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O Dia da Consciência Negra é uma data para comemorar ou para reivindicar?

No Dia da Consciência Negra,  conversamos com três mulheres e três homens que compartilharam suas experiências e refletiram sobre as conquistas e as lutas do negro no Brasil. A data lembra Zumbi, líder do Quilombo dos Palmares, morto em 20 de novembro de 1695 — 319 anos atrás.

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Silvana Rodrigues, estudante de Políticas Públicas na UFRGS

“Eu fico muito feliz que exista um Dia da Consciência Negra. Ao mesmo tempo, parece que é uma maneira de a sociedade lavar as mãos, em mais uma forma de ‘exotizar’ a presença dos negros no universo. Comemoro as conquistas que vêm sendo alcançadas, mas nunca esqueço que estou em um país desigual, onde gente negra morre por nada: só por ser, só por estar.

Eu venho de uma realidade em que universidade não existia nem em sonho. E hoje trabalho em um espaço com mais oito artistas muito relevantes — um salto que só foi possível porque pude acessar o Ensino Superior. O aluno que entra pela política de cotas é diferenciado: muitas vezes, começou a trabalhar muito cedo e tem um conhecimento de vida para além das fórmulas ensinadas nas melhores escolas. E a universidade só é plural com a presença dessas pessoas.

Eu tinha a preocupação idiota de não saber me comportar quando eu fosse na casa de colegas ricos, até me dar conta que tenho colegas que têm vários talheres sobre a mesa e outros que não têm nem comida. Esses diálogos são possíveis por causa da política de cotas, com a qual eu concordo 100%.”

Maria Luiza Saraiva Pereira, geneticista e pesquisadora

“Não deveria existir um Dia da Consciência Negra. Deveríamos ter a civilidade de estarmos abertos às diferenças. O ideal seria que não tivéssemos nada para reivindicar, já que todos nós, seres humanos, deveríamos ter acesso às mesmas oportunidades de exercer a cidadania e garantir nossos direitos. Mas já que a data existe, que a gente a use pelo menos para refletir sobre alguns erros do passado que seguem acontecendo hoje, em pleno século 21.

Minha família, embora sem grande condição financeira, sempre colocou a educação acima de tudo. Procurei aproveitar todas as oportunidades que me apareceram, desde a entrada em uma universidade pública até o PhD, sem me colocar na situação de desfavorecida. Embora nunca tenha vivenciado um episódio muito marcante de racismo, sei que ele existe — a gente pode sentir o preconceito mesmo quando ele não é claro.

Eu sempre busquei enfrentar a vida de igual para igual, sem ficar me lamentando. Sou uma pessoa que não costuma falar muito sobre racismo. Prefiro um discurso menos extremista, sob pena de gerar muitas reações contrárias ao movimento negro.”

Cleiton de Freitas, delegado de polícia licenciado e vereador

“É um dia para refletir sobre os ganhos da sociedade em relação ao passado, mas a realidade é que temos 365 dias de luta contra o racismo, contra a anulação que sofrem as pessoas negras. Vi jovens negros, principalmente entre 14 e 27 anos, serem mortos justamente por quem deveria lhes garantir segurança: os policiais.

Acontece que as instituições refletem a sociedade. Quando eu era estudante de Direito, fui atacado na rua por policiais que jogaram minha bolsa no chão e chutaram todo o meu material — eu era um homem negro e, portanto, suspeito. Jogaram fora até a marmita que eu levava para a aula. Guardo como símbolo o Código Civil que foi entortado pelos pontapés e nunca mais voltou ao normal. Isso me fez refletir sobre as lutas que precisavam ser encaminhadas para que isso não acontecesse mais, para que houvesse um parâmetro de igualdade capaz de fazer a sociedade viver em paz.

Nunca existiu orientação dentro da Academia de Polícia para abordar negros. Policiais devem ter respeito ao ser humano, seja qual for a cor ou a raça. Abordar um negro porque ele está parado ou porque está vestido com tal roupa… eu sinto muito, mas isso não é investigar. É discriminar.”

Márcio Chagas da Silva, ex-árbitro e comentarista do Grupo RBS

“Acho que não há comemoração alguma, apesar de ser uma data referente a Zumbi dos Palmares, um representante dos negros. O principal é discutir o porquê de os negros ainda viverem às margens da sociedade. Desde 1888, quando a escravidão foi abolida, a situação mudou um pouco — mas muito pouco.

