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Diabetes e Hipertensão são Fatores de Risco para a Saúde dos Rins

O processo de filtragem de todo o sangue que temos no nosso corpo é encabeçado por dois pequenos órgãos que ficam situados nas costas. Os rins, que pesam entre 150 e 300 gramas cada chegam a filtrar até 180 litros de sangue durante o dia.

O programa Bem Estar desta segunda-feira (13) falou sobre a saúde desses órgãos, que são tão importantes para o corpo humano, com a participação da pediatra Ana Escobar e do nefrologista José Osmar Medina Pestana.

Além de filtrar o sangue, os rins são importantes para manter o equilíbrio de líquidos e sais do organismo – é o mecanismo de controle mais elaborado que o corpo tem.

Com isso, eles controlam a pressão arterial, eliminam o excesso de substâncias químicas, como o sódio, produzem um hormônio que interfere na produção de células de sangue e ativam a vitamina D, essencial para a absorção de minerais no intestino.

De acordo com a Sociedade Brasileira de Nefrologia, cerca de 10 milhões de pessoas no país tem alguma disfunção renal, mas poucas sabem. Os sintomas de problemas no rim não são de fácil identificação. Um deles é a retenção exagerada de líquido, que leva a inchaço e aumento da pressão arterial. Acordar várias vezes durante a noite para urinar também pode ser sinal de que algo está errado.

A hipertensão e, principalmente, a diabetes, estão normalmente associadas com as disfunções renais. Cerca de 100 mil brasileiros precisam fazer diálise – tratamento no qual alguma máquina ou líquido de fora do corpo é usado para filtrar o sangue – e, desses, 60% têm diabetes.

Os danos que essas duas doenças provocam nos rins são permanentes e, por isso, é importante mantê-las sob controle. A hipertensão machuca os rins porque o sangue passa com mais dificuldade pelos vasos. Já os diabéticos costumam perder proteína pela urina, o que também acarreta em lesões.

As pedras nos rins – ou cálculo renal – são formadas por substâncias que o rim elimina normalmente, como o cálcio ou o ácido úrico. A urina é formada por cristais, e algum distúrbio de metabolismo ou alimentação pode causar a formação das pedras. Elas podem sair pela urina ou com cirurgia.

Em geral, essa é uma alteração transitória e o funcionamento dos rins volta logo ao normal. A formação das pedras não está ligada à ingestão de minerais, como o cálcio, mas sim ao hábito de beber pouca água.

Uma enquete realizada pelo site do Bem Estar indicou que 49% dos leitores bebem até cinco copos d’água por dia. Outros 34% ingerem entre cinco e dez copos, e 17% tomam mais de dez por dia.

Um problema mais grave é a nefrite, uma inflamação no rim, precedida por algum outro problema. Por exemplo, uma infecção de garganta pode formar anticorpos que se juntam a algumas proteínas e formam um complexo proteico. Isso é depositado nos rins, que o enxergam como um corpo estranho, e isso provoca uma inflamação.

Existe ainda a doença renal policística, que é hereditária e atinge cerca de 3% da população. O rim cresce, fica cheio de cistos e perde a capacidade de filtrar. Existem casos em que o órgão cresce tanto que chega a pesar até 8 kg.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://g1.globo.com/bemestar

Poluição

Os processos industriais e de geração de energia, os veículos automotores e as queimadas são, dentre as atividades humanas, as maiores causas da poluição do ar, muitas delas tóxicas à saúde da população e responsáveis por danos à flora.

A poluição atmosférica pode afetar bens materiais (corrosão), a qualidade do solo e das águas (chuvas ácidas) e prejudicar a visibilidade.

“O quadro de poluição do ar no Brasilé extremamente diverso”, declara o gerente de Qualidade do Ar do Ministério do Meio Ambiente, Rodolfh Noronho. Ele explica que, pelas diferenças nas características de cada estado em termos de recursos naturais, atividade econômica, entre outras, é difícil estabelecer um perfil nacional.

