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Dia do Médico: o Dia-a-Dia e a paixão pela Vida Humana

18 de outubro foi escolhido o dia do médico em homenagem a São Lucas, padroeiro da medicina. São Lucas exercia a profissão de médico e também tinha vocação para a pintura. Escreveu o terceiro evangelho e o “Ato dos Apóstolos” da Bíblia Sagrada. Acredita-se que veio de família abastada pelo seu estilo literário. Nasceu na Turquia no século I, quando ainda se chamava Antioquia. Discípulo de São Paulo, o seguiu em missão, sendo chamado por ele de “colaborador” e “médico amado”.

Em homenagem a data, entrevistamos alguns médicos:

O cirurgião plástico, Dr. Eduardo Lintz, O ginecologista e cirurgião geral Dr. Ramiro Gialuisi, O urologista e
diretor médico da Casa de Saúde São José, Dr. Eduardo Gouvêa e o Dr. Alexandre C. do Amaral – Diretor Médico do Centro Multidisciplinar da Dor (C.M.D).

Há quanto tempo exercem a medicina e o que ela lhes proporcionou neste período?
Dr. Alexandre Amaral: Exerço a medicina de maneira integral há doze anos. Isto significa que sou médico 24 horas por dia. A medicina me proporcionou o prazer de ajudar as pessoas, salvar vidas e ver que meu esforço pessoal se transformou num grande benefício. É uma grande satisfação ver o sorriso no rosto de meu paciente ao ser curado ou mesmo aliviado daquilo que o afetava. Este é um prazer inenarrável.
Dr. Eduardo Gouvêa: Eu me formei em 1971. Portanto, exerço a Medicina há quase 33 anos. Nesse tempo todo de trabalho, eu, como a maioria dos médicos que trabalha com seriedade e dedicação, devo quase tudo à Medicina, desde grandes alegrias até alguns dissabores.
Dr. Eduardo Lintz: Formei-me em 1995 e o que a medicina mais me proporcionou, e me proporciona, é a satisfação e realização profissionais que torneiam minha realidade.
Dr. Ramiro Gialuisi: São 40 anos de profissão, completados no ano que vem. A medicina me proporciona o que eu consigo proporcionar aos meus pacientes, que é a cura e amenizar o seu sofrimento. A medicina é a satisfação pela solução dos problemas das pessoas.

Como conseguiram conciliar a vida pessoal com a profissional?
Dr. Amaral: Na realidade, deveria responder esta pergunta com um sonoro “Não consigo”. Nunca consegui conciliar ou mesmo separar estas duas vidas. Exercendo a medicina 24 horas por dia, não se consegue separar a vida pessoal da profissional, e isto se deve ao tipo de envolvimento que tenho com minha profissão. Tenho um caso de amor com a medicina.
Dr. Gouvêa: Quando se ama aquilo que se faz e se trabalha com alegria, é fácil conciliar, pois até sua mulher e seus filhos passam a se orgulhar da sua profissão. É claro que alguns interesses acabam sendo comprometidos, mas nada que não possa ser compensado depois.
Dr. Lintz: Sem dúvida, quando fazemos o que gostamos fica tudo mais fácil. Acredito que pode-se conciliar perfeitamente a vida pessoal e a profissional, desde que o bom senso prevaleça.
Dr. Gialuisi: Apesar de correr de um lado para o outro, eu não prejudicava a minha vida social. No início da carreira, eu trabalhava em cinco lugares diferentes. Dava plantão no Hospital Miguel Couto (Rio de Janeiro), INPS, consultórios e, também, cheguei a trabalhar no clube Botafogo de Futebol e Regatas. Formei-me com 23, 24 anos de idade, cheio de energia nessa época. Aos 30 anos, estava em três empregos. Hoje, atendo em um hospital e no consultório. Estou no segundo casamento, me sinto realizado e feliz.

Houve algum acontecimento especial em suas vidas ao qual não puderam estar presentes por causa do trabalho?
Dr. Amaral: Muitos, desde o simples convívio com a minha família em almoços de domingo até a reclusão em escritórios para estudar. A medicina requer muito estudo e atualização. O ritmo das descobertas se acelera e o número de revistas médicas se avoluma e, a partir disto, torna-se imperioso dedicar horas de estudo em reclusão dentro de seu próprio lar. Este tipo de convívio que pareceria simples para maioria das pessoas, para mim já poderia se chamar um acontecimento muito especial. Entretanto, poderia citar uma noite de Natal, por exemplo. Já fui privado de algumas noites.
Dr. Gouvêa: Ocorreram diversas vezes, mas, como já disse, nada que não possa ser compensado depois.
Dr. Lintz: Não me recordo de ter deixado de viver algo especial por causa do trabalho. Evidentemente, não posso estar em todos os eventos que gostaria, porém com organização posso priorizar determinados momentos.
Dr. Gialuisi: Não, nenhuma data em especial. Claro, perdi festas e reuniões por causa do trabalho.

