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Mãe: tem poder de construir um mundo perfeito

Dia-das-Mães-2014

Os 7 pilares da autoestima feminina

Mulher sorrindo

 1. Família

Autoestima se aprende em casa. Se os pais (ou os adultos que cumprem essa função) nos amam, respeitam e acolhem nosso modo de ser em vez de nos criticar e desejar que sejamos diferentes, a tendência é crescermos com uma autoimagem positiva.

Quando as necessidades básicas da criança – alimento, atenção, carinho, educação voltada para o convívio e a possibilidade de se expressar sem medo – não são atendidas, mais tarde podem surgir ansiedade, depressão, sentimentos de desvalia, dificuldade em manter relações. A autoestima fica destruída. Na vida adulta, dá para superar algumas feridas da infância e reconstruir o amor-próprio, mas isso exige empenho e terapia;

2. Autoconhecimento

Só quem se conhece bem consegue construir uma autoestima elevada. Mas, afinal, o que é se conhecer bem? É investigar, com coragem, seus defeitos e, sem modéstia, suas qualidades, tornando-se sua melhor amiga.

“A partir daí, resta saber aceitar ou tentar minimizar o que não pode ser mudado”, diz a psicodramatista Adelsa Cunha, presidente da Federação Brasileira de Psicodrama. É o que defende também a coach Regina Silva, da consultoria Gyrasser, em São Paulo. “Sem uma noção clara de nosso potencial e limite, ficamos muito vulneráveis às opiniões negativas. Baqueamos diante de conflitos e situações que nos desqualificam”, explica ela. Quebre essa lógica descobrindo estratégias para potencializar os pontos fortes e neutralizar os fracos;

3. Inteligência

Autoestima também é uma questão de sentir-se capaz. Você a exercita toda vez que diz: “Eu posso”. Faça mentalmente um inventário das suas boas ideias. Vale aquele relatório do trabalho que foi elogiado pelo chefe, a solução que você deu para um conflito familiar ou a capa nova que bolou para o sofá, pois a inteligência se manifesta nas grandes e nas pequenas coisas que fazemos. Sentir-se autônoma é prodigioso.

A inteligência tem a ver com a capacidade de encontrar saídas para problemas cotidianos. Uma forma de potencializar essa força é observar os efeitos que ela causa ao nosso redor. Acostumadas com os próprios talentos, nem sempre os valorizamos na medida certa. Mas de repente alguém que olha de fora ou que foi beneficiado por uma iniciativa nossa aponta como essa criatividade destravou alguma encrenca do dia a dia ou aliviou as tensões de uma equipe. Gostar de si combina muito com gostar dos outros, trocar ideias em vez de tentar impor as suas, enfim, usar todos os dons a favor do bem comum.

4. Beleza

O segredo é aceitar quem você é, cuidar-se com carinho e ter um olhar generoso para seu corpo e sua história. Parece simples, mas para muitas mulheres a aparência é o ponto vulnerável da autoestima.

Às vezes, achamos uma pessoa linda, mas, conforme conversamos com ela, seu brilho desaparece. O contrário também acontece: aquela mulher que à primeira vista não chama a atenção vai nos cativando e se tornando extremamente atraente quando a conhecemos um pouco mais. O segredo dela? Uma autoestima imbatível. Para conquistar isso, é preciso libertar-se dos padrões e desenvolver sua identidade estética.

5. Amigos

Eles confirmam que somos companhias interessantes toda vez que nos chamam para sair. Pelos olhos e comentários dos amigos, lembramos que somos engraçadas, que nosso ombro é valioso… enfim, que somos importantes. Para a psicodramatista Adelsa Cunha, o olhar carinhoso do outro é fundamental para a nossa autoimagem. Quem cultiva essa rede fraterna cria um ambiente propício às trocas afetivas, que fazem florescer o amor-próprio. Sem contar que uma amiga de verdade é um refúgio para as horas de dor, medo, tédio e tudo o que pode abalar nossa fé na vida ou em nós.

