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Tabagismo passivo: Você conhece os riscos?

Quando o cigarro é aceso, somente uma parte da fumaça é tragada pelo fumante, e cerca de 2/3 da fumaça gerada pela queima é lançada no ambiente, através da ponta acesa do produto (cigarro, charuto, cigarrilhas e outros). Isso afeta quem está em volta, o fumante passivo.

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Fumante passivo é o não-fumante que convive com fumantes em ambientes fechados, ficando assim, exposto aos componentes tóxicos e cancerígenos presentes na fumaça ambiental do tabaco, que contém praticamente a mesma composição da fumaça tragada pelo fumante. São cerca de 4000 compostos, dos quais mais de 200 são tóxicos e cerca de 40 são cancerígenos.

Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), a poluição tabagística ambiental é a maior fonte de poluição em ambientes fechados e o tabagismo passivo, a 3ª maior causa de morte evitável no mundo, perdendo apenas para o tabagismo ativo e o consumo excessivo de álcool.

Atualmente, estudos científicos têm demonstrado que os trabalhadores que exercem suas funções em bares, restaurantes e similares se expõem à uma quantidade de fumaça do tabaco que corresponde a terem fumado de 4-10 cigarros/dia. Eles estão expostos a níveis mais elevados dessa fumaça, cerca de 300 a 600% vezes mais, do que qualquer outro grupo de trabalhadores. Com isso, têm 25-30% mais possibilidade de desenvolver doenças cardíacas e 20-30% mais chances de ter câncer de pulmão (Surgeon General, 2004). A Organização Internacional do Trabalho (OIT) estima que, por ano, cerca de 200.000 trabalhadores morram por causa da exposição à fumaça tabagística no ambiente de trabalho. O tabagismo passivo é uma das principais causas de doenças em não-fumantes, incluindo câncer do pulmão, doença isquêmica do coração e morte por parada cardíaca.

Fumantes passivos também sofrem os efeitos imediatos, tais como, irritação nos olhos, manifestações nasais, tosse, cefaleia, aumento de problemas alérgicos, principalmente das vias respiratórias, aumento do número de infecções respiratórias em crianças, e elevação da pressão arterial.

Para melhorar a qualidade do ar e evitar danos nos fumantes passivos, a Lei Anti Fumo proíbe fumar cigarros, charutos, cachimbos, narguilés e outros produtos derivados do tabaco em locais de uso coletivo, públicos ou privados, de todo o país. Essa proibição se aplica a restaurantes, bares, boates, escolas, universidades, hotéis, pousadas, casas de shows, ambientes de trabalho, repartições públicas, instituições de saúde, veículos públicos e privados de transporte coletivo, hall e corredores de condomínios, etc., mesmo que o ambiente seja parcialmente fechado por uma parede, divisória, teto ou toldo.

Além das áreas ao ar livre (como parques e praças), a proibição de fumar não se aplica: aos estabelecimentos destinados especificamente à comercialização de produtos do tabaco (tabacarias); aos estúdios e locais de filmagem ou gravação de produções audiovisuais, quando necessário à produção da obra; aos locais destinados à pesquisa e ao desenvolvimento de produtos fumígenos derivados ou não do tabaco; aos cultos religiosos (caso faça parte do ritual) e às instituições de tratamento da saúde que tenham pacientes autorizados a fumar pelo médico que os assista. Nesses locais poderão ser instaladas áreas exclusivas para fumar, que deverão apresentar condições de isolamento, ventilação e exaustão do ar e medidas de proteção ao trabalhador, conforme a Portaria Interministerial MTE/MS nº 2.647, de 04 de dezembro de 2014.

Malefícios da absorção da fumaça do cigarro por aqueles que convivem em ambientes fechados com fumantes:

Em bebês:
Um risco 5 vezes maior de morrerem subitamente sem uma causa aparente (Síndrome da Morte Súbita Infantil);
Maior risco de doenças pulmonares até 1 ano de idade, proporcionalmente ao número de fumantes em casa.

