Archive for the 'Notícias' Category



Exercite-se e Deixe a Visão em Forma

É a percepção de formas e cores dos objetos que possibilita aos corredores traçarem suas rotas e desviarem de buracos. Essa capacidade ainda propicia aos jogadores de vôlei, basquete e companhia saber onde estão seus parceiros e adversários. A visão é, enfim, um sentido altamente valorizado em qualquer forma de exercício. A notícia positiva é que os globos oculares não apenas contribuem para a prática esportiva como também são beneficiados por ela. “Manter-se ativo ao longo da vida aparentemente protege contra fatores de risco para o glaucoma”, afirma a fisiologista Jennifer Yip, da Universidade de Cambridge, na Inglaterra.

A cientista acompanhou 5 650 voluntários por 17 anos e verificou que o grupo dos que malhavam apresentava uma menor pressão intraocular. “Quando essa medida está descontrolada, cresce a probabilidade de o nervo óptico ser comprimido, o que propicia o surgimento de cegueira”, relata Marinho Scarpi, oftalmologista da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp). Uma teoria sugere que a atividade física resultaria em uma drenagem eficiente do humor aquoso, líquido que preenche e nutre parte do globo ocular. Se ele não é escoado direito e se acumula, faz pressão no globo, como se ele estivesse cheio demais. No seu estudo, Jennifer ainda observou que o abastecimento de sangue nos olhos de quem foge do sedentarismo é mais eficaz. E isso deixa o olho, digamos, resiliente ao glaucoma.

O grande medo dos oftalmologistas atendia pelo nome de musculação. Afinal, especulava-se que ela alavancaria a pressão intraocular. Contudo, o educador físico Marcelo Conte, da Escola Superior de Educação Física de Jundiaí, no interior paulista, analisou a fundo essa história. Após monitorar um grupo de malhadores, ele chegou à conclusão de que, na verdade, a incidência do problema até diminui com os exercícios de resistência. “Eles podem ser até benéficos. Tudo depende da maneira como são realizados”, reflete Conte.

Apesar de ainda haver controvérsia no assunto, o trabalho brasileiro indica que o melhor caminho é, em vez de levantar poucas vezes um peso quase insuportável, investir em mais repetições com uma carga leve ou média. “Se a exigência é enorme em cada movimento, a tendência é que seguremos o ar. E isso, sim, tende a elevar a pressão intraocular”, avisa Conte. Outros perigos em potencial dentro da academia são os chamados exercícios isométricos — aqueles em que permanecemos imóveis sustentando um objeto — e o uso indiscriminado de esteroides e anabolizantes.

O que surpreende muita gente é a preocupação dos especialistas com a ioga. E tudo por causa de uma ou outra posição que coloca o corpo de ponta-cabeça. “Já existem estudos comprovando um grande aumento da pressão intraocular e a consequente piora de quadros de glaucoma em praticantes que realizam essas posturas específicas”, informa Tiago Prata, oftalmologista do Hospital Medicina dos Olhos, em São Paulo, e da Unifesp.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site:  http://saude.abril.com.br

Dia da Saúde Ocular

Hoje, 10 de julho é o Dia da Saúde Ocular.

A visão é um dos principais sentidos do Homem, sendo responsável por cerca de 80% das informações que recebemos. Por isso, merece atenção e cuidados especiais. Além de visitas regulares ao oftalmologista para avaliação da acuidade visual e detecção precoce de qualquer outra alteração, é importante também procurar um especialista em caso de qualquer sintoma. Controlar a pressão arterial e o diabetes, também, são medidas importantes para evitar doenças como retinopatias, catarata, glaucoma e outras.

Muitos dos problemas de visão podem ser evitados com bons hábitos como, por exemplo, usar óculos de sol com proteção para raios ultravioleta, utilizar o computador de maneira adequada com bom posicionamento do monitor, piscando frequentemente, e iluminação correta do ambiente, que é importante também para a leitura, vídeo game e televisão. Além disso, “as maquiagens não podem estar com data de validade vencida e devem ser dermatologicamente testada”, afirma a oftalmologista do Hospital Samaritano de São Paulo, Dra. Simone Pezzutti.