O recolhimento às vezes é necessário, mas não o isolamento. Partilhar as emoções é um modo de digerir o que nos acontece. E nada como bons amigos para nos consolar ou nos fazer rir dos próprios dramas.

6. Amor

O afeto acende a nossa luz e nos oferece uma chance de evoluir. “Nos momentos em que estamos inundados de amor, tudo brilha. Melhoram a pele, o humor e o pique”, descreve a psicóloga Fátima Cardoso. Mas nem todos os relacionamentos cumprem esse papel. Quem nunca ouviu falar de amores demolidores, que só jogam a gente para baixo?

Um alerta: a principal característica de toda relação destrutiva é a tentativa de um dos amantes de transformar o outro no que ele quer. E, se é você que não vê nada de bom no outro, por que permanece ao lado dele? Lembre-se: ao nos tornarmos boas companhias, aumentamos a chance de ser bem-amadas.

7. Reconhecimento

Não dá para negar: uma lustrada no ego é fermento para a autoestima. “Quando o que fazemos é valorizado pelos outros, isso nos fortalece. Vivemos em comunidade, e entender essa interdependência nos torna mais maduros”, afirma a consultora em relações humanas Teresa Campos Salles. Segundo ela, o reconhecimento promove um ciclo virtuoso. “A gente pensa: ‘Faço benfeito, sou reconhecida. Vou tentar fazer melhor para ser reconhecida novamente’.

Só não vale ficar dependente de elogios. Nossas ações devem ser aprovadas, antes de tudo, por nossa consciência.” O reconhecimento que revigora é aquele que nos mantém conectadas ao que é importante também para nós, não só para os outros.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://mdemulher.abril.com.br/

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Por que 8 de março é o Dia Internacional da Mulher?

As histórias que remetem à criação do Dia Internacional da Mulher alimentam o imaginário de que a data teria surgido a partir de um incêndio em uma fábrica têxtil de Nova York em 1911, quando cerca de 130 operárias morreram carbonizadas. Sem dúvida, o incidente ocorrido em 25 de março daquele ano marcou a trajetória das lutas feministas ao longo do século 20, mas os eventos que levaram à criação da data são bem anteriores a este acontecimento.

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Desde o final do século 19, organizações femininas oriundas de movimentos operários protestavam em vários países da Europa e nos Estados Unidos. As jornadas de trabalho de aproximadamente 15 horas diárias e os salários medíocres introduzidos pela Revolução Industrial levaram as mulheres a greves para reivindicar melhores condições de trabalho e o fim do trabalho infantil, comum nas fábricas durante o período.

O primeiro Dia Nacional da Mulher foi celebrado em maio de 1908 nos Estados Unidos, quando cerca de 1500 mulheres aderiram a uma manifestação em prol da igualdade econômica e política no país. No ano seguinte, o Partido Socialista dos EUA oficializou a data como sendo 28 de fevereiro, com um protesto que reuniu mais de 3 mil pessoas no centro de Nova York e culminou, em novembro de 1909, em uma longa greve têxtil que fechou quase 500 fábricas americanas.

Em 1910, durante a II Conferência Internacional de Mulheres Socialistas na Dinamarca, uma resolução para a criação de uma data anual para a celebração dos direitos da mulher foi aprovada por mais de cem representantes de 17 países. O objetivo era honrar as lutas femininas e, assim, obter suporte para instituir o sufrágio universal em diversas nações.

Com a Primeira Guerra Mundial (1914-1918) eclodiram ainda mais protestos em todo o mundo. Mas foi em 8 de março de 1917 (23 de fevereiro no calendário Juliano, adotado pela Rússia até então), quando aproximadamente 90 mil operárias manifestaram-se contra o Czar Nicolau II, as más condições de trabalho, a fome e a participação russa na guerra – em um protesto conhecido como “Pão e Paz” – que a data consagrou-se, embora tenha sido oficializada como Dia Internacional da Mulher, apenas em 1921.

