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Confira o manual de saúde bucal para todas as idades

Amanhã, 25 de outubro, é o Dia Nacional da Saúde Bucal. Para comemorar, o Terra preparou cuidados específicos para fases da vida, além de hábitos a serem evitados e doenças mais comuns.

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Bebês
Mesmo antes de os dentes nascerem, é importante cuidar da saúde bucal do bebê. Ao higienizar a gengiva, a criança já começa a se acostumar com o toque em sua boca e os pais estabelecem uma rotina para, depois, introduzir a escovação, além de evitar infecções.

Pasta, escova e fio: nessa fase é recomendado usar apenas uma gaze umedecida com água filtrada.

Doenças comuns:
– Sapinho – o sapinho é uma infecção causada pelo fungo Candida albicans, que parece um resto de leite que não sai. Aparece na língua, céu da boca, parte interna das bochechas e até nos lábios.
– Cisto gengival –  o cisto de erupção ocorre quando um dente está para nascer e a gengiva fica bastante inchada e dolorida.

Cuidados:
– Lavagem frequente das mãos e higienização e fervura adequada de mamadeiras e chupetas após cada uso.
– Evitar dividir talheres, limpar a chupeta com a boca, experimentar a mamadeira, assoprar a comida ou até beijá-los nos lábios. Esses hábitos são meios de levar bactérias à boca da criança.
– Usar mordedores para massagear a gengiva e aliviar a dor quando os dentes estiverem para nascer

“Nós temos a cavidade bucal colonizada por até 300 tipos diferentes de bactérias e o bebê, além de nascer com a boca estéril (sem micro-organismos), não tem defesas para as bactérias que carregamos na nossa saliva”, diz Renata Sampaio, cirurgiã-dentista e odontopediatra.

Crianças
A partir do nascimento dos primeiros dentinhos, que normalmente ocorre aos 6 meses, já é preciso cuidar da higiene bucal da criança como gente grande. Isso porque, a saúde dos dentes permanentes depende dos dentes de leite serem bem tratados.

Pasta, escova e fio:
Pasta: o creme dental infantil deve ter 1000 ppm de flúor e a quantidade é equivalente a um grão de arroz, duas vezes por dia, até os três anos de idade. A partir daí a referência muda para uma ervilha.
Escova: a escova deve ter a cabeça pequena e as cerdas macias.
Fio dental: já deve ser passado pelos pais a partir do nascimento do segundo dente.

Doenças comuns:
– Cárie: Quando não se faz a higiene bucal da criança após a mamada, as bactérias grudam nos dentes e os açucares acabam ocasionando a desmineralização, formando a cárie.
– Traumas e cortes: até os 3 anos, as crianças começam a andar e vira e mexe estão com algum objeto nas mãos e aí quando caem podem quebrar os dentes ou cortar os lábios ou as gengivas.

Cuidados:
– Consultas no odontopediatra desde o nascimento do primeiro dente
– Uso de cremes dentais com flúor
– Auxiliar a criança na escovação
– Dar uma mamadeira com água depois das mamadas à noite
– Higienizar a boca sempre depois das refeições

Adolescentes 
Questões sociais e comportamentais interferem muito nas escolhas que determinam a saúde dos jovens. Por isso, é importante conscientizá-los da importância de redobrar os cuidados bucais, principalmente para aqueles que usam aparelhos fixos.

Pasta, escova e fio:
Pasta: os jovens, sempre preocupados com a aparência, costumam optar por cremes dentais com componentes branqueadores. “Mas é preciso ter cuidado com uso excessivo desse produto, pois podem causar uma hipersensibilidade dos dentes”. diz Alexandre Bussab, cirurgião-dentista da Clínica Dental Saúde.
Escova: para quem usa aparelho, existe uma escova específica, com uma canaleta central, que encaixa nos bráquetes. As cerdas devem ser ultramacias
Fio dental: de novo para quem usa aparelho, é preciso usar passa fio, que lembra uma agulha de plástico. Nele o fio dental é preso e pode ser passado por baixo do arco para limpar entre os dentes. Também é importante o uso da escova interdental, capaz de higienizar ainda melhor as regiões difíceis.

Doenças comuns:
– Mau hálito: a rotina corrida e sem horário do adolescente faz com que eles fiquem horas em jejum, consumem muita fritura, doces e refrigerante e bebam pouca água. Todos esses fatores somados a uma higienização sem a devida dedicação, causa mau hálito.
– Gengivite: o uso de aparelhos ortodônticos dificulta a remoção da placa bacteriana dos dentes, aumentando as chances do aparecimento da gengivite (inflamação na gengiva).

Cuidados:
– Utilizar os dispositivos adequados para higienizar os dentes no caso de usar aparelhos ortodônticos.
– Limitar a ingestão de açúcar e alimentos que contém amido, principalmente os pegajosos (que grudam na superfície dos dentes).
– No caso da prática de esportes (comum nessa fase), usar sempre protetores bucais.
– Beber bastante água.

