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Violência contra mulher é combatida com disque-denúncia

A proteção da mulher contra a violência conta com dois eixos importantes. Um deles, essencial para que providências sejam tomadas, é a denúncia. Sabendo da importância em se ter um canal de fácil contato com as mulheres e com o objetivo de prover este suporte, a Secretaria de Políticas para as Mulheres (SPM) conta com o Ligue 180 para receber queixas e conduzi-las às autoridades.

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Para que esse canal tenha sucesso, outro passo importante precisa ser dado: é necessário que as pessoas próximas a casos de abuso ou as próprias vítimas tomem a iniciativa de fazer a denúncia. Apenas com o conhecimento do abuso é possível tomar providências. Por esse motivo, a SPM também faz diversas campanhas para conscientizar e estimular a população a agir e não ficar calada mediante uma situação violenta. Um exemplo é a campanha “Violência contra as Mulheres – Eu ligo”. A ação visa é estimular as pessoas no geral, e não só as mulheres, a denunciarem abusos.

O Ligue 180

O número 180 da Central de Atendimento à Mulher é o canal criado para receber denúncias e orientar mulheres vítimas de violência. Visando aperfeiçoar esse atendimento, a SPM transformou o Ligue 180 em disque-denúncia, em março de 2014. No novo formato, as denúncias recebidas são encaminhadas aos sistemas de Segurança Pública e Ministério Público de cada um dos estados e Distrito Federal. Essa mudança significa tratamento às denúncias com maior agilidade e eficácia.

Dessa forma, a central dá início à apuração das denúncias ao mesmo tempo em que mantém a função de prestar informação e orientação a quem ligar. As ligações são gratuitas e o serviço funciona 24 horas.

A assessora especial da Secretaria de Enfrentamento à Violência da SPM, Ana Teresa Iamarino, explicou por que o serviço foi transformado em disque-denúncia: “O que a gente percebia antes é que essa era uma expectativa das mulheres que ligavam. Elas gostariam que aquele relato também fosse utilizado como forma de investigar o crime cometido”, destaca. Com a mudança, além de sugerir que a mulher procure a delegacia, também é possível encaminhar os dados para a delegacia. “Quando ela chegar no local, aquelas informações já vão estar lá e as pessoas cientes do acontecido”, afirma.

Ana Teresa também destaca os próximos objetivos da Secretaria de Proteção à Mulher com relação ao Ligue 180. O momento atual é de ampla divulgação do serviço e de conscientização de pessoas próximas às mulheres que sofrem violência. “Agora estamos passando pelo processo de divulgação da Central de Atendimento e do Ligue 180 com campanhas. Além disso, procuramos esclarecer que qualquer pessoa pode denunciar. Todo mundo que não tolera essa situação tem ferramentas para ajudar essas pessoas”, alerta.

Tipos de denúncias

De acordo com o levantamento, em 2013, o percentual de municípios de origem das chamadas subiu de 50% para 70%. Cresceu também, em 20%, a porcentagem de mulheres que denunciaram a violência logo no primeiro episódio. Relatos de violência apontam que os autores das agressões são, em 81% dos casos, pessoas que têm ou tiveram vínculo afetivo com as vítimas.

Dessas estatísticas, o principal ponto a ser comemorado é o aumento das denúncias no primeiro episódio. Para Ana Teresa, esse dado mostra que as mulheres têm conseguido identificar e tomar uma atitude já no início das agressões. “O mais significativo foi esse aumento do número de mulheres que ligaram no primeiro episódio de violência. Isso representa uma mudança de comportamento. Apesar de a maioria das denúncias ainda serem de mulheres que sofrem violência há muito tempo, esse crescimento mostra que as mulheres agora já conseguem tomar uma atitude desde o início”, destaca.

A violência física representa 54% dos casos relatados e a psicológica, 30%. No ano, houve 620 denúncias de cárcere privado e 340 de tráfico de pessoas. Foram registradas ainda 1.151 denúncias de violência sexual em 2013, o que corresponde à média de três ligações por dia sobre o tema.

Agressores são pessoas próximas

Em 62% dos casos que chegaram ao Ligue180, a violência é cometida por companheiros, cônjuges, namorados ou amantes das vítimas. Os relatos de 19% apontaram como autores das agressões os ex-companheiros, ex-maridos e ex-namorados. Apenas 6% da violência têm como autores pessoas externas às relações afetivas.

Crescem denúncias no primeiro episódio

Houve aumento no número de mulheres que denunciaram a violência logo no primeiro episódio, chegando a 3.150 em 2013.  O crescimento indica que as mulheres estão perdendo o medo de fazer denúncias assim que as agressões se iniciam.