Somente mais de 20 anos depois, em 1945, a Organização das Nações Unidas (ONU) assinou o primeiro acordo internacional que afirmava princípios de igualdade entre homens e mulheres. Nos anos 1960, o movimento feminista ganhou corpo, em 1975 comemorou-se oficialmente o Ano Internacional da Mulher e em 1977 o “8 de março” foi reconhecido oficialmente pelas Nações Unidas.

“O 8 de março deve ser visto como momento de mobilização para a conquista de direitos e para discutir as discriminações e violências morais, físicas e sexuais ainda sofridas pelas mulheres, impedindo que retrocessos ameacem o que já foi alcançado em diversos países”, explica a professora Maria Célia Orlato Selem, mestre em Estudos Feministas pela Universidade de Brasília e doutoranda em História Cultural pela Universidade de Campinhas.

No Brasil, as movimentações em prol dos direitos da mulher surgiram em meio aos grupos anarquistas do início do século 20, que buscavam, assim como nos demais países, melhores condições de trabalho e qualidade de vida. A luta feminina ganhou força com o movimento das sufragistas, nas décadas de 1920 e 30, que conseguiram o direito ao voto em 1932, na Constituição promulgada por Getúlio Vargas. A partir dos anos 1970 emergiram no país organizações que passaram a incluir na pauta das discussões a igualdade entre os gêneros, a sexualidade e a saúde da mulher. Em 1982, o feminismo passou a manter um diálogo importante com o Estado, com a criação do Conselho Estadual da Condição Feminina em São Paulo, e em 1985, com o aparecimento da primeira Delegacia Especializada da Mulher.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://revistaescola.abril.com.br/

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Mães são Diamantes

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ONU celebra Dia Internacional da Mulher com música especial

Gravação, “One Woman” teve participação de artistas de todo o mundo incluindo a brasileiras Bebel Gilberto e Ana Bacalhau, de Portugal; cerimônia na sede da ONU será co-apresentada pela atriz Susan Sarandon entre outros nomes.

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Edgard Júnior, da Rádio ONU em Nova York.

As Nações Unidas marcam o Dia Internacional da Mulher, neste 8 de março, com vários eventos pelo mundo, e a apresentação, em Nova York, de uma música tema especial. A canção “One Woman”, ou Uma Mulher contou com a participação de artistas do mundo todo, entre eles a brasileira Bebel Gilberto, e a portuguesa, Ana Bacalhau.

Elas se organizaram para enviar uma mensagem de união e solidariedade. O foco da celebração é o fim da violência contra as mulheres, violação dos direitos humanos que atinge sete em cada 10 pessoas do sexo feminino em todo o globo. Segundo a ONU Mulheres, a canção relembra que juntos, todos podem superar a violência e a discriminação.

Adolescentes

Em mensagem para marcar o Dia, o Secretário-Geral da ONU citou um “ano de crimes chocantes de violência contra mulheres e meninas”.

Ban Ki-moon fez referência à jovem que morreu na Índia após ser estuprada por um bando de homens, e a “adolescentes que levaram tiros porque buscavam ter acesso à educação”.

Renovação

Para Ban, “essas atrocidades foram parte de um problema muito maior, que permeia todas as sociedades”. O Secretário-Geral destacou que a ONU “renova seu compromisso em combater essa ameaça” em todos os locais: casas, escritórios, zonas de guerra e países pacíficos.

Ban Ki-moon afirmou às vítimas de violência “que as Nações Unidas estão com elas”. Já a diretora-geral da ONU Mulheres, pediu à comunidade internacional que garanta o direito ás mulheres de viverem livres da violência.

Leis

Michelle Bachelet lembrou que no mundo, sete em cada 10 mulheres são vítimas de vários tipos de atos violentos. Ela fez um apelo aos governos para que acelerem progressos e ações políticas concretas que ponham um fim na violência de gênero.

