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7 dicas para você se organizar no Trabalho

A falta de concentração no trabalho compromete o bom rendimento das tarefas. Muitos profissionais não conseguem realizar todas as atividades durante o expediente porque ficam pensando em problemas pessoais.

Já outros desviam a atenção com conversas paralelas. Com isso surge o efeito bola de neve: acumula-se uma tarefa para o dia seguinte, para o outro e para o outro.

Businessman covered with memos on white background

Para evitar que isso ocorra, Christian Barbosa, especialista em administração do tempo e produtividade, além de fundador da Triad PS, empresa multinacional especializada em programas e consultoria na área de produtividade, colaboração e administração do tempo, explica que a pessoa precisa fazer uma lista de prioridades todos os dias.

“Se algo for opcional não deve ser feito naquele momento. Essas prioridades nunca podem lotar todas as suas horas de trabalho, para você não adiar e se frustrar”, ensina. “Comece com a primeira prioridade da lista e, enquanto estiver executando, deixe o e-mail e o navegador fechados para ter foco no que está fazendo”, completa.

Barbosa garante que o profissional precisa aprender a controlar não o tempo, mas os seus dedos, sua ansiedade e sua atenção. Afinal, é se gerenciando que você se torna o senhor do seu tempo e não o escravo dele. No entanto, isso requer treino e disciplina. “Todo mundo sempre reclama que faltam horas no dia e que não consegue ter tempo para fazer tudo que precisa. O problema não é a quantidade horas que temos, mas sim o uso delas que faz a diferença”.

Ele ainda alerta que os principais erros cometidos pelos profissionais são negligências realizadas na coordenação do tempo. E destacou alguns exemplos:

Não anotar as prioridades;

Não planejar as tarefas diárias;

Não priorizar o dia de trabalho, ou seja, fazer o que aparece primeiro;

Deixar o e-mail aberto, o que aumenta o número de interrupções;

Deixar que tarefas importantes se tornem urgências;

Criar várias agendas e não sincronizá-las;

Aceitar atividades de ouvido e esquecer-se de anotá-las;

Priorizar-se na agenda;

Não dizer “não” e acreditar que tudo pode ser feito.

Outros problemas são a falta de controle na internet e se manter conectado nas redes sociais, como Twitter, Facebook, Orkut e MSN. “O navegador cheio de favoritos também atrapalha, pois o profissional abre seu browser para acessar um site, mas começa a surfar por outros sites que gosta. A solução é instalar um novo navegador e não importar os sites prediletos”, informa o especialista.

Além dessas dicas, veja a lista elaborada por Christian Barbosa com alguns itens básicos que você deve fazer para começar a ter mais tempo no trabalho.

1. Descubra como utiliza seu tempo: todas as tarefas que você realiza são divididas em três tipos: urgentes (prazo que está curto ou acabou), importantes (que trazem resultado e possuem tempo para serem realizadas) e circunstanciais (que não agregam valor e fazem você apenas perder tempo). Sabendo a forma como seu tempo é utilizado ajudará você a se planejar. Seu foco será reduzir as atividades urgentes (priorizando-as para que sejam eliminadas rapidamente), aumentar as tarefas importantes e eliminar as circunstanciais. Faça o teste da Tríade e descubra a forma como utiliza seu tempo diariamente.

2. Planeje-se! Ter mais tempo para a vida pessoal e profissional é prevenir problemas e priorizar aquilo que você quer. Esse processo de antecipação que é fundamental na gestão de tempo. Para isso, planeje sua semana com antecedência de, pelo menos, três dias. Veja o que pode gerar urgências e crie atividades de prevenção.

3. Escolha uma ferramenta: agenda, Iphone, Outlook, Neotriad ou caderno que faça com que você tire as pendências e tarefas da cabeça e as centralize em um lugar confiável. Utilize essa ferramenta para se planejar e antecipar seus problemas.

4. Limite seu horário de trabalho: muitas vezes precisamos de horas extras para conseguir cumprir todas as prioridades do dia. Isso acontece porque sabemos que temos esse tempo adicional. Se fosse uma obrigação sair exatamente do seu horário (quando as luzes do escritório são apagadas, por exemplo), com certeza você seria mais centrado e, consequentemente, mais produtivo. Experimente criar esses “limitadores” para você no dia a dia.

5. Organize seu local de trabalho: sua papelada, revistas e seus armários. Estima-se que uma pessoa gasta 40 minutos por dia localizando informações e isso é muito tempo perdido.

7. Priorize seu dia, todos os dias! Faça uma lista de atividades que precisa executar no dia, calcule a duração de cada tarefa (para checar se dá tempo de fazer tudo) e ordene na sequência de execução.

