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Dia do Profissional de Educação Física

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Hoje, 1º de setembro, é Dia do Profissional de Educação Física. Aquele que garante nossa saúde física, reduzindo riscos de acidentes, determinando os exercícios adequados ao nosso perfil e nossos objetivos, sejam eles: melhorar o condicionamento físico, combater a obesidade e até mesmo recuperar de lesões sofridas.

Para quem não é fã de academia e não sabe onde procurar bons profissionais de educação física, já ouviu falar no FITFLY? Na busca de conteúdo pra o tema de hoje, encontrei este aplicativo, lançado em 2015: o FITFLY. Ele oferece conexão direta com profissionais de educação física cadastrados na plataforma. Após fazer o download pelo Google Play ou Apple Store, você contrata seu “coach” para a modalidade que preferir: corrida, funcional, musculação e/ou crossfit.  Sua escolha pode ser também por objetivo: emagrecer, ganhar massa muscular e saúde.

Como funciona: o profissional de educação física paga menos de R$ 40 para se cadastrar. O aluno pode negociar direto com o profissional ou adquirir o serviço através do site quando é cobrado uma taxa de intermediação. Segue o site: https://fitfly.com.br

Segundo a fonte, todos os profissionais cadastrados no site são registrados no Conselho de Educação Física.

Para quem não gosta de academia, é uma opção bem interessante.

Fontes: http://www.confef.org.br

https://fitfly.com.br

http://blogs.oglobo.globo.com/esporte-e-inovacao/post/tem-que-malhar.html

http://emais.estadao.com.br/noticias/bem-estar,medico-alerta-sobre-necessidade-de-acompanhamento-durante-exercicios-fisicos,10000006885

Fonte da imagem: Pixabay

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Dia Mundial do Coração: Coração X Sedentarismo

Pixabay mão no coração

Todo dia 29 de setembro é celebrado o Dia Mundial do Coração, desde 2000. Esta data foi criada pela World Heart Federation para alertar as pessoas sobre os problemas das doenças cardíacas e o acidente vascular cerebral, fatores que matam mais de 17 milhões de pessoas todo ano.

Para garantir um coração saudável, profissionais da área recomendam movimentar o corpo e, é claro, contar com acompanhamento médico regular.

Os exercícios físicos fazem com que o coração trabalhe com mais eficiência. O sangue flui melhor e as artérias e vasos ficam mais flexíveis e saudáveis. Tudo isso previne o risco de doenças cardiovasculares, como infarto, colesterol alto, derrame e hipertensão.

Uma pessoa sedentária tem de 80 a 100 batimentos por minuto enquanto uma pessoa condicionada fica entre 60 e 70 batimentos por minuto. Essa melhora na eficiência reduz em 40% o risco de complicações cardiovasculares.

Não são necessários longos períodos na academia. O mais importante é a regularidade com que se exercita para usufruir dos efeitos benéficos a médio e longo prazo.

Algumas atividades físicas e seus benefícios específicos:

Corrida: atividade aeróbica que, após algum tempo de prática, melhora seu condicionamento físico, tornando fáceis alguma tarefas corriqueiras como subir escadas.

Caminha ao ar livre: as passadas reduzem a pressão arterial na primeira hora e essa queda se mantém nas 24 horas seguintes. A caminhada faz com que as válvulas do coração trabalhem mais, melhorando a circulação de hemoglobina e a oxigenação do corpo.

Natação: nadar exerce baixo impacto nas articulações e promove a melhora do processo cardiorrespiratório.

Especialistas em saúde cardiovascular sugerem que a variação de exercícios físicos é mais benéfico à saúde cardiovascular que a manutenção de uma única modalidade, respeitando sempre seus limites e contando com acompanhamento de profissionais.

Informações parciais das fontes:

http://worldheartday.org/world-heart-day-2015/

http://bvsalud.org/portal-lis/2015/09/22/2909-dia-mundial-do-coracao/

http://www.minhavida.com.br/fitness/galerias/13905-aposte-nestes-exercicios-para-a-saude-do-seu-coracao/4

Conte com o Profissional de Educação Física

Pixabay push-ups-888024_1280

Todo mundo já sabe que praticar atividades físicas, sem abusos, faz bem à saúde, previne contra doenças causadas pelo sedentarismo, controla outras como a hipertensão e pode até curar a depressão. Isso conciliando com uma alimentação saudável, boas noites de sono, acompanhamento médico regular e orientação de um profissional de educação física.

