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Cuidados na Volta às Aulas

No início do ano letivo é importante lembrar os cuidados que devem ser tomados pelos pais e professores em relação ao peso da mochila das crianças e também a postura na sala de aula. Cuidados com a postura devem ser mantidos em todas as idades.

Com a volta as aulas, os alunos ficam empolgados para usar os materiais escolares e mostrar para os colegas as novas mochilas e lancheiras. Apesar da empolgação das crianças é importante que os pais lembrem que elas devem utilizar a mochila de maneira adequada, sem carregar muito peso, e com a postura correta, para que não venha a ter problemas de coluna no futuro.
O médico ortopedista, Antonio Piva Neto, informa que o peso total da mochila não deve exceder 10% do peso da criança. Então se uma criança pesa 40 Kg ela deve carregar no máximo 4 kg de material escolar. De acordo com o especialista não existe um tipo de mochila específica que é recomendada por profissionais, mas a orientação é que ela seja adequada para o tamanho da criança e ocupe a região das costas, que vai do ombro ate a região lombar, sem atingir a região glútea. Outra questão importante é que a mochila possua duas abas firmes e a criança sempre utilize as duas como apoio, a utilização de somente uma aba causa desequilíbrio na postura, devido a má distribuição do peso. “Também é indicado que a mochila tenha um cinto de contenção na parte da frente, já que isso faz com que ela fique bem perto da coluna, evitando desequilíbrios”, ressalta.
O médico destaca que a má utilização da mochila pode acarretar principalmente em dor nas costa e desvios posturais como a cifose e escoliose. “Claro que somente a questão do peso da mochila não traz problemas na coluna, mas contribui bastante. É importante seguir as recomendações, que são bastante simples e podem ajudar na prevenção de problemas futuros”, frisa o ortopedista.
Sobre a postura das crianças e adolescentes na sala de aula, o médico esclarece que o professor tem papel fundamental de orientação nestes casos, chamando a atenção dos alunos quando a postura estiver incorreta. “O principal problema é que muitos alunos tem a mania de inclinar o corpo para escrever. É indicado que o professor chame a atenção do aluno nestes casos, para que mantenha uma postura ereta, com as costas apoiadas na cadeira. Outra dica importante é que a própria direção da escola cuide na hora de comprar as carteiras, para que a cadeira tenha um bom tamanho em relação à mesa, assim o aluno não precisa se inclinar”, explica.

Dores na coluna
O ortopedista cita dados da Organização Mundial da Saúde de que 80% da população teve ou vai ter dores nas costas. Ele informa que por a questão da lombalgia ser tão comum, algumas pessoas acabam não procurando assistência médica. “Muitas vezes as pessoas acabam se automedicando e mascarando um problema que pode ser sério. Se o médico não é procurado nas fases iniciais da doença , quando é mais fácil realizar o tratamento adequado, o problema vai se agravando e o paciente pode chegar no consultório em uma fase muito avançada da doença, quando só é possível administrar tratamentos paliativos”, frisa.
O médico explica que a questão da lombalgia é avaliada de acordo com diversas características do paciente como faixa etária e profissão. Ele explica que na infância e adolescência, antes dos 20 anos, o médico avalia principalmente a questão postural e também se o paciente não possui alterações ósseas patológicas, que não são comuns, mas ocorrem. Na faixa dos 20 aos 40 anos, é observado a profissão do paciente , para avaliar a questão do esforço físico, além de problemas posturais. Já acima dos 40 anos o paciente costuma apresentar sintomas de doença, causada por diversos fatores como má postura, por exemplo.

Fonte: http://www.diariodamanha.com

Campanha: “Câncer”

Volta às Aulas Sem Medo

Organizar a mochila, os materiais, a rotina… Como as férias passaram rápido! Chegou a hora de se preparar para muitas mudanças: turma nova, escola diferente, vários professores. Para quem entra na escola pela primeira vez, então, o período é ainda mais delicado.

“Os pais temem que a criança não tenha a atenção, o cuidado e o carinho que recebem em casa”, comenta Beatriz Ferraz, coordenadora pedagógica do Centro de Educação e Documentação para Ação Comunitária.

Veja o que você pode fazer para amenizar o sofrimento (o do seu filho e o seu!) no primeiro dia de aula.

Escolinha pela 1ª vez

Depois de se acostumar com seu filho o tempo todo em casa, deixá-lo na escolinha parte o coração? Não sofra!