As fontes que provocam a poluição do ar são divididas em três principais: as fixas, que são as indústrias e os aterros; móveis, que têm origem em meios de transporte em geral; e as agrossilvipastoris, como a agricultura, queimadas e o desmatamento.

Para controlar a qualidade do ar no País, foi criado, em 1989, o Programa Nacional de Controle de Qualidade do Ar (Pronar), que, entre outros objetivos, estabelece metas para a área. Com o passar dos anos, outros programas foram incorporados ao Pronar.

É o caso do Programa de Controle da Poluição por Veículos Automotores (Proconve), que atualiza os padrões para carros, ônibus e caminhões novos. “Com esse programa, alcançamos resultados excelentes. O último inventário nacional traz as projeções e mostra que já tivemos reduções expressivas na emissão de poluentes”, diz Noronho.

Em 2012, o Proconve entrou na fase para veículos pesados. “Essa etapa estabelece limites de emissão de poluentes mais rígidos. Isso significa uma redução na poluição decorrente da incorporação de novas tecnologias nos motores e da utilização de umcombustível com menor teor de enxofre”, explica coordenador de Resíduos e Emissões da Diretoria de Qualidade Ambiental do Ibama,  Paulo Macedo, responsável pelo Proconve.

Mas o programa define mudanças apenas para os veículos novos. O gerente de Qualidade do Ar do MMA vê a necessidade de aumentar a adesão ao Programa de Inspeção Veicular, que hoje é obrigatório somente na cidade de São Paulo e no Estado do Rio de Janeiro. “É importante fiscalizar também os carros que estão em uso”, afirma.

Indústrias

Com relação às fontes fixas que provocam a poluição atmosférica, Rodolfh Noronho destaca a Resolução 382/2006 do Conama, que define os limites máximos de emissão de poluentes pelas indústrias que iniciaram atividade a partir de 2007.

Para ele, faltava uma resolução que atingisse também as indústrias mais antigas. Em 2011, essa lacuna foi preenchida durante a 104ª Reunião Ordinária do Conselho, que estabeleceu novos padrões de emissão para as unidades industriais que entraram em operação antes de 2007. A meta é reduzir as emissões de poluentes aos níveis adotados para as novas plantas.

“Esse resolução representa um ganho muito grande. Isso vai forçar uma inovação tecnológica no Brasil, além de impactar de forma positiva na qualidade do ar”, destaca Noronho.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site:  http://www.brasil.gov.br

Banana, A Barrinha Energética

A banana é sua velha conhecida. Provavelmente, ela esteve presente nas primeiras papinhas em sua época de bebê. Mas, apesar da intimidade, você deve acreditar que a fruta é inimiga da dieta: uma unidade tem aproximadamente 90 calorias e 22 g de carboidrato.

Pois bem, é o oposto: o fruto da bananeira não é somente uma potência nutricional, ele é a solução perfeita para matar aquela fome fora de hora e para prolongar a sensação de saciedade por mais tempo. “A banana também se destaca entre as demais frutas por ser rica em fibras, potássio, triptofano, fósforo, cálcio, magnésio e vitaminas A, C, B1, B2 e B6”, enumera a nutróloga Cristiane Coelho.

Na prática, o estoque de potássio ajuda no controle da pressão arterial, evita câimbras e dores musculares. Já o triptofano não só previne como trata a depressão, pois atua na produção de serotonina, o hormônio do bem-estar.

Banana-maçã, nanica, prata, ouro ou da terra… não importa! Todos os tipos apresentam as mesmas propriedades nutricionais. “Existe apenas uma diferença sutil no aroma, no sabor e na textura deles”, explica a médica nutrológa.

No ponto certo

Na hora de comprar a fruta, ela não deve estar 100% madura. Prefira as com casca amarela, um pouco esverdeada, e com manchinhas marrons. Evite as com partes moles ou machucadas. Em casa, deixe-as amadurecer na fruteira ou num lugar fresco e arejado. A banana estará boa para o consumo, com todo o sabor apurado, quando a casca estiver completamente amarela, inclusive as pontas. Depois de amadurecida, pode ser mantida na geladeira entre três e cinco dias.

