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Nutricionista dá dicas de alimentação para curtir o Carnaval

Carnaval é tempo de extravasar as emoções, pular, brincar. Isso tudo acompanhado de feijoadas, churrascos, de uma alimentação irregular e, por vezes, abuso de bebida alcoólica. Mas também pode ser tempo de melhorar e até mesmo mudar os hábitos alimentares, limpar o organismo. Por isso, a nutricionista Larissa Cohen dá dicas de como brincar o carnaval com saúde.

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Primeiro para quem vai enfrentar uma maratona de blocos, que no caso do Rio de Janeiro, por exemplo, pode ser interminável com os quase 500 blocos que se espalham pela cidade nos cinco dias de carnaval. “Para começar o dia, um café da manhã reforçado com suco natural, duas frutas e pão integral, para dar mais energia e mais fibra, também pode adicionar um tipo de queijo magro. O interessante é manter uma boa hidratação com água e sucos, levar castanhas ou barrinha de cereais para o bloco e não ficar muito tempo sem se alimentar para poder aproveitar bem o carnaval”, disse Larissa.

Para os adeptos da feijoada ou do churrasco, Larissa diz que não é preciso abrir mão do prazer de comer, mas o segredo é saber ser moderado. “Na feijoada sua atitude é como se você estivesse num almoço. Você tem que fazer o prato uma vez só. Pegar um pouco de arroz, um pouco das carnes, de preferência as magras, e salada. E sem repetir diversas vezes. Se você tiver tomado seu café da manhã, feito um lanche, ou pequena refeição antes da feijoada, você não chega com tanta fome” disse, afirmando que o principal é ter sua alimentação bem regulada.

E nesse ponto há algumas alternativas para quem quer aprender a comer bem. O Espaço Stella Torreão no Rio organiza a partir desta semana a chamada Semana Clean, que pretende limpar o organismo do folião através de dicas de nutrição, de atividade física e de culinária. Os preços vão de R$ 400 a R$ 600 para o curso em três módulos. “A proposta da semana clean é organizar o organismo para fazer uma limpeza e uma reenergização, trabalhar com alimentos que ajudem na limpeza do organismo para que as pessoas possam se sentir bem, para depois dar continuidade a um programa de perda de peso” explicou a nutricionista.

Na mesma linha, de saber cuidar bem da alimentação a atriz Sheron Menezzes vai participar de ações pelo Brasil para ensinar foliões de todo o Brasil a cuidar bem da alimentação, principalmente de tomar café da manhã reforçado antes da maratona de blocos, trios elétricos e desfiles. Larissa Cohen, entretanto, adverte que mesmo com boa alimentação é preciso alguns outros cuidados. “É importante começar um processo de limpeza antes de carnaval, até para que você possa seguir orientações durante a festa e não colocar tudo a perder. Mas é preciso ter cuidado com bebida alcoólica, mesclar sempre com água, comer muitas frutas e verduras”, ensina.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://diversao.terra.com.br

Como animar as crianças durante as férias

Para alguns pais – principalmente aqueles que conseguem férias do trabalho – a notícia é sinal de alívio e de mais tempo para passar com os filhos. Para outros, pode ser um pesadelo.

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O que fazer com as crianças? Que tipo de atividades elas mais gostam? Como entretê-las? Será que vão ficar entediadas? Devem passar mais tempo dentro ou fora de casa? Será que podem liberar o consumo de salgadinhos? Que besteirinhas gostosas elas podem comer nos dias de descanso?

Para ajudar os pais a decidirem o que fazer para agradar as crianças de forma saudável, segura e gostosa, a Dra. Renata Waksman, pediatra do Einstein, dá algumas dicas importantes e divertidas no vídeo abaixo.

Assista ao vídeo e depois leia sobre as comidas preferidas da garotada.

Comida nas férias

A melhor alternativa nesse período – em que muitas vezes as crianças passam o dia todo em casa sem a companhia dos pais – é saber barganhar. Não adianta proibir as guloseimas. Nas férias, doses de transgressão e fuga da rotina são merecidas, mas sem perder o controle.

