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Automedicação e Consumo Excessivo de Medicamentos

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Sabia que o Brasil é o maior consumidor de remédios no mundo? Sim, nós temos o costume de fazer nossa farmácia particular em casa e sempre que viajamos. Temos a idéia de que devemos seguir a vida sem dor, em estado de felicidade plena, segundo o professor de história cultural, Leandro Karnal. Esta cultura incentivada pelo investimento pesado em publicidade e lobby setorial, tem estimulado a automedicação e o consumo excessivo de medicamentos. Ao longo dos últimos 4 anos, as vendas nas farmácias aumentaram 42%.
Infelizmente, há dois extremos: de um lado estão aqueles que consomem em excesso e, do outro, estão aqueles que tem muita dificuldade de acesso, segundo a Datafolha e a Associação da Indústria Farmacêutica de Pesquisa (Interfarma). Metade dos brasileiros não consegue comprar todos os medicamentos que precisa, no tempo necessário do tratamento. Esse número pode piorar com o aumento do número de idosos.
O cenário ideal seria que todos nós tivéssemos acesso aos medicamentos prescritos por nossos médicos, desfrutando de um sistema de saúde eficiente, garantindo nossa qualidade de vida. Mas, enquanto isso não acontece, devemos estar atentos ao excesso do consumo de medicamentos e à automedicação, pois podem:
  • mascarar sintomas
  • dificultar o diagnóstico
  • agravar seu problema
  • causar riscos de interações medicamentosas negativas
  • resultar em intoxicações
Portanto, cuidado ao medicar-se através do Google ou da experiência de outras pessoas que não tenham formação médica.
Os medicamentos representam avanços importantes na cura de doença graves ou crônicas. Mas somente o médico poderá prescrevê-los na quantidade e tempo de uso corretos.
Informações parciais das fontes:
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Estudo: amigos fazem bem à saúde; saiba os motivos

Em busca de uma vida melhor, muitas pessoas gastam dinheiro com livros de autoajuda, horas em sessões de terapia e consultas médicas e até em remédios naturais. Mas existe uma poderosa – e gratuita! – arma secreta que pode ajudar a combater doenças como a depressão e ainda diminuir o envelhecimento precoce: os amigos! De acordo com a publicação Madame Noir , diversos estudos conduzidos ao redor do mundo têm indicado que eles não apenas melhoram a qualidade de vida como de fato podem fazer com que você viva mais.

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Descubra então dez benefícios que as amizades trazem para a sua vida:

1. Melhora geral na saúde. Durante um estudo de 10 anos na Austrália, cientistas concluíram que pessoas mais idosas com um amplo círculo de amigos tinham 22% menos chance de morrer durante o estudo em comparação com os indivíduos com poucos amigos. E os benefícios a longo prazo são ainda maiores. Em 2010, os estudiosos de Harvard concluíram que fortes laços de amizade mantém a saúde cerebral conforme envelhecemos. Outra pesquisa com 15 mil pessoas acima dos 50 anos mostrou que a memória dos socialmente ativos era melhor do que entre os mais solitários.

2. Força para lutar contra o câncer. Em 2006, um estudo com quase três mil enfermeiras com câncer de mama concluiu que mulheres sem amigos próximas tinham quatro vezes mais chances de morrer da doença do que as que possuíam 10 ou mais amigos. A amizade era encarada como uma forma de proteção. Nem mesmo a presença do cônjuge foi associada à sobrevivência.

3. Para eles também. Enquanto muitos estudos focam nas relações de amizade entre as mulheres, outras pesquisas mostram que os homens podem se beneficiar também. Em um estudo que durou seis anos com 736 suecos de meia-idade, ficou comprovado que a falta de amizade é tão perigosa quanto fumar quando se trata dos riscos de sofrer um ataque cardíaco.

4. Melhora na resposta imunológica. Pessoas com menos amigos têm quase o dobro de chance de morrer de doenças do coração e são duas vezes mais propensas a contrair gripes e resfriados – mesmo que estejam menos expostas aos germes por terem menos contato social.

