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Crises de asma costumam aumentar no inverno, aponta pneumologista da Fiocruz

A asma é uma das doenças crônicas mais comuns em todo o mundo e sua prevalência está aumentando tanto nos países desenvolvidos como naqueles em desenvolvimento, afetando pessoas de todas as idades. Nos países de baixa renda, calcula-se que comprometa 300 milhões de pessoas, provocando de 40 a 50 mil mortes anuais e gastos na ordem de 10 a 20 bilhões de dólares a cada ano. No Brasil, a asma tem sido uma relevante causa de hospitalizações, representando um dos maiores gastos do SUS na área.

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A asma é resultado da integração entre alterações genéticas e fatores ambientais e biológicos. Sua base genética fica evidente quando é focado o traço familiar. “Quando se faz o diagnóstico de asma, frequentemente se encontram outros asmáticos entre os pais, avós, tios e irmãos. Estudos demonstram que diversos genes estão envolvidos na patogenia da doença”, explicou Hisbello Campos, pneumologista do Instituto Nacional de Saúde da Mulher, da Criança e do Adolescente Fernandes Figueira (IFF/Fiocruz).

O traço genético da asma é o responsável pela impossibilidade de “cura”, exatamente como na hipertensão arterial, diabetes e outras doenças geneticamente determinadas. No entanto, frequentemente, quando a asma é leve na infância, em 50% dos casos ela desaparece na puberdade. “Isso independe de ter ou não sido tratada adequadamente e, provavelmente, está relacionada às alterações hormonais que acontecem nessa idade. Em parte dessas pessoas nas quais os sintomas da asma desapareceram, eles ressurgem na idade adulta”, esclareceu Hisbello Campos.

Corticosteroides como base do tratamento

Nesta época do ano há um aumento nos índices de crises de asma devido ao frio, poeira, mofo, fumo e por conta de as pessoas permanecerem mais tempo em ambientes fechados, aumentando a exposição aos fatores desencadeantes. “Os principais sintomas da asma são falta de ar (dispneia), tosse (predominantemente seca e noturna), chiado no peito e sensação de opressão torácica. Na asma alérgica, os sintomas agudos estão, mais frequentemente, associados à exposição a ácaros, odores, fumaça, mofo, epitélio animal e outros. Nas formas não atópicas da asma (sem predisposição genética), os sintomas podem estar relacionados ao exercício vigoroso, às mudanças climáticas, ao emprego de determinados medicamentos, à ingestão de determinados alimentos, a poluentes atmosféricos, emoções fortes e outros”, disse o especialista.

O pneumologista lembra que uma pessoa com sintomas respiratórios como tosse, cansaço ou falta de ar deve procurar um médico. O tratamento da asma visa diminuir a inflamação, para isso, utiliza os corticosteroides por serem os mais potentes e fisiológicos dos anti-inflamatórios, o que os torna os melhores remédios para o tratamento da doença. “A falta de ar é o sintoma que mais incomoda o asmático, por isso, na maior parte das vezes, o esquema terapêutico associa o corticosteroide ao broncodilatador. Deve-se ter claro que o tratamento correto da asma inclui mais do que medicamentos, requer mudanças comportamentais para evitar os fatores desencadeantes de sintomas. Para isso, o processo de esclarecimento ao paciente acerca da doença e de sua participação no tratamento é fundamental para promover e manter as alterações comportamentais necessárias”, finalizou Hisbello Campos.

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Entenda o que é Asma Cardíaca