Não precisa cair de madura

Já pensou em comer banana verde? Considere! Nesse estágio, a fruta é classificada como um alimento funcional, que nutre e ainda previne doenças. Sua polpa é rica em amido resistente,
molécula parecida com a fibra. Ou seja, além de auxiliar no bom funcionamento do intestino, o fruto aumenta a saciedade – na prática, você não terá picos de fome excessiva. “Estudos indicam que o consumo de amido resistente também atua na redução do colesterol, o que afasta doenças cardíacas”, conta Cristiane Coelho.

O jeito certo de consumir a fruta verde é na forma de biomassa: cozinhe seis bananas com casca na panela de pressão, por 15 minutos, e bata tudo no liquidificador até virar um purê. Adicione essa mistura a sopas, caldos, molhos ou no feijão e ganhe muito mais saúde.

banana, o quarto alimento mais produzido no mundo e uma das frutas mais consumidas pelos brasileiros, também é conhecida pelo seu alto teor de cálcio e potássio. Por ser extremamente benéfica aos praticantes de exercícios físicos, a banana recebe o status de ‘alimento dos atletas’, já que ajuda na prevenção de câimbras e dores musculares.

Outra variedade que faz muito bem para o organismo, mas ainda é pouco consumida é a banana verde. Segundo a nutricionista, a fruta nesse estágio é um excelente alimento funcional. “Por ainda estar verde, a banana concentra altas quantidades de fibras solúveis como a inulina, sendo considerada um prebiótico natural, ou seja, um alimento que contem bactérias boas que auxiliam em osso intestino”, comenta Dafne.

Receita de Biscoito de Aveia e Mel com Banana e Iogurte

Ingredientes:

1 copinho de iogurte natural de textura densa
. 2 bananas-prata cortadas em rodelas (bem maduras, mas não moles)
. 1 colher de sopa de mel
. 1 colher de sopa de suco de limão
. 8 biscoitos de aveia e mel
. Canela a gosto
. Tirinhas de limão para decorar

Modo de Preparo:

Coloque o iogurte num saquinho de pano ou num coador de café sem usar e deixe drenando até ficar com textura bem cremosa (cerca de 3 horas). Numa frigideira antiaderente, coloque as rodelas de banana e deixe dourar, mexendo de vez em quando. Junte o mel e o suco de limão para umedecer. Quando ferver, desligue o fogo e reserve. No centro de cada biscoito, coloque um pouco de iogurte drenado (deixando uma beirada do biscoito à mostra). Por cima, coloque de forma decorativa algumas fatias de banana. Derrame um pouco da calda da frigideira, polvilhe com canela e decore com tirinhas de limão. Sirva em seguida.

Informações parciais. Confira o texto e a receita na íntegra, acessando os sites: http://cyberdiet.terra.com.br e http://mdemulher.abril.com.br

Ameixa, Tônico Antiestresse

Para o lanche da tarde ou a sobremesa do almoço. Tanto nas receitas doces quanto nas salgadas, as ameixas estão lá. Mas, quem acredita que a maior qualidade desta fruta é a de soltar o intestino preso, está muito enganado. Os benefícios desta saborosa frutinha vão muito mais além. Rica em fibras, vitaminas e com baixo valor calórico, ela auxilia na manutenção de um corpo saudável e contribui no tratamento e na prevenção de diversas doenças.


Vermelha, roxa escura, amarela ou preta. De acordo com a nutricionista Fabiele Johann, todos os tipos de ameixa contêm basicamente os mesmos nutrientes, são pequenas as variações. “A vermelha possui maior quantidade de vitamina A que as outras, a amarela é um pouco mais doce e, por tanto, mais energética, além de conter um pouco mais de proteína também. Todos os tipos de ameixas contêm boas quantidades de fibras, cerca de 2,5g a cada 100g. A preta, desidratada, contém um pouco mais.”, diz.