5. Recuperação mais rápida. Cientistas que estudaram 42 casais em que um cônjuge possuía algum ferimento concluíram que as pessoas que se sentiam hostilizadas pelo parceiro demoraram o dobro de tempo para se curarem. O estudo mostrou ainda que nosso bem-estar social pode determinar se vamos ter uma recuperação rápida ou demorada de ferimentos mais graves ou mesmo de uma cirurgia.

6. A proximidade importa. A mesma pesquisa das relações conjugais indicou que a proximidade física também é importante. Um amigo que vive na sua vizinhança terá mais influência no seu bem-estar do que outro que more há quilômetros de distância. Até mesmo o bem-estar do seu vizinho tem impacto na sua saúde.

7. Amigos dos amigos também são importantes. Como toda a sua rede de contatos influencia a sua saúde, amigos mútuos – quando você divide uma pessoa com outro amigo próximo – também podem interferir na sua saúde. Por isso, é importante cuidar do círculo de amizade próximo, investindo nessas relações.

8. Contato social tem dose mínima indicada. Diversas pesquisas sugerem que, para manter nossa saúde, devemos interagir com outras pessoas por pelo menos seis horas por dia. Esse contato aumenta a sensação de bem estar e diminui preocupações e o estresse. Missão impossível? Preencha suas cota diária com um bate papo no café, almoço com os colegas do trabalho, conversas ao telefone, enviar e-mails e torpedos etc.

9. Crie laços no trabalho. Um estudo revelou que apenas 30% dos empregados possuem um grande amigo no escritório. Mas estes se dedicam mais ao emprego, são mais simpáticos com os clientes, produzem melhores projetos e ainda têm menos chance de se machucarem no dia a dia. Outro estudo, conduzido pelos especialistas do MIT, nos Estados Unidos, mostrou que até mesmo pequenas doses de interação social podem causar grandes ganhos na produtividade.

10. Manter a visão positiva. Em 2010, pesquisadores avaliaram 34 estudantes na Universidade de Virginia, nos Estados Unidos, levando-os para uma colina íngreme e colocando mochilas pesadas em suas costas. Depois, perguntaram a eles quão acentuado era o declive. Os estudantes que se mantiveram perto de amigos acreditavam que o declive era menor do que na realidade. O estudo concluiu que ter amigos a quem recorrer faz com que os problemas pareçam menores e a sua vida fique melhor.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://saude.terra.com.br/

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Ministério da Saúde repassa recursos para a prevenção de Dengue e Chikungunya

O período de chuvas este ano trará, além do perigo da dengue, uma nova ameaça à saúde: a febre chikungunya. Para intensificar as medidas de vigilância, prevenção e controle dessas doenças, o Ministério da Saúde irá repassar um recurso adicional de R$ 150 milhões a todos os estados e municípios brasileiros. Os recursos são para qualificação das ações de combate aos mosquitos transmissores das doenças Aedes aegypti e Aedes albopictus, o que inclui vigilância epidemiológica e o aprimoramento dos planos de contingência.

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Do total repassado, R$ 121,8 milhões serão destinados às secretarias municipais de saúde e R$ 28,2 milhões às secretarias estaduais. O recurso adicional é exclusivo para ações contra dengue e chikungunya e será repassado em uma parcela única. O valor representa um subsídio de 12% do valor anual do Piso Fixo de Vigilância e Promoção da Saúde de R$ 1,25 bilhão.

Em contrapartida, os municípios precisam cumprir algumas metas, como disponibilizar quantitativo adequado de agentes de controle de endemias; garantir cobertura das visitas domiciliares pelos agentes; adotar mecanismos para a melhoria do trabalho de campo; realizar o LIRAa (Levantamento Rápido de Infestação por Aedes Aegypti) com ampla divulgação nos veículos de comunicação locais; notificar os casos graves suspeitos de dengue, entre outras ações.