Homens
Os homens são mais propensos a problemas como o ronco e bruxismo, que merecem uma atenção especial e mudanças de hábitos. Na fase adulta, a sensibilidade dentária também começa a ficar mais comum. “A partir dos 27 anos começamos a ver mais pessoas vindo ao consultório com esse tipo de reclamação”, diz o cirurgião-dentista, Alexandre Bussab.

Pasta, escova e fio:
Pasta: Os cremes dentais para dentes sensíveis bloqueiam os túbulos dentinários (onde ficam os nervos do dente) abertos, o que ajuda a impedir que as sensações de dor.
Escova: a escova deve ter cabeça média e ser macia.
Fio dental: o fio dental deve ser usado em todas as higienizações bucais. Para complementar, vale usar a escova interdental.

Doenças comuns:
– Ronco: esse distúrbio respiratório acaba com a qualidade do sono e faz com que ela passe o dia cansada, estressada e com déficits de atenção. “O ronco muitas vezes também está associado a apnéia do sono que são pequenas, porem perigosas, paradas respiratórias que podem causar problemas mais sérios de falta de oxigênio no coração e no cérebro”, diz Luana Campos, dentista da Interclin.
– Bruxismo (hábito de ranger ou apertar os dentes): “O Bruxismo está diretamente ligado, na maioria das vezes, à rotina estressante dos adultos e a pressão que eles sofrem, por isso se torna bastante comum nessa fase da vida, prolongando-se, quando não tratado, para a terceira idade”, diz Paulo Henrique Tavares, cirurgião-dentista especializado no atendimento de idosos.

Cuidados:
– Evitar consumir em excesso bebidas como café, chá, vinho, isotônicos, refrigerantes e sucos artificiais, pois possuem o pH ácido, o que favorece a erosão dental.
– Pratique esportes para aliviar o estresse causado pelo dia-a-dia e ajudar no tratamento do bruxismo, mau hálito e ronco.
– Não fume.

Mulheres
No caso das mulheres, embora algumas doenças e cuidados sejam parecidos com os dos homens afinal, mulher também ronca, as fases que inspiram mais cuidados são as da gestação e da menopausa.

Menopausa faz mulher roncar que nem homem
Ardência bucal atinge mulheres a partir dos 50 anos; entenda
Cuidar da saúde bucal é mais difícil depois da menopausa

Pasta, escova e fio:
Pasta: recomenda-se o uso de pastas próprias para o cuidado da gengiva e de preferência, sem sabores fortes, para evitar problemas de enjoo típicos de grávidas.
Escova: a escova deve ter cabeça média e ser macia.
Fio dental: Para evitar o acúmulo de placa bacteriana que pode agravar a gengivite, o uso do fio dental é indispensável para gestantes e mulheres na menopausa.

Doenças comuns:
– Gengivite e periodontite: “Infecções severas na boca (como a periodontite) fazem o corpo da mulher produzir uma substância que causa contrações no útero, o que pode antecipar o nascimento do bebê”, diz o odontopediatra Raul Palomino. Já quando a mulher entra na menopausa, seu corpo sofre uma drástica redução de um hormônio chamado estrógeno. “A boca da mulher fica mais vulnerável a doenças, as gengivas ficam mais flácidas, os dentes mais suscetíveis a cáries, há um maior desgaste do esmalte dos dentes e até perda de massa óssea da maxila e da mandíbula podem acontecer em decorrência da menopausa”, diz Alexandre.

Cuidados:
– Evite comidas e bebidas ácidas e que manchem os dentes.
– Intensifique os cuidados com a saúde bucal durante o período de gravidez e da menopausa.
– Procure o acompanhamento de um dentista especializado durante a gravidez.
– Ao fazer tratamentos estéticos clareadores, procure um profissional de sua confiança e relate para ele todo seu histórico de saúde bucal. Assim, é possível evitar problemas de sensibilidade por conta desse procedimento.

Idosos
Quando a terceira idade chega, problemas na vista e nas articulações (artroses) podem dificultar o cuidado com a saúde bucal. Por isso, as visitas ao dentista devem ser ainda mais frequentes nessa fase.

Pasta, escova e fio:
Pasta: Para idosos que usam próteses dentais, é recomendado o uso de pastilhas efervescente que as limpam e eliminam as bactérias sem provocar arranhões.
Escova: A escova deve ter cerdas ultramacias.
Fio dental: Por conta de problemas de visão e coordenação, a utilização desse mecanismo pode ser comprometida. Por isso, a utilização de escovas interdentais podem ajudar o idoso a fazer uma higienização mais completa.

Fio dental: Por conta de problemas de visão e coordenação, a utilização desse mecanismo pode ser comprometida. Por isso, a utilização de escovas interdentais podem ajudar o idoso a fazer uma higienização mais completa.

Doenças comuns:
-Xerostomia: boca seca causada principalmente pelo consumo de alguns remédios.
– Halitose: também pode ser causada por remédios.
– Câncer de boca: causado principalmente pelo fumo.

Cuidados:
– Nessa fase as visitas ao dentista devem ser mais constantes.
– O idoso que usa prótese dental deve ter cuidado ao manuseá-las, pois elas são bastante sensíveis.
– A limpeza da prótese deve acontecer após cada refeição, ao dormir e acordar.
– Não é recomendado dormir com a prótese, pois os tecidos de suporte precisam relaxar em algum momento do dia.