Em crianças:
Maior frequência de resfriados e infecções do ouvido médio;
Risco maior de doenças respiratórias como pneumonia, bronquites e intensificação da asma.

Em adultos não-fumantes:
Maior risco de desenvolver doenças por causa do tabagismo, proporcionalmente ao tempo de exposição à fumaça;
Um risco 30% maior de desenvolver câncer de pulmão e 24% maior de infarto do coração do que os não-fumantes que não se expõem.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://www.blog.saude.gov.br/

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Número de fumantes no Brasil cai 30,7% nos últimos nove anos

O ato de fumar está cada vez menos popular no Brasil. Segundo dados do Vigitel 2014, atualmente, 10,8% dos brasileiros ainda mantém o hábito de fumar – o índice é maior entre os homens (12,8%) do que entre as mulheres (9%). Os números representam uma queda de 30,7% no percentual de fumantes nos últimos nove anos. Em 2006, 15,6% dos brasileiros declaravam consumir o produto. A redução no consumo é resultado de uma série de ações desenvolvidas pelo Governo Federal para combater o uso do tabaco.

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No entanto, um estudo inédito do Instituto Nacional do Câncer (INCA), demonstra que entre os brasileiros que consomem cigarros industrializados cresceu a proporção daqueles que fumam cigarros de origem ilícita. Em 2008, 2,4% dos fumantes obtinha cigarro proveniente do mercado ilegal – em 2013 o percentual passou para 3,7%. Os dados foram divulgados nesta quinta-feira (28/5) em cerimônia comemorativa ao Dia Mundial sem Tabaco, celebrado no 31 de maio.

“A redução do consumo de cigarro deve ser comemorada, mas o crescimento do consumo de cigarros ilícitos merece total atenção. Sendo legal ou ilícito, o cigarro faz mal à saúde e precisa ser combatido. O diálogo e a participação dos países de fronteira, principalmente do Paraguai, nas ações de coibição do comércio ilegal são fundamentais. Esse será um tema que levarei para o encontro dos ministros da saúde do Mercosul, no próximo mês”, destacou o ministro da Saúde, Arthur Chioro.

Entre os principais motivos para a queda do consumo do tabaco no Brasil está o aumento do preço dos cigarros. Segundo a Pesquisa ICT/INCA 2013, 62% dos fumantes pensaram em parar de fumar devido ao valor do produto no país. A política de preços mínimos também está diretamente ligada à redução da experimentação entre os jovens, já que cerca de 80% dos fumantes iniciam o hábito antes dos 18 anos.

“A política de preços é determinante para coibir o uso e à iniciação ao tabagismo. Outras ações importantes são a proibição da propaganda do cigarro e ao fumo em ambientes coletivos, além da oferta crescente de tratamento para quem quer deixar de fumar. Em 2013, mais de 70% dos brasileiros que tentaram parar foram atendidos pelo SUS”, reforçou Chioro.

O tabagismo é um fator importante para o desenvolvimento das Doenças Crônicas Não Transmissíveis (DCNT) – como câncer, doenças pulmonares e cardiovasculares – e o uso do tabaco continua sendo a principal causa de mortes evitáveis. Ainda segundo o Vigitel 2014, o uso de cigarros é maior na faixa etária de 45 a 54 anos (13,2%) e menor entre os jovens de 18 a 24 anos (7,8%).

Os homens fumam mais em Porto Alegre (17,9%), Belo Horizonte (16,2%) e Cuiabá (15,6%) e as mulheres em Porto Alegre (15,1%), São Paulo (13%) e Curitiba (15,6%). O tabagismo é menos frequente em Fortaleza (8,6%), Salvador (9%) e São Luís (9,3%) entre os homens, e no público feminino em São Luís (2,5%), Palmas (3%) e Teresina (3,1%).