De acordo com o especialista do IMIP, Dr. Luciano Lira, a primeira avaliação oftalmológica deve ser feita já nos primeiros dias de vida, com o teste do olhinho. “Esse exame pode identificar patologias como catarata congênita, glaucoma congênito, opacidades da córnea, além de problemas na retina. É muito importante cuidar da saúde do olho desde o nascimento e dar continuidade ao longo dos anos”, afirmou Luciano Lira.

Com a consulta regular é possível identificar e prevenir uma série de problemas comuns à visão. Segundo o oftalmologista, o ideal é visitar um especialista uma vez por ano. “A medida mais importante sempre é a prevenção”, disse. Ele também explica que em casos de doenças pré-existentes os cuidados devem ser redobrados, como por exemplo, nos portadores de glaucoma e diabetes.

Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), em 2003 existiam 40 a 45 milhões de pessoas portadoras de cegueira no mundo, fazendo uma estimativa de que até 2020 esse número deve subir para 75 milhões, caso não existam programas eficientes de prevenção. O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) calcula que 16,5 milhões de brasileiros sofram de algum tipo de deficiência visual.  É sabido que 75% dos casos de cegueira poderiam ser evitados ou tratados com a realização de consultas oftalmológicas periódicas aliadas à tecnologia atual.

Informações parciais. Confira os textos na íntegra, acessando os sites: http://www.samaritano.org.br e http://www.imip.org.br/

Saiba Como Prevenir os Problemas da Visão

Vista cansada e visão embaçada. A dificuldade de enxergar prejudica a rotina de crianças e adultos. Alguns problemas de visão podem ser prevenidos se tratados da forma correta, garantem maior qualidade de vida.

O número de pessoas com problemas na visão aumenta e não existe idade para a doença aparecer. Ela pode surgir em qualquer fase da vida. É por isso que os especialistas alertam: é preciso prestar muita atenção nos sinais. Números do Conselho Brasileiro de Oftalmologia apontam que entre 21 e 68 milhões de pessoas têm miopia no país. Já a hipermetropia afeta cerca de 65 milhões de pessoas. Cerca de 15 milhões de crianças em idade escolar têm problemas de refração que podem interferir no desempenho diário.

Outro dado importante vem da Agência Internacional de Prevenção à Cegueira, ligada à Organização Mundial da Saúde. Ela estima que no Brasil, 33 mil crianças são cegas por doenças oculares que poderiam ter sido evitadas ou tratadas precocemente.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://g1.globo.com

Alerta para os Cuidados com a Rinite Alérgica

No próximo dia 08, todo o planeta se volta para o Dia Mundial da Alergia – data definida em 2005 pela Organização Mundial da Alergia (WAO, em inglês).

Um levantamento da entidade, feito em 30 países, com uma população estimada de 1,2 milhões de indivíduos, revelou que 22% (ou 250 milhões de pessoas) sofrem de algum tipo de alergia, definida como uma reação exagerada do organismo frente a estímulos comuns do meio ambiente, como alimentos, medicamentos, cosméticos, poeira, ácaros, pólen e fungos.

O problema pode se manifestar de várias formas e levar a várias doenças – entre elas, a rinite alérgica, definida como uma inflamação do revestimento interno da cavidade nasal (mucosa nasal) que é desencadeada pelo contato com os alérgenos (ácaros, pelos de animais e fungos, além de outros).

É a danada da inflamação que determina os quatro principais sintomas da rinite alérgica: nariz entupido, coceira, espirros e coriza excessiva. Intriga o fato de esses sinais geralmente serem ignorados. Esse comportamento leva ao prolongamento do quadro e consequentemente a uma complicação da doença.

Quem tem uma frequente congestão nasal sabe que o problema obriga a respiração pela boca, o que pode ocasionar irritação na garganta, voz anasalada, ronco e outros distúrbios respiratórios do sono. É por isso que aqueles com rinite alérgica não controlada estão sujeitos a desenvolver outras doenças, como otite, sinusite, faringite, amigdalite e asma.