“O descuido com a higiene da prótese faz com que bactérias se acumulem sobre ela. Se essas bactérias entrarem na corrente sanguínea o paciente corre o risco de desenvolver endocardite (inflamação no coração) e a pneumonia por aspiração dessas bactérias”, diz Paulo Henrique Tavares, cirurgião-dentista especializado no atendimento de idoso.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://saude.terra.com.br/

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Saiba quais são as doenças bucais mais comuns e como tratá-las

Em 25 de outubro é comemorado o Dia Nacional da Saúde Bucal. De acordo com o Ministério da Saúde, 88% da população brasileira sofrem com algum problema na boca, em sua maioria cáries. Especialista  lista as doenças mais frequentes e conta que evitá-las é mais simples do que se imagina.
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Você já foi ao dentista este ano? Diferentemente do que acontece com outras especialidades, muitas pessoas passam anos sem visitar um consultório odontológico ou pior, nunca passaram por uma consulta. Segundo o Ministério da Saúde, mais de 2,5 milhões de brasileiros fazem parte desta estatística e, delas, 88%  apresentam algum problema na boca e não sabem. Porém, descobrir e iniciar um tratamento é mais fácil do que se imagina.
Aliados da saúde bucal, a escova de dentes e fio dental conseguem prevenir a maior parte das doenças. “Fica por conta da escova o trabalho mais ‘pesado’ de limpar os dentes, língua e bochechas – que retêm os resíduos causadores da cárie e halitose –  já o fio dental limpa onde a escova não alcança,” explica Dr. Ricardo Ladorucki, dentista especialista em odontologia estética.
O especialista alerta que o uso incorreto da escova pode causar lesões nas gengivas. “Não se deve escovar os dentes com força, pois as cerdas podem machucar a gengiva além de retirar o esmalte que protege os dentes. Dê preferência para escovas com cerdas macias.” A seguir o especialista da Netfarma lista as 5 doenças mais frequentes e como evitá-las.
Cárie – Causada por acúmulo de resíduos nos dentes, a cárie é a doença mais comum, atingindo cerca de 80% da população mundial. “Uma boa escovação e uso diário do fio dental impendem que as bactérias formadoras das cáries trabalhem”, conta Dr. Ricardo.
Doença Periodontal – Causada pelas bactérias anaeróbias que vivem dentro do sulco gengival, a doença periodontal é a formação do tártaro ao redor dos dentes; uma vez dentro dos microorificios do tártaro, as bactérias se multiplicam, pois o organismo não consegue combatê-las. A doença periodontal pode causar destruição óssea e perda do dente. O tratamento mais indicado é a remoção do tártaro com ultrassom.
Halitose – Conhecida também como mau hálito, a doença prejudica relações pessoais e de trabalho por conta do mau cheiro vindo da boca do indivíduo. “Cuidados de higiene, especialmente com a língua, ajudam no combate ao problema. O indicado é escovar a língua com a mesma frequência que se escova os dentes.”
Gengivite – Causada por falta de higiene adequada, a gengivite se dá pelo sangramento da gengiva decorrente do acúmulo da placa bacteriana; em casos mais graves acarreta perda dos dentes. “Nesses casos o uso do fio dental é fundamental para a higiene entre os dentes, principal fator resultante na doença.”
Inflamação da polpa – Quando a cárie não é tratada, as bactérias entram na polpa (estrutura interna do dente) causando inflamação. “O tratamento mais indicado nesses casos é o canal que irá retirar a pressão do dente causadora de dores fortes”.
Dr. Ricardo Ladorucki alerta para as visitas regulares ao dentista. “Assim como é recomendado realizar um check-up anual, é muito importante ir ao consultório odontológico, a saúde bucal precisa ser levada a sério”, finaliza.
Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://www.segs.com.br/

Prevenção à osteoporose deve começar na Infância

A osteoporose deve ser prevenida desde a infância. O alerta do Ministério da Saúde para o dia (20), dia mundial de combate à doença, será tema da campanha que começa no dia 22 de outubro. A mobilização nacional tem o objetivo de reduzir a incidência da doença, que atualmente atinge 10 milhões de brasileiros. O tema é “Prevenção da osteoporose: da criança à pessoa idosa” e chama a atenção para o fato de que a adoção de hábitos saudáveis pelas crianças pode prevenir, ou minimizar o aparecimento da doença na vida adulta.

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A osteoporose faz parte do processo natural de envelhecimento e caracteriza-se pela diminuição substancial da massa óssea que provoca ossos ocos, finos e de extrema sensibilidade, mais sujeitos à fraturas. “É uma doença silenciosa e que causa muito sofrimento, já que, geralmente, é descoberta em idosos, após fratura provocada por uma queda e até escorregão”, explica a coordenadora da Saúde do Idoso, do Ministério da Saúde, Luiza Machado.