Apesar de “ver sinais de mudança”, Bachelet sente-se “ultrajada” porque meninas e mulheres sofrem altos índices de discriminação, violência e exclusão. Segundo a chefe da ONU Mulheres, 160 países têm leis que tratam a violência de gênero.

Refugiadas

O Alto Comissariado das Nações Unidas para Refugiados, Acnur, lança uma nova fase da campanha “Amplifique Suas Vozes”, desta vez, por toda a América Latina.

O objetivo é dar voz às mulheres refugiadas vítimas de violência e conscientizar a opinião pública sobre o problema.

Esforço

A chefe do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento, Pnud, Helen Clark, pediu um aumento do esforço global para acabar com a violência contra as mulheres.

Segundo ela, a prática é usada como uma arma de guerra e representa um dos maiores obstáculos à igualdade e ao desenvolvimento.

Compromisso

O diretor-executivo do Fundo de População das Nações Unidas, Babatunde Osotimehin, renovou o compromisso do Unfpa de fortalecer e expandir os esforços para acabar com a violência de gêneros.

Segundo ele, nenhum desenvolvimento poderá ser alcançado enquanto mulheres e meninas continuarem sofrendo com a violência ou vivendo com medo dela.

ONU

Aqui em Nova York, no início da tarde desta sexta-feira, vai acontecer uma caminhada liderada por Ban Soon-taek, mulher do Secretário-Geral, Ban Ki-moon.

O evento foi organizado com a ajuda da ONU Mulheres e vai servir para alertar sobre a campanha de violência.

A caminhada vai começar em frende ao prédio da Assembleia Geral e seguirá até o parque Dag Hammarskjold.

Vários artistas e celebridades de Hollywood vão participar da cerimônia, entre eles, estão Susan Sarandon, Michael Bolton, Christy Turlington e Monique Coleman.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://www.unmultimedia.org/

Entenda a REDE CEGONHA

Campanha-MULHER-2013

Ministério da Saúde e Fundação Gates financiam estudos sobre os Nascimentos Prematuros

O Ministério da Saúde em parceria com o Ministério da Ciência e Tecnologia e a Fundação Bill & Mellinda Gates abriram o edital de pesquisa Grandes Desafios Brasil: Prevenção e Manejo dos Nascimentos Prematuros. Serão investidos R$ 16 milhões em estudos inovadores que visem melhorar o cenário da prematuridade no Brasil: compreender mecanismos biológicos que contribuem para o nascimento prematuro e possam indicar tratamento para aliviar suas consequências.

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Também podem participar projetos de produtos para prevenir, detectar ou cuidar de bebês prematuros; e estudos que promovam mudanças de comportamento em relação a esta questão. Candidatos podem se inscrever até 7 de maio. Poderão se candidatar, além da comunidade científica e acadêmica (detentores de titulação de mestrado e doutorado), jovens empreendedores, empresários da iniciativa privada com fins lucrativos e organizações não governamentais.

O anúncio do edital foi feito nesta terça-feira (26), no Rio de Janeiro, durante a VII Conferência da Rede Global de Academias de Ciências (IAP), que acontece no Hotel Rio Othon Palace desde domingo, e reúne a comunidade científica internacional. O tema do evento é Ciência para a Erradicação da Pobreza e o Desenvolvimento Sustentável.

“As complicações relacionadas ao nascimento prematuro são a primeira causa da mortalidade neonatal e a segunda principal causa de morte em crianças menores de cinco anos no mundo. O Ministério da Saúde acredita que soluções desenvolvidas no Brasil podem ter grande impacto dentro e fora do país. Por isso a parceria com a Fundação Gates é um marco da politica de pesquisa do ministério”, afirmou o secretário de Ciência e Tecnologia, Carlos Gadelha, durante o principal encontro das academias nacionais de ciências do mundo.

A iniciativa Grandes Desafios Brasil está alinhada ao programa Rede Cegonha. Esta é a primeira ação da cooperação internacional entre o Ministério da Saúde e a Fundação Gates.

