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Em dez anos, suicídio de crianças e pré-adolescentes cresceu 40% no Brasil

Dados preocupam porque suicídio é sub-notificado e, além disso, estimam-se 300 tentativas para cada suicídio infantil; especialistas criticam falta de programas de prevenção.

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“Mas você tem tudo o que quer. Por que fez isso?” Seja em um choro dolorido ou aos gritos de raiva, a frase é comum no pronto socorro de psiquiatria para onde são encaminhadas as crianças e adolescentes que tentaram se matar. Sai da boca dos pais, atônitos com a confissão do filho que se cortou todo ou que ingeriu uma dose cavalar de medicamentos. Pouco falado, o suicídio na infância e adolescência tem crescido nos últimos anos.

Dados do Mapa da Violência, do Ministério da Saúde, revelam que ele existe e está crescendo. De 2002 a 2012 houve um crescimento de 40% da taxa de suicídio entre crianças e pré-adolescentes com idade entre 10 e 14 anos. Na faixa etária de 15 a 19 anos, o aumento foi de 33,5%.

“Ao contrário do adulto, que normalmente planeja a ação, o adolescente age no impulso. São comportamentos suicidas para fugir de determinada situação que vez ou outra acabam mesmo em morte”, afirma a psiquiatra Maria Fernanda Fávaro, que atua em um Pronto Socorro de psiquiatria em São Caetano do Sul, região metropolitana de São Paulo. Aos cuidados de Maria Fernanda, são encaminhadas as crianças e os adolescentes que chegaram feridas ao hospital após tentarem se matar.

Ao serem perguntados sobre o motivo de terem se mutilado com lâmina de barbear, se ferido com materiais pontiagudos, cortado o pulso ou ingerido mais de duas dezenas de comprimidos, a resposta é rápida, e vaga. “A maioria diz que a vida não tem sentido, que sentem um vazio enorme. Muitos têm quadros associados à depressão”, afirma Maria Fernanda. O cenário é tão recorrente, diz a psiquiatra, que há sites, blogs e páginas de rede social que ensinam as melhores técnicas e ferramentas para que a criança tire a própria vida.

Para os mais novos, se matar é, de fato, mais difícil. Dados mostram que, a cada suicídio adulto, há de 10 a 20 tentativas que não acabaram em morte. No caso de crianças, são estimadas 300 tentativas para um suicídio consumado, seja porque elas usam método pouco letal, seja por dificuldade de acesso a instrumentos. “Muitos, quando chegam aqui contam que vêm se cortando a mais ou menos um ano, e a família não sabe disso”, diz Maria Fernanda.

Assunto proibido

Esse desconhecimento familiar não deve ser encarado como descaso, mas precisa ser visto sob a lógica do quanto o tema do suicídio ainda é um tabu na sociedade, afirmam os especialistas. No caso de crianças e adolescentes, a situação ainda é pior: ninguém fala sobre o assunto, apesar de estudos mostrarem que 90% dos jovens atendidos em emergência psiquiátrica chegam lá após tentativas de se matar.

“Existe o mito de que o suicídio se concentra nos países nórdicos. Essas nações realmente lideravam o ranking, mas tomaram atitudes e conseguiram reverter o quadro. Enquanto isso, a gente aqui no Brasil continua sem falar nisso e vê os números crescendo”, alerta Carlos Correia, voluntário há mais de 20 anos do Centro de Valorização da Vida, o CVV.

Dados divulgados pela Organização Mundial da Saúde (OMS) na semana passada mostraram que o Brasil é o quarto país latino-americano com o maior crescimento no número de suicídios entre 2000 e 2012 e o oitavo do mundo em números absolutos de pessoas que tiram a própria vida. Foram 11.821 suicídios no período, aumento de 10% em relação à década anterior.

Uma situação que, segundo os especialistas, reflete a falta de programas de prevenção. Apesar de a taxa no Brasil ainda ser inferior a 10 suicídios por 100 mil habitantes – a partir da qual a OMS considera alta, a população é muito grande e, portanto, o número de casos também.

“O que não pode é o Brasil votar em março sobre o relatório da OMS, mas não promover o plano de prevenção ao suicídio”, afirma o médico Carlos Felipe Almeida D’Oliveira, da Rede Brasileira de Prevenção do Suicídio.