Reservar um dia da semana para a sessão pipoca, por exemplo – com um filme que os pequenos gostem e acompanhada de refrigerante – não é condenável. O que não pode acontecer é ter lanches de fast food no almoço, sessão pipoca à tarde e pizza no jantar.

Escolhas inteligentes

Na hora de preparar as refeições das férias dá para ser flexível. Café da manhã, almoço e jantar devem ser mantidos, mas o lanche da tarde pode ser mais caprichado com sanduíches, bolos e, esporadicamente, alguma guloseima.

Envolver as crianças no preparo, além de ser divertido, pode ajudar no hábito da alimentação saudável. Elas podem escolher os recheios dos sanduíches e as frutas que vão virar suco ou salada. É uma atitude bastante positiva que aguça a curiosidade das crianças.

Confira algumas dicas para aliar férias e boa alimentação:

  • Biscoitos recheados
    Procure os tipos sem gordura trans – altamente prejudicial à saúde. Além de ricos em gordura, esse tipo de biscoito é bastante calórico; portanto, limite a quantidade de biscoitos por dia.
  • Salgados
    Prefira sempre os assados, por serem menos calóricos. Cada grama de gordura tem nove calorias; portanto, os salgados fritos não são indicados.
    Os recheios também devem ser levados em conta: evite os embutidos e queijos amarelos. Boas opções são aqueles à base de verduras e queijos como ricota ou minas.
  • Pipoca de microondas
    As opções light têm menor teor de gordura, mas nem por isso devem estar presentes todos os dias na alimentação das crianças. É recomendado o consumo uma vez por semana, desde que não seja no mesmo dia em que outros alimentos pouco saudáveis estejam presentes (como hambúrgueres, por exemplo).
  • Refrigerantes
    Se possível, evite oferecê-los às crianças. O refrigerante é artificial, possui açúcar e gás, por isso, caso não haja alternativa, o melhor é restringir a um copo por dia, no máximo, durante as férias.
  • Sucos industrializados
    A melhor opção é sempre o suco natural, mas já há opções de sucos prontos que são pouco calóricos e bem aceitos pelos pequenos. São práticos, dá para levar até em um piquenique.
  • Bolos e pães industrializados
    Escolha uma opção para cada dia. Pão e bolo no mesmo lanche resultam em carboidratos demais para a criançada. Os bolos mais indicados são os que não têm recheios ou coberturas. Já os pães podem ser integrais ou com grãos variados.
  • Pastel e cachorro-quente
    Ambos são altamente calóricos e pouco nutritivos. Devem ser deixados para ocasiões especiais e quanto menos opções de recheio melhor. No cachorro-quente: pão, salsicha, mostarda e catchup são suficientes. No pastel: recheios simples, como o de palmito, são mais indicados.
  • Pizza
    Prefira os recheios mais leves como mussarela, tomate e manjericão, atum, e as de vegetais como abobrinha. Os embutidos como pepperoni são calóricos e têm alto teor de sal.
  • Hambúrguer, batata frita e refrigerante
    O preferido entre as crianças! É chamado pelos especialistas de ‘trio explosivo’. O consumo deve ser limitado a ocasiões especiais, como um passeio no fim de semana. Se a criança comer esse tipo de lanche, as outras refeições devem ser ricas em legumes, verduras e frutas para compensar o dia.

Atividades saudáveis e inteligentes

As férias podem ser muito mais interessantes do que ficar dentro de casa assistindo a TV ou jogando vídeogame. Com mais tempo livre, o período é ideal para as crianças aproveitarem das atividades ao ar livre (passeios, jogos, esporte ou caminhadas com os pais, por exemplo) e também para aproximarem o seu contato com a natureza.

