Posts Tagged 'Vida Adulta'

Prevenção à osteoporose deve começar na Infância

A osteoporose deve ser prevenida desde a infância. O alerta do Ministério da Saúde para o dia (20), dia mundial de combate à doença, será tema da campanha que começa no dia 22 de outubro. A mobilização nacional tem o objetivo de reduzir a incidência da doença, que atualmente atinge 10 milhões de brasileiros. O tema é “Prevenção da osteoporose: da criança à pessoa idosa” e chama a atenção para o fato de que a adoção de hábitos saudáveis pelas crianças pode prevenir, ou minimizar o aparecimento da doença na vida adulta.

osteoporose

A osteoporose faz parte do processo natural de envelhecimento e caracteriza-se pela diminuição substancial da massa óssea que provoca ossos ocos, finos e de extrema sensibilidade, mais sujeitos à fraturas. “É uma doença silenciosa e que causa muito sofrimento, já que, geralmente, é descoberta em idosos, após fratura provocada por uma queda e até escorregão”, explica a coordenadora da Saúde do Idoso, do Ministério da Saúde, Luiza Machado.

De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), no mundo, 13% a 18% das mulheres e 3% a 6% dos homens, acima de 50 anos, sofrem com a osteoporose. No Brasil, o número de pessoas que possuem a doença chega a 10 milhões e os gastos com o tratamento e a assistência no Sistema Único de Saúde (SUS), são altos. “Só em 2010, o SUS gastou aproximadamente R$ 81 milhões para a atenção ao paciente portador de osteoporose e vítima de quedas e fraturas”, informa Luiza Machado.

A meta do governo federal é reduzir em 2%, ao ano, a taxa de internação hospitalar por fratura de fêmur em pessoas idosas. Apenas, em 2010, foram internados 74 mil brasileiros na rede pública por fratura de fêmur. Para isso, o governo federal firmou acordo com estados e municípios (com população acima de 100 mil habitantes), para a redução progressiva de internações por fratura de fêmur, desde 2008 com o Pacto Pela Vida.

Exercícios físicos são fundamentais para o combate à osteoporose em todas as idades, principalmente para pessoas com mais de 60 anos. Dados revelam que 200 milhões de pessoas no mundo sofrem com este mal, sendo cerca de 15 milhões delas no Brasil. Em 20 de outubro comemora-se o Dia Mundial de Combate à Osteoporose e para celebrar a data, a Fundação Internacional da Osteoporose divulgou um relatório que promove uma estratégia de três passos para ter ossos saudáveis e músculos fortes.

Segundo o documento, além de uma dieta adequada de cálcio e proteína e do consumo de vitamina D, a atividade física diária é absolutamente essencial para fortalecer os ossos e os músculos. Reforçando, ainda, a importância da atividade física para a saúde dos ossos, a geriatra e diretora médica da Academia Estação do Exercício, Janise Lana Leite, cita dois estudos científicos elaborados por pesquisadores da Universidade de São Paulo (USP) e da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp).

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://portalsaude.saude.gov.br

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Efeitos do bullying na infância persistem até a vida adulta, revela Estudo

Que o bullying em crianças representa um problema para escolas, pais e governos já é um fato conhecido. Um novo estudo, porém, mostra que o alcance pode ser ainda maior, afetando o psicológico das vítimas até a idade adulta. Dificuldade em manter um emprego fixo, desenvolver relacionamentos sociais e até ser atingido por graves doenças estariam entre os efeitos do bullying levados para a vida toda. A pesquisa recém-publicada no Psychological Science procura estimar os resultados dessa intimidação nas vidas dos jovens depois da escola.

bullying

O risco de problemas relacionados à saúde, renda e capacidade social são multiplicados pela exposição ao bullying, revela o estudo, que analisa diversos fatores além daqueles relacionados à educação – e estima seus efeitos no futuro das crianças. Uma equipe de psicólogos da Universidade de Warwick e do Centro de Saúde da Universidade Duke investigaram o impacto dessa pressão sobre as vítimas, os agressores e aqueles que se enquadram em ambas as categorias.