Em prol do Dia Nacional do Controle da Asma, no último domingo, 21 de junho, cardiologista do HCor explica que, quando a insuficiência cardíaca provoca sintomas iguais aos da asma, o paciente pode agravar a situação com tratamentos equivocados.
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Asma e insuficiência cardíaca são doenças bem diferentes. A primeira é causada pela hipersensibilidade e alergia das vias respiratórias. Já a segunda, como o nome sugere, é resultado de falhas no funcionamento do coração. Uma doença não tem relação direta com a outra. Contudo, existem níveis leves e moderados de insuficiência cardíaca que provocam acúmulo de fluídos nos pulmões (edema pulmonar). Isso causa falta de ar, “chiado no peito” e tosse, sintomas típicos da asma.
A confusão acontece principalmente quando a pessoa desconhece sua condição cardíaca, por ser muito leve. Se houver histórico de asma, doença que atinge cerca de 10% da população brasileira, a confusão no momento de crise se torna ainda mais provável. E é justamente nesse momento que a saúde fica em risco.
Em prol do Dia Nacional do Controle da Asma, neste domingo, 21 de junho, o Dr. Enrique Pachón, cardiologista e responsável pelo Serviço de Arritmias Cardíacas do Hospital do Coração (HCor), explica que os medicamentos usados contra crises de asma podem agravar a descompensação da insuficiência cardíaca, criando uma emergência médica perigosa. “Isso acontece porque esses medicamentos podem acelerar o ritmo cardíaco, intensificando o problema ou até causando arritmias diversas que podem ser muito graves”, explica Dr. Pachón.
Para evitar essas confusões, prevenção e diagnóstico precoce são fundamentais. Recomenda-se um check-up com exames específicos para o coração a partir dos 30 anos. Se houver histórico familiar de doenças cardíacas, os exames podem ser realizados ainda mais cedo. “Também são fatores de risco pressão alta, diabetes, anemia, obesidade, consumo abusivo de álcool e outros problemas cardíacos”, afirma o cardiologista do HCor.
Existem tratamentos clínicos e cirúrgicos, incluindo até o uso de marca-passos especiais para o controle da insuficiência cardíaca. Quem sofre dessa doença precisa controlar os fatores de risco, fazer boa alimentação sem excesso de sal e praticar exercícios físicos, com orientação médica. Isso reduz o risco de crises e complicações.
A insuficiência cardíaca é mais comum em idosos e, segundo estudo realizado pelo SUS, essa foi a causa de 300 mil internações no país em 2009, ano em que foi feita a última avaliação de sua incidência. Apesar de menos comum, alguns pacientes podem apresentar as duas condições de forma independente (asma e insuficiência cardíaca), o que exige do médico um cuidado extremo para que os medicamentos utilizados no controle de um problema não venham a agravar o outro. De modo geral, o tratamento passa a ser combinado entre o cardiologista e o pneumologista de forma a se produzirem os melhores resultados.
Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://www.segs.com.br/

Dicas para Prevenir Crises de Asma

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Asma é quarto principal motivo de internações hospitalares

Hoje, 21, é comemorado o Dia Nacional de Controle da Asma. A doença atinge cerca de 20 milhões de brasileiros e é responsável por cerca de três mil mortes por ano, sendo a quarta em motivo de internação no país. Só em 2011, foram 174.500 hospitalizações, de acordo com o Ministério da Saúde.

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Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), são 300 milhões de pessoas no mundo com a doença. A asma é uma das causas mais frequentes de faltas à escola e ao trabalho, refletindo na redução da produtividade nas empresas.

O Dia Nacional de Controle da Asma é comemorado no mesmo dia do início do inverno no Brasil. A estação é responsável pelo aumento de 35 a 50%  nos casos de internação de doenças respiratórias. Na Bahia, a Secretaria Estadual de Saúde não possui dados da incidência de asma no Estado.

Os principais sintomas da asma são a tosse frequente, falta de ar e chiado no peito, manifestados principalmente à noite, aponta o médico Guilhardo Ribeiro, professor adjunto da Escola Bahiana de Medicina e chefe do serviço de pneumologia do Hospital Santa Izabel.

“Mofo, poeira, fumaça, pelo de animais como gatos e cães, ou cheiros fortes como perfumes e incenso podem ajudar a desencadear uma crise de asma” ressalta Ribeiro. O médico também lembra que no inverno os casos crescem pois o frio deixa as vias áreas mais sensíveis a esses fatores ambientais citados.