O número de casos registrados de dengue caiu 61% entre janeiro e 15 de novembro de 2014, em comparação ao mesmo período de 2013. Foram 1,4 milhão de casos em 2013 contra 566,6 mil neste ano, no mesmo período. Todas as regiões do país apresentaram redução de casos notificados, sendo que a região Sudeste teve a queda mais representativa, correspondente a 67%, seguida pelo Sul (64%), Centro-Oeste (58%), Nordeste (42%) e Norte (12%).

“Mesmo com a redução nos casos de dengue, a prevenção precisa ser mantida. A combinação do trabalho preventivo em cada residência, com as ações do poder público, é capaz de reduzir a presença do mosquito do Aedes aegypti no meio ambiente e, consequentemente, evitar epidemias”, afirma o ministro da Saúde, Arthur Chioro.

O estado com a maior diferença entre 2013 e 2014 foi o Rio de Janeiro, que conseguiu reduzir em 97% o número de casos, seguido pelo Mato Grosso do Sul (96%) e Minas Gerais (86%). Os óbitos por dengue no Brasil também apresentaram queda em comparação a 2013. Neste ano, foram 398 mortes, contra 652 confirmados no ano passado, uma redução de 39%.

O secretário de Vigilância em Saúde, do Ministério da Saúde, Jarbas Barbosa, alerta que a população deve redobrar os cuidados no período de dezembro a maio. “A população precisa fazer vistoria em suas casas para verificar o adequado armazenamento de água, o acondicionamento do lixo e a eliminação de todos os recipientes sem uso, que possam acumular água e virar criadouros do mosquito. Este mesmo cuidado deve ser adotado no ambiente público”, orienta o secretário.

LIRAa – Elaborado pelo Ministério da Saúde, em conjunto com estados e municípios, o Levantamento Rápido do Índice de Infestação pelo Aedes aegypti (LIRAa), é considerado um instrumento fundamental para orientar as ações de controle da dengue, o que possibilita aos gestores locais de saúde anteciparem as ações de prevenção. Até o momento, 1.824 municípios realizaram o levantamento, um crescimento de 26,8% em relação aos 1.438 municípios que realizaram a pesquisa no ano passado. O LIRAa revela que 137 municípios brasileiros estão em situação de risco para a ocorrência de epidemias de dengue, outros 659 em alerta e 1.028 cidades com índice satisfatório.

Segundo dados do LIRAa – pesquisa que identifica os bairros onde estão concentrados os focos de reprodução do mosquito – o panorama dos criadouros do mosquito varia entre as regiões. Enquanto na Região Nordeste, 76,1% dos focos está no armazenamento de água, na região sudeste 56% dos focos está no depósito domiciliar. Já as regiões Norte, Centro-Oeste e Sul tem no lixo o principal desafio, com taxas de – 42,5%, 45,5% e 47,3% –, respectivamente.

CHIKUNGUNYA – Em relação à febre chikungunya, o Ministério da Saúde registrou até 15 de novembro, 1.364 casos, sendo 125 confirmados por critério laboratorial e 1.239 por critério clínico-epidemiológico. Do total, 71 casos são importados, ou seja, de pessoas que viajaram para países com transmissão da doença, como República Dominicana, Haiti, Venezuela, Ilhas do Caribe e Guiana Francesa. Os outros 1.293 foram diagnosticados em pessoas sem registro de viagem internacional para países onde ocorre a transmissão. Destes casos, chamados de autóctones, 531 foram registrados no município de Oiapoque (AP), 563 em Feira de Santana (BA), 196 em Riachão do Jacuípe (BA), um em Matozinhos (MG), um em Pedro Leopoldo (MG) e um em Campo Grande (MS).

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://www.blog.saude.gov.br/

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Sem ressaca! 6 cuidados para manter a saúde em dia durante o Carnaval

Carnaval é o período ideal para quem deseja cair na folia e aproveitar a animação dos blocos, a companhia dos amigos, aquele passeio na praia ou até mesmo usar a folga para descansar. Seja qual for o destino, é preciso ficar atento aos cuidados essenciais com a saúde, evitando os excessos e os problemas após os dias de festa.