Tanto distúrbio interfere na qualidade de vida. Não é raro os pacientes com rinite alérgica apresentarem limitação nas atividades diárias, além de produtividade reduzida no trabalho e na escola. Um levantamento realizado na América Latina, em 2009, conhecido pela sigla Aila (Allergies in Latin America), mostrou que a maioria dos pacientes (79%) com a doença apresenta algum tipo de impacto no cotidiano.

Para a médica Shirley Pignatari, chefe da disciplina de otorrinolaringologia pediátrica da Escola Paulista de Medicina da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), o diagnóstico precoce e o acompanhamento médico são fundamentais. Afinal, quando tratado, o paciente pode evitar as crises decorrentes da rinite alérgica.

“Para alguns indivíduos, o ar poluído da cidade ou alérgenos respiratórios como a poeira doméstica são suficientes para engatar espirros e sentir coceira no nariz. O tratamento adequado possibilita o controle da rinite alérgica e permite uma melhor qualidade de vida”, afirma a especialista.

Ela faz questão de frisar que o fato de a pessoa ter rinite alérgica não significa que ela deve sofrer por causa dos sintomas. “Entender como é possível manter o problema sob controle e impedir que as crises interfiram na sua rotina fazem parte do primeiro passo para que o paciente se sinta bem”, ressalta a médica.

Conforta saber que o tratamento da doença nem sempre é complicado. Os medicamentos mais frequentemente usados são os anti-histamínicos e os corticoides nasais – entre esta última classe, está a ciclesonida, um corticoide intranasal de ação rápida que atua especificamente no foco da rinite alérgica. Dessa forma, é possível combater a inflamação e os sintomas associados.

A rinite alérgica também exige que o paciente tenha alguns cuidados. As principais recomendações são manter os ambientes de casa e do trabalho limpos, trocar os lençóis de cama uma vez por semana, lavar antes de usar as roupas guardadas por muito tempo, deixar as janelas abertas para ventilar o ambiente, evitar sair de espaços quentes e ir para outros muito frios.

Além disso, o paciente deve evitar locais fechados, não fumar, evitar cheiros fortes, ficar longe de mofo e dos agentes que desencadeiam a crise. De qualquer forma, nunca é demais frisar que a rinite alérgica també tem caráter hereditário.

“Se um casal de alérgicos tem um filho, a chance de a criança ser alérgica é de aproximadamente 50%. Mesmo que nenhum dos pais apresente alergia, contudo, a criança ainda assim pode ter manifestações da doença”, finaliza Shirley Pignatari.

* Com informações da Burson-Marsteller e da Associação Brasileira de Alergia e Imunopatologia

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site:  http://casasaudavel.com.br/

Leite Materno Humano Bloqueia Transmissão do HIV

Um experimento realizado na Universidade da Carolina do Norte mostrou que, em ratos “humanizados”, o leite materno humano impede a transmissão oral do vírus HIV, informa a revista “Public Library of Science Pathogens”.

“Primeiro, entre os ratos reconstituídos para se tornassem suscetíveis a doenças humanas como a Aids e que foram expostos ao vírus HIV, 100% foram infectados”, disse à Agência Efe o autor principal do estudo, J. Víctor García, graduado em 1979 pelo Instituto Tecnológico e de Estudos Superiores de Monterrey (México).

Já quando os cientistas administraram HIV misturado com leite materno humano saudável, 100% ficaram livres da infecção, destacou o pesquisador.

As estatísticas indicam que mais de 15% das novas infecções com o vírus HIV ocorrem em bebês e, sem tratamento, apenas 65% deles sobrevive mais de um ano, enquanto menos da metade chega aos dois anos de vida.

O artigo indica que, embora se atribua ao aleitamento um número significativo dessas infecções, a maioria dos bebês amamentados pelas mães soropositivas não tem a infecção, apesar da exposição prolongada e repetida.