De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), no mundo, 13% a 18% das mulheres e 3% a 6% dos homens, acima de 50 anos, sofrem com a osteoporose. No Brasil, o número de pessoas que possuem a doença chega a 10 milhões e os gastos com o tratamento e a assistência no Sistema Único de Saúde (SUS), são altos. “Só em 2010, o SUS gastou aproximadamente R$ 81 milhões para a atenção ao paciente portador de osteoporose e vítima de quedas e fraturas”, informa Luiza Machado.

A meta do governo federal é reduzir em 2%, ao ano, a taxa de internação hospitalar por fratura de fêmur em pessoas idosas. Apenas, em 2010, foram internados 74 mil brasileiros na rede pública por fratura de fêmur. Para isso, o governo federal firmou acordo com estados e municípios (com população acima de 100 mil habitantes), para a redução progressiva de internações por fratura de fêmur, desde 2008 com o Pacto Pela Vida.

Exercícios físicos são fundamentais para o combate à osteoporose em todas as idades, principalmente para pessoas com mais de 60 anos. Dados revelam que 200 milhões de pessoas no mundo sofrem com este mal, sendo cerca de 15 milhões delas no Brasil. Em 20 de outubro comemora-se o Dia Mundial de Combate à Osteoporose e para celebrar a data, a Fundação Internacional da Osteoporose divulgou um relatório que promove uma estratégia de três passos para ter ossos saudáveis e músculos fortes.

Segundo o documento, além de uma dieta adequada de cálcio e proteína e do consumo de vitamina D, a atividade física diária é absolutamente essencial para fortalecer os ossos e os músculos. Reforçando, ainda, a importância da atividade física para a saúde dos ossos, a geriatra e diretora médica da Academia Estação do Exercício, Janise Lana Leite, cita dois estudos científicos elaborados por pesquisadores da Universidade de São Paulo (USP) e da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp).

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://portalsaude.saude.gov.br

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Opção Mais Saudável: Sal Rosa

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A Saúde Bucal dos Idosos

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Como posso manter uma boa saúde bucal na terceira idade?
Se você cuidar bem dos seus dentes e fizer consultas periódicas com seu dentista, os seus dentes podem durar a vida inteira. Independentemente da idade, você pode ter dentes e gengivas saudáveis se escovar pelo menos três vezes ao dia com creme dental com flúor, se usar fio dental pelo menos uma vez ao dia e se for regularmente ao dentista para exames completos e limpeza.

Que informações sobre a saúde bucal um indivíduo da terceira idade deve ter?
Até mesmo quem escova e usa fio dental regularmente, pode ter alguns problemas específicos. Muitas pessoas na terceira idade usam dentaduras, tomam remédios e têm problemas de saúde geral. Felizmente, seu dentista pode ajudar você a encarar estes desafios com êxito quase que garantido.

  • As cáries e os problemas com a raiz dos dentes são mais comuns em pessoas da terceira idade. Por isso, é importante escovar com um creme dental que contenha flúor, usar fio dental todos os dias e não deixar de ir ao dentista.
  • A sensibilidade pode se agravar com a idade. Com o passar do tempo é normal haver retração gengival que expõe áreas do dente que não estão protegidas pelo esmalte dental. Estas áreas podem ser particularmente doloridas quando atingidas por alimentos e bebidas quentes ou frias. Nos casos mais severos, pode ocorrer sensibilidade com relação ao ar frio e a alimentos e líquidos doces ou amargos. Se seus dentes estiverem muito sensíveis, tente usar um creme dental apropriado. Se o problema persistir, consulte o dentista já que esta sensibilidade pode indicar a existência de um problema mais sério, como, por exemplo, cárie ou dente fraturado.
  • As pessoas mais velhas se queixam de boca seca com freqüência. Este problema pode ser causado por medicamentos ou por distúrbios da saúde. Se não tratado, pode prejudicar seus dentes. Seu dentista pode recomendar vários métodos para manter sua boca mais úmida, como tratamentos ou remédios adequados para evitar a boca seca.
  • Enfermidades preexistentes (diabete, problemas cardíacos, câncer) podem afetar a saúde da sua boca. Converse com seu dentista sobre quaisquer problemas de saúde existente para que ele possa ter uma visão completa da situação e para que possa ajudar você de forma mais específica.
  • As dentaduras tornam mais fácil a vida de muitas pessoas da terceira idade, mas exigem cuidados especiais. Siga rigorosamente as instruções do seu dentista e, caso ocorra qualquer problema, marque uma consulta. Os portadores de dentaduras definitivas devem fazer um exame bucal geral pelo menos uma vez por ano.
  • A gengivite é um problema que afeta pessoas de todas as idades e que pode se tornar muito sério, especialmente em pessoas de mais de 40 anos. Vários fatores podem agravar a gengivite, inclusive:
    1. Má alimentação.
    2. Higiene bucal inadequada.
    3. Doenças sistêmicas, como a diabete, enfermidades cardíacas e câncer.
    4. Fatores ambientais, tais como o estresse e o fumo.
    5. Certos medicamentos que podem influenciar os problemas gengivais.
  • Como as doenças gengivais são reversíveis em seus primeiros estágios, é importante diagnosticá-las o mais cedo possível. As consultas periódicas garantem o seu diagnóstico e o seu tratamento precoce. É importante saber que a boa higiene bucalevita o aparecimento de enfermidades gengivais.
  • As coroas e pontes são usadas para reforçar dentes danificados ou substituir dentes extraídos. Uma coroa é usada para recobrir um dente que sofreu perda de substância. Ela fortalece a estrutura do dente e melhora a sua aparência, sua forma ou seu alinhamento. As pontes ou próteses fixas são usadas para substituir um ou mais dentes faltantes e são fixadas nos dentes naturais ou nos implantes situados ao lado do espaço deixado pelo dente extraído.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://www.colgate.com.br

