Arquivo para 25 de agosto de 2014

O que é a Esclerose Lateral Amiotrófica (ELA)

A Esclerose Lateral  Amiotrófica (ELA) é uma doença degenerativa do sistema nervoso, que leva a uma progressiva paralisia motora, uma condição irreversível e limitante, segundo a Associação Brasileira de Esclerose Lateral Amiotrófica (ABrELA).

Sthephen Hawking

A ELA é provocada pela degeneração progressiva no primeiro neurônio motor superior no cérebro e no segundo neurônio motor inferior na medula espinhal. Com a incapacidade de transmitir impulsos nervosos surge a doença.

Considerada rara, há registo cerca de um caso da doença para 100 mil pessoas por ano. Segundo a Associação Brasileira de Esclerose Lateral Amiotrófica (ABrELA), o sexo masculino é mais comprometido que o feminino em uma proporção de dois casos em homens a cada um caso para mulheres. Brancos são mais afetados do que os negros, e a idade média de início é aos 57 anos (no sexo masculino a doença costuma ser mais precoce). De 4% a 6% dos casos afetados são de pessoas com menos de 40 anos.

O termo explicado:

Segundo a AbrELA, esclerose é um termo genérico que significa endurecimento e cicatrização. “Esclerose lateral refere-se ao endurecimento da porção lateral da medula espinhal decorrente da morte dos neurônios motores superiores”, explicam. Amiotrófica refere-se à fraqueza dos músculos que se tornam atróficos devido à morte dos neurônios motores inferiores.

Funções preservadas:

As capacidades mentais e psíquicas permanecem, frequentemente, inalteradas. A ELA não afeta as funções corticais superiores como a inteligência, juízo, memória e os órgãos dos sentidos. As funções sexuais, urinárias e fecais também não são afetadas. Além disso, as funções dos músculos que movem os olhos não sofrem alterações.

De acordo com a associação, em geral, as funções autonômicas permanecem intactas. Estas incluem: função cardíaca, digestão, micção, defecação, manutenção de pressão sanguínea e temperatura. Os sentidos, incluindo-se tato, audição, visão e olfato, permanecem intactos.

Expectativa de vida e sintomas:

A patologia não tem cura e a média de sobrevivência após o início dos sintomas é de três a cinco anos. Entre os possíveis sintomas estão dificuldades para respirar e falar, rigidez nas articulações, cãibras, atrofia muscular.

Mas há pessoas que vivem mais tempo, como o famoso cientista Stephen Hawking, que recebeu o diagnóstico em 1964 aos 21 anos e, aos 72, continua vivo e produtivo.

A dor afeta cerca de 45% a 65% dos pacientes com a esclerose lateral amiotrófica, causada por cãibra muscular, espasticidade, rigidez nas articulações, cólicas abdominais. A fisioterapia pode auxiliar esses sintomas e é utilizada para prevenir contraturas musculares e manter a mobilidade das articulações.

 

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A campanha Ice Bucket Challenge, ou ”desafio do balde de gelo’,’ mobilizou famosos do mundo e do Brasil, e é o novo viral das redes sociais.

O que é o Ice Bucket Challenge?

O desafio nada mais é que uma campanha solidária para ajudar a ALS Association, uma organização americana sem fins lucrativos que arrecada fundos para financiar pesquisa e ajudar pacientes com a Esclerose Lateral Amiotrófica, também conhecida como doença de Lou Gehrig.

Como funciona o desafio?
O desafio funciona assim: a pessoa toma banho de água gelada, publica a cena nas redes sociais, e depois desafia os amigos. Quem for desafiado tem 24 horas para aceitar e, então, encher um balde de gelo com água e fazer o mesmo. Se não fizer, deve doar US$ 100 para a associação. Mas é claro que a ideia é fazer os dois: o desafio, para divulgar a causa, e a doação.Segundo comunicado divulgado pela ALS Association, a campanha arrecadou US$ 15,6 milhões em doações no período de 29 de julho a 18 de agosto.
Por que um banho?
Segundo Élica Fernandes, gerente executiva e social da Associação Brasileira de Esclerose Amiotrófica o gesto é simbólico:
– Receber o diagnóstico de ELA é como receber um balde de água gelada na cabeça pois a doença é rara e não tem cura.

