Posts Tagged 'ideias'

Trabalhar com amigos traz felicidade e aumenta a produtividade

Se você tem amigos no ambiente de trabalho, parabéns! Essa é, segundo o estudo Relationships @ Work (Relacionamentos no trabalho), realizada pelo LinkedIn, uma das peças-chave para a felicidade profissional. Pois o ditado que dizia “amigos, amigos, negócios à parte” ficou defasado como tantas outras verdades sobre o mercado corporativo.

amizade-e-limites-1

Agora, para 46% dos mais de 11,5 mil profissionais entrevistados – de diversas idades e em 14 países, incluindo o Brasil –, manter boas relações com os colegas ajuda a nos sentirmos mais conectados, motivados e produtivos.

– As relações no trabalho estão sempre mudando e definindo tanto a dinâmica no escritório quanto o desenvolvimento individual. Isso significa que criar uma cultura que permeie as diferentes gerações, cargos e personalidades é um fator fundamental para construir um ambiente de trabalho bem-sucedido – diz a executiva de carreira do LinkedIn, Nicole Williams, no texto de apresentação do trabalho.

O levantamento realizado em abril deste ano avaliou o perfil profissional de duas gerações: os millennials – nascidos entre 1980 e 2000 – e os baby boomers, que vieram ao mundo pós-2ª Guerra Mundial. O resultado são diferenças surpreendentes no que se refere a amizades, crescimento e desempenho, em comportamentos que não se restringem apenas ao ambiente profissional.

Isso porque, segundo o estudo, 49% dos millennials são mais propensos a compartilhar detalhes pessoais, incluindo salário, com seus colegas, comparado com apenas um terço dos baby boomers.

Além disso, a maioria dos millennials (53%) está mais aberta a dividir conselhos sobre suas relações pessoais com companheiros do escritório, diferentemente dos baby boomers: apenas 23% se mostra confortável em compartilhar assuntos particulares com colegas de trabalho.

– Eu venho de uma geração para a qual é tabu falar sobre o salário, mas sabendo que isso está mudando, eu não vou ficar tão surpresa se um colega de trabalho começar a falar sobre detalhes de sua vida pessoal para mim – diz Catherine Fisher, diretora de comunicações e relações públicas do LinkedIn, no blog da empresa.

O estudo mostra ainda que os millennials se sentem mais confortáveis em se comunicar casualmente com seus gestores fora do escritório. Pelo menos um em cada três deles (28%) já mandou uma mensagem ao gerente fora do horário de expediente em virtude de um problema não relacionado ao trabalho. Entre os baby boomers, essa amostragem é de 10%, refletindo a mudança de comportamento no trabalho ao longo dos anos.

– Não estou sugerindo que todos nós comecemos a falar com nossos gerentes a qualquer hora sobre nossa mais recente paixão ou nova roupa favorita, mas isso indica que a nossa força de trabalho crescente quer ter mais de uma conexão. É muito mais fácil compartilhar comentários com alguém se você construiu uma relação sólida ou de amizade – diz.

Confira três dicas de Catherine para melhorar o relacionamento dentro da empresa:

Não se limite a conversas por e-mail ou reuniões formais:

Faça reuniões curtas!
Encontros durante caminhadas ou enquanto se deslocam para outra sala ou prédio da empresa podem ser muito produtivos. Segundo a diretora, tais meetings são propícios para discussões porque as pessoas tendem a relaxar, o que permite uma troca mais aberta e criativa. Além disso, não ter um telefone ou computador para interromper a cada segundo, mesmo na era dos smartphones, permite focar-se na pessoa que está falando. Ou seja, a conexão é boa!