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Sol: Benefícios e Meios de Proteção

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O Sol é indispensável à vida. Em doses moderadas, desempenha um papel benéfico:

  • no humor: o Sol pode ser um excelente tratamento contra determinadas formas de depressão sazonal;
  • na síntese da vitamina D, essencial à fixação do cálcio nos ossos: quinze minutos de exposição solar são suficientes.

Em doses excessivas, o Sol pode ser muito perigoso e provocar:

  • queimaduras solares, também chamadas eritemas solares: é o efeito nefasto imediato mais frequente de uma exposição ao Sol;
  • fotodermatoses: como a lucite ou outras dermatoses agravadas pelo Sol, a acne, o cloasma,o lúpus, a urticária solar, o vitiligo
  • fotossensibilizações;

A longo prazo, surgem mais alguns efeitos nefastos.

  • aceleração do envelhecimento cutâneo, traduzido pelo aparecimento de manchas, tez amarela, rugas profundas, perda de densidade e elasticidade da pele.
  • fotocarcinogénese (cancro cutâneo) provocado pelos UVB e UV
A PROTEÇÃO ACIMA DE TUDO

Existem regras que devem respeitar-se, sempre, em caso de exposição solar:

  • evitar a exposição nas horas de maior intensidade solar;
  • aplicar o protetor solar antes da exposição, em quantidade suficiente (duas camadas em vez de uma).
  • Renovar a aplicação, generosa e frequentemente, sobretudo após o banho ou se transpirar excessivamente.
  • não expor crianças de tenra idade à luz direta do sol. Após cada banho, deverá secar-se a criança com uma toalha e renovar a aplicação do protetor solar específico para este tipo de pele frágil.

Deverá ter-se consciência que: determinados alimentos contribuem para melhorar a resistência da nossa pele ao Sol. Moléculas naturais como os carotenoídes, a vitamina C, presente nas frutas e legumes, ou a vitamina E contribuem para a foto-proteção  No entanto, não substituem, de modo algum, uma boa proteção solar, indispensável em caso de exposição.

Não hesite em consultar um dermatologista, para mais informações.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site:  http://www.laroche-posay.pt

Osteoporose: a Prevenção começa na Infância

Maioria das Brasileiras desconhece quantidade Ingestão de Cálcio para prevenir Osteoporose

Seis em cada dez brasileiras acreditam que apenas um copo de leite por dia é suficiente para prevenir a osteoporose, aponta pesquisa divulgada nesta quarta-feira (17) pela Associação Brasileira de Avalição Óssea e Osteometabolismo (Abrasso). Mas a quantidade necessária de consumo de leite e derivados, de acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), é maior: tem que ser pelo menos três porções diárias.

O levantamento da Abrasso, que avalia o nível de informação da população sobre a doença, mostra que houve avanço no conhecimento sobre a osteoporose, mas as medidas de prevenção ainda não são adotadas como deveriam.

“Na comparação com uma pesquisa feita em 2007, o grau de consciência aumentou muito, considerando que apenas 30% conheciam a doença e as medidas de prevenção. Agora, 60% sabem do que se trata e como prevenir, mas isso ainda não foi transformado em atitudes”, avalia o diretor da Abrasso, Marcelo Pinheiro. Para essa pesquisa, encomendada ao Ibope, foram entrevistadas 2 mil pessoas em todas as regiões metropolitanas do país.

O estudo mostra que menos de 20% das mulheres com mais de 45 anos consomem as três porções de leite e derivados recomendadas diariamente. Entre as que têm menos de 45 anos, o percentual não chega a 10%. O cálcio presente nesses alimentos previne a perda de massa óssea que caracteriza a osteoporose, conhecida como doença dos ossos porosos.

A aposentada Lucy Caldonazzi, de 90 anos, convive há 17 anos com a doença e, só depois do diagnóstico, passou a se preocupar com um consumo adequado de produtos que contêm cálcio. “Agora, como bastante leite, queijo e iogurte”, disse.

Lucy conta que, apesar de ter trabalhado como massagista com especialidade em coluna, nunca atentou para os cuidados com os ossos na juventude. “Fazia atividade física quando dava”, destaca como uma das medida que poderiam ter ajudado a prevenir a osteoporose. Dentre as entrevistadas pela pesquisa, 72% das que têm mais de 45 anos são sedentárias.

A pesquisa da Abrasso aponta que 70% das mulheres com mais de 45 anos desconhecem a necessidade de que a prevenção tenha início na infância. “Essa ação deveria ser pensada como política pública para ampliar a prevenção à doença, tendo em vista que hábitos adquiridos na infância costumam ser adotados por toda a vida”, defende Marcelo Pinheiro. Ele explica que o pico ósseo ocorre por volta dos 30 anos, quando, a partir de então, há uma perda óssea natural.