O psiquiatra infantil Gustavo Estanislau compara as iniciativas de prevenção brasileiras com as de países desenvolvidos. “Lá fora, existem projetos de prevenção há muito tempo. Eles já têm isso tão bem organizado, que funcionam como um guia. Tem equipes até para agir nas escolas quando, por exemplo, uma criança se mata. No Brasil, não conheço nenhum projeto desse tipo.”

a ou feita para chamar atenção. O suicídio tem um aspecto importante, que é a comunicação. Se a pessoa está dizendo que tem um tipo de sofrimento e que não encontra saída, é preciso ficar atento e procurar um serviço de saúde mental”, afirma D’Oliveira, da Rede Brasileira de Prevenção do Suicídio.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://saude.ig.com.br/

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A arte de reabilitar com a Terapia Ocupacional

Comemorou-se seu dia, ontem, domingo (13), o Dia do Terapeuta Ocupacional (TO) e do Fisioterapeuta, um profissional que vem ganhando espaço na área da saúde, desempenhando importante papel nas instituições em que atua ou mesmo em atendimentos particulares. O profissional promove o fazer humano, busca melhorar a condição de pessoas que, por algum problema físico ou mental, tenha dificuldade em praticar atividades do cotidiano.

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Trabalhar, realizar higiene pessoal, ler, alimentar-se, vestir-se, estudar, entre outras atividades básicas que podem ser afetadas em decorrência de um acidente traumático, uma doença degenerativa, um sofrimento psíquico ou outras doenças incapacitantes, são casos em que o profissional atua buscando habilitar ou reabilitar.

De acordo com o terapeuta ocupacional de Apae Jonasdark Spring de Almeida, a instituição atende a pessoas com deficiência intelectual e múltipla e os atendimentos são realizados de modo a facilitar a vida diária de cada aluno. “Muitos têm dificuldade para alimentar-se, outros em escrever, pintar, vestir-se. Buscamos alternativas de acordo com a limitação de cada um, para que consigam realizar as atividades sozinhos ou com maior independência possível”, explica Jonasdark.

Conforme a terapeuta ocupacional Natássia Leilane Schmitt, o TO ocupa-se do cotidiano do aluno para auxiliar, incentivar e dar orientações que o levem a desenvolver com autonomia e independência as suas atividades do dia a dia. “Desde atividades de higiene pessoal, como escovar os dentes, tomar banho e arrumar o cabelo, até a alimentação e vestuário e atividades que promovem a integração dele com a comunidade, a exemplo de pegar o ônibus, manipular dinheiro, fazer compras, são estimulados através da terapia, para que a pessoa tenha capacidade de organizar e gerir sua vida”, salienta Natássia.

A terapeuta esclarece que, com métodos e técnicas científicas, recursos terapêuticos e conhecimento das atividades significativas para o aluno, é possível desenvolver e potencializar seu desempenho ocupacional, cuidando para que desenvolva habilidades para ocupar-se das tarefas diárias independente de suas incapacidades. Através da tecnologia assistiva, prescrição de órteses e cadeiras de rodas, além de adaptações para melhorar o fazer de cada aluno ou paciente, pais e professores são orientados pelo TO sobre qual o melhor estímulo para cada caso. “Analisamos as atividades do cotidiano de pessoas com déficits funcionais e buscamos alternativas para organizar e facilitar a vida dela, seja com adaptações em utensílios domésticos e mobiliários ou mesmo no ambiente em que vivem, adequando o espaço para que se movimentem com independência”, completa Natássia.

Ela frisa que, com atendimento adequado, independente da deficiência que apresente, é possível otimizar as habilidades do aluno. “O mesmo acontece nos atendimentos domiciliares, onde adaptamos a residência de acordo com o gosto e a necessidade da pessoa. Trabalhamos com pessoas com dificuldade cognitiva e motora, prevenção de quedas de idosos e, ainda, orientamos os cuidadores para que busquem alternativas para facilitar a autonomia e a mobilidade do idoso”, conclui Natássia.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site:  http://www.adjorisc.com.br

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Automedicação pode esconder sintomas de doenças mais sérias

Se sempre que uma pessoa sente dor de cabeça, toma um analgésico, e assim que tem prisão de ventre busca logo um laxante, pode ter efeitos a longo prazo.