Como vocês avaliam o papel do médico atualmente?
Dr. Amaral: Infelizmente sou um pouco pessimista sobre o atual papel do médico em nossa sociedade. Acredito que houve um grande enfraquecimento na relação médico-paciente. Havia um enorme respeito de ambas as partes. Já houve época em que éramos confidentes, amigos e conselheiros, por vezes muito importantes na vida de um paciente e de toda sua família. Hoje, com a massificação do atendimento pelas seguradoras de saúde e com o empobrecimento do setor público, os médicos têm pouco tempo e com isso se torna desatento, perdendo os detalhes, as entrelinhas que muitas vezes são a chave de um diagnóstico. Perdemos o compromisso com aqueles pacientes e passamos a estar preocupados com as doenças que lhes afligem. Damos mais importância aos exames complementares que ao nosso próprio exame clínico. Devo reconhecer que era parte disto tudo e que foi um professor, ou mesmo um pai, que apontou o caminho e fez com que eu retomasse estes antigos ideais.
Dr. Gouvêa: O papel atual do médico é o mesmo de antes: evitar as doenças, curar sempre que possível e minimizar o sofrimento sempre.
Dr. Lintz: Um tanto quanto desvalorizado. Perdeu-se o mesmo respeito de outrora. Em que pesem as dificuldades atuais de atuação e oportunidades, o médico também sofre com o momento financeiro atual. Porém, acredito que o melhor modo de trabalharmos para uma realidade mais digna é atuarmos com determinação e respeito próprio e, principalmente, respeito ao paciente.
Dr. Gialuisi: Eu me mantenho fiel às coisas em que sempre acreditei na profissão. Hoje, diferentemente da minha época, o médico está deteriorado, se submete ao sistema, aos convênios. Os médicos, bem como as enfermeiras e os auxiliares, perderam o respeito que existia antigamente. As clínicas particulares praticamente desapareceram, pois aqueles que têm dinheiro pagam um plano de saúde.

Como era a graduação na época de vocês e como é hoje?
Dr. Amaral: Minha graduação ainda trazia a beleza do maior comprometimento com o paciente e não com a doença. O avanço tecnológico foi de tal forma que já se pode fazer diagnósticos cada vez mais celulares (precoces), que muitas vezes não apresentavam manifestação clínica. O fato é que a classe médica passou a acreditar mais nos exames ditos complementares que ao seu exame clínico. Conseqüentemente, estamos supervalorizando achados e tratando os resultados destes exames e não nossos pacientes. Volto a agradecer este professor citado anteriormente, que me fez estudar e com isto ter consciência do meu conhecimento médico e, a partir daí, dar o valor real aos exames que por definição são complementares.
Dr. Gouvêa: Acredito que na minha época de faculdade (não faz tanto tempo assim), a graduação se baseava muito em história, exame físico e conhecimento anatômico, já que os estudos de imagem e laboratório não eram tão avançados. Hoje, com as modernas técnicas que aparecem cada vez mais rápido, descuida-se um pouco do humanismo em função da tecnologia . Isto não quer dizer que a medicina tenha piorado, pelo contrário, melhorou muito, mas com certeza perdeu um pouco do romantismo. A grande vantagem nossa, dos mais antigos, é que podemos aliar as duas coisas e conseqüentemente somos muito mais felizes.
Dr. Lintz: Ingressei na universidade em 1990. O curso se desenvolvia em seis anos, o mesmo que hoje. O que mudou foi a estrutura de relação entre as especialidades e as áreas básicas como anatomia, histologia, bioquímica, fisiologia que hoje são associadas desde o início.
Dr. Gialuisi: Na minha época, o médico tinha aquela áurea, era respeitado. Hoje, não. O número de faculdades de medicina multiplicou e a qualidade do ensino ficou péssima.

Quais são os maiores inimigos da saúde no país?
Dr. Amaral: Os maiores inimigos são, em primeiro lugar, a política na medicina, ou seja, decisões políticas dentro da saúde deste país. Em segundo e último lugar, as empresas que desenvolvem tecnologia médica, escravizando os colegas menos avisados, em detrimento das experiências pessoais de cada médico.
Dr. Gouvêa: O grande problema da saúde no país é que ela não dá voto em curto prazo e é muito cara. Como os nossos políticos são muito apressados e o país é pobre, ela sempre é relegada a segundo plano. Essa combinação de pressa e pobreza é mortal para a saúde.
Dr. Lintz: De forma geral, a própria condição social e de educação. As dificuldades gerais da população se refletem nas dificuldades da saúde.
Dr. Gialuisi: A pobreza, que impede uma qualidade de vida satisfatória, o saneamento básico, a prevenção, a falência dos hospitais públicos e os comerciantes dos planos de saúde que nivelam a uma remuneração irreal, fazendo com que os médicos sejam obrigados a trabalhar por volume, por grande quantidade.