Tenha interesse no lado pessoal da equipe
Você pode até não querer dar conselhos sobre relacionamentos, mas deve ter um interesse em seus companheiros de equipe como pessoas. Dedique alguns minutos durante todas as reuniões para se conectar em um nível pessoal com cada um dos participantes. Se o seu colega costuma falar de atividades pessoais que executa, como algum exercício ou habilidade manual, por exemplo, pergunte sobre isso! O trabalho é apenas uma parte de quem somos: se você começar a conhecer pessoas com diferentes paixões das suas, entenderá o que as motiva.

Felicite, compartilhe e goste!
Pense em como é prazerosa a sensação de receber um “trabalho bem feito” por e-mail, seja do chefe ou de outros colegas. Agora imagine ter o mesmo reconhecimento compartilhado com sua rede de contatos ou com outros companheiros da empresa. Bom, né? Pois então, é ótimo ser reconhecido individualmente pelo esforço, mas ser elogiado publicamente ajuda a construir a marca profissional. Além de fazer bem para o ego, claro. Portanto, elogie a sua equipe, e motive-os dizendo “parabéns, é por aí”.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://zh.clicrbs.com.br/

Visite nosso site: http://www.vivamelhoronline.com.br

Jovem Líder – Desafios e Perspectivas

A Juventude tanto quanto a maturidade não podem ser vistas de maneira extrema como virtudes ou defeitos utilizadas de forma extremada como critério, inclusive de liderança. Ser jovem ou maduro, de certa forma, não qualifica ou desqualifica alguém para uma determinada função, salvo se as habilidades e competências necessárias forem radicalmente caracterizadas numa ou noutra condição.

lider-1-680x456
A Liderança é uma dessas posições que, em tese, inclina-se muito mais a maturidade do que a juventude dada a sua natureza diretiva, organizacional, relacional. Não se pode negar que o tempo vivido nos coloca muito mais vezes diante dos dilemas e que se espera muito mais conhecimento e experiência daqueles que estiveram a bordo em muitas turbulências.

A QUESTÃO EXPERIÊNCIA

Lembro-me de uma de minhas primeiras viagens de avião, eu era um adolescente, fui à Porto Alegre visitar um amigo, estava em companhia de meu irmão Augusto César (Analista de sistemas, um dos responsáveis por grandes inovações tecnológicas nos serviços públicos em Minas Gerais), mais velho e experimentado nas aventuras aéreas. Durante o vôo uma turbulência daquelas, comecei a ficar tenso e preocupado, olhei ao lado e vi o Augusto simplesmente lendo um livro e cantarolando como se estivesse no quintal de casa, ele percebeu minha ansiedade e com olhar sereno e uma risada reconfortante me disse, nada como uma balançada! E continuou sua leitura. Tranquilizei-me completamente vendo o seu comportamento. Afinal de contas, se ele que era um “expert” em viagens aéreas não estava preocupado, porque eu ficaria?

SUPERAR A FALTA DE EXPERIÊNCIA

A liderança jovem tem que encarar logo de primeira esse desafio. Passar serenidade e confiança nos momentos de crise. É ai que vem duas competências importantes para o jovem líder, humildade e gestão de competências, Sim, pois se alguém precisa orientar ações e comportamentos em situações ainda não auto-vivenciadas, precisa encontrar no grupo (ou fora dele) aqueles que já passaram por situações pares e delas obter a experiência e (*)competência, tornando (**)hábil para realizar ações de forma conjunta e democrática, é aí que o jovem líder se destaca.

POSIÇÃO X FUNÇÃO

Vaidade. Sentimento comum no ser humano, mas um verdadeiro veneno na liderança. O Olhar deslumbrado para o status faz com que muitos jovens busquem posições de liderança simplesmente pela posição, pelo poder, pelo destaque. Qual de nós, simples mortais, não gosta de ser visto, admirado e desejado? Mas certamente a liderança não é o lugar mais apropriado para isso. Ser líder é uma conquista, uma construção. Estar líder é uma situação, uma condição, uma oportunidade para construir. Definir que se está para se tornar é uma postura monstruosamente importante e definitiva.

