548 pessoas foram vacinadas contra a gripe nesta campanha nacional. Este número representa 76,33% de cobertura do público alvo, 30.145.207 de pessoas. Os números divulgados nesta terça-feira (5) mostram que 13 estados e o Distrito Federal já alcançaram a meta. Como o registro dos dados da campanha será feito até o dia 13 de junho, a expectativa do Ministério da Saúde é atingir a meta nacional de 80% do público prioritário.

Entre as gestantes, a adesão foi de 68,24%, índice que representa 1.474.474 mulheres deste grupo. O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, lembra que este grupo foi o mais suscetível durante a pandemia de 2009, razão pela qual a vacina continuará a ser ofertada até o mês de agosto nos postos de saúde. “Sabemos da importância desta vacina para a proteção da saúde das futuras mães e de seus bebês, durante o período de maior circulação de vírus. Por isso é fundamental que elas procurem os postos de vacinação o mais rápido possível”, aconselha o ministro.

Não há prorrogação em nível nacional, mas cada município tem autonomia para avaliar a cobertura alcançada, em cada grupo alvo da campanha, na sua área de abrangência e determinar se deve seguir ofertando as doses da vacina contra a gripe. Caso a meta tenha ficado abaixo dos 80%, o Ministério da Saúde orienta que a vacina siga sendo aplicada.

A vacina contra a gripe é a melhor estratégia disponível para a prevenção da influenza e suas consequências. O secretário de Vigilância em Saúde, Jarbas Barbosa, reforça a importância da vacina e descarta a possibilidade de haver efeitos nocivos. “A vacina é segura e a maioria das reações adversas é leve, como dor e sensibilidade no local da injeção. Só quem tem alergia a ovo não pode tomar a vacina”, ressaltou. O secretário explicou ainda que é impossível contrair gripe após a vacinação, como algumas pessoas costumam afirmar. “O vírus usado nesta vacina é inativado”, observou.

Santa Catarina, Acre, Amapá, Goiás, Distrito Federal, Maranhão, Alagoas, Rondônia, Paraná, Minas Gerais, Espírito Santo, Piauí, Tocantins e Rio Grande do Norte atingiram a meta. Veja tabela abaixo com os dados de cada estado.

Dos grupos prioritários, a maior adesão foi registrada entre os trabalhadores da área da saúde, com 92,44% de cobertura e 2.297.889 de doses aplicadas. Entre as crianças, o índice ficou em 83,24% (3.597.434 de doses aplicadas). Entre a população idosa, a adesão foi 74,54% de seu público alvo, o que representa 15.347.467 de pessoas vacinadas. A população indígena, que é vacinada nas próprias aldeias, atingiu 69,11% da sua meta, com 405.327 doses aplicadas.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://portalsaude.saude.gov.br

Como Socorrer uma Vítima de Queimadura

Pessoas com queimaduras profundas podem correr sério risco de vida. Quanto maior a extensão, maiores os perigos para a vítima. Existem diferentes graus de lesão. Leve em conta que uma pessoa pode apresentar, ao mesmo tempo, queimaduras de terceiro, segundo e primeiro graus – e cada tipo de lesão pede um socorro específico.

É proibido…
passar gelo, manteiga ou qualquer coisa que não seja água fria no local, em qualquer caso. Também não se deve estourar bolhas ou tentar retirar a roupa colada à pele queimada.

O que não se deve fazer:

  • Passar pasta de dente, pomadas, ovo, manteiga, óleo de cozinha… apenas água fria é permitida. Gelo também não pode.
  • Furar as bolhas.
  • Retirar a pele morta
  • Arrancar a roupa grudada na área queimada
  • Apertar o ferimento

Primeiro grau

As queimaduras deste tipo atingem apenas a epiderme, que é a camada mais superficial da pele. O local fica vermelho, um pouco inchado, e é possível que haja um pouco de dor. É considerada queimadura leve, e pede socorro médico apenas quando atinge grande extensão do corpo.

Como socorrer vítimas de queimadura de primeiro grau:

1. Use água, muita água. É preciso resfriar o local. Faça isso com água corrente, um recipiente com água fria ou compressas úmidas. Não use gelo.

2. Depois de cinco minutos, quando a vítima estiver sentindo menos dor, seque o local, sem esfregar.

3. Com o cuidado de não apertar o local, faça um curativo com uma compressa limpa.

4. Em casos de queimadura de primeiro grau – e apenas nesse caso – é permitido e recomendável beber bastante água e tomar um remédio que combata a dor.