Para resolver a questão sobre se o aleitamento transmite o vírus ou protege contra ele, os cientistas da Escola de Medicina da UNC recorreram a um modelo de rato “humanizado” em laboratório.

“Os ratos são, por essência, resistentes à maioria das doenças que afetam os humanos”, ressaltou García. “Para usá-los neste tipo de estudos, é preciso torná-los parcialmente humanos”.

“Estes ratos são trabalhados um por um, introduzindo-lhes células-tronco da medula óssea humana às seis semanas de idade”, acrescentou o pesquisador. “As células humanas vão a todos os órgãos e áreas similares dos humanos como boca, esôfago, pulmões, intestino, fígado e sistemas reprodutivos que se enchem de células humanas”.

O HIV infecta somente os chimpanzés e os humanos, mas só deixa os humanos doentes. Com a reconfiguração de células humanas, os ratos tornam-se suscetíveis à infecção com o HIV.

Em seguida, a equipe de García, que trabalhou com mais de 50 ratos “humanizados”, administrou em alguns deles o leite de mães saudáveis misturado com HIV, e a outros apenas o HIV, em ambos os casos por via oral. “Os ratos sensíveis à infecção e que receberam só o vírus adoeceram. Já os que receberam o vírus com leite materno não adoeceram”.

“A próxima etapa do estudo é determinar se o leite de mães infectadas tem o mesmo efeito”, anunciou o cientista. Mas, segundo ele, o que já foi estabelecido pela primeira parte do estudo dá novas pistas sobre o isolamento de produtos naturais que poderiam ser usados para combater o vírus.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site:  http://www.estadao.com.br/

Pílula Torna Tratamento do HIV Mais Seguro e Eficaz

Espera-se que a “pílula quatro em um” torne mais fácil para os pacientes manter a medicação e melhorar os efeitos de seu tratamento.

Um estudo publicado na revista especializada Lancet afirma que esta poderia ser uma “nova opção de tratamento”.

Um especialista britânico disse que a pílula era “uma grande notícia” e fazia parte de um movimento em direção a doses diárias únicas para portadores do HIV.

O HIV é incurável, e o tratamento da infecção requer terapia que combina múltiplas drogas usadas para controlar o vírus.

Isso pode significar tomar vários comprimidos em diferentes horários do dia. E esquecer de um significa que o corpo pode perder a luta contra o HIV.

Pesquisadores e empresas farmacêuticas têm combinado alguns medicamentos em comprimidos individuais, para facilitar a administração das doses.

A “pílula quatro em um” é a primeira a incluir um tipo de droga anti-HIV conhecido como um inibidor da integrase, que interrompe a replicação do vírus.

‘Segura, simples, eficaz’

Paul Sax, diretor clínico do Brigham and Women’s Hospital, em Boston, Massachusetts, e professor associado da Harvard Medical School, disse: “A adesão dos pacientes à medicação é vital, especialmente para pacientes com HIV, onde a perda de doses pode levar o vírus a tornar-se resistente.”

Ele liderou a pesquisa comparando o efeito da pílula quatro em um com o do melhor tratamento disponível até então em 700 pacientes. Ele disse que a pílula quatro em um era tão segura e eficaz quanto as opções anteriores, embora houvesse um nível maior de problemas renais, entre aqueles que a tomam.

“Nossos resultados fornecem uma opção adicional altamente potente e bem tolerada, e reforça a simplicidade do tratamento através da combinação de vários anti-retrovirais em um único comprimido.

Dr. Steve Taylor, especialista em HIV no Birmingham Heartland Hospital, disse: “Sem dúvida, o desenvolvimento de uma pílula única é um grande avanço no combate ao HIV.

“Passamos um longo tempo com pessoas tomando até 40 comprimidos três vezes ao dia”, diz.

Ele disse que o novo comprimido foi “uma grande notícia” para as pessoas com HIV e que a pílula quatro em um aumentaria as opções de tratamento.

