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7 dicas para melhorar o estresse e relaxar depois do trabalho

Bom dia! Ainda é segunda-feira e você já está estressado? Já quer o próximo fim de semana? Saiba que você não é o único!

Business woman relaxing.

Só que para levar a semana numa boa e até evitar problemas de saúde, você precisa descansar depois do trabalho.

Então respire fundo e veja abaixo dicas de como desacelerar no fim do dia e conseguir relaxar. Depois, vote na enquete abaixo para escolher sua maneira preferida de deixar os problemas para trás.

1) Nada de levar trabalho para casa

É claro que, dependendo da sua profissão, essa dica é complicada. Alguns profissionais ficam ligados o tempo todo, mas faça o máximo que conseguir para não trabalhar em casa. Quando chegar da rua, tente deixar para trás um pouco do que rolou no seu dia. Conversar sobre o que aconteceu é legal para “tirar do sistema” preocupações, mas também não vale acumular estresse, né? Você já se estressou durante o dia e vai se estressar mais uma vez só para contar do estresse que já passou? Pense na sua casa como um refúgio do cotidiano. Faça nela coisas que te deixam contente!

2) Um bom banho ajuda muito

Essa já é até manjada, mas como um bom banho relaxa, né? O banho é um momento que pode servir para você refletir sobre o que aconteceu no dia, mas sem ficar “remoendo” as coisas e sim olhando para elas com uma perspectiva diferente, mais tranquila. Ou então, se nem quiser pensar em nada, não pense. Só aproveite o banho para cantar, ouvir música, relaxar mesmo.

3) Saia com os amigos

Tem dia que o nível de estresse é tão grande que nem é bom socializar, não. Dar “patadas” desnecessárias em quem não merece não é nada legal. Agora, sair com os amigos é muito bom para eliminar estresse. Uma cervejinha com os colegas, um jantar num lugar bem gostoso, opções não faltam. Algumas pessoas acham que relaxar é só se trancar em casa e dormir, mas se divertir, sair com a galera e dar boas risadas estimula a produção de serotonina, substância ligada às sensações de prazer e felicidade.

4) Que tal uma noite romântica?

Aquele gato (ou gata) pode realmente mudar seu dia. Bom papo, risadas, um programa divertido e você esquece de tudo. Se as coisas esquentarem então, pode apostar que você vai relaxar mesmo, afinal o sexo também ajuda na produção da querida serotonina.

5) Filmes e séries

Uma comédia para rir muito, um drama para se emocionar e colocar toda a emoção para fora, um desenho fofo para ficar bem, não importa o gênero. Pode ser um filme, um seriado, aquela novela ou programa de TV que você adora. Pode ser em casa, no cinema, na casa de um amigo, na casa do gato ou gata. O negócio é usar o entretenimento para se desligar dos problemas e curtir uma noite agradável.

6) Hoje pode fazer “gulodice”

Não é todo dia que a gente se permite comer “besteiras”, certo? E aquele seu prato preferido te faz abrir um sorrisão, não faz? Então pronto! Junte o útil ao agradável e se presenteie com alguma “gulodice”. Não precisa nem ser algo “pesado” com um super lanche ou uma sobremesa poderosa. Tem só que ser algo que vai te deixar bem satisfeito.

7) Fique offline

É difícil, a gente sabe, mas que tal experimentar uma noite sem redes sociais, emails, mensagens de texto e aplicativos que ficam apitando? Tire um tempo para fazer o que você quiser, mas um pouco fora do mundo virtual.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site:  http://entretenimento.r7.com/

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A Amizade é uma das coisas mais importantes de nossas vidas