Segundo grau
Já não é superficial: epiderme e derme são atingidas. O local fica vermelho, inchado e com bolhas. Há liberação de líquidos e a dor é intensa. Se for um ferimento pequeno, é considerada queimadura leve. Nos outros casos, já é de gravidade moderada. É grave quando a queimadura de segundo grau atinge rosto, pescoço, tórax, mãos, pés, virilha e articulações, ou uma área muito extensa do corpo.

Como socorrer vítimas de queimadura de segundo grau:

1. Use água, muita água. É preciso resfriar o local. Faça isso com água corrente, um recipiente com água fria ou compressas úmidas. Não use gelo. 2. Depois de cinco minutos, quando a vítima estiver sentindo menos dor, seque o local, sem esfregar.

3. Com o cuidado de não apertar o local, faça um curativo com uma compressa limpa.

4. Em casos de queimadura de primeiro grau – e apenas nesse caso – é permitido e recomendável beber bastante água e tomar um remédio que combata a dor.

Terceiro grau

Qualquer caso de queimaduras de terceiro grau é grave: elas atingem todas as camadas da pele, podendo chegar aos músculos e ossos. Como os nervos são destruídos, não há dor – mas a vítima pode reclamar de dor devido a outras quimaduras, de primeiro e segundo grau, que tiver. A aparência deste tipo de ferimento é escura (carbonizada) ou esbranquiçada.

Como socorrer vítimas de queimadura de terceiro grau:
1. Retire acessórios e roupas, porque a área afetada vai inchar. Atenção: se a roupa estiver colada à área queimada, não mexa!

2. É preciso resfriar o local. Faça isso com compressas úmidas. Não use gelo.

3. Nas queimaduras de terceiro grau pequenas (menos de cinco centímetro de diâmetro) – só nas pequenas! – você pode usar água corrente ou um recipiente com água fria. Cuidado com o jato de água – ele não deve causar dor nem arrebentar as bolhas.

4. Atenção: a pessoa com queimadura de terceiro grau pode não reclamar de dor e, por isso, se machucar ainda mais – como dizer que o jato de água não está doendo, por exemplo.

5. Se a queimadura tiver atingido grande parte do corpo, tenha o cuidado de manter a vítima aquecida.

6. Com o cuidado de não apertar o local, faça um curativo com uma compressa limpa. Em feridas em mãos e pés, evite fazer o curativo você mesmo, porque os dedos podem grudar um nos outros. Espere a chegada ao hospital.

7. Não ofereça medicamentos, alimentos ou água, pois a vítima pode precisar tomar anestesia e, para isso, estar em jejum.

8. Não perca tempo em remover a vítima ao hospital. Ela pode estar tendo dificuldades para respirar.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://saude.terra.com.br

Médico fala sobre Queimaduras

Dia de Luta contra as Queimaduras

No dia 06 de junho é o Dia Nacional de Luta contra as Queimaduras. Para alertar sobre os riscos destes acidentes – que quase sempre acontecem em ambiente doméstico ou de trabalhos, considerado inofensivo.

No Brasil, um milhão de pessoas são vítimas de queimaduras a cada ano. Os dados se tornam ainda mais dramáticos se considerarmos que, de cada três pessoas queimadas, duas são crianças, que passam a conviver com as sequelas destes traumas pelo resto da vida. “Na maioria dos casos, elas se queimam em casa, em especial na cozinha e no pátio, e quase sempre na presença de um adulto, que apesar de estar responsável por aquele menor não está atento aos riscos daquela situação”, explica o cirurgião pediátrico Maurício Pereima, diretor científico da SBQ.

Outro agravante nestes acidentes, segundo o especialista, é a facilidade com que o álcool líquido é adquirido no Brasil. Vendido livremente em qualquer mercado, este inflamável responde por 20% das causas de queimaduras, ocupando assim uma posição ímpar no mundo. Nos demais países, a literatura científica nem ao menos o menciona como causa de lesões térmicas. “As queimaduras motivadas pelo manuseio indevido do álcool líquido diminuíram 60% no período em que a Anvisa proibiu a sua livre comercialização, mas nem mesmo este dado tão promissor parece ter sido suficiente para demover nossos legisladores da intenção de manter o livre comércio do álcool líquido no Brasil”, lamenta dr. Maurício.