Elas figuram na lista das frutas que contém mais fibras. Na polpa é encontrada a fibra solúvel, que ajuda na diminuição do nível de colesterol no sangue. Na casca está presente a insolúvel, que serve na prevenção de algumas doenças como o câncer colorretal. As fibras também são as responsáveis pelo benefício mais popular das ameixas, o combate à prisão de ventre. A especialista dá uma dica para quem sofre deste mal. “Deve-se colocar as ameixas secas de molho em um copo de água durante a noite. Pela manhã, ainda em jejum, ingerir as ameixas e a água. É bom lembrar que apenas as ameixas secas têm esse efeito laxativo”, explica.

A ameixa é fonte de cálcio, fósforo e potássio. Além das vitaminas A, B e C. Os nutrientes do Complexo B, que estão presentes na fruta, evitam males da pele e reumatismo. A vitamina C, por sua vez, contribui para o sistema de defesa do corpo e ajuda o organismo na absorção do ferro, que auxilia o sangue e os músculos no recebimento de oxigênio e fornece energia para todas as células. “Para otimizar a absorção da vitamina C, a ameixa deve ser consumida logo após o almoço e o jantar, refeições que normalmente possuem mais alimentos ricos em ferro, como carnes, feijão e folhosos verde-escuros.”, orienta Fabiele Johann.

A proteção da pele da ação dos raios ultravioleta e a preservação do colágeno também estão aliadas à vitamina C. Quanto mais colágeno a pele tiver, mais bonita, firme e saudável será a sua aparência. Além de tudo, as ameixas possuem outro atributo importantíssimo, atuam como antioxidantes. Elas contém uma substância chamada ácido clorogênico, um antioxidante que age na prevenção de doenças, como diabetes, pressão alta e colesterol. “Alguns estudos também têm demonstrado que essa substância pode inibir o crescimento de células cancerígenas no fígado e cólon. Uma outra função do antioxidante é retardar o processo de envelhecimento, uma vez que o processo natural de oxidação do corpo leva a essa consequência.”, conta a nutricionista.

Por todas essas propriedades, cada vez mais os nutricionistas recomendam a ingestão de ameixas no mínimo três vezes por semana para quem tem o funcionamento do intestino normal ou, todos os dias, para quem tem dificuldade de ir ao banheiro. Com tantos acréscimos à saúde em tão poucas calorias, por que não se deliciar com essa superfruta?

 Receita de Bolo Integral com Ameixa

Ingredientes:

  • 4 ovos
  • 1 xícara de suco de laranja
  • 2 colheres de margarina light
  • 3/4 xícara de melado
  • 1 xícara de farinha de trigo
  • 1 xícara de farinha de trigo integral
  • 1/2 xícara de farinha de quinoa
  • 2 colheres (chá) de bicarbonato de sódio
  • 1/2 xícara de castanha-do-pará picada
  • 1 xícara de ameixa-preta picada

Modo de Preparo:

Separe as claras das gemas.Bata as claras em neve e reserve.Na batedeira, bata as gemas com o suco de laranja e a margarina light.Acrescente o melado, as farinhas e o bicarbonato.Adicione a castanha, a ameixa e, por último, as claras em neve.Despeje a massa em assadeira de 22 cm x 32 cm, untada e enfarinhada. Leve ao forno médio (180°C), preaquecido, por 30 minutos ou até dourar (faça o teste do palito).

Informações parciais. Confira o texto e a receita na íntegra, acessando os sites: http://www.saude.com.br e http://tvg.globo.com/receitas

Açaí, a Superfruta

Considerada uma Superfruta por causa dos nutrientes, o açaí deixou de ser apenas um alimento. Muito consumida no Brasil, a fruta típica dos ribeirinhos do norte do País também previne contra o câncer, controla o colesterol e preserva os neurônios. É o que aponta um estudo da Universidade Tufts, nos Estados Unidos.

A nutricionista do Hospital Federal dos Servidores do Estado do Rio de Janeiro, ligado ao Ministério da Saúde, Rossana Gibson, destaca os benefícios do açaí. “É um alimento que além de nutrir, pode agir em outros benefícios para a saúde. Ele reduz o colesterol e tem uma grande composição de gorduras mono e saturada. E isso é importantíssimo para baixar o colesterol ruim. Então ele ajuda nas doenças cardiovasculares, ele tem uma propriedade muito importante com anti-inflamatório, você ajuda a combater diarreia, a combater alguns tipos de câncer, a prevenção. Então ele tem vários nutrientes que transforma ele, como ultimamente ele tem se chamado, em uma superfruta”, explica.