A priorização do atendimento, de quem deseja parar de fumar, nas Unidades Básicas de Saúde (UBS) pode ser mensurada pela Pesquisa Nacional de Saúde (PNS), realizada pelo Ministério da Saúde em parceria com o IBGE. A PNS revela que em 2013, 73,1% das pessoas que tentaram parar de fumar conseguiram tratamento, um aumento importante em relação a 2008, quando o índice era de 58,8%.

Atualmente, das 39.228 equipes de saúde na família, mais de 23 mil em todo o país estão prontas para oferecer o tratamento ao tabagismo em 5.460 municípios. Em 2013 e 2014, o Ministério da Saúde destinou R$ 41 milhões para compra de medicamentos (adesivos, gomas e pastilhas de nicotina e bupropiona) ofertados no tratamento contra o tabagismo.

AVANÇOS – Em 2014, a regulamentação da Lei Antifumo proibiu o consumo de cigarros, cigarrilhas, charutos, cachimbos e outros produtos fumígenos, derivados ou não do tabaco, em locais de uso coletivo, públicos ou privados, mesmo que o ambiente esteja só parcialmente fechado por uma parede, divisória, teto ou até toldo. Os narguilés também foram incluídos na proibição.

Ainda dentro das ações que vem sendo desenvolvidas pelo Governo Federal desde 2011 está a política de preço mínimo para cigarro e a proibição da propaganda comercial de cigarros em todo o território nacional, sendo permitida apenas a exposição dos produtos nos locais de vendas. Esse conjunto de iniciativas permitiu que, até 2015, segundo o balanço do Plano de DCNT, a redução da prevalência de tabagismo seja o indicador de fator de risco com maior avanço no Brasil.

O Ministério da Saúde também ampliou ações de prevenção com atenção especial aos grupos mais vulneráveis (jovens, mulheres, população de menor renda e escolaridade, indígenas, quilombolas), assim como contribuiu para o fortalecimento da implementação da política de preços e de aumento de impostos dos produtos derivados do tabaco e álcool. Houve também o fortalecimento, no Programa Saúde na Escola (PSE), das ações educativas voltadas à prevenção e à redução do uso de álcool e do tabaco.

PROTOCOLO – O Brasil ratificou, em 2005, a Convenção-Quadro para o Controle do Tabaco, tratado internacional de saúde pública da OMS que tem como objetivo reduzir o consumo de derivados de tabaco. Uma das medidas preconizadas no tratado é o aumento de preços e impostos sobre os produtos de tabaco, associado a medidas para eliminar o mercado ilegal desses produtos.

O Protocolo para eliminar o mercado ilegal de produtos de tabaco está vinculado ao artigo 15 da Convenção-Quadro e foi negociado pelos países-membros durante cinco anos. O objetivo é eliminar o mercado ilegal de produtos de tabaco por meio de um pacote de medidas a serem adotadas pelos países em cooperação. O Protocolo entrará em vigor quando 40 países completarem o processo de ratificação. Por enquanto, apenas oito países ratificaram o protocolo. No Brasil, o Protocolo está em tramitação no Executivo para seguir para a ratificação no Congresso.

CAMPANHA – Em 2015, a Campanha do Dia Mundial Sem Tabaco integra as ações de Promoção da Saúde –SUS, Controle do Tabagismo. O conceito “Da saúde se cuida todos os dias” é tema das campanhas de promoção da saúde. No eixo controle do tabagismo o slogan usado é “Das escolhas certas se cuida todos os dias”.

A campanha fala do consumo dos produtos derivados do tabaco por jovens, facilitado pelos baixos preços que são oferecidos os cigarros através do comércio ilícito. Além de alertar sobre os malefícios do hábito de fumar, a campanha entrega a mensagem de que é necessário fazer escolhas certas para uma vida mais saudável. A campanha será veiculada na rádio, internet e redes sociais.