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O médico do programa Atenção Vital do Centro Clínico Gaúcho, Marco Wille, esclarece as principais dúvidas sobre alimentação, ingestão de bebidas alcoólicas e hidratação e traz dicas para prevenir os efeitos indesejados.

— É muito mais fácil e benéfica a prevenção do que o tratamento e o desconforto das consequências. Hábitos e comportamentos extremados são geralmente danosos —, aconselha o especialista.

:: Energéticos

Mesmo com a promessa de mais energia para resistir à folia, a ingestão de energéticos deve ser moderada. Isto porque grande parte destas bebidas possuem estimulantes como cafeína e ginseng que, em excesso, podem levar a taquiarritmias, distúrbios gástricos, cefaléia, tremores e outros sintomas indesejados. Quando combinados às bebidas alcoólicas, estes estimulantes também contribuem para o retardamento das consequências do álcool no organismo. Se houver excesso, quando o efeito destas substâncias passar, o organismo pode sofrer com uma resposta exacerbada do álcool.

:: Uso de remédios

A relação com o uso de medicações deve ser sempre observada caso a caso, de acordo com recomendação médica. Deve-se ter um cuidado especial com os remédios antieméticos, utilizados para combater a náusea e o vômito, porque vários deles podem causar sonolência e até sedação. Como a maior parte dos nossos problemas de saúde são autolimitados, muitas vezes o repouso, a dieta equilibrada e o tempo são os melhores remédios.

:: Infecções gastrointestinais

Os dias de folia exigem uma atenção especial com a alimentação. Fique atento ao risco de ingestão de produtos contaminados, que levam a infecções gastrointestinais. Observe a procedência e a aparência dos alimentos, atentando para os cuidados mínimos de higiene. Comidas gordurosas e carnes, que exigem uma digestão mais prolongada, aliados ao álcool, também facilitam complicações gastrointestinais. Casos de vômitos e diarréia isolados não requerem idas precipitadas ao médico. No entanto, episódios persistentes, associados a outros sinais de alerta, como febre e dor, necessitam de avaliação médica.

:: Bebidas alcoólicas

O excesso de álcool aumenta o risco de desidratação e hipoglicemia (diminuição da glicose no sangue). Para amenizar os problemas após a festa, devemos manter uma alimentação equilibrada e intercalada com a ingestão de água ou sucos naturais, o que, inclusive, contribui para amenizar os efeitos negativos da ressaca no metabolismo. Principal recomendação: evitar o exagero.

:: Desidratação

Durante o Carnaval, muitas pessoas permanecem em jejum prolongado e se movimentam além do habitual, provocando gastos de energia e perda de líquidos acima da média. Isto ajuda a ocasionar a desidratação. Para evitá-la, o ideal é manter o corpo sempre hidratado, bebendo muita água, e fazer cinco refeições diárias, preferindo os alimentos leves.

:: Cuidados com a pele

Nos dias de Carnaval, não se esqueça de manter o corpo e a pele hidratada. Use filtros solares compatíveis, o que previne queimaduras, o envelhecimento precoce da pele e ajuda a diminuir a incidência de câncer de pele. Dê preferência a roupas com fibras naturais, como algodão, linho e seda. Roupas sintéticas devem ser evitadas, já que podem ocasionar um efeito estufa sobre o corpo e aumentar a transpiração, mas não o resfriamento da pele, contribuindo, também, para o aparecimento de infecções produzidas por fungos, principalmente nas dobras da pele.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://zerohora.clicrbs.com.br/

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Proteja a sua saúde no Carnaval com essas nove dicas

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Março está chegando e, com ele, o tão esperado carnaval. A preocupação com diversão é tanta que é fácil se esquecer dos cuidados mais básicos com a saúde. O infectologista da Unifesp, Paulo Olzon Monteiro da Silva, explica que a alimentação errada, o abuso do álcool e a ausência de sono causam um desgaste muito grande ao organismo. “Há também os perigos do sexo sem camisinha e até das doenças transmitidas pelo beijo”, lembra o especialista. Você quer curtir todos os dias de folia com o pique lá em cima? Então siga os conselhos dos especialistas para manter a energia sem detonar a saúde.