Assinada em abril do ano passado, a parceria visa apoiar a pesquisa e a inovação em áreas de interesse comum, como vacinas, nutrição, saúde materno-infantil e controle de doenças infecciosas.

RECURSOS – O investimento de R$16 milhões será disponibilizado em duas etapas de igual valor. Para a primeira etapa, a chamada terá o financiamento de R$8 milhões, sendo R$4 milhões da Fundação; R$2 milhões do Ministério da Saúde e outros R$2 milhões do CNPq/MCTI. A segunda etapa está condicionada ao desempenho dos estudos e corresponde a um financiamento com duração de dois anos.

Rede Cegonha – Criada em 2011, a estratégia fortalece a assistência integral à saúde de mães e filhos,  desde o planejamento reprodutivo, passando pela confirmação da gravidez, parto, pós-parto, até o segundo ano de vida do bebê. O objetivo é garantir acolhimento e captação precoce da gestante, além de ampliar o acesso aos serviços de saúde e melhorar a qualidade do pré-natal. Presente em mais de 4,9 mil municípios de todo o país, a Rede já atende cerca de 2,6 milhões de mulheres, ou seja, 96% do total de gestantes usuárias do Sistema Único de Saúde (SUS).

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://portalsaude.saude.gov.br

Prevenção contra Obesidade Infantil começa com Educação de Mães, diz pesquisa

Obesidade infantil é um assunto que, vira e mexe, está presente tanto na mídia quanto nas rodas de mães. Pudera! Afinal, existem hoje em todo o mundo 43 milhões de crianças obesas e acima do peso em idade pré-escolar. Os números são de pesquisadores da Universidade de Sidney e da Western South Sidney e Sidney Medical School, na Austrália, que defendem a educação das novas mães para combater o problema.


Se você tem receio de que o seu filho sofra com excesso de peso, fique de olho nas suas atitudes. Afinal, você bem sabe que ele aprende por meio do seu exemplo, assim será a partir dos seus hábitos que ele vai ter (ou não) uma boa relação com a comida. Realizada com 667 mães de primeira viagem e seus filhos de até 5 anos, a pesquisa, publicada no British Medical Journal, no Reino Unido, revelou que há três pontos fundamentais relacionados com a obesidade infantil: a introdução dos alimentos sólidoscomo as crianças são alimentadas e quanto tempo elas passam em frente à TV.

Para o primeiro ponto destacado pelos pesquisadores, vale reforçar que, de acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), o aleitamento materno exclusivo deve acontecer até os 6 meses. Segundo Rosangela Rea, endocrinologista do Hospital Pequeno Príncipe (PR), neste período são estabelecidas a experiência sensorial da criança e de suas preferências alimentares futuras. Como o sabor do leite materno se modifica de acordo com a alimentação da mãe, a criança aprende a aceitar diferentes gostos, inclusive de frutas, legumes e verduras.

Acontece que não são todas as mães que conseguem esse tempo todo de licença-maternidade. Assim, muitas vezes introduzem os alimentos sólidos mais cedo e nem sempre da maneira correta. Por medo de que fiquem ser nutrientes necessários, alguns pais podem exagerar e fazer com que a criança coma mais do que realmente precisa. Se você está aflita com a alimentação do seu filho, converse sempre com o pediatra.

Cuidados desde a primeira papinha 

Fique de olho no preparo dos primeiros alimentos sólidos que você dá ao seu filho. Um dos erros mais comuns, diz Rubens Feferbaum, pediatra e nutrólogo do Hospital Infantil Sabará (SP), é incluir alimentos muito energéticos e pouco protéicos na alimentação da criança.

“As mães costumam colocar muita batata, arroz e grãos em geral e pouca carne nas papinhas”, diz ele. E essa comida precisa estar bem balanceada: ou seja, ter uma fonte de carboidrato (arroz, macarrão), uma de proteína (carne, frango) e duas de legumes ou verduras. E fuja do sal. Se for usar, só uma pitada (mesmo!). Para Feferbaum, ele nem deveria ser acrescentado, já que os alimentos possuem a quantidade necessária de sal para o bebê. “É desde o início que se estabelece bons hábitos”, reforça. Abuse de temperos, como salsinha, cebolinha, por exemplo, que dão sabor à papa.