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Outros medicamentos vendidos nas farmácias sem receita médica também representam um alívio rápido a vários problemas, como dor muscular, cólica, inchaço e inflamações, mas podem ser perigosos quando usados de forma indiscriminada e contínua.

Segundo o farmacêutico Tarcísio Palhano e o cirurgião do aparelho digestivo Fábio Atui, há interações entre remédios e também com alimentos que podem fazer mal, diminuindo ou até anulando o efeito de determinados princípios ativos.

Os especialistas destacaram outros riscos e consequências da automedicação, como mascarar um problema mais grave por trás daquele sintoma.

Uma enquete feita no site do Bem Estar revela que 61% das pessoas tomam analgésicos sem consultar um profissional; 17% usam anti-inflamatórios por conta própria, 12% consomem relaxantes musculares, 3% ingerem laxantes e apenas 7% não costumam fazer isso.

Uma pesquisa feita pelo Ibope a pedido da Associação da Indústria Farmacêutica de Pesquisa (Interfarma) e divulgada no ano passado mostra que o principal meio de orientação que os participantes buscam para saber mais sobre questões de saúde é o médico (87%), em consultórios, postos de saúde e hospitais.

A compra de remédios pela internet, segundo o levantamento, ainda é pequena: 3%. Barracas e camelôs são responsáveis por 6%, e as farmácias por 91%.

Os convidados também alertaram que os analgésicos, além de ter um efeito rebote e aumentar a incidência de dor de cabeça a longo prazo, podem alterar a coagulação do sangue, causar gastrite, sangramento, diarreia, náusea e vômito.

Já os diuréticos, que levam a pessoa a fazer mais xixi, eliminam água e sais minerais importantes para o corpo, como potássio, cálcio, magnésio e sódio. No caso de um uso frequente de laxantes, a mucosa do intestino pode sofrer alterações, como irritações e inflamações crônicas.

Usados principalmente contra dor nas costas e após exercícios físicos intensos, os relaxantes musculares, por sua vez, podem provocar fraqueza nas fibras e limitar as funções dos músculos. Isso porque esse tipo de medicamento atua no corpo todo, desde o coração até o intestino – e não só nos membros ou nas partes que doem.

Já os anti-inflamatórios agem contra dores de garganta, por exemplo. Mas podem irritar a mucosa do intestino e causar gastrite, úlcera, diarreia, náusea e vômito. Alguns, como a aspirina (ácido acetilsalicílico), podem atrasar o processo de coagulação sanguínea e até dar uma hemorragia. Outros podem provocar asma, febre, urticária e rinite em indivíduos mais suscetíveis.

Anti-inflamatórios esteroides, conhecidos como corticoides, devem ser usados apenas para tratar problemas graves, como asma. Eles podem interferir na distribuição de gordura pelo organismo, causando celulite e estrias, além de desencadear úlcera e engordar.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site:  http://g1.globo.com/bemestar

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Cuidados com a voz podem evitar doenças nas pregas vocais

Nesta segunda-feira (16) é comemorado o Dia Mundial da Voz. A data é um alerta para os cuidados necessários para manter a qualidade da voz e evitar doenças na garganta. A atenção deve ser tanto de quem usam a voz como ferramenta de trabalho, como no dia a dia de qualquer pessoa.

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De acordo com a fonoaudióloga Amanda Coelho, os cuidados com a voz começam na alimentação. Ela afirma que alimentos gordurosos, condimentados e cítricos podem provocar alterações nas pregas vocais. “Alimentos como o leite e o chocolate, por exemplo, criam uma secreção, um muco, que dificulta a movimentação das pregas vocais durante a produção de som. Isso pode provocar irritações”, explica.

A especialista recomenda ainda que, além dos cuidados com a alimentação, é preciso evitar excessos. “Evite gritar, falar muito rápido e até mesmo sussurrar. Ao contrário do que se pensa, o ato de sussurrar força as pregas vocais. O ideal é sempre falar em tom normal”, orienta.

O radialista Antônio Luiz trabalha há 26 anos com locuções. Ele conta que depois de ter problemas com a voz, apreendeu a cuidar da ferramenta de trabalho. “Antes de conhecer a profissão, a gente acha que para ter boa voz é preciso falar mais alto e mais forte, além de impostar demais. No começo a gente sente as consequências, mas com o tempo apreendemos a cuidar da voz”, comenta.

