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Proteína de Soja contra Pressão Arterial

Por mais um ano, o Dia Mundial do Coração – comemorado mundialmente no dia 25/9 – irá encorajar a população a reduzir os riscos de doenças do coração por meio de medidas simples, como escolher alimentos saudáveis e aumentar a atividade física.

Um dos maiores riscos para doenças do coração é a hipertensão, também conhecida como pressão alta. Segundo o Ministério da Saúde, a hipertensão afeta aproximadamente 30 milhões de brasileiros, um número alarmante. De acordo com dados publicados pela Sociedade Brasileira de Cardiologia (2010), a pressão alta não controlada é a principal causa das duas doenças que mais matam no Brasil: o acidente vascular cerebral e o infarto do miocárdio. Todos os anos, 300 mil brasileiros são vítimas das doenças cardiovasculares, principalmente causadas pela hipertensão. Isso representa um número 2 vezes maior que as mortes causadas por câncer de todos os tipos, 3 vezes maior que as mortes ocasionadas por acidentes e 4 vezes maior que as causadas por infecções, incluindo a AIDS.

No combate aos riscos de doenças do coração, a soja se mostra, mais uma vez, uma forte aliada: resultados de um novo estudo, reconhecido pela Associação Americana do Coração (American Heart Association) e recém-publicado na edição de agosto do Circulation (jornal científico publicado pela associação) sugerem que o consumo de proteína de soja ou da proteína do leite desnatado podem reduzir a pressão arterial.

O estudo envolveu três fases de intervenção e incluiu 352 adultos com pré-hipertensão. Os participantes do estudo foram divididos em três grupos e receberam 40g diárias de proteína de soja, de proteína de leite desnatado ou de um suplemento composto por carboidratos por mais de oito semanas. Um período de três semanas de pausa (washout) foi realizado entre cada uma das fases de intervenção para permitir que o produto administrado fosse eliminado do corpo. Os resultados mostraram que, quando comparados aos carboidratos, os suplementos de proteína de soja e de proteína de leite desnatado foram expressivamente associados a uma redução da pressão arterial sistólica (o número maior em uma medição da pressão arterial).

“Já se sabe que produtos com baixo teor de gordura e alimentos ricos em proteínas de soja devem ser incluídos como parte de uma dieta saudável. No entanto, os resultados deste estudo vão além, sugerindo que a substituição de uma parte da ingestão de carboidratos por alimentos que são ricos em soja e proteína do leite pode ser uma intervenção nutricional importante para reduzir a pressão arterial sistólica em pacientes hipertensos”, destaca a médica Ratna Mukherjea, Líder Global de Nutrição Clínica da Solae. “A redução na pressão arterial sistólica, mesmo que pequena, ajudará a melhorar a função cardiovascular como um todo e a reduzir os graves riscos de eventos cardiovasculares”, diz.

Ratna Mukherjea complementa: “a proteína de soja é a única proteína vegetal completa disponível. A soja também contém pouca gordura, é livre de colesterol e também uma opção sustentável e econômica”. Para incluir a soja à dieta, a dra. Ratna sugere, por exemplo, um delicioso smoothie de soja para o café-da-manhã, incluir uma xícara de soja em grão no almoço ou uma barra nutricional de soja entre as refeições.

Os participantes do estudo ingeriram 40g de proteína de soja em sua dieta diária. Esta quantidade vai além da quantidade diária recomendada pela alegação de saúde aprovada pela Anvisa – Agência Nacional de Vigilância Sanitária (2005), que afirma que “25 gramas de proteína de soja ao dia podem ajudar a reduzir o colesterol”. O consumo da soja deve ser associado a uma dieta balanceada e a hábitos saudáveis de vida.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://runnersworld.abril.com.br/

Dia Nacional de Luta da Pessoa Portadora de Deficiência

O Dia Nacional de Luta da Pessoa Portadora de Deficiência, comemorado em 21 de setembro, representa um segmento populacional bastante significativo, sobre o qual devem se estabelecer diversas discussões, principalmente englobando a questão dos direitos. Segundo o censo 2000 realizado pelo IBGE, no Brasil existem 24,6 milhões de pessoas com algum tipo de deficiência ou incapacidade, o que representa 14,5% da população brasileira. Esse dado mostra que ações visando a conquista, efetivação e defesa dos seus direitos são cada vez mais emergentes, e se faz necessário criar espaços de debates sobre a temática, principalmente nas escolas, que são os núcleos de formação cidadã e profissional.