A nutricionista conta que a fruta do açaí não é calórica, tem em média 60 calorias por cada cem gramas.

O açaí é rico em cálcio, ferro, potássio e zinco, essenciais para o organismo. O açaí tem muita antocianina, um pigmento roxo do grupo dos flavonoides, substância química encontrada nas plantas que funciona como antioxidante. Isso significa que a fruta ajuda a combater os radicais livres, retardar o envelhecimento e evitar doenças do coração e células cancerígenas.

Os radicais livres são uma espécie de “ferrugem” que se espalha pelas artérias. Já os antioxidantes são substâncias com poder de limpeza, para retirar essa “sujeira” das nossas células.

A gordura contida no açaí traz benefícios comparáveis ao azeite de oliva. Se consumido puro, in natura, pode ser aproveitado até por pessoas diabéticas, pelo alto teor de gordura monoinsaturada. Também ajuda quem tem colesterol alto ou intestino preguiçoso. Cem gramas da fruta têm cerca de 260 kcal, segundo o endocrinologista.

Para aumentar o teor de energia antes ou depois da atividade física, o açaí pode ser associado a tapioca, guaraná, banana, morango e outras frutas.

No Pará, o açaí faz parte da refeição principal; no restante do país, vai bem no lanche ou como sobremesa.

Halpern e a nutricionista Andréia Naves citaram frutas “irmãs” do açaí: morango, amora, framboesa, ameixa e uva, que também contêm flavonoides.

Receita de Açaí na Tigela

Ingredientes:

  • 400 gr de açaí
  • 2 unidade(s) de banana
  • 60 gr de granola
  • 5 colher(es) (sopa) de xarope de guaraná
Modo de Preparo
Leve todos os ingredientes ao liqüidificador . Bata até formar um creme homogêneo. Sirva em uma tigela e polvilhe a granola. Dica: a banana pode ser substituída por outras frutas, como por exemplo, mamão papaya e abacate. Além disso, para acompanhar, pode-se optar por aveia ou tapioca; o xarope de guaraná pode ser encontrado em lojas de produtos naturais.

Informações parciais. Confira o texto e a receita na íntegra, acessando os sites: http://www.blog.saude.gov.brhttp://g1.globo.com/bemestar e http://cybercook.terra.com.br

Quase 70% dos Mortos por Gripe Suína (H1N1) tinham Fatores de Risco

Cerca de 69% dos casos graves que evoluíram para óbito em São Paulo, causados pelo vírus Influenza A H1N1 ocorreram em pacientes que apresentavam alguma doença crônica ou fator de risco, como hipertensão, obesidade, tabagismo, cardiopatia, pneumopatia, doenças renais e gestantes. Os dados, referentes a 2012, são da Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo.

“Estamos observando ainda a presença e a circulação do H1N1, como também do H3N2 e do vírus B. Mas os casos ocorrem em número menor do que em 2009, quando ocorreu a pandemia. Considerando a ocorrência dos casos de [vírus] Influenza em [doentes] crônicos e a gravidade, estamos, então, reforçando a orientação para eles se vacinarem”, disse a diretora de imunização da secretaria, Helena Sato.

Segundo levantamento do órgão, os casos graves confirmados para Influenza A H1N1 apresentaram queda de 38% em julho, em comparação com o mês anterior. Foram 61 casos graves da doença registrados no estado contra 98 em junho. Em 2012 foram registrados 212 casos de Influenza A H1N1, dos quais, 45 evoluíram para óbito.

Para os outros tipos de vírus da gripe, foram registrados no estado, em 2012, 102 casos graves do Influenza A H3N2 sazonal e três casos para Influenza B sazonal. Ao todo, 11 óbitos foram registrados em 2012 causados pelos dois vírus.