Sexo? Só se for seguro 

Muitas doenças podem ser transmitidas pelo sexo. Paulo explica que a contaminação pelo vírus da Aids, da gonorreia, da herpes e da sífilis pode acontecer numa única relação sexual. Mas a camisinha, por si só, já é eficaz para prevenir esses problemas. “O preservativo é sempre o melhor método para evitar Doenças Sexualmente Transmissíveis (DSTs) e a gravidez. Optar por métodos contraceptivos, como a pílula do dia seguinte, pode prejudicar o organismo, pois causam alterações hormonais e não previnem a contaminação de doenças”, conta.

Não saia distribuindo beijos 

Não é apenas o sexo que pode transmitir doenças. Existem alguns vírus que podem ser passados também pelo beijo. Paulo explica que a mononucleose infecciosa, conhecida como a “doença do beijo”, é transmitida, principalmente, dessa forma. Ela pode causar febre, dor de garganta e até aumento do baço e do fígado.

A herpes labial também é adquirida através do beijo. Uma vez adquirida, ela será a sua companheira pela vida toda. Basta uma situação estressante ou alguma queda da imunidade para que as bolinhas avermelhadas apareçam na mucosa da boca. Mas fique tranquilo, ela só é transmissível enquanto estiver aparente.

Não abuse das substâncias energéticas 

Algumas substâncias, como o pó de guaraná e as bebidas energéticas, dão mais pique para curtir o carnaval. Mas o infectologista faz a ressalva: essas substâncias são ricas em cafeína e, se consumidas em excesso, atrapalham o sono na hora de dormir, causam gastrite e sobrecarregam o organismo, podendo levar até à arritmia cardíaca.

O especialista explica ainda que a quantidade segura é variável, pois a concentração de cafeína em cada cápsula varia de fabricante para fabricante. Além disso, o corpo se acostuma com a cafeína, que passa a ter menos efeitos, e o organismo precisa, progressivamente, de mais remédio para conseguir o efeito desejado.

Modere no álcool 

As bebidas alcoólicas são potencialmente diuréticas e, por isso, promovem uma eliminação de líquidos muito maior do que a ingestão em si e podem provocar desidratação. Paulo Olzon dá a dica: além de moderar no consumo de álcool, intercale um copo de bebida alcoólica com um de água. Dessa forma, os efeitos negativos, e até a ressaca, ficam mais brandos. Comer alguma coisa enquanto bebe também faz bem, pois mantém a glicose estável no sangue e evita que você passe mal.

Evite os remédios para ressaca

Paulo explica que o ácido acetilsalicílico pode provocar gastrite, principalmente durante a ressaca, quando o estômago já está comprometido. O paracetamol associado ao álcool pode levar a alterações de funcionamento do fígado.

Outros remédios para ressaca têm uma combinação de substâncias que ajudam a evitar os sintomas, mas não reparam os danos ao corpo. “O ideal é aproveitar a folia de maneira responsável, sem se esquecer de beber água, alimentar-se adequadamente e descansar o tempo suficiente para recuperação das energias”, recomenda o especialista.

Descanse 

O corpo precisa de seis a oito horas por dia para se regenerar. Caso ele não tenha esse o período de descanso, fica muito difícil manter o ritmo nos quatro dias. Em algum momento ele dará sinais de cansaço e esgotamento. Caso a folia vá até tarde, Paulo Olzon recomenda que seja feita uma compensação dormindo até mais tarde. Se não for possível, tirar um bom cochilo durante o dia já ajuda.