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Saiba mais sobre o tratamento gratuito para as pessoas que querem parar de fumar

O comerciante Clarisvaldo Costa , mora em Minas Gerais e é fumante desde os 15 anos de idade. Hoje, aos 70, ele sabe que precisa abandonar o vício.”Hoje eu estou gastando muito dinheiro e estou sentindo cansaço já.

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Quando eu subo a escada aqui de casa já sinto cansado. Uma escadinha a toa, parece que tem 12 degraus só. Beber, graças a Deus, já tem mais de 30 anos que eu não boto uma bebida de álcool na boca, o cigarro que está sendo difícil. Às vezes eu passo 12 horas sem fumar, mas quando eu chego em casa adeus! Não passo sem ele [o cigarro]. Eu vejo na televisão o pulmão da pessoa como é que fica e é isso que eu tenho medo aqui também.”

O Clarisvaldo e todas as pessoas que querem parar de fumar podem conseguir abandonar o cigarro se aderirem a um tratamento gratuito oferecido por mais de 20 mil equipes de saúde da família espalhadas por todo o país. A coordenadora do programa estadual de controle do Tabagismo, de Minas Gerais, Thereza Senra, explica como é o tratamento. “No primeiro trimestre do tratamento o tabagista faz uso de medicamento, que são fornecidos gratuitamente pelo SUS, para auxiliar na ansiedade. Ele faz uso de nicotina através de adesivos no braço para diminuir essa necessidade enorme que ele tem de pegar o cigarro. E durante as reuniões ele vai recebendo toda a orientação de como ficar sem o cigarro o que ele deve fazer para substituir o cigarro. Ele já sai depois de um ano como ex-fumante. Um ano já é suficiente para o indivíduo conseguir viver sem o cigarro.”

A coordenadora do programa estadual de controle do tabagismo, de Minas Gerais, Thereza Senra, explica ainda que a vontade de parar de fumar é o primeiro passo para o sucesso do tratamento. “O primeiro passo que eu considero mais importante de todos é querer parar de fumar, porque não adianta querer fazer um tratamento se não tiver uma vontade. Às vezes as pessoas falam ‘nossa, não parou de fumar porque não quer, porque é fraco e não tem força de vontade’. Não. É porque às vezes não dá conta mesmo. Então, a partir do momento que a possa quer parar de fumar, ela precisa de ajuda. O tabagista quando ele está com vontade de parar de fumar ele pode procurar uma unidade básica de saúde e falar que ele quer para de fumar.”

Para ter acesso ao tratamento, basta procurar uma Unidade Básica de Saúde, levar a identidade e se inscrever no programa de combate ao tabagismo do SUS. O Brasil recebeu reconhecimento internacional no controle do tabagismo. O prêmio foi entregue nesta semana durante a 16ª Conferência Mundial Sobre Tabaco ou Saúde em Abu Dhabi, capital dos Emirados Árabes Unidos. Para saber mais sobre o tratamento gratuito para combater o vício do cigarro, acesse: www.inca.gov.br/tabagismo

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Fumantes subestimam os riscos do tabagismo para a saúde

Apesar das frequentes campanhas públicas que alertam para os efeitos prejudiciais do fumo, muitas pessoas ainda acreditam que o tabagismo não faz mal à saúde. Durante a Conferência Europeia de Câncer de Pulmão (ELCC, na sigla em inglês), que ocorreu recentemente na Suíça, pesquisadores apresentaram dados preocupantes: de acordo com um estudo francês, em torno de 34% dos fumantes acreditam que fumar até 10 cigarros por dia não acarreta o aumento dos riscos de desenvolver câncer de pulmão.

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— Os resultados mostram muito bem que a guerra contra o tabagismo está longe de acabar — acredita o oncologista Laurent Greillier, que apresentou o estudo para os participantes do evento.