Vacinação – Desde o dia 16 de maio, início da campanha de imunização, os postos de saúde em São Paulo aplicaram 5,5 milhões de doses, 80,2% do total do público-alvo. As gestantes estão entre as que menos aderiram à campanha, com imunização de 77%. A vacina também é indicada para idosos com 60 anos ou mais, crianças a partir dos 6 meses e menores de 2 anos, indígenas e trabalhadores da saúde.

“A vacinação das grávidas melhorou um pouco em relação ao ano passado. A grávida, uma vez infectada pelo vírus da gripe, tem um maior risco de desenvolver complicações, como a pneumonia. Daí a importância de ser vacinada. Algumas não tomam a vacina por medo da reação. A vacina é muito bem tolerada. Não mais do que 10% das pessoas vacinadas podem apresentar alguma febre e esse tipo de reação não traz prejuízo ao bebê”, disse Sato.

A vacinação pode ser feita gratuitamente nos postos de saúde por pessoas com doenças crônicas e com fatores de risco, por crianças entre 6 meses e menor de 2 anos de idade, grávidas em qualquer período da gestação, pessoas com 60 anos ou mais e por trabalhadores da saúde.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site:  http://www.estadao.com.br/

Abacaxi, para Digestão

Você gosta do azedinho do abacaxi ou prefere quando ele está mais docinho? Curte degustar quente com canela ou gelado? De todas as maneiras, é uma delícia e não tem suas propriedades prejudicadas.

Abacaxi é um fruto originário da América do Sul. Sabe-se que o Nordeste brasileiro é um dos primeiros locais de seu cultivo em todo o mundo. Esse fruto, desde antes do descobrimento do nosso país, era conhecido pelos índios brasileiros, que o consumiam ao natural ou transformado em bebida fermentada, que era de uso generalizado entre as tribos.

Os colonizadores levaram mudas do abacaxi para as Antilhas, Açores e Portugal. Sua propagação pela Europa, África e Ásia verificou-se, então, com enorme rapidez. Em pouco tempo, o abacaxi passava a figurar como apreciada iguaria nas mesas de reis e nobres da Europa, onde, durante muito tempo, foi cultivado em estufas e seu consumo considerado luxo.

Benefícios à saúde

O abacaxi é rico em diversos nutrientes. Ele é um ótimo alimento para o verão, pois é composto por 86% de água, ajudando na hidratação do organismo, essencial nessa época do ano. Além disso, possui vitamina A, que faz bem à pele e aos olhos. E também contém vitamina C, que favorece a boa dentição e facilita a circulação sanguínea.

Ocorre no abacaxi uma enzima denominada bromelina. Essa enzima tem a propriedade de decompor certas proteínas e, por isso, muitas vezes o abacaxi é empregado como vermífigo para determinados tipos de vermes que se prendem ao intestino por um muco. A ação dessa enzima também auxilia a digestão e favorece a expectoração do catarro, havendo, no mercado, xaropes à base de bromelina. Essa enzima, no entanto, é destruída pelo calor do cozimento, portanto, para usufruir de suas propriedades medicinais é necessário consumí-lo cru.

Mas o abacaxi tem diversas outras aplicações na medicina caseira, sendo utilizado no tratamento da bronquite e da difteria. É também usado como diurético, combate a prisão de ventre, desobstrui o fígado, combate inflamações do tubo digestivo e auxilia na cura de febres intestinais. É muito útil em caso de cálculos renais e vesicais. É bom contra enfermidades da bexiga, da próstata e da uretra. É bom remédio contra reumatismo e artritismo e é depurativo do sangue.

Receita de Abacaxi Grelhado Light

Ingredientes:

– 1 fatia grossa de abacaxi

– 1 colher (sobremesa) de adoçante em pó de forno e fogão

– 1 colher (café) de suco de limão

– 1 colher (sopa) de granola

– 1 bola de sorvete de abacaxi light

Modo de Preparo

Retire o miolo da fatia do abacaxi. Polvilhe adoçante e deixe descansar por 10 minutos. Coloque em um refratário com o suco que se formou e o suco de limão. Leve ao forno quente por 15 minutos até o ponto de caramelo. Arrume em um prato polvilhe a granola e sirva quente. Decore com o sorvete de abacaxi light.