Outro bom momento das férias é que as informações aprendidas na sala de aula podem ser vividas de forma bem divertida. Visitas a parques, museus, zoológicos e exposições são ótimas pedidas para que matérias como Ciências, História, Artes e Geografia sejam internalizadas de forma lúdica e gostosa.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://www.einstein.br

Crescimento da Aids entre os jovens preocupa Ministro da Saúde

O crescimento dos casos de Aids entre os jovens, especificamente entre os homossexuais, é uma das “grandes preocupações” do Ministério da Saúde, afirmou nesta terça-feira (20) o ministro Alexandre Padilha. A informação foi divulgada durante apresentação, que apontou ainda o novo número de pessoas infectadas pelo vírus HIV no país.

Segundo levantamento da pasta, com informações do Programa Conjunto das Nações Unidas sobre o HIV/Aids (Unaids), o Brasil tem atualmente entre 490 mil e 530 mil soropositivos. Dado anterior, de 2010, utilizado pelo governo até então apontava que o país abrigava 630 mil infectados.

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Para o ministério, a queda é decorrente de trabalhos de prevenção. No entanto, mudanças na metodologia de pesquisa — que passou a abranger mais cidades brasileiras — causaram a redução do índice.

Os novos dados revelaram ainda um aumento na contaminação de jovens homossexuais, com idade entre 15 e 24 anos. Em 2002, homossexuais com essa faixa etária eram pouco menos de 40% dos casos. Novos dados apresentados apontam que essa mesma camada da população já ultrapassou os 50% dos casos.

“Essa geração não acompanhou o início da luta contra a Aids e nem perdeu ídolos por causa da doença, por isso a importância da sensibilização”, argumentou Padilha.

‘Fique Sabendo’
Por isso, os jovens são um público-alvo importante do programa “Fique Sabendo”, que vai oferecer testes rápidos para detectar HIV, hepatite e sífilis. A meta do Ministério da Saúde é examinar 500 mil pessoas no período.

Para atingir esse público específico, o Ministério pretende levar a campanha de mobilização para locais frequentados por jovens – com atenção especial para os homossexuais –, como boates e bares. Além disso, a campanha será feita nas redes sociais, assim como no rádio e na televisão.

Entre 2005 e 2011, o número de exames rápidos feitos no país aumentou de 528 mil para 2,3 milhões, pelo programa “Fique Sabendo”. Só este ano, de janeiro a setembro, foram distribuídas 2,1 milhões de unidades, e a expectativa do governo é encerrar 2012 com uma remessa de 2,9 milhões de testes só para detectar o vírus da Aids.

Cerca de 38 mil casos são diagnosticados anualmente no país. Quanto antes é descoberto o vírus, mais eficaz é o tratamento. Segundo o Ministério, cerca de 70% das pessoas que tomam o coquetel antirretroviral apresentam cargas virais indetectáveis.

A nova campanha começa na próxima quinta-feira (22) e vai até 1º de dezembro, o Dia Mundial da Luta contra a Aids.

Por região
A região com a maior concentração de casos da doença no país é o Sudeste, com 43,8% do total. Porém, na taxa de incidência por habitante, a doença aparece mais nos estados do Sul – o Rio Grande do Sul lidera a lista, com 40,2 casos para 100 mil habitantes, seguido pela Santa Catarina, com 36,4. O vírus é mais comum nas cidades maiores – acima de 500 mil habitantes –, e tem seus menores índices nos municípios com menos de 50 mil pessoas.

Porém, os números desses locais estão razoavelmente estáveis, e o que mais chama a atenção do Ministério nos novos dados é o aumento na quantidade de infectados nas regiões Norte e Nordeste. “Precisamos aumentar a capacidade de testagem e melhorar a qualidade dos serviços de tratamentos nessas regiões o quanto antes,” destacou Padilha.

Ainda segundo o governo, das 530 mil pessoas que estão com o vírus HIV no país, 217 mil estão em tratamento e 130 mil ainda não sabem que estão contaminadas, segundo o ministério. “Nossa meta com a campanha é fazer com que pessoas que façam parte desses 130 mil, tomem conhecimento e comecem a se tratar,” disse o ministro.