Recentemente, no dia 23 de maio, a deputada federal Sandra Rosado apresentou na Câmara Federal um texto substitutivo que exclui a restrição da venda de álcool (na forma de 50 ml) do projeto – ponto principal da matéria em votação. Sendo assim, tudo aponta que o comércio deste inflamável continuará liberado em âmbito nacional. Enquanto isso, em Santa Catarina, um projeto de lei pioneiro, apresentado pelo deputado estadual Dado Cherem (PSDB-SC), está dando um passo importante para a prevenção de acidentes na infância.

Além de proibir a venda do álcool líquido a menores de 12 anos, o PL 190.0/12 ainda obriga os estabelecimentos comerciais a exibirem, por escrito, advertências que destaquem os riscos do manuseio deste inflamável. Expostos junto ao produto, os cartazes deverão exibir frases como “A Sociedade Brasileira de Queimaduras adverte: lesões derivadas do acidente com o álcool líquido poderão levar a sequelas físicas e/ou psicológicas permanentes”.

Também de autoria do deputado estadual Dado Cherem, outro projeto de lei, que já tramita na Comissão de Constituição e Justiça da Alesc, beneficia as vítimas de queimaduras graves com acompanhamento contínuo e gratuito. “Queremos assegurar às crianças, jovens, adultos e, em especial, aos empregados domésticos vítimas de queimaduras graves, uma assistência integral especializada, que inclua não apenas o atendimento de urgência, mas também as cirurgias plásticas reparadoras, a reabilitação física e psicológica necessárias para devolver a auto-estima a estes pacientes”, pondera o autor do PL 161.6/12 que assegura ainda atendimento educacional com foco na reinserção destes pacientes no mercado de trabalho, transporte público gratuito e estacionamento prioritário.

Para o presidente da Sociedade Brasileira de Queimaduras, o cirurgião plástico Dilmar Leonardi, os dois projetos de lei em tramitação em Santa Catarina são modelos a ser seguidos nos demais estados do país, pois destacam o caráter inflamável do álcool e representam uma chance efetiva de reinserção social dos queimados. “Não é mais possível que eles continuem sendo duplamente vítimas: na hora do acidente e depois, pela exclusão laboral e social. É um dever do poder público garantir a esses pacientes a capacidade de uma recuperação plena e a expectativa de uma vida melhor”, reitera o presidente da SBQ.

São consideradas queimaduras graves aquelas que atingem mais de 30% da superfície corporal, são motivadas por choques elétricos e lesões inalatórias, por exemplo. No Brasil, das vítimas de queimaduras graves internadas em hospitais, vão a óbito em média 5% das crianças e 10% dos adultos. As queimaduras estão entre as principais causas externas de morte, perdendo apenas para outras causas violentas, que incluem acidentes no trânsito e homicídios.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://www.sbqueimaduras.com.br

Rio +20: Tirando Dúvidas

Este mês, representantes de 178 países do globo estarão reunidos no Rio de Janeiro para discutir formas de viabilizar o desenvolvimento sustentável e a erradicação da pobreza mundial. Trata-se da Rio+20, conferência da Organização das Nações Unidas (ONU), que será um espaço para a discussão dos problemas socioambientais que afetam todo o mundo e das soluções que podem ajudar a recuperar os estragos já feitos no planeta.

A seguir, respondemos a cinco perguntas sobre a Rio+20 que podem ajudar a contextualizar o assunto:

1. O que é a Rio+20 e por que o evento possui este nome?
É uma conferência da ONU que reunirá 178 líderes do mundo todo para discutir meios de viabilizar a chamada ‘economia verde’ no contexto do desenvolvimento sustentável e da erradicação da pobreza. O evento será entre 20 e 22 de junho. Os objetivos da conferência são assegurar um comprometimento político renovado para o desenvolvimento sustentável; avaliar o progresso feito até o momento e as lacunas que ainda existem para implementar os resultados dos principais encontros sobre desenvolvimento sustentável feitos até hoje.

O evento recebeu o nome de Rio+20 porque acontecerá duas décadas depois da realização da Conferência das Nações Unidas sobre Ambiente e Desenvolvimento, conhecida por Eco-92 ou Rio-92 – considerado o mais importante evento ambiental mundial até hoje.