Informações parciais. Confira o texto e a receita na íntegra, acessando os sites: http://notapajos.globo.com/ e http://cyberdiet.terra.com.br

Damasco, A Fruta da Pele

O pêssego (Prunus persica batsch) é uma fruta originária da China que se difundiu por todo o mundo, sendo hoje a oitava fruta mais produzida no planeta. No ranking mundial, o Brasil ocupa o 13º lugar, sendo a China o país que mais produz essa fruta.

Fruto de pele aveludada, cuja cor varia do branco ao amarelo e vermelho, o pêssego possui polpa suculenta e sabor doce, com aroma característico. O fruto pode ser divido em dois grupos: polpa branca e polpa amarela, cada um com as variedades de ’caroço solto’ e ’caroço aderente’. O primeiro é mais consumido na forma in natura, enquanto o segundo é mais indicado para a produção de compota e calda.

Além de ser uma fruta pouco calórica quando comparada a algumas outras frutas, o pêssego apresenta consideráveis valores nutricionais de Vitaminas A e B12, evitando problemas de pele, protegendo o organismo contra infecções e auxiliando na formação das células do sangue, além de contribuir com o bom funcionamento do intestino pela presença de fibras em sua composição.

Tem alto teor de caroteno (provitamina A), vitamina que previne o câncer, regenera os tecidos, e favorece o bronzeado. É rica em ferro, magnésio, potássio, zinco e vitaminas B1, B2 e C. Um verdadeiro coquetel contra a fadiga.

O pêssego é uma fruta muito apreciada, tanto para o consumo in naturaquanto para a fabricação de geléias, doces e compotas. Também é muito consumido na forma de suco e pode ser usado como ingrediente de outras bebidas.

A frutificação do pêssego ocorre nos meses de setembro a fevereiro. Ao comprá-lo, é  importante analisar se a casca está firme e sem marcas de insetos. Para melhor conservação do fruto, é indicado armazená-lo na geladeira.

Composição nutricional do pêssego:

 Quantidade

 Energia (kcal)

 Proteína (g)

Lipídios (g)

Carboidratos (g)

Fibra alimentar (g)

 100 g

 36

0,8

Traços

9,3

 1,4

 1 unidade média (60 g)

 21,6

0,48

Traços

5,58

0,84

Receita de Pudim de Pêssego

Ingredientes:

  • 2 caixas de gelatina de pêssego
  • · 1 lata de pêssego em calda
  • · 1 lata de creme de leite
  • · 1 lata de leite condensado
  • · 1 embalagem de cream cheese (150 g)

Modo de preparo

Prepare a gelatina com metade da água indicada da embalagem. No liquidificador, bata a gelatina, metade dos pêssegos sem a calda, o creme de leite, o leite condensado e o cream cheese. Despeje em uma fôrma untada com um pouco de óleo e água, e cobra com o restante dos pêssegos cortados em cubos. Leve a geladeira até firmar. Desenforme e sirva.

Informações parciais. Confira o texto e a receita na íntegra, acessando os sites: http://www.nutricaoemfoco.com.br/ e http://tvg.globo.com/receitas

Amamentação reduz riscos de Infecções Respiratórias em Crianças

Passados os nove meses da gravidez, com toda insegurança, preocupação e ansiedade normais para este período, após o parto, a mãe ainda tem muito a descobrir para a criação do filho. Para especialistas a amamentação tem papel fundamental no inicio da vida da criança tanto pelo aspecto físico quanto pelo laço familiar.

Nesta quarta-feira (1º) o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, lançou a Campanha Nacional de Amamentação 2012 intitulada “Amamentar hoje é pensar no futuro”. Até a  terça-feira (7) será celebrada a 21º Semana Mundial de Amamentação.