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Em 1937, na Universidade Harvard, começou o maior estudo já realizado sobre a saúde humana. O projeto, que continua até hoje, acompanha milhares de pessoas. Voluntários de todas as idades e perfis, que têm sua vida analisada e passam por entrevistas e exames periódicos que tentam responder à pergunta “o que faz uma pessoa ser saudável?” A conclusão é surpreendente. O fator que mais influi no nível de saúde das pessoas não é a riqueza, a genética, a rotina nem a alimentação. São os amigos. “A única coisa que realmente importa é a sua aptidão social – as suas relações com outras pes-soas”, diz o psiquiatra George Valliant, coordenador do estudo há 30 anos. Os amigos são o principal indicador de bem-estar na vida de alguém. Ter laços fortes de amizade aumenta nossa vida em até 10 anos e previne uma série de doenças. Pessoas com mais de 70 anos têm 22% mais chance de chegar aos 80 se mantiverem relações de amizade fortes e ativas – e ter amigos ajuda mais nisso do que ter contato com familiares. Existe até uma quantidade mínima de amigos para que você fique menos vulnerável a doenças, segundo pesquisadores da Universidade Duke. Quatro. Gente com menos de 4 amigos tem risco dobrado de doenças cardíacas. Isso acontece porque a ocitocina – lembra-se dela? -, aquele hormônio que estimula as interações entre as pessoas, age no corpo como um oposto da adrenalina. Enquanto a adrenalina aumenta o nível de estresse, a ocitocina reduz os batimentos cardíacos e a pressão sanguínea, o que diminui a probabilidade de ataques cardíacos e derrames. E pesquisas feitas nos EUA constataram que a ocitocina também aumenta os níveis no sangue de interleucina, componente do sistema imunológico que combate as infecções.

Além de ser fundamental para o bem-estar mental, ter amigos também faz bem ao coração e ao corpo. Mas, se as amizades forem novas, é ainda melhor. A ocitocina dá o impulso inicial às relações e, depois de algum tempo, cede o lugar para o sistema da memória, que age mais rápido. Há estudos comprovando que amigos antigos não estimulam a liberação de ocitocina (a não ser quando você os reencontra depois de muito tempo longe). Por isso, tão importante quanto ter amigos do peito é fazer novas amizades durante toda a vida. Mas você já reparou que, conforme vai envelhecendo, fica mais difícil fazer novos amigos – e as amizades antigas parecem muito mais fortes? Existe uma possível explicação para isso. Há mais ocitocina no organismo durante a juventude, o que facilita a criação de relações mais profundas. Isso e o convívio, claro. Durante a adolescência, passamos quase 30% do nosso tempo com amigos. A partir daí, a vida vai mudando, novas obrigações vão surgindo – até que passamos a dedicar menos de 10% do tempo aos amigos. Se você acha que isso é uma coisa ruim, acertou. Uma pesquisa da Universidade de Princeton revelou que as pessoas consideram seu tempo com amigos mais agradável e importante do que o tempo gasto com sua família. Nós trocamos os amigos pelo trabalho, para ganhar mais dinheiro. Mas não deve-ríamos fazer isso. Não vale a pena. O dinheiro que você ganha no trabalho, durante o tempo em que não está com os amigos, tampouco compensa a falta deles.

Quer dizer, mais ou menos. O economista Andrew Oswald, da Universidade de Warwick, criou uma fórmula para calcular quanto dinheiro seria preciso ter para compensar a falta de amigos. Numa pesquisa com voluntários, Oswald descobriu que as pessoas se consideram mais felizes quando ganham aumento de salário ou fazem um novo amigo. Até aí, nada de novo. Mas ele resolveu cruzar as duas informações e chegou a uma conclusão: ganhar um amigo equivale a receber R$ 134 mil a mais de salário anual. Peça isso de aumento na próxima vez em que você tiver de fazer hora extra e não puder ir encontrar seus amigos no bar. Ou, então, faça mais amigos no próprio trabalho. Sim, esse tipo de amizade existe e também é superimportante. Quem tem um amigo no trabalho se sente 7 vezes mais envolvido com o que faz, 50% mais satisfeito e até duas vezes mais contente com o pagamento que recebe. Pessoas que possuem 3 ou mais amigos no trabalho têm 96% mais chance de estar satisfeitas com a vida (redação da SUPER, aquele abraço).

Mas só 18% das pessoas trabalham em empresas que estimulam o desenvolvimento de amizades – com áreas de convivência adequadas para que as pessoas se aproximem. Pode parecer um detalhe, mas não é. Um mero café ou refeitório aumenta em 300% as chances de fazer amigos no trabalho. “O problema é quando a interação entre os funcionários se limita a falar mal do chefe”, diz o psicólogo Tom Rath, do Instituto Gallup.

