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A Doença da Mulher Moderna

Endometriose já atinge 15% de pacientes em idade fértil, interfere na qualidade de vida e leva á infertilidade.

Dores crônicas na região pélvica, menstruais e durante a relação sexual podem ser sinais de uma alteração que afeta, de forma silenciosa, de 10% a 15% das mulheres em idade fértil, principalmente a partir dos 30 anos: a endometriose, também classificada por alguns especialistas como a doença da mulher moderna, e que interfere na qualidade de vida e leva à infertilidade.

Embora a maioria das mulheres nunca tenha ouvido falar em endometriose, muitas sofrem da doença, sem saber. Para elas, as dores fazem parte do ciclo menstrual. Só descobrem quando tentam engravidar e não conseguem. O termo significa a presença de células do endométrio (tecido que reveste internamente o útero e é eliminado na menstruação) em outros órgãos, como ovários, trompas, bexiga ou até em outros mais distantes. Medicamentos hormonais e a técnica de laparoscopia têm tornado o tratamento mais eficaz.

Laparoscopia queima os focos de lesões – Os médicos ainda desconhecem a causa da endometriose. Uma teoria diz que o motivo é a menstruação retrógrada, ou seja, o sangue com endométrio reflui para as trompas, em vez de ser eliminado. E essas células terminam aderindo e crescendo em outras parte do corpo.

Esses implantes também se tornam mais espessos, devido à ação dos hormônios femininos no ciclo menstrual, causando sangramento e inflamação. Para alguns especialistas, a endometriose está associada a uma deficiência no sistema imunológico. “Cerca de 90% das mulheres têm menstruação retrógrada sem sofrer endometriose”, diz o ginecologista José Alexandre Portinho, diretor da Clínica de Medicina Endoscópica, doutorado e mestrado em ginecologia pela UFRJ.

Segundo Portinho, provavelmente nas mulheres sem a doença, o sistema imunológico elimina as células do endométrio. O diagnóstico é confirmado na biópsia realizada com o auxílio da laparoscopia, técnica também aplicada no tratamento das lesões. “Indicamos a laparoscopia para cauterizar os focos de endométrio. E pode ser receitado por determinado período, medicamentos que interrompam a menstruação e a ação do hormônio estrogênio”, diz.

O especialista acrescenta que alguns médicos classificam a endometriose, também como a doença da executiva: “geralmente são pacientes que optaram por engravidar mais tarde, sem sucesso. O tratamento dependerá do grau da doença. A cauterização dos focos com a laparoscopia são eficazes”, explica o especialista.

Mesmo nos casos graves,  José Alexandre Portinho afirma que é possível controlar a doença e depois iniciar o tratamento para engravidar. “A endometriose tende a voltar, mas é de evolução lenta e podemos retardar ainda essa velocidade de crescimento”, diz o médico.

Uma nova técnica vem sendo utilizado com muito sucesso, a minilaparoscopia (com uma lente cinco vezes menor que o equipamento convencional) para eliminar a endometriose. “Para situações mais graves, os médicos têm a opção de induzir a menopausa temporária com medicamentos. O tratamento demora de quatro a seis meses”, esclarece o especialista.

Como ocorre a alteração no útero

– A doença – A endometriose é a presença de endométrio (a camada interna do útero que é eliminada na menstruação) em outros órgãos, como ovários, as trompas de Falópio e os ligamentos que sustentam o útero. Também pode atingir o intestino, a bexiga, a vagina e até órgãos mais distantes. Estima-se que 15% das mulheres em idade reprodutiva sofrem de endometriose e cerca de 25% delas não sentem nada. Só descobrem a doença na consulta ao ginecologista.
– Sintomas – Dores pélvicas crônicas e durante a relação sexual, além de alterações urinárias e intestinais no período de menstruação. Uma das conseqüências da doença é a dificuldade para engravidar.
– Diagnóstico – É baseado na história clínica e no exame ginecológico. A endometriose é confirmada por biópsia com laparoscopia, ultra-sonografia e ressonância magnética.
– Tratamento – O médico leva em conta a idade da paciente, o número de partos, a história familiar e a gravidade da doença. O tratamento inclui medicamentos hormonais e cirurgias ou associação desses tratamentos. Analgésicos e antiinflamatórios servem apenas para diminuir o desconforto da paciente.

