Arquivo para 15 de agosto de 2012

64% das Cidades não Possuem Plano de Gestão de Lixo

No último dia (2), o prazo determinado pela Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS) para que os municípios brasileiros apresentassem seus planos de gestão de lixo. No entanto, apenas 36% das cidades do país já contam com tal planejamento, de acordo com levantamento realizado pela Associação Brasileira de Empresas de Limpeza Pública e Resíduos Especiais (Abrelpe).

A situação é pior nas regiões Norte e Nordeste, onde mais de 65% dos municípios não conseguirão apresentar seus planos no prazo de dois anos concedido pela Lei. De acordo com o estudo, nas outras três regiões do país, mais da metade das cidades cumprirão a determinação, sendo que o Sul está em melhor posição, já que cerca de 60% de seus municípios pretendem entregar até amanhã seus planejamentos para a gestão do lixo.

Ainda segundo a Abrelpe, até o final dessa quinta-feira, a situação pode melhorar, já que muitos governos municipais deixaram para entregar na última hora os planos em que determinam como vão gerir os resíduos sólidos daqui para frente. Ainda assim, a Associação não espera que mais de 43% das cidades cumpram o prazo, o que significa que mais da metade dos municípios brasileiros ficarão irregulares.

Os governos que não cumprirem o prazo perderão o direito de pleitear recursos federais para a implantação de seus respectivos planos municipais de gestão de resíduos sólidos.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site:  http://exame.abril.com.br/meio-ambiente-e-energia

Qualidade do Ar Interfere Diretamente na Saúde

As regiões metropolitanas são as que mais concentram problemas relacionados à poluição atmosférica e quem sofre com isso são os seus habitantes, devido ao aumento de doenças respiratórias. Segundo o Ministério da Saúde, os gastos com tratamento de doenças respiratórias representam valores superiores a R$ 600 milhões.

De acordo com Maria Alenita de Oliveira, pneumologista da Beneficência Portuguesa de São Paulo, os problemas originados pela alta concentração de poluentes no ar influenciam diretamente no aumento de infecções respiratórias, irritação ocular e na garganta, ressecamento das mucosas nasais e da pele. A causa dos males está relacionada à reação inflamatória nos pulmões, devido às substâncias oxidantes que reduzem as defesas pulmonares.

“Diversos estudos apontam a poluição como um desencadeador de doenças respiratórias e do aumento no número de internações hospitalares. Especialmente em crianças, idosos e profissionais que trabalhem expostos a emissão de poluentes, existe uma incidência elevada de sintomas como tosse, irritações nos olhos e na garganta, aperto no peito e dificuldade para respirar. Infelizmente, não há uma maneira de se proteger efetivamente da poluição, o ideal é que cuidados pontuais sejam tomados”, explica Alenita.

Para conviver com a poluição e evitar o agravamento de efeitos colaterais a pneumologista recomenda a adoção de cuidados relacionados à hidratação, como o uso de colírios, e a redução das atividades físicas em horários de pico. Manter uma alimentação saudável e procurar circular por ambientes limpos e ventilados também são maneiras de minimizar os efeitos da poluição no organismo.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site:  http://exame.abril.com.br/estilo-de-vida/saude


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