O que fazem nas horas de lazer?
Dr. Amaral: No momento tenho tido pouco tempo para o lazer, o meu trabalho me consome 24 horas por dia. Entretanto, ao contrário do que dizem os especialistas em qualidade de vida, encontro lazer em coisas simples que me dão prazer, como ler um bom livro.
Dr. Gouvêa: Nas horas de lazer faço o que todo mundo deve fazer, me divirto com a minha família e, quando posso, viajo.
Dr. Lintz: Leio, pratico esportes e fico com a família e amigos.
Dr. Gialuisi: Eu faço atividade física desde adolescente, musculação e cooper na praia. Gosto de tirar fotografias e de ouvir uma boa música. Um engenheiro construiu um estúdio na minha casa e eu fico até de madrugada escutando música.

Qual é o maior desafio da vida? E a recompensa?
Dr. Amaral: Especialmente para mim, que milito no tratamento de dores crônicas de difícil controle, seria conseguir encontrar a fórmula para erradicar a dor, que tanto atinge nossa população. E a recompensa seria poder aplicar esta fórmula a fim de erradicar este sofrimento.
Dr. Gouvêa: O maior desafio é não errar nunca. E a recompensa é saber que acertou a maioria das vezes.
Dr. Lintz: Acredito que o desafio da vida é ter realizações, manter o respeito a si próprio e ao próximo, buscando deixar bons exemplos e aprender a cada dia.
Dr. Gialuisi: A minha vida foi estável até o falecimento do meu pai, quando eu tinha 16 anos. Nesta época, mamãe tinha sete filhos e minha irmã menor não tinha nem um ano. Eu sempre quis ser médico e com 10 anos de idade, já abria barriga de sapo e costurava com fita adesiva. Com a morte de meu pai, lancei um desafio a mim próprio: me formar aos 23 anos, sem repetir um período na faculdade. E esta foi a minha recompensa. Além de me formar na idade certa, pude ter uma vida mais tranqüila e comprar um carro e a casa própria com o meu salário.

Qual é a grande lição que a profissão lhes proporcionou?
Dr. Amaral: A grande, a maior das lições é que tratamos pessoas e não doenças.
Dr. Gouvêa: No dia que eu achar que a profissão já me proporcionou a maior lição, é sinal de que acho que não tenho mais nada de importante a aprender e, daí então, é melhor parar.
Dr. Lintz: Que a dor do ser humano não deve nunca ser menosprezada. Que a dor pode extrapolar o próprio entendimento humano, mas que se deve sempre ter a certeza de ter feito o melhor possível. Que possamos ter sempre Deus ao nosso lado, entendendo que sua ajuda e orientação são o que de mais importante existe em nossa existência.
Dr. Gialuisi: Ser ético na profissão, mesmo sem ganhar dinheiro e sem pensar nos honorários, me proporciona, a cada dia, o reconhecimento do paciente. Para mim, essa é a maior satisfação e a maior lição.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://www.saude.com.br

Sem dinheiro para presentear no Dia das Crianças?

Com o Dia das Crianças acontecendo no próximo dia 12, é impossível evitar certa ansiedade, ainda mais se o presente dos pequenos ainda não foi providenciado. Por isso, para aqueles que ainda não foram às compras e não querem gastar muito, sugerimos que o papai troque as lojas de brinquedos habituais pelas chamadas feiras de trocas.
 
Para quem não conhece, as feiras de troca se resumem a feiras de intercâmbio de produtos: além de você se livrar de algo que não usa mais, sai de lá com algo em bom estado e novo, para você. A maioria das feiras também permite a troca de produtos por serviços, mas sempre sem envolver dinheiro: essa é a graça e a essência da feira de trocas. 
 
Os princípios básicos dessas feiras são substituir o lucro e a acumulação de capital pela cooperação e valorização do trabalho. Por isso é fácil encontrar opções viáveis e sem custo, visto que toda a negociação é feita à base de troca. Vale lembrar ainda que muitas dessas feiras adotam um sistema de pontos ou uma “falsa moeda”. Assim você só obtém um determinado objeto caso consiga juntar determinado número de pontos. Isso ocorre devido à dificuldade de determinar os valores de diferentes objetos.
 
O Instituto Alana recentemente lançou um grande movimento para a realização de feiras de troca de brinquedos por todo o Brasil. Ao invés de presentear os pequenos com brinquedos novos, o instituto convida as famílias a participar de uma feira de troca no dia 06 de outubro. É bastante simples: a criança leva aquele brinquedo que já não tem tanta graça pra ela, mas que pode ser uma novidade e tanto para outra criança. Ficou interessado? Veja aqui quem já está organizando suas feiras ou, caso não encontre a sua cidade no mapa, mobilize seus amigos e participe! 
 
E as feiras de troca podem ser encontradas por todo o Brasil. Além disso, as regras devem ser explicadas aos pequenos, que vendo que cuidar dos seus pertences pode lhe trazer frutos no futuro, logo irão valorizar e cuidar muito mais dos brinquedos, para que a possibilidade de troca exista. 
 
Para o caso do Dia das Crianças, é interessante levar o pequeno à feira para ver o que está disponível. Assim que ele se der conta de que seus brinquedos antigos podem ser trocados por alguns que nunca teve, verá o quão interessante é se desapegar de objetos esquecidos desde que bem cuidados. Acaba que a feira de trocas se torna uma opção divertida e educativa para todos, e não só no feriados das crianças.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://www.idec.org.br/

Quando e como cada país comemora o Dia das Crianças

No Brasil, o Dia das Crianças é comemorado em 12 de outubro (hoje). Veja quando tem festa para a meninada em outros lugares do planeta!