Para marcar a data, os professores abordaram o assunto em suas disciplinas. Segundo a assistente social Renata Paiva, é urgente que os espaços institucionais estejam aptos a atender essa clientela, especialmente os de formação acadêmica, para que promovam tanto o acesso ao serviço educacional, como a preparação de profissionais com aptidões para trabalhar com e para o sujeito portador de deficiência.

Renata observa que há muito as pessoas portadoras de deficiência sofrem estigmas devido às limitações que apresentam, porém outras habilidades que possuem, muitas vezes, não são estimuladas. Muitos fatores contribuem para tal, mas o preconceito se mostra como a principal causa que inibe o desenvolvimento de potencialidades nesses indivíduos, ficando estes fadados a vivenciar uma realidade de restrições e dependência. Inciativas do Estado e da sociedade civil, entretanto, buscam melhorar esse cotidiano limitado através da formação de conselhos e órgãos de defesa dos seus direitos, bem como através da elaboração de uma política de atendimento às suas necessidades. Exemplos disso são a Secretaria Nacional de Promoção dos Direitos da Pessoa com Deficiência, o Conselho Nacional dos Direitos da Pessoa Portadora de Deficiência (CONADE), os Conselhos Estaduais e Municipais dos Direitos da Pessoa Portadora de Deficiência, o Programa Nacional de Acessibilidade, o Programa de Promoção e Defesa dos Direitos da Pessoa com Deficiência, a Convenção sobre os Direitos da Pessoa com Deficiência (Assembleia Nacional das Nações Unidas) e a Lei 10.098/2000, que estabelece normas gerais e critérios para a promoção da acessibilidade das pessoas portadoras de deficiência ou com mobilidade reduzida.

Nesse sentido, diz Renata, pensar na perspectiva de inclusão das pessoas portadoras de deficiência é pensar em discutir e conhecer as peculiaridades que compõem o seu cotidiano, e agir em sintonia com as especifidades deste público. Não se pode negar ou ocultar a sua existência, pois diariamente nos deparamos com situações que o envolve, seja na família, na escola, no trabalho, no lazer, etc. Ainda, reconhecer e se preocupar com esse segmento é o pontapé inicial para a superação de práticas discriminatórias e a para a construção de alternativas de inclusão e promoção da sua autonomia e emancipação.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://caninde.ifce.edu.br/

Menos Impostos para Deficientes

O Governo reduziu a tributação sobre 27 produtos para pessoas com deficiência. Apesar de positiva, a medida deve ter impacto limitado no preço para o consumidor.

A lei que baixou a zero as alíquotas de PIS/Pasep e da Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (Cofins) foi publicada ontem no Diário Oficial da União e já está em vigor. A norma regulariza uma medida provisória de novembro do ano passado.

Entre os produtos estão calculadoras com sintetizador de voz, teclados com adaptações específicas, lupas eletrônicas e softwares de leitores de tela que convertem o texto em voz ou em caracteres braile. Segundo o IBGE, há 1,5 milhão de pessoas com deficiência só na capital.

A maioria desses equipamentos é importada. Em alguns casos, como as cadeiras de rodas motorizadas, há similares nacionais. Mas quem usa diz que os produtos brasileiros ainda não são tão bons quanto os de países como Estados Unidos. Por isso, a necessidade de importação.

“O problema é que são sempre equipamentos caros, que poucos podem comprar”, diz Tereza Amaral, superintendente do Instituto Brasileiro dos Direitos da Pessoa com Deficiência (IBDD). “É a legalização de um processo burocrático de pedido de isenção que já era realizado por associações como a nossa.”