Não falar sobre racismo é fechar uma cortina para a luta dos meus antepassados e de tantos outros negros que lutam diariamente por espaço. O que aconteceu comigo em março não foi inédito (após apitar um jogo do Esportivo, encontrou seu carro, no estacionamento do Estádio Montanha dos Vinhedos, em Bento Gonçalves, com bananas no capô e no cano de descarga). Só que dessa vez eu resolvi me manifestar, muito porque meu pensamento mudou depois que virei pai. Como eu vou passar esse ensinamento para o meu filho se diante de uma situação dessas eu fraquejei? Disseram que eu poderia me prejudicar, mas minha alma vale mais que minha carreira. Foi um grito de liberdade.

Eu entrei com uma ação na Justiça e acho que a punição dos envolvidos vai ser um marco no nosso Estado. O ambiente do estádio favorece o racismo: onde tem multidão, as pessoas se escondem. Falam bobagem sabendo que podem ser acobertadas. Racismo é crime. Um negro ser chamado de macaco não é normal. Só quem é negro sabe o quanto é doloroso.”

Jeferson Tenório, escritor e professor de português e literatura

“Por remeter ao ícone do movimento negro, Zumbi, vale a comemoração. Mas também é uma data para protestar, pois ainda há uma ilusão de que existe uma democracia racial no Brasil, enquanto vários casos recentes mostram o contrário. Quando estudante, em uma entrevista de emprego ouvi: ‘Não contrato pessoas negras’. Se fosse hoje, eu denunciaria. Mas, na época, achava que o preconceito era uma realidade e não havia nada que eu pudesse fazer.

Já fui abordado por policiais 12 vezes. Da última, eu estava parado na frente de casa, esperando uma carona, quando parou um brigadiano e perguntou o que eu estava fazendo ali. Ele pediu minha identidade, viu que não havia nada de errado comigo, pediu desculpas e foi embora. Enquanto isso, eu ouvia minha descrição no rádio, como suspeito. Não podia mais aceitar isso e resolvi escrever um relato no Facebook, que foi muito compartilhado. Outros textos sobre o assunto, fiquei sabendo depois, foram discutidos em sala de aula, o que é muito legal.

Sei que não sou o único. Que todos os dias dezenas de pessoas são humilhadas por policiais só por serem negras. Mas a forma que eu encontrei de lutar contra o racismo foi através da palavra. É o meu dever enquanto escritor e professor.”

Kyndze Horlle, atriz

“A gente conquistou muitas coisas. Hoje, atrizes negras têm mais espaço, mas ainda é fundamental discutir os papéis que elas cumprem. Às vezes, aparecem como submissas. Outras, em função do corpo, do sexo e da beleza — mas nunca com destaque à inteligência, ao talento.

Apesar disso, ter mulheres negras em um espaço historicamente feito por pessoas brancas é uma vitória. Nem sempre precisamos falar, em peças de teatro ou programas de televisão, o quanto o negro sofre e é massacrado. Podemos falar de cotidiano, de amor. Quando a gente mascara o racismo, finge-se que ele não existe. Eu estava no Moinhos de Vento, um bairro predominantemente branco, caminhando em direção ao meu local de estágio quando uma senhora me disse, animada: “deve dar uma boa grana trabalhar nas casas daqui”. Respondi que, se ela estava procurando emprego, eu poderia perguntar no meu trabalho se sabiam de alguma oportunidade. E assim eu a desmobilizei e a fiz repensar sobre aquela atitude.

Não tem como passar ileso por uma situação dessas, mas enfrentá-las me fortalece.”

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://zh.clicrbs.com.br/

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Ginástica laboral proporciona bem-estar físico e emocional

A prática de exercícios regulares no ambiente de trabalho auxilia no combate ao desgaste emocional e melhora o relacionamento interpessoal dos trabalhadores, segundo especialistas. A ginástica laboral consiste em uma série de exercícios, desenvolvidos geralmente no meio da jornada de trabalho, com o objetivo de quebrar a rotina de movimentos repetitivos e auxiliar na prevenção de lesões.

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Letícia Oliveira Penaroti, fisioterapeuta responsável pelo programa de Ginástica Laboral da Conceito Zen, afirma que, além de ajudar em uma reeducação corporal, a prática da ginástica laboral diminui o surgimento da LER (Lesão por Esforço Repetitivo). “Dentro dessa síndrome, existem milhares de doenças: tendinite, tenossinovite, síndrome do túnel do carpo, bursite, entre outras”, explica. “Com a ginástica, elas diminuem”.