Cuidados com a alimentação 

“Antes das festas, evite alimentos ricos em gorduras, que tornam a digestão mais lenta e causam a sensação de estufamento”, adverte a nutricionista Roseli Rossi, especialista em nutrição clínica funcional. Ela recomendar fazer uma refeição ou um lanche reforçado com alimentos ricos em carboidratos (pão, arroz, batata, mandioca, milho, macarrão) antes de sair para a festa, para ter bastante energia.

Durante a folia, não fique mais do que quatro horas sem se alimentar. Escolha alimentos leves e que favoreçam uma rápida digestão, além de hidratação e nutrição, como barrinhas de cereais, frutas desidratadas, sanduíches naturais e sucos de frutas.

Passado o carnaval, a especialista recomenda uma dieta desintoxicante, com muita água, água de coco e sucos naturais, pobres em gorduras e carboidratos refinados. Isso ajudará a limpar e reequilibrar o organismo.

Hidrate-se 

A nutricionista Roseli Rossi recomenda que a hidratação seja feita com antecedência. ?O carnaval coincide com a estação mais quente do ano. Para uma hidratação correta, é necessária a ingestão diária de dois a três litros de líquidos antes mesmo das festas?, explica.

Para prevenir a desidratação causada pelo excesso de transpiração durante a diversão, consuma muita água, sucos naturais de frutas, água de coco ou até mesmo bebidas isotônicas, que repõem os eletrólitos como sódio, potássio, magnésio e cloro perdidos. Os sucos de frutas são uma ótima opção, pois, além de hidratar, fornecem um açúcar natural (frutose) que repõe a energia gasta e impede a hipoglicemia.

Cuidado com o sol

Como a incidência dos raios ultravioletas está cada vez mais agressiva em todo o planeta, os cuidados com o sol devem ser redobrados. Se você vai curtir o carnaval durante o dia, não se esqueça de proteger a pele. A Sociedade Brasileira de Dermatologia recomenda o uso de chapéus, camisetas e protetores solares, com Fator de Proteção Solar (FPS) mínimo de 15, reaplicado de duas em duas horas. Também deve ser evitada a exposição entre as 10 e 16 horas.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://www.minhavida.com.br/

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Dicas de como se alimentar corretamente durante o Carnaval

A busca pela boa forma física e a alteração nos hábitos alimentares são muito comuns no verão e no período de carnaval, em que a maioria das pessoas estão na folia dos trios elétricos ou procuram os litorais com suas belas praias, e é claro que todos querem estar em sua melhor forma.

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Algumas pessoas podem se sentir mais indispostas para comer, no verão, devido à própria temperatura, ou mesmo, por uma alimentação inadequada, com longos períodos de jejum, a falta do café da manhã, a ingestão de alimentados gordurosos e, principalmente, a ausência de líquidos durante o dia.

Em períodos de dias mais quentes, não podemos descuidar da alimentação, que requer cuidados essenciais para nos sentirmos mais dispostos, mantendo a forma com saúde.

Nesta época, o organismo necessita de um consumo maior de líquidos para compensar as perdas de água e eletrólitos decorrentes da transpiração.

Como ocorre uma diminuição do metabolismo basal dos indivíduos, a quantidade de calorias ingeridas ao longo do dia deve ser diminuída, para que não ocorra o ganho de peso.

O exagero de bebidas alcoólicas e comidas nem sempre saudáveis nos dias de folia, pode ser bastante prejudicial. A falta de líquidos, bem como as noites mal dormidas e o excesso de exposição ao sol, também podem agravar os malefícios a sua saúde.

É importante manter o corpo sempre hidratado com água, sucos naturais ou água de coco, evitando os refrigerantes, e para quem gosta de beber cerveja, é importante alternar com a água mineral o consumo. Para a reposição de eletrólitos, as bebidas isotônicas também são recomendadas, pois repõem os minerais perdidos.