Sim, o orientador profissional na hora da atividade física é fundamental, caso contrário, o que deveria ser benéfico, pode se tornar prejudicial, acarretando prejuízos, às vezes irreversíveis, à coluna, às articulações e ao coração.

Especialistas da saúde afirmam que, qualquer modalidade esportiva, quando praticada incorretamente, pode trazer dano à saúde.

Os maiores riscos estão concentrados principalmente na coluna lombar seguida da cervical, região do pescoço. Em determinados casos as lesões musculares também aparecerem por excesso de treinamento e quando não existe o tempo devido de recuperação do músculo. Lembrando que todo atleta deveria realizar o treino específico de cada modalidade, buscando sempre a execução correta do movimento para que possa evitar lesões por treinamento inadequado.

Confira os riscos de cada esporte, quando mal executados:

  • Musculação: a intensidade destes exercícios podem, se não forem prescritos por um profissional de maneira adequada, prejudicar a coluna, os ombros e os joelhos.
  • Natação: as regiões do corpo mais afetadas pela natação, realizada em excesso e sem orientação adequada, são os ombros e coluna lombar.
  • Corrida: a falta de orientação e calçado adequado pode levar alguns atletas a sofrer de dores nas costas.
  • Surf: a coluna, o ombro e o joelho são as partes do corpo que mais sofrem problemas ao praticar esta atividade sem orientação.
  • Tênis: por buscar um condicionamento físico perfeito num sistema de treinamento de repetição de movimentos rotacionais, assimétricos e exercícios específicos, o atleta pode sobrecarregar determinadas regiões do corpo, entre elas a coluna vertebral, onde uma sobrecarga pode ocasionar desvios posturais.

Informações parciais da fonte: http://zh.clicrbs.com.br/rs/noticia/2011/04/se-mal-feita-toda-modalidade-esportiva-traz-risco-de-lesao-3268030.html

 

Dicas para Prevenir Crises de Asma

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Atividades Físicas para Portadores de Deficiência

Todos sabem que a prática de atividades físicas é de grande eficácia para a promoção da saúde e bem-estar, não diferente para pessoas portadoras de deficiências ou mobilidade reduzida.

Como para todos, os portadores de deficiências devem iniciar devagar, fazer três sessões de 10 minutos diariamente ou uma única sessão de 30 minutos.

Pessoas sedentárias devem começar com intervalos de atividade entre 5 a 10 minutos e aumentar gradativamente.

Quanto mais exercícios físicos fizerem mais o corpo corresponde e o retorno será uma vida saudável, independente e prazerosa. Mesmo aqueles que precisem de auxílio para realizar exercícios, devem ter sempre em mente que ele é o responsável pelos cuidados com seu corpo.

Independentemente da modalidade escolhida é essencial fazer sempre algo que goste e que dê prazer ao realizá-lo.

A prática de atividades físicas pelos portadores de deficiência proporcionará e poderá:

  • estimular a independência e autonomia;
  • melhorar a socialização com outros grupos;
  • melhorar a auto-valorização, a auto-estima e a auto-imagem;
  • a melhoria das funções organo-funcionais (aparelho circulatório, respiratório, digestivo, reprodutor e excretor);
  • melhoria na força e resistência muscular global;
  • melhora no equilíbrio estático e dinâmico;
  • manutenção e promoção da saúde;
  • desenvolvimento de habilidades motoras e funcionais para melhor realização das atividades de vida diária;
  • aprimoramento da coordenação motora global;
  • superação de situações de frustração;
  • experiência com suas possibilidades, potencialidades e limitações.

Com tantos benefícios conheça agora algumas modalidades que poderão ser praticadas por você ou sugeridas para alguém que conheça:

Judô: segue as mesmas regras da Federação Internacional de Judô, com pequenas alterações por ser praticado por portadores de deficiência visuais, sendo assim a punição por pisar fora do tatame não ocorre. No começo da luta a pegada é feita pelo juiz e o atleta não pode mais mudar de posição, e toda vez que acontecer a separação dos atletas o combate é interrompido. A prática deste esporte consiste em que saber utilizar a força do adversário é mais importante do que aplicar a própria força.