• Acompanhe-o na fase de adaptação
Algum adulto conhecido deve acompanhar o primeiro dia. Se você não puder faltar ao trabalho, peça ao pai, um dos avós ou uma tia.

• Não vá embora muito depressa
Não fuja rapidinho para evitar que seu filho (ou você) chore. Fique por perto até ele se entrosar.

• Prepare-o para a merenda escolar
Se seu filho está deixando a comida líquida e começando na sólida, inicie a passagem alguns dias antes do começo das aulas.

• Transmita segurança
Leve à creche objetos queridos, como um paninho de estimação, uma chupeta ou um brinquedo. Assim, seu filho se sente mais seguro.

 

Mudança de escola ou classe

Vários professores, matérias diferentes e colegas desconhecidos: prepare seu filho para os novos desafios na escola.

• Compartilhe suas experiências
Se seu filho vai para o 5o ano, não terá mais só um professor. Conte um bom momento de sua vida escolar para acalmá-lo.

• Informe-se sobre as mudanças
Quem entrou no Ensino Médio ou mudou de escola precisa saber como serão as provas e outras atividades.

• Estimule-o a se enturmar
Ele poderá encontrar colegas que tenham interesses em comum e fazer amigos para dividir trabalhos em grupo.

• Aceite o ritmo dele
Não se espante se ele estiver calado no início. Cada um tem um ritmo. Esteja disponível para conversar se ele quiser.

Fonte: http://educarparacrescer.abril.com.br

Volta às Aulas

Os dias de diversão e de folga na rotina estão perto de acabar para os estudantes. As aulas voltam daqui a uma semana em boa parte das escolas capixabas e, por isso, é hora de os pais começarem a incentivar os pequenos para o início do ano letivo. Especialistas em educação dão dicas para que o retorno seja tranquilo e para que os momentos de acordar cedo, de estudar e de voltar com as atividades extracurriculares não se tornem uma tortura.

Envolver a criança na compra e na organização do material escolar pode dar muito certo. O filho tende a ficar mais animado ao escolher alguns itens, além de ajudar a encapar livros e cadernos e participar da arrumação da mochila.

“São formas de estimular a criança. É importante, ainda, que os pais falem o que tem de bom na escola, os amiguinhos, os professores e as brincadeiras”, orienta a psicopedagoga Cybele Meyer.

Os irmãos João Lucas, 10, e Maria Cecília, 4, já estão contando os dias para o início das aulas. Para a menina, será um mundo novo, já que vai frequentar a escola pela primeira vez. “Ela não vê a hora de estrear o uniforme e a mochila nova. Fica provando a roupa o tempo todo”, conta a mãe, a fotógrafa Sabrina Viana Figueiredo Hoehene, 33.

João Lucas também fica empolgado para voltar para o colégio, principalmente por causa dos coleguinhas de turma. A mãe conta que os amigos se encontram durante as férias para dar continuidade a um rodízio de livros incentivado pela escola.

“São sete livros de uma coleção para a leitura durante as férias. Ele fica doido para encontrar com os colegas e isso estimula a vontade de voltar para a escola”, diz Sabrina.

Pequeninos
No caso das crianças menores, em idade pré-escolar, Cybele Meyer diz que há três situações diferentes de adaptações: aquelas que desde o primeiro dia ficam resistentes, grudam no pescoço da mãe e choram durante uma semana até se adaptar; as crianças que não terão nenhum problema nesse sentido por causa da própria personalidade e relacionamento interpessoal muito aflorado; e, finalmente, os pequenos que frequentam a escola durante a primeira semana, exploram todas as novidades, mas depois se recusam a voltar pois preferem a rotina da própria casa. Essa última situação é a mais conflituosa, diz a psicopedagoga.

“É importante que os pais estejam preparados para insistir. Alguns pensam que pode ter acontecido algo na escola, porque o filho estava indo bem e, de repente, não quer mais voltar. Mas, nessa idade, é normal querer o novo e depois se cansar”, afirma a especialista. Portanto, nada de deixar a criança em casa por mais alguns dias ou trocar de escola, porque não está agradando logo de cara ao filho.

“Os pais precisam ser parceiros da escola, mesmo que a criança fique chorando, pois ela vai se adaptar. Se ela for transferida logo para outro colégio, o comportamento só será reforçado. Os estudantes nos primeiros anos do ensino fundamental também podem estranhar a rotina e usar outros pretextos, como dor de cabeça”, alerta Cybele Meyer. 