De acordo com Barbosa, o profissional, o líder e a equipe precisam funcionar em conjunto, focando nas coisas que de fato vão trazer resultados para o indivíduo, o grupo e a empresa. “Estabeleça metas claras e específicas, tanto pessoais como profissionais, para ter um sentido na sua vida e no seu trabalho. Assim cada atividade passa a ter sentido, pois, além de estar relacionada a metas cruciais, faz com que o indivíduo vá para o trabalho sabendo que a realização daquela ação planejada contribuirá para se atingir a meta”, finalizou.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://maisequilibrio.terra.com.br

Reumatismo em Crianças

A maioria das pessoas pensa que as doenças reumáticas são exclusivas da população adulta. De fato, muitas das condições ditas “reumáticas” são associadas a doenças degenerativas, como o desgaste de cartilagens, o enfraquecimento muscular e a perda de massa óssea. No entanto, existe um número grande de reumatismos que também pode afetar a população infantil. Essas doenças geram nas crianças sintomas semelhantes aos que afetam os adultos, como dor e rigidez nas articulações e algumas delas podem levar a dano e limitação permanentes comprometendo o futuro do pequeno paciente.

Acredita-se que cerca de 25% das doenças reumáticas, em geral ocorram em menores que 16 anos de idade nos países desenvolvidos e estima-se que este percentual seja ainda maior nos países do 3º mundo como o nosso, devido a grande associação com baixo nível sócio-econômico de algumas patologias. No Brasil, assim como em outros países subdesenvolvidos, a Febre Reumática (FR) é a doença reumatológica mais frequente seguida da Artrite Reumatoide Juvenil (ARJ). Outras patologias inflamatórias como o Lúpus Eritematoso Sistêmico (LES), a Dermatopolimiosite (DMP), a Esclerodermia (ESP), as vasculites, etc., são também causas importantes de visitas ao reumatologista pediátrico, lembrando ainda das doenças não inflamatórias, como a “Dor de Crescimento”, a Fibromialgia, e a Síndrome da Hipermobilidade. Além disto, não é raro o reumatologista pediátrico ser chamado para opinar em doenças não reumatológicas, como leucemias, anemias, problemas de tiróide, que comumente também afetam o sistema músculo-esquelético.

De uma hora para a outra, a criança cai repetidamente, tropeça ou caminha com dificuldade deixando de fazer atividades rotineiras e comuns como correr ou jogar bola. Ou então sente algum tipo de dor que pode ser constante e não melhora com analgésicos, até mesmo em repouso e incomodando o sono à noite. Isso pode ser sinal de algum problema reumatológico, inflamação nas juntas causada por fatores diversos, como má postura e infecções na garganta além de predisposição genética. Se não for tratado adequadamente, o mal pode provocar deformidades articulares e até invalidez. Desta forma, na presença de queixas deste tipo, recomenda-se ir ao pediatra o mais rápido possível, evitando adiar a consulta e havendo necessidade, este encaminhará a criança para nós especialistas em reumatologia pediátrica. Deve-se evitar o uso de medicamentos por conta própria ou “simpatias” e remédios caseiros. É importante ressaltar que a cada 100 crianças, duas vão a consultas médicas devido a queixas reumatológicas. Muitas vezes, a doença demora a ser identificada e a criança passa por no mínimo quatro especialistas diferentes o que pode atrasar o diagnóstico por cerca de até um ano. A depender da causa, o tratamento requer o uso de anti-inflamatórios  antibióticos, e drogas para prevenir a progressão da doença, além de fisioterapia e até mesmo psicoterapia.

Portanto a avaliação do especialista é indispensável já que há potencial para que estas doenças deixem sequelas permanentes, mas se forem precocemente bem tratadas, possibilita-se à criança uma vida praticamente normal. Assim, a divulgação destes conhecimentos para a população e os profissionais de saúde, facilitam o acesso dos pacientes ao atendimento especializado. Isto por que a detecção e tratamento precoce desses problemas possibilitam a prevenção de danos permanentes e uma vida integrada para a criança.

Ao contrário da crença popular, a artrite acomete crianças e adolescentes. A artrite reumatóide juvenil é uma doença relativamente rara, mas é apenas uma das centenas de tipos de artrites que podem afetar crianças, e a mais comum – é, de fato, duas vezes mais comum que o diabetes, ocorrendo na proporção de 3 meninas para cada menino afetado. A doença acomete qualquer raça e qualquer idade antes dos 16 anos, mas os picos de maior incidência estão entre 1 a 5 e de 10 a 14 anos de idade.

Na Inglaterra a incidência varia de 0.06% a 0.1% e nos Estados Unidos de 0.01% a 0.11% da população infantil até 16 anos. Seis a oito casos novos para uma população de 100.000 crianças abaixo de 16 anos aparecem anualmente na Finlândia. Além das juntas, a Artrite Reumatoide Juvenil pode afetar outras partes do corpo como coração, olhos, músculos, tendões, fígado e pele. É uma doença que pode durar anos, com períodos eventuais de remissão e atividade, quando o paciente tem dores e febre. Não é fatal, mas sem tratamento adequado pode causar complicações para a vida da criança como deixar de utilizar normalmente um membro do corpo como um braço ou uma perna, ou ainda deixar de andar e tornar-se totalmente dependente da família. No entanto, quando tratada de forma adequada a maior parte das crianças afetadas tem uma vida independente e de boa qualidade.