Natação: esta modalidade é voltada para amputados, portadores de paralisia cerebral, deficiências visuais, paraplégicos e outros.

As competições são divididas de acordo com as deficiências dos atletas que são três: visuais, deficientes físicos e deficientes cerebrais. As regras são as mesmas utilizadas pela Federação Internacional de Natação com a diferença de o atleta ter a escolha de largar na plataforma ou dentro d’água em algumas provas.

Tiro: para amputados, portadores de paralisia cerebral e cadeirantes.

Nesta modalidade os atletas atiram de posições diferentes daquelas determinadas pelas normas internacionais. Os atiradores podem praticar os seus disparos sentados ou em pé devido a um sistema que equipara as chances dos atletas.

Bocha: para portadores de paralisia cerebral.

Os jogadores precisam colocar suas bolas o mais perto possível da bola branca que é o alvo e também tirar de perto dela as bolas do adversário. É um jogo de precisão e estratégia e por ser praticado somente por deficientes cerebrais os jogadores podem receber orientações de seus treinadores, sendo esta feita de maneira acústica.

Vela: modalidade voltada para amputados, cadeirantes, portadores de deficiência visual, paralisia cerebral e outros.

Apenas duas classes são disputadas: a Sonar composta por três atletas e a pontuação varia de 1 a 7, dadas de acordo com o grau de deficiência. Cada uma das equipes não pode ultrapassar a marca de 12 pontos. A outra classe é a 2,4mR disputada por apenas um velejador em cada barco.

Por: Vanessa Salvador Marietto  – CREF 020396-G/SP

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://cyberdiet.terra.com.br/

Educador Físico, Essencial para a Saúde

A cabeça da molecada absorve cálculos, eventos históricos e línguas diferentes como uma esponja. Essa, portanto, é a fase mais propícia para guardar diversos conceitos na memória pelo resto da vida. O princípio acima, que você provavelmente já conhece, não se restringe às aulas de matemática, geografia, português… Na realidade, se há um momento para fixar a ideia de que as atividade físicas podem ser extremamente prazerosas e benéficas, é o que abrange a infância e a adolescência. “A literatura científica mostra que, quando as primeiras experiências com exercícios são positivas, a pessoa tem bem mais chances de não se tornar sedentária nas décadas seguintes”, relata Rodrigo Siqueira Reis, educador físico da Pontifícia Universidade Católica do Paraná. E quem melhor do que um professor graduado em educação física para oferecer esse contato agradável com o mundo dos esportes, da dança, das lutas e por aí vai?


“Pela sua formação, ele consegue apresentar um leque variado de práticas e, com isso, a probabilidade de ao menos uma delas satisfazer o aluno aumenta”, reforça Reis. Não à toa, a grande maioria dos municípios nacionais exige que esse docente possua licenciatura em educação física.

Agora, o trabalho desse profissional não se resume a colocar a meninada para suar em inúmeras modalidades. “Ele também precisa discutir o contexto de cada atividade, desde as regras até sua história, incluindo o que elas representam para a sociedade contemporânea”, avalia Marcos Garcia Neira, pedagogo e educador físico da Universidade de São Paulo. Só com esses estímulos, muitas vezes dados fora da quadra, os jovens criam um vínculo forte, crítico e duradouro com os exercícios.

Uma obra em construção

Dos neurônios aos músculos, passando por ossos e órgãos internos, o organismo juvenil está em pleno desenvolvimento. Tratase de uma época essencial à formação da estrutura física. “E a disciplina em questão, desde que bem conduzida, ajuda a deixar o corpo saudável como um todo, afastando o risco de uma série de doenças”, afirma Jorge Steinhilber, presidente do Conselho Federal de Educação Física, no Rio de Janeiro. Esse fator ganha ainda mais importância no atual cenário brasileiro, onde um quinto das crianças e dos adolescentes está acima do peso e começa a sofrer com problemas de gente grande, a exemplo de hipertensão, diabete tipo 2 e altas taxas de colesterol. Se esses transtornos não são freados no começo, fica difícil se livrar deles mais para a frente.