Passa e repassa

Durante 55 anos, 53 mil pessoas de uma cidadezinha em Massachusetts foram monitoradas pelo governo dos EUA. A ideia era medir os índices de arteriosclerose entre os participantes. O monitoramento tinha dados como quem se casou, se separou, mudou de endereço, quem eram seus melhores amigos, quem parou de fumar, engordou ou perdeu peso, quem dizia estar feliz ou triste. Com a ajuda desse projeto, os sociólogos Nicholas Christakis e James Fowler perceberam que vários dos principais comportamentos humanos se espalham pelas nossas redes como se fossem vírus, tendo os amigos como transmissores. Quando uma pessoa se torna obesa, seus amigos têm 45% mais risco de engordar. Amigos de amigos também podem ser afetados. Uma pessoa tem até 20% mais probabilidade de ficar obesa se um amigo do seu amigo ficar, e 10% de risco se isso acontecer com o amigo de um amigo de um amigo.

O mais interessante é que, se sua mulher ou seu marido se tornar obeso, por exemplo, o seu risco de seguir o mesmo caminho aumenta somente 37%. Ou seja: os amigos têm mais poder sobre as suas atitudes do que qualquer outra pessoa. E isso vale para vários aspectos da sua vida (veja no infográfico). A explicação disso está nos chamados neurônios-espelho, que simulam automaticamente uma ação na nossa cabeça quando vemos alguém executá-la. Nós imitamos inconscientemente alguns gestos e atitudes das pessoas ao nosso redor. Ok, mas os neurônios-espelho também são acionados quando estamos com nossos parentes ou cônjuges. Por que, afinal, os amigos têm mais influência sobre nós?

A ciência ainda não sabe. Mas uma possível explicação é que, como os homens primitivos precisavam fazer alianças para trabalhar juntos na produção de alimentos, e comer é uma necessidade urgente (sem alimento, você e sua família morrem), a amizade tenha sido classificada como prioridade absoluta pelo cérebro – o que perdura até hoje.

Se isso significa que os amigos trazem felicidade, também podem aumentar suas chances de entrar em depressão. Sabe aquelas pessoas que estão sempre mal, reclamando, e parecem sugar a energia das pessoas em volta? Cada amigo triste, segundo as equações de Christakis e Fowler, coloca você 7% mais para baixo. Mas a felicidade, felizmente, é muito mais potente: ter um amigo contente aumenta a sua chance de ficar feliz em 15,3% – e, a partir dele, cada pessoa alegre contribui com mais 9,8%.

Agora você entende para que servem, afinal, aqueles colegas do primário que você raramente ou nunca vê – mas insiste em manter na agenda. Ter uma rede social extensa, mesmo que nem todas as relações sejam profundas, provavelmente fará você mais feliz do que ter um grupo pequeno de amigos do peito. E isso ajuda a explicar as transformações profundas pelas quais a amizade tem passado nos últimos 10 anos. Vire a página para saber por quê.

REDE DE INFLUÊNCIA

Como as características e atitudes dos seus amigos mexem com você.

OBESIDADE
Um estudo feito na Universidade Harvard prova que não basta vigiar a balança – fique de olho também nos seus amigos. Eles têm uma influência enorme sobre o seu peso.
• Se o seu amigo é obeso: +45% risco para você
• Se o amigo do amigo é, seu risco aumenta em 20%
• Se o obeso é o amigo do amigo do amigo, o risco aumenta 10%
• Se é o esposo/a, 37%

TABAGISMO

Os pesquisadores também estudaram a maneira como o hábito de fumar se espalhava por um grupo de pessoas conectadas através do tempo, e descobriram que:
• Se um amigo seu começa a fumar, o seu risco de se tornar fumante aumenta 61%
• Se o amigo de um amigo vira fumante, o risco aumenta 29%
• Se o amigo do amigo de um amigo fuma, o risco cresce 10%

FELICIDADE
Ela também se espalha pelas redes de amigos. Mas (infelizmente), com menos intensidade.
• Se um amigo está feliz, a sua felicidade aumenta em 15,3%
• Se o amigo de um amigo está feliz, a sua felicidade cresce 9,8%
• Se o amigo do amigo do amigo está feliz, seu bem-estar aumenta 5,6%
• Se é o esposo/a, 8%

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://super.abril.com.br

Férias: alegria das crianças, desafio para os pais

Estojo, cadernos e livros bem guardados. Mochila agora só se for para ir ao clube, dormir na casa do amigo e levar os brinquedos durante o passeio. Dentro de casa, televisão, computador, videogame e muita bagunça agitam o dia. Afinal, é tempo de férias e, para se divertir, bastam imaginação e criatividade. Palavras para lá de conhecidas dos pais que, em casa ou trabalhando em tempo integral, precisam usar e abusar do malabarismo para cuidar dos afazeres domésticos, se dedicar ao emprego e ainda tornar esse período de descanso o mais agradável possível, sem sair da linha. Vale tudo: de fazer rodízio entre familiares para ficar com os pequenos até deixar o filho acompanhar de perto a rotina de gente grande. Em caso de opção pela colônia de férias, é preciso atenção para escolher aquela com atividades que não sejam meramente recreativas.

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A advogada Raquel Cezar Mello, de 34 anos, enfrenta o desafio de ter uma programação diversificada para a filha, Gabriela Mello Antonacci, de 3, desde o dia 20 do mês passado. A menina, que estuda numa escola internacional, tem as férias mais longas no meio do ano, pois a instituição obedece ao calendário europeu. O jeito é deixá-la na casa da avó, dos tios e contar com a madrinha para ajudar no quesito passeio. Por causa da idade da menina, poucas são as colônias de férias que a aceitam e, por isso, vaga somente depois de vencer a lista de espera.

Raquel trabalha em casa, mas, além de Gabriela, ela tem ainda o bebê Tiago, de apenas 7 meses, o que dificulta qualquer atividade externa. “Meu marido também é autônomo, então, antes, viajávamos quando queríamos. Íamos a todos os lugares com ela sozinha, mas com os dois é impossível”, conta. Como a mãe gosta de teatro, Gabriela assiste a peças infantis na companhia dela, enquanto o pai, que prefere cinema, fica com o irmão. Depois, é hora de revezar: cinema com o pai, enquanto o irmão fica sob os cuidados da mãe.

Em casa ela até fica, mas no segundo dia… “Hoje (ontem) mesmo já está perguntando se vamos à casa da avó”, diz a advogada. Ir a shoppings com brinquedos próprios para a idade da garota é outra opção. “Férias complicam tudo na vida da mãe. Já pus no balé e na natação para ocupar o tempo dela, mas, mesmo assim, nesse período, a energia fica toda acumulada. A Gabi tem dificuldade até para comer, pois sai totalmente da rotina”, relata. A menina exibe os brinquedos, fala da Cinderela, dos personagens dos desenhos animados, tudo à espera do tão merecido passeio. “A escola nessa idade é uma brincadeira e, por isso, ela sente falta.”

RECOMENDAÇÃO 

O pedagogo e consultor educacional Guilherme José Barbosa recomenda aos pais inserir na rotina dos filhos atividades lúdico-pedagógicas, como leitura de livros, revistas e quadrinhos para a criança não voltar para a escola fora do ritmo. “É preciso introduzir algo com uma função pedagógica. É um agendamento não tão rigoroso, mas necessário. Depois das férias, as escolas têm dificuldade e precisam de um tempo grande para voltar ao ritmo”, afirma.

No caso das colônias de férias, ele diz que é preciso estabelecer horários de leitura, para as atividades de lazer, brincar, alimentar e descansar. Para quem não tem condições de pagar uma colônia de férias ou não encontra vagas, a dica é se associar aos vizinhos para criar um espaço, seja no quintal de casa, no condomínio ou no prédio, e contratar um recreador com habilidade para lidar com a criançada.

É hora de ficar junto com o filho

Se as férias dos filhos dão dor de cabeça para os pais, também têm um lado muito especial: a oportunidade de ficar bem agarrado ao filhote. “Cabe ao pai criar uma circunstância de agendamento também. Se ao longo do tempo ele estende a jornada de trabalho, como disciplinar para que nesse período isso seja alterado e possa passar mais tempo com o filho? Percebemos cada vez mais os pais transferirem a questão de educar para a escola, exatamente por essa impossibilidade de acompanhar de perto todos os dias. E este momento é bom para resgatar esses laços”, conclui Barbosa.

É o que tenta fazer a empresária Ana Maria Silva, de 44 anos. O filho Luca Moreno, de 8, se divide entre a casa do pai, de algum amiguinho e a fábrica de cintos da mãe. Sem babá em casa, o jeito é ficar com ele no trabalho, enquanto as aulas não voltam. “Vou deixá-lo apenas uma semana na colônia de férias, pois acho importante que o Luca fique fora da escola, para descansar. Queria deixá-lo na casa da minha mãe, em Patos de Minas, mas ele não gosta de dormir fora de casa. Para mim, acaba sendo um momento de ficar com meu filho, sem qualquer tormento, pois ele não dá trabalho”, diz.

Luca se diverte como pode, com os jogos no computador e as revistas em quadrinhos. “Gosto mais ou menos daqui (da fábrica) porque só tenho o computador como opção. De vez em quando tenho saudade da escola, mas não me importo de ficar aqui”, afirma o menino. E quando está entediado? “Vou para o quintal fazer capoeira” – com a música tocando apenas na cabecinha dele e muita disposição.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://www.em.com.br

As melhores praias do Brasil para bebês

Infra-estrutura é a palavra-chave na hora de escolher uma praia para curtir com o bebê. Isso quer dizer que o lugar deve contar com boas condições hoteleiras, alimentares e sanitárias para que a estada da família seja tranquila.

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A verdade é que talvez este não seja o melhor momento da sua vida para escolher, por exemplo, uma praia isolada do resto da humanidade. Ninguém quer sair de férias ou passear pensando em emergências, mas com a presença de uma criança pequena na família não dá para descartar surpresas.

Por que tanta precaução? Porque o bebê pode sentir sono ou fome fora do horário, pode se sujar para além de uma simples troca de roupa ou até vir a ter, justo no meio das férias, um febrão repentino. Lembre-se de que seu filho estará vivendo uma situação diferente do cotidiano de casa e que seu corpo pode vir a se ressentir disso.

O mais cômodo para você — e para o bebê também — é se instalar numa faixa de areia que tenha uma “base de apoio” por perto, para trocas de fralda, alimentação e um soninho da tarde. Se conseguir chegar ao hotel, pousada ou casa de praia em uma rápida caminhada, melhor.

Alguns resorts voltados para famílias contam com facilidades como berçário e copas de bebê equipadas com frutas, microondas, geladeiras e cadeirões.

Caso não seja possível se hospedar tão perto do mar, escolha uma praia que tenha pelo menos um banheiro limpinho nas redondezas (pode ser o de um restaurante ou de uma barraca confiável e bem estruturada).

Evite praias sujas. Informe-se sobre a qualidade da água na imprensa local — as entidades estaduais costumam divulgar boletins com o nível de poluição de cada praia. E fuja daquelas onde se ouve música alta o dia inteiro. Não pense que “se eu gosto, meu filho vai gostar também” — bebês têm ouvidos sensíveis e podem se irritar facilmente.

Algumas praias brasileiras testadas e aprovadas por pais e mães de filhos pequenos

• Baleia, São Sebastião (SP) — Esta praia do litoral norte paulista é preservada e bem familiar, com uma areia mais durinha que permite até o trânsito de carrinhos de bebê à beira do mar, bastante calmo.

• Barra do Saí, São Sebastião (SP) — Neste local, você pode proporcionar a seu filho as primeiras experiências de brincadeiras na água salgada sem medo de o mar ficar agitado. Só é preciso ficar de olho nas pedras do canto direito da praia.

• Barra do Una, São Sebastião (SP) — Além do mar calmo semelhante ao da Barra do Saí, aqui você encontra um atrativo a mais para a família: passeios de barco que partem das marinas locais.

• Praia de Bombinhas, Bombinhas (SC) — As pousadas contam com quartos espaçosos e, às vezes, até com cozinha. Muitas delas têm um ar de casa de praia, deixando pais e filhos bem à vontade. O mar é calmo nesta região, e há várias piscinas naturais, motivo que talvez explique a presença de tantos bebês.

• Costa do Sauípe, distrito de Mata de São João (BA) — Os resorts do complexo têm uma infra-estrutura ótima para bebês, com berçário, baby-sitters, copa do bebê e até “pratos” especiais nos restaurantes.

• Enseada, Guarujá (SP) — A vantagem desta praia do Guarujá é ser recheada de hotéis, postos de salva-vidas com chuveiros e sanitários, além de quiosques que disponibilizam cadeiras e guarda-sóis. Aqui você encontra também um enorme aquário, o Acqua Mundo, que com certeza vai entreter toda a família (crianças até 2 anos não pagam). Só fique atento à superlotação da praia na altíssima temporada.

• Juqueí, São Sebastião (SP) — A faixa de areia plana e o mar calmo explicam por que o lugar é um dos favoritos de tantos pais e mães com filhos pequenos. Mas não é só isso. Além dos vários hotéis e pousadas bem estruturados (alguns até com clubinhos infantis), Juqueí conta com dois pequenos shoppings centers.

• Jurerê Internacional, Florianópolis (SC) — Localizada em um bairro residencial de alto padrão, a praia tem excelente infra-estrutura, incluindo parquinho, sombra e água fresca. Na alta temporada, há eventos para a família inteira, e os irmãos mais velhos dos bebês podem brincar com monitores.

• Lagoa da Conceição, Florianópolis (SC) — Trata-se de uma lagoa calminha, margeada por árvores frondosas com sombra para deixar o carrinho ou até estender uma canga para o bebê engatinhar à vontade. Tem ainda uma variedade de restaurantes, bares e pedalinho.

• Lagoinha do Norte, Florianópolis (SC) — O mar calmo permite que você entre na água com o bebê sem sustos. Os restaurantes e bares da área disponibilizam mesinhas na areia, e os vendedores ambulantes de bóias coloridas dão um charme extra ao lugar.

• Leblon, Rio de Janeiro (RJ) — O chamado “Baixo Bebê”, em frente à rua Venâncio Aires, tem uma das maiores concentrações de carrinhos por metro quadrado de areia do país. Este badalado point de bebês cariocas tem também um parquinho, o que ajuda a explicar por que atrai tantas babás, papais e mamães a qualquer dia da semana.

• Meaípe, Guarapari (ES) — Possui três itens que combinam bem com bebês: mar calmo para molhar os pés, sombras proporcionadas por castanheiras e infra-estrutura de barracas, bares e restaurantes.

• Porto das Dunas, Aquiraz (CE) — A praia abriga um grande parque aquático, o Beach Park, e possui resorts e pousadas muito bem estruturadas para acolher famílias.

• Porto de Galinhas, distrito de Ipojuca (PE) — Os vários resorts da região oferecem quartos espaçosos para famílias, berçários e copas especiais para as mamães prepararem papinhas ou mamadeiras a qualquer hora do dia e da noite. Para quem está com orçamento mais apertado, também possui pousadas bem estruturadas para acomodar as necessidades das crianças.

• Praia do Forte, distrito de Mata de São João (BA) — As boas opções de pousadas e os resorts ficam perto da praia, facilitando as idas e vindas para troca de fraldas ou um descanso da tarde.

• Stella Maris, Salvador (BA) — As várias barracas da praia quebram muitos galhos e evitam muitas idas e vindas dos pais. Na maré baixa, as piscinas naturais são perfeitas para molhar e refrescar os bebês um pouquinho.

• Veloso, Ilhabela (SP) — O mar não é agitado e as árvores da praia formam boa sombra para proteger a família toda do sol. Outra vantagem é que não é turística demais, o que garante um ambiente mais sossego para as crianças menores.

• Villas do Atlântico, Lauro de Freitas (BA) — Essa praia próxima a um condomínio residencial ao norte de Salvador, a caminho do aeroporto, tem piscinas fantásticas quando a maré está baixa.

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