Quem também sentiu os reflexos dos excessos com a voz foi o cantor Léo, da dupla de Itapetininga Luiz e Léo. Há seis anos na profissão, pelo menos quatro dias na semana são dedicados aos shows, ensaios, gravações. Ele conta que no início da carreira não havia a preocupação com a voz. Os resultados foram calos nas pregas vocais devido abusos. Depois da constatação, passou a ter cuidados. Além do controle de volume e exercícios, ele não descuida do consumo de água em temperatura ambiente. “A voz é meu instrumento de trabalho, por isso tenho que cuidar”, ressalta.

Segundo a fonoaudióloga Amanda, a água tem temperatura ambiente é uma aliada importante para preservação da voz. “A água deve ser muito consumida, mas fracionada ao longo do dia, em pequenos goles. Isso ajuda a exercitar as pregas e também deixadas desobstruídas para a produção do som”, explica.

Teste: Mitos e Verdades sobre os Cuidados com a Voz

De acordo com o otorrinolaringologista José Otávio, de Itapetininga, líquidos gelados ou quentes também devem ser evitados. “As temperaturas muito baixas ou muito altas são prejudiciais. Elas poderão provocar irritabilidade nas pregas vocais. A temperatura boa é a de 37%, a natural”, afirma.

O médico cita, por exemplo, o alto índice de casos de câncer de esôfago. “É habito entre os gaúchos o consume de chimarrão. Isso contribui para os problemas na garganta”, explica.
Outra dica do especialista é a ingestão de maça para ajudar no melhoramento e manter o equilíbrio da voz. “A maça tem ação adstringente nas pregas vocais, assim como a água”, afirma.

Indícios de problemas
Os sintomas de doenças ligadas à voz podem ser rouquidão por mais de 15 dias, voz entrecortada, dificuldade para engolir, dificuldade  e dor para engolir, tosse e pigarro.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://g1.globo.com

Acabar com o Sedentarismo só faz bem para a Saúde

Não é preciso procurar um profissional habilitado antes de começar a lavar roupas ou subir escada. É importante não confundir atividade física com exercício físico. A primeira é qualquer movimento dos músculos e do esqueleto que demanda gasto energético. O corpo de qualquer pessoa saudável está preparado para ela. Já o exercício físico é diferente, pressupõe movimentos que estão fora da rotina e, portanto, vão expor o corpo a algum estresse. É impossível saber previamente o limite de cada pessoa. Um rapaz pode até correr um quilômetro mesmo estando fora de forma e sentir-se bem, enquanto outro com a mesma distância sentirá falta de ar e desmaiará. Daí a importância de ter um profissional habilitado de olho para indicar o mais adequado para cada perfi l. “É como quando vamos ao médico. Ele prescreve o melhor medicamento, a frequência de uso e a dosagem. O profissional de educação física faz o mesmo”, fala o educador físico Alexandre Menegaz.

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Outro papel importante do profissional é dar a medida certa aos exercícios. “Com a propagação da imagem do corpo ideal, os exercícios físicos tornaram-se uma síndrome e há perigo de overtraining, ou seja, exageros”, diz a massoterapeuta Domênica Camilo.

Os riscos para quem se exercita sozinho são vários. “Podem ocorrer lesões musculoesqueléticas, dor e, dependendo da condição de saúde da pessoa, até morte”, diz Menegaz. Nos casos em que a pessoa tem um preparo muito ruim e se expõe a uma atividade muito intensa, o coração é muito solicitado. Muitas vezes a pessoa nem sabe, mas já tem algum problema que não resiste ao esforço intenso, podendo sofrer até mesmo um infarto. “Muitas vezes um estado emergente, como uma festa ou a proximidade das férias, faz com que a pessoa queira recuperar o atraso”, diz o preparador físico Abdallah Achou Júnior, da Universidade Estadual de Londrina (UEL- -PR). “Nesses casos, geralmente a pessoa se encontra fora de forma”, fala o especialista.

Vai um polichinelo, doutor?
Correr intensamente forçará as articulações, provocando lesões. “Os efeitos negativos são dois: é impossível cumprir o objetivo imediato, e o indivíduo acaba por desistir dos exercícios”, afirma. É claro que a necessidade de acompanhamento de um profissional é tanto maior quanto for a complexidade dos exercícios eleitos. Caminhar, por exemplo, não requer grandes ou maiores cuidados no caso de pessoas que são saudáveis.

Todo mundo está acostumado a andar e o corpo é preparado para isso. Já aventurar-se nos aparelhos de uma academia envolve um certo conhecimento tanto para garantir os resultados quanto para protege-se de lesões. Em algumas situações, não basta apenas o profissional de educação física. É bom ter o aconselhamento de um médico também. A Sociedade Brasileira de Medicina do Esporte (SBMEE) aconselha que pessoas acima dos 35 anos passem, obrigatoriamente, por avaliação médica antes de começar qualquer tipo de atividade esportiva.


Os sinais de que o corpo está em risco são cansaço exagerado, falta de ar, sensação de tontura e desmaio, dor no peito e dor de cabeça

“Os mais jovens precisam ser avaliados por um especialista apenas se tiverem histórico familiar ou qualquer condição clínica adversa”, diz o médico do esporte João Felipe Franca, da Clínica de Medicina do Exercício (Clinimex-RJ). Os antecedentes mais importantes são os de doenças cardiovasculares e também as do tipo pulmonares.

Ao começar a praticar uma atividade sozinho, fi que atento a sinais de que algo não vai bem. E suspenda o exercício. O principal deles é a dor. “Ela indica lesão, ou o risco dela”, diz Timóteo Araújo, presidente do centro de estudos do Laboratório de Aptidão Física de São Caetano do Sul (Celafiscs-SP). A dor leve é aceitável em exercícios de alongamento, mas, se persistir e o movimento não for interrompido, há uma chance muito grande de lesão.

Para cada idade, um tipo de exercício
Saiba o que você pode fazer de acordo com a linha do tempo

AOS 20 ANOS: é uma época de muita socialização. Por isso, os esportes em grupo como vôlei, basquete e futebol são indicados. Nessa idade o corpo está mais preparado para lidar com impactos, como o provocado por um salto. Mas mesmo assim o organismo não está livre de lesões. O início deve ser lento e a frequência é importante: deve ser de três vezes por semana, ou intercalar com outro tipo de atividade (natação e corrida).

AOS 30 ANOS: por volta dos 35 anos, a força muscular começa a decair. É importante acrescentar musculação para garantir o ganho e a manutenção da massa muscular. O treino pode ser dividido em duas vezes por semana: esportes aeróbicos (natação ou corrida); e duas vezes de pesos ou resistência. Ou parcelar o treino diário em 30 minutos de aeróbico e 30 minutos de resistência. A frequência é de três vezes por semana.

AOS 40 ANOS: mulheres na menopausa correm um risco de osteoporose, e exercícios ajudam a fixar cálcio nos ossos são indicados: caminhadas fortes, corridas ou dança. O importante é garantir pelo menos duas horas de prática aeróbica por semana para, entre outras coisas, evitar o ganho de peso comum da idade. Ioga ajuda na flexibilidade.

ACIMA DOS 50 ANOS: a força muscular diminui, o que deixa o corpo mais vulnerável a lesões. Recomenda-se exercícios de menor impacto (caminhada e hidroginástica). O alongamento é importante para garantir a elasticidade dos músculos e também para aumentar o equilíbrio e proteger contra quedas.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://revistavivasaude.uol.com.br/

Como promover a integração entre departamentos?

Quando se fala em estimular a integração entre funcionários, logo vem à mente a ideia de trabalhar com profissionais que atuam numa mesma equipe. No entanto, uma organização sempre é formada por mais de um departamento e todas as pessoas que nela trabalham somam esforços para dar vida ao negócio. Mas, por que a integração entre departamentos é importante?

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Tomemos como exemplo um gerente que solicita a um office-boy que tire dez cópias de um relatório que ele apresentará durante uma reunião. Porém, faltam apenas 30 minutos para o início da sua apresentação. Só que o gestor não imagina o que acontece durante o percurso: do momento em que ele entrega o relatório sai das suas mãos até quando a documentação é entregue a ele.

Se o office-boy demorar cerca de uma hora, quando retorna para entregar as cópias, a reunião já começou. Ele recebe uma advertência por não ser ágil na tarefa que lhe foi incumbida. Só que o gestor não imagina que o diretor da empresa também precisava de cópias urgentes e para completar, das cinco máquinas do setor de cópias, apenas três estavam funcionando. As outras se encontravam em manutenção.