No entanto, ele alertou que muitas pessoas ainda tinham o HIV não diagnosticado. Um quarto das pessoas com HIV no Reino Unido não sabem que estão infectadas.

A pesquisa foi financiada pela empresa de biotecnologia Gilead Sciences.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://www.bbc.co.uk

Diabetes pode atingir 552 milhões até 2030

A Federação Internacional de Diabetes previu que um em cada dez adultos pode ter diabetes até 2030, segundo as estatísticas mais recentes sobre a doença. Em relatório divulgado nesta segunda-feira, o grupo estima que 552 milhões de pessoas podem ter diabetes nas próximas duas décadas, por questões como o envelhecimento da população e mudanças demográficas. Atualmente, um em cada oito adultos tem diabetes. O estudo é divulgado no Dia da Diabetes, data em que a Organização Mundial de Saúde (OMS) chama a atenção para a doença.

O número inclui todos os diabetes, bem como os casos não diagnosticados. O grupo espera que o número de casos suba 90% na África. Sem incluir o impacto da crescente obesidade entre as pessoas, a federação diz que seus números são conservadores.

A OMS afirma que há 346 milhões de pessoas com diabetes no mundo. Mais de 80% das mortes relacionadas ao problema ocorrem nos países em desenvolvimento. A agência projeta que as mortes por diabetes irão dobrar até 2030 e afirma que a previsão da Federação Internacional de Diabetes é digna de crédito. “Mas se está correta ou incorreta não podemos dizer”, ponderou Gojka Roglic, chefe da unidade de diabetes da OMS.

Roglic disse que a projeção de aumento no número de casos se deve mais ao envelhecimento da população que ao crescente problema da obesidade. A maioria dos casos de diabetes é do tipo 2, o que atinge principalmente pessoas de meia idade e está ligada ao ganho de peso e a um estilo de vida sedentário. Segundo a especialista, um grande número de futuros casos de diabetes pode ser prevenido. “É preocupante porque essas pessoas vão ter uma doença que é séria, debilita e abrevia suas vidas”, disse ela. “Mas isso pode não acontecer se nós tomarmos as medidas corretas.”

As informações são da Associated Press.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://www.estadao.com.br

Ex-presidentes pedem Mudanças nas Políticas Antidrogas

Em 1987, a Organização das Nações Unidas (ONU) determinou, hoje, dia 26 de junho como o Dia Internacional de Combate às Drogas.

No mundo todo, cerca de 200 milhões de pessoas – quase de 5% da população entre 15 e 64 anos – usam drogas ilícitas pelo menos uma vez por ano. Cerca de metade dos usuários usa drogas regularmente; isto é, pelo menos uma vez por mês. Os dados são do Escritório das Nações Unidas contra Drogas e Crime (UNODC, na sigla em inglês).

Existem diversas formas de combater os prejuízos causados pelo consumo de drogas. Uma delas é através da conscientização. É necessário que se reflita cada vez mais sobre este problema que afeta tantos indivíduos, constituindo-se em um grave problema de saúde pública.

Com isso, seis ex-presidentes, incluindo Fernando Henrique Cardoso, apoiaram um novo relatório que será apresentado nesta terça-feira, em Londres, que pede à comunidade internacional mudanças em sua política antidrogas baseada na repressão visando deter a propagação do vírus da Aids.

A Comissão Global de Políticas de Drogas é composta por cerca de 20 personalidades mundialmente reconhecidas, entre elas os ex-presidentes Fernando Henrique Cardoso, César Gaviria, da Colômbia, Ernesto Zedillo, do México, Ricardo Lagos, do Chile, Aleksander Kwasniewski, da Polônia, e Ruth Dreifuss, da Suíça, o prêmio Nobel de Literatura peruano Mario Vargas Llosa, o ex-alto representante da Política Externa da União Europeia Javier Solana, e o ex-secretário de Estado americano George Shultz.

“A guerra mundial contra as drogas está impulsionando a pandemia de HIV/Aids entre os consumidores de drogas e seus parceiros sexuais”, afirma o documento apresentado pela Comissão Global de Políticas de Drogas a um mês da realização de uma conferência internacional sobre a Aids em Washington.