A ginástica laboral melhora também a condição física e psicológica dos funcionários e o aumento da integração entre as equipes. “Ela aproxima pessoas que você, talvez, nem sabia o nome direito. Com isso, a ginástica melhora não só o relacionamento profissional, mas pode transformá-lo em uma relação particular, humana”, analisa Daniel Claret, fundador da Health Pro, empresa especializada em oferecer programas de saúde.

Letícia explica que, com a norma reguladora 17, o Ministério do Trabalho estabeleceu parâmetros para que essa adaptação das condições de trabalho às características psicofisiológicas dos funcionários acontecesse.

Claret acredita que, de alguma forma, a ginástica laboral atua nas pessoas, relaxando a cabeça, o corpo e a musculatura como um todo, ajudando-as a desempenhar melhor suas funções.

A introdução da prática de exercícios também beneficia os empregadores. “Para a empresa, além de reduzir o número de faltas, aumenta a motivação dos funcionários e isso faz com que eles acabem produzindo mais”, analisa Paulo Roberto Benício, fisioterapeuta e dono da empresa FIT (Fisioterapia Integrada ao Trabalho).

Tipos de exercícios

Os exercícios aplicados aos trabalhadores dependem do tipo de esforço a que estão condicionados. “Em um local onde o funcionário carrega bastante peso, como em uma fábrica, o maior número de lesões é por distensões musculares. Nesse tipo de empresa, a ginástica é mais voltada para o aquecimento”, conta Benício.

Para esses profissionais, os exercícios devem ser mais dinâmicos, pois buscam aquecer as articulações e a musculatura, como o polichinelo.

Já para quem está condicionado a uma sobrecarga mais estática, como quem trabalha em escritório, o fisioterapeuta afirma que os exercícios devem ser de alongamento, estimulando mãos, braços, ombros e coluna cervical.

Quanta à duração, Claret considera três vezes por semana uma média ideal. Realizada apenas uma vez por semana, a atividade passa a ser contraproducente. “Se o empregador quer apenas uma vez, é preferível que leve uma pessoa para fazer uma massagem rápida”, avalia. “Vai ser mais aceito pelos funcionários e terá um efeito muito maior”.

Benício acrescenta que cada alongamento deve ter entre 10 e 15 segundos, uma vez que o objetivo dos exercícios não é aumentar a flexibilidade do músculo, mas sim “distensionar” a musculatura.

UOL elaborou uma lista com 11 exercícios de ginástica laboral, com a ajuda da fisioterapeuta Mayra Cabral Ayres, para que os profissionais que não contam com o apoio de um especialista possam obter os benefícios da prática no local de trabalho.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site:  http://economia.uol.com.br/

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Qual a origem do Dia da Consciência Negra?

Na década de 1970, um grupo de quilombolas no Rio Grande do Sul cunhou o dia 20 de novembro como o Dia da Consciência Negra: uma data para lembrar e homenagear o líder do Quilombo dos Palmares, Zumbi, assassinado nesse dia pelas tropas coloniais brasileiras, em 1695. A representação do dia ganhou força a partir de 1978, quando surgiu o Movimento Negro Unificado no País, que transformou a data em nacional.

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Segundo a historiadora da Fundação Cultural Palmares, Martha Rosa Queiroz, a data é uma forma encontrada pela população negra para homenagear o líder na época dos quilombos, fortalecendo assim mitos e referências históricas da cultura e trajetória negra no Brasil e também reforçando as lideranças atuais. “É o dia de lembrar o triste assassinato de Zumbi, que é considerado herói nacional por lei, e de combate ao racismo”, afirma. A lei federal de 2011 (12.519) institui o 20 de novembro como Dia Nacional da Consciência Negra. A adoção dos feriados fica por conta de leis municipais. Diversas atividades são realizadas na semana da data como cursos, seminários, oficinas, audiências públicas e as tradicionais passeatas.

O Quilombo dos Palmares ficava onde hoje se encontra o estado de Alagoas e é considerado o maior quilombo territorial e temporal do Brasil, pois durou cerca de 100 anos. Em seu auge, chegou a abrigar de 25 mil a 30 mil negros. “Funcionava como um Estado dentro de outro Estado. Os negros fugiam do sistema escravista e se refugiavam em uma área de difícil acesso, mas com solo muito rico”, conta.