José Alexandre Portinho, ginecologista
Diretor da Clínica de Medicina Endoscópica – CME
Doutorado em ginecologia pela UFRJ.
Mestrado em ginecologia pela UFRJ.

Fonte: Saúde Mulher

Alimentos que Melhoram a TPM

É revelador observar a grande freqüência de mulheres que procuram os consultórios médicos referindo vários desconfortos que surgem todos os meses. Surpreendentemente, existem descritos mais de 150 sintomas relacionados à Tensão Pré-Menstrual (TPM) incluindo os psicológicos, os físicos e os comportamentais. Entre as queixas referidas é comum serem percebidos nervosismo, perda da auto-estima, enxaqueca, dores nas mamas, distensão abdominal, inchaço no corpo, aumento de peso, calores, náuseas, desmaios, fraqueza, esquecimento, aumento ou diminuição da libido, alteração do apetite, distúrbios do sono (aumento ou diminuição), isolamento das atividades sociais e profissionais.

As principais características dos sintomas da TPM é que eles aparecem geralmente uma ou duas semanas antes das menstruações e somem completamente durante o período de sangramento. Estima-se que aproximadamente 90% das mulheres no período reprodutivo apresentem algum tipo de sintoma durante os dias antecedentes às menstruações. Dependendo do tipo e da intensidade, esses sintomas podem comprometer o bem-estar feminino com repercussões na família ou no meio social em que vive a mulher.

Até o momento, a medicina ainda não estabeleceu a causa da tensão pré-menstrual, embora seja sugestivo que pequenas oscilações nos níveis sanguíneos dos hormônios estrogênio e progesterona possam desencadear os sintomas. Possivelmente, a deficiência de serotonina esteja relacionada com o mecanismo de alguns sintomas depressivos da TPM. Essa substância é importante na regulagem do comportamento individual que melhora o humor e o sentimento de alegria. Além disso, algumas evidências sugerem o envolvimento das deficiências de cálcio e de magnésio com o aparecimento de sintomas físicos e emocionais.

Em aproximadamente 5% das mulheres em fase reprodutiva, nas quais os sintomas da depressão, ansiedade, raiva e irritabilidade são muito intensas, caracteriza outra disfunção chamada distúrbio disfórico pré-menstrual – um tipo de TPM, digamos, mais grave. Nesses casos a desordem psíquica associada aos sintomas da TPM é mais intensa, necessitando acompanhamento psiquiátrico.

Apesar das várias medicações disponíveis para o tratamento da TPM uma dica importante para a mulher que quiser melhorar os sintomas da TPM é mudar os hábitos de vida. Por exemplo, a alimentação inadequada contribui para o aparecimento de distensão abdominal, náuseas, inchaços nos corpo, dores nas mamas, alterações do humor e outras queixas. Por essa razão, o ideal é procurar fazer refeições mais freqüentes, com menor quantidade de comida para facilitar à digestão e ingerir alimentos mais leves, com teor reduzido de gordura saturada e sal. A escolha do cardápio deve privilegiar a presença de alimentos ricos em carboidratos compostos, como frutas, vegetais e grãos.

O uso de nutrientes com alta concentração de magnésio também é benéfico para quem tem TPM. Sendo assim, toda ênfase deve ser dada para o consumo de feijão, soja, lentilha, ervilha e vegetais de folhas verdes escuras, incluindo agrião, espinafre e rúcula. Outros tipos de alimentos favoráveis são os grãos, como aveia, granola, arroz e farinha de trigo integral. Da mesma maneira, peixe, carne branca em geral e derivados com alto teor de cálcio, como leite desnatado e queijo magro, não podem faltar na dieta. Ao contrário, além da gordura saturada e do sal, o consumo de cafeína, refrigerantes, álcool, açúcar e fumo devem ser evitados ao máximo.