Segundo o relatório, diversas investigações evidenciaram que as políticas repressivas contra as drogas aplicadas ainda em vários países levam os usuários a prescindir dos serviços de saúde pública e os colocam em situações de marginalização que aumentam o risco de contágio.

“A prisão em massa de infratores não violentos da legislação antidrogas também desempenha um papel importante no aumento do risco de contrair HIV”, completa o relatório.

O documento critica em particular países como Estados Unidos, Rússia e Tailândia, acusados de “ignorar” as recomendações da Organização Mundial de Saúde (OMS) em matéria de prevenção do HIV, com “consequências devastadoras”.

A Comissão pede às Nações Unidas, patrocinadora da próxima conferência através de sua agência UNAIDS, a reconhecer a existência desta relação entre a chamada guerra contra as drogas e a propagação do HIV/Aids e a pressionar todos os países para que atuem nesse sentido.

Os governos por sua vez devem implementar medidas de prevenção, como a distribuição de agulhas hipodérmicas esterelizadas para os consumidores de drogas injetáveis, e tratamentos de substituição como a metadona para os heroinômanos, afirma a Comissão, destacando o “dramático declive” registrado na epidemia de HIV nos locais onde já se aplicam.

“Atuem urgentemente: a guerra contra as drogas fracassou, e milhões de novas infecções por HIV e mortes pela Aids podem ser evitadas se agirem agora”, concluiu em suas recomendações.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site:  http://veja.abril.com.br

Asma ainda mata 2,5 mil pessoas por ano no Brasil

Ontem, dia 21 de Junho, foi celebrado o Dia Nacional da Asma, doença que alcança mais de 22 milhões de brasileiros, segundo dados da Sociedade Brasileira de Pneumologia e Tisiologia. Apesar de ser controlável por tratamento, que é oferecido gratuitamente na rede pública, a doença ainda mata cerca de 2,5 mil pessoas por ano, de acordo com o Ministério da Saúde.

Divulgada nacionalmente, uma complicação de asma matou o filho mais novo do presidente da Embratur, Marcelo Dino, de 13 anos, no dia 14 de fevereiro passado, depois de uma crise quando estava internado no Santa Lúcia, um dos mais conhecidos hospitais privados da capital federal. As circunstâncias da morte foram investigadas pelo Ministério Público do Trabalho e pela Polícia Civil do Distrito Federal.

A asma é uma inflamação pulmonar crônica, multifatorial, transmitida geneticamente, caracterizada por episódios recorrentes de falta de ar, tosse, chiado e aperto no peito. Na maioria dos casos, o problema começa na infância, mas pode surgir em qualquer faixa etária, como explica a alergista e imunologista pediátrica do Hospital da Criança, Cláudia França Valente.

Para prevenir os ataques, a pessoa deve ter cuidado com ambiente onde mora, segundo ela. O local deve ser iluminado, arejado e com a menor quantidade de objetos possível, para impedir a retenção de poeira. A Secretaria de Saúde do DF realizará a partir de amanhã (22), até 29 de junho, a 8ª Semana de Combate à Asma. No evento, serão realizadas palestras educativas para o público em geral sobre a doença.

O pneumologista e professor da Universidade de Brasília (UnB), Ricardo Martins, orienta que, além de cuidar do ambiente e usar os medicamentos, o asmático também deve manter uma vida saudável, se alimentar bem, ter boa qualidade de sono e praticar atividade física. ‘É uma doença que, apesar de não ter cura, tem tratamento, e os pacientes garantem a qualidade de vida’, explicou.

A alergista Cláudia Valente completa que a atividade física não é só a natação, mas qualquer exercício, como o futebol, a caminhada ou a corrida. ‘A prática esportiva ajuda porque aumenta a capacidade respiratória e a resistência à crise. Entretanto, a prática do esporte deve ser orientada pelo médico, e só deve ser feita sob a orientação desse profissional, se a asma estiver sob controle’, ressaltou.