Mas como a comunidade dos quilombos conseguiu resistir por um século contra o exército brasileiro, que utilizou canhões pela primeira vez em tentativas de destruir o quilombo? “O quilombo possuía um corpo bélico, com armas adquiridas por meio de trocas com fazendeiros do entorno, pela comida que produziam e também por assaltos’, explica Martha.

O quilombo também contava com uma rede de informação grande, onde negros ainda na condição de escravos passavam informações antes das tropas chegarem ao local. A prática de guerra adotada era a guerrilha, quando o atacado recua antes do inimigo chegar, deixando o local vazio. “No mundo, existem outras experiências de quilombos e utilização de datas importantes da cultura negra. Mas o Brasil se destaca pelo uso que faz do 20 de novembro e pela dimensão que ele tomou”.

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7 dicas para você se organizar no Trabalho

A falta de concentração no trabalho compromete o bom rendimento das tarefas. Muitos profissionais não conseguem realizar todas as atividades durante o expediente porque ficam pensando em problemas pessoais.

Já outros desviam a atenção com conversas paralelas. Com isso surge o efeito bola de neve: acumula-se uma tarefa para o dia seguinte, para o outro e para o outro.

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Para evitar que isso ocorra, Christian Barbosa, especialista em administração do tempo e produtividade, além de fundador da Triad PS, empresa multinacional especializada em programas e consultoria na área de produtividade, colaboração e administração do tempo, explica que a pessoa precisa fazer uma lista de prioridades todos os dias.

“Se algo for opcional não deve ser feito naquele momento. Essas prioridades nunca podem lotar todas as suas horas de trabalho, para você não adiar e se frustrar”, ensina. “Comece com a primeira prioridade da lista e, enquanto estiver executando, deixe o e-mail e o navegador fechados para ter foco no que está fazendo”, completa.

Barbosa garante que o profissional precisa aprender a controlar não o tempo, mas os seus dedos, sua ansiedade e sua atenção. Afinal, é se gerenciando que você se torna o senhor do seu tempo e não o escravo dele. No entanto, isso requer treino e disciplina. “Todo mundo sempre reclama que faltam horas no dia e que não consegue ter tempo para fazer tudo que precisa. O problema não é a quantidade horas que temos, mas sim o uso delas que faz a diferença”.

Ele ainda alerta que os principais erros cometidos pelos profissionais são negligências realizadas na coordenação do tempo. E destacou alguns exemplos:

Não anotar as prioridades;

Não planejar as tarefas diárias;

Não priorizar o dia de trabalho, ou seja, fazer o que aparece primeiro;

Deixar o e-mail aberto, o que aumenta o número de interrupções;

Deixar que tarefas importantes se tornem urgências;

Criar várias agendas e não sincronizá-las;

Aceitar atividades de ouvido e esquecer-se de anotá-las;

Priorizar-se na agenda;

Não dizer “não” e acreditar que tudo pode ser feito.

Outros problemas são a falta de controle na internet e se manter conectado nas redes sociais, como Twitter, Facebook, Orkut e MSN. “O navegador cheio de favoritos também atrapalha, pois o profissional abre seu browser para acessar um site, mas começa a surfar por outros sites que gosta. A solução é instalar um novo navegador e não importar os sites prediletos”, informa o especialista.

Além dessas dicas, veja a lista elaborada por Christian Barbosa com alguns itens básicos que você deve fazer para começar a ter mais tempo no trabalho.

1. Descubra como utiliza seu tempo: todas as tarefas que você realiza são divididas em três tipos: urgentes (prazo que está curto ou acabou), importantes (que trazem resultado e possuem tempo para serem realizadas) e circunstanciais (que não agregam valor e fazem você apenas perder tempo). Sabendo a forma como seu tempo é utilizado ajudará você a se planejar. Seu foco será reduzir as atividades urgentes (priorizando-as para que sejam eliminadas rapidamente), aumentar as tarefas importantes e eliminar as circunstanciais. Faça o teste da Tríade e descubra a forma como utiliza seu tempo diariamente.

2. Planeje-se! Ter mais tempo para a vida pessoal e profissional é prevenir problemas e priorizar aquilo que você quer. Esse processo de antecipação que é fundamental na gestão de tempo. Para isso, planeje sua semana com antecedência de, pelo menos, três dias. Veja o que pode gerar urgências e crie atividades de prevenção.

3. Escolha uma ferramenta: agenda, Iphone, Outlook, Neotriad ou caderno que faça com que você tire as pendências e tarefas da cabeça e as centralize em um lugar confiável. Utilize essa ferramenta para se planejar e antecipar seus problemas.