O controle da TPM é, portanto, perfeitamente possível, desde que seja feito com auxílio médico e avaliação periódica, adequada e constante. Isso dará direcionamento ao tratamento e permitirá à mulher se beneficiar com a melhora dos sintomas.

José Alexandre Portinho

Doutor e Mestre em Ginecologia pela UFRJ

Médico Nutrólogo da ABRAN – Associação Brasileira de Nutrologia

Fonte: www.mulhersaude.com.br 

Vídeo: Os Direitos dos Idosos

Campanha: Segredos da Longevidade

50 Segredos das Pessoas que Nunca Adoecem

Cinco povos ao redor do mundo se destacam pela longevidade: eles vivem, em média, dez anos a mais do que o restante da humanidade. Conheça agora seus principais hábitos de vida.

Gene Stone teve a oportunidade de escrever sobre inúmeros tratamentos adotados com sucesso para curar doenças. Porém, continuava ficando de cama. “Também notei que havia populações em que as pessoas nunca ficavam doentes. Então me ocorreu que eu devesse perguntar a essas pessoas o que elas faziam”, disse Stone em entrevista à VivaSaúde.

As respostas estão no livro Os segredos das pessoas que nunca ficam doentes, recém-lançado nos EUA. Em suas andanças, Stone percebeu que cinco povos eram os mais saudáveis: a Barbagia, na Itália; Okinawa, no Japão; a comunidade dos Adventistas do Sétimo Dia, na Califórnia; a Península de Nicoya, na Costa Rica; e a ilha grega de Ikaria.

Outro americano, Dan Buettner, escreveu sobre o tema em um livro que virou best-seller: Blue Zones: lições de pessoas que viveram muito para quem quer viver mais. Ambos os autores nos ajudaram a traduzir as experiências dessas pessoas. Confira 50 dicas eficazes, comentadas por 21 especialistas brasileiros.

  1. Beber água mesmo sem ter sede
  2.  Ir ao dentista regularmente
  3. Ingerir mais nozes
  4. Temperar com alho
  5. Comprar alimentos regionais
  6. Comer mais frutas
  7. Aprender a planejar
  8. Fracionar a dieta
  9. Aproveitar o contato com a natureza
  10. 10.  Levantar peso
  11. Ser um voluntário
  12. Celebrar a vida
  13. Cultivar a sua fé
  14. Trocar o café pelo chá-verde
  15. Pegar leve com as carnes vermelhas
  16. Praticar mais atividade aeróbica
  17. Encontrar a sua tribo
  18. Ser agradável
  19. Definir seus objetivos
  20. 20.  Conhecer melhor a ioga
  21. Guardar o despertador na gaveta
  22. Apostar nos integrais
  23. Pensar na sua vocação
  24. Doar seus pratos grandes
  25. Ter atitudes positivas
  26. Emagrecer a despensa
  27. Saber como usar a soja
  28. Estudar sempre
  29. Ter um dia só para você
  30. Apagar o cigarro
  31. Ouvir a sua música
  32. Respirar com consciência
  33. Curtir os animais
  34. Ser muito mais ativo
  35. 35.  Desacelerar o ritmo
  36. Comer mais iogurte
  37. Investir no ômega-3
  38. Controlar o álcool
  39. Brincar com as crianças
  40. Construir o próprio jardim
  41. Desfrutar do sol
  42. Perdoar mais
  43. Dar uma chance à laranja
  44. Alongar o corpo todo
  45. Cochilar após o almoço
  46. Priorizar as pessoas amadas
  47. Esquecer do sal
  48. Praticar sexo com prazer
  49. Criar um tempo para a família
  50. Usar as dicas diariamente
Confira na íntegra na fonte: Revista Saúde UOL

Vídeo: Emprego na Terceira Idade

Saúde na Terceira Idade

Com o avançar da idade aumentam as chances de determinadas doenças, como as doenças cardíacas, alguns tipos de câncer, dentre outros. Por isso, são recomendados alguns exames médicos e laboratoriais periódicos que buscam identificar problemas que ainda não se estabeleceram ou que ainda não deram nenhum sinal de sua existência com o objetivo de detectá-los precocemente e tratá-los evitando problemas maiores.