Todos esses cuidados servem para prevenir-se a desidratação que tem como sintomas mais frequentes as câimbras, moleza no corpo, tonturas, vômitos, pouca urina, enjoos, vista turva, boca e pele secas ou descamadas.

Os desmaios são comuns com a queda de temperatura e pressão, nestes casos, recomenda-se tomar um suco de fruta natural como laranja, limonada ou água de coco, que possuem absorção rápida eeficiente nutrição.

No entanto, a preocupação com a alimentação não deve ser apenas com o tipo de alimento consumido, mas também com a procedência deste.

Para quem vai viajar, na hora de escolher as lanchonetes e restaurantes, opte por locais que ofereçam uma alimentação leve e balanceada.

Seria interessante, que nas principais refeições, almoço e jantar, dar preferência aos grelhados, verduras e legumes. Os vegetais também são ricos em fibras, importantes para a reposição de minerais que são eliminados pelo suor.

Se o destino de viagem for à praia, a preocupação deve ser ainda maior! Evite comer alimentos expostos ao sol ou as altas temperaturas, e observe os locais ou pontos de venda, se apresentam características de higiene adequadas.

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Para se refrescar nestes dias quentes, sorvete e picolés são sempre uma boa alternativa, principalmente os de frutas, pois são mais hidratantes e menos calóricos.

Na praia, tenha cuidado quando optar por frutos do mar e pescados, pois este tipo de alimento necessita de conservação adequada, sob refrigeração.

O mesmo cuidado, deve-se ter com os espetinho de queijo, camarão e ostras. Estes alimentos são extremamente perecíveis e sua exposição à altas temperaturas pode favorecer o crescimento de bactérias, que na maioria das vezes, são as principais responsáveis pelos quadros de intoxicação alimentar, tendo consequências desde as menos graves como indisposição, até as mais graves como diarreia intensa, desidratação e outras infecções.

Os cuidados devem ser tomados também com a procedência da água ingerida e, principalmente com o gelo, que também são responsáveis pelo desenvolvimento de infecções intestinais frequentemente.

Para quem preferir levar o próprio lanche fique atento, pois o natural e os recheados com molhos, maioneses e frios não são perigosos, pois estragam muito rápido.

As barras de cereais são uma boa pedida, pois, além de práticas, são gostosas e possuem em sua composição carboidratos e fibras, nutrientes ideais para manutenção do metabolismo.

Se a opção for pular atrás de um trio elétrico, não saia sem se alimentar. Coma de forma balanceada no almoço evitando os alimentos gordurosos, como carnes gordas e feijoada, que exigem um processo digestivo mais lento e em altas temperaturas, podem desencadear desconfortos gástricos, como vômitos e diarreias.

Lembre-se que o mais importante é a moderação no consumo de bebidas alcoólicas e constante hidratação, pois o que vale é aproveitar o feriado e curtir, sem deixar que nada atrapalhe a folia!

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Automedicação é um risco à saúde

A cena é comum: na farmácia, o cliente chega, pega a cesta de compras e, como se estivesse num mercado, escolhe diversas cartelas de remédios na intenção de resolver problemas de saúde que surgiram. A questão é que nem sempre os medicamentos foram receitados pelo médico, mas indicados pelo balconista, por colegas de trabalho ou pela propaganda na TV. No entanto, o resultado da automedicação pode ser perigoso.

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Dados do Sistema Nacional de Informações Tóxico-Farmacológicas (Sinitox) da Fiocruz apontam que há, por ano, 34 mil casos de intoxicação por uso indevido de remédios, com média de 91 mortes. “O problema não está na medicação em si, mas na prática abusiva e combinações perigosas. Fora o perigo de mascarar sintomas e agravar doenças”, diz Anthony Wong, toxicologista no Hospital das Clínicas e diretor do Centro de Assistência Toxicológica, em São Paulo.

A automedicação leva a riscos que vão desde reações alérgicas, diarreia, tonturas e enjoos, até anular eficácia de medicamentos ou potencializar efeitos colaterais. Outro risco é dependência física e psicológica, como nos casos de psicotrópicos (antidepressivos, ansiolíticos) que, tomados acima da dose, afetam sistema nervoso.