Tudo novo
Quando o filhote vai para outra escola ou se está começando a estudar, vale a pena chegar mais cedo no primeiro dia de aula ou até dias antes para que ele se acostume ao novo ambiente, sugere a pedagoga da Escola Ilha-Florescer, Patrícia Sabadini. “É importante a criança se familiarizar com o espaço para se sentir mais segura”.

Cybele Meyer acrescenta que “se o filho já tem um histórico de adaptação difícil, o melhor é a mãe ir com ele na escola para animá-lo a descobrir o que mudou no local, por exemplo”, diz.

Quanto mais nova a criança, mais dificuldade terá de entender a rotina. E o retorno se torna mais difícil se ela ficou mais tempo na companhia dos pais nas férias. Por isso, uma dica é dizer ao filho que está contente em voltar para o trabalho e que também vai ser bom rever os colegas.

Entrar nos eixos
Na última semana de férias, para que o sono também volte ao ritmo e horário normal, é importante levar os baixinhos para a cama mais cedo. Isso vai evitar um impacto muito grande na volta às aulas.

A psicóloga e diretora da Escola Monteiro Lobato, Ana Rita Costa Gomes, diz que a retomada da rotina escolar não pode ser feita de um dia para o outro. “Para quem está viajando com a família, não é recomendado voltar no mesmo dia do início das aulas, por exemplo. Os pais também podem diminuir o ritmo da criança, que geralmente está muito agitada nas férias”, destaca a psicóloga.

Incentive a leitura, que ajuda a desacelerar. A volta à vida escolar também é prejudicada quando as crianças passam muitas horas das férias vendo televisão ou usando o computador, o que torna a readaptação mais complicada.

As escolas também costumam preparar várias atividades e gincanas na primeira semana de aula para ajudar na apdatação dos alunos e dar as boas-vindas para os estudantes recém-chegados. “O lanche servido também costuma agradar bastante, com pipoca, gelatina e sorvete”, completa Ana Rita.

O incentivo de que ele precisa

Material escolar

Leve o filho junto: Quem ainda não comprou o material deve dar uma chance ao filho para que ele escolha pelo menos alguns itens. Isso anima o pequeno e enfatiza a ideia de que ele tem que voltar a estudar. Vocês também podem dar folhear os livros para ver o que será tratado nas aulas durante o ano

Conversas

Incentivo: Outra forma de motivar a criança é conversar bastante sobre o quanto é bacana voltar às aulas. Fale sobre as novidades que estão sendo preparadas na escola, o reencontro com os coleguinhas e todos os pontos que o filho mais gosta
Escola é legal: 
Para ajudar, os pais não devem se referir à escola como um lugar ruim, ou o quanto não gostavam de determinada disciplina. É preciso enfatizar os aspectos positivos da escola na volta às aulas, principalmente no caso das crianças que estão iniciando a vida escolar 

Visitar a escola

Antes das aulas: Dar um pulo na escola antes do primeiro dia de aula pode ser positivo para a criança que está começando o ano letivo em outra escola ou que vai mudar de sala e de ambiente. Mostre onde vai ser a sala, esclareça dúvidas sobre quem é o professor, quantos colegas têm na turma, onde é o banheiro, etc.

De volta à rotina 

Uma semana antes: 
Se ela for à escola de manhã, comece a despertar a criança em horários próximos aos da aula, pelo menos uma semana antes. E também antecipe o horário de dormir. Aos poucos, ela vai se acostumar. Se estuda no período vespertino, veja se vai ser preciso alterar o horário do almoço e do banho 

Perto do dia “D”

Revisão: Verifique com seu filho se o material escolar está em ordem e veja se há alguma tarefa para o retorno. Fazer isso junto com o pequeno e relembrar as coisas legais que ele produziu ao longo do semestre anterior é bom para entrar no clima de volta às aulas

Insista

Nos primeiros dias: Se a criança fizer birra e não quiser ir à escola, seja firme, mas carinhoso. E não permita que ela falte ao primeiro dia de aula. O importante é explicar que é natural sentir preguiça – mas, sem deixar de motivá-la – e expor os ganhos que ela teria se estivesse com os colegas nos primeiros dias de aula

Pré-escolar

Aos poucos: No começo, leve o filhote por algumas horas e, pouco a pouco, vá aumentando o horário da permanência dele na creche/escola. O período de adaptação varia de criança para criança, é único e deve ser avaliado individualmente
É bom você levar: 
É importante que a mãe ou o pai leve e traga a criança, mas não prolongue as despedidas. Você tem que passar segurança à criança de que o que está fazendo é o melhor para ela
Estimule em casa: 
Pergunte a professora sobre as atividades que estão sendo desenvolvidas na sala de aula e anime seu filho a compartilhar com você as experiências que aprende. Demonstre alegria e entusiasmo por seus progressos.

Fonte: http://gazetaonline.globo.com

Verão: Desidratação

A água representa mais da metade do peso do nosso corpo e, nas crianças essa porcentagem é ainda maior. Para manter a temperatura corporal, um dos mecanismos mais importantes é a perda de calor através do suor, o que impede que a temperatura do nosso corpo aumente demais. O mecanismo é que, a água do suor, ao evaporar, retira o calor da pele, resfriando-a.

No verão, o calor intenso e a umidade favorecem o aumento da transpiração e, consequentemente, da perda de água. Por isso, nessa estação do ano o risco de desidratação é maior. Esse risco é maior em crianças e idosos, devido ao fato de que o organismo deles tem maior dificuldade em conservar a água no corpo. A desidratação seria, então, uma perda excessiva da água corporal, levando a alguns quadros que podem, em alguns casos, ser muito graves.

Assim, no verão, recomenda-se uma maior ingestão diária de líquidos, que pode ser feita com diversos produtos, inclusive frutas. Quando a transpiração é excessiva, além da água perde-se também sais minerais, os quais devem também ser repostos. Recomenda-se água natural, sucos de frutas (limonada, suco de laranja), bebidas isotônicas (repõem muito bem os sais minerais), água de coco (é uma bebida isotônica natural, com quantidades equilibradas de água e sal; é excelente para hidratação). Importante lembrar que refrigerantes não são bons para hidratação, porque contém quantidades muitos grandes de sal e outras substâncias, além de não conterem vitaminas, portanto evite-os.

Outro aspecto importante é que a sede é um sinal tardio da falta de água, por isso não espere pela sede para hidratar-se. O ideal é ingerir pequenas quantidades de líquidos variados, durante todo o dia. Em casos de desidratação, recomenda-se o uso do soro caseiro, que é facilmente preparado com água filtrada, sal e açúcar. Ele deve ser oferecido em pequenas quantidades e várias vezes ao dia.

Finalmente, devemos ressaltar o papel das intoxicações alimentares e gastrenterites. Essas condições são causas de diarréias muito comuns durante o verão, por isso tome cuidado na hora de escolher os alimentos e prefira sempre carnes, frutas, legumes e verduras frescos. E não se esqueça de lavá-los bem antes do preparo. Cuidado também com as “comidas de beira de praia”; nem sempre o que é bonito e tem cheiro agradável está adequado ao consumo.

Fonte: http://boasaude.uol.com.br/

Verão: Cuidados com os olhos

Não é só a pele que precisa de proteção. Os olhos também sofrem a ação de agressores, como os raios ultravioleta, podendo haver aumento do risco de doenças como a catarata. Use óculos escuros, que bloqueiem pelo menos 99% da radiação ultravioleta.

Mas esse não é o único problema que ameaça a saúde dos olhos, no verão. A conjuntivite é caracterizada pela inflamação da conjuntiva, que é a mucosa que recobre os olhos. Não é uma doença grave, mas é incômoda e contagiosa, devendo ser tratada. A conjuntivite pode ser causada por vírus ou bactérias, levando a quadros diferentes, que requerem tratamentos também distintos. Nada impede que a doença seja inicialmente causada por vírus e, posteriormente, ocorrer infecção por bactérias sobreposta. Os sintomas são: presença de olhos vermelhos e lacrimejantes, dor (que pode ser forte), sensação de que há areia nos olhos, dor ao olhar pra luz, pálpebras inchadas. No caso das bacterianas, há uma grande produção de secreção amarelada e, pela manhã, a pessoa acorda com as pálpebras “grudadas”. Já nas conjuntivites viróticas, a produção de secreção é bem menor, e a mesma é clara.

A transmissão ocorre de pessoa a pessoa, por meio de objetos contaminados (toalhas, travesseiros, lenços), e dissemina-se rapidamente em ambientes como escolas, creches. Outra forma de contágio é o banho em piscinas contaminadas ou praias poluídas (daí a importância desse tema no verão). O tratamento da conjuntivite bacteriana é feito com uso de colírios de antibiótico. No caso das viróticas, o tratamento consiste em lavagem e manutenção de cuidados de higiene.


Para prevenir essa doença, mantenha hábitos de higiene adequados; evite coçar os olhos; use lenços descartáveis, quando necessário; use travesseiros individuais; evite usar objetos de pessoas com a doença; evite piscinas com água não tratada e o uso de lentes de contato nessas situações; cuidados básicos com as lentes de contato.

Fonte: http://boasaude.uol.com.br/

Vídeo: Cuidados com a saúde no verão

Verão 2012: dicas para um bronzeado perfeito

O verão começou oficialmente no dia 22 de dezembro. Trata-se, sem dúvida, da estação mais esperada e festejada do ano, ao menos para os brasileiros, que amam praia e sol. Mas é sempre válido lembrar os cuidados que se deve tomar com a exposição solar nesse período de dias longos, noites mais curtas, altas temperaturas e sol a pino.

Membro-efetivo da Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD), Sociedade Brasileira de Cirurgia Dermatológica (SBCD) e Societé Française de Dermatologie, a Dra. Paula Bellotti lista uma série de dicas para se curtir o melhor da estação sem comprometer a saúde da pele.

Cuidados tomados e nécessaire de praia devidamente equipada, que venham o sol e o verão! .A primeira dica é preparar a pele e fazer, um dia antes daquela tão esperada viagem de férias para a praia, uma esfoliação no corpo inteiro, principalmente nas costas, joelhos e cotovelos, áreas que contêm mais queratina e sebo.

.A escolha do filtro solar mais adequado é fundamental! O fator de proteção deve ser levado em consideração e isso varia de acordo com o tom de pele de cada um. O ideal é que se tome sol gradativamente.

.O protetor solar é um produto que aplicado sobre a pele tem a capacidade de absorver ou refletir a radiação ultravioleta. Ele deve ser de amplo espectro, ou seja, ter fatores contra radiação UVA e UVB, e específico para cada tipo de pele. O fator de proteção nunca deve ser menor que 15, mesmo para as peles mais morenas. Dependendo da exposição, o ideal é que seja resistente a água se a pessoa tiver a intenção de nadar. E que tenha ação hidratante e antioxidante (a vitamina E é o antioxidante mais comum nos filtros).

.Vale lembrar de checar sempre a validade do produto, pois algumas pessoas guardam o filtro por um período e, tempos depois, voltam a usá-lo sem perceber que já está vencido. O uso do produto com validade vencida pode causar alergias na pele.

.O filtro deve ser usado diariamente porque a radiação ultravioleta está presente todos os dias, desde que o sol nasce até a hora que se põe. O que varia é o espectro da radiação UVA e UVB em determinadas horas. Portanto, mesmo naqueles dias mais nublados, é necessário usar o filtro solar, pois a radiação atravessa as nuvens.

.O protetor solar deve ser aplicado na pele 20 minutos antes de sair de casa e reaplicado em média a cada duas horas. Não se deve economizar no filtro! A camada tem que ser generosa e áreas como orelhas e pés que não podem jamais ser esquecidas.

.O protetor para o corpo deve ser mais fluido para que não haja dificuldade para espalhar o produto. O mais indicado, neste caso, são aqueles em spray.

.Mesmo quem usa maquiagem com filtro solar, deve aplicar filtro facial, pois o FPS presente nos pós e bases costuma ser baixo e suficiente apenas para pouca exposição solar.

.A proteção não deve se restringir ao filtro solar. O uso de roupas adequadas, óculos de sol com lentes apropriadas, protetor labial, chapéu ou boné e guarda-sol (de preferência de lona), são medidas também necessárias.

.A radiação UV acelera o envelhecimento, pois destrói as fibras de colágeno e altera o DNA das células da pele. Vale lembrar que as lâmpadas também emitem radiação térmica em forma de calor, esta radiação está dentro do espectro da radiação solar. Algumas lâmpadas como as fluorescentes emitem radiação UVB. Portanto, filtro todo dia, o dia todo!

.Quem quer aproveitar o verão e ficar bronzeado de forma saudável, deve fazer uma exposição gradual cedo, antes das 10h da manhã, e aplicar um fator de proteção de acordo com o seu tipo de pele. Sem pressa, em uma semana, a pessoa estará com um bronzeado bonito e sem ter danificado a pele.

.Vale lembrar que existem peles muito claras, que não bronzeiam jamais! Estas são as mais suscetíveis ao câncer de pele. Portanto, nesses casos, o recomendado é o uso do autobronzeador.

.Para um bronzeado mais uniforme, utilize após a exposição bastante hidratante ou loção pós-sol. Assim, o seu bronzeado irá durar mais tempo. Loções calmantes evitam a descamação, a qual não acontecerá se o bronzeado for gradativo.

.Atualmente, existem cápsulas à base de carotenóides, licopeno e substâncias mais recentes – como Polypodium leucotomas – que, se tomadas um mês antes da exposição solar, podem intensificar e prolongar o bronzeado, bem como combater a ação dos radicais livres. O consumo dessas cápsulas não exclui o uso do filtro solar, apesar de elas apresentarem alguma ação protetora.

.Os alimentos ricos em carotenóides também podem ajudar a manter o bronzeado por estimular a pigmentação da pele.

Fonte: http://www.revistafator.com.br

Frutas da época: tire o que existe de melhor no verão para a sua dieta

Ano novo começando e as férias de verão também, então nessa semana vamos ter dicas de verão, para que você possa aprender e aproveitar umas das melhores estações do ano.

As estações passam, o clima muda e a nossa fruteira vai se adaptando às transformações. A única coisa que não se pode admitir é ficar sem estas delícias que fazem tão bem à saúde e à dieta. E quando se trata do verão, elas ganham uma importância ainda maior, já que atuam como fonte de hidratação para o nosso organismo e são leves e refrescantes, combinando bem com as altas temperaturas.

Classificar uma fruta como a “da época” é o mesmo que dizer que ela está na melhor fase de colheita e consumo, já que necessita de poucos aditivos químicos para amadurecer. Veja a lista preparada pela nutricionista Lílian Assis, responsável pelo Plano de Emagrecimento Sua dieta.

 

Ameixa: Ótima para quem tem o intestino preso. Rica em fenóis antioxidantes. 100g de ameixa preta tem 43 kcal e a vermelha, 54 kcal.

Goiaba: Rica em vitamina C e fibras. 100g tem 76 kcal.

Manga: Rica em fibras e vitamina. 100g de manga espada tem 65 kcal.

Melancia: Fonte de licopeno que previne câncer de próstata. 100g tem 24 kcal.

Pêssego: Possui vitamina A, importante para visão, e antioxidantes, que previnem doenças e combatem o envelhecimento precoce. 100g tem 48 kcal.

Cereja: Fruta importada e, por isso, com custo elevado. Rica em antocianinas que protegem o coração. 100 tem 97 kcal.

Fonte: http://www.jornaldacidade.net/verao

Os 20% que fazem e os 80% que esperam

Por Max Gehringer

SE DIVIDE em grupos de dez funcionários. De cada dez, dois trabalham para acelerar os negócios. Outros dois fazem o possível para brecar todas as iniciativas dos dois que querem acelerar. E os outros seis só acompanham a maré. É evidente que os dois que aceleram têm que trabalhar em dobro, por eles e pelos dois que brecam. Uma empresa de sucesso é aquela que identifica e neutraliza os dois funcionários que querem deixar tudo como está. Normalmente, essas duas pessoas não confiam nelas mesmas. E essa insegurança faz com que elas tenham um empecilho para qualquer idéia. A especialidade delas é produzir desculpas. Estão sempre solicitando mais dados para retardar uma decisão, sugerindo reuniões para discutir melhor o assunto, ou pedindo um relatório escrito sobre algo que poderia ser conversado em três minutos. E como as empresas agem com relação a essas duas pessoas? Normalmente, de duas maneiras, e ambas incorretas. Ou fazem de conta que o problema não existe, ou demitem. Demitir, simplesmente, pode ser um erro, porque essas duas pessoas podem ter conhecimentos técnicos valiosos. Além disso, não importa quem seja contratado no lugar delas, a regra dos dez vai continuar existindo e vão aparecer outras duas pessoas em cada dez para tentar brecar o progresso. As empresas mais produtivas são as que incentivam as duas pessoas que querem empurrar e isolam as duas que querem brecar. Assim, os seis que vão para onde o vento estiver soprando se alinharão com as duas mais produtivas. Por outro lado, quando uma empresa resolve dar poder aos dois que só querem manter tudo como está, os seis neutros se juntam a eles, e não há negócio que resista a 80% de funcionários em marcha lenta. E, pior de tudo, os dois que realmente trabalham não agüentam e vão embora. Ou ficam, mas vivem estressados e com insônia, porque é duro tentar plantar quando oito não querem colher.

Fonte: Livro – O melhor de Max Gehringer na CBN


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