Os principais exames são:

• Medida dos níveis de colesterol: níveis elevados de colesterol aumentam o risco de problemas cardíacos como o infarto. Recomenda-se até mesmo que sejam realizados nos adultos jovens.

• Medida da pressão arterial: a hipertensão arterial, ou “pressão alta” também aumenta o risco de doenças cardíacas e as medidas da pressão arterial devem ser realizadas em todos os idosos a cada visita ao médico, ou pelo menos a cada ano.

• Exame clínico da mama e mamografia: a fim de detectar precocemente o câncer de mama, as mulheres devem realizar o exame clínico das mamas e a mamografia a cada 1 ou 2 anos. A mamografia deve ser realizada em todas as mulheres acima de 50 anos ou mais novas, caso haja casos na família de câncer de mama.

• Exame de sangue, oculto nas fezes, sigmoidoscopia e exame total do colo: esses exames visam pesquisar o câncer na parte mais distal do intestino, chamado de câncer colorretal. É recomendado a partir de 75 anos, ou antes, caso haja casos na família.

• Exame preventivo de câncer do colo do útero (Papanicolau): deve ser realizado em todas as mulheres a cada 1 a 3 anos e pode ser encerrado nas mulheres com mais de 65 anos com três exames anteriores recentes normais.

• Toque retal e PSA: são medidas para pesquisa de câncer de próstata. É aconselhável para os homens entre 50 e 70 anos.

• Exame da pele: o médico deverá estar atento e examinar toda a pele a procura de lesões cancerosas e aconselha-se a realização de um exame periódico da pele por um dermatologista para as pessoas com maior de risco para desenvolver câncer de pele.

• Glicemia de jejum: esse exame mede a quantidade de glicose (açúcar) no sangue a procura de Diabetes mellitus. A Associação Americana de Diabetes recomenda a sua realização a cada 3 anos, principalmente para as pessoas com maior risco, como as pessoas obesas.

• Medida do hormônio TSH: esse exame é realizado para se pesquisar alterações na tireóide, como o hipo e hiperteoidismo. Recomenda-se para todas as mulheres acima de 65 anos.

• Pesquisa de glaucoma pelo oftalmologista: recomenda-se para todos acima de 65 anos.

Outras medidas importantes de prevenção de doenças na terceira idade devem ser lembradas, como:

Parar de fumar, realizar atividades físicas regularmente, manter uma dieta saudável, realizar uma terapia de reposição hormonal e não se esquecer de tomar as vacinas.

Com o avançar da idade aumentam os risco de muitas doenças. Mas através de medidas de prevenção pode-se não apenas prolongar a vida, mas proporcionar anos de vida com qualidade, que é o mais importante.

É importante relembrar que nesta fase da vida é imprescindível a visita ao médico, que através da avaliação pessoal, irá determinar os exames e procedimentos de prevenção necessários e indicar a atividade física e dieta mais apropriadas.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra acessando a fonte: boasaude.uol.com.br

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Idosos: Cuidados com as Quedas

As quedas e suas conseqüências para as pessoas idosas no Brasil têm assumido dimensão de epidemia. Os custos para a pessoa idosa que cai e faz uma fratura são incalculáveis. E o pior, atinge toda a família na medida em que a pessoa idosa que fratura um osso acaba hospitalizada e frequentemente é submetida a tratamento cirúrgico. Os custos para o sistema de saúde também são altos.

A cada ano, o Sistema Único de Saúde (SUS) tem gastos crescentes com tratamentos de fraturas em pessoas idosas. Para promover a saúde do grupo populacional o Ministério da Saúde chamou as secretarias estaduais e municipais de saúde a realizarem esforços conjuntos para redução das taxas de internação por fratura do fêmur na população idosa.