Os benefícios da amamentação são variados, porém, o mais significativo está no combate à mortalidade infantil. O aleitamento materno protege o bebê de disfunções como diarreia, desidratação e reduz a incidência de infecções respiratórias. O aleitamento materno é aconselhado prioritariamente até os seis meses de vida. “Nesta fase, a mão vai muito para o chão e muito para a boca e a mãe passa anticorpos para a criança”, explicou a gerente do departamento de enfermagem de um hospital maternidade, em Curitiba, Vivian Crudo. A experiência da enfermeira aponta que crianças que mamam no peito estão menos sujeitas à icterícia, doença conhecida popularmente de amarelão.

“Nós tínhamos um considerável número de internações de crianças para o tratamento fototerápico, que é o banho de luz. O amarelão é ocasionado pela baixa sucção. O bebê não mama, não evacua e não elimina a enzima bilirrubina e acaba ficando amarelo (…) Depois que começamos a desenvolver um trabalho psicológico e técnico mais especifico para a amamentação diminuiu a incidência”, contou a enfermeira.

Vivian acredita que a resistência de algumas mulheres para a amamentação está ligada a pré-conceitos, como o “leite fraco”, que na realidade não existe. Há ainda o temor que o leite seque, caso a mãe fique nervosa.

Esta possibilidade, como destacou a enfermeira, existe. Contudo, a técnica para a amamentação visa também o conforto neste momento e assim evitar a recusa do bebê e, por consequência, o nervosismo da mãe. Inclusive, as temidas rachaduras no bico do seio podem ser causadas pela posição incorreta na hora de amamentar.

“A maneira correta de segurar o bebê e a mãe estar sentada de maneira confortável são de extrema importância. Explicamos também a questão do bico, elas acham que quem não tem o bico sobressalente não consegue amamentar. É mais difícil, mas consegue. Ele [o bebê] tem que abocanhar o bico e também a auréola”, orientou a enfermeira. Vivian destaca também que o ingurgitamento mamário, conhecido entre as mães por leite empedrado, também pode ser causado pela amamentação incorreta, quando o bebê não suga todo o leite existente.

“A partir do terceiro ou quinto dia tem a apojadura, a descida do leite. O volume é grande e, se o bebê não está sugando, o leite acumula gerando o ingurgitamento”. Aqui, o apoio à mãe deve ser ainda maior para que ela não desista de dar o peito.

“Aí que você tem estimular, dar força para mãe porque é um processo dolorido (…) Elas devem massagear a mama, coloca o bebê para mamar, com a pegada correta para ocorrer o esvaziamento”. Ainda segundo a enfermeira, em alguns casos, a mãe pode recorrer à ordenha manual para retirar o leite.

Identificar se o filho está ou não mamando o suficiente é delicado, portanto, a orientação é ficar de olho. “A criança que chora muitas vezes é por fome”, acrescentou. Por isso, de acordo com Vivian, a mãe deve adotar a “livre demanda” e oferecer o seio sempre que a criança chorar.

No caso da consultora de vendas Rosângela Alves o que impediu a amamentação de Ana Clara, que nasceu na tarde de segunda-feira (30), foi o sono. Ela conta que a filha estava muito sonolenta. “Ela queria dormir, dormia o dia inteiro. Eu colocava o seio e ela dormia”. Agora, a consultora se diz contente já que recebeu diversas orientações que facilitaram a amamentação. Na tarde de terça-feira (31), Ana Clara mamou seis vezes.

“Peguei umas dicas. Aprendi tudo aqui. Nas primeiras mamadas, você tem que insistir um pouco. Como a minha só queria dormir, aprendi que se tirar um pouquinho da roupinha, só o pezinho para a fora, ela fica com frio e acaba acordando. Tem que ficar passando a mão no rosto, ficar mexendo com ela para ela não dormir”, disse a mãe.

Rosângela vai receber alta da maternidade na tarde desta terça-feira e se julgou tranquila para amamentar a primeira filha, longe das orientações das enfermeiras. Ela garante que até voltar ao trabalho, daqui cinco meses, vai manter o aleitamento materno.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site:  http://g1.globo.com

Amamentação: Mais do que Alimentar a Criança


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