O processo ao qual Tereza se refere é aquele em que as instituições voltadas ao auxílio e apoio às pessoas com deficiência solicitam à Receita Federal o não pagamento de impostos sobre produtos importados. “A resposta levava até dois meses. Depois de aprovada, a instituição tinha um ano para comprar os importados. Após esse período, era obrigada a refazer o pedido.”

Raphaela Athayde, gerente do IBDD, diz que ainda há muito para melhorar. “O impacto de PIS e Cofins será pequeno.”
Já para o advogado Alessandro Rostagno, consultor tributário, um produto de R$ 4 mil sairá por cerca de R$ 3,6 mil. “O cálculo do Cofins é de 7,6% em cima do faturamento da empresa. O PIS/Pasep varia de 0,65% a 1,65%. Como é isenção, o fabricante tem que repassar a diferença para o produto final.”

Diminuir a tributação não reduz o preço dos produtos quando eles chegam ao Brasil. O Jaws é um software que converte texto em áudio para pessoas com deficiência visual. Nos Estados Unidos custa US$ 450. Aqui, é vendido por R$ 4,5 mil. “A diferença é escandalosa. Há um monopólio das importadoras de produtos para pessoas com deficiência. A situação tem que mudar para resolver mesmo o problema.”

A psicóloga Fernanda Simidamore, 29 anos, da Fundação Dorina Nowil para Cegos, convive com uma baixa visão desde os quatro anos. “Tive uma doença rara no sangue e precisei tomar altas doses de cortisona.” A patologia sumiu, mas ela foi perdendo a capacidade visual. No final de 2011, aproveitou a viagem de amigos para o exterior e pediu uma lupa eletrônica portátil, que ela usa para leituras. “Paguei R$ 1,2 mil. Se comprasse aqui, sairia por R$ 3 mil.”

Linamara Rizzo Battistella, secretária de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência, diz que a nova medida mostra interesse em investir em melhores condições para as pessoas com deficiência. Mas no bolso do consumidor final não haverá grande diferença. “Desonerar a cadeia produtiva é mais eficiente. Por exemplo, diminuir os impostos de alguns materiais necessários para a produção de uma cadeira de rodas acaba reduzindo o preço final do produto.” Ela diz que o governo estadual já iniciou reuniões para transformar a sugestão em realidade.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site:  http://blogs.estadao.com.br/

20 Sugestões para Você Amar Mais a sua Vida

Você acha que para ser feliz é preciso ter aquela casa sensacional, um marido (mulher) deste ou daquele jeito ou estar sempre magérrima? Já parou para pensar que a felicidade pode estar nos momentos gostosos do dia a dia, nos detalhes, nas gentilezas? Aproveite também para escrever abaixo, nos comentários, as coisas que te fazem mais feliz na vida!

1 – Celebre o que é bom

Por que brindar apenas os grandes momentos se a vida está cheia de pequenas alegrias para festejar? Comemore um dia agradável, um almoço com uma amiga querida, uma gargalhada sem grandes motivos, um elogio que você recebeu quando menos esperava…

2 – Quebre o ritmo

Para que ficar da casa para o trabalho e do trabalho para casa? Um simples desvio na rotina enriquece o cotidiano e alivia o stress. Por que não curtir um jantar no meio da semana com as amigas ou um passeio no parque, numa manhã de sol, com os filhos?

3 – Comentários do bem

Ouvir o que lhe dizem não significa concordar nem se submeter à opinião alheia, mas abrir-se para escutar. O comentário de quem trabalha ou vive com você pode ajudá-la a se aprimorar. Aproveite o que for útil e descarte o que não serve.

4 – Deseje sem culpa

Batalhe pelo que deseja. Você pode, sim, querer mais dinheiro, mais conforto, mais realizações e prosperidade em sua vida. Ambição não é pecado, ajuda a manter o foco no caminho e a perseguir seus objetivos com mais vontade.

5 – Coma com prazer

Devore uma macarronada ou qualquer outro prato que você adora. Ah, que prazer! E não precisa fingir para os homens que você é uma mulher sem apetite. Comida e sexo têm alianças secretas. Depois, se precisar, retorne à dieta sem nenhuma culpa.

6 – Relaxe antes de dormir

Ao fim de um dia agitado, desacelere. Escute música suave, tome um banho quentinho e, ao deitar, respire fundo e devagar. Permita que as imagens da correria se apaguem, visualize um lugar lindo e deixe-se fundir com a paisagem. Se você cuidar do seu sono, a beleza e o humor vão agradecer

7 – Cante muito alto

Você adora música, não é? Mas quanto tempo tem para ouvir suas canções preferidas, sozinha e sem interrupções? Coloque seu intérprete favorito para tocar no carro, cante a plenos pulmões e mande para longe aquele mau humor que só o trânsito é capaz de causar.

8 – Faça novos amigos

Experimente puxar assunto com pessoas diferentes e descubra novos mundos. Fazer amigos é um jeito de rejuvenescer, renovar os assuntos e saber das novidades. Depois, apresente quem você acabou de conhecer aos velhos companheiros: é diversão garantida.

9 – Concentre-se no presente

Sempre que começar a remoer o passado ou se angustiar com o futuro, pense que não há nada que você possa fazer para mudá-los neste momento. Mantenha seu foco na tarefa que tem em mãos. Se ela for chata, vai acabar mais rapidamente, se for gostosa, você aproveitará melhor.

10 – Liberte-se das certezas

Uma verdade única não existe. Portanto, ninguém pode ter sempre razão. Liberte-se do desejo de mostrar que está certa e você se tornará uma companhia muito mais adorável e divertida, além de mais tolerante com ideias diferentes das suas.

11 – O mundo é bom

Expresse sua gratidão quando alguém lhe der uma informação, um elogio, uma mãozinha ou a vez no elevador. Você vai se dar conta de quantas coisas bacanas recebe de conhecidos e desconhecidos todos os dias e vai querer retribuir.

12 – Não se torture

A palavra já diz tudo: pré-ocupação, ou seja, sofrer por antecedência. Calma! Além de gerar ansiedade, a preocupação não constrói nada e tende a atrair resultados negativos. Desocupe a mente das frustrações antecipadas e completamente desnecessárias.

13 – Prazer com prazer

Você está cansada demais para sair num sábado à noite? É uma pena deixar de se divertir. Mesmo assim, não se force, outros sábados virão. Se você acha que vai se sentir muito solitária, compre um vinho e chame uma amiga para papear, ou pegue um bom filme e esqueça da vida no sofá.

14 – Troque a necessidade pelo desejo

Saiba como e quando dizer não no trabalho. Por lei, você tem direito ao descanso e acabará sendo mais valorizada se deixar isso claro. Faça o que tem que ser feito, mas restrinja o trabalho aos horários de expediente e esqueça o assunto. Nada de deixar de lado aquele livro bacana por causa da preocupação com as tarefas.

15 – Paz hoje e sempre

Gandhi dizia que “a paz é o caminho”. Faça seus planos, mas trace rotas possíveis para chegar até seus objetivos e depois, relaxe. Construa sua felicidade, cuide da saúde e tenha boas relações com os outros todos os dias. Assim você vai atrás do que quer ter no futuro, sem prejudicar seu presente.

16 – Reviva os bons momentos

Antes de dormir, repasse seu dia. Detenha-se nos momentos bons, recupere o sentimento que viveu e curta-os mais uma vez. Sinta-se grata por tudo o que tem. A gratidão alivia e traz contentamento.

17 – Aprenda a rir

O dia está péssimo? Tudo está dando errado? Há alguma coisa que você pode fazer para mudar isso? Não? Então relaxe, sorria e pense que amanhã tudo terá passado. Não está achando graça? Dê um passo para trás e veja as trapalhadas de longe. Além de lidar melhor com as frustrações, você aprenderá a ser menos exigente.

18 – A lista da felicidade

Enumere as dez coisas que você mais gosta de fazer. Valem desde coisas bobas, como comer uma trufa, até decisões como seu lugar preferido para ir nas férias. Delicie-se imaginando como vai aproveitá-las e comprometa-se a, um dia, curtir todas as alegrias da lista.

19 – Aventure-se

Não perca a oportunidade de fazer algo que tem vontade. Quer saltar de pára-quedas? Não é nada impossível. Sonha em viajar para algum lugar? Comece a se programar. Tente não colocar impedimentos onde eles não existem e veja a realização de seus desejos como mais uma aventura.

20 – Ame sua vida

Você é sensacional. Convença-se disso e transforme o que você tem de bom em fonte de contentamento. Faça uma lista das suas dez maiores qualidades e coloque na agenda ou na porta da geladeira. Em letras garrafais. Vermelhas.

Informações parciais, acesse a lista completa com as 50 sugestões. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://claudia.abril.com.br/

Políticas de Prevenção do Suicídio ‘não saíram do papel’, diz Psiquiatra

O Ministério da Saúde lançou em 2006 as Diretrizes Nacionais para Prevenção do Suicídio recomendando que cada Estado elaborasse suas estratégia nessa área. Depois de seis anos, no entanto, pouca coisa mudou, segundo Alexandrina Meleiro, psiquiatra filiada à Associação Brasileira de Psiquiatria e integrante da organização não governamental Centro de Valorização da Vida (CVV).

“Faz tempo que todas as coisas ligadas ao suicídio não ficam mais do que no papel. Reúnem-se grandes nomes, celebridades e não sai nada do papel”, afirmou. No Dia Mundial de Prevenção ao Suicídio, lembrado nesta segunda-feira, a especialista dá sugestões do que pode ser feito para mudar esse quadro. Ela acredita que o primeiro passo para uma prevenção eficiente é a orientação. Na opinião dela, líderes de grupos como escolas e igreja deveriam ser diretamente orientados pelo serviço de saúde pública a reconhecerem os sinais que as pessoas dão de que estão pensando em suicídio.

“Eu instruiria professores e esses professores instruiriam pais. Eu instruiria representantes de todos os credos religiosos, seja padre, pastor, rabino, de tudo quanto é religião. Instruiria também comunidades como Lions, Rotary, e todas as comunidades que fazem serviços voluntários”, explica.

Outra atitude a ser tomada na prevenção do suicídio, de acordo com Alexandrina, seriam programas de treinamento das pessoas que trabalham nas emergências e nos serviços de qualidade mental, compostos por psicólogos, psiquiatras e terapeutas de família.

“Quando há uma tentativa de suicídio, a pessoa vai para um serviço de emergência. Nele, não há pessoas qualificadas para o tratamento. O primeiro tratamento médico-cirúrgico é feito como se fosse um trauma qualquer. Mas, dali, o paciente precisaria de um encaminhamento para internação, para um psiquiatra ou psicólogo. Do pronto-socorro ele vai pra casa. Nada é feito”, explica.

Para incentivar políticas públicas voltadas para a prevenção do suicídio em todo o mundo, a Organização Mundial da Saúde (OMS) cobrou em documento mais ações relativas à questão. O Distrito Federal também lançou hoje um programa para prevenir o suicídio. De acordo com a coordenadora de Prevenção ao Suicídio da Diretoria de Saúde Mental, Beatriz Montenegro, o DF é a primeira unidade federativa a desenvolver uma política pública voltada para a prevenção do suicídio.

A assessoria de imprensa do Ministério da Saúde foi procurada, no entanto não tinha informação sobre o desenvolvimento de ações previstas pelas Diretrizes Nacionais para Prevenção do Suicídio de 2006. De acordo com a portaria que estabelece as diretrizes, a Secretaria de Atenção à Saúde do Ministério da Saúde teria atribuição de regulamentar o documento em 120 dias.

Entre as determinações do documento, está a de desenvolver estratégicas de informação, de comunicação e de sensibilização da sociedade “de que o suicídio é um problema de saúde pública que pode ser prevenido”.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://noticias.terra.com.br

Suicídio: um Gesto Extremo, Silêncio Irreversível

No dia 29/03/2009, no Paraná On Line, a jornalista Ruth Bolognese publicou a matéria “Quando a imprensa silencia” e o jornalista Wilson Bueno, o artigo intitulado “Suicídio & Suicidas”, ambos abordando o suicídio de uma adolescente de Curitiba, 15 anos, que abriu mão de sua existência num colégio de classe média e média-alta daquela cidade.

Os dois jornalistas se confessam consternados e estarrecidos. Porém, enquanto Ruth Bolognese envereda pela problemática de que se o fato deve ou não ser divulgado pela imprensa, Wilson Bueno, de forma tristemente poética viaja pelo inexplicável do ato.

Fala Ruth que, na semana do suicídio da garota, os jornais e emissoras de televisão de Curitiba, com raras exceções não noticiaram o fato. Disse ela que acadêmicos da área se apressaram em pegar o caminho da ética e dos bons costumes na imprensa e deram a explicação formal: “não se divulga suicídio, para não suscitar a imitação dos que possam se identificar com o gesto, aqui ou acolá”. Entretanto, lembrou ela: “Mas o suicídio da menina incontrolavelmente correu mundo. Daí afirmar ser melhor que se esclareça o fato. “Primeiro, porque pais e mestres têm o direito de tomar conhecimento das circunstâncias que levaram uma menina de 15 anos a entrar com um revólver dentro do pátio de uma escola. Segundo, porque a sociedade em geral precisa ser alertada para prestar mais atenção aos filhos e filhas desta geração movida a games e tecnologia. E, terceiro, do ponto de vista apenas da imprensa, porque não há como esconder um fato que choca a sociedade e se espalha como um rastilho de pólvora…”

Assim, conclui a jornalista que é preciso buscar a verdade na atuação cotidiana da mídia, contudo, intensificando-se o aprendizado sobre o respeito pela dor alheia, sabendo-se o momento de chegar e de se retirar. E a partir daí, cumpre-se a função social da imprensa de divulgar o necessário e de sempre alertar sem resvalar pelos caminhos da curiosidade.

Já Wilson Bueno alerta-nos que “por mais que a psicologia tente nos detalhar motivações e nos desvele a etiologia do ato suicida, a morte voluntária não tem explicação”.

E relembra ele “o caso da jamais esquecida poeta Ana C. Linda, esfuziante e dona de raro talento, aos 31 anos atirou-se do 8º andar de um edifício em Copacabana. Nenhum bilhete, nem um verso, nem uma palavra. Ficamos, as mãos vazias, os olhos secos, pasmos de horror. E recorda ainda o gesto extremo de Pedro Nava “um dos nossos mais luminosos escritores”, Rafael Rabelo, “o violonista-irmão”, Rita Pavão, “minha doce ‘ballerina’ que dançou ‘Bolero’s Bar’, com uma graça de passarinho”, e Antero de Quental, “poeta-ícone” português.

“Todos inexplicavelmente – diz Bueno- na glória do existir, disseram não ao sim, sonegando a si próprios céus e poentes que continuarão a existir sem eles…”

“A morte da menina foi estampido que dilacerou a manhã…”, concluiu ele. E nós, voluntários cevevianos, o que dizer ante a lembrança de uma manhã dilacerada, resultado do gesto de uma garota de 15 anos que não quis mais viver? Resta-nos sempre e cada vez mais colocarmos os nossos ouvidos disponíveis para aqueles que nos buscam e – quem sabe? – talvez ao desligarem o fone eles se permitam não sonegar os “céus e poentes” que a vida lhes possa ofertar diariamente, apesar de suas dores.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://www.cvv.org.br

Dia Mundial de Prevenção ao Suicídio

Alergias: Causas, Sintomas e Tratamento

Vencendo o Diabetes


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