  • Belize: 4 de março
  • Bolívia: 12 de abril
  • Camboja: 1º de junho
  • Canadá: 20 de novembro
  • China: 1º de junho
  • Coréia do Sul: 5 de maio
  • Costa Rica: 9 de setembro
  • Estados Unidos: 8 de junho
  • Etiópia: 25 de novembro
  • Gana: 31 de agosto
  • Grécia: 11 de dezembro
  • Guiana: 9 de setembro
  • Indonésia: 17 de junho
  • Iraque: 12 de outubro
  • Laos: 1º de junho
  • Líbano: 22 de março
  • México: 30 de abril
  • Mongólia: 1º de junho
  • Nepal: 20 de agosto
  • Nigéria: 27 de maio
  • Paraguai: 16 de agosto
  • Rep. do Congo: 25 de dezembro
  • Serra Leoa: 11 de dezembro
  • Tailândia: 11 de janeiro
  • Uruguai: 6 de janeiro

Na Nova Zelândia, o Dia das Crianças é sempre o último domingo de outubro. A cada ano, as crianças escolhem um animal nativo do país para homenagear.

No Japão, em 5 de maio é comemorado o Tango no Sekku (Dia dos Meninos). Nessa data, as famílias exibem capacetes de guerra tradicionais, para que as crianças cresçam fortes e saudáveis. Come-se bolo de arroz recheado de feijões vermelhos e enrolado em folhas de carvalho e bolo de arroz enrolado com folhas de bambu.

Na Iugoslávia, o Dia das Crianças acontece em 22 de dezembro, três dias antes do Natal. É costume dos pais brincar de amarrar os filhos e soltar porque são bons meninos. A folia vai até o domingo seguinte, Dia das Mães, quando os filhos brincam de amarrar as mães e soltá-las em troca de doces e guloseimas. E, no próximo domingo, os pais entram na brincadeira e são soltos em troca de presentes para as crianças.

Na Índia, o Dia das Crianças é em 14 de novembro, aniversário de Jawaharlal Nehru, primeiro-ministro da Índia quando ela se tornou independente do Reino Unido.

Turquia celebra o Dia das Crianças em 23 de abril. Como nesse dia não há aula, as crianças vão passear com seus pais e ganham presentes como no Brasil.

Todos os anos, no segundo domingo de dezembro, acontece o Dia Internacional da Criança no Rádio e na TV. Mais de 2 mil emissoras de rádio e TV de 170 países abrem espaço para crianças participarem da criação de programas e dizerem o que pensam.

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Obesidade Infantil aumenta risco de Enfarte no Futuro

O número de crianças com problemas com a balança vem aumentando – e você mesma já deve ter percebido isso. Os últimos dados divulgados pelo IBGE, de 2009, mostram que, entre 5 e 9 anos, 16,6% das meninas e 11,8% dos meninos estão obesos. Em 1989, a estatística era de 4,1% para os meninos e 2,4% para as meninas nessa faixa etária. Um novo estudo agora reforçou o impacto da obesidade no futuro da criança. Cientistas da Universidade de Oxford, na Inglaterra, constatou que crianças obesas e com sobrepeso têm um risco de 30% a 40% maior de sofrerem um enfarte, na vida adulta, do que aquelas que têm peso normal.

Divulgado na última semana, o levantamento foi baseado em 63 estudos realizados entre os anos de 2000 e 2011. Ao todo, 49.220 crianças e adolescentes, com idades entre 5 e 15 anos, moradores de países desenvolvidos, foram analisados.

A pressão arterial mais elevada, a maior concentração de colesterol e de triglicérides – tipos de gordura que, em níveis elevados, trazem prejuízos à saúde – no sangue são alguns dos fatores que aumentam os riscos cardíacos desse grupo, em relação àquele com IMC normal.

Para o endocrinologista Luiz Eduardo Calliari, coordenador do ambulatório de endócrino pediatria do Hospital São Luiz e professor da Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo, isso acontece porque grande parte das crianças obesas se tornam adultos com sobrepeso, o que aumenta o risco cardiovascular. “O organismo de uma pessoa que é obesa desde a infância fica exposto a elevados níveis de gordura e açúcar por muitos anos, o que piora a situação”, diz.

Por isso, a melhor forma de garantir qualidade de vida para o seu filho agora e no futuro é manter o peso dele em dia. “Os pais não devem se preocupar com a alimentação do filho apenas quando ele estiver com sobrepeso. Essa preocupação deve surgir muito antes”, afirma Calliari, que reforça que, ainda hoje, há quem veja uma criança gordinha como saudável.