VAIDADE, STATUS

A Vaidade mostra alguém focado em si mesmo, preocupado com sua imagem pessoal, transmitindo aos outros uma idéia, com o objetivo de ser admirado e aceito, mostrando com extravagância seus pontos positivos e escondendo seus pontos negativos. É por isso que o líder vaidoso não se desenvolve e não conquista o respeito da equipe, porque em geral, a partir do momento em que as pessoas percebam a vaidade, o efeito é exatamente o contrário, ou seja, rejeição. Liderança, antes de tudo e em especial para a juventude, deve ser entendida como FUNÇÃO e não como POSIÇÃO.

O ANTÍDOTO

Certamente as empresas e organizações precisam ser muito criteriosas na formação de lideranças, valorizar demasiadamente as habilidades em detrimento das competências ou vice versa pode ser um problemão. É preciso perceber os valores que norteiam a vida dos candidatos. Seu envolvimento com as pessoas, a qualidade de suas relações interpessoais, seus objetivos de vida, sua ética. Muito mais que observar, é preciso formar, desenvolver programas vivenciais que alcancem além das rotinas e atinjam a educação para a vida.

A QUESTÃO MATURIDADE

Maturidade não é definida pela passagem por eventos tradicionais, tais como formar-se, casar-se, ter filhos, adquirir imóvel, empreender etc. Mas pela mudança na personalidade e no comportamento. Maturidade não está na área das exatas, nem sempre 2+2=4 funciona. Mas quero deixar um caminho regular para se identificar o processo de crescimento de uma pessoa:

Inicialmente os nossos processos de vida são imprevisíveis e sem controle, dado a falta de experiência, a emotividade fora do equilíbrio e a dificuldade de lidar com o fator ansiedade X tempo.

Em um segundo momento, diante das necessidades, começamos a repetir ações, colocar disciplina e nossos processos começam a ganhar padrão. Aí passamos a ter processos mais consistentes e padronizados em áreas como relacionamentos interpessoais, projetos educacionais e profissionais, projetos de independência pessoal e econômica e outros.
Nesse ponto nossos processos se tornam, não necessariamente na sua totalidade, mais previsíveis e controlados, seguindo um esquema de vida determinado com poucas variantes.

Daí entra o processo de desenvolvimento humano, propriamente dito, onde as experiências se voltam para o aperfeiçoado continuo, a busca pela felicidade, os riscos calculados, as cisões, as novas perspectivas e por ai vai.

A QUESTÃO: EM QUE PONTO ALGUÉM ESTÁ EM CONDIÇÕES IDEAIS PARA A LIDERANÇA?

Certamente que, sem maiores análises, alguém estando um passo a frente pode liderar o outro que vem um passo atrás. Para equipes que apresentem homogeneidade maior na questão maturidade, fica mais fácil perceber o perfil de liderança mais adequado, mas quando acontece o contrário, uma mistura de perfis, estágios de vida e até mesmo competências e habilidades, é certo que a liderança deve, preferencialmente, estar não somente a alguns passos a frente, como também ser um hábil gestor de relacionamentos e competências.

ONDE O JOVEM LÍDER ENTRA AI?

Como mencionei acima, havendo um programa que acompanhe e sugira a troca de experiências entre mestres e discípulos, pode-se fazer a compensação das questões relacionadas a maturidade e aproveitar toda energia e habilidade da jovem liderança na condução de projetos de sucesso. Sugiro nesse contexto que se dê ênfase ao processo de treinamento de Gestão de Competências e Relacionamento Interpessoal, criando um processo de maturação mais acelerada no jovem líder. Lembre-se que maturidade é um processo com etapas variáveis de um indivíduo para outro.

O MITO DA PERFEIÇÃO

Os conceitos de competitividade e eficiência presentes na atual geração chegaram para melhorar todos os processos presentes nas atividades humanas. As relações do homem com o contexto produtivo passou exigir que os indivíduos descubram-se, cresçam, mudem. Enfim, creio que o desenvolvimento individual nunca esteve tão em voga.

