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“Ninguém deveria precisar de dentadura”, diz dentista

Ao contrário do que muitos pensam a dentadura não serve apenas para repor os dentes, ela funciona como forma de recuperar alguns aspectos da face como o suporte dos lábios, contribui para que a pessoa fique mais jovem e possa falar melhor, além de ajudar na mastigação.

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Dependendo das condições financeiras, de assistência odontológica e cultural, existem pessoas que acabam precisando extrair os dentes e usar a prótese. Em alguns casos raros, pode acontecer de a pessoa nascer com alterações genéticas ou ainda sem alguns ou nenhum dente na boca. Doenças sistêmicas que debilitam o organismo, reduzindo a capacidade do cuidado diário de limpeza dos dentes, também podem levar à necessidade de extração, fazendo-se necessário o uso da dentadura.

Mas, para Emilio Carlos Zanatta, especialista em prótese dentária, salvo esses casos ninguém deveria perder os dentes.  “É possível manter todos os dentes na boca e com saúde, por mais longa que seja nossa vida”. Segundo o especialista, ainda existem muitos aspectos culturais e educacionais que fazem com que as pessoas achem “relativamente normal” começar a usar dentadura a partir de certa idade.  “As pessoas, junto com a ajuda de seus dentistas, deveriam compreender é muito melhor e mais fácil manter os dentes”, diz Emílio.

Por isso, é recomendado ter uma alimentação balanceada (e a mais natural possível) e nunca esquecer dos cuidados com a higiene dos dentes. O uso do fio dental é determinante para a saúde dental. “Além disso, não durma sem escovar os dentes, e, quando for escová-los, não esqueça da gengiva sempre colocando pouca força e fazendo o movimento por bastante tempo”, diz o especialista.

Cuidados com a dentadura
Assim como com os dentes naturais, a higienização da dentadura deve ser feita com escova e creme dental. A limpeza deve ser diária e em todas as partes da prótese (lado externo e interno). “Faça a limpeza segurando a dentadura dentro da pia, assim se ela cair o risco de quebrar será menor”, diz o especialista.

Para ajudar, existem no mercado pastilhas efervescentes que liberam oxigênio e matam as bactérias, mas segundo Emílio, elas devem servir apenas como auxiliadoras na limpeza. “A remoção dos resíduos se dá mesmo com a escovação. E sempre escove a gengiva, mesmo que não tenha dente nenhum. A escovação remove todos os resíduos e ainda estimula a circulação local evitando que a gengiva fique inflamada e possa sangrar”.

Cuidados com a mastigação (evitando alimentos muito duros) e com a fala também são importantes para quem usa prótese. “Além disso, controles periódicos com um profissional é fundamental para manter a saúde geral do corpo, pois como se diz: a saúde começa pela boca”, brinca Emílio.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://saude.terra.com.br/

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Quantas vezes se deve ir ao dentista por ano?

É necessário ir ao dentista uma vez a cada seis meses? Para muitos cirurgiões dentistas, essa seria a frequência ideal – mesmo que nem sempre isso seja feito.

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A frequência é tema de debate entre especialistas. Alguns acreditam que essa ideia de que é necessário ir ao dentista duas vezes por ano surgiu no século 17, muito antes de serem desenvolvidas técnicas para comprovar teorias deste tipo.

Pessoas com muitos problemas dentários evidentemente precisam visitar o dentista com muita frequência. Mas e os demais?

Dentes permanentes são mais vulneráveis a cáries assim que nascem, então é importante levar crianças ao dentista com bastante frequência entre as idades de seis e oito anos.

Na adolescência, os dentes são menos vulneráveis, até o surgimento dos sisos, por volta dos vinte anos. Então os riscos aos dentes variam ao longo da vida.

Em 2000, três em cada quatro dentistas de Nova York recomendavam consultas a cada seis meses, apesar da falta de estudos concretos que recomendassem essa prática. A recomendação ainda persiste na Academia Americana de Odontologia Pediátrica.

Mas há quem diga que essa recomendação é arbitrária. Em 1988, o médico Aubrey Sheiham, professor de odontologia e saúde pública da University College London, divulgou um artigo na publicação científica The Lancet reclamando da falta de provas científicas da eficácia desta recomendação.

Hoje, 40 anos depois daquele artigo, ele continua sustentando a mesma tese.

Muito debate, pouca conclusão

Em 2003, foi feita uma grande revisão de toda a literatura disponível no assunto. Os resultados não foram conclusivos. Alguns estudos não identificaram diferença no número de dentes com cárie, obturações e quedas de dentes entre aqueles que frequentaram dentistas duas vezes por ano e aqueles que não seguiram a recomendação. Mas houve estudos que mostraram que visitas frequentes ao dentista resultaram em menos obturações.

Em relação à gengiva, a maior parte dos estudos não identificou nenhuma relação entre frequência de visitas ao dentista e problemas como sangramento e gengivite.

Uma pesquisa específica mostrou que visitar o dentista mais de uma vez por ano não fez diferença alguma no tamanho de tumores diagnosticados em casos de câncer de boca. Mas outro estudo revelou que pessoas com câncer de boca que passaram mais de um ano sem ir ao dentista têm tumores em estado mais avançado.

No ano passado, a organização Cochrane Collaboration de pesquisas com voluntários fez uma nova revisão da literatura disponível. A entidade ficou decepcionada com o que descobriu. A qualidade e a quantidade dos estudos realizados eram muito baixas para sustentar ou derrubar a recomendação de uma visita ao dentista a cada seis meses.

Apenas um dos estudos analisou com alguma precisão pacientes que visitaram o dentista uma vez por ano ou uma vez a cada dois anos. A pesquisa mostrou que pacientes com visitas mais frequentes apresentaram um quadro de saúde bucal melhor. Mas é possível que os dentistas estivessem a par deste estudo. Especula-se que eles possam ter dado prioridade no tratamento dos pacientes com visitas mais frequentes – e assim influenciado diretamente nos resultados da pesquisa.

E também há outras preocupações. Estudos que mostram que crianças com muitas visitas ao dentista têm menos obturações podem estar refletindo outros fatores. Essas mesmas crianças podem ter outras vantagens, como pertencer a um grupo sócio econômico melhor, ter alimentação mais saudável e equipamento dental de melhor qualidade.

Outros fatores

Também há um motivo secundário nas consultas. Mesmo que o dentista não identifique nenhum problema, ele provavelmente vai reforçar hábitos saudáveis como escovar direito os dentes – apesar de que também não existe consenso sobre esse tema.

Então qual é a frequência ideal para se consultar com o dentista? A entidade Nice, que dá consultoria de saúde a governos da Inglaterra e País de Gales, diz que isso depende de cada um. Eles recomendam visitas de pelo menos uma vez por ano para crianças, pois elas são mais afetadas por cárie.

Adultos sem problemas e com boa higiene bucal podem passar até dois anos ou mais sem ir ao dentista, segundo a Nice.

Conselhos semelhantes são dados em diversas partes do mundo. Em 2001, um grupo de especialistas da Finlândia recomendou que as consultas para pessoas com poucos problemas dentários e menos de 18 anos podiam passar de 18 meses a dois anos sem ir ao dentista.

Na falta de consenso, o prazo ideal talvez seja melhor estabelecido por um diálogo entre o paciente e o seu dentista, levando em consideração o quadro individual de saúde bucal.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://www.bbc.co.uk/

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