Agora, se o seu filho já está com sobrepeso, o primeiro passo é procurar um médico para ajudar você a modificar os hábitos alimentares e a rotina da família toda. “Os exercícios, aliados a uma boa alimentação, promovem uma mudança metabólica e a manutenção do peso”, diz o especialista. Também será fundamental o seu apoio e motivação durante essa mudança na vida da criança.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://revistacrescer.globo.com/

Prevenção contra Obesidade Infantil começa com Educação de Mães, diz pesquisa

Obesidade infantil é um assunto que, vira e mexe, está presente tanto na mídia quanto nas rodas de mães. Pudera! Afinal, existem hoje em todo o mundo 43 milhões de crianças obesas e acima do peso em idade pré-escolar. Os números são de pesquisadores da Universidade de Sidney e da Western South Sidney e Sidney Medical School, na Austrália, que defendem a educação das novas mães para combater o problema.


Se você tem receio de que o seu filho sofra com excesso de peso, fique de olho nas suas atitudes. Afinal, você bem sabe que ele aprende por meio do seu exemplo, assim será a partir dos seus hábitos que ele vai ter (ou não) uma boa relação com a comida. Realizada com 667 mães de primeira viagem e seus filhos de até 5 anos, a pesquisa, publicada no British Medical Journal, no Reino Unido, revelou que há três pontos fundamentais relacionados com a obesidade infantil: a introdução dos alimentos sólidoscomo as crianças são alimentadas e quanto tempo elas passam em frente à TV.

Para o primeiro ponto destacado pelos pesquisadores, vale reforçar que, de acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), o aleitamento materno exclusivo deve acontecer até os 6 meses. Segundo Rosangela Rea, endocrinologista do Hospital Pequeno Príncipe (PR), neste período são estabelecidas a experiência sensorial da criança e de suas preferências alimentares futuras. Como o sabor do leite materno se modifica de acordo com a alimentação da mãe, a criança aprende a aceitar diferentes gostos, inclusive de frutas, legumes e verduras.

Acontece que não são todas as mães que conseguem esse tempo todo de licença-maternidade. Assim, muitas vezes introduzem os alimentos sólidos mais cedo e nem sempre da maneira correta. Por medo de que fiquem ser nutrientes necessários, alguns pais podem exagerar e fazer com que a criança coma mais do que realmente precisa. Se você está aflita com a alimentação do seu filho, converse sempre com o pediatra.

Cuidados desde a primeira papinha 

Fique de olho no preparo dos primeiros alimentos sólidos que você dá ao seu filho. Um dos erros mais comuns, diz Rubens Feferbaum, pediatra e nutrólogo do Hospital Infantil Sabará (SP), é incluir alimentos muito energéticos e pouco protéicos na alimentação da criança.

“As mães costumam colocar muita batata, arroz e grãos em geral e pouca carne nas papinhas”, diz ele. E essa comida precisa estar bem balanceada: ou seja, ter uma fonte de carboidrato (arroz, macarrão), uma de proteína (carne, frango) e duas de legumes ou verduras. E fuja do sal. Se for usar, só uma pitada (mesmo!). Para Feferbaum, ele nem deveria ser acrescentado, já que os alimentos possuem a quantidade necessária de sal para o bebê. “É desde o início que se estabelece bons hábitos”, reforça. Abuse de temperos, como salsinha, cebolinha, por exemplo, que dão sabor à papa.

Assim como o cuidado com o sal, o açúcar também é outro vilão. Por isso, nada de adoçar sucos e o leite do seu filho. Esses alimentos, por exemplo, já trazem seu açúcar natural. E não se esqueça: variedade de frutas e muita água também devem fazer parte do cardápio diário.

Hábitos dos pais = hábitos dos filhos

O segundo fator que os cientistas australianos ressaltam como um risco de obesidade é a maneira como você alimenta seu filho. A rotina aqui é peça fundamental. Estabeleça horários para a criança fazer as refeições, e sentada à mesa. Nada de TV ligada ou prato em cima do colo no sofá da sala. Sempre que possível, faça uma das refeições do dia com o seu filho. Vai ser importante ele ver como você se porta (e o que come e bebe!) e ter o seu incentivo para que experimente novos sabores.

O terceiro item destacado na pesquisa é o tempo em que a criança passa na frente da TV. O mesmo vale para jogos de videogame e computadores. Ambos influenciam a quantidade de atividade física que a criança faz (como brincar de pega-pega com os amigos), sem contar que ela tende a comer mais besteiras enquanto fica na frente das telas. Um estudo anterior, realizado pela Universidade de Harokopio, na Grécia, já havia alertado que ter esses aparelhos no quarto da criança era um fator de risco para a obesidade, já que ela se acomoda ainda mais a ficar dentro em casa.

Agora, se você também fica horas na frente da TV e nunca se exercita, vai ser difícil convencer o seu filho do quanto é importante ter hábitos saudáveis. E não precisa muito: fazer caminhadas no quarteirão da sua casa, levar o cachorro para passear, andar de bicicleta com seu filho no parque sempre que possível, brincar no playground do prédio com ele e até dançar na sala de casa já são maneiras de fazer todo mundo se mexer.

Falar de obesidade

Um estudo no Reino Unido publicado no site da revista Children and Younk People Nowmostra que o maior medo dos pais ao conversar com os filhos que estão acima do peso é desencadear algum tipo de distúrbio alimentar no futuro. Dos 1.000 pais entrevistados pelos estudiosos, 37% disseram que temem diminuir a autoestima do filho ao falar sobre peso com ele e 32% revelaram sentir dificuldade para ajudar a criança a se manter saudável.

Você não precisa dizer que ele está gordo! Basta falar sobre a importância de uma alimentação e hábitos mais saudáveis de vida e mostre que você está junto com ele nessa mudança de rotina. O maior problema da obesidade infantil é educacional, é preciso que toda a família mude o estilo de vida. E todos vão ganhar com isso, acredite!

Dicas para ajudar seu filho a ser sempre saudável
– Dê muito carinho ao seu filho durante a amamentação. Escolha um local tranquilo para amamentar e, se preferir, coloque uma música suave para aconchegar este momento;
– Respeite seu apetite. Não o force a comer quando não está com muita fome e cuidado com as porções e/ou restrições exageradas;
– No copo, prefira água. Evite sucos de caixinha, ricos em sódio. Opte por água de coco e sucos naturiais.
– Estabeleça uma rotina para as refeições, com a família unida à mesa, sempre que possível, e ambiente agradável e tranquilo;
– Não engane e não faça chantagem para a criança comer. Nada de “aviãozinho” e doce especial de sobremesa se ela comer tudo o que está no prato. Seu filho precisa aprender a importância da boa alimentação. Converse com ele desde cedo sobre isso;
– Seja exemplo. Alimentação saudável e exercícios físicos devem fazer parte da sua rotina.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://revistacrescer.globo.com/

Práticas Saudáveis para Crianças e Adolescentes

Para se desenvolver, todo ser humano precisa de atenção, carinho e condições saudáveis de vida. Isso envolve alimentação, sono e estímulos adequados.

Desde a gestação, a boa nutrição é fundamental para o organismo funcionar corretamente. Nos seis primeiros meses, o bebê precisa ser alimentado somente com leite materno. Nada mais, nem mesmo água, pois leite contém todos os nutrientes necessários. Sugar o peito da mãe ainda exercita a musculatura da face e fortalece o vínculo entre mãe e filho.

Dormir bem também é imprescindível. Segundo o médico Marcelo Masruha, professor de Neurologia Infantil na Universidade Federal de São Paulo e secretário geral da Sociedade Brasileira de Neurologia Infantil (SBNI), desde o início os pais devem treinar a criança a dormir no próprio quarto e sem interrupções. Nada de mamadeira ou água durante a noite.

Segundo o especialista, bebês não devem dormir de barriga para baixo, mas, acordados, devem passar alguns minutos nessa posição, pois ela estimula a musculatura em volta da coluna. Para uma boa estimulação motora, coloque o bebê em diferentes posições ao longo do dia.

O que jamais pode faltar na vida da criança são amor, carinho e atenção às suas necessidades. Nos primeiros três meses fora do útero, o chamado quarto trimestre da gestação, o conforto do corpo da mãe faz falta. Segundo a pediatra Honorina de Almeida, especialista em desenvolvimento e consultora internacional em aleitamento materno, o bebê tem temperamento próprio e precisa de tempo para se adaptar a esse novo mundo. Mas não há receita. “É uma relação puramente afetiva, sem regras. Os pais não devem ter medo de tomar decisões guiadas pelo que dita o coração”, diz.

O afeto é tão importante que interfere até o desempenho escolar. Estudos mostram que as crianças que mantêm um forte vínculo com a família são mais curiosas e tendem a se interessar mais pelos estudos. “A afetividade é o motor do aprendizado”, diz a pedagoga Silvia Colello, professora de psicologia da educação na Faculdade de Educação da Universidade de São Paulo.

Televisão e videogame não substituem afeto e ainda aumentam o sedentarismo. A OMS recomenda passar no máximo duas horas por dia na frente da tela e aumentar a quantidade de brincadeiras e atividades que movimentem o corpo. Segundo o Sistema de Vigilância Alimentar e Nutricional de 2009, 13% da população de 10 a 19 anos estão com sobrepeso e 3% com obesidade.

Atividade física regular e uma alimentação saudável, rica, variada e equilibrada em proteínas, fibras e carboidratos e o mínimo possível de doces, refrigerantes, frituras e alimentos industrializados, são uma ótima receita de saúde.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://www.brasil.gov.br

Obesidade Infantil

Foi-se o tempo que criança saudável era criança gordinha.

Hoje o cenário é assustador: a obesidade atinge 15% dos pequenos, que estão expostos a riscos de gente grande. A falta de exercícios e a alimentação inadequada são os grandes culpados pelos quilos a mais. Só para se ter uma idéia, quando o pequeno devora um pacote de bolacha na hora do lanche, está ingerindo o equivalente a uma refeição completa em calorias.