Toda criança com inchaço ou dificuldade de movimentar alguma articulação ou que tenha febre prolongada sem causa evidente, deve procurar o médico.

  • Uso correto das medicações prescritas e atividade física é necessário para manter a função articular.
  • A ajuda e o amor dos pais, amigos e da escola são os apoios essenciais para que se sinta segura e capaz de superar a doença e as limitações por ela atribuídas.

Profª. Dra. Cláudia Goldenstein Schainberg

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://www.hospitalsiriolibanes.org.br

Castigos Físicos Aumentam chances de Crianças apresentarem Distúrbios Mentais na Vida Adulta

Punições físicas aplicadas pelos pais para disciplinar os filhos podem desencadear uma série de problemas mentais entre as crianças ao longo da vida. Segundo um novo estudo publicado nesta segunda-feira na revista Pediatrics, agressões — mesmo que não sejam as formas mais graves de abuso, como sexual ou negligência, comprovadamente prejudiciais à saúde mental — como empurrar, bater e agarrar, estão associadas a distúrbios de ansiedade e de personalidade.

Segundo os autores do trabalho, está clara a relação entre maus tratos às crianças, tanto físicos e emocionais quanto abuso sexual, e problemas emocionais apresentados por elas durante a vida adulta. No entanto, de acordo com eles, pouco foi estudado sobre os efeitos negativos das punições físicas que são usadas como uma forma de castigo, para a saúde mental dos indivíduos.

Para a pesquisa, uma equipe da Universidade de McMaster, no Canadá, se baseou em dados de 600 americanos inscritos no Exame Nacional de Epidemiologia em Álcool e Condições Relacionadas, dos Estados Unidos, que coletou dados de 34.653 pessoas maiores do que 20 anos entre 2004 e 2005. Os autores observaram que entre 2% e 7% dos distúrbios mentais apresentados pelos participantes — entre eles os transtornos de humor, ansiedade, bulimia, transtorno obsessivo compulsivo (TOC) e abuso de álcool e drogas — foram atribuídos a punições físicas na infância.

Os autores da pesquisa explicam que, embora essa porcentagem pareça pequena, ela já é suficiente para mostrar que os castigos físicos podem ser considerados como fatores de risco para problemas mentais. Eles acreditam que esses resultados reforçam a ideia de que reduzir o castigo físico pode ajudar a diminuir a prevalência de transtornos mentais na população em geral.

Brasil — Uma pesquisa divulgada em junho pelo Núcleo de Estudos da Violência da Universidade de São Paulo indicou que um em cada cinco brasileiros sofreu punição física regular, ou seja, ao menos uma vez por semana, na infância, e que pouco mais de 70% apanharam ao menos uma vez quando crianças. O levantamento, feito em 2010 com 4.025 pessoas de onze capitais do país, também mostrou que os indivíduos que relataram sofrer mais punições físicas apresentavam mais chances de adotar a violência na criação de seus filhos.

CONHEÇA A PESQUISA

Título original: Physical Punishment and Mental Disorders: Results From a Nationally Representative US Sample

Onde foi divulgada: revista Pediatrics

Quem fez: Tracie Afifi, Natalie Mota, Patricia Dasiewicz e Harriet MacMillan

Instituição: Universidade de McMaster, Canadá

Dados de amostragem: 600 pessoas com mais de 20 anos de idade

Resultado: Até 7% dos transtornos mentais — como ansiedade, abuso de álcool e drogas, transtorno obsessivo compulsivo (TOC),e variações de humor — apresentados por adultos podem ser atribuídos a punições físicas severas na infância (bater, empurrar, agarrar).

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://veja.abril.com.br

Vídeo: Os Perigos do Alcoolismo

Campanha: Carnaval 2012

Mês de férias, atenção dobrada!

   Com o início do mês de Julho, inicia também as férias. Durante esse período em que a permanência de crianças em casa é maior, a atenção deve ser dobrada e precauções devem ser tomadas para evitar acidentes.

  A primeira dica é ter cuidado com queimaduras. Não deixar a movimentação de pessoas na cozinha ser freqüente. Sempre observar se os cabos das panelas estão voltados para o centro do fogão quando não for mais utilizado. Verificar se a chama do fogão está acesa; esquecer que há fogo ligado no fogão pode causar incêndios.

   Ainda dentro da cozinha, é válido ressaltar que o uso de panela de pressão esteja sempre correto. Com o tempo, a válvula de escape da panela entope de sujeira, e o ar fica preso. Como a pressão é grande, a válvula pode explodir e atingir alguém ou quebrar algo da casa.

 

Fonte: Portal MS


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