“Não podemos continuar tratando o bullying como algo inofensivo, quase inevitável, (como se fosse) parte do amadurecimento”, afirma o cientista Dieter Wolke. “Precisamos mudar esse pensamento e reconhecer que esse é um problema sério tanto para o indivíduo quanto para todo o país; os efeitos são duradouros e significativos”, disse Wolke.

As crianças que sofriam e praticavam bullying foram as que apresentaram maior risco de desenvolver problemas de saúde quando adultos: tinham seis vezes mais chances de serem diagnosticados com uma grave doença, de fumar com frequência ou desenvolver algum tipo de transtorno psiquiátrico do que aquelas pessoas que não passaram por esse tipo de intimidação.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site:  http://noticias.terra.com.br/

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Semana de Combate as Drogas e Alcoolismo

Campanha-DROGAS-ALCOOLISMO-2013

Brincadeiras na Infância Ajudam a Modelar Vida Adulta

Funções das brincadeiras

Poderia a brincadeira de pega-pega ser o ingrediente necessário para a formação de futuros vencedores dos 100m rasos? Ou o conhecido “brincar de casinha” ser uma máquina de formação de futuras donas de casa e pais de família?

A resposta é que isso acontece naturalmente.

Como explica a pesquisadora Ilka Bichara, professora do Instituto de Psicologia da UFBA (Universidade Federal da Bahia), que estuda o tema desde 1990, brincadeiras na infância deixam uma herança para a vida adulta.

“Durante muito tempo se acreditou, na psicologia, que a principal função da brincadeira seria a de treino para as habilidades futuras”, lembra.

Contudo, segundo Ilka, essa crença e as teorias que a fundamentavam foram revistas, e a pesquisadora ressalta que atualmente acredita-se que o indivíduo não tem fases indissociadas na vida – todas as vivências de uma pessoa seriam, portanto, partes de um processo de formação e desenvolvimento, funcionando assim como esse “treino”.

“Nas brincadeiras, há negociação, exercício de habilidades sociais complexas, formação de valores e conceitos, como também há emoção”, explica.

Para a professora, as brincadeiras são vividas, e essas vivências tornam-se parte do indivíduo.

Como resultado, em brincadeiras, a criança traria essas suas experiências para uma nova interação com outras crianças, da mesma maneira que um adulto o faz.

“A criança não é um ser passivo que vai apenas reproduzindo aquilo que vê, pelo contrário, ela é um ser ativo, que reinterpreta e recria a realidade em suas brincadeiras e, com isso, cria cultura”, afirma Ilka.

Faz-de-conta

Não seria de surpreender se os adultos com maior criatividade fossem aqueles que mais brincaram de “faz-de-conta”, na infância.

Essas brincadeiras, segundo a pesquisadora, funcionam de maneira diferente da ideia que a maioria das pessoas tem, de que seria uma fuga da realidade.

Ilka reforça que é através do faz-de-conta que a criança tenta compreender a realidade a sua volta, assim como forma suas impressões e valores.

Segundo Ilka, o faz-de-conta pressupõe criatividade e ao mesmo tempo a estimula.

“A criança está sempre criando e recriando coisas. Todas as crianças brincam de faz-de-conta, porém os enredos, papéis, objetos, cenários, e diálogos variam conforme o contexto tanto físico quanto cultural”, analisa.

Novos universos de brincadeiras

A pesquisadora Ilka Bichara lembra ainda que as brincadeiras no ambiente virtual não atrapalham o desenvolvimento das atividades da criança.

“As brincadeiras mudam, passam a ter outros conteúdos, mas continuam. Nós é que temos dificuldade em vê-las, porque são diferentes das que brincávamos em nossa infância”, pondera.

Para Ilka, o ambiente virtual é um novo palco de brincadeiras, inclusive as de faz-de-conta. “Pais e educadores precisam ficar mais atentos a essa nova realidade”, aconselha.

Brinquedos da nova era tecnológica, segundo a pesquisadora, não implicam, necessariamente, na limitação da criatividade infantil, especialmente se puderem ter usos diferentes para os quais foram inicialmente projetados. “Na verdade, o que limita a criatividade das crianças não é o objeto, mas as restrições dos adultos.”

Thais Borges – UFBA

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://www.diariodasaude.com.br/


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