Os prejuízos são enormes: além do impacto na auto-estima, aumenta a chance de problemas ortopédicos, de infecções respiratórias e de pele, de cirrose hepática por excesso de gordura depositada no fígado – a chamada esteatose. Pior: uma criança obesa em idade pré-escolar tem 30% de chances de virar um adulto rechonchudo. O risco sobe para 50% caso ela entre na adolescência gorda. Explica-se: as células adiposas vão ficando cada vez mais recheadas de gordura até que estouram e se multiplicam, fenômeno mais comum justamente no primeiro ano de vida e na adolescência.

Reverter o quadro depende basicamente de uma coisa: reeducação alimentar.


Ele tem tendência à obesidade?

Os cientistas identificaram oito fatores que podem levar à obesidade a partir dos 7 anos:

1. Mães que engordam demais durante a gravidez podem gerar bebês com mais tendência à obesidade

2. Crianças com peso e altura acima da média entre 8 e 18 meses têm maior propensão ao problema

3. Ao completar um ano, o bebê não deve pesar mais do que o triplo do que tinha ao nascer

4. Também não deve crescer mais do que 25 centímetros no primeiro ano.

5. Bebês que dormem pouco ficam mais cansados e fazem menos atividades durante o dia, facilitando o acúmulo de gordura.

6. Crianças com mais de três anos que ficam mais de oito horas por semana na frente da TV

7. Aparecimento de gordurinhas localizadas antes dos quatro anos

8. Pais gordos: além da genética contra, os filhos podem imitar seus hábitos


Como anda a balança do seu filho?

Nas crianças, o IMC isolado não é o melhor parâmetro pois o rápido crescimento e as oscilações de peso e altura não permitem uma avaliação precisa. Mas estes valores servem de referência.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://saude.abril.com.br

Dentistas questionam a Vida Sexual de Pacientes

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Dentistas britânicos estão sendo instruídos a perguntar sobre a vida sexual de seus pacientes para diminuir as crescentes taxas de câncer oral. Esta medida seria capaz de detectar a doença na região precocemente, evitando complicações e até mesmo óbitos causados pelo problema. As informações são do Daily Mail.

“Nós gostaríamos que os dentistas tivessem uma participação mais ativa e passassem maiores informações para seus pacientes. Para isso, eles precisam fazer as perguntas certas”, diz Nunn Hazel, um dos líderes do centro de pesquisas sobre câncer do Reino Unido, o Cancer Research UK.

Ao analisar a boca do paciente, o dentista consegue ver se ele é fumante ou se consome bebidas alcoólicas em exagero – fatores determinantes para que o risco aumente. Mas é impossível saber como é a vida sexual dele. O sexo oral, devido ao alto risco de transmissão do vírus do papiloma humano (HPV), também está entre os hábitos que aumentam as chances de diagnóstico.

Em 2030, prevê-se que 9.200 casos novos sejam diagnosticados por ano, contra os 6.240 em 2009. As taxas de morte em consequência da doença também devem aumentar em cerca de 22% nas próximas duas décadas.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://saude.terra.com.br

Para que serve cada Tipo de Escova

O mais indicado pela maioria dos dentistas é optar por uma escova com cerdas planas, pontas arredondadas, do tipo ultramacia, e sempre com uma grande quantidade de cerdas. Existem diferenças nas bordas das escovas e, principalmente, no formato da cabeça. As variações são recomendadas para diversos fins, como faixa etária, diferenças no tamanho do arco dental, tipo de gengiva e casos específicos, como aparelhos ortodônticos.