A quantidade de internações aumenta a cada ano e as mulheres são as mais atingidas. Entre as mulheres foram 20.778 mil internações em 2009 e entre eles 10.020 mil (dados até outubro). Por causa da osteoporose, elas ficam mais vulneráveis às fraturas. Os homens caem, mas não fraturam tanto quanto as mulheres. Em 2001, esses números eram bem menores, 15 mil internações do sexo feminino e 7 mil do sexo masculino.

A queda em idosos pode causar sérios prejuízos à qualidade de vida desse grupo populacional, podendo acarretar em imobilidade, dependência dos familiares, sem falar no índice de mortalidade pós-cirúrgico.

Nos casos mais graves, pode levar até a morte. Considerando todo o país, somente em 2005, foram 1.304 óbitos por fraturas de fêmur. E em 2009 esse número subiu para 1.478.

Anderson Della Torre, médico geriatra e coordenador clínico do IPGG (Instituto Paulista de Geriatria e Gerontologia), afirma que as quedas causam a morte do idoso não pelo acidente em si, mas, sim, pelas complicações durante a recuperação.

Isso acontece porque o paciente tem de ficar de cama, o que abre espaço para uma série de problemas como a trombose, que é a formação de coágulos nos vasos sanguíneos. A consequência mais temida desse problema é a embolia pulmonar, em que o coágulo se desloca para o pulmão, o que pode levar à morte.

Ficando deitado, o paciente também tem menor capacidade de expansão dos pulmões, o que dificulta a respiração. O idoso também sofre para eliminar secreções do corpo, ficando mais sujeito a doenças. Infecções na pele e no sistema urinário também são comuns em idosos acamados.

O médico diz ainda que é importante “colocar o idoso em pé”, iniciando o tratamento com fisioterapia, já nos primeiros dias após a fratura ou a cirurgia de correção para evitar esses problemas. O geriatra diz que é preciso saber as causas das quedas, que podem ser evitadas.

Com o intuito de reduzir esses valores e promover a saúde na terceira idade, o Ministério criou um comitê assessor instituído para prevenção e melhora da atenção (portaria nº. 3.213, dezembro de 2007). O comitê assessor é formado por técnicos do Ministério da Saúde e representantes da Confederação das Entidades Brasileiras de Osteoporose e Osteometabolismo. Esse grupo promove oficinas para debater estratégias de prevenção de quedas e de osteoporose e os cuidados necessários para aquelas pessoas que caem e fraturam.

CAUSAS – A queda em pessoas idosas está associada à dificuldade de visão, auditiva, uso inadequado de medicamentos, dificuldade de equilíbrio, perda progressiva de força nos membros inferiores, osteoporose, dentre outras situações clínicas que culminam para maior probabilidade de uma pessoa idosa cair.

Por questões de segurança, todo idoso deve avisar ao seu médico se caiu nos últimos seis meses. Isto porque é comum a pessoa cair uma primeira vez e não ter maiores conseqüências além do susto. Mas na próxima vez pode ser que o susto se transforme em pesadelo. A queda pode ser notificada através da Caderneta de Saúde da Pessoa Idosa e, assim, a equipe de saúde da família, por exemplo, assume as medidas necessárias para que outra queda não ocorra.

No Brasil, estima-se que exista uma população de 19 milhões de idosos.

> Acesse o site da Casa Segura: um novo conceito de moradia que visa oferecer aos idosos uma ambientação mais adequada e segura.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra acessando a fonte: Ministério da Saúde  e Portal R7

Gestão e Inovação do Patrimônio Cultural Alemão

Endereço: Auditório Gilberto Freyre,  Rua Dois Irmãos, nº 320, Apipucos, Recife/PE

Data da realização: 08 de março de 2012

Horário: 14h às 17h

Entrada Franca

Maiores informações: circuito@forumdosmuseusdepernambuco.com.br


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