O exame indicado para se diagnosticar a asma é a espirometria, que tem como objetivo medir a quantidade de ar que o paciente consegue expirar e a respectiva velocidade. Os resultados permitem perceber se existe obstrução à passagem do ar nas vias aéreas, principal característica da asma; e a  inflamação das vias respiratórias, deixando os brônquios estreitos.

Ribeiro destaca um outro tipo de asma, a silenciosa, recorrente em pessoas obesas. “As pessoas acima do peso quando fazem exercícios se cansam e em sua maioria, acham ser pela atividade praticada, mas quando descobrem que é asma e se tratam, voltam a fazer execícios normalmente”.

Rinite alérgica

Quase 90% dos portadores de asma têm rinite e 40% dos pacientes portadores de rinite têm ou poderão ter asma se não tratados. Na verdade, a asma e a rinite são doenças inter-relacionadas. Em Salvador a taxa de pacientes com rinite alérgica é próxima aos 40% em crianças de 6 a 7 anos, a maior incidência entre as cidades brasileiras.

O pneumologista Guilhardo Ribeiro indica algumas medidas que podem reduzir as crises e prevenir a doença, como: evitar o ganho de peso, tratar a rinite, alimentação saudável, praticar atividade física que ajuda na diminuição da inflamação, evitar ingerir analgésicos, lavar as roupas guardadas por longos períodos de tempo e evitar mudanças bruscas de temperatura.

“O aleitamento materno prolongado, de 3 a 6 meses, é super importante também, além da mãe durante a gravidez e pós-parto não fumar e ficar longe de fumantes.”

Ainda segundo o especialista, o mais indicado é antecipar o diagnóstico e iniciar o tratamento mais precocemente possível. O médico faz ainda uma ressalva: “Todo asmático deve ter por escrito na carteira que procedimento e medicamento tomar quando for necessário e ele não estiver próximo a uma unidade médica.”

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site:  http://atarde.uol.com.br

Asma mata cerca de 2,5 mil pessoas por ano no Brasil

No dia 21 de junho começa oficialmente o inverno e também é comemorado o Dia Nacional de Controle da Asma. De acordo com a Sociedade Brasileira de Pneumologia e Tisiologia (SBPT) a asma atinge mais de 22 milhões de brasileiros. Embora seja uma doença tratável – com medicamento oferecido gratuitamente na rede pública – a doença ainda mata cerca de 2,5 mil pessoas por ano, de acordo com o Ministério da Saúde

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Ainda segundo a SBTP, o número de asmáticos aumenta a cada ano. “Se não for devidamente controlada, a asma pode interferir em toda a função pulmonar do indivíduo, levando a infecções pulmonares e pneumonia”, ressalta o pneumologista do Hospital Nossa Senhora das Graças, João Adriano de Barros.

O inverno é um período favorável para desencadear a doença. A estação fria e o ar seco transformam-se em mecanismo irritante das vias aéreas o que pode propiciar crises de asma. “A asma é uma inflamação aguda das vias aéreas, que causa o fechamento dos brônquios, levando a dificuldades respiratórias”, explica João Adriano.

Além do clima, a predisposição genética, a poeira e ácaro também são fatores que levam ao processo inflamatório.

A doença propicia também o aparecimento de refluxo do estômago para o esôfago e pode gerar alterações crônicas brônquicas, como bronquiectasias (brônquios dilatados e deformados) e bronquite irreversível. “Se não for adequadamente tratada, além das frequentes ida ao pronto-socorro e internações, a asma pode levar à morte”, enfatiza o pneumologista.

Sintomas e tratamento

Os sintomas da doença podem surgir em qualquer fase da vida. “O mais comum é aparecerem na infância, porém podem ocorrer muito tempo depois. Há pacientes que começam a ter crises quando são idosos”, conta o pneumologista.

É importante ressaltar que há pessoas alérgicas que não desenvolvem o problema. “A manifestação da alergia é variável. Podemos dizer que a maioria dos pacientes com asma são alérgicos, porém nem todo alérgico tem ou terá asma”, informa João Adriano.