Outro resultado que preocupa os especialistas é que quase a totalidade das entrevistadas, 96%, associa a doença à dor, fazendo com que muitas dessas mulheres façam exames diagnósticos tardiamente. “É uma doença silenciosa. Muitas vezes, ela só é identificada com a primeira fratura”, explica Marcelo Pinheiro.

Apenas 39% das mulheres com mais de 45 anos lembram de ter feito o exame de densitometria óssea (aparelho que diagnostica a doença) alguma vez na vida. A maior parte dessas mulheres (89%) também não relaciona a menopausa como fator de risco para a osteoporose.

Lucy, por exemplo, descobriu a doença quando cumpria exames de rotina. “O médico olhou para as minhas mãos e viu que elas estavam tortas. Como eu não sentia dor, não sabia do que se tratava”, relembra. No caso da aposentada , as fraturas vieram depois do diagnóstico. Foram pelo menos sete desde então. “Os remédios não tiveram muito efeito, mas poderia estar pior se não fizesse o tratamento. Estou em um nível avançado, mas não sinto dor normalmente. A única coisa que faço é andar com muita cautela”, explica.

De acordo com a Internacional Osteoporosis Foudation (IOF), as fraturas em decorrência da osteoporose devem crescer 32% até 2050, considerando o processo de envelhecimento da população brasileira. Para Pinheiro, esse dado ganha destaque ainda maior diante dos resultados da pesquisa da Abrasso, tendo em vista que as medidas de prevenção ainda não são adotadas de forma generalizada pela população. “Se a gente não tomar uma atitude, esse quadro pode ser ainda mais grave”, destaca.

Dentre as medidas que seriam necessárias, ele aponta a ampliação do acesso ao exame de densitometria óssea e uma melhor qualificação dos médicos para o diagnóstico precoce da doença. Outro levantamento da Abrasso mostra que dos 1.717 equipamentos para o exame em funcionamento atualmente, apenas 367 estão Sistema Único de Saúde (SUS). Também há grande disparidade do ponto de vista regional, já que a maior parte dos aparelhos, 1.222 do total, está localizada nas regiões Sul e Sudeste.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://www.dci.com.br

Osteoporose: Doença Associada a Longevidade

Osteoporose é uma doença nova?

Cristiano Zerbini – Há mais ou menos 25 anos, quando cursei a faculdade de medicina, quase ninguém falava em osteoporose. Hoje, porém, a maior incidência dessa doença transformou-a em tema de constante discussão. Isso se deve ao fato de que as fraturas, principal problema da osteoporose, estão ocorrendo com maior freqüência, porque as pessoas estão vivendo mais e, consequentemente, seus ossos se tornam mais susceptíveis ao desgaste.

A osteoporose é uma doença que, na maioria dos casos, está relacionada com o envelhecimento. Como a média de vida dos brasileiros subiu, tornou-se comum encontrar indivíduos mais velhos com fraturas de vértebras ou no colo do fêmur. Foram esses quadros que determinaram o maior destaque que se dá à doença atualmente.

FORMAÇÃO DA ESTRUTURA ÓSSEA

Você poderia explicar como ocorre a formação da estrutura óssea do esqueleto humano.

Cristiano Zerbini – O osteoblasto é uma célula que produz osso. Existe outra célula, o osteoclasto, que é responsável pela reabsorção do osso. O processo se dá mais ou menos assim: o osteoblasto faz e o osteoclasto retira a massa óssea. Até os 35 anos, construímos nosso esqueleto. Para sermos mais exatos, até os 20 anos, 90% do esqueleto humano estão prontos. Por isso, os adolescentes devem ingerir cálcio, tomar sol e fazer esporte, a fim de garantir a formação de ossos fortes. Dos 35 aos 45 anos, a relação entre as células formadoras e as que reabsorvem o tecido ósseo fica equilibrada. Depois dos 45 anos, as células que destroem o osso ficam mais ativas do que as que o recompõem e começamos a perder parte de nosso esqueleto. Essa perda atinge mais ou menos 0,5% ao ano, o que quer dizer que, em 10 anos, perdemos 5% de massa óssea e, em 20 anos, 10%. Trata-se, porém, de uma perda fisiológica que a medicina considera normal. Entretanto, mulheres após a menopausa, por exemplo, podem apresentar um desgaste mais acelerado e, quando a perda compromete 25% da massa óssea, são classificadas como portadoras de osteoporose, uma doença que deixa os ossos ficam fracos e sujeitos a fraturas. Perdas de 10% a 15% caracterizam a osteopenia. Nesse caso, os conduz à osteoporose.

 O que representa o cálcio para a formação do esqueleto?

Cristiano Zerbini – Cálcio é um elemento fundamental para a formação do esqueleto. É recomendável ingerir 1 grama , ou seja, 1000mg de cálcio por dia. Um litro de leite tem 1000mg desse mineral. Pode ser leite integral ou desnatado, tanto faz. Tirar a gordura do leite não modifica a quantidade de cálcio nele contida.