ADMINISTRANDO O CONCEITO

O Conceito eficiência não pode ser confundido com PERFEIÇÃO, esta não existe. Um dos desafios que percebo entre os jovens é o de administrar adequadamente os limites individuais e coletivos nos processos produtivos. Existe uma tendência de extrapolar e perder a sensibilidade exigindo, cobrando e punindo. Percebe-se também um processo de padronização de competências, tornando todo mundo igual. O estilo perfeccionista de liderar imprime um ritmo descompassado porque vive de pequenas e inadequadas avaliações seguidas de redirecionamentos tipo “apaga incêndios”. Também se utiliza do fator “culpa” como agente de pressão, o que obviamente produz uma queda na auto-estima e na capacidade de solucionar conflitos.

E A COMPETITIVIDADE?

O cuidado para que o espírito de competição não caracterize as relações no grupo é a primeira providência a ser tomada. Isso ainda deve ser transferido para outras instâncias, tais como a família, amigos, clientes e fornecedores. Viver em estado de competição é um verdadeiro stress. Deve-se exaltar as habilidades individuais, mas sem perder de vista o coletivo. É importante que as pessoas compreendam o valor das realizações (pessoais e coletivas) e que não estamos no grupo apenas para dar ou receber, mas para cooperar e ser parte de um projeto comum e maior. Dentro desse ambiente pode-se desenvolver o processo competitivo de forma equilibrada e eficaz, chamando os indivíduos à disciplina, superação e sucesso.

AVALIANDO O DESEMPENHO

Nessa perspectiva, outro fator importante que necessita atenção é a Avaliação, outro desafio para as lideranças jovens, em especial na dificuldade de se perceber etapas de evolução individuais/coletivas e transformar informações em feedbacks para planejamento de novas estratégias. A concepção deve ser construída de modo a caracterizar:
• Observância às competências / habilidades exigidas / Resultados
• Predomínio dos aspectos qualitativos sobre os quantitativos, de acordo com a fase de cada um e inclusão da reorientação de processo;
• Acompanhamento;
• Feedback.

LIDER CONSULTOR

Um conceito cada vez mais integrado com as necessidades das empresas é o de líder-consultor, aquele que planeja, orienta e coordena as ações. Uma figura que transmite segurança por sua presença e capacidade buscar soluções, estejam estas onde estiverem. Mais ou menos no estilo gente como a gente, um humano, susceptível a todas as nossas dificuldades, mas com o diferencial de ter foco em soluções, não em problemas. Este papel pode ser desempenhado tranquilamente por jovens ou não jovens, é questão de postura, de percepção e de coragem para se expor no caminho da conquista. Você está pronto?

(*) Competências se constituem num conjunto de conhecimentos, atitudes, capacidades e aptidões que habilitam alguém para vários desempenhos da vida, as competências pressupõem operações mentais, capacidades para usar as habilidades, emprego de atitudes, adequadas à realização de tarefas e conhecimentos;

(**) Habilidades se ligam a atributos relacionados não apenas ao saber-conhecer, mas ao saber-fazer, saber-conviver e ao saber-ser; As competências/habilidades são inseparáveis da ação, mas exigem domínio de conhecimentos.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site:  http://www.administradores.com.br

Visite nosso site: http://www.vivamelhoronline.com.br

Pratique Essa Ideia A Qualquer Momento

Campanha-ATIVIDADE-FISICA-2013


Enter your email address to follow this blog and receive notifications of new posts by email.

Junte-se a 2.189 outros seguidores

Calendário

abril 2020
S T Q Q S S D
 12345
6789101112
13141516171819
20212223242526
27282930  

Arquivos

Estatísticas do Blog

  • 984.526 hits

%d blogueiros gostam disto: