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Volta às Aulas

Os dias de diversão e de folga na rotina estão perto de acabar para os estudantes. As aulas voltam daqui a uma semana em boa parte das escolas capixabas e, por isso, é hora de os pais começarem a incentivar os pequenos para o início do ano letivo. Especialistas em educação dão dicas para que o retorno seja tranquilo e para que os momentos de acordar cedo, de estudar e de voltar com as atividades extracurriculares não se tornem uma tortura.

Envolver a criança na compra e na organização do material escolar pode dar muito certo. O filho tende a ficar mais animado ao escolher alguns itens, além de ajudar a encapar livros e cadernos e participar da arrumação da mochila.

“São formas de estimular a criança. É importante, ainda, que os pais falem o que tem de bom na escola, os amiguinhos, os professores e as brincadeiras”, orienta a psicopedagoga Cybele Meyer.

Os irmãos João Lucas, 10, e Maria Cecília, 4, já estão contando os dias para o início das aulas. Para a menina, será um mundo novo, já que vai frequentar a escola pela primeira vez. “Ela não vê a hora de estrear o uniforme e a mochila nova. Fica provando a roupa o tempo todo”, conta a mãe, a fotógrafa Sabrina Viana Figueiredo Hoehene, 33.

João Lucas também fica empolgado para voltar para o colégio, principalmente por causa dos coleguinhas de turma. A mãe conta que os amigos se encontram durante as férias para dar continuidade a um rodízio de livros incentivado pela escola.

“São sete livros de uma coleção para a leitura durante as férias. Ele fica doido para encontrar com os colegas e isso estimula a vontade de voltar para a escola”, diz Sabrina.

Pequeninos
No caso das crianças menores, em idade pré-escolar, Cybele Meyer diz que há três situações diferentes de adaptações: aquelas que desde o primeiro dia ficam resistentes, grudam no pescoço da mãe e choram durante uma semana até se adaptar; as crianças que não terão nenhum problema nesse sentido por causa da própria personalidade e relacionamento interpessoal muito aflorado; e, finalmente, os pequenos que frequentam a escola durante a primeira semana, exploram todas as novidades, mas depois se recusam a voltar pois preferem a rotina da própria casa. Essa última situação é a mais conflituosa, diz a psicopedagoga.

“É importante que os pais estejam preparados para insistir. Alguns pensam que pode ter acontecido algo na escola, porque o filho estava indo bem e, de repente, não quer mais voltar. Mas, nessa idade, é normal querer o novo e depois se cansar”, afirma a especialista. Portanto, nada de deixar a criança em casa por mais alguns dias ou trocar de escola, porque não está agradando logo de cara ao filho.

“Os pais precisam ser parceiros da escola, mesmo que a criança fique chorando, pois ela vai se adaptar. Se ela for transferida logo para outro colégio, o comportamento só será reforçado. Os estudantes nos primeiros anos do ensino fundamental também podem estranhar a rotina e usar outros pretextos, como dor de cabeça”, alerta Cybele Meyer. 

Tudo novo
Quando o filhote vai para outra escola ou se está começando a estudar, vale a pena chegar mais cedo no primeiro dia de aula ou até dias antes para que ele se acostume ao novo ambiente, sugere a pedagoga da Escola Ilha-Florescer, Patrícia Sabadini. “É importante a criança se familiarizar com o espaço para se sentir mais segura”.

Cybele Meyer acrescenta que “se o filho já tem um histórico de adaptação difícil, o melhor é a mãe ir com ele na escola para animá-lo a descobrir o que mudou no local, por exemplo”, diz.

Quanto mais nova a criança, mais dificuldade terá de entender a rotina. E o retorno se torna mais difícil se ela ficou mais tempo na companhia dos pais nas férias. Por isso, uma dica é dizer ao filho que está contente em voltar para o trabalho e que também vai ser bom rever os colegas.

Entrar nos eixos
Na última semana de férias, para que o sono também volte ao ritmo e horário normal, é importante levar os baixinhos para a cama mais cedo. Isso vai evitar um impacto muito grande na volta às aulas.

A psicóloga e diretora da Escola Monteiro Lobato, Ana Rita Costa Gomes, diz que a retomada da rotina escolar não pode ser feita de um dia para o outro. “Para quem está viajando com a família, não é recomendado voltar no mesmo dia do início das aulas, por exemplo. Os pais também podem diminuir o ritmo da criança, que geralmente está muito agitada nas férias”, destaca a psicóloga.

Incentive a leitura, que ajuda a desacelerar. A volta à vida escolar também é prejudicada quando as crianças passam muitas horas das férias vendo televisão ou usando o computador, o que torna a readaptação mais complicada.

As escolas também costumam preparar várias atividades e gincanas na primeira semana de aula para ajudar na apdatação dos alunos e dar as boas-vindas para os estudantes recém-chegados. “O lanche servido também costuma agradar bastante, com pipoca, gelatina e sorvete”, completa Ana Rita.

O incentivo de que ele precisa

Material escolar

Leve o filho junto: Quem ainda não comprou o material deve dar uma chance ao filho para que ele escolha pelo menos alguns itens. Isso anima o pequeno e enfatiza a ideia de que ele tem que voltar a estudar. Vocês também podem dar folhear os livros para ver o que será tratado nas aulas durante o ano

Conversas

Incentivo: Outra forma de motivar a criança é conversar bastante sobre o quanto é bacana voltar às aulas. Fale sobre as novidades que estão sendo preparadas na escola, o reencontro com os coleguinhas e todos os pontos que o filho mais gosta
Escola é legal: 
Para ajudar, os pais não devem se referir à escola como um lugar ruim, ou o quanto não gostavam de determinada disciplina. É preciso enfatizar os aspectos positivos da escola na volta às aulas, principalmente no caso das crianças que estão iniciando a vida escolar 

Visitar a escola

Antes das aulas: Dar um pulo na escola antes do primeiro dia de aula pode ser positivo para a criança que está começando o ano letivo em outra escola ou que vai mudar de sala e de ambiente. Mostre onde vai ser a sala, esclareça dúvidas sobre quem é o professor, quantos colegas têm na turma, onde é o banheiro, etc.

De volta à rotina 

Uma semana antes: 
Se ela for à escola de manhã, comece a despertar a criança em horários próximos aos da aula, pelo menos uma semana antes. E também antecipe o horário de dormir. Aos poucos, ela vai se acostumar. Se estuda no período vespertino, veja se vai ser preciso alterar o horário do almoço e do banho 

Perto do dia “D”

Revisão: Verifique com seu filho se o material escolar está em ordem e veja se há alguma tarefa para o retorno. Fazer isso junto com o pequeno e relembrar as coisas legais que ele produziu ao longo do semestre anterior é bom para entrar no clima de volta às aulas

Insista

Nos primeiros dias: Se a criança fizer birra e não quiser ir à escola, seja firme, mas carinhoso. E não permita que ela falte ao primeiro dia de aula. O importante é explicar que é natural sentir preguiça – mas, sem deixar de motivá-la – e expor os ganhos que ela teria se estivesse com os colegas nos primeiros dias de aula

Pré-escolar

Aos poucos: No começo, leve o filhote por algumas horas e, pouco a pouco, vá aumentando o horário da permanência dele na creche/escola. O período de adaptação varia de criança para criança, é único e deve ser avaliado individualmente
É bom você levar: 
É importante que a mãe ou o pai leve e traga a criança, mas não prolongue as despedidas. Você tem que passar segurança à criança de que o que está fazendo é o melhor para ela
Estimule em casa: 
Pergunte a professora sobre as atividades que estão sendo desenvolvidas na sala de aula e anime seu filho a compartilhar com você as experiências que aprende. Demonstre alegria e entusiasmo por seus progressos.

Fonte: http://gazetaonline.globo.com

Calendário de Vacinação da Criança Reforçado

O Brasil está se preparando para a erradicação mundial da pólio. Neste ano, o país amplia o Calendário Básico de Vacinação da Criança com a introdução da vacina injetável contra pólio, feita com vírus inativado. A nova vacina será utilizada no calendário de rotina, em paralelo com a campanha nacional de imunização, essa realizada com as duas gotinhas da vacina oral. A injetável, no entanto, só será aplicada para as crianças que estão iniciando o calendário de vacinação.

Outra novidade para 2012 será a vacina pentavalente, que reúne em uma só dose a proteção contra cinco doenças (difteria, tétano, coqueluche, Haemophilus influenza tipo b e hepatite B).  Atualmente, a imunização para estas doenças é oferecida em duas vacinas separadas.

A introdução da Vacina Inativada Poliomielite (VIP), com vírus inativado, vem ocorrendo em países que já eliminaram a doença. A Organização Pan-Americana de Saúde (OPAS), no entanto, recomenda que os países das Américas continuem utilizando a vacina oral, com vírus atenuado, até a erradicação mundial da poliomielite, o que garante uma proteção de grupo. O vírus ainda circula em 25 países. O Brasil utilizará um esquema sequencial, com as duas vacinas, aproveitando as vantagens de cada uma, mantendo, assim, o país livre da poliomielite. A VIP será aplicada aos dois e aos quatro meses de idade e a vacina oral será utilizada nos reforços, aos seis e aos 15 meses de idade.

Agenda – A VIP será introduzida no calendário básico a partir do segundo semestre desse ano. As campanhas anuais contra poliomielite também serão modificadas a partir de 2012. Na primeira etapa – a ser realizada em 16 de junho – tudo continua como antes: todas as crianças menores de cinco anos receberão uma dose de VOP, independente de terem sido vacinadas anteriormente. Na segunda etapa – que ocorrerá em agosto –  todas as crianças menores de cinco anos devem comparecer aos postos de saúde, levando o Cartão de Vacinação. A caderneta será avaliada para a atualização das vacinas que estiverem em atraso. Essa segunda etapa será chamada de Campanha Nacional de Multivacinação, possibilitando que o país aumente as coberturas vacinais, atingindo as crianças de forma homogênea, em todos os municípios brasileiros.

Esquema sequencial da vacinação contra poliomielite

Idade Vacina
2 meses Vacina Inativada poliomielite – VIP
4 meses VIP
6 meses Vacina oral poliomielite (atenuada) – VOP
15 meses VOP

Pentavalente – A inclusão da vacina pentavalente no calendário da criança também será feita a partir do segundo semestre de 2012. A pentavalente combina a atual vacina tretavalente (difteria, tétano, coqueluche, haemophilus influenza tipo b) com a vacina contra a hepatite B. Ela será produzida em parceria com os laboratórios Fiocruz/Bio-Manguinhos e Instituto Butantan. As crianças serão vacinadas aos dois, aos quatro e aos seis meses de idade.

Com o novo esquema, além da pentavalente, a criança manterá os dois reforços com a vacina DTP (difteria, tétano, coqueluche). O primeiro a partir dos 12 meses e, o segundo reforço, entre 4 e 6 anos. Além disso, os recém-nascidos continuam a receber a primeira dose da vacina hepatibe B nas primeiras 12 horas de vida para prevenir a transmissão vertical.

Heptavalente – No prazo de quatro anos, o Ministério da Saúde deverá transformar a pentavalente em heptavalente, com a inclusão das vacinas inativada poliomielite e meningite C conjugada. “As vacinas combinadas possuem vários benefícios, entre eles o fato de reunir, em apenas uma injeção, vários componentes imunobiológicos. Além disso, os pais ou responsáveis precisarão ir menos aos postos de vacinação, o que poderá resultar em uma maior cobertura vacinal”, observa o ministro Alexandre Padilha.

A vacina heptavalente será desenvolvida em parceria com laboratórios o Ministério da Saúde, a Fiocruz/Bio-Manguinhos, o Instituto Butantan, e Fundação Ezequiel Dias. A tecnologia envolvida é resultado de um acordo de transferência entre o Ministério da Saúde, por meio da Fiocruz, e o laboratório Sanofi.

O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, explica que essas mudanças integram a política de aperfeiçoamento do Programa Nacional de Imunizações (PNI) e estão em consonância com a meta de inovação e de produção nacional do Complexo Econômico e Industrial de Saúde. “Queremos estimular o desenvolvimento tecnológico e diminuir a dependência do mercado externo”, afirma Padilha.

O secretário Jarbas Barbosa destaca outras vantagens das vacinas combinadas, como a economia de custos dos imunobiológicos e de logística operacional. “São produtos que reúnem um número maior de antígenos capazes de estimular a resposta imunológica contra mais de um agente infeccioso, vírus ou bactéria. Tudo isso em única apresentação”, observa o secretário.

Investimento – Com a implantação da pentavalente haverá uma economia de R$ 700 mil ao ano, devido à redução no preço da vacina, além da diminuição do custo de operacionalização (transporte, armazenamento, seringas e agulhas).  No decorrer desse ano, o Ministério da Saúde irá adquirir oito milhões e oitocentas mil doses da pentavalente, a um custo de R$ 91 milhões. Também serão adquiridas outras oito milhões de doses da Vacina Inativada Poliomielite, ao custo de R$ 40 milhões. Para a manutenção de estoque estratégico, já foram compradas, em dezembro do ano passado, três milhões de doses da VIP, por R$ 15 milhões.

Fonte: Ministério da Saúde

Projetos de Responsabilidade Social: Hospital A.C.Camargo

Continuando a falar sobre os projetos de Responsabilidade Social e Sustentabilidade, hoje, falaremos sobre alguns projetos do Hospital A.C.Camargo.

Fundação Carolina Tamandaré

Desde sua criação, a Fundação Antônio Prudente, mantenedora do Hospital A.C.Camargo, pratica a política pública de prevenção e combate ao câncer, sempre pautando suas ações no tema responsabilidade social.

Um de seus inúmeros projetos contribui com a Fundação Carolina Tamandaré, que atende crianças e adolescentes de famílias carentes do bairro do Glicério, em São Paulo, oferecendo atividades complementares à escola com suporte para melhorar a integração e o desenvolvimento físico, motor, intelectual e psicomotor e fortalecer os vínculos familiares.

Desde 2009, o A.C.Camargo, consciente de sua responsabilidade social, vem auxiliando e participando da direção da Fundação Carolina Tamandaré.

Em 2010, a Carolina Tamandaré recebeu da Fundação Antônio Prudente a doação de mantimentos, brinquedos e livros. Também foi oferecido aos jovens carentes cadastrados na entidade o patrocínio de testes, acompanhamentos vocacionais e cursos profissionalizantes de práticas administrativas para inserção no mercado de trabalho.

Consciente de sua responsabilidade social, o Hospital A.C.Camargo promove as seguintes ações:

  • * distribuição de fraldas geriátrica/infantil aos pacientes;
  • * auxílio com medicamentos e materiais especiais para pacientes;
  • * disponibilização de remoções para pacientes SUS, incluindo UTI;
  • * doação de próteses temporárias removíveis para pacientes com câncer de mama;distribuição gratuita de traqueostomia aos pacientes;
  • * disponibilização de vagas em Casas de Apoio para hospedagem de pacientes e familiares, com alimentação e transporte, viabilizando o tratamento de pessoas de origem de outras cidades e outros estados;
  • * manutenção da Casa de Apoio à Criança Carente com Câncer, cessão gratuita de imóvel;
  • * conservação da Praça Pública ‘Nossa Senhora da Conceição’;
  • * doação de mantimentos para as instituições Amparo Maternal, Associação de Oficina de Caridade Santa Rita de Cássia, Casa Espírita Irmãos Farias, Centro Franciscano de Acolhimentos, Lar Escola São Francisco, Instituição Luz na Vida do Próximo, ONG do Núcleo de Estudo Espírita Apóstolo, Vale dos Lírios Órgão Assistencial.

Fonte: http://www.accamargo.org.br/responsabilidade-social/

Projetos de Responsabilidade Social: Philips do Brasil

Continuando a falar sobre projetos de Responsabilidade Social e Sustentabilidade vamos mostrar um dos projetos realizados pela Philips do Brasil.

Seguindo sua missão de melhorar a qualidade de vida das pessoas e mantendo o foco em sua área de negócio de Cuidados com a Saúde, a Philips do Brasil possui uma parceria com a Associação Viva e Deixe Viver, que, por meio do projeto Contadores de Histórias, permite ao voluntário da Philips exercer sua cidadania, levando humanização aos hospitais.

Na atuação dos voluntários contadores de histórias dentro dos hospitais, foi percebido ao longo dos anos o quanto a ação envolve não somente a criança ou o adolescente atendido, mas também os familiares e até mesmo a equipe médica e multidisciplinar do hospital.

Hoje, o profissionalismo com que é realizado e a continuidade do trabalho voluntário tornam a presença desses cidadãos dentro do ambiente hospitalar fundamental, com interferência até mesmo no processo de recuperação dos pacientes. A Associação tem como missão fomentar a Educação e a Cultura na Saúde por meio da leitura e do brincar, visando transformar a internação hospitalar de crianças e adolescentes em um momento mais alegre, agradável e terapêutico, contribuindo positivamente para o bem-estar de seus familiares e equipe multidisciplinar.

Além da parceria institucional e social da Philips com a Associação, contempla ainda a realização do processo de seleção e capacitação de funcionários voluntários na própria empresa que posteriormente se unem ao corpo de voluntários da Associação. Entre os anos de 2008 e 2009, o projeto contou com a participação de 38 voluntários da Philips, em um total de 647 presenças/atuações em hospitais com mais de 1,5 mil horas doadas e 3.720 crianças atendidas, em 23 hospitais.

Ainda seguindo o conceito de trabalhar em busca da humanização no atendimento dos hospitais, a Philips do Brasil também patrocinou o Congresso de Humanização da Saúde em Ação, realizado em São Paulo em 2009. Foram mais de 600 participantes e 145 trabalhos inscritos para serem apresentados durante os três dias de encontro, o que revelou a importância do Congresso de Humanização da Saúde em Ação, que refletiu sobre o conceito de humanização e suas interfaces frente à transformação dos modelos assistenciais e de gestão. O evento teve como tema “Caminhos da Humanização para a Mudança dos Modelos de Atenção e Gestão na Saúde”.

Em 2009, com o acontecimento da epidemia da Gripe A H1N1, diante do número elevado de contágios e sob orientação do Ministério da Saúde, os hospitais onde o Viva atua suspenderam as atividades voluntárias por 6 meses, para que diminuísse a circulação de pessoas no ambiente hospitalar. Mesmo com a suspensão das atividades por um longo período de tempo, o número de atuações, bem como de pessoas impactadas pela ação dos voluntários contadores de histórias, atingiu sua média anual, o que demonstra a efetividade e a regularidade dos atendimentos e, da mesma forma, a garantia de continuidade e dos benefícios que a promoção da Cultura na Saúde traz para os pacientes e todos os envolvidos.

Fonte: http://www.sustentabilidade.philips.com.br/

Verão: Desidratação

A água representa mais da metade do peso do nosso corpo e, nas crianças essa porcentagem é ainda maior. Para manter a temperatura corporal, um dos mecanismos mais importantes é a perda de calor através do suor, o que impede que a temperatura do nosso corpo aumente demais. O mecanismo é que, a água do suor, ao evaporar, retira o calor da pele, resfriando-a.

No verão, o calor intenso e a umidade favorecem o aumento da transpiração e, consequentemente, da perda de água. Por isso, nessa estação do ano o risco de desidratação é maior. Esse risco é maior em crianças e idosos, devido ao fato de que o organismo deles tem maior dificuldade em conservar a água no corpo. A desidratação seria, então, uma perda excessiva da água corporal, levando a alguns quadros que podem, em alguns casos, ser muito graves.

Assim, no verão, recomenda-se uma maior ingestão diária de líquidos, que pode ser feita com diversos produtos, inclusive frutas. Quando a transpiração é excessiva, além da água perde-se também sais minerais, os quais devem também ser repostos. Recomenda-se água natural, sucos de frutas (limonada, suco de laranja), bebidas isotônicas (repõem muito bem os sais minerais), água de coco (é uma bebida isotônica natural, com quantidades equilibradas de água e sal; é excelente para hidratação). Importante lembrar que refrigerantes não são bons para hidratação, porque contém quantidades muitos grandes de sal e outras substâncias, além de não conterem vitaminas, portanto evite-os.

Outro aspecto importante é que a sede é um sinal tardio da falta de água, por isso não espere pela sede para hidratar-se. O ideal é ingerir pequenas quantidades de líquidos variados, durante todo o dia. Em casos de desidratação, recomenda-se o uso do soro caseiro, que é facilmente preparado com água filtrada, sal e açúcar. Ele deve ser oferecido em pequenas quantidades e várias vezes ao dia.

Finalmente, devemos ressaltar o papel das intoxicações alimentares e gastrenterites. Essas condições são causas de diarréias muito comuns durante o verão, por isso tome cuidado na hora de escolher os alimentos e prefira sempre carnes, frutas, legumes e verduras frescos. E não se esqueça de lavá-los bem antes do preparo. Cuidado também com as “comidas de beira de praia”; nem sempre o que é bonito e tem cheiro agradável está adequado ao consumo.

Fonte: http://boasaude.uol.com.br/

Verão: Cuidados com os olhos

Não é só a pele que precisa de proteção. Os olhos também sofrem a ação de agressores, como os raios ultravioleta, podendo haver aumento do risco de doenças como a catarata. Use óculos escuros, que bloqueiem pelo menos 99% da radiação ultravioleta.

Mas esse não é o único problema que ameaça a saúde dos olhos, no verão. A conjuntivite é caracterizada pela inflamação da conjuntiva, que é a mucosa que recobre os olhos. Não é uma doença grave, mas é incômoda e contagiosa, devendo ser tratada. A conjuntivite pode ser causada por vírus ou bactérias, levando a quadros diferentes, que requerem tratamentos também distintos. Nada impede que a doença seja inicialmente causada por vírus e, posteriormente, ocorrer infecção por bactérias sobreposta. Os sintomas são: presença de olhos vermelhos e lacrimejantes, dor (que pode ser forte), sensação de que há areia nos olhos, dor ao olhar pra luz, pálpebras inchadas. No caso das bacterianas, há uma grande produção de secreção amarelada e, pela manhã, a pessoa acorda com as pálpebras “grudadas”. Já nas conjuntivites viróticas, a produção de secreção é bem menor, e a mesma é clara.

A transmissão ocorre de pessoa a pessoa, por meio de objetos contaminados (toalhas, travesseiros, lenços), e dissemina-se rapidamente em ambientes como escolas, creches. Outra forma de contágio é o banho em piscinas contaminadas ou praias poluídas (daí a importância desse tema no verão). O tratamento da conjuntivite bacteriana é feito com uso de colírios de antibiótico. No caso das viróticas, o tratamento consiste em lavagem e manutenção de cuidados de higiene.


Para prevenir essa doença, mantenha hábitos de higiene adequados; evite coçar os olhos; use lenços descartáveis, quando necessário; use travesseiros individuais; evite usar objetos de pessoas com a doença; evite piscinas com água não tratada e o uso de lentes de contato nessas situações; cuidados básicos com as lentes de contato.

Fonte: http://boasaude.uol.com.br/

Vídeo: Cuidados com a saúde no verão

Verão 2012: dicas para um bronzeado perfeito

O verão começou oficialmente no dia 22 de dezembro. Trata-se, sem dúvida, da estação mais esperada e festejada do ano, ao menos para os brasileiros, que amam praia e sol. Mas é sempre válido lembrar os cuidados que se deve tomar com a exposição solar nesse período de dias longos, noites mais curtas, altas temperaturas e sol a pino.

Membro-efetivo da Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD), Sociedade Brasileira de Cirurgia Dermatológica (SBCD) e Societé Française de Dermatologie, a Dra. Paula Bellotti lista uma série de dicas para se curtir o melhor da estação sem comprometer a saúde da pele.

Cuidados tomados e nécessaire de praia devidamente equipada, que venham o sol e o verão! .A primeira dica é preparar a pele e fazer, um dia antes daquela tão esperada viagem de férias para a praia, uma esfoliação no corpo inteiro, principalmente nas costas, joelhos e cotovelos, áreas que contêm mais queratina e sebo.

.A escolha do filtro solar mais adequado é fundamental! O fator de proteção deve ser levado em consideração e isso varia de acordo com o tom de pele de cada um. O ideal é que se tome sol gradativamente.

.O protetor solar é um produto que aplicado sobre a pele tem a capacidade de absorver ou refletir a radiação ultravioleta. Ele deve ser de amplo espectro, ou seja, ter fatores contra radiação UVA e UVB, e específico para cada tipo de pele. O fator de proteção nunca deve ser menor que 15, mesmo para as peles mais morenas. Dependendo da exposição, o ideal é que seja resistente a água se a pessoa tiver a intenção de nadar. E que tenha ação hidratante e antioxidante (a vitamina E é o antioxidante mais comum nos filtros).

.Vale lembrar de checar sempre a validade do produto, pois algumas pessoas guardam o filtro por um período e, tempos depois, voltam a usá-lo sem perceber que já está vencido. O uso do produto com validade vencida pode causar alergias na pele.

.O filtro deve ser usado diariamente porque a radiação ultravioleta está presente todos os dias, desde que o sol nasce até a hora que se põe. O que varia é o espectro da radiação UVA e UVB em determinadas horas. Portanto, mesmo naqueles dias mais nublados, é necessário usar o filtro solar, pois a radiação atravessa as nuvens.

.O protetor solar deve ser aplicado na pele 20 minutos antes de sair de casa e reaplicado em média a cada duas horas. Não se deve economizar no filtro! A camada tem que ser generosa e áreas como orelhas e pés que não podem jamais ser esquecidas.

.O protetor para o corpo deve ser mais fluido para que não haja dificuldade para espalhar o produto. O mais indicado, neste caso, são aqueles em spray.

.Mesmo quem usa maquiagem com filtro solar, deve aplicar filtro facial, pois o FPS presente nos pós e bases costuma ser baixo e suficiente apenas para pouca exposição solar.

.A proteção não deve se restringir ao filtro solar. O uso de roupas adequadas, óculos de sol com lentes apropriadas, protetor labial, chapéu ou boné e guarda-sol (de preferência de lona), são medidas também necessárias.

.A radiação UV acelera o envelhecimento, pois destrói as fibras de colágeno e altera o DNA das células da pele. Vale lembrar que as lâmpadas também emitem radiação térmica em forma de calor, esta radiação está dentro do espectro da radiação solar. Algumas lâmpadas como as fluorescentes emitem radiação UVB. Portanto, filtro todo dia, o dia todo!

.Quem quer aproveitar o verão e ficar bronzeado de forma saudável, deve fazer uma exposição gradual cedo, antes das 10h da manhã, e aplicar um fator de proteção de acordo com o seu tipo de pele. Sem pressa, em uma semana, a pessoa estará com um bronzeado bonito e sem ter danificado a pele.

.Vale lembrar que existem peles muito claras, que não bronzeiam jamais! Estas são as mais suscetíveis ao câncer de pele. Portanto, nesses casos, o recomendado é o uso do autobronzeador.

.Para um bronzeado mais uniforme, utilize após a exposição bastante hidratante ou loção pós-sol. Assim, o seu bronzeado irá durar mais tempo. Loções calmantes evitam a descamação, a qual não acontecerá se o bronzeado for gradativo.

.Atualmente, existem cápsulas à base de carotenóides, licopeno e substâncias mais recentes – como Polypodium leucotomas – que, se tomadas um mês antes da exposição solar, podem intensificar e prolongar o bronzeado, bem como combater a ação dos radicais livres. O consumo dessas cápsulas não exclui o uso do filtro solar, apesar de elas apresentarem alguma ação protetora.

.Os alimentos ricos em carotenóides também podem ajudar a manter o bronzeado por estimular a pigmentação da pele.

Fonte: http://www.revistafator.com.br

Retrospectiva 2011: TOP 4

Dando continuidade à retrospectiva dos assuntos mais acessados e comentados do Blog Viva Melhor e dos sites de noticias, durante todo o ano de 2011, segue:

Folder do Ministério da Saúde – Prevenção ao Envenenamento

Câncer Infantil

O progresso no desenvolvimento do tratamento do câncer na infância foi espetacular nas últimas quatro décadas. Estima-se que em torno de 70% das crianças acometidas de câncer podem ser curadas, se diagnosticadas precocemente e tratadas em centros especializados. A maioria dessas crianças terá boa qualidade de vida após o tratamento adequado.

Com base em referências dos registros de base populacional, são estimados mais de 9000 casos novos de câncer infanto-juvenil, no Brasil, por ano. Assim como em países desenvolvidos, no Brasil, o câncer já representa a segunda causa de mortalidade proporcional entre crianças e adolescentes de 1 a 19 anos, para todas as regiões. Como a primeira causa são aquelas relacionadas aos acidentes e à violência, podemos dizer que o câncer é a primeira causa de mortes por doença, após 1 ano de idade, até o final da adolescência. Dessa forma, revestem-se de importância fundamental para o controle dessa situação e o alcance de melhores resultados, as ações específicas do setor saúde, como organização da rede de atenção e desenvolvimento das estratégias de diagnóstico e tratamento oportunos.

Câncer infantil corresponde a um grupo de várias doenças que têm em comum a proliferação descontrolada de células anormais e que pode ocorrer em qualquer local do organismo. As neoplasias mais freqüentes na infância são as leucemias (glóbulos brancos), tumores do sistema nervoso central e linfomas (sistema linfático). Também acometem crianças o neuroblastoma (tumor de células do sistema nervoso periférico, freqüentemente de localização abdominal), tumor de Wilms (tumor renal), retinoblastoma (tumor da retina do olho), tumor germinativo (tumor das células que vão dar origem às gônadas), osteossarcoma (tumor ósseo), sarcomas (tumores de partes moles).

Diferentemente do câncer de adulto, o câncer da criança geralmente afeta as células do sistema sangüíneo e os tecidos de sustentação, enquanto que o do adulto afeta as células do epitélio, que recobre os diferentes órgãos (câncer de mama, câncer de pulmão). Doenças malignas da infância, por serem predominantemente de natureza embrionária, são constituídas de células indiferenciadas, o que determina, em geral, uma melhor resposta aos métodos terapêuticos atuais. No adulto, em muitas situações, o surgimento do câncer está associado claramente aos fatores ambientais como, por exemplo, fumo e câncer de pulmão. Nos tumores da infância e adolescência, até o momento, não existem evidências científicas que nos permitam observar claramente essa associação. Logo, prevenção é um desafio para o futuro. A ênfase atual deve ser dada ao diagnóstico precoce e orientação terapêutica de qualidade.

Tão importante quanto o tratamento do câncer em si, é a atenção dada aos aspectos sociais da doença, uma vez que a criança e o adolescente doentes devem receber atenção integral, inseridos no seu contexto familiar. A cura não deve se basear somente na recuperação biológica, mas também no bem-estar e na qualidade de vida do paciente. Neste sentido, não deve faltar  ao paciente e à sua família,  desde o início do tratamento, o suporte psicossocial necessário, o que envolve o comprometimento de uma equipe multiprofissional e a relação com  diferentes setores da sociedade, envolvidos no apoio às famílias e à saúde de crianças e jovens .

Fonte: http://www.inca.gov.br


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