O balanço sinaliza que a sociedade brasileira começa a se mostrar menos tolerante à violência contra a mulher. Um grande número de registros foi feito por mães (2.023) e vizinhos (2.211).

As agressões são rotineiras

O histórico do Ligue 180 revela que os laços afetivos são construídos sobre bases violentas,  com uma frequência de agressões muito alta. As denúncias apontam que 25% das vítimas sofrem violência desde o início da relação. Em 22% dos casos, no período de um mês a um ano do relacionamento. Em 42% dos casos, a violência é diária. Em 32%, a ocorrência é semanal.

As vítimas ficam expostas a relações com seus agressores por um longo período. Em 38% dos casos, o tempo de duração do relacionamento corresponde a 10 anos. Isso significa que, em 19.673 registros de denúncias, as mulheres estão em contato com seus agressores por mais de uma década.

Período reprodutivo

A percepção de risco de morte foi indicada em 42% dos relatos. A possibilidade de espancamento foi percebida em 16% e dano psicológico, em 17%.

O Ligue 180 foi majoritariamente procurado por pessoas do sexo feminino (88%) em 2013. Quanto à idade, 78% das mulheres estão na faixa etária de 20 a 49 anos, no período produtivo e reprodutivo.

A maioria das vítimas tem filhos (82%) e uma grande parte desses (64%) presencia a violência contra elas. Os filhos são agredidos junto à mãe em 19% dos casos que chegaram à central.

As vítimas de agressão pertencem a todas as faixas de escolaridade, com predominância do ensino fundamental em 31% dos casos e médio, em 29%; 9% cursam ensino universitário e 1% das vítimas é formado por analfabetas.

Acesso do serviço pelos municípios

Dos 26 estados e DF, 23 tiveram mais de 50% de seus municípios com acesso ao serviço da SPM. Em 2013, o Ligue 180 chegou a 3.853 municípios, incluindo nesse atendimento 318 novas cidades.

As regiões Norte e Nordeste apresentaram aumento médio de 15% no número de cidades atendidas, em 2013, em relação ao ano anterior.

O levantamento revelou que o Ligue 180 foi acessado por municípios com população inferior a 10 mil habitantes. Houve aumento de 200 registros feitos por habitantes da zona rural, chegando a 4.644 em 2013, o que demonstra que o atendimento está chegando a locais onde há carência de serviços especializados.

O Distrito Federal, Rio de Janeiro, Espírito Santo, Pará e Pernambuco lideram o ranking com maior número de municípios atendidos pelo Ligue 180 no ano passado.

Aplicativo Clique 180

Com o objetivo de ampliar as plataformas de denúncias foi lançado um aplicativo para celular, o Clique 180. Com o aplicativo, as mulheres vítimas de violência e as pessoas que testemunharem essas situações podem a partir de agora fazer denúncias por meio do tablet ou smarthphone.

Desenvolvido pela ONU Mulheres, entidade das Nações Unidas para a Igualdade de Gênero e o Empoderamento das Mulheres, em parceria com a SPM e apoio da Embaixada Britânica, o Clique 180 atende tanto mulheres em situação de violência, quanto pessoas que não compactuem e queiram ajudar denunciando as agressões.

O aplicativo permite acesso direto à Central de Atendimento à Mulher – Ligue 180, da Secretaria de Políticas para as Mulheres da Presidência da República (SPM-PR).

A ideia é reforçar o conceito de tolerância zero à violência contra a mulher e apresentar a Central de Atendimento à Mulher – Ligue 180, da SPM, como instrumento disponível a todos que não a aceitam.

Além do acesso à central da SPM, que recebe denúncias e fornece orientações, o Clique 180  contêm informações sobre os tipos de violência contra as mulheres, dados de localização dos serviços da Rede de Atendimento e sugestões de rota física para chegar até eles. Integram ainda o aplicativo conteúdos como a Lei Maria da Penha e uma ferramenta colaborativa para mapear os locais das cidades que oferecem risco às mulheres.

No Clique 180 são indicados, por exemplo, locais pouco iluminados ou onde há ocorrências de roubos nas cidades. Será disponibilizado um detalhamento da Lei Maria da Penha por capítulos, com explicações sobre cada tipo de violência que a mulher possa vir a ser exposta.