Se a doença for tratada adequadamente, o paciente pode deixar de usar a medicação. ‘É como na hipertensão. O paciente passa pelo tratamento para se chegar ao controle da doença, mas não há cura. Em alguns casos, o asmático chega a deixar de usar o medicamento, mas deve estar sempre atento para que a doença não volte. Quando se está em tratamento, a medicação deve ser usada regularmente’, explicou a médica.

No entanto, caso a doença não seja tratada adequadamente, o paciente pode morrer. ‘A asma uma doença que pode matar, mas se for bem tratada, isso raramente ocorre’, disse o pneumologista Ricardo Martins.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://noticias.br.msn.com

Governo distribui três novos medicamentos contra a Asma

As farmácias populares da rede própria, que são administradas e montadas pelo governo, e as unidades privadas de todo o país passam a ofertar, gratuitamente, três medicamentos para asma em 10 apresentações a partir do ultimo dia (4). O brometo de ipratrópio, dirpoprionato de beclometasona e sulfato de salbutamol foram incluídos na ação Saúde Não Tem Preço, ao lado dos 11 medicamentos para hipertensão e diabetes. Nas 554 unidades próprias será ofertado gratuitamente o sulfato de salbutamol em duas apresentações. Já nas 20.374 da rede privada, conveniadas ao programa Aqui Tem Farmácia Popular, serão ofertados os três medicamentos em oito apresentações. Para retirar os medicamentos, basta apresentar documento com foto, CPF e a receita médica dentro do prazo de sua validade.

O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, destacou a relevância desta nova inclusão de medicamentos no programa. “Estamos dando um passo importante para reduzir o número de internações e de óbitos por asma”, observou Padilha. A ação faz parte do programa Brasil Carinhoso, lançado neste mês pela presidenta Dilma Rousseff, cujo objetivo é tirar da miséria crianças de 0 a 6 anos de idade. A asma está entre as principais causas de internação entre crianças nesta faixa etáriaEm 2011, do total de 177,8 mil internações no Sistema Único de Saúde (SUS) em decorrência da doença, 77,1 mil foram crianças com esta idade. Além disso, cerca de 2,5 mil pessoas morrem por ano por causa da asma.

Os medicamentos incorporados já fazem parte do elenco do programa Farmácia Popular, ou seja, são ofertados à população com até 90% de desconto nas unidades da rede própria e privada. Com a inclusão deles no Saúde Não Tem Preço, o valor de referência – estabelecido pelos laboratórios produtores – será mantido e o governo assumirá a contrapartida que era paga pelo cidadão.

A incorporação destes medicamentos ampliará o orçamento atual do Saúde Não Tem Preço em R$ 30 milhões por ano. O orçamento de 2012 do programa, sem contar os valores previstos para cobrir os custos com a inclusão dos medicamentos para asma, é R$ R$ 836 milhões.

A gratuidade deve beneficiar até 800 mil pacientes por ano. Atualmente, o programa Farmácia Popular atende 200 mil pessoas que adquirem medicamentos para o tratamento de asma. A estimativa do Ministério da Saúde é a de que este número possa quadruplicar, como ocorreu com os medicamentos para hipertensão e diabetes após um ano de lançamento da gratuidade pelo programa Saúde Não Tem Preço, iniciado em fevereiro de 2011.

ALTA PROCURA– A inclusão dos medicamentos para asma no programa aconteceu porque, após a gratuidade da hipertensão e diabetes, foi percebido que a venda dos medicamentos para asma foi a que mais apresentou crescimento nas farmácias populares, chegando a 322% de aumento entre fevereiro de 2011 e abril de 2012.

Além disso, a asma está entre as doenças crônicas não transmissíveis, consideradas  importante do ponto de vista epidemiológico, com ações previstas no “Plano de Ações Estratégicas Para o Enfrentamento das Doenças Crônicas Não Transmissíveis (DCNT) no Brasil, 2011-2022”.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://portalsaude.saude.gov.br


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