Esse é um exemplo simples, masque ocorre com frequência porque muitos profissionais só sabem o que ocorre no departamento em que atuam. Não é errado conhecer bem o setor em que atuamos. Mas para que a organização conte com uma boa engrenagem é preciso que todos os colaboradores tenham, ao menos, uma noção do todo. Isso evita, por exemplo, que um departamento boicote o outro por desentendimentos que poderiam ter sido evitados. Abaixo, listo algumas dicas para estimular a integração entre os setores de uma organização.

1 – Quando ocorrerem contratações na companhia, a integração não deve ficar restrita apenas ao setor em que a pessoa irá atuar. Para quem chega, é importante conhecer os demais departamentos da organização, principalmente aqueles em que os recém-chegados manterão contato regularmente. Isso evitará que as pessoas sintam-se um “peixe fora da água”.

2 – Aproveite o momento de integrar os novatos, para convidar alguns profissionais de áreas distintas para acompanhar o processo de familiarização. Com o ritmo cada vez mais acelerado há quem passe meses sem ir pessoalmente a outro departamento e quando o faz, toma um impacto porque ocorreram mudanças significativas.

3 – Para valorizar a integração entre setores, empresa pode elaborar uma cartilha básica que além de constar os valores, a missão e a visão da companhia corporativa, também seja reservado um espaço para divulgar a estrutura da companhia. Dessa forma, todos os departamentos existentes serão apresentados aos profissionais de vários níveis. Essa cartilha pode ter o formato impresso e ainda ser disponibilizada através da intranet.

4 – Os canais de comunicação interna são fortes aliados na integração entre setores. Através deles é possível informar oficialmente que um determinado departamento passará por reformas. Para evitar que ocorram atrasos no atendimento a alguma solicitação, os outros setores poderão fazer um pedido antecipadamente. Isso evita que alguém imagine que foi boicotado por não ter sido atendimento prontamente e as atividades laborais transcorram sem atropelos.

5 – Quando um setor tiver a reforma concluída, divida a conquista com os demais funcionários de outras áreas. Visitas agendadas serão sempre bem-vindas e evitará que as atividades sejam prejudicadas.

6 – Durante eventos comemorativos, a área de Recursos Humanos pode convidar colaboradores para falarem um pouco sobre os setores que atuam. Caso seja possível, estruture um espaço, onde os profissionais que trabalham no 10º andar tenham a oportunidade de conhecer, por exemplo, como funciona um setor localizado no 2º andar.

7 – Ainda nos eventos comemorativos, estimule atividades que animem os funcionários. Contudo, é interessante que durante uma brincadeira sejam formados grupos, através de sorteios. Assim, haverá equipes compostas por pessoas de setores diferentes e que nunca tiveram a oportunidade de se cumprimentarem. Isso estreitará o relacionamento entre as pessoas e abrirá um leque, inclusive para o surgimento de novas amizades.

8 – Uma ação simples que gera efeitos positivos é a criação de uma caixa de sugestões, que deve ficar em um local de grande circulação. Sem pedir que o colaborador identifique-se, a área de RH pode orientar os profissionais a apresentarem ideias, opiniões que melhorem o funcionamento tanto do departamento que atuam quanto dos demais setores da organização. Entretanto, deve-se ficar atento para que esse espaço não seja utilizado para receber críticas infundadas e de cunho pessoal.

9 – Quando se tem dúvidas sobre até que ponto vão as atribuições de um setor, há pessoas preferem ficar quietas e permanecem com questionamentos para si. Com isso, acreditam que evitarão possíveis constrangimentos. Nesse caso a área de RH precisa manter suas portas abertas, para que colaboradores obtenham respostas. E quando alguém pedir uma informação sobre outro setor, o RH pode aproveitar a oportunidade para falar sobre outras atribuições do setor que é foco da conversa.

10 – Existe uma ótima ferramenta para estreitar a relação entre departamentos: o job rotation – que compreende um processo de remanejamento ou redimensionamento das lotações internas da empresa. Através desse recurso, os colaboradores se familiarizam com outras atividades e, em alguns casos, surge o interesse dos funcionários por um processo de aprendizagem que os levem a uma ascensão futura. O também é visto job rotation como um caminho eficaz para o desenvolvimento de equipes.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://www.rh.com.br


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