Tomar um litro de leite por dia, porém, não é qualquer um que consegue. Como incorporar, então, esses 1000mg necessários  na dieta diária? Um copo de leite, pela manhã, representa 250mg. Outros 250mg, retiramos dos alimentos que ingerimos nas demais refeições. Os 500mg restantes podem vir dos outros derivados do leite.

Uma fatia de ricota, de queijo branco ou um copo de iogurte fornecem aproximadamente 250mg de cálcio cada um. Já o queijo tipo suíço é muito mais rico nesse elemento. Portanto, porções menores desse laticínio podem garantir a quantidade adequada para a recomposição da estrutura óssea.

Suponho que boa parte de nossa população não consiga ingerir esses 500mg adicionais necessários para a reconstituição da estrutura óssea, não é?

Cristiano Zerbini – Infelizmente, é verdade. Estudo realizado por uma nutricionista de nossa equipe revelou que, em média, a ingesta diária da população de São Paulo contém entre 600mg e 800mg de cálcio, bastante aquém do necessário, portanto.

Isso pode significar um impacto mensurável na incidência da osteoporose?

Cristiano Zerbini – Sem dúvida. Isso funciona mais ou menos como uma caderneta de poupança. Quanto menos cálcio ingerido até os 35 anos, menor a probabilidade de construir ossos fortes e maior a de desenvolver osteoporose no futuro.

SUPLEMENTAÇÃO DE CÁLCIO

Há necessidade de suplementação de cálcio na infância?

Cristiano Zerbini – As crianças também necessitam ingerir 1000mg de cálcio por dia. Alguns autores defendem que 1200mg seria o número ideal, porque o esqueleto infantil está em formação e precisa de muita matéria-prima. Na natureza, leite e seus derivados são ricos em cálcio e seriam os alimentos indicados para suprir tal carência. Algumas crianças, porém, não gostam de leite in natura. A essas podemos oferecê-lo disfarçado sob a forma de sorvetes, milk-shakes, vitaminas com frutas, doces, pudins, etc. Se mesmo assim, elas não o aceitarem, existem suplementos, como o carbonato de cálcio ou o citrato de cálcio que podem ser administrados convenientemente.

Em alguns casos, as pessoas mais velhas se queixam de obstipação intestinal quando tomam esses medicamentos. Na verdade, é o carbonato de cálcio que prende mais o intestino, mas ele pode ser substituído pelo citrato de cálcio que apresenta menor incidência desse efeito colateral indesejável.

Não podemos esquecer que algumas pessoas nascem com intolerância ao leite, ou seja, produzem pouca ou nenhuma lactase, enzima importante para o metabolismo do leite. O que acontece, então? As pessoas se sentem mal quando tomam leite, porque não fabricam lactase suficiente para digerir a lactose, ou seja, o açúcar  do leite que se acumula no intestino e provoca gazes e diarreia. Para evitar essa inconveniência, duas coisas podem ser feitas: comer queijo e iogurte que costumam provocar menos problemas e partir para leites em pó fabricados sem lactose.

Em relação aos outros alimentos que possuem cálcio, como brócolis  e alguns grãos, por exemplo, é importante observar que praticamente todos os vegetais têm uma substância que se chama fitato  que impede a absorção de cálcio pelo organismo. Por isso, não adianta tentar compensar a falta de ingestão de leite e seus derivados comendo mais verduras. A absorção do cálcio  proveniente delas é muito pequena.

MEDICAMENTOS PARA REPOR CÁLCIO

Você disse que para se fazer uma suplementação de cálcio eficiente é necessário prescrever  comprimidos, de preferência, citrato de cálcio. Isso quer dizer que certos medicamentos líquidos oferecidos às criancinhas não funcionam?

Cristiano Zerbini – Existem alguns remédios que até fazem parte da história de nossa infância que misturam cálcio, fosfato de cálcio e fluoreto de sódio. Sabe-se que não se pode misturar cálcio com flúor, porque esses elementos combinam entre si e são eliminados nas fezes sem que o organismo os absorva. Por isso, se houver a indicação de flúor para proteger a dentição, por exemplo, ele deve ser tomado distante das doses suplementares de cálcio.

 VITAMINA D e CÁLCIO

Em que casos se recomenda a suplementação de cálcio associada à vitamina D?  

Cristiano Zerbini – A vitamina D é fundamental para a absorção do cálcio. Nossa pele fabrica uma substância que precisa da luz do sol, principalmente do sol da manhã que é rico em raios ultravioleta, para transformar-se em vitamina D. Antes que o processo se complete, essa vitamina passa pelo fígado e pelos rins e só depois está pronta para favorecer a maior absorção de cálcio pelos intestinos, assegurando, assim, que ele passe para circulação e desempenhe suas funções no organismo.

Por isso, é tão importante tomar sol. No entanto, pessoas mais velhas frequentemente deixam de observar essa recomendação. Gostam de ficar dentro de casa, usam roupas mais fechadas e a ausência de sol batendo direto sobre a pele prejudica a produção de vitamina D. Além disso, o fígado e os rins dessas  pessoas podem já não estar funcionando tão bem  o que compromete o aperfeiçoamento da vitamina D  nesses órgãos e sua ação adequada no organismo. Por isso, por mais que a pessoa tome cálcio, não assegura que passe o suficiente para a circulação. A necessidade só é suprida quando se prescreve uma pequena sobrecarga em sua dosagem associada à ingestão de vitamina D.