4. Limite seu horário de trabalho: muitas vezes precisamos de horas extras para conseguir cumprir todas as prioridades do dia. Isso acontece porque sabemos que temos esse tempo adicional. Se fosse uma obrigação sair exatamente do seu horário (quando as luzes do escritório são apagadas, por exemplo), com certeza você seria mais centrado e, consequentemente, mais produtivo. Experimente criar esses “limitadores” para você no dia a dia.

5. Organize seu local de trabalho: sua papelada, revistas e seus armários. Estima-se que uma pessoa gasta 40 minutos por dia localizando informações e isso é muito tempo perdido.

7. Priorize seu dia, todos os dias! Faça uma lista de atividades que precisa executar no dia, calcule a duração de cada tarefa (para checar se dá tempo de fazer tudo) e ordene na sequência de execução.

De acordo com Barbosa, o profissional, o líder e a equipe precisam funcionar em conjunto, focando nas coisas que de fato vão trazer resultados para o indivíduo, o grupo e a empresa. “Estabeleça metas claras e específicas, tanto pessoais como profissionais, para ter um sentido na sua vida e no seu trabalho. Assim cada atividade passa a ter sentido, pois, além de estar relacionada a metas cruciais, faz com que o indivíduo vá para o trabalho sabendo que a realização daquela ação planejada contribuirá para se atingir a meta”, finalizou.

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Seja Feliz no Trabalho

Campanha-DIA-DO-TRABALHO-2013

Fazendo da Páscoa um tempo de mudanças

Mensagem-Pásco-Golden-2013

Carnaval das crianças mais divertido

O feriado do Carnaval pode ser muito divertido para as crianças: que tal aproveitar o descanso para passar dias agradáveis com os filhos? As educadoras Maria Edna Scorcia e Renata Ferreira Monteiro dão dicas para aproveitar a folia:

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Atividades para as crianças

Tanto em casa quanto na escola, é possível propor várias atividades para os filhos. “A escola pode oferecer uma aula que conte a história do Carnaval e um Baile de Carnaval. Já os pais podem entreter seus filhos com o auxílio de jogos que tenham por objetivo integrar a família, além de participar de atividades relativas à festa respeitando a faixa etárias de cada filho”, diz Maria Edna.

De acordo com Renata Ferreira, as crianças devem conhecer a história do nosso país, principalmente ofolclore: “No Carnaval, os pais podem sugerir atividades como músicas de Carnaval, fantasiar-se, fazer bonecos utilizando papéis, cola, fitas e o que tiver em casa. Assim, as crianças aprendem um pouco mais deste universo tão festivo e folclórico de nosso país”. Ela ainda completa: “Uma boa dica é fazer piqueniques e passear em algum parque”.

Matinês

Muitos lugares oferecem espaços para matinês, festas de Carnaval para crianças durante a tarde. Segundo Maria Edna, as crianças podem participar dos bailes a partir dos três anos de idade, desde que os pais estejam supervisionando.

Renata explica que a idade ideal para pular Carnaval sozinho é na pré-adolescência: “Uma idade possível das crianças irem a uma matinê sozinhas seria por volta de 11 ou 12 anos. Sempre em lugares conhecidos e com estruturas de segurança para esta faixa etária”.

Hora de viajar!

Nada mais divertido do que aproveitar o feriadão para viajar com a família. Uma sugestão interessante de viagem para as crianças são os hotéis fazenda, que proporcionam várias atividades para os pequenos. “Hotéis fazenda são sempre uma boa opção porque contam com a participação de monitores infantis. Além disso, passeios como aquários, zoológicos e museus são algo que as crianças sempre gostam muito”, conta Maria Edna.

Cuidado com as brincadeiras

Brincar é essencial para o desenvolvimento das crianças, mas não é todo tipo de brincadeira que pode ser feita sem a supervisão dos pais. “As brincadeiras devem ser adequadas à faixa etária de cada um. Lembrando que os brinquedos devem sempre ter o selo do Inmetro e ser algo que não estimule a violência”, aponta Maria Edna.

“Os sprays que o mercado oferece, como espuma e tintas, devem ser evitados pelas crianças menores. Os pais devem assegurar que nenhum tipo de material utilizado na brincadeira, local, ou espaço ponha em risco a criança, no que se refere à saúde e segurança”, conclui Renata.

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