Remédios vendidos sem necessidade de receita – ácido acetil salicílico, paracetamol, dipirona e fitoterápicos – parecem inofensivos. Porém, a farmacêutica Fernanda Chalabi, da Office Lab, avisa que o uso indevido causa danos, principalmente no fígado, se tomados em excesso. “Já a aspirina tem ação anticoagulante e, se ingerida inadequadamente, pode acarretar úlcera.”

O endocrinologista Tércio Rocha ainda alerta quanto aos remédios para emagrecer – anfetaminas, laxantes e diuréticos. “Anfetaminas oferecem mais risco. Só fazem perder fome e capacidade de o organismo perder gordura. Diuréticos e laxantes só estimulam eliminação de líquidos. Aí cria-se uma falsa ideia de emagrecimento.” E até filtro solar deve ter aval médico. “A eficácia varia de pessoa para pessoa”, destaca o dermatologista Murilo Drummond, da Sociedade Brasileira de Dermatologia.

Colírio errado compromete visão e saúde
Estudo do oftalmologista Leôncio Queiroz Neto, do Instituto Penido Burnier, com 2,7 mil pacientes mostra que 67% já fizeram uso incorreto de colírio. Vasoconstritores, muito usados para clarear vermelhidões, predispõem a catarata precoce, alterações cardíacas e aumento da pressão arterial. E o uso contínuo de antiinflamatórios, associados a corticoide e antibiótico, eleva o risco de catarata e glaucoma.

Dúvidas
O que fazer em caso de reação alérgica a algum medicamento?
Procurar imediatamente um posto de saúde. Não tome nenhum remédio em casa por conta própria.

Como é possível fazer o diagnóstico?
Observe se surgiram quaisquer sinais de manchas no corpo, placas, coceiras e vermelhidões, bolhas isoladas ou juntas. O ideal é fazer um diagnóstico precoce para verificar as possíveis reações alérgicas.

O que fazer em caso confirmado de alergia?
Suspender imediatamente o uso do medicamento.

Se for confirmada a alergia a algum remédio, há tratamento?
Sim. Geralmente é com uso de corticoides e outros medicamentos que diminuem a reação do organismo.

Medicamentos fitoterápicos (naturais) também causam riscos?
Todos os medicamentos, sem exceção, têm efeitos colaterais e podem provocar riscos à saúde.

Misturas perigosas 
Anticoagulante (warfarina) + remédio para controle do colesterol (sinvastatina)
A warfarina aumenta chances de efeitos colaterais da sinvastina, como dor muscular, e a combinação pode piorar problemas como úlceras e outros tipos de sangramento.

Antibióticos + antiácidos
Antiácido diminui até em 70% a absorção do antibiótico.

Antibióticos + anticoncepcionais
O antibiótico reduz concentrações hormonais, diminuindo eficácia da pílula.

Ansiolíticos + sedativos + álcool
Mistura aumenta o efeito depressor do sistema nervoso, podendo causar depressão respiratória, hipotemia e falência cardiovascular.

Analgésicos + ansiolíticos
O ansiolítico fortalece efeitos de analgésicos, podendo causar baixa no ritmo cardíaco .

Niacina (vitamina B3) + atorvastatina ou sinvastatina (ambos para controle do colesterol)
A mistura aumenta a chance de dores musculares e morte de células do tecido muscular.

Lisinopril (para controle de hipertensão) + suplementos de potássio
O uso combinado aumenta o risco de níveis elevados de potássio no sangue, podendo provocar ataques cardíacos e até a morte.

Corticoides + antiinflamatórios
Podem causar dores de estômago e maior risco de úlceras.

Antidepressivos + inibidores de apetite
Antidepressivos potencializam efeitos colaterais de remédios para emagrecer, podendo causar irritabilidade e psicoses.

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