Cristiano Zerbini, médico reumatologista, faz parte do corpo clínico dos hospitais Heliópolis e Sírio-Libanês de São Paulo.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://drauziovarella.com.br

Osteoporose

Definição

Osteoporose é o afinamento do tecido ósseo e a perda progressiva da densidade óssea e pode resultar de doença, deficiência alimentar ou hormonal ou idade avançada. Exercícios regulares e suplementos vitamínicos e minerais podem reduzir e inclusive reverter a perda de densidade óssea.

Nomes alternativos

Ossos finos

Causas, incidência e fatores de risco

A osteoporose é o tipo mais comum de doença óssea.

Pesquisadores estimam que aproximadamente 1 em cada 5 mulheres americanas com mais de 50 anos tem osteoporose. Em torno da metade de todas as mulheres com mais de 50 anos de idade sofrerão uma fratura do quadril, do punho ou da vértebra (ossos da coluna vertebral).

A osteoporose ocorre quando o corpo deixa de formar material ósseo novo suficiente ou quando muito material dos ossos antigos é reabsorvido pelo corpo, ou ambos.

O cálcio e o fosfato são dois minerais essenciais à formação normal dos ossos. Durante a juventude, o corpo usa esses minerais para produzir ossos. Se a ingestão de cálcio não é suficiente ou se o corpo não absorve quantidade suficiente de cálcio da alimentação, a produção de ossos e tecidos ósseos pode ser afetada.

À medida que você envelhece, o cálcio e o fosfato podem ser reabsorvidos de volta para o corpo a partir dos ossos e, nesse caso, o tecido ósseo torna-se mais fraco. Isso pode resultar em ossos quebradiços e frágeis, que são mais suscetíveis a fraturas, mesmo sem lesões.

Em geral, a perda ocorre gradualmente com o passar dos anos. Na maioria das vezes, a pessoa irá sofrer uma fratura antes de se dar conta da presença da doença. Quando isso ocorre, a doença já se encontra em um estado avançado, e o dano é grave.

As principais causas da osteoporose são uma queda no estrogênio em mulheres na época da menopausa e uma queda na testosterona nos homens. Mulheres com mais de 50 anos e homens com mais de 70 anos têm risco maior de osteoporose.

Outras causas incluem:

  • Estar confinado a uma cama
  • Artrite reumatóide crônica, doença renal crônica, distúrbios alimentares
  • Tomar medicamentos corticosteroides (prednisona, metilprednisolona) todos os dias por mais de 3 meses ou tomar alguns anticonvulsivos
  • Hiperparatireoidismo

Mulheres brancas, especialmente aquelas com um histórico familiar de osteoporose, têm um risco maior de desenvolver a doença.

Outros fatores de risco:

  • Ausência de períodos menstruais (amenorreia) por longo período
  • Alto consumo de álcool
  • Histórico familiar de osteoporose
  • Histórico de tratamento com hormônios para câncer de próstata ou câncer de mama
  • Baixo peso corporal
  • Fumo
  • Baixa quantidade de cálcio na dieta

Sintomas

Não existem sintomas nos estágios iniciais da doença.

Os sintomas que surgem com o avanço da doença são:

  • Dor ou sensibilidade óssea
  • Fraturas com pouco ou nenhum trauma
  • Perda de estatura (por volta de 15 cm) com o passar do tempo
  • Dor na região lombar devido a fraturas dos ossos da coluna vertebral
  • Dor no pescoço devido a fraturas dos ossos da coluna vertebral
  • Postura encurvada ou cifose, também chamada de “corcunda de viúva”

Exames e testes

Teste de densidade mineral óssea (especificamente uma densitometria ou exame DEXA) mede quanto de material ósseo você tem. Seu médico usa esse teste para prever riscos de fraturas ósseas no futuro.

Quanto menor a densidade de um osso, maior é o risco de fraturas. Um exame ósseo, juntamente com o histórico médico de um paciente, é um procedimento útil para avaliar a probabilidade de uma fratura e a necessidade de um tratamento preventivo.

A densitometria óssea apresenta a vantagem de ser indolor e de expor o paciente a apenas uma pequena quantidade de radiação.

Para obter mais informações sobre quando o teste deve ser feito, consulte Exame de densidade óssea.

A tomografia computadorizada quantitativa (QCT), um tipo especial de tomografia da coluna que pode mostrar perda de densidade mineral óssea, pode ser usada em casos raros.

Em casos graves, um raio X da coluna ou dos quadris pode mostrar fratura ou colapso dos ossos. No entanto, raios X simples de ossos não são muito precisos para prever se uma pessoa tem probabilidade de ter osteoporose.

Se sua osteoporose for devido a uma condição médica em vez de simplesmente a perda óssea normal observada em idade mais avançada, você pode precisar de exames de sangue e urina.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://saude.ig.com.br/


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