O levantamento aponta ainda que o número de mortes se mantém estável no Brasil, com uma média de 11,3 mil óbitos por ano ao longo dos últimos dez anos. A pasta atribui a estagnação dos números ao aumento do uso de preservativos, juntamente com o tratamento, à base de medicamentos antirretrovirais.

“Um diagnóstico precoce, juntamente com o tratamento, estão fazendo o número de mortes diminuir e a qualidade de vida dos pacientes aumentar”, afirmou Pedro Chequer, coordenador do Programa Conjunto das Nações Unidas sobre o HIV/Aids (Unaids) no Brasil.

Desde 2008, o exame é produzido no Brasil, pelo Instituto de Tecnologia em Imunobiológicos (Bio-Manguinhos), da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), e pela Universidade Federal do Espírito Santo (UFES).

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://g1.globo.com/bemestar

Fique Sabendo sobre AIDS

Aplicativos de Saúde – Boa Forma

Aplicativos de Saúde – Dieta e Saúde

Aplicativos de Saúde – Medida Certa

Coma A Fruta Não Proibida

Cerca de 27 milhões de Brasileiros nunca foram ao Dentista

Após o Dia Nacional do Cirurgião-Dentista e da Saúde Bucal, o presidente da Associação Brasileira de Odontologia (ABO), Newton Miranda de Carvalho, diz que gostaria de voltar ao sistema antigo em que, em vez de o profissional estar apenas no consultório, ele atuava nas escolas primárias. “Nós reduzimos muito o número de cáries com esse sistema”, afirma.

“O problema básico é que a educação para a saúde ainda é deficiente. A ação governamental ainda é insuficiente” acrescenta. De acordo com o Ministério da Saúde, o Brasil tem 22.139 equipes de saúde bucal em atuação. Mesmo assim, Carvalho conta que ainda há 27 milhões de brasileiros que nunca foram a um dentista, por falta de informação ou por falta de acesso. “As 22 mil equipes de saúde bucal que existem no Brasil são um grande avanço, mas insuficientes para colocar o problema da saúde bucal em patamares aceitáveis”, diz Carvalho.

Aline Lopes, dentista de um núcleo de saúde da família em Samambaia, cidade do Distrito Federal, destaca a importância da atuação de uma equipe como essa na comunidade. “A grande vantagem é que a gente consegue ficar próxima do paciente. Eu conheço as famílias que atendo. Consigo rastreá-las, acompanhá-las desde a raiz dos seus problemas”, conta.

O Brasil concentra o maior número de dentistas do mundo, mas “a má distribuição geográfica é o problema”, diz o presidente da ABO. Newton de Carvalho explica que em um simples exame o dentista pode detectar o início de problemas que vão de uma simples cárie até algo mais sério, como o câncer de boca.

“O câncer bucal esta aumentando de forma absurda. Em 2012, estimamos que cerca de 7 mil pessoas foram diagnosticadas com a doença. Para 2013, estimamos 14 mil. Isso é um índice muito alto, está dobrando em pouco espaço de tempo. É o fumo, o álcool, o sol sem proteção, a radiação ataca o lábio”, alerta Carvalho.

Além disso, o presidente da ABO explica que a literatura científica médica e odontológica é rica em exemplos de relações comprovadas entre a boca e doenças cardíacas e pulmonares, diabetes, hipertensão e até o nascimento de bebês prematuros.

Newton de Carvalho recomenda a ida ao dentista de seis em seis meses. “Que escovem os dentes de três a quatro vezes por dia e não deixem de ir ao dentista. Não é só quando o dente dói que devemos ir ao dentista. Muitas vezes, quando o dente dói o problema já está avançado”. Para ele, o Dia Nacional do Cirurgião-Dentista “não é só de comemorações, é para lembrar que existem doenças bucais”.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://noticias.terra.com.br

Cuide da Língua!


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