O aplicativo será permanente e está disponível para os sistemas iOS do iPhone e Android dos demais smartphones. Pode ser baixado na Apple Store ou na Google Play. Para tanto, basta digitar Clique 180 e seguir os passos de instalação.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://www.brasil.gov.br/

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Seja Contra a Violência. Rompa com as Agressões

Campanha-Combate-à-Violência-2015

Smartphones vão medir níveis de Colesterol e Vitamina D

Os smartphones já analisam batimentos cardíacos e consumo de calorias. Em breve, os celulares também vão medir os níveis de colesterol e de vitamina D das pessoas. Os primeiros testes foram realizados por pesquisadores da Universidade de Cornell, em Ithaca, Nova York. Os engenheiros desenvolveram um pequeno dispositivo que pode ser acoplado ao aparelho para analisar amostras de sangue.

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“O gadget permitirá que as pessoas obtenham informações sobre a sua saúde de forma rápida”, explica um dos pesquisadores. O dispositivo funciona como os aparelhos que medem diabetes. Ele parece um leitor de cartão de crédito que pode ser acoplado ao smartphone. Uma pequena fita com uma gota de sangue é inserida no gadget, que disponibiliza os resultados na tela do celular.

Segundo o engenheiro biométrico David Erickson, envolvido no desenvolvimento do dispositivo, o sistema leva apenas dois minutos para fazer a medição do colesterol. O gadget se encaixa exatamente sobre a câmera do celular. Para a análise, o usuário tira uma foto da reação química que ocorre quando seu sangue entra em contato com a fita. O smartphone então processa a imagem e determina os níveis de colesterol e vitamina D.

A tecnologia também funciona com a saliva ou com uma pequena amostra de suor do usuário. “Queríamos criar um sistema simples que permitisse às pessoas medir esses níveis em casa, sem precisar ir a um hospital ou a um laboratório”, diz o estudante Seoho Lee, que trabalhou ao lado de Erickson no projeto. Os pesquisadores agora tentam expandir a tecnologia para que ela também ofereça resultados de outras vitaminas e de doenças infecciosas.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://veja.abril.com.br/

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Saúde na COPA 2014

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Governo lança aplicativo Saúde na Copa para torcedores

Ministério da Saúde lançou em maio, um aplicativo, batizado de Saúde na Copa, voltado para torcedores brasileiros e estrangeiros. A ferramenta traz dicas com localização de farmácias e postos de atendimento mais próximos, e através dela, torcedores podem também informar qual o seu estado de saúde. “É uma via de duas mãos: o torcedor recebe dicas e, ao mesmo tempo, ajuda autoridades sanitárias a monitorar as condições de saúde em geral no período da Copa”, afirmou o secretário de Vigilância em Saúde do ministério, Jarbas Barbosa.

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As informações captadas pelos aplicativos serão analisadas por um Centro Integrado de Operações Conjuntas em Saúde, uma espécie de sala de controle que entra em operação nesta quarta-feira, 28, em Brasília, com ramificações nas cidades-sede. A equipe vai trabalhar até dia 23 de julho, com esforço redobrado nos dias de jogos. A ideia é captar informações sobre problemas relacionados à saúde, como intoxicações alimentares, infecções, acidentes e coordenar as medidas que devem ser adotadas para socorro.

A expectativa do governo é a de que a vinda de torcedores para jogos da Copa não provoque impacto no sistema de saúde. “Experiências mostram que 1% a 2% dos viajantes necessitam de atendimento médico. Desse grupo, 99,5% a 99,8% são atendidos na própria arena”, disse o ministro da Saúde, Arthur Chioro.

A atribuição do atendimento médico é dividida com a Fifa. Dentro dos estádios e num raio de até dois quilômetros o atendimento cabe à federação de futebol. Extrapolado esse limite, a atribuição é das secretarias municipais e estaduais. Barbosa afirma também que o ministério não teme um aumento de risco de doenças infecciosas, como sarampo.

“Cerca de 75% dos viajantes que vêm ao País no período da Copa são procedentes de países americanos, com perfil epidemiológico muito parecido com o nosso”, disse. Há alguns meses, autoridades sanitárias mostraram preocupação com relação ao sarampo, doença que apresenta número de casos elevados em alguns países. Nos últimos anos, profissionais da rede hoteleira e de setores com contato com turistas foram vacinados. “De qualquer maneira, a vigilância continua atenta. E, caso necessários, medidas de bloqueio são adotadas.

O centro nacional de operações vai funcionar em Brasília, com boletins diários sobre atendimentos de saúde, inspeções sanitárias, fichas de atendimento nas arenas. O centro tem como responsabilidade coordenar a Agência Nacional de Vigilância Sanitária, a Agência Nacional de Saúde Suplementar e informações prestadas pelas secretarias de saúde. “Tenho convicção de que chegamos preparados e demos passos consistentes para formar um sistema de saúde integrado para lidar em grandes eventos e para proteger turistas, sejam estrangeiros ou brasileiros”, disse Chioro.

As atividades de vigilância não ficarão restritas aos estádios. Elas deverão também ser feitas nos hotéis oficiais, rede assistencial, bares e restaurantes e centros de treinamento. Um grupo de 10 mil pessoas foi treinado para identificar situações de emergência.

Planos de contingência, preparados para atender problemas como acidentes com múltiplas vítimas, com produtos químicos, radiológicos, biológicos, nucleares ou outros desastres foram preparados e testados.

As secretarias estaduais e municipais vão montar em locais próximos dos estádios postos médicos avançados, que funcionarão como Unidades de Pronto Atendimento. As atividades poderão ser complementadas pela Força Nacional do Sistema Único de Saúde, caso seja necessário.

O aplicativo “Saúde na Copa” está disponível para iOS e Android

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Vacinação 2014: Mantenha Em Dia

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Você conhece todas as vacinas oferecidas pelo SUS?

As primeiras ações de imunizações no Brasil datam de 1804. Mas foi no ano de 1973 que foi criado o Programa Nacional de Imunizações (PNI) doMinistério da Saúde. E por meio do PNI o Sistema Único de Saúde (SUS) disponibiliza todos os anos mais de 300 milhões de doses de vacinas. Ao todo, são oferecidos gratuitamente 42 tipos de imunobiológicos e 25 vacinas. Mas você sabe quais são as vacinas e quem deve tomá-las?

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Antes do PNI, as ações de imunização eram caracterizadas pela descontinuidade e pela baixa área de cobertura. Criado com o objetivo de coordenar essas ações, o Programa – em 40 anos – transformou o Brasil em um dos países que oferece o maior número de vacinas do mundo.

A coordenadora do PNI, Carla Domingues, destaca que o calendário de vacinação beneficia toda a família. “Nós temos um calendário para o adolescente, adulto e idoso, além da criança que já é rotineiramente vacinada. Então é importante que todas as pessoas conheçam o calendário de vacinação para que ele esteja sempre atualizado”, explica. Conheça abaixo o calendário nacional de vacinação atualizado e não deixe passar nenhuma vacina!

Todo esse esforço para imunizar a população está dando resultados. O Brasil alcançou a erradicação da poliomielite e da varíola, e a eliminação da circulação do vírus autóctone do sarampo, desde 2000, e da rubéola, desde 2009. Também foi registrada queda acentuada nos casos e incidências das doenças imunopreveníveis, como as meningites por meningococo, difteria, tétano neonatal, entre outras.

Das vacinas disponíveis hoje no SUS, 96% são produzidas no Brasil ou estão em processo de transferência de tecnologia. Isso só é possível porque existe no país um parque produtor de vacinas e imunobiológicos. É um importante patrimônio que deixa o Brasil em situação privilegiada em relação a outros países do mundo e possibilita o desenvolvimento científico e tecnológico.

Novas vacinas – Nos últimos quatro anos, o Ministério da Saúde introduziu sete novas vacinas. Em 2010, foi a vacina pneumocócica 10 valente e meningocócica C conjugada. Em 2012, incluiu a vacina penta (difteria, tétano, pertussis, Haemophilus influenza tipo b e hepatite B) e a vacina inativada poliomielite (VIP). Já em 2013, o PNI ampliou a oferta da vacina hepatite B, de 29 para 49 anos de idade.

Recentemente, o SUS passou a oferecer a vacina tetra viral, que protege contra sarampo, caxumba, rubéola e varicela, e é exclusiva para crianças com 15 meses que tenham tomado a primeira dose da tríplice viral. Em 2014, o Ministério já incluiu a vacina contra o HPV, e vai lançar ainda a vacina contra a hepatite A e a dTpa (difteria, tétano e coqueluche acelular) para gestantes.

Vacinação em Dia – O Ministério da Saúde lançou um aplicativo, o objetivo do Vacinação em Dia é estar no dia-a-dia da população em dispositivo móvel, com informações necessárias para garantir vacinação do cidadão e sua família. O aplicativo gerencia cadernetas de vacinação cadastradas pelo usuário. Além de ter informações sobre as vacinas disponibilizadas pelo SUS e função com lembretes sobre as campanhas sazonais de vacinação.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site:  http://www.blog.saude.gov.br/

Links para fazer o download do aplicativo “Vacinação em Dia” para dispositivos com Android e iOS

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