*Com informações da Associação Brasileira de Esclerose Lateral Amiotrófica (ABrELA)

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Políticas Públicas de Combate ao Fumo são elogiadas por Especialistas

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Com o Dia Nacional de Combate ao Fumo, sexta-feira (29), médicos e especialistas na área elogiaram as políticas públicas implementadas que, nos últimos 20 anos, contribuíram para uma queda de cerca de 50% no número de fumantes no país. Para o diretor da Sociedade Brasileira de Medicina de Família e Comunidade, Ademir Lopes Júnior, a criação de ações complementares e interligadas permitiu a diminuição.

“Restringiram a propaganda do cigarro, houve um aumento de disponibilidade de tratamento para quem quisesse parar de fumar e restringiram o número de locais onde as pessoas podem fumar”, destacou o médico à Agência Brasil.

De acordo com o Sindicato de Hotéis, Bares e Restaurantes do Rio de Janeiro, a Lei 12.546, de 2012, que proíbe o fumo em local coletivo fechado, privado ou público, não diminuiu a clientela. A percepção desses estabelecimentos, segundo o sindicato, é que a adesão e o entendimento da sociedade sobre o assunto é cada vez maior e que os clientes fumantes já assimilaram a legislação em vigor, retirando-se para local aberto na hora de fumar.

O médico de família também citou as ações do governo, dentro da política antitabagismo, que vem trabalhando com os pequenos produtores de fumo, incentivando-os a parar com a cultivo e começar outros tipos de produção, inclusive com incentivo financeiro.

O epidemiologista do Instituto Nacional do Câncer (Inca), André Szklo, ressaltou que, embora cada uma das políticas tenha tido sua contribuição na redução de fumantes, a iniciativa de maior impacto foi a de aumento de impostos nos derivados do tabaco e de fixação de preço mínimo do cigarro. “Metade da queda que ocorreu pode ser explicada somente pela política do aumento dos impostos”, comentou ele.

Szklo acrescentou que “o aumento do preço do cigarro tem grande impacto na iniciação, inibe a iniciação por parte de uma pessoa jovem, que ainda não tem o mesmo poder aquisitivo de um adulto”.

O diretor da Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia (SBGG), Daniel Kitner, também elogiou as políticas de combate ao tabagismo, mas criticou a falta de ações específicas para os idosos. “Hoje o idoso é incluído no grande grupo dos adultos e as orientações vêm para o idoso no mesmo modelo que vão para o indivíduo mais jovem. Mas sabemos que, depois dos 50 anos, a dependência à nicotina fica mais intensa do que no indivíduo mais jovem”.

Kitner ressaltou que os idosos começaram a fumar “com idades mais precoces e acumulam uma carga de pré-disposição ao tabaco mais intensa”. Para o médico, campanhas voltadas a eles contribuiriam para romper com a crença, por grande parte dos idosos, que parar de fumar em idade avançada já não causa benefícios após décadas de fumo acumulado.

“Já temos dados bem seguros da literatura científica provando que a qualquer momento em que o indivíduo abandone o tabagismo terá benefícios, como melhora de qualidade de vida, de performance respiratória e anos depois, o risco de câncer de pulmão começa a reduzir mais, assim como o risco das doenças cardiovasculares”, enumerou o médico.

A patologista da Sociedade Brasileira de Patologia (SBP), Thais Mauad, enfatizou que nunca é tarde para deixar de fumar. “Parar de fumar é a medida mais importante para melhorar a qualidade de vida e até prolongá-la, mesmo em pacientes mais velhos, parar de fumar traz benefícios à saúde. Entre aqueles que pararam aos 60 anos, observou-se um ganho [de vida] de até dois anos em homens e três anos em mulheres”, disse ela.

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