Além de prevenir males, o educador físico identifica eventuais anormalidades nos alunos. “Por observar diariamente corpos em crescimento e conhecer a anatomia do ser humano, ele reconhece desvios de postura, respiração fraca e falta de coordenação”, exemplifica Mário Sérgio Rossi Vieira, fisiatra do Hospital Israelita Albert Einstein, na capital paulista. Não é que ele diagnosticará, por si só, uma chateação qualquer. Contudo, sua avaliação em muitas ocasiões é o passo inicial para que o médico identifique e trate desde cedo uma enfermidade. Outra razão para os pais e diretores ouvirem com atenção o que esse professor tem a falar sobre a garotada.

Um gás para outras matérias

Como parte do projeto das Olimpíadas de Londres, o governo britânico criou o programa School Sports Partnership, que visa reforçar o papel dos esportes dentro do ambiente escolar. “A iniciativa trouxe resultados interessantíssimos. Um deles é o de que os estudantes favorecidos melhoraram seu desempenho em várias disciplinas”, analisa Daniela Castro, diretora executiva da organização não governamental Atletas pela Cidadania. Logo, a valorização das atividades físicas contribui, de alguma maneira, para o aprendizado em matemática, química, geografia…

“A médio e longo prazo, a educação física escolar controla a agressividade ao mesmo tempo que estimula a organização e a disciplina”, argumenta Reis. “Esses fatores contribuem para que a criançada fique focada e renda em diversas classes”, conclui. Sem contar que existem pesquisas científicas relacionando a malhação com a gênese de neurônios. Pelo menos em teoria, essa produção acelerada de células nervosas favorece a consolidação de informações no cérebro jovem.

Tudo isso justifica o recente levantamento do Instituto Brasileiro de Opinião Pública e Estatística (Ibope), que aborda a situação do professor de educação física no Brasil. Encomendado pela ONG Atletas pela Cidadania e outras instituições, ele revela, entre outras coisas, que os colégios públicos reservam, em média, duas aulas por semana para o contato com esse profissional. “Parece pouco, principalmente porque crianças e jovens precisam se exercitar diariamente”, relata Steinhilber. “Porém, o intuito da disciplina não é cumprir essa meta sozinha, e sim incentivar o aluno a se movimentar no seu dia a dia”, arremata. Fica dada a lição.

Lição de casa
Acredita-se que a educação física é sempre recreativa e agitada. “Mas ela também deveria englobar o estudo teórico das práticas corporais”, diz Marcos Garcia Neira, da Universidade de São Paulo. Por isso, não estranhe se seu filho tiver que fazer pesquisas em casa para essa matéria. Aliás, auxiliá-lo nessa atividade é uma bela maneira de promover a saúde dele.

Sedentarismo no tempo livre
Não basta contar com o melhor professor de educação física se, fora da escola, o estudante tem poucas opções para se entreter com uma atividade física qualquer. Adolescentes que moram longe de parques e que não contam com amigos adeptos de uma chacoalhada no esqueleto, por exemplo, tendem a se exercitar pouco. “Os pais devem contra-atacar levando os filhos a locais onde eles possam se divertir mexendo o corpo”, diz Reis.

Os professores de educação física no Brasil
47% são homens
53% são mulheres

A média de idade

De 18 a 24 anos 8%

De 25 a 29 anos 19%

De 30 a 39 anos 35%

De 40 a 49 anos 27%

50 anos e mais 11%

Tempo de carreira

até 1 ano 11%

de 2 a 5 anos 29%

de 6 a 10 anos 20%

de 11 a 20 anos 20%

mais de 20 anos 20%

Formação dos docentes (em %)

Dança 4

Gestão escolar 4

Educação física 83

Pedagogia 13

Outros 13

Como o tempo é gasto na aula (em minutos)

Para obrigações burocráticas 5

Para realizar ações disciplinares 5

Para mobilizar e organizar os alunos 7

Para explicações iniciais 7

Para as tarefas em si 29

44% deles possuem pós-graduação com especialização na área de educação física dentro do ambiente escolar

8,2 é a nota que os professores de educação física dão, em média, à satisfação com o próprio trabalho

41% dos educadores físicos afirmam que seus alunos faltam muito à aula

 

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://saude.abril.com.br


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