O diagnóstico da doença é feito por consulta médica, testes físicos e pela espirometria, exame que mede a função pulmonar. O tratamento é realizado com o uso de medicamentos anti-inflamatórios e preventivos e de medicamentos inalados, que, segundo o pneumologista, costumam ser mais eficazes.

Uma boa educação sobre a doença também é necessária. “Não adianta agir como se ela não existisse. Usar os medicamentos indicados diariamente, retirar todos os fatores agravantes da asma (tapete, cortina, livros no quarto, bichos de pelúcia, etc.) e aliar esses cuidados com exercícios físicos, controle do peso e de estresse emocional é essencial para um bom controle da doença”, ensina.

A asma costuma afetar muito a qualidade de vida do paciente, por isso, o seu controle e dedicação no tratamento são tão importantes. “Alterações no sono, em suas atividades físicas e de lazer são comuns quando o tratamento não é adequado”, salienta o médico.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://www.jb.com.br

Vitamina D, a vitamina do sol, pode ajudar no tratamento de asma

A pesquisa indica uma relação entre baixos níveis de vitamina D, que é fabricada pelo corpo durante a exposição ao sol, à piora dos sintomas da asma.

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Dentre os resultados do trabalho, os especialistas descobriram que o contato com a luz solar “acalma” uma parte do sistema imunológico que é estimulada em excesso pela asma.

O tratamento de pacientes asmáticos com a administração de vitamina D, no entanto, não foi testado pelo estudo.

As pessoas que têm asma apresentam dificuldades para respirar quando suas vias aéreas ficam inchadas, inflamadas e contraídas, e elas geralmente são tratadas com esteroides, mas nem todos respondem bem.

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“Nós sabemos que pessoas com altos níveis de vitamina D conseguem controlar melhor sua asma – esta conexão chama bastante a atenção”, disse a pesquisadora Catherine Hawrylowicz.

A equipe da cientista investigou o impacto da vitamina em uma substância química do corpo humano, interleucina-17.

Trata-se de uma parte vital do sistema imunológico que ajuda a combater infecções.

Entretanto, ela também pode causar problemas quando atinge níveis muito altos e já foi relacionada intensamente à asma.

Neste estudo, divulgado na publicação especializada Journal of Allergy and Clinical Immunology, a vitamina D foi capaz de reduzir os níveis de interleucina-17 em 28 pacientes.

Testes clínicos

A equipe do King’s College realiza agora uma série de testes clínicos para ver se a administração de vitamina D pode realmente ajudar os pacientes de asma a lidarem melhor com os sintomas da doença.

O foco do estudo deve ser os pacientes que não respondem bem aos esteroides, e produzem sete vezes mais interleucina-17 do que os outros.

“Nós acreditamos que tratar as pessoas com vitamina D pode fazer com que os pacientes resistentes aos esteroides passem a responder a eles ou permitam que aqueles que já conseguem controlar sua asma tomem menos esteroides”, disse Hawrylowicz.

A especialista explica que uma cultura de se cobrir no sol e usar protetor solar pode ter aumentado as taxas de asma, mas ela aproveita para alertar que “sol demais faz mal”.

Efeitos colaterais

Malayka Rahman, da organização de caridade britânica voltada para o tratamento e esclarecimento sobre asma, a Asma UK, valoriza os resultados do trabalho.

“Para a maioria das pessoas com asma, os remédios atualmente disponíveis são uma forma efetiva de controlar a doença, mas nós sabemos que eles não funcionam para todos, e é por isso que pesquisar novos tratamentos é vital”, disse.

Ela também menciona o fato de muitos destes medicamentos apresentarem efeitos colaterais – algo que poderia ser aliviado com uma diminuição da quantidade de remédios ingeridos pelos asmáticos.