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Nas prateleiras são muitas marcas, números, tipos de escova de dentes. Para saber qual a mais indicada, nada melhor do que consultar o dentista. Mas, para tirar algumas dúvidas sobre essa protagonista da higiene oral, o cirurgião-dentista Hugo Roberto Lewgoy, desvenda mitos e explica para que serve cada tipo de escova.
Formas e formatos
O mais indicado pela maioria dos dentistas é optar por uma escova com cerdas planas, pontas arredondadas, do tipo ultramacia, e sempre com uma grande quantidade de cerdas. Existem diferenças nas bordas das escovas e, principalmente, no formato da cabeça. As variações são recomendadas para diversos fins, como faixa etária, diferenças no tamanho do arco dental, tipo de gengiva e casos específicos, como aparelhos ortodônticos.
Para alcançar os dentes do fundo
Nada de escolher sua escova entre os produtos infantis. Há um mito de que as escovas infantis servem para adultos por ter a cabeça menor e alcançar os espaços mais escondidos. Existem escovas de adulto com cabeça bem pequena para esta função.Outra opção são as escovas do tipo unitufo que chegam nos dentes do fundo por menor que seja o espaço. Estas escovas também são ótimas para a limpeza da margem gengival e para retoques na escovação tradicional.
Cerdas duras X cerdas macias
Antigamente as escovas eram classificadas como macias, médias e duras, porém, as escovas macias substituíram as outras e foram subdivididas em supermacias, extramacias e ultramacias. Hoje, não existe mais indicação para escovas duras e médias, pois provocam abrasão do esmalte e retração gengival em longo prazo. A ultramacia é a única escova livre de traumas, recomendada para prevenir o desgaste do esmalte e a retração gengival.
Muitos viveram a época em que o correto era a remoção total da placa bacteriana. No entanto, essa premissa foi deixada para trás. Atualmente sabe-se que apenas a desorganização deste biofilme oral é suficiente para prevenir as cáries e doenças gengivais. Isso quer dizer que não adianta escovar os dentes com uma escova mais dura e ter com o passar do tempo retração gengival e sensibilidade dental. A sensibilidade afeta aproximadamente 25% dos indivíduos em todo mundo. São milhões de pessoas com que sofrem com a hipersensibilidade dentinária, que é, muitas vezes, provocada pela utilização de uma escova muito dura e cremes dentais abrasivos.
É hora de trocar
O consumo de escovas dentais no Brasil é muito baixo atingindo uma escova per capta a cada ano e meio. Na Suíça, por exemplo, a troca de escovas dentais é praticamente mensal. Algumas escovas no mercado vêm com uma faixa azul, que, quando clareia, indica que está na hora de ser aposentada. Mas nem sempre estes indicadores mostram o momento ideal para troca. De forma geral, as escovas devem ser trocadas entre dois e três meses de vida. O melhor é mantê-las sempre novas, uma vez que escovas antigas, ou muito usadas, perdem efetividade e induzem a pessoa a aumentar a força durante a escovação. O mal disso é o desgaste do esmalte dental e a retração gengival.
Língua não se limpa com escova dental
As escovas que trazem limpador de língua e bochechas na parte de trás, não são as mais indicadas para garantir a limpeza da língua. Para esse fim existem os limpadores de língua que executam esta tarefa com mais eficiência e sem desconfortos ou ânsia. Eles têm formato anatômico: a cabeça acompanha o formato da língua, o cabo angulado se encaixa na mão perfeitamente, a altura é bem menor do que uma escova de dente normal o que permite alcançar bem no fundo da língua, Além de tudo, os limpadores não ferem a língua e eliminam o risco da contaminação cruzada.
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Dia Mundial do Dentista

O dia mundial do dentista é comemorado em 03 de outubro.

A primeira escola dentária, para formar dentistas, surgiu em 1840, em Baltimore, nos Estados Unidos.

Os dentistas são profissionais capacitados para tratar das gengivas, da boca, dos ossos da face e dos dentes, estruturas duras que utilizamos para mastigar os alimentos. É importante visitar esses profissionais de seis em seis meses, a fim de cuidar da integridade e higiene dos dentes, fazendo limpeza e profilaxia.

Os dentes variam de acordo com os hábitos alimentares de cada espécie. Os humanos têm capacidade para rasgar, prender e triturar os alimentos, para que os mesmos passem pelo tubo digestivo em tamanhos menores, aproveitando seus nutrientes e facilitando o processo digestivo.

Os seres humanos possuem 32 dentes, divididos em duas dentições. A primeira delas, durante a infância, é chamada de provisória ou “dentes de leite” e é constituída de apenas 20 dentes. O nascimento dos primeiros dentes acontece por volta dos seis meses de idade, indo até os trinta meses. Essa dentição é trocada, variando com a idade e o tipo de dente, até que todos eles sejam definitivos.

Os dentes humanos possuem diferentes funções. Os incisivos (dentes da frente) e os caninos (os pontudos) servem para morder os alimentos, fazendo a divisão dos mesmos; os pré-molares e os molares servem para triturar, cortar e esmagar os alimentos.

Por volta dos 17 anos de idade, nascem os dentes sisos, bem ao final das gengivas. Porém, esses não têm muita utilidade para o processo de mastigação e normalmente são extraídos para não causarem problemas, como entortar os outros dentes por falta de espaço. É difícil encontrar pessoas que possuam esses dentes.

A formação para o exercício dessa profissão tem duração de cinco anos, terminando o curso como clínico geral, capacitado para tratar cáries, fazer restaurações, projetar e instalar próteses, etc.. É um curso que requer muita dedicação e estudo, pois possui disciplinas como anatomia, patologia e fisiologia. Ao término da faculdade, o profissional poderá se especializar em áreas específicas, como cirurgião dentista, odontopediatria, periodontia, traumatologia (quando se machuca a boca), saúde coletiva, além de cuidar da parte estética da boca, dentre várias outras.

Antigamente os dentistas eram chamados de dentistas práticos, sem formação ou com pouco conhecimento, que não tratavam os dentes, mas faziam apenas a extração daqueles que estavam muito estragados. Normalmente eram barbeiros ou ambulantes, que trabalhavam em locais precários e sem a higiene necessária.

Hoje em dia a consciência sobre os tratamentos dentários mudou muito. Sabe-se da importância dos trabalhos preventivos, motivo pelo qual a saúde bucal deve começar ainda no recém-nascido, com o uso de cotonetes molhados em água limpa.

Os primeiros cursos de odontologia do Brasil surgiram no Rio de Janeiro e na Bahia, determinados pelo decreto nº 9.311, em 25 de outubro de 1884. Em nosso país, o dia do dentista é comemorado nessa data.

Por Jussara de Barros
Graduada em Pedagogia
Equipe Brasil Escola

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://www.brasilescola.com


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