A equipe de pesquisadores analisou dados coletados de uma pesquisa realizada com 1.602 franceses, com idades entre 40 e 75 anos. Entre essas pessoas, 1.463 não tinham histórico de câncer, embora 481 fossem ex-fumantes e 330 fumantes, com um consumo médio de 14,2 cigarros por dia.

— Essas descobertas são impressionantes e alarmantes, pois sugerem que muitas pessoas que consomem poucos cigarros por dia considerem fumar uma conduta segura. No estudo, apenas metade dos entrevistados acreditam que, de fato, fumar não é saudável — afirma Greillier.

O estudo mostrou ainda que menos de 40% das pessoas estavam cientes de que a chance de um fumante desenvolver câncer de pulmão nunca desaparece, mesmo quando o indivíduo larga o cigarro. De acordo com os pesquisadores, a maioria das pessoas acredita que os perigos do tabaco não estão somente relacionados a elas, e sim, às outras pessoas.

— É essencial que as políticas de saúde pública mantenham o foco nos problemas causados pelo tabaco. Nossos estudos sugerem que campanhas de conscientização para os riscos de qualquer cigarro comecem urgentemente — diz Greillier.

Especialistas também afirmam que o risco de desenvolver câncer de pulmão não depende de quanto tempo a pessoa fuma e, sim, do número de cigarros consumidos por dia.

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“Ninguém deveria precisar de dentadura”, diz dentista

Ao contrário do que muitos pensam a dentadura não serve apenas para repor os dentes, ela funciona como forma de recuperar alguns aspectos da face como o suporte dos lábios, contribui para que a pessoa fique mais jovem e possa falar melhor, além de ajudar na mastigação.

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Dependendo das condições financeiras, de assistência odontológica e cultural, existem pessoas que acabam precisando extrair os dentes e usar a prótese. Em alguns casos raros, pode acontecer de a pessoa nascer com alterações genéticas ou ainda sem alguns ou nenhum dente na boca. Doenças sistêmicas que debilitam o organismo, reduzindo a capacidade do cuidado diário de limpeza dos dentes, também podem levar à necessidade de extração, fazendo-se necessário o uso da dentadura.

Mas, para Emilio Carlos Zanatta, especialista em prótese dentária, salvo esses casos ninguém deveria perder os dentes.  “É possível manter todos os dentes na boca e com saúde, por mais longa que seja nossa vida”. Segundo o especialista, ainda existem muitos aspectos culturais e educacionais que fazem com que as pessoas achem “relativamente normal” começar a usar dentadura a partir de certa idade.  “As pessoas, junto com a ajuda de seus dentistas, deveriam compreender é muito melhor e mais fácil manter os dentes”, diz Emílio.

Por isso, é recomendado ter uma alimentação balanceada (e a mais natural possível) e nunca esquecer dos cuidados com a higiene dos dentes. O uso do fio dental é determinante para a saúde dental. “Além disso, não durma sem escovar os dentes, e, quando for escová-los, não esqueça da gengiva sempre colocando pouca força e fazendo o movimento por bastante tempo”, diz o especialista.

Cuidados com a dentadura
Assim como com os dentes naturais, a higienização da dentadura deve ser feita com escova e creme dental. A limpeza deve ser diária e em todas as partes da prótese (lado externo e interno). “Faça a limpeza segurando a dentadura dentro da pia, assim se ela cair o risco de quebrar será menor”, diz o especialista.

Para ajudar, existem no mercado pastilhas efervescentes que liberam oxigênio e matam as bactérias, mas segundo Emílio, elas devem servir apenas como auxiliadoras na limpeza. “A remoção dos resíduos se dá mesmo com a escovação. E sempre escove a gengiva, mesmo que não tenha dente nenhum. A escovação remove todos os resíduos e ainda estimula a circulação local evitando que a gengiva fique inflamada e possa sangrar”.