“Também sabemos que muitas pessoas com asma se preocupam com os efeitos adversos dessas drogas, então se a vitamina D reduzir a quantidade de remédios necessária, isto teria um impacto enorme na qualidade de vida desses pacientes”, afirmou.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site:  http://www.bbc.co.uk

Asma e os cuidados com as doenças crônicas no inverno

Hoje fiquei sabendo que uma colega dos tempos da faculdade morreu por causa de uma crise de asma, aos 31 anos.  A notícia é tão triste e devastadora para uma família, para quem vivia com ela, que nenhuma palavra a respeito faz sentido….  E a notícia me fez lembrar da morte da estudante de medicina Paula Sibov, de 24 anos, que caiu de um penhasco no vale do Colca, no Peru – amigos contam que ela tinha asma, estava cansada e com falta de ar, e por isso subiu numa mula para fazer o percurso (as duas notícias não tem ligação nenhuma, nem a morte da garota pode ser atribuída a isso, mas na minha cabeça a associação foi feita…).

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Essas mortes são um alerta para o fato de que doenças crônicas que aparentemente parecem simples e comuns ainda são bastante perigosas – e é preciso fazer alertas constantes sobre os riscos que elas trazem e os cuidados permanentes que inspiram, não importa onde estejamos.

Mesmo já tendo um arsenal para controlar as crises (medicamentos combinados de uso contínuo que devem ser usados diariamente, além das tradicionais “bombinhas”), ainda pode ser difícil manter a asma sob controle. A gente não percebe, mas cerca de 350 mil pessoas são internadas todos os anos no País por causa da asma, segundo dados do Ministério da Saúde. E, no ano passado, mais de 800 pessoas morreram devido a doença, como essa minha colega – a maioria dos registros ocorreu na região Sudeste.

Aliás, publicações científicas tem mostrado que, apesar do aumento de medicação, atendimento e informação a ocorrência da asma tem crescido nas últimas décadas. E os motivos, segundo vários autores, podem estar ligados ao nosso estilo de vida – cidades com ar mais poluído, maior contato com substâncias alergênicas, produtos químicos de todo tipo, ar condicionado sem manutenção adequada.  E nos meses de inverno, com temperaturas mais baixas, registram sempre um crescimento das internações e mortes.

Como a doença ainda não tem cura, é muito importante que os pacientes realmente levem a sério o tratamento, e sigam direitinho as recomendações médicas – para cada caso, há uma indicação, um tipo de remédio, e quem define isso é o médico especialista. Além disso, muitas vezes, mais de um remédio é usado, até encontrar aquele que a pessoa se adapta melhor.

Para quem tem asma ou convive com quem tenha (marido, filhos, irmãos), selecionei abaixo algumas recomendações da Sociedade Americana de Asma, Alergia e Imunologia e do Ministério da Saúde.

Use os remédios prescritos pelo médico –  Use os remédios conforme o indicado pelo seu médico, mesmo quando não tem sintomas, quando está se sentindo bem. Há vários tipos de medicamentos disponíveis hoje no mercado. Alguns para uso diário, que ajudam a prevenir as crises. E outros para os momentos agudos. É importante seguir a recomendação e não esquecer do remédio. Não adianta lembrar só na hora da crise.

Mantenha a casa limpa – Passar pano úmido na casa diariamente, de preferência sem cheiro, o que reduz a chance de alergia. Álcool em gel é bastante indicado. Aliás, evite qualquer tipo de aromatizante (sprays, incensos, sachês), a chance  de provocarem alergia é alta, o que pode ser um fator desencadeante para uma crise.

Evite tapetes e almofadas felpudas – Qualquer objeto desnecessário que ajude a juntar muita poeira deve ser evitado. Piso de madeira ou frio no chão, sem tapetes – ou, se for usar, prefira tapetes de bambu ou outro material que acumule menos pó. Cobertores com pelo ou de lã também devem ser evitados – edredons de algodão são mais indicados, além de serem mais fáceis de lavar.

Faça exercícios – Em geral, andar de bicicleta, caminhar e nadar são atividades bastante indicadas por ajudarem a fortalecer a musculatura respiratória. Atividades muito intensas podem ser prejudiciais.

E, não custa reforçar, quem sente falta de ar quando faz algum esforço, tem muita tosse ou dificuldade para respirar, deve procurar um médico para fazer uma avaliação. Problemas crônicos são melhor administráveis quanto mais cedo forem diagnosticados.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site:  http://blogs.estadao.com.br


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