Assim como o cuidado com o sal, o açúcar também é outro vilão. Por isso, nada de adoçar sucos e o leite do seu filho. Esses alimentos, por exemplo, já trazem seu açúcar natural. E não se esqueça: variedade de frutas e muita água também devem fazer parte do cardápio diário.

Hábitos dos pais = hábitos dos filhos

O segundo fator que os cientistas australianos ressaltam como um risco de obesidade é a maneira como você alimenta seu filho. A rotina aqui é peça fundamental. Estabeleça horários para a criança fazer as refeições, e sentada à mesa. Nada de TV ligada ou prato em cima do colo no sofá da sala. Sempre que possível, faça uma das refeições do dia com o seu filho. Vai ser importante ele ver como você se porta (e o que come e bebe!) e ter o seu incentivo para que experimente novos sabores.

O terceiro item destacado na pesquisa é o tempo em que a criança passa na frente da TV. O mesmo vale para jogos de videogame e computadores. Ambos influenciam a quantidade de atividade física que a criança faz (como brincar de pega-pega com os amigos), sem contar que ela tende a comer mais besteiras enquanto fica na frente das telas. Um estudo anterior, realizado pela Universidade de Harokopio, na Grécia, já havia alertado que ter esses aparelhos no quarto da criança era um fator de risco para a obesidade, já que ela se acomoda ainda mais a ficar dentro em casa.

Agora, se você também fica horas na frente da TV e nunca se exercita, vai ser difícil convencer o seu filho do quanto é importante ter hábitos saudáveis. E não precisa muito: fazer caminhadas no quarteirão da sua casa, levar o cachorro para passear, andar de bicicleta com seu filho no parque sempre que possível, brincar no playground do prédio com ele e até dançar na sala de casa já são maneiras de fazer todo mundo se mexer.

Falar de obesidade

Um estudo no Reino Unido publicado no site da revista Children and Younk People Nowmostra que o maior medo dos pais ao conversar com os filhos que estão acima do peso é desencadear algum tipo de distúrbio alimentar no futuro. Dos 1.000 pais entrevistados pelos estudiosos, 37% disseram que temem diminuir a autoestima do filho ao falar sobre peso com ele e 32% revelaram sentir dificuldade para ajudar a criança a se manter saudável.

Você não precisa dizer que ele está gordo! Basta falar sobre a importância de uma alimentação e hábitos mais saudáveis de vida e mostre que você está junto com ele nessa mudança de rotina. O maior problema da obesidade infantil é educacional, é preciso que toda a família mude o estilo de vida. E todos vão ganhar com isso, acredite!

Dicas para ajudar seu filho a ser sempre saudável
– Dê muito carinho ao seu filho durante a amamentação. Escolha um local tranquilo para amamentar e, se preferir, coloque uma música suave para aconchegar este momento;
– Respeite seu apetite. Não o force a comer quando não está com muita fome e cuidado com as porções e/ou restrições exageradas;
– No copo, prefira água. Evite sucos de caixinha, ricos em sódio. Opte por água de coco e sucos naturiais.
– Estabeleça uma rotina para as refeições, com a família unida à mesa, sempre que possível, e ambiente agradável e tranquilo;
– Não engane e não faça chantagem para a criança comer. Nada de “aviãozinho” e doce especial de sobremesa se ela comer tudo o que está no prato. Seu filho precisa aprender a importância da boa alimentação. Converse com ele desde cedo sobre isso;
– Seja exemplo. Alimentação saudável e exercícios físicos devem fazer parte da sua rotina.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://revistacrescer.globo.com/

FELIZ DIA DAS MÃES

Dia das Mães na Walmart e Golden Stern

http://www.walmart.com.br/goldenstern


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