2. Que conferências ambientais mundiais precederam a Rio+20?
A primeira grande conferência ambiental mundial foi realizada em Estocolmo, no ano de 1972. O evento contou com a participação de representantes de 113 países. Na ocasião, foi elaborado um relatório no qual foram listados os impactos ambientais provocados pelo modelo de desenvolvimento capitalista. Essa foi a primeira manifestação de preocupação mundial a respeito da poluição atmosférica e da intensa exploração dos recursos naturais.

Vinte anos depois, o Rio de Janeiro foi sede do evento que ficou conhecido como Rio-92 ou Eco-92, cujo principal objetivo era discutir meios de conciliar o desenvolvimento socioeconômico com a conservação e proteção dos ecossistemas da Terra. A conferência consagrou o conceito de desenvolvimento sustentável e contribuiu para a mais ampla conscientização de que os danos ao meio ambiente eram majoritariamente de responsabilidade dos países desenvolvidos. Reconheceu-se, ao mesmo tempo, a necessidade de os países em desenvolvimento receberem apoio financeiro e tecnológico para avançarem na direção do desenvolvimento sustentável.

Em 1997, foi realizada a Conferência de Kyoto, cujo principal objetivo era chegar a um consenso internacional para limitar as emissões de gases estufa dos países industrializados. Ficou decidido que os países desenvolvidos reduziriam parte dos gases estufas emitidos por suas indústrias (em média 5%), enquanto os países em desenvolvimento não precisariam fazer essa redução, em um primeiro momento. Os Estados Unidos não assinaram o acordo.

Apesar do nome, a Rio+10 foi realizada em 2002 em Johannesburgo, na África do Sul, com a intenção de discutir o uso dos recursos naturais em todo o mundo e de avaliar as medidas ambientais que haviam sido tomadas no mundo durante os dez anos passados desde a Eco-92. Mais uma vez, discutiu-se a mudança dos padrões de produção, consumo e manejo dos recursos naturais.

3. Que acordos já se converteram em ações reais de desenvolvimento sustentável?
Nos 20 anos que se passaram desde a Rio-92, os países desenvolvidos têm elaborado novos processos e tecnologias para reduzir o uso de matéria-prima e energia em vários setores produtivos. Esses novos procedimentos e tecnologias não foram transferidos para as indústrias de países emergentes, como China ou Índia. O setor mais problemático continua a ser o de geração de energia. O mundo continua dependendo dos combustíveis fósseis, com 53% da energia proveniente de derivados do petróleo ou do gás natural e os outros 27% do carvão. A energia hidroelétrica representa apenas 2,3%, as energias solar e eólica, 0,8%.

4. Quais serão os principais temas debatidos na Rio+20?
Existem sete áreas prioritárias eleitas pelos países que vão participar da Rio+20 e partes interessadas em ajudar a criar um quadro com parâmetros fundamentais para o avanço das economias verdes – o que inclui medidas para a erradicação da pobreza e trabalhos verdes; alternativas para a geração de energia; água; segurança alimentar; urbanização e desastres. Além disso, os participantes da conferência irão debater políticas ecológicas para a conservação de oceanos e mares, além de mudanças climáticas e biodiversidade.

5. Que mudanças concretas podemos esperar da Rio+20?
Ainda é impossível prever que tipos de mudanças podem acontecer depois da Rio+20. Espera-se que, efetivamente, passe a vigorar um mecanismo internacional que permita aos países emergentes e mais pobres fazer a transição para uma economia verde, visando a manutenção da biodiversidade e o crescimento sustentável. No campo da diplomacia, espera-se que haja uma articulação conjunta para a redução das desigualdades sociais, econômicas e ambientais.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://revistaescola.abril.com.br

Dia Mundial do Meio Ambiente: Economia Verde

Economia Verde

No mês da concorrida Rio+20 e na semana do Dia Mundial do Meio Ambiente (5 de junho), o Rio de Janeiro dará mais um passo importante para se credenciar como centro de referência em pesquisas de tecnologias para o fomento da chamada economia verde. Se todos os países adotarem uma economia mais verde como modelo de desenvolvimento, em 20 anos seriam criados entre 15 e 60 milhões de novos empregos no mundo. A conclusão está no relatório Rumo ao Desenvolvimento Sustentável: Oportunidades de Trabalho Decente e Inclusão Social em uma Economia Verde, divulgado hoje (31) pela Iniciativa Empregos Verdes.

O grupo, que reúne especialistas do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Pnuma), da Organização Internacional do Trabalho (OIT), Organização Internacional de Empregadores (OIE) e da Confederação Sindical Internacional (CSI), mostra que o atual modelo de desenvolvimento não é mais capaz de gerar emprego produtivo e trabalho decente.

“Se a situação continuar como hoje, os níveis de produtividade dos países em 2030 serão 2,4% menores do que os atuais. Em 2050, esses níveis cairiam 7,2%. Os índices coincidem com estimativas de estudos sobre danos econômicos produzidos pela degradação do meio ambiente e a redução dos ecossistemas básicos”, sugere o relatório.

Em contrapartida, considerando apenas os empregos relacionados a produtos e serviços ambientais nos Estados Unidos, 3 milhões de pessoas já se beneficiam do novo padrão. Na União Europeia, existem 14,6 milhões de empregos diretos e indiretos na proteção da biodiversidade e recuperação dos recursos naturais e florestas, sendo mais de meio milhão só na Espanha.

Na Colômbia e no Brasil, os organismos internacionais destacaram a formalização e organização de quase 20 milhões de catadores informais. Ampliando as possibilidades de ocupação, o relatório aponta que o Brasil já criou cerca de 3 milhões de empregos com iniciativas sustentáveis, o que representa aproximadamente 7% do emprego formal.

De acordo com o estudo, é possível obter ganhos líquidos na taxa de emprego entre 0,5% e 2% do emprego total existente hoje. Mas os especialistas alertam que, para que o novo modelo funcione, é preciso combinar políticas.

As orientações indicadas no relatório elencam incentivos financeiros para estimular a mudança de padrões nas empresas, a adoção de um diálogo permanente com os diversos setores da sociedade e a garantia de políticas de mercado de trabalho que complementem políticas econômicas e socioambientais.

“A Lei Nacional de Garantia de Emprego Rural na Índia e na habitação social e os programas de bolsas verdes no Brasil são bons exemplos de políticas de proteção social que contribuem para o desenvolvimento sustentável”, destaca o documento.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://www.jb.com.br/ambiental

Dia dos Namorados Golden Stern na Walmart 2012

7 Formas de ser mais Sustentável no Trabalho

Para muita gente, o ambiente de trabalho é como uma extensão de casa, um lugar onde você passa a maior parte do dia (ou uma boa parte dele). Muitas empresas adotam atitudes que estimulam os funcionários a fazer descarte correto de lixo, economizar água, energia, copos de plástico e a manter um clima corporativo agradável, com uma convivência leve e amistosa.

A principal mudança, porém, deve partir de cada um. O melhor mesmo é trabalhar com uma nova postura diante dos seus gastos e atitudes – e não apenas cumprir a tabela das “regras” de sustentabilidade da companhia. Mas, se o seu local de trabalho ainda não coloca em prática algumas coisas básicas, como separar o lixo, o seu papel como colaborador é mais importante ainda. Veja algumas dicas de como você pode agir.

  • Deslocamento econômico

Carona solidária também pode ser praticada entre colegas de trabalho. O projeto Caronetas integra funcionários que trabalham em empresas próximas. Você pode incentivar a sua organização a se cadastrar – o serviço é gratuito.

  • Materiais de escritório

Separe o lixo: papel pode ir para a reciclagem ou ser reaproveitado em formas de bloquinhos. Objetos como papel-carbono, papel plastificado e fitas adesivas não são recicláveis, por isso, use com consciência. Segundo o Earth Works Group, os funcionários de escritórios jogam fora, em média, 500 quilos de material reciclável de boa qualidade por ano.

  • Pausa para o café

Não use copos descartáveis. Leve a sua caneca (ou garrafa para água) e deixe-a na sua mesa de trabalho.

  • Acúmulo de papel

Pense antes de imprimir. E, quando possível, use os dois lados da folha. Incentive seus colegas a fazerem o mesmo.

  • Tecnologia a favor

Algumas reuniões podem ser feitas à distância. Quando for o caso, incentive a ideia. Você economiza tempo, gastos com deslocamento e polui menos.

  • Um botão

Desligue o monitor quando for se afastar do computador para uma reunião ou na hora do almoço. Isso é bem fácil!

  • Disposição

Opine, dê suas sugestões sobre formas de economizar. Um postura do tipo “não é comigo” vai na contramão da sustentabilidade. Quando você se mostra disposto, serve de exemplo para outras pessoas.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://super.abril.com.br/


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