Cuidados com a mastigação (evitando alimentos muito duros) e com a fala também são importantes para quem usa prótese. “Além disso, controles periódicos com um profissional é fundamental para manter a saúde geral do corpo, pois como se diz: a saúde começa pela boca”, brinca Emílio.

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Quantas vezes se deve ir ao dentista por ano?

É necessário ir ao dentista uma vez a cada seis meses? Para muitos cirurgiões dentistas, essa seria a frequência ideal – mesmo que nem sempre isso seja feito.

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A frequência é tema de debate entre especialistas. Alguns acreditam que essa ideia de que é necessário ir ao dentista duas vezes por ano surgiu no século 17, muito antes de serem desenvolvidas técnicas para comprovar teorias deste tipo.

Pessoas com muitos problemas dentários evidentemente precisam visitar o dentista com muita frequência. Mas e os demais?

Dentes permanentes são mais vulneráveis a cáries assim que nascem, então é importante levar crianças ao dentista com bastante frequência entre as idades de seis e oito anos.

Na adolescência, os dentes são menos vulneráveis, até o surgimento dos sisos, por volta dos vinte anos. Então os riscos aos dentes variam ao longo da vida.

Em 2000, três em cada quatro dentistas de Nova York recomendavam consultas a cada seis meses, apesar da falta de estudos concretos que recomendassem essa prática. A recomendação ainda persiste na Academia Americana de Odontologia Pediátrica.

Mas há quem diga que essa recomendação é arbitrária. Em 1988, o médico Aubrey Sheiham, professor de odontologia e saúde pública da University College London, divulgou um artigo na publicação científica The Lancet reclamando da falta de provas científicas da eficácia desta recomendação.

Hoje, 40 anos depois daquele artigo, ele continua sustentando a mesma tese.

Muito debate, pouca conclusão

Em 2003, foi feita uma grande revisão de toda a literatura disponível no assunto. Os resultados não foram conclusivos. Alguns estudos não identificaram diferença no número de dentes com cárie, obturações e quedas de dentes entre aqueles que frequentaram dentistas duas vezes por ano e aqueles que não seguiram a recomendação. Mas houve estudos que mostraram que visitas frequentes ao dentista resultaram em menos obturações.

Em relação à gengiva, a maior parte dos estudos não identificou nenhuma relação entre frequência de visitas ao dentista e problemas como sangramento e gengivite.

Uma pesquisa específica mostrou que visitar o dentista mais de uma vez por ano não fez diferença alguma no tamanho de tumores diagnosticados em casos de câncer de boca. Mas outro estudo revelou que pessoas com câncer de boca que passaram mais de um ano sem ir ao dentista têm tumores em estado mais avançado.

No ano passado, a organização Cochrane Collaboration de pesquisas com voluntários fez uma nova revisão da literatura disponível. A entidade ficou decepcionada com o que descobriu. A qualidade e a quantidade dos estudos realizados eram muito baixas para sustentar ou derrubar a recomendação de uma visita ao dentista a cada seis meses.

Apenas um dos estudos analisou com alguma precisão pacientes que visitaram o dentista uma vez por ano ou uma vez a cada dois anos. A pesquisa mostrou que pacientes com visitas mais frequentes apresentaram um quadro de saúde bucal melhor. Mas é possível que os dentistas estivessem a par deste estudo. Especula-se que eles possam ter dado prioridade no tratamento dos pacientes com visitas mais frequentes – e assim influenciado diretamente nos resultados da pesquisa.

E também há outras preocupações. Estudos que mostram que crianças com muitas visitas ao dentista têm menos obturações podem estar refletindo outros fatores. Essas mesmas crianças podem ter outras vantagens, como pertencer a um grupo sócio econômico melhor, ter alimentação mais saudável e equipamento dental de melhor qualidade.

Outros fatores

Também há um motivo secundário nas consultas. Mesmo que o dentista não identifique nenhum problema, ele provavelmente vai reforçar hábitos saudáveis como escovar direito os dentes – apesar de que também não existe consenso sobre esse tema.

Então qual é a frequência ideal para se consultar com o dentista? A entidade Nice, que dá consultoria de saúde a governos da Inglaterra e País de Gales, diz que isso depende de cada um. Eles recomendam visitas de pelo menos uma vez por ano para crianças, pois elas são mais afetadas por cárie.

Adultos sem problemas e com boa higiene bucal podem passar até dois anos ou mais sem ir ao dentista, segundo a Nice.

Conselhos semelhantes são dados em diversas partes do mundo. Em 2001, um grupo de especialistas da Finlândia recomendou que as consultas para pessoas com poucos problemas dentários e menos de 18 anos podiam passar de 18 meses a dois anos sem ir ao dentista.

Na falta de consenso, o prazo ideal talvez seja melhor estabelecido por um diálogo entre o paciente e o seu dentista, levando em consideração o quadro individual de saúde bucal.

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Vitamina B3, usada para reduzir colesterol, traz risco de morte

A niacina, conhecida como vitamina B3, usada para reduzir o risco de infarto ou acidente vascular cerebral (AVC) em pessoas com colesterol alto, também traz risco de morte, revelou um amplo estudo internacional.

Por este motivo, a maioria das pessoas deveria parar de usar este suplemento popular, destacou em editorial a revista New England Journal of Medicine, que publicou simultaneamente os resultados da prova.

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A niacina ganhou popularidade nos últimos 50 anos e é usada principalmente para elevar o nível de colesterol HDL (lipoproteína de alta densidade), também conhecido como colesterol bom. No entanto, um estudo feito durante quatro anos com pessoas entre os 50 e os 80 anos, com colesterol elevado, revelou não haver benefícios que se traduzissem em uma redução da taxa de infartos ou AVCs.

Foram estudadas 25.673 pessoas, e todas já tinham tomado estatinas para reduzir o colesterol. Além disso, algumas tomavam niacina e laropiprant (um medicamento que reduz a vermelhidão do rosto causado pelas altas doses de niacina). Outras tomaram um placebo. As pesquisas foram feitas na Grã-Bretanha, China e Escandinávia.

A niacina “se associou a uma tendência crescente de morte”, informou o estudo, segundo o qual o composto também se associa a “um aumento significativo de efeitos colaterais graves: problemas hepáticos, excesso de infecções, sangramento excessivo, gota, perda de controle (das taxas) de açúcar no sangue, no caso dos diabéticos, e desenvolvimento de diabetes naqueles que não padeciam dela quando começou o estudo”.

Donald Lloyd-Jones, diretor de medicina preventiva da escola de medicina da Universidade Northwestern Feinberg e do hospital Northwestern Memorial, disse que os usuários de niacina correm um risco 9% maior de morrer, um percentual que os cientistas consideraram estatisticamente significativo, ou seja, os benefícios ficam em segundo plano.

“Poderia ocorrer uma morte a cada 200 pessoas que tomam niacina”, disse Lloyd-Jones, que escreveu o editorial da revista. “Com um sinal como este, é claro que (a niacina) é uma terapia inaceitável para a ampla maioria dos pacientes”.

Outro estudo sobre a niacina, feito com mais de 3.400 pacientes, revelou que ela aumentava o risco de infecção e daria certa proteção a problemas cardiovasculares, reportou o New England Journal of Medicine. “Deve-se considerar que a niacina tem uma toxicidade inaceitável para a maioria dos pacientes e que não deve ser usada rotineiramente”, escreveu Lloyd-Jones.

Ao contrário, os tratamentos com estatinas deveriam continuar sendo – como são atualmente – o principal recurso para ajudar a reduzir o colesterol ruim, enquanto a niacina só deveria ser prescrita para pacientes com alto risco que